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	<title>encontrada - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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		<title>Quem era a brasileira encontrada morta e sem roupa em rodovia nos EUA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/quem-era-a-brasileira-encontrada-morta-e-sem-roupa-em-rodovia-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 15:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[A brasileira Suzan Christian Barbosa Ferreira era mineira e trabalhava com importação. Ela estava nos Estados Unidos a trabalho A brasileira Suzan Christian Barbosa Ferreira, 42 anos, encontrada morta e sem roupas às margens de uma rodovia da zona rural de Detroit, Estados Unidos, no último dia 30, era mineira e morava em Pedro Leopoldo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1577955841" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A brasileira Suzan Christian Barbosa Ferreira era mineira e trabalhava com importação. Ela estava nos Estados Unidos a trabalho<br /><br />A brasileira Suzan Christian Barbosa Ferreira, 42 anos, encontrada morta e sem roupas às margens de uma rodovia da zona rural de Detroit, Estados Unidos, no último dia 30, era mineira e morava em Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, com a família.<br /><br />Ela era a filha do meio entre três irmãs e mãe de dois filhos, um menino, de 5 anos, e uma adolescente, de 15. Suzan trabalhava havia seis meses na loja de produtos importados da irmã e do cunhado.<br /><br />Em junho, a mulher viajou sozinha pela primeira vez para os Estados Unidos em busca de fornecedores para o negócio da família.<br /><br />A irmã Roberta Barbosa Ferreira descreveu Suzan como uma pessoa bondosa e batalhadora, que começou a trabalhar aos 13 anos para ajudar em casa.<br /><br />“Era uma pessoa vaidosa, gostava de se arrumar, alegre, tinha um jeito leve de viver. Era muito bondosa. Tirava dela para dar aos outros. Chegava a ser ingênua, boba. Por isso, que acho que ela pode ter caído em algum golpe”, contou Roberta ao G1.<br /><br />A mãe de Suzan, Irene Maria Barbosa, disse que a filha era muito guerreira e querida, tinha “o coração muito bom” e “ajudava as pessoas”.</p>
<h4>Relembre o caso</h4>
<p>A brasileira Suzan foi encontrada morta e sem roupas às margens de uma rodovia na zona rural de Detroit, nos Estados Unidos, no último dia 30. A família pede ajuda para trazer o corpo da mulher ao país.</p>
<p>De acordo com parentes, a principal suspeita é de que Suzan tenha sido vítima de crime sexual. As informações são do G1.</p>
<p>A irmã de Suzan contou que a mulher foi para os Estados Unidos há cerca de um mês e chegou a ficar desaparecida por uma semana. Ela trabalhava com importação e viajou sozinha a negócios.</p>
<p>“Era a única [das irmãs] que tinha visto; por isso, fez a viagem. Não tinha desavenças no Brasil, não usava drogas. A gente só sabe que foi um crime sexual, porque ela foi encontrada nua”, explicou a irmã Roberta ao G1.</p>
<h4>Polícia norte-americana investiga</h4>
<p>Ainda segundo a família, a polícia norte-americana investiga o caso, mas, até o momento, não há informações sobre o que exatamente aconteceu com Suzan.</p>
<blockquote>
<p>“A última mensagem foi quando ela disse que estava num hotel e estava cansada, que iria tomar banho e descansar. Ela não mencionou que sairia. Os investigadores da polícia nos EUA não passaram informações sobre possíveis motivações”, acrescentou a irmã.</p>
</blockquote>
<h4>Traslado do corpo</h4>
<p>O traslado do corpo de Suzan ao Brasil deve custar em torno de R$ 100 mil. A família pede ajuda para arcar com as despesas.</p>
<blockquote>
<p>“Os custos para trazer o corpo são altos, e nossa família não dispõe desses recursos”, contou Roberta.</p>
</blockquote>
<p>Em nota enviada ao Metrópoles, o <a href="https://www.gov.br/mre/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Ministério das Relações Exteriores</a>, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Chicago, informou que “tem conhecimento do caso e está em contato com as autoridades locais e com os familiares da cidadã brasileira para prestar a assistência consular cabível.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A bactéria encontrada no Mississipi que deixou autoridades dos EUA em alerta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/a-bacteria-encontrada-no-mississipi-que-deixou-autoridades-dos-eua-em-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 13:48:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[encontrada]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mississipi]]></category>
