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	<title>Equipe de Transição - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Equipe de Transição - Portal NDC</title>
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		<title>Haddad deve anunciar secretariado nos próximos dias. Veja quem são os cotados</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-deve-anunciar-secretariado-nos-proximos-dias-veja-quem-sao-os-cotados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2022 12:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe de Transição]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
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					<description><![CDATA[Após semanas de especulação, o ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação Fernando Haddad foi anunciado ontem por Luiz Inácio Lula da Silva para comandar o Ministério da Fazenda do seu terceiro governo, que se inicia em 1° de janeiro de 2023. Em um claro recado ao mercado, que o vê com ressalvas, Haddad [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2693593240" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Após semanas de especulação, o ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação Fernando Haddad foi anunciado ontem por Luiz Inácio Lula da Silva para comandar o Ministério da Fazenda do seu terceiro governo, que se inicia em 1° de janeiro de 2023. Em um claro recado ao mercado, que o vê com ressalvas, Haddad já definiu quais serão seus principais objetivos, assim que tomar posse.<br /><br />— Arcabouço fiscal e reforma tributária são as duas prioridades de curto prazo — disse ao GLOBO.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A reforma tributária é um desejo antigo do mercado e do setor produtivo, vista como fundamental para destravar a economia do país e para reduzir custos e a burocracia. O novo arcabouço fiscal, por sua vez, é a maior preocupação dos economistas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="75" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O presidente eleito já havia informado, durante a campanha, que acabaria com o teto de gastos, considerada a principal regra das contas públicas atualmente. Agora, Haddad vai trabalhar na norma que vai substituir essa trava fiscal, que limita o aumento das despesas da União à inflação do ano anterior. A “PEC da Transição”, que abre espaço no Orçamento de 2023, determina que o governo eleito encaminhe ao Congresso uma nova âncora fiscal no próximo ano.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além do grupo econômico da transição, Haddad vai receber propostas de técnicos do Tesouro Nacional e de economistas. Para ele, a regra fiscal e a reforma tributária podem andar juntas, como parte de uma agenda forte para o ano que vem. Essa agenda inclui também negociações para ampliar o comércio internacional, como o acordo entre o Mercosul e a União Europeia.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Haddad avalia que serão necessários três meses para discutir o novo arcabouço fiscal com a futura equipe, antes de enviá-lo ao Congresso. É um desafio que envolve o equilíbrio das contas públicas, a credibilidade da gestão e também o tamanho dos gastos que o novo governo fará.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Após ser confirmado para a Fazenda, Haddad viajou para São Paulo, onde já deve começar a montar a sua equipe. Como mostrou a colunista do GLOBO Malu Gaspar, o futuro titular da economia avalia dar o quanto antes sinais públicos de que pretende ser um ministro da Fazenda fiscalmente responsável e que não é o “gastador” que a Faria Lima imagina.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma das formas de passar uma mensagem positiva pode ser a indicação do secretariado, que o futuro ministro já tem na cabeça, mas tem procurado manter em segredo. Embora não tenha feito nenhum convite formal, Haddad conversou com vários economistas nos últimos dias.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="18" data-block-id="14">
<p><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Cotados para a equipe</span></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="15">
<p>Na lista de cotados, segundo Malu Gaspar, estão o economista Bernard Appy, que foi secretário de Antônio Palocci, ministro da Fazenda no primeiro governo Lula. Um dos economistas mais respeitados do país, Appy é cotado para comandar uma secretaria voltada para destravar a reforma tributária.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outro cotado para a equipe é Marco Bonomo, professor do Insper. Já para a Secretaria de Política Econômica poderia ir Marcos Cruz, que foi secretário de Finanças na Prefeitura de São Paulo de Haddad.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o colunista Lauro Jardim, a expectativa é que já no meio da semana que vem a equipe de Haddad — ou ao menos os comandantes das secretarias Executiva, do Tesouro e de Política Econômica — esteja anunciada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="11" data-block-id="21">
<p>Hoje, a política econômica está sob o guarda-chuva do Ministério da Economia, comandada por Paulo Guedes. A pasta reúne atualmente as atribuições da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio Exterior. Essas pastas serão desmembradas a partir do ano que vem.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os nomes dos ministros do Planejamento e da Indústria ainda não foram anunciados por Lula. A relação com essas pastas será importante na futura gestão. O Planejamento, por exemplo, cuidará da gestão de pessoal e do desenho de uma possível reforma administrativa. Já a Indústria ficará com o BNDES e mecanismos de incentivos para o setor.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="24">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Desafios pela frente</span></p>
