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	<title>embaixada brasileira - Portal NDC</title>
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		<title>&#8216;Parecia cidade fantasma&#8217;, contam brasileiros que chegaram de Israel após ficarem isolados no confronto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Oct 2023 22:21:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[“Parecia uma cidade fantasma. A cidade entrou em lockdown. Há duas semanas, nada funciona, as escolas, o comércio, setores públicos, as empresas”. O relato é do mineiro Renato Abreu, de 33 anos, que vivia em Ashkelon, cidade no sul de Israel, a cerca de 10 quilômetros da Faixa de Gaza. “Tínhamos que seguir a recomendação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3335992574" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>“Parecia uma cidade fantasma. A cidade entrou em lockdown. Há duas semanas, nada funciona, as escolas, o comércio, setores públicos, as empresas”. O relato é do mineiro Renato Abreu, de 33 anos, que vivia em Ashkelon, cidade no sul de Israel, a cerca de 10 quilômetros da Faixa de Gaza.</p>
<p>“Tínhamos que seguir a recomendação de segurança de não sair às ruas, de forma alguma”, detalha o coordenador de projetos, que morava em Israel desde 2016, com exceção do período da pandemia de covid-19, quando ficou no Brasil.</p>
<p>Renato é um dos 69 passageiros que chegaram ao Brasil na manhã de sábado (21), no avião Embraer KC-390 Millennium, da Força Aérea Brasileira (FAB). Foi o sétimo voo da Operação Voltando em Paz, realizada em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que decolou na noite de sexta-feira (20) de Tel Aviv.</p>
<div id="attachment_31550" style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31550" class="size-full wp-image-31550" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/trbr8545.jpg" alt="" width="754" height="503" /><p id="caption-attachment-31550" class="wp-caption-text">O coordenador de projetos, Renato Abreu, retorna ao Brasil em voo da Força Aérea Brasileira (FAB). Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
<p>A aeronave pousou primeiro no Recife, na manhã deste sábado, onde desembarcaram dois passageiros. Os demais seguiram para a Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, incluindo três bolivianas, uma mãe e as duas filhas menores de idade. Nove animais de estimação também foram trazidos de Israel.</p>
<h3>Mistura de sentimentos</h3>
<p>Renato disse que só ficou sabendo que seria repatriado em voo da FAB na manhã de sexta-feira (20), quando recebeu um telefonema da embaixada brasileira. Ele morava com um irmão, que seguiu para Londres em um voo comercial. Na cidade que fica colada à Faixa de Gaza, ele deixou o tio e o primo.</p>
<blockquote><p>“Os barulhos são muito altos, a nossa rua foi bombardeada por quatro mísseis. O Sul (de Israel) realmente virou uma zona de guerra”, detalhou o brasileiro que conhecia Karla Stelzer Mendes, de 42 anos, uma das três brasileiras mortas pelos ataques do grupo palestino Hamas, há duas semanas.</p></blockquote>
<p>Para Renato, que depois de pousar no Rio seguiu a viagem para Belo Horizonte, a volta ao Brasil é uma mistura de sensações. “Alegre por ter dupla cidadania e estar no Brasil, triste porque eu tive amigos que falaram que queriam estar no meu lugar”.</p>
<h3>Vida parada</h3>
<p>O brasileiro Pedro Terpins passou mais tempo da vida em Israel do que no Brasil. Aos 23 anos, ele desembarcou no Rio de Janeiro após viver 18 anos no Oriente Médio. O barman e estudante de ciência política morava em Tel Aviv e enfrentou uma rotina de exceção nos últimos dias.</p>
<div id="attachment_31551" style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31551" class="size-full wp-image-31551" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/trbr8432_0.webp" alt="" width="754" height="503" /><p id="caption-attachment-31551" class="wp-caption-text">O estudante Pedro Terpins enfrentou rotina de exceção nos últimos dias em Israel. Ele chegou neste sábado no Brasil Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
<blockquote><p>“Eu estava desempregado, a minha faculdade parou, toda a minha vida está parada. Eu estava havia duas semanas só no meu quarto, sem sair, sem encontrar amigos, sem trabalhar”, relata Pedro, que tem família em São Paulo.</p></blockquote>
<p>Ele contou que conhecia, ao menos, três das pessoas que foram mortas nos ataques de 7 de outubro, incluindo a brasileira Bruna Valeanu, de 24 anos.</p>
<p>“Tem mais pessoas que eu ainda não sei se estão (sequestradas) em Gaza ou se estão mortos e ainda não foram descobertos os corpos”, lamenta.</p>
