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	<title>El Niño - Portal NDC</title>
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	<title>El Niño - Portal NDC</title>
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		<title>Rondônia declara situação de emergência por incêndios florestais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rondonia-declara-situacao-de-emergencia-por-incendios-florestais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 16:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios Florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Rondônia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Chuvas reduzidas agravam cenário e elevam perigo O governo de Rondônia declarou situação de emergência em razão de incêndios florestais. O decreto foi publicado no Diário Oficial do estado. O texto cita &#8220;situação crítica de estiagem&#8221; que atinge a região desde o segundo semestre de 2023, por conta da redução significativa das chuvas. Este ano, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1720366468" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Chuvas reduzidas agravam cenário e elevam perigo</p>
<p>O governo de Rondônia declarou situação de emergência em razão de incêndios florestais. O decreto foi publicado no Diário Oficial do estado. O texto cita &#8220;situação crítica de estiagem&#8221; que atinge a região desde o segundo semestre de 2023, por conta da redução significativa das chuvas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1609473&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1609473&amp;o=node" /></p>
<p>Este ano, Rondônia registrou 4.197 focos de incêndios nas cidades e 690 em áreas de conservação, totalizando 4.887 focos, o dobro do anotado em 2023. Fogo destruiu 107.216 hectares de floresta.</p>
<p>Segundo a publicação, a escassez de chuvas tende a persistir por pelo menos mais três meses, “provocando uma severa redução no nível dos rios e na umidade relativa do ar, aumentando significativamente o número e os riscos de incêndios florestais e queimadas urbanas, além de agravar os danos à saúde pública e ao meio ambiente”.</p>
<h2>Focos de calor</h2>
<p>Dados de 2024 apontam para um aumento de 43,2% nos focos de calor na Amazônia em comparação ao mesmo período de 2023, sendo Rondônia uma das áreas mais afetadas da região, com aumento de 23,7% dos focos de incêndio apenas em agosto. O governo do estado levou em consideração ainda:</p>
<p>&#8211; prejuízos econômicos e sociais à população afetada e a imperiosidade de se resguardar a dignidade da pessoa humana com o atendimento de suas necessidades básicas;</p>
<p>&#8211; que equipes de combate a incêndios florestais enfrentam consideráveis desafios de acesso às regiões afetadas, especialmente em áreas isoladas, na qual a infraestrutura de transporte terrestre e fluvial é inexistente ou severamente limitada, impedindo a chegada rápida e eficiente de recursos necessários para controlar as chamas;</p>
<p>&#8211; que o panorama das queimadas em Rondônia tornou-se extremamente preocupante, com números que superam significativamente os registrados em anos anteriores, contabilizando, no período de 1º de janeiro a 19 de agosto de 2024, 4.197 focos de incêndios nos municípios e 690 em áreas de conservação estadual, totalizando 4.887 focos, o dobro do registrado em 2023. Aproximadamente 107.216 hectares de floresta foram destruídos pelo fogo;</p>
<p>&#8211; que a seca hidrológica excepcional impactou dramaticamente o Rio Madeira, que registrou níveis excessivamente baixos, cenário que representa um dos anos mais desafiadores para a Amazônia, sendo Rondônia um dos estados mais afetados. A escassez de chuvas, associada ao fenômeno <em>El Niño</em> e às mudanças climáticas, criou condições propícias para a expansão descontrolada das queimadas;</p>
<p>&#8211; a intensidade dos desastres demandará uma resposta não prevista nos planejamentos anuais e plurianuais, impactando substancialmente os orçamentos das secretarias estaduais e comprometendo as ações de resposta aos desastres previstos para esse período;</p>
<p>&#8211; que populações vulneráveis &#8211; crianças, idosos, gestantes, indivíduos com doenças cardiorrespiratórias preexistentes, pessoas de baixo nível socioeconômico e trabalhadores expostos ao ar livre &#8211; estão sob maior risco de sofrerem efeitos adversos relacionados à poluição do ar.</p>
<p>“A declaração de emergência é motivada pelos intensos incêndios florestais e pela baixa umidade relativa do ar que afetam Rondônia, prejudicando tanto as populações urbanas e rurais, quanto as áreas de proteção ambiental, causando impactos significativos nas atividades agrícolas, pecuárias, na navegabilidade dos rios e em outras atividades econômicas e essenciais para a população.”</p>
