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	<title>empresas - Portal NDC</title>
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	<title>empresas - Portal NDC</title>
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		<title>Maior adesão de empresas é desafio para expansão do open finance</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/maior-adesao-de-empresas-e-desafio-para-expansao-do-open-finance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 15:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adesão]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhamento de dados]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[open finance]]></category>
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					<description><![CDATA[Compartilhamento de dados completou cinco anos na semana passada Pagar um café por Pix sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco, aproximando o celular da maquininha. A operação hoje pode parecer corriqueira, mas o Pix por aproximação, lançado em fevereiro, exigiu não apenas o desenvolvimento de tecnologias. A associação da conta do Pix à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3571328812" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Compartilhamento de dados completou cinco anos na semana passada</p>
<p>Pagar um café por Pix sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco, aproximando o celular da maquininha. A operação hoje pode parecer corriqueira, mas o Pix por aproximação, lançado em fevereiro, exigiu não apenas o desenvolvimento de tecnologias. A associação da conta do Pix à carteira virtual do celular envolveu troca confiável de informações entre comércio, bancos e a administradora da máquina.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656595&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656595&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O compartilhamento de dados entre instituições financeiras de todos os tipos é o conceito central por trás do <em>open finance</em>, que completou cinco anos na semana passada</strong>. Em todos os casos, cabe ao usuário autorizar a utilização das informações pessoais por terceiros, podendo cancelá-la quando quiser. Tudo regulado pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>
<p><strong>O <em>open finance</em> está mais presentes na vida do correntista do que aparenta. O sistema foi essencial para o desenvolvimento do Pix automático, lançado em junho, modalidade que substituirá o boleto bancário</strong>. Para autorizar a cobrança periódica por empresas, basta o correntista entrar no aplicativo do banco uma única vez e consentir o acesso a seus dados financeiros.</p>
<p>O mesmo ocorre com a consulta dos saldos de contas em diversas instituições numa mesma tela. Ou com a oferta de operações de crédito com juros mais baixos a bons pagadores, com o <em>open finance</em> aumentando a taxa de aprovação dos tomadores de crédito em até 30%. Desde abril de 2023, as instituições podem compartilhar dados sobre investimentos, câmbio, seguros, previdência privada, capitalização e credenciamento.</p>
<h2>Obstáculos</h2>
<p>Segundo a Associação dos Iniciadores de Transação de Pagamento (Init), a expansão do <em>open finance</em> enfrenta dois principais gargalos. O primeiro é o aumento no sucesso da taxa de conversão dos pagamentos. Atualmente, segundo a entidade, de 50% a 60% das operações feitas pelo <em>open finance</em> não apresentam erros.</p>
<blockquote>
<p>“O desafio é elevar essa taxa para 99,5%, como ocorre com os cartões de crédito e débito”, diz Gustavo Lino, diretor executivo da Init.</p>
</blockquote>
<p>Apesar dos problemas de erro ou de transações que não conseguem ser completadas, Lino diz que o <em>open finance</em> tem se revelado mais seguro que as transações com cartões bancários.</p>
<blockquote>
<p>“A segurança das transações no <em>open finance</em> é excelente. Os casos de fraude e golpes são ínfimos”, ressalta.</p>
</blockquote>
<p>Lino cita o Pix por aproximação, em que o cliente pode conferir, na tela do celular, o valor digitado pelo comerciante antes de aproximar o aparelho. Nos cartões de crédito e débito por aproximação, o valor precisa ser conferido na máquina do estabelecimento.</p>
<p>As iniciadoras de pagamentos são empresas autorizadas pelo BC a iniciar transações sem deter recursos das contas envolvidas. Elas facilitam a comunicação entre instituições financeiras e possibilitam aos usuários realizar pagamentos e transferências sem acessar diretamente o aplicativo da instituição financeira.</p>
<h2>Pessoas jurídicas</h2>
<p><strong>Outro gargalo está na adesão das empresas ao compartilhamento de dados. </strong>Segundo a Associação Open Finance Brasil (AOF), entidade privada que reúne os tipos de empresas do setor e participa das discussões com o BC, houve, em 2024, 40,8 milhões de consentimentos de pessoas físicas como receptores e 37,6 milhões como transmissores de dados. Cada indivíduo pode fazer mais de um consentimento.</p>