<h3>Mais de 1,2 mil repatriados</h3>
<p>Até agora, a operação para repatriar brasileiros soma sete voos que trouxeram 1.204 passageiros e 44 pets. De acordo com o MRE, as três cidadãs bolivianas foram incluídas no avião “após constatado o não comparecimento de passageiros brasileiros”.</p>
<p>A administradora Michele Antunes morava havia cinco anos em Jerusalém e descreveu o cotidiano dos últimos dias na cidade. “Tivemos que, várias vezes, ir para bunkers. Mas nada que se aproximasse do que se passou perto de Gaza. Graças a Deus, a gente estava um pouco mais seguro, mas era um desespero porque não tinha ninguém nas ruas, todo mundo com medo de tudo”.</p>
<div id="attachment_31552" style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31552" class="size-full wp-image-31552" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/trbr8393.webp" alt="" width="754" height="503" /><p id="caption-attachment-31552" class="wp-caption-text">A administradora Michele Antunes morava há 5 anos em Jerusalém e voltou ao Brasil neste sábado. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
<p>Além de Bruna, Michele conhecia Ranani Nidejelski Glazer, de 24 anos, o terceiro brasileiro morto pelo Hamas. A gaúcha disse que não espera voltar logo para Israel. “Sensação de alívio, vou poder dormir tranquila”, afirmou. A mãe de Michele ficou em Israel com o marido, mas também deve retornar ao Brasil.</p>
<h3>Parecia na pandemia</h3>
<p>A estudante de engenharia Aline Engelender foi recepcionada no Rio de Janeiro por um abraço da mãe. Ela passou três meses estudando em Israel, até que foi deflagrado o confronto com o Hamas.</p>
<div id="attachment_31553" style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31553" class="size-full wp-image-31553" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/trbr8504.webp" alt="" width="754" height="503" /><p id="caption-attachment-31553" class="wp-caption-text">A estudante Aline Engelender estava em Israel há três meses e chegou neste sábado no Brasil, onde foi recebida com um abraço da mãe. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
<blockquote><p>“Os dias foram complicados, a gente estava dormindo em um bunker, porque nunca se sabe quando iria tocar uma sirene (de alerta contra foguetes). Evitávamos sair de casa, parecia o tempo da pandemia. A gente não estava saindo para nada, nem para supermercado”, explicou a estudante que deixou familiares e amigos em Israel.</p></blockquote>
<p>“Quando a gente encontrou com os militares da FAB no aeroporto de Israel, e eles falaram ‘agora vocês estão em cuidados brasileiros’, foi muito emocionante”, recorda Aline.</p>
<p>De acordo com o Itamaraty, 14 mil brasileiros viviam em Israel até o fim do ano passado. O MRE mantém a orientação para que “todos os nacionais que possuam passagens aéreas, ou condições de adquiri-las, embarquem em voos comerciais a partir do aeroporto Ben Gurion, que segue operando”.</p>
<h3>Brasileiros em Gaza</h3>
<p>A Operação Voltando em Paz está de prontidão para repatriar um grupo de cerca de 30 brasileiros que está no sul da Faixa de Gaza. A aeronave VC-2 (Embraer 190), cedida pela Presidência da República, está no Cairo, capital do Egito, onde espera autorização para resgatar brasileiros.</p>
<p>O governo brasileiro faz gestões com Israel, autoridades palestinas e o Egito para que os brasileiros possam deixar a Faixa de Gaza.</p>
<h3>Cúpula da Paz</h3>
<p>Foto: REUTERS/Brendan McDermid<br />
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse, no Cairo, no sábado, que o Brasil está pronto para apoiar esforços de paz na região. Ele participa da Cúpula da Paz, representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro organizado pelo Egito busca uma solução para o conflito entre Israel e Hamas, que já vitimou cerca de 4,4 mil pessoas no lado palestino e 1,4 mil no lado israelense.</p>
<div id="attachment_31554" style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31554" class="size-full wp-image-31554" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/2023-10-18t175503z_1_lynxmpej9h0wy_rtroptp_4_israel-palestinians-un.jpg" alt="" width="754" height="503" /><p id="caption-attachment-31554" class="wp-caption-text">Foto: REUTERS/Brendan McDermid</p></div>
<p>O MRE disponibiliza os contatos da embaixada em Tel Aviv (+972 (54)8035858) e do Escritório de Representação em Ramallah, na Cisjordânia (+972 (59)2055510), para os brasileiros em situação de emergência. O plantão em Brasília pode ser contatado pelo número +55 (61) 98260-0610.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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