<p>O decreto entra em vigor na data da publicação e tem validade de 180 dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Fenômeno El Niño contribui para o aumento de casos da Dengue no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fenomeno-el-nino-contribui-para-o-aumento-de-casos-da-dengue-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 23:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Carlos Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de casos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
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					<description><![CDATA[As alterações climáticas provocadas pelo fenômeno conhecido como El Niño contribuem para infestações por Aedes aegypti e para a explosão de casos de dengue registrada no Brasil. Isso porque a combinação de altas temperaturas e chuvas intermitentes é a receita perfeita para a proliferação do mosquito. O alerta é de infectologistas ouvidos pela Agência Brasil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1469052594" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>As alterações climáticas provocadas pelo fenômeno conhecido como El Niño contribuem para infestações por Aedes aegypti e para a explosão de casos de dengue registrada no Brasil. Isso porque a combinação de altas temperaturas e chuvas intermitentes é a receita perfeita para a proliferação do mosquito. O alerta é de infectologistas ouvidos pela Agência Brasil e pela Rádio Nacional.</p>
<p>Infectologista graduado pela Universidade Federal da Bahia e descobridor do vírus Zika no Brasil, o médico Antonio Carlos Bandeira explicou que um corredor climático que sai do Centro-Oeste e desce pela porção oeste das regiões Sudeste e Sul acaba por contribuir para o aumento de casos da dengue não só no Brasil, mas em países vizinhos como Paraguai e Argentina. “Isso facilitou. Fez com que o Aedes aegypti pudesse ser disseminado.”</p>
<p>“É isso que faz com que a coisa se complique. Você tem esse corredor de calor, e ele fica oscilando, com muita precipitação pluviométrica, de forma intensiva. Isso facilitou demais. Calor e muita chuva intermitente são a combinação principal para a dengue”, disse. “O Aedes aegypti se reproduz mais rápido e vive mais quanto mais elevada é a temperatura. A situação é essa. Ele vive mais e se multiplica mais.”</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-34403 aligncenter" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/01/sintomas_copy-1-e1706139222801.jpg" alt="" width="600" height="848" /></p>
<p>As alterações climáticas provocadas pelo fenômeno conhecido como El Niño contribuem para infestações por Aedes aegypti e para a explosão de casos de dengue registrada no Brasil. Isso porque a combinação de altas temperaturas e chuvas intermitentes é a receita perfeita para a proliferação do mosquito. O alerta é de infectologistas ouvidos pela Agência Brasil e pela Rádio Nacional.</p>
<p>O infectologista e consultor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para dengue, Kleber Luz, detalhou que o El Niño, de fato, contribui para o aumento do número de casos da doença, uma vez que eleva a temperatura do mar e, consequentemente, do continente. “Quando aumenta a temperatura, aumenta o número de mosquitos, a reprodutibilidade e o tempo de vida deles. Cada mosquito vai viver mais tempo, aumentando a chance de transmissão.”</p>
<p>“Com as mudanças climáticas, quanto mais alta a temperatura, maior a proliferação do mosquito. Não só haverá um aumento do número de casos como uma expansão da área de acometimento por dengue. O Sul do Brasil que, antes, praticamente não tinha dengue, agora é sempre a região vice-líder no número de casos”, disse. O estado do Paraná, por exemplo, já contabiliza quase 17 mil casos e quatro mortes provocadas pela doença desde julho.</p>
<p>Questionado se os sintomas da dengue estão mais fortes em 2024, dado o número de internações pelo país, o médico explica que essa tese não se confirma. “A dengue é sempre a mesma. Ela não é mais forte por conta das mudanças climáticas. Isso apenas aumenta o número de casos. E, quando aumenta o número de casos, de forma clara, aumenta o número de formas graves da doença porque mais gente precisa ser hospitalizada e mais gente pode vir a falecer.”</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-34405 aligncenter" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/01/eliminar-criadouros_copy-e1706139321713.jpg" alt="" width="600" height="806" /></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">34402</post-id>	</item>
		<item>
