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	<title>Enfermeira - Portal NDC</title>
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	<title>Enfermeira - Portal NDC</title>
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		<title>Enfermeira envolvida com falsa médica será indiciada por crime de organização criminosa</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/enfermeira-envolvida-com-falsa-medica-sera-indiciada-por-crime-de-organizacao-criminosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 20:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[criminosa]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermeira]]></category>
		<category><![CDATA[pc-am]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a PC-AM, ela ajudava Sophia Livas na entrega de atestados médicos falsos. Conversas extraídas do celular da falsa médica comprovam a ligação entre as duas. Enfermeira suspeita em participar das fraudes da falsa médica, Sophia Livas de Morais Almeida, foi interrogada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), na manhã desta quinta-feira (22). Ela será [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-403387084" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo a PC-AM, ela ajudava Sophia Livas na entrega de atestados médicos falsos. Conversas extraídas do celular da falsa médica comprovam a ligação entre as duas.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Enfermeira suspeita em participar das fraudes da falsa médica, Sophia Livas de Morais Almeida, foi interrogada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), na manhã desta quinta-feira (22). Ela será indiciada por organização criminosa, falsidade ideológica e furto qualificado.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Durante interrogatório na sede do 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), a enfermeira alegou que seria uma das vítimas da falsa médica, no entanto a Polícia Civil já teria realizado a quebra de sigilo telefônico de Sophia Almeida e o conhecimento de sua participação na facilitação ao acesso de atestados médicos falsos.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Ela foi chamada à nossa unidade policial para prestar esclarecimentos em virtude das análises preliminares que foram realizadas no conteúdo do aparelho telefônico da Sophia. Foi possível coletar conversas entre elas, que levam a sua participação, sobretudo, na entrega de atestados médicos falsos de uma clínica onde a suspeita trabalhava”, explicou o delegado Cícero Túlio, titular do 1° DIP.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A enfermeira será indiciada por organização criminosa, falsidade ideológica e furto qualificado, além de outros delitos que estão sendo investigados.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h4 class="styled__HeadingFour-sc-fdx3oi-3 ilXYMe"> Relembre o caso </h4>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Sophia Livas de Morais Almeida foi presa durante a Operação Azoth, deflagrada nesta segunda-feira (19) em Manaus, acusada de fingir ser médica e atender ilegalmente crianças com problemas cardíacos, incluindo crianças com Transtornos do Espectro Autista (TEA).</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cPlpQp">
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 iafvUg">
<div style="width: 1210px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://www.acritica.com/image/policy:1.373082.1747936499:1747936499/image.jpg?f=default&amp;w=1200" alt=" (Foto: Reprodução)" width="1200" height="960" /><p class="wp-caption-text">(Foto: Reprodução)</p></div>
</div>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Durante audiência de custódia, realizada na tarde desta terça-feira (20), o Poder Judiciário do Estado do Amazonas manteve a prisão da falsa médica.</p>
<p>Fonte: A Crítica </p>
</div>
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		<title>Enfermeira é condenada à prisão perpétua por matar pacientes com insulina nos EUA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/enfermeira-e-condenada-a-prisao-perpetua-por-matar-pacientes-com-insulina-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2024 14:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[condenada]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermeira]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[insulina]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[perpétua]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[Heather Pressdee aplicava medicamento em excesso durante turno da noite para evitar que fosse descoberta Uma enfermeira da Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi condenada à prisão perpétua por matar três pacientes e tentr matar outras 19 pesssoas que estavam sob seus cuidados em centros médicos, segundo comunicado da procuradora-geral da Pensilvânia, Michelle Henry. Heather Pressdee [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1848084238" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Heather Pressdee aplicava medicamento em excesso durante turno da noite para evitar que fosse descoberta<br /><br />Uma enfermeira da Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi condenada à prisão perpétua por matar três pacientes e tentr matar outras 19 pesssoas que estavam sob seus cuidados em centros médicos, segundo comunicado da procuradora-geral da Pensilvânia, Michelle Henry.