<p>Aos 59 anos, Haddad assumirá o Ministério da Fazenda com a expectativa de promover crescimento econômico, gerar empregos e anunciar uma política fiscal no médio e longo prazos que sinalize equilíbrio das contas públicas. Nascido em São Paulo, ele se formou em Direito pela Universidade de São Paulo (USP). Especializou-se em Direito Civil e fez mestrado em Economia e doutorado em Filosofia pela mesma universidade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Haddad chegará ao governo com o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro perdendo força no terceiro trimestre, os juros básicos em um patamar bastante elevado (13,75% ao ano) e com uma perspectiva de recessão internacional no horizonte.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No curto prazo, Haddad tem o desafio de contribuir para resolver o imbróglio do Orçamento de 2023, enquanto prepara as primeiras definições para seu ministério. Antes mesmo de tomar posse, o novo governo tem sido criticado por conta da “PEC da Transição”, desenhada para recompor o Orçamento de 2023 e com um impacto que pode superar os R$ 200 bilhões.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="29">
<p>Ao anunciar Haddad, Lula disse que ele começará a apresentar resultados antes da posse:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Ele tem a incumbência de ter uns dias para montar sua equipe e já começar a apresentar resultado antes de a gente tomar posse.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O presidente-eleito destacou que, agora, a imprensa poderá procurar Haddad para tratar de assuntos econômicos:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Vocês poderão conversar com o Haddad sobre o mercado, sobre a preocupação do mercado. Espero que Haddad fale do mercado, mas fale do problema social, que o Brasil precisa.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ontem, a Bolsa subiu 0,25%, aos 107.520 pontos. A indicação de Haddad já era esperada pelos investidores, o que contribuiu para a reação morna dos ativos no dia. Na semana, contudo, o Ibovespa caiu 3,94%, pressionado pelas incertezas fiscais. Já o dólar subiu 0,56% ontem, negociado a R$ 5,24. Na semana, o dólar subiu 0,57%. (Colaboraram Bruno Abbud, Jeniffer Gularte, Sérgio Roxo e Vítor Costa)</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Maria Isabel Oliveira</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cotados para comandos das Forças Armadas no governo Lula têm perfil discreto; saiba quem são</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cotados-para-comandos-das-forcas-armadas-no-governo-lula-tem-perfil-discreto-saiba-quem-sao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 12:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe de Transição]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a sinalização positiva de militares para a nomeação do ex-ministro do Tribunal de Contas da União José Múcio Monteiro como ministro da Defesa, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva tem sido aconselhado a também não arriscar na definição dos comandantes das Forças Armadas e adotar o critério de antiguidade. Se fizer isso, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2914612876" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Com a sinalização positiva de militares para a nomeação do ex-ministro do Tribunal de Contas da União José Múcio Monteiro como ministro da Defesa, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva tem sido aconselhado a também não arriscar na definição dos comandantes das Forças Armadas e adotar o critério de antiguidade. Se fizer isso, Lula terá à frente do Exército, da Marinha e da Aeronáutica comandantes de perfil discreto, avessos às redes sociais e sem alinhamento — ao menos declarado — a Jair Bolsonaro. Dois deles também tiveram papel de destaque em grandes operações durante governos do PT, o que tem sido citado nos bastidores para que sejam escolhidos.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="99" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pelo critério de antiguidade, o general quatro estrelas Júlio César de Arruda, de 63 anos,<a href="https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2022/11/lula-desiste-de-grupo-tematico-da-defesa-e-planeja-anunciar-ministro-na-proxima-semana.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> é quem deverá assumir o Exército. </a>A seu favor conta o fato de ter sido ajudante de ordens do general Enzo Peri, comandante da Força de 2007 a 2015, o mais longevo das gestões do PT. No governo de Dilma Rousseff, participou da preparação do esquema de segurança das Olimpíadas de 2016, como chefe do Comando de Operações Especiais. Na época, chegou a ser homenageado pela Assembleia Legislativa de Goiás, quando parlamentares do PT elogiaram seu papel ao cuidar da segurança da própria presidente.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="98" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ingressou na carreira militar ainda jovem, aos 15 anos, por influência de um dos irmãos, que havia feito um curso preparatório para oficiais em Cuiabá. No atual governo, foi escolhido para substituir o general Walter Braga Netto no Comando Militar do Leste, em 2019, sediado no Rio. Atualmente, é chefe do Departamento de Engenharia e Construção. Militares que atuam com ele citam sua capacidade operacional como principal virtude. Diferentemente dos últimos comandantes do Exército, Arruda vem da arma de engenharia do Exército, considerada mais técnica e menos rígida do que as demais vertentes, como infantaria, artilharia e cavalaria.</p>
</div>
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<div id="banner_materia2" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia2"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Relação com alckmin</span></div>
<div data-id="banner_materia2"> </div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="7">