		<title>ANA declara situação crítica de escassez hídrica no Rio Madeira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ana-declara-situacao-critica-de-escassez-hidrica-no-rio-madeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 00:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acre e Rondônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[recursos hídricos no Rio Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[seca na região Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Usinas Hidrelétricas de Jirau]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) declarou, nesta terça-feira (10), em Brasília, a situação crítica de escassez de recursos hídricos no Rio Madeira, na Amazônia. A medida foi publicada em portaria no Diário Oficial da União e vale até (30) de novembro de 2023. Segundo o documento, a decisão foi tomada durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-435455526" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) declarou, nesta terça-feira (10), em Brasília, a situação crítica de escassez de recursos hídricos no Rio Madeira, na Amazônia. A medida foi publicada em portaria no Diário Oficial da União e vale até (30) de novembro de 2023.</p>
<p>Segundo o documento, a decisão foi tomada durante a 26ª Reunião Deliberativa Extraordinária da agência, realizada nessa segunda-feira (9), e segue a orientação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que, na última quarta-feira (4), declarou &#8220;reconhecer a severidade da crise hidrológica de seca na Região Norte do país, observada em 2023, especialmente a situação vivenciada na Bacia do Rio Madeira, com risco de comprometer o atendimento aos estados do Acre e Rondônia.”</p>
<p>A agência informou, também, que as três principais estações fluviométricas, no Rio Madeira, estão abaixo da cota em 95% das medições. Na estação de Porto Velho, Rondônia, por exemplo, a cota do rio atingiu o menor nível observado em 56 anos de medições.</p>
<p>O acompanhamento da vazão da Bacia do Rio Madeira aponta para fluxos menores do que os registrados neste período do ano, na maior parte das medições, e os mapas mensais do Monitor de Secas apontam escassez hídrica, em diferentes níveis, nas cidades alcançadas pelos afluentes e subafluentes do rio.</p>
<p>A gravidade da seca preocupa autoridades pela importância do Rio Madeira, que atende a várias necessidades de recursos hídricos, desde a subsistência de populações que vivem às margens dele, ao transporte pela hidrovia Corredor Logístico Norte, com segundo maior fluxo de passageiros e produtos da região.</p>
<h3>Atividades suspensas</h3>
<p>Também é no Rio Madeira que funcionam as Usinas Hidrelétricas de Jirau, com capacidade instalada de 3.750 Megawatts (MW) e maior resiliência à seca; e de Santo Antônio, com capacidade instalada de 3.568 MW, o suficiente para abastecer cerca de 45 milhões de habitantes, e que está com as atividades suspensas desde o início deste mês de outubro</p>
<p>O Grupo Técnico de Acompanhamento do Plano de Contingência para Enfrentamento dos Impactos Esperados do Fenômeno El Niño sobre os Recursos Hídricos na Bacia do Rio Amazonas (GTA) é a instância da ANA que monitora a situação hidrometeorológica do Rio Madeira, junto com os órgãos gestores dos recursos hídricos dos estados alcançados pelos rios da bacia.</p>
<p>De acordo com a portaria, os impactos sobre os usos das águas identificados ao longo do período de seca deverão receber medidas de prevenção e redução dos problemas, assim como a prorrogação da declaração de escassez será analisada conforme as mudanças dos níveis de água aconteçam.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31213</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Inmet prevê tempo seco para Roraima e outros estados da região Norte</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inmet-preve-tempo-seco-para-roraima-e-outros-estados-da-regiao-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 01:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou a previsão do tempo até o dia (25) de outubro de 2023. Em Roraima, a previsão é de tempo seco e sem chuva até o dia (16). Já entre os dias (17) e (25) de outubro, a previsão do Inmet é de baixos acumulados de chuva. Na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1613568507" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou a previsão do tempo até o dia (25) de outubro de 2023. Em Roraima, a previsão é de tempo seco e sem chuva até o dia (16).</p>
<p>Já entre os dias (17) e (25) de outubro, a previsão do Inmet é de baixos acumulados de chuva. Na capital Boa Vista, os termômetros devem marcar temperatura mínima de 26°C e máxima de 38°C.</p>
<h3>Previsão do Inmet na Região Norte</h3>