<p>Entre as pessoas jurídicas, o número é bem menor: 403,2 mil consentimentos de empresas como receptoras de dados e 406,7 mil como transmissoras. Segundo o diretor-presidente da Init, Jonatas Giovinazzo, os entraves para a adesão das empresas ao <em>open finance</em> são burocráticos e tecnológicos.</p>
<blockquote>
<p>“Há empresas com mais de 200 contas bancárias e com duas ou três maquininhas em cada filial. Os pagamentos precisam vir identificados pelo <em>open finance</em> da mesma forma que no internet banking [site do banco] para serem lançados na contabilidade. Também existe uma discussão sobre qual dia devem ser lançadas no extrato as transações em fins de semana e se o consentimento deve ser dado por funcionários ou por sócios da empresa”, explica Giovinazzo.</p>
</blockquote>
<h2>Pix em lotes</h2>
<p>Na semana passada, a Init participou da reunião da Associação Open Finance, no Banco Central, que celebrou os cinco anos do compartilhamento de dados e discutiu melhoras no sistema. Uma das discussões é o processamento dos Pix das empresas em lotes que agreguem várias contas bancárias, para facilitar a adesão de médias e grandes empresas.</p>
<blockquote>
<p>“Por uma questão de segurança, as instituições financeiras travam o Pix quando há várias transações por segundo, como ocorre com grandes empresas. O processamento em lotes ajudaria a superar esse gargalo”, diz Giovinazzo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Apesar dos obstáculos, Gustavo Lino destaca as vantagens da adesão das empresas ao <em>open finance</em></strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Para a pequena e a média empresa, esse sistema vem em boa hora. Porque elas ganham poder de barganha para crédito com bancos e diminuem as dificuldades de oferecer garantias. No futuro, a maior parte do volume financeiro do <em>open finance</em> virá de pessoas jurídicas, que movimentam mais recursos que as pessoas físicas”, avalia.</p>
</blockquote>
<h2>Novidades</h2>
<p>Em fevereiro de 2026, o Banco Central pretende dar um passo além e lançar a portabilidade de crédito por meio do <em>open finance</em>, com o correntista usando o compartilhamento de dados para poder transferir operações de crédito entre bancos.</p>
<p>Caso não haja atrasos, a portabilidade será estendida ao crédito consignado. Atualmente, a portabilidade desse tipo de crédito só é possível no caso de trabalhadores da iniciativa privada por meio do aplicativo do próprio banco e, até novembro, estará disponível no aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Com o <em>open finance</em>, o processo pode ser feito fora da plataforma Crédito do Trabalhador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>BB assina acordo de US$ 700 milhões para exportações e energia limpa</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bb-assina-acordo-de-us-700-milhoes-para-exportacoes-e-energia-limpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 16:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Recursos têm garantia de agência do Banco Mundial Micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) terão até US$ 700 milhões nos próximos três anos para implementar projetos de energia limpa e ganhar acesso ao mercado internacional. O Banco do Brasil (BB) assinou, em Londres, acordo com a Agência de Garantia de Investimentos Multilaterais (MIGA, na sigla [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2940060729" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Recursos têm garantia de agência do Banco Mundial<br /><br />Micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) terão até US$ 700 milhões nos próximos três anos para implementar projetos de energia limpa e ganhar acesso ao mercado internacional. O Banco do Brasil (BB) assinou, em Londres, acordo com a Agência de Garantia de Investimentos Multilaterais (MIGA, na sigla em inglês), agência do Banco Mundial que apoia empresas de menor porte.<br /><br />As MPMEs poderão financiar operações de comércio exterior, a produção sustentável e projetos de energia renovável. Na área de energia, as empresas poderão ter acesso a crédito para a compra de equipamentos e insumos como biocombustíveis, sistemas de energia solar, eólica e de biomassa.<br /><br />A iniciativa integra o programa Garantia de Finanças Comerciais (TFG, na sigla em inglês) da MIGA. Esse programa oferece garantias contra risco de inadimplência, permitindo que instituições financeiras globais concedam crédito ao Banco do Brasil com menor risco e juros mais baixos.