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					<description><![CDATA[Autoridades de saúde dos Estados Unidos relatam que encontraram um tipo raro, mas perigoso de bactéria em amostras de solo e água na região da Costa do Golfo do Mississippi. Chamada Burkholderia pseudomallei, ela pode deixar algumas pessoas extremamente doentes se forem infectadas. Os médicos estão agora em alerta para quaisquer possíveis casos. A melioidose [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1192486666" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Autoridades de saúde dos Estados Unidos relatam que encontraram um tipo raro, mas perigoso de bactéria em amostras de solo e água na região da Costa do Golfo do Mississippi.<br /><br />Chamada Burkholderia pseudomallei, ela pode deixar algumas pessoas extremamente doentes se forem infectadas.<br /><br />Os médicos estão agora em alerta para quaisquer possíveis casos.</p>
<p>A melioidose pode ocorrer em pessoas que têm doenças como diabetes e doença renal crônica. Ela normalmente causa sintomas como febre, dor nas articulações e dores de cabeça, bem como problemas pulmonares e infecções no sangue.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No entanto, a maioria das pessoas saudáveis ​​que entram em contato não desenvolve a doença grave chamada melioidose, que pode ser tratada com antibióticos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os Centros de Controle de Doenças dos EUA (CDC) estão aconselhando os residentes que possam estar em maior risco a tomar precauções:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Dado o número muito pequeno de casos de melioidose identificados historicamente nos Estados Unidos, o CDC acredita que o risco de melioidose para a população em geral continua sendo muito baixo&#8221;, disse a agência.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Não está claro há quanto tempo está no meio ambiente e onde mais pode ser encontrado nos EUA.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em todo o mundo, a maioria dos casos ocorre em pessoas que vivem ou viajaram para áreas onde a bactéria ocorre naturalmente, como partes do sul e sudeste da Ásia e norte da Austrália.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Casos de melioidose também foram associados a produtos comerciais contaminados importados de países endêmicos. Isso aconteceu nos EUA em 2021, quando um conjunto de quatro casos em quatro estados foi vinculado a um spray de aromaterapia importado que estava contaminado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As investigações do solo no Mississippi foram motivadas por dois casos de melioidose em pessoas que não se conhecem e que vivem na região nos últimos anos. A disseminação de pessoa para pessoa é extremamente rara.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Autoridades de saúde testaram amostras de solo e água dentro e ao redor das casas de ambos os pacientes. Três das amostras tiveram resultado positivo para a bactéria, sugerindo que o micro-organismo está presente na área desde pelo menos 2020.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="17">
<h2 class="content-text__container">Ceará, Brasil</h2>
<p>A melioidose já foi identificada no Brasil. A primeira descrição de um caso autopsiado de melioidose no Ceará foi feita em 2003 e relata o caso de uma adolescente de 14 anos que era sadia até seis dias antes de morrer. Segundo os médicos, &#8220;após banho de açude, passou a apresentar febre, calafrios, cefaleia holocraniana (dores ou pressão que envolve toda a cabeça), vômitos pós-prandiais (aqueles que ocorrem após a alimentação), e, dois dias depois, tosse seca persistente e dor no abdome superior&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Depois, &#8220;evoluiu rapidamente com hipotensão, insuficiência respiratória e renal, acidose metabólica, choque séptico e óbito&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O relato aponta ainda que dois irmãos também morreram — o primeiro dois dias antes e o segundo dois dias depois, com quadros clínicos semelhantes, todos apresentando uma broncopneumonia grave com sepse (infecção generalizada).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Depois desse primeiro caso em 2003, na zona rural do Município de Tejuçuoca, Ceará, outros casos foram registrados, segundo o governo estadual.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em uma nota técnica de 2017, as autoridades estaduais alertam que a melioidose simula outras doenças infecciosas e dizem que o diagnóstico e o tratamento devem ser precoces, uma vez que a doença tem letalidade elevada.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: GETTY</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Este texto foi publicado em <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62346295" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.bbc.com/portuguese/geral-62346295</a></p>
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