<p>Ainda conforme a previsão do Inmet para os próximos sete dias, são previstos volumes de chuva maiores que 50 milímetros (mm) em áreas do Acre, Tocantins e no noroeste e sul do Amazonas.</p>
<p>Isso ocorrerá devido ao calor e a alta umidade.</p>
<p>Entre os dias (17) e (25) de outubro, são previstos acumulados maiores que 60 mm no oeste do Amazonas Acre, Rondônia e sul do Pará.</p>
<h4>Seca em Roraima deve durar até dezembro</h4>
<p>A seca na Amazônia deve durar pelo menos até o mês dezembro, quando o fenômeno El Niño atingirá a máxima intensidade.</p>
<p>Desde maio, a região registra chuvas abaixo da média como consequência do inverno mais quente provocado pelo El Niño.</p>
<p>A falta de chuvas entre julho e setembro no interior do Amazonas e no norte do Pará foi o mais severo desde 1980.</p>
<p><em>“Em grande parte do Amazonas, Acre e Roraima, observa-se uma anomalia de chuvas de -100 a -150 milímetros. Devido ao déficit acumulado de precipitação, a umidade do solo alcançou níveis críticos ao longo do mês de sete</em>mbro”, informou o Cemaden.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal Norte</p>
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		<item>
		<title>Seca no Amazonas: Número de municípios em situação de emergência sobe</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/seca-no-amazonas-numero-de-municipios-em-situacao-de-emergencia-sobe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 23:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[34 focos de queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[62 munícipios]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
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					<description><![CDATA[A prefeitura de Manaus decretou, nesta quinta-feira (28), situação de emergência em razão da seca que atinge o Rio Negro. Hoje o rio atingiu a cota de 16,11 metros (m), nível considerado muito baixo para o período. O decreto tem validade de 90 dias. Com isso, subiu para 17 o número de municípios amazonenses que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1224590505" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A prefeitura de Manaus decretou, nesta quinta-feira (28), situação de emergência em razão da seca que atinge o Rio Negro. Hoje o rio atingiu a cota de 16,11 metros (m), nível considerado muito baixo para o período. O decreto tem validade de 90 dias. Com isso, subiu para 17 o número de municípios amazonenses que decretaram situação de emergência por causa da estiagem que atinge o estado.</p>
<p>Segundo a prefeitura de Manaus, a vazante do Rio Negro vem causando prejuízos as zonas ribeirinha e rural da cidade.</p>
<p>Com a seca, os moradores das zonas ribeirinhas e rurais estão com dificuldade de acesso a alimentos e água potável. Entre as ações previstas para atender a população, estão a distribuição de alimentos e a perfuração de 30 poços artesianos para levar água a diferentes comunidades, informou a prefeitura. Também serão entregues 60 botes com motor para as comunidades afetadas.</p>
<p>Nas últimas 48 horas, enquanto a capital amazonense registrou dois focos de queimadas, municípios do interior, entre os quais Autazes, Novo Airão e Iranduba, contabilizaram 58 ocorrências, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os focos de incêndio fizeram com que a cidade ficasse encoberta por uma nuvem de fumaça.</p>
<p>De acordo com o Inpe, em setembro, foram registrados 6.597 focos no Amazonas. Nos últimos dois dias, foram notificados 34 focos de queimadas em Autazes, dez nos municípios de Careiro e Careiro da Várzea, oito em Novo Airão e seis em Iranduba.</p>
<p>A situação de emergência é declarada quando ocorre uma situação anormal, provocada por desastres, causando danos e prejuízos à comunidade. Nesses casos, o comprometimento da capacidade de resposta do poder público do ente atingido é &#8220;parcial&#8221;.</p>
<p>Além de Manaus, declararam situação de emergência os municípios de Amaturá, Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Coari, Eirunepé, Envira, Itamarati, Ipixuna, Jutaí, Maraã, São Paulo de Olivença, Santo Antônio do Içá, Tonantins, Tabatinga, Tefé e Uarini.</p>
<p>Dos 62 municípios do Amazonas, apenas dois não estão sendo afetados pela seca: Presidente Figueiredo e Apuí. Cinco estão em estado de atenção e 38, em alerta.</p>
<p>Segundo a Defesa Civil do Amazonas, os municípios em situação de emergência se localizam nas calhas do Alto Solimões, Juruá e Médio Solimões, mais afetadas pela baixa das águas. A perspectiva é que a situação se agrave ainda mais em outubro, quando a seca deve ficar mais intensa. A estimativa da Defesa Civil é que, até o mês de dezembro, cerca de 500 mil pessoas sejam afetadas em razão da estiagem no estado.</p>