<br /><br />A agência do Banco Mundial oferecerá até US$ 700 milhões ao longo de três anos, com prazos de até um ano para cada desembolso. O primeiro desembolso no programa será imediato. de US$ 350 milhões, com participação de instituições como o Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) e HSBC Bank.<br /><br />&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp<br /><br />Com garantia de até 95% fornecida pela MIGA, a operação recebe classificação de risco muito baixa (AAA). Isso porque a agência cobrirá até 95% de eventuais inadimplências, o que permite ao Banco do Brasil ampliar a oferta de linhas de crédito em moeda estrangeira, além de diversificar as fontes de captação de recursos no mercado.<br /><br />Segundo o Banco do Brasil, as novas linhas de crédito integram o Plano de Transformação Ecológica, ao promover o investimento em energias limpas que reduzam o impacto ambiental da produção. Além disso, a iniciativa, conforme a instituição financeira, melhora a competitividade no exterior das micro, pequenas e médias empresas brasileiras no exterior, segmento responsável por 99% dos empreendimentos no país.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Setor de Audiovisual vive momento de alta demanda por profissionais especializados</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/setor-de-audiovisual-vive-momento-de-alta-demanda-por-profissionais-especializados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 23:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[escassez]]></category>
		<category><![CDATA[falta de qualificação]]></category>
		<category><![CDATA[film maker]]></category>
		<category><![CDATA[Firjan]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Sicav]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada com uma amostra de 300 empresas da indústria brasileira do audiovisual aponta a existência de uma demanda por profissionais especializados. O Estudo de Demanda Profissional do Setor Audiovisual foi desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) em parceria com o Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3891760367" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Uma pesquisa realizada com uma amostra de 300 empresas da indústria brasileira do audiovisual aponta a existência de uma demanda por profissionais especializados. O Estudo de Demanda Profissional do Setor Audiovisual foi desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) em parceria com o Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav) e confirma a existência de alta demanda por mão de obra, especialmente no atual momento de expansão vivido pelo mercado.</p>
<p>Segundo o estudo, contribuem para o cenário as recentes leis de cota para o cinema e para a TV paga, sancionadas pelo governo, garantindo mais espaço para as produções nacionais, somadas aos R$ 2,7 bilhões da Lei Paulo Gustavo, destinados especificamente para o audiovisual.</p>
<p>A maior parte das empresas que participaram da pesquisa (86,7%) pertence à atividade de produção e quase a totalidade (91%) são microempresas. A maioria das empresas está situada no estado do Rio de Janeiro, com 46%, seguido por São Paulo (20%), Minas Gerais (9%), Paraná (5%) e Bahia (3,3%).</p>
<p>A pesquisa foi realizada entre os dias 27 de julho e 18 de agosto de 2023.</p>
<h3>Mão de obra</h3>
<p>De acordo com a pesquisa, três a cada quatro empresas encontram dificuldades na contratação de mão de obra no Brasil, ou o equivalente a 76,7% do total consultado. Para 72,3%, a expectativa é que esse desafio permaneça no setor nos próximos três anos.</p>
<p>“A gente vê que as empresas do setor do audiovisual têm muita dificuldade na contratação de mão de obra, mas é importante destacar o período de que estamos falando, que é um período de expansão do setor e de retomada de investimentos após a pandemia. Esse cenário pode contribuir para a demanda do período atual”, explica a consultora de Estudos e Pesquisas da Firjan, Joana Siqueira, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Ela observa, no entanto, que essa demanda não está, necessariamente, relacionada à falta de competência dos profissionais que se encontram no mercado, mas aponta para a necessidade da formação de novos profissionais.</p>
<p>Os pesquisadores detectaram que há também um caminho para a requalificação, sobretudo em temas mais atuais, relacionados às transformações e tendências modernas do mercado de trabalho. “As empresas pontuam, por exemplo, a carência de profissionais mais preparados para lidar com a Lei Geral de Proteção de Dados, novas funções exigidas pelo mercado, com funções relacionadas a tecnologia e digitalização. São esses dois caminhos que a gente percebe”, indicou Joana Siqueira.</p>