<br /><br />Heather Pressdee se declarou culpada pelos crimes. A sentença da ex-enfermeira inclui três penas perpétuas pelos homicídios intencionais e penas que variam de 380 a 760 anos de prisão tentativas de homicídio, de acordo com o comunicado.<br />“A acusada usou sua posição de confiança como meio de envenenar os pacientes que dependiam de seus cuidados”, disse a procuradora. “Esta declaração de culpa e a prisão perpétua não devolverão as vidas perdidas, mas garantirão que Heather Pressdee nunca mais terá outra oportunidade de infligir mais danos”.<br /><br />A ex-enfermeira se declarou culpada para evitar a pena de morte, disse o advogado dela, Phillip DiLucente, à CNN. Ela admitiu ter “prejudicado com intenção de matar” os 19 pacientes, cujas idades oscilavam entre os 43 e os 104 anos.<br /><br />Pressdee foi acusada de administrar intencionalmente doses letais de medicamentos a pacientes entre 2020 e 2023 em cinco centros médicos diferentes. A enfermeira injetou doses mortais de insulina em pacientes nos condados de Allegheny, Armstrong, Butler e Westmoreland, no estado da Pensilvânia.<br /><br />Muitas vezes administrava insulina durante os turnos da noite, em que havia pouco pessoal, enquanto trabalhava no carro de medicamentos das instalações médicas, segundo a denúncia.<br /><br />“Pressdee muitas vezes tomava medidas para garantir que suas vítimas morressem antes da mudança de turno, de modo que não fossem enviadas ao hospital, onde o plano poderia ser descoberto mediante exames”, ainda segundo o processo.<br /><br />Durante o julgamento, parentes relataram “dor e angústia causadas ao saber que a morte de seus entes queridos não foi natural, mas causada por um ato criminoso”.<br /><br /><br /><br /><br /><br /></p>
<p><br /><br />Fonte: CNN<br /><br /></p>
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		<title>Justiça sentencia enfermeira com prisão perpétua pela morte de 7 recém-nascidos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/justica-sentencia-enfermeira-com-prisao-perpetua-pela-morte-de-7-recem-nascidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 12:43:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermeira]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[morte de 7 recém-nascidos]]></category>
		<category><![CDATA[prisão perpetua]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[A enfermeira britânica Lucy Letby (33), foi condenada nesta segunda-feira (21) à prisão perpétua pelo assassinato de sete bebês recém-nascidos. A sentença, rara na justiça do Reino Unido, demonstra o horror causado pelos crimes, o pior envolvendo crianças na história contemporânea do país. Na última sexta-feira (18), o tribunal de Manchester, no noroeste da Inglaterra, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3678787401" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A enfermeira britânica Lucy Letby (33), foi condenada nesta segunda-feira (21) à prisão perpétua pelo assassinato de sete bebês recém-nascidos. A sentença, rara na justiça do Reino Unido, demonstra o horror causado pelos crimes, o pior envolvendo crianças na história contemporânea do país.</p>
<p>Na última sexta-feira (18), o tribunal de Manchester, no noroeste da Inglaterra, já havia reconhecido Letby como culpada pelas sete mortes, além de seis outras tentativas de assassinato no hospital onde trabalhava.</p>
<p>&#8220;Você agiu de maneira totalmente contrária aos instintos humanos normais de cuidar de bebês e em flagrante violação da confiança que todos os cidadãos depositam nos profissionais de saúde&#8221;, disse o juiz James Goss, chamando os crimes de &#8220;campanha cruel, calculada e cínica&#8221;. Em razão da &#8220;gravidade excepcional&#8221; dos casos, &#8220;você passará o resto de sua vida na prisão&#8221;, reiterou o magistrado.</p>
<p>Classificada de &#8220;fria, calculista, cruel e tenaz&#8221; pela acusação, Letby se disse inocente durante todo o longo e complexo julgamento, que teve início em outubro de 2022. Ausente do tribunal desde sexta, quando foi considerada culpada, a enfermeira se recusou a assistir ao pronunciamento de sua pena, transmitida ao vivo pela televisão britânica.</p>