<p>De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), além do fenômeno El Niño, que aumenta a temperatura das águas superficiais do oceano na região do Pacífico Equatorial, o aquecimento do Atlântico Tropical Norte, logo acima da linha do Equador, inibe a formação de nuvens, reduzindo o volume de chuvas na Amazônia.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:  Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo do AM cria força-tarefa para amenizar os impactos da seca no estado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-do-am-cria-forca-tarefa-para-amenizar-os-impactos-da-seca-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 23:31:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[62 minucipios]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Cemoa]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
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		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou, nesta terça-feira (26), a criação de uma força-tarefa do Governo Federal para enfrentar os impactos da seca no estado, que já afeta 111 mil pessoas. O anúncio veio após um encontro com o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, a ministra do Meio Ambiente e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3245251932" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou, nesta terça-feira (26), a criação de uma força-tarefa do Governo Federal para enfrentar os impactos da seca no estado, que já afeta 111 mil pessoas. O anúncio veio após um encontro com o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.</p>
<p>Dos 62 municípios do estado, 15 estão em situação de emergência. Segundo a Defesa Civil do estado, cerca de 520 mil podem ser impactadas pela estiagem até dezembro.</p>
<p>Segundo o governador, o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional se comprometeu com o envio de itens como cestas básicas e água. O Ministério do Meio Ambiente garantiu que vai intensificar o combate aos incêndios, reforçando o trabalho de bombeiros militares e brigadistas que já atuam no estado, principalmente no sul do Amazonas.</p>
<p>&#8220;Nós temos três aspectos que são importantes para se levar em consideração nessa questão de estiagem: o primeiro deles é a questão da ajuda humanitária, o segundo são as questões de desmatamento e queimadas e o terceiro é a atividade econômica por conta da dificuldade de passagem de balsa e grandes embarcações ali pelo rio Madeira&#8221;, ressaltou o governador.</p>
<p>Entre as ações previstas para a força-tarefa em auxílio ao Estado e prefeituras das cidades mais afetadas estão, ainda, o apoio logístico, acesso a programas sociais federais e liberação de emendas parlamentares.</p>
<p>&#8220;O presidente Lula autorizou a mim e a Marina a anunciarmos a força-tarefa do Governo Federal para juntos, dezenas de ministérios, atuarmos juntos com o Governo do Estado do Amazonas e as prefeituras que já estão sofrendo com situação de emergência. Prioridade nossa: ajuda humanitária&#8221;, informou o ministro Waldez Góes.</p>
<p>O detalhamento das ações de ajuda humanitária do Governo Federal deverá ser anunciado ainda esta semana. &#8220;O que nós estamos trabalhando é em cima do emergencial. Nosso Ministério do Meio Ambiente trabalha para combater estruturalmente o problema. Vamos trabalhando na direção de reduzir desmatamento, reduzir queimadas&#8221;, disse a ministra Marina Silva.</p>
<p>Na reunião, Wilson Lima também fez um balanço das medidas adotadas pelo Governo do Amazonas para enfrentar os impactos da severa estiagem; expôs as dificuldades e previsões para outubro, quando a seca tende a se agravar; e reforçou o pedido de apoio do Governo Federal para ampliar a ajuda humanitária às famílias atingidas.</p>
<p>Ainda nesta terça, o governador se reúne com os ministros Renan Filho (dos Transportes) e Silvio Costa Filho (de Portos e Aeroportos) para tratar sobre a navegabilidade nos rios Madeira, Solimões e Amazonas.</p>
<p><div id="attachment_30841" style="width: 994px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-30841" class="size-full wp-image-30841" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/whatsapp-image-2023-09-12-at-15.00.33-1.webp" alt="" width="984" height="738" /><p id="caption-attachment-30841" class="wp-caption-text">Envirá está em situação de emergência. Foto: Divulgação/ Defesa Civil</p></div></p>
<h3>Operação Estiagem 2023</h3>
<p>No último dia (12) de setembro, o governador Wilson Lima assinou o decreto de Situação de Emergência Ambiental em municípios das regiões Sul do Amazonas e Metropolitana de Manaus. Ele também apresentou o plano de ação da Operação Estiagem 2023, envolvendo 30 órgãos da administração direta e indireta do Governo do Amazonas, com o recurso estimado em R$ 100 milhões em ações.</p>