<p>Um total de 48,4% das empresas consultadas que sentem alguma dificuldade aponta para a carência de profissionais para lidar com novas tecnologias e digitalização, entre as quais a Inteligência Artificial (IA). “A gente entende que a mão de obra é um dos pilares principais para a manutenção e crescimento dos setores. Entendendo que o cenário é positivo para o setor audiovisual e tende a crescer nos próximos anos, é importante olhar para essa questão, para ter cada vez mais profissionais qualificados para atuação nesse mercado”.</p>
<h3>Desafios</h3>
<p>Os principais desafios que as empresas já enfrentam ou vão enfrentar proximamente envolvem as chamadas soft skills, que são habilidades comportamentais e socioemocionais dos profissionais que estão no mercado, relacionadas à maneira como eles lidam com os outros e consigo mesmos em diferentes situações, apontadas por 71,7% dos entrevistados, e qualidade técnica (64,3%). Em seguida, aparecem segurança e proteção de dados (LGPD), novas funções exigidas pelo mercado, novas tecnologias e digitalização do setor, e condutas e legislações que impactam o setor, como assédio, racismo, discriminação e diversidade.</p>
<p>Joana destacou que muitos dos desafios apontados são mais relacionados às tendências atuais. A demanda é bastante pulverizada, por cargos de gestão de pré e pós-produção (62,7%), por técnicos de pós-produção (61,9%), técnicos de pré-produção e produção (58,6%). “Os cargos artísticos e de desenvolvimento criativo são um pouco menos demandados no momento atual (48%)”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Larissa Manoela expõem rompimento com os pais e relata abrir mão de R$ 18 Milhões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/larissa-manoela-expoem-rompimento-com-os-pais-e-relata-abrir-mao-de-r-18-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 13:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Larissa Manoela]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[rompimento]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[Larissa Manoela de 22 anos, está abrindo mão de todo o patrimônio acumulado em 18 anos de carreira como atriz por causa de uma briga com os pais. As divergências entre Larissa Manoela e os pais Silvana e Gilberto não começaram neste ano. “(Começaram as divergências) a partir do momento em que eu fiz 18 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2664477112" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Larissa Manoela de 22 anos, está abrindo mão de todo o patrimônio acumulado em 18 anos de carreira como atriz por causa de uma briga com os pais.</p>
<p>As divergências entre Larissa Manoela e os pais Silvana e Gilberto não começaram neste ano.</p>
<p>“(Começaram as divergências) a partir do momento em que eu fiz 18 anos, entendi que era o mínimo saber um pouco do meu negócio, do que eu estava provendo durante todos esses anos&#8221;, relata.</p>
<p>A atriz diz que se vê obrigada a dar explicações sobre a sua intimidade, “estava insuportável para mim ter de ouvir tantas mentiras. Tanta deturpação. Tanta distorção das histórias.&#8221;</p>
<p>Segundo Larissa, os conflitos nada têm a ver com o noivo, o também ator André Luiz Frambach.</p>
<p>“Hoje ele é a minha escolha. É o meu parceiro de vida, meu noivo. A gente deseja construir esse futuro. Mas toda essa situação se deu antes de ele entrar na minha vida”, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Valor que Manoela recebia dos pais</h3>
<p>Larissa Manoela começou a ganhar dinheiro muito cedo, trabalhando como modelo. Ela diz que, mesmo depois da maioridade, não sabia quanto ganhava, quantos bens tinha, e começou a questionar os pais. No último ano, passou a ser mais incisiva nessa busca por informações.</p>
<p>“Eu só queria entender o negócio. Como estava a questão financeira, que nunca me era apresentada! Que eu não sabia o que eu recebia, o que tava sendo pago”, conta.</p>
<p>Em uma conversa gravada por Larissa no fim do ano passado, a mãe reclama dessas cobranças. “Quer me chamar de mercenária, pode chamar. Mas o que eu não vou abrir mão de um centavo é cuidar do seu dinheiro. O resto, você pode fazer aquilo que você quer”, diz a mãe no áudio.</p>
<p>“Qualquer tipo de pagamento, fosse uma passagem aérea, a compra de algo mais supérfluo, eu tinha que pedir autorização”, revela.</p>
<p>Larissa apresentou ao Fantástico uma troca de mensagens com a mãe, em outubro de 2022, pouco depois do fim da novela Além da Ilusão, em que tinha sido protagonista. A atriz pede R$ 10 para pagar um milho na praia. Silvana responde dizendo que não há saldo na conta da filha e manda o dinheiro para o pix do vendedor.</p>
<h3>Empresas deveriam ter domínio de Larissa</h3>
<p>Larissa Manoela buscou um escritório de advocacia e pediu ao contador os contratos sociais das três empresas das quais era sócia.</p>
