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	<title>Eleição presidencial - Portal NDC</title>
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		<title>Eleição presidencial do Equador terá 2º turno entre Noboa e esquerda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 14:21:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição presidencial]]></category>
		<category><![CDATA[Equador]]></category>
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					<description><![CDATA[Luisa González e Daniel Noboa voltam a se enfrentar dia 13 de abril Com 92% das urnas apuradas, está confirmado o segundo turno da eleição presidencial do Equador entre o atual presidente, o direitista Daniel Noboa, e a candidata da oposição de esquerda, Luisa González, do partido do ex-presidente Rafael Correia, o Revolução Cidadã. Na [&#8230;]]]></description>
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<p>Luisa González e Daniel Noboa voltam a se enfrentar dia 13 de abril</p>
<p>Com 92% das urnas apuradas, está confirmado o segundo turno da eleição presidencial do Equador entre o atual presidente, o direitista Daniel Noboa, e a candidata da oposição de esquerda, Luisa González, do partido do ex-presidente Rafael Correia, o Revolução Cidadã.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1629643&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1629643&amp;o=node" /></p>
<p>Na manhã desta segunda-feira (10), o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do Equador dava 44,31% dos votos para Noboa e 43.83% para Luisa. O resultado contrariou diversas pesquisas que davam vitória folgada para Noboa. Outras enquetes, contudo, previam uma vitória da advogada e ex-deputada Luisa González.  </p>
<p>Em terceiro colocado, ficou Leonidas Iza, candidato da principal coalização indígena do país, com 5,26% dos votos. Ao todo, 16 candidatos disputaram os votos de mais de 12 milhões de eleitores.</p>
<p>Com esse resultado, Luisa González e Daniel Noboa voltam a se enfrentar nas urnas no dia 13 de abril, quando será definido o próximo presidente do país para o período 2025-2029. O cenário repete, portanto, o segundo turno de 2023, quando Noboa venceu Luisa por cerca de 52% dos votos.</p>
<p>O presidente Noboa, herdeiro de megacorporação do setor de exportação de bananas, foi eleito para um mandato tampão de 15 meses depois que o então presidente Guilherme Lasso dissolveu o parlamento e convocou eleições antecipadas após sucessivas crises políticas.</p>
<p>O índice de comparecimento às urnas neste domingo (9) foi de 82%. No Equador, o voto é obrigatório. Dos votos computados, 91,1% foram válidos e outros 8,8% foram brancos ou nulos.</p>
<p>Os equatorianos votaram também para as 151 cadeiras da Assembleia Nacional. Até o início da manhã, com mais de 90% das urnas apuradas, o Movimento Ação Democrática Nacional (ADN), do presidente Noboa, estava com 43,52% dos votos e o Revolução Cidadã, da Luisa, registrava 41,15% dos votos. Os demais partidos não passavam da marca dos 2% dos votos para Assembleia Nacional.</p>
<p>Em discurso na noite de ontem (9), a candidata do correísmo, Luisa González, sustentou que havia vencido o primeiro turno e acusou o presidente Noboa de violar a lei eleitoral do país ao não se licenciar do cargo para disputar o pleito.</p>
<p>“[Daniel Noboa] cometeu um ato ilegal ao usar fundos e bens públicos para fazer campanha e utilizou seu poder para emitir decretos para nomear um vice-presidente. Em uma semana tivemos três vice-presidentes e a Corte Constitucional disse que isso é ilegal”, enfatizou.</p>
<p>O presidente Daniel Noboa não se manifestou desde o final da votação no Equador.</p>
<h2>Violência</h2>
<p>Em cinco anos, os homicídios aumentaram 588%, tornando o Equador um dos países mais violentos da América Latina. De uma taxa de sete assassinatos por 100 mil habitantes, em 2019, o pequeno país de 17 milhões de pessoas registrou, em 2024, 38 homicídios a cada 100 mil pessoas, segundo dados do Ministério do Interior e Justiça do país. A título de comparação, a taxa de homicídios no Brasil foi de 18 por 100 mil habitantes em 2024.</p>
<p>Ao menos desde 2021, o Equador é sacudido por rebeliões, motins e guerras entre facções do crime organizado. Menos de três meses após Noboa assumir o governo, explosões, sequestros e até a invasão de um telejornal ao vivo por criminosos levaram o presidente a declarar o país em conflito armado interno, classificar os grupos criminosos como terroristas e ampliar os poderes dos militares na segurança pública.</p>
<p>As medidas resultaram no aumento das denúncias de torturas, execuções e prisões arbitrárias no país, vitimando principalmente a população mais pobre. Em janeiro deste ano, foram achados os corpos de quatro adolescentes que tinham sido presos por militares, em Guayaquil, fato que chocou a opinião pública equatoriana e levou à prisão 16 agentes das Forças Armadas. </p>
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<div>Fonte: Agência Brasil</div>
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