<p>Entre as medidas que já estão sendo tomadas estão o apoio às famílias afetadas em áreas como saúde e abastecimento de água, bem como na distribuição de cestas básicas, kits de higiene pessoal, renegociação de dívidas e fomento para produtores rurais.</p>
<p>Segundo levantamento realizado pela Defesa Civil do Amazonas, por meio do Centro de Monitoramento e Alerta (Cemoa), e divulgado nesta terça, 15 municípios das calhas do Alto Solimões, Juruá e Médio Solimões estão em situação de emergência. Outros 40 estão em estado de alerta e cinco em atenção.</p>
<p>Ainda segundo a Defesa Civil do Estado, a previsão é que, devido a influência do fenômeno climático El Niño, que inibe formação de nuvens de chuva, a estiagem deste ano seja prolongada e mais intensa se comparada a anos anteriores, podendo ultrapassar 50 o número de municípios afetados.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Manaus volta a ser invadida por fumaça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 14:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais uma vez, Manaus amanheceu coberta pela fumaça das queimadas que atingem o Amazonas este ano. Imagens feitas nesta sexta-feira (8), em diferentes pontos da área urbana, mostram a fumaça cobrindo parte da cidade. Na Avenida das Torres, a fumaça cobriu parte das torres gigantes instaladas ao longo da via. No bairro Ponta Negra, as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2316166507" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Mais uma vez, Manaus amanheceu coberta pela fumaça das queimadas que atingem o Amazonas este ano. Imagens feitas nesta sexta-feira (8), em diferentes pontos da área urbana, mostram a fumaça cobrindo parte da cidade.</p>
<p>Na Avenida das Torres, a fumaça cobriu parte das torres gigantes instaladas ao longo da via. No bairro Ponta Negra, as nuvens densas atrapalham a visibilidade.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30346" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/fumaca-de-queimadas-em-manaus-foto3-william-duarte-rede-amazonica.webp" alt="" width="984" height="544" /></p>
<p>Neste ano, a fumaça das queimadas se intensificou em Manaus ainda no mês de agosto. Há uma semana, o g1 noticiou que a capital estava coberta por fumaça. O problema prejudicou a visibilidade em vários pontos da cidade, incluindo na Ponte Rio Negro.</p>
<p>Ao longo dos dias, a cidade continuou amanhecendo sob as nuvens provenientes das queimadas.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Queimadas no Amazonas afetam Manaus e municípios do interior</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/queimadas-no-amazonas-afetam-manaus-e-municipios-do-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Sep 2023 15:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[Fumaça em Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[FVA]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[IBAMA]]></category>
		<category><![CDATA[queimada]]></category>
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					<description><![CDATA[Na madrugada de sexta-feira (1º), um cheiro forte de fumaça invadiu as casas em Manaus (AM), como resultado de incêndios de grandes proporções que acontecem em Autazes e Careiro da Várzea, municípios localizados no interior do Amazonas, segundo os dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O mês começou e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1757537007" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Na madrugada de sexta-feira (1º), um cheiro forte de fumaça invadiu as casas em Manaus (AM), como resultado de incêndios de grandes proporções que acontecem em Autazes e Careiro da Várzea, municípios localizados no interior do Amazonas, segundo os dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O mês começou e a temporada de queimadas, intensificada pelo fenômeno El Niño, já chega com força no estado.</p>
<p>Na última quinzena, o Amazonas lidera o ranking de queimadas na Amazônia. São 5.474 focos do início de agosto até agora, sendo que 4.128 ocorreram nos últimos 16 dias. Esse número corresponde a 35,4% dos focos de calor de toda a Amazônia Legal, segundo o satélite de referência do Inpe.</p>
<p>“São muitos focos em Autazes e no sul de Careiro da Várzea, com vento soprando de sul-sudeste para norte-noroeste em direção a Manaus. Direção da trajetória parecida com a da pluma saindo dos focos do município de Manaquiri e chegando em Manacapuru”, explica o coordenador do Programa de Monitoramento de Queimadas e Incêndios Florestais por Satélites do Inpe, Alberto Setzer.</p>