<p>A primeira, Dalari, foi aberta pelos pais quando ela tinha 13 anos, em outubro de 2014, pra gerir a carreira da filha, desde os contratos a pagamentos. A empresa também concentra a maior parte do patrimônio adquirido ao longo da vida profissional de Manoela.</p>
<p>Em outra gravação feita por Larissa, no fim do ano passado, o pai e a mãe afirmam que os três tinham cotas iguais, de 33%, nesta empresa. Mas na verdade, não era bem assim, Larissa diz que descobriu que a porcentagem que ela tinha era de 2% da cota e, os pais, 98%.</p>
<p>A segunda empresa foi aberta em junho de 2020, quando ela tinha 19 anos. Desta vez, a empresa pertencia só a Larissa. Mas uma cláusula dizia que os pais tinham plenos poderes para tomar decisões sem prévia autorização da filha.</p>
<p>“Eu era a única sócia, mas eles eram 100% administradores dessa empresa. Então, por isso que eu era só comunicada. Eles podiam decidir, assinar e se comprometer por mim”, relata.</p>
<p>A terceira empresa é uma &#8216;holding&#8217; dividida em três partes iguais, criada em maio do ano passado para reunir todo o patrimônio que estava na primeira empresa, o que nunca aconteceu, segundo Larissa.</p>
<h3>Mudança nos negócios</h3>
<p>Outro áudio gravado por Larissa no começo deste ano mostra que a relação foi se fragilizando.</p>
<p>“Porque eu vou ser bem sincera pra você , Larissa. Eu nunca quis nada teu. Nada. Eu vou te falar uma coisa. Pra você, eu só vou ser título de mãe. Quando falar mãe pra você, você só vai ter o título de mãe. E é isso. Licença”, diz a mãe no áudio.</p>
<p>Em março, Larissa e os pais se reuniram na presença de advogados para tentar uma redistribuição na sociedade das empresas. Os pais concordaram com a divisão meio a meio da empresa mas, segundo Larissa, desde que ganhassem 6% da renda da filha pelos próximos 10 anos.</p>
<h3>Sem acordo, sem respostas, o rompimento foi inevitável</h3>
<p>&#8220;E eu cheguei a falar isso pro meu pai. Eu falei &#8220;prefiro perder o empresário do que perder o meu pai&#8217;. Eu a todo instante tentei fazer com que essa conversa, esse assunto, ele fosse desdobrado de uma maneira simples&#8221;, desabafa.</p>
<p>Larissa tirou os pais da administração da sua empresa individual. E começou a renegociar os contratos atrelados à Dalari, aquela empresa em que só tinha 2%, para concentrar todos os rendimentos em uma única firma. Com essa firma que Larissa vai gerir a carreira.</p>
<h3>Decisão de entregar para os pais o seu patrimônio</h3>
<p>Larissa conta que decidiu abrir mão de um patrimônio estimado em R$ 18 milhões e que deixou tudo para os pais. Eles até agora não assinaram o distrato das sociedades nas duas empresas. A atriz teve que notificá-los extrajucialmente.</p>
<p>“A minha decisão de abrir mão de todo o meu negócio é porque eu tenho a plena certeza de que o meu caminho, ele vai me trazer grandes conquistas. Eu tenho só 22 anos. Eu tenho a plena consciência de que essa minha escolha é pra dar o conforto necessário para os meus pais&#8221;, pondera.</p>
<p><div id="attachment_29511" style="width: 778px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-29511" class="size-full wp-image-29511" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/08/AA1ffHCo.jpg" alt="" width="768" height="451" /><p id="caption-attachment-29511" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução (Instagram)/ @Larissamanoela</p></div></p>
<h3>Relação com os pais</h3>
<p>&#8220;Esse momento em que eu me encontro hoje é o mais difícil da minha vida. Sabendo que essa ferida, ela tá cicatrizando. E que os meus pais jamais vão deixar de ser os meus pais. Jamais vou deixar de amá-los&#8221;, desabafa.</p>
<h3>Pronunciamento dos pais</h3>
<p>Em nota, a defesa de Gilberto e Silvana Elias dos Santos, pais da atriz, afirma que Larissa Manoela falta com a verdade quando diz que não sabia qual era o percentual dela na empresa Dalari, já que assinou uma alteração contratual em janeiro de 2020 na qual constava clara e expressamente o percentual de 2%.</p>
<p>Segundo o advogado, também não é verdade que Larissa não tinha acesso a dinheiro no dia a dia, porque ela sempre teve e utilizou seus cartões de crédito com os quais sempre pôde comprar tudo que desejou.</p>
<p>De acordo ainda com a nota, a atriz distorce a realidade quando diz que tem dificuldade para negociar a saída das sociedades com os pais, uma vez que as notificações formais só foram recebidas por eles no início de agosto. E que os pais estão dentro do prazo para as providências legais.</p>
<p>O advogado afirma que é Larissa quem se recusa a conversar com a mãe e sequer responde as mensagens do pai. Por fim, a defesa diz que os pais acreditam ser extremamente triste e lamentável a opção de Larissa pela ingratidão, pela indiferença e pelo desrespeito. E que a atriz é amada incondicionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1</p>
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