<p>&#8220;Quando cometemos crimes horríveis como esses, é covarde não confrontar as vítimas&#8221;, declarou na segunda-feira o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak. A ausência da enfermeira no tribunal suscitou frustração e revolta por parte das famílias que queriam que Letby escutasse seus últimos testemunhos.</p>
<h3>Assassinato de prematuros</h3>
<p>Letby trabalhava na UTI do hospital Countess of Chester, no noroeste da Inglaterra. Os assassinatos ocorreram entre junho de 2015 e junho de 2016. Ela injetava ar por via intravenosa nos bebês prematuros ou usava sondas nasogástricas para colocar ar ou excesso de leite nos estômagos dos recém-nascidos.</p>
<p>A britânica entrava em ação na ausência das famílias, quando a enfermeira responsável se afastava ou quando estava sozinha à noite com os nenéns. Mas se unia aos esforços para salvá-los e prestava assistência aos pais e mães desesperados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Uol Notícias</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">29827</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Enfermeira acusada de matar sete recém-nascidos na Inglaterra escreveu diário em que se culpa</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/enfermeira-acusada-de-matar-sete-recem-nascidos-na-inglaterra-escreveu-diario-em-que-se-culpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 14:08:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[acusada de matar]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermeira]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[recém-nascidos]]></category>
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					<description><![CDATA[“Eu sou mal, eu fiz isso”. Apesar de ter escrito essas palavras em 2016, a enfermeira Lucy Letby negou em sessão do tribunal de Manchester, nesta terça-feira, ter matado sete recém-nascidos –cinco meninos e duas meninas. As anotações da acusada são usadas pela promotoria como evidência dos seus supostos crimes. “Não sei se os matei. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2296002338" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>“Eu sou mal, eu fiz isso”. Apesar de ter escrito essas palavras em 2016, a enfermeira Lucy Letby negou em sessão do tribunal de Manchester, nesta terça-feira, ter matado sete recém-nascidos –cinco meninos e duas meninas. As anotações da acusada são usadas pela promotoria como evidência dos seus supostos crimes.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Não sei se os matei. Talvez eu tenha. Talvez tudo isso seja para mim”, afirmou a enfermeira em outra anotação do diário. Porém, diante do júri, a versão contada por Lucy Letby é outra. Em seu depoimento, a britânica disse que nunca machucou nenhuma criança e que o trabalho no hospital era a sua vida. Ela afirmou que as acusações que recebe a fazia não querer mais viver.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os crimes, de acordo com a investigação, ocorreram na unidade neonatal do hospital Condessa de Chester, no noroeste da Inglaterra, no período entre junho de 2015 e 2016. Ela disse que começou a trabalhar na unidade depois de se formar. A enfermeira ainda afirmou que seu diário reflete o estado em que se encontrava em relação a sua estabilidade mental ao receber as acusações.</p>
<article>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Senti que devo ser responsável de alguma forma. Acho que, olhando para trás agora, estava realmente lutando e essa foi uma maneira de expressar o que não era capaz de dizer a mais ninguém — afirmou Lucy Letby sobre o diário que contém anotações sobre as crianças das quais é acusada pela morte.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="8">
<p>O júri ouve depoimentos desde outubro de 2022. Entre as acusações, os promotores dizem que Lucy Letby matou dois dos três trigêmeos recém-nascidos com 24h de intervalo, injetando-lhes ar logo após o nascimento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No depoimento, a enfermeira negou todas as acusações, dizendo que nunca machucaria uma criança sob seus cuidados. Lucy afirmou que fez o seu melhor para cuidar dos recém-nascidos. Em outro momento, a acusada disse que o período em que trabalhou no hospital foi “devastador”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Foi simplesmente devastador e mudou toda a minha vida — afirmou ao júri, de acordo com a revista People. — Fiquei perturbada, foi uma mudança de vida. Fui colocada em um papel não clínico do qual não gostei do ponto de vista da autoconfiança, isso me fez questionar tudo sobre mim.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Lucy Letby foi presa por três vezes: em 2018, 2019 e 2020, desde quando aguardou pelo julgamento.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Reprodução</p>
</div>
</div>
</article>
<div class="mc-column comments">
<div id="boxComentarios">
<div id="boxComentarios__body">*EXTRA</div>
</div>
</div>
</div>
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