<p>Nas últimas 48 horas, os números pioraram. Sete dos 10 municípios com mais focos na Amazônia Legal estão concentrados no Amazonas, de acordo com números desta sexta, Autazes (8,7%), Apuí (7,2%) e Humaitá (7%) lideram o ranking, seguidos de Maués (6%), Tefé (5,2%), Lábrea (4%) e Boca do Acre (3,5%).</p>
<p><div id="attachment_30213" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-30213" class="size-full wp-image-30213" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/print-windy-slider-1024x576.jpg-e1693668472466.webp" alt="" width="800" height="450" /><p id="caption-attachment-30213" class="wp-caption-text"><br />Focos de calor nos municípios do Amazonas registrados no dia 1 de setembro. Foto: Reprodução/ aplicativo Windy</p></div></p>
<p>Desde o início do ano, o desmatamento tem caído na Amazônia brasileira. De janeiro até julho, a queda foi de 42,5%. Em contrapartida, os picos de focos de calor bateram recordes em junho, mês que registrou 3.075 focos, o que não acontecia há 16 anos.</p>
<p>“Hoje mesmo, vindo para cidade, o máximo que conseguimos enxergar é um metro à nossa frente por conta da fumaça. Pessoas estão fazendo queimadas para fazer campo para seu rebanho”, disse à Amazônia Real o professor Felipe Gabriel, do povo Mura da aldeia Lago do Soares, em Autazes.</p>
<p>Para ele, a situação pode ter ligação com o julgamento do Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal (STF) e os debates sobre territórios indígenas. Autazes, um município de perfil ruralista, trava uma luta intensa contra o reconhecimento da Terra Indígena Soares-Urucurituba, que aguarda demarcação e pertence ao povo Mura. A região está sob pressão para exploração de potássio.</p>
<p>“É lamentável porque sabemos que alguns estão fazendo campos para tentar garantir seus direitos sobre as terras, com medo de serem ‘tomadas’ pelos indígenas. Nós, indígenas, não queremos expulsar ninguém”, diz Felipe. “Pelo fato de nossa cidade ser conhecida como terra do leite e, agora, como terra do potássio, as autoridades só visam a parte lucrativa. O próprio gestor do município só aparece na nossa comunidade e em algumas outras perto das eleições. O foco das autoridades é lucro. Esquecendo do essencial: saúde e educação”.</p>
<p><div id="attachment_30214" style="width: 1546px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-30214" class="size-full wp-image-30214" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/marizildacruppe-1536x864.jpg.webp" alt="" width="1536" height="864" /><p id="caption-attachment-30214" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div></p>
<p>Heitor Pinheiro, analista de processamento da Fundação Vitória Amazônica (FVA), afirma que o cenário tende a piorar na região. “Essa fumaça que cobriu Manaus veio da região de Autazes, mas está generalizado, todo canto pegando fogo”. Ele ressalta que, além do sul do Amazonas, outras partes do estado, como o município de Presidente Figueiredo, têm focos de calor e estão com as brigadas voluntárias da FVA em plena ação.</p>
<p>“Este ano, especialmente em função do El Niño, as florestas ficam mais secas e mais propensas ao fogo. Isso aumenta consideravelmente a dificuldade de controle desses eventos de pequenos focos de calor que podem se alastrar e se tornar incêndios maiores”, explica o coordenador executivo da FVA, Fabiano Silva. “Sem dúvida nenhuma o fato da gente estar entrando no período de El Niño forte preocupa bastante, principalmente em função da capacidade muito limitada que o estado tem de combate desses focos aqui na região de Manaus”.</p>
<p>De janeiro até agosto, lideram no ranking das queimadas os seguintes estados: Pará (32,3%), Amazonas (24,7%) e Mato Grosso (22,3%), seguidos de Rondônia (7,8%), Acre (5,8), Roraima (4,2%), Maranhão (2,2%), Tocantins (0.4%) e Amapá (0,4%).</p>
<p>A Secretaria do Meio Ambiente acrescentou que as altas temperaturas agravadas pelo El Niño também estão relacionadas com a dificuldade de dispersão da fumaça no ar, e que há uma diminuição dos focos com relação ao mesmo período do ano passado em 32,5% e de 21,20% de janeiro a agosto no Amazonas.</p>
<p>O superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) do Amazonas, Joel Araújo, informou que a competência de fiscalizar as áreas de onde vem a fumaça é do governo do Amazonas e do município.</p>
<p>“O Ibama trabalha no sul do estado, principalmente em áreas federais. Nos arredores de Manaus, essa competência é do município e do estado”, afirma Joel. “A não ser que se trate de terra indígena, aí é com Ibama”, finalizou.</p>
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<p>Fonte: Amazônia Real</p>
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