<p>Já na Aeronáutica, o favorito é o tenente-brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno, de 63 anos, considerado um militar com bom trânsito político e habilidade para negociar. O oficial tem como trunfo a <a href="https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2022/11/lula-deve-anunciar-ministro-da-defesa-na-semana-que-vem-e-jose-mucio-e-cotado-para-o-posto-nao-recebi-convite.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">boa relação com o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin,</a> de quem se aproximou em 2015, quando chefiou uma unidade da Força em São Paulo. Na mesma época, Alckmin era governador e enfrentou um dos episódios mais tristes da sua vida: a morte do filho Thomaz na queda de um helicóptero. Na ocasião, segundo interlocutores, Damasceno foi prestativo ao repassar informações sobre o acidente.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pessoas que atuaram no governo Dilma também lembram da participação de Damasceno na Operação Ágata, realizada em 2012 para combater o narcotráfico e contrabando na região de fronteira. Na ocasião, segundo militares que atuaram na ação, foi de Damasceno a ideia de usar barcos apreendidos para construir um hospital de campanha fluvial no Amazonas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Damasceno chefia há quatro anos o Estado Maior da Aeronáutica, órgão de assessoramento direto do comando e responsável por planejamento, formação de militares e aparelhamento da Força, como os novos caças Gripen e a aeronave KC 390. Com a experiência de ter atuado na área de comunicação da FAB, no atual governo foi escalado como porta-voz da missão que resgatou brasileiros que estavam na China para uma quarentena em Anápolis (GO), no início da pandemia de Covid-19.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Marinha, por sua vez, é onde há mais indefinição. Dois oficiais generais quatro estrelas figuram como possíveis comandantes, ambos almirantes de esquadra. São eles Renato Rodrigues Aguiar Freire, atual chefe do Estado Maior da Armada, e Marcos Sampaio Olsen, comandante de Operações Navais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Aguiar Freire, de 63 anos, é o oficial mais antigo e atualmente chefia o órgão máximo de assessoria do comandante, mas tem enfrentado problemas de saúde. Por causa disso, havia uma expectativa entre integrantes da Marinha que ele pudesse antecipar sua ida para a reserva. Neste caso, o segundo mais antigo da tropa, Olsen, assumiria.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo pessoas próximas, tanto Olsen quanto Aguiar Freire são reservados e têm perfis opostos ao do comandante atual, almirante Almir Garnier Santos, considerado midiático e o mais bolsonarista dos três chefes das Forças de Bolsonaro.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Transição defende gastar em 2023 R$ 150 bilhões a mais do que o previsto para o ano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/transicao-defende-gastar-em-2023-r-150-bilhoes-a-mais-do-que-o-previsto-para-o-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 20:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe de Transição]]></category>
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					<description><![CDATA[A equipe de transição defendeu, durante reunião com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta sexta-feira (25), gastar no próximo ano cerca de R$ 150 bilhões a mais do que está previsto na proposta orçamentária de 2023 enviada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso. O cálculo do acréscimo de gastos públicos foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3763023089" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A equipe de transição defendeu, durante reunião com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta sexta-feira (25), gastar no próximo ano cerca de R$ 150 bilhões a mais do que está previsto na proposta orçamentária de 2023 enviada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso.<br /><br />O cálculo do acréscimo de gastos públicos foi feito com base nas despesas feitas pela gestão Bolsonaro em 2022.<br /><br />Participaram da reunião com Lula, a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffman, o senador Jaques Wagner (PT-BA), e o senador eleito Wellington Dias (PT-PI) – que formam a equipe de negociação do presidente eleito no Legislativo.</p>
<div id="chunk-3ok2e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Durante a audiência, o trio propôs que seja feita uma negociação para fundir a proposta do governo eleito e a do senador <a href="https://g1.globo.com/politica/politico/tasso-jereissati/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Tasso Jereissati</a> (PSDB-CE), que eleva o teto em vez de autorizar o seu furo novamente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-be6e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A ideia é elevar o teto dos gastos no ano que vem ao mesmo montante das despesas que serão registradas neste ano, que devem corresponder a 19% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2pe2e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O projeto de orçamento enviado pela equipe de Bolsonaro prevê um total de despesas de 17,6% do PIB no próximo ano. Ou seja, haveria um espaço de quase R$ 140 bilhões para ser acrescentado na proposta de Orçamento de 2023. Com a correção pela inflação, o valor poderia chegar a R$ 150 bilhões, sem estourar o teto dos gastos públicos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6sh2g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para se chegar aos R$ 175 bilhões de gastos defendidos pela equipe de Lula para bancar o Bolsa Família, seria necessário furar o teto em somente R$ 25 bilhões.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-si6a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O senador eleito Wellington Dias já esteve com Tasso Jereissati para negociar ajustes na sua proposta para adequá-la ao projeto do presidente eleito, que visa bancar o Bolsa Família, programas como Farmácia Popular e evitar a paralisação de obras.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a55mj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Durante a reunião, ficou acertado ainda que o senador Wellington Dias seguirá nas negociações em torno da PEC do Bolsa Família e do Orçamento de 2023, enquanto o senador Jaques Wagner e o deputado Alexandre Padilha (PT-SP) irão comandar as conversas visando a formação da base aliada de Lula no <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/congresso-nacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Congresso Nacional</a>.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Foto: Arte: g1</p>
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		<title>Amazonas tem nove pessoas na equipe de transição do governo Lula</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-tem-nove-pessoas-na-equipe-de-transicao-do-governo-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2022 15:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Equipe de Transição]]></category>
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					<description><![CDATA[O Amazonas tem nove nomes, entre políticos e técnicos, na equipe de transição do governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Todos são voluntários e não vão receber pelo serviço prestado. Veja lista dos nomes abaixo:   Senador Omar Aziz (PSD); Deputado federal Marcelo Ramos (PSD-AM); Ex-senador João Pedro (PT); Candidata a vice-governadora, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1857209544" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Amazonas tem nove nomes, entre políticos e técnicos, na equipe de transição do governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Todos são voluntários e não vão receber pelo serviço prestado. <strong>Veja lista dos nomes abaixo</strong>:</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="67" data-block-id="4">
<p class="content-text__container"> </p>
<ol class="content-ordered-list theme-ordered-list-color-primary">
<li>Senador Omar Aziz (PSD);</li>
<li>Deputado federal Marcelo Ramos (PSD-AM);</li>
<li>Ex-senador João Pedro (PT);</li>
<li>Candidata a vice-governadora, derrotada nas eleições deste ano, Anne Moura (PT);</li>
<li>Presidente da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, Marivelton Baré;</li>
<li>Especialista em economia solidária Tatiana Valente;</li>
<li>Ex-secretário de Turismo do Amazonas Orsine Júnior;</li>
<li>Presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Bruna Brelaz;</li>
<li>Ex-reitora da Universidade do Estado do Amazonas (UFAM), Marilene Corrêa.</li>
</ol>
<div id="chunk-fe8t8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O novo governo eleito tem o direito previsto em lei de formar uma equipe para receber os dados a respeito da atual administração do país e para preparar os atos a serem editados imediatamente após a posse.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7ecqc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O vice-presidente eleito, Geraldo Alckimin (PSB), é o coordenador do grupo, que deve atuar até o dia 31 de dezembro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8u38d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entre os políticos escolhidos para integrarem o grupo estão o senador Omar Aziz (PSD), o deputado federal Marcelo Ramos (PSD-AM), o ex-senador João Pedro (PT) e a candidata a vice-governadora, derrotada nas eleições deste ano, Anne Moura (PT).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-akpl4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Omar vai integrar o grupo da Justiça e Segurança Pública que, entre outras medidas, estuda anular os decretos do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a liberação de armas. Já Marcelo Ramos vai atuar no grupo da Indústria, Comércio, Serviços e Pequenas Empresas.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/nFQHGXAoCr_4bQHSxgLWV_zcMzc=/0x0:4800x3356/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/i/c/SfgmzkSjC9lPeptgWO7Q/000-32nm9qj.jpg" alt="Lula foi eleito para 3º mandato como presidente do Brasil.  — Foto: Ahmad Gharabli/AFP" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Lula foi eleito para 3º mandato como presidente do Brasil. — Foto: Ahmad Gharabli/AFP</p>
<div id="chunk-1827f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O deputado, que chegou a ser vice-presidente da Câmara dos Deputados, foi uma das vozes mais atuantes em defesa da Zona Franca de Manaus no Congresso Nacional durante o governo Bolsonaro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fq5im">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já o ex-senador João Pedro vai atuar no grupo dos Povos Originários. O político chegou a chefiar a Fundação Nacional do Índio (Funai) durante o segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff. Anne Moura integrará o grupo de Mulheres, que vai focar na articulação política com partidos e movimentos sociais sobre políticas públicas para o grupo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b7acr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quem também foi escalado para participar da transição do novo governo foi o presidente da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, Marivelton Baré. Ele também vai atuar no grupo de Povos Originários, ao lado de João Pedro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ebetr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já a especialista em economia solidária Tatiana Valente vai integrar a equipe Indústria, Comércio, Serviços e Pequenas Empresas, a mesma equipe do deputado Marcelo Ramos. O ex-secretário de Turismo do Amazonas Orsine Júnior vai integrar o grupo de turismo.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Bruna Brelaz, foi chamada para trabalhar na equipe que vai cuidar da Juventude e a ex-reitora da Universidade do Estado do Amazonas (UFAM), Marilene Corrêa vai integrar o grupo voltado para o Meio Ambiente.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1 AM</p>
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