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	<title>efeitos climáticos - Portal NDC</title>
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		<title>Fenômeno El Niño contribui para o aumento de casos da Dengue no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fenomeno-el-nino-contribui-para-o-aumento-de-casos-da-dengue-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 23:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As alterações climáticas provocadas pelo fenômeno conhecido como El Niño contribuem para infestações por Aedes aegypti e para a explosão de casos de dengue registrada no Brasil. Isso porque a combinação de altas temperaturas e chuvas intermitentes é a receita perfeita para a proliferação do mosquito. O alerta é de infectologistas ouvidos pela Agência Brasil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1969674016" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>As alterações climáticas provocadas pelo fenômeno conhecido como El Niño contribuem para infestações por Aedes aegypti e para a explosão de casos de dengue registrada no Brasil. Isso porque a combinação de altas temperaturas e chuvas intermitentes é a receita perfeita para a proliferação do mosquito. O alerta é de infectologistas ouvidos pela Agência Brasil e pela Rádio Nacional.</p>
<p>Infectologista graduado pela Universidade Federal da Bahia e descobridor do vírus Zika no Brasil, o médico Antonio Carlos Bandeira explicou que um corredor climático que sai do Centro-Oeste e desce pela porção oeste das regiões Sudeste e Sul acaba por contribuir para o aumento de casos da dengue não só no Brasil, mas em países vizinhos como Paraguai e Argentina. “Isso facilitou. Fez com que o Aedes aegypti pudesse ser disseminado.”</p>
<p>“É isso que faz com que a coisa se complique. Você tem esse corredor de calor, e ele fica oscilando, com muita precipitação pluviométrica, de forma intensiva. Isso facilitou demais. Calor e muita chuva intermitente são a combinação principal para a dengue”, disse. “O Aedes aegypti se reproduz mais rápido e vive mais quanto mais elevada é a temperatura. A situação é essa. Ele vive mais e se multiplica mais.”</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-34403 aligncenter" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/01/sintomas_copy-1-e1706139222801.jpg" alt="" width="600" height="848" /></p>
<p>As alterações climáticas provocadas pelo fenômeno conhecido como El Niño contribuem para infestações por Aedes aegypti e para a explosão de casos de dengue registrada no Brasil. Isso porque a combinação de altas temperaturas e chuvas intermitentes é a receita perfeita para a proliferação do mosquito. O alerta é de infectologistas ouvidos pela Agência Brasil e pela Rádio Nacional.</p>
<p>O infectologista e consultor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para dengue, Kleber Luz, detalhou que o El Niño, de fato, contribui para o aumento do número de casos da doença, uma vez que eleva a temperatura do mar e, consequentemente, do continente. “Quando aumenta a temperatura, aumenta o número de mosquitos, a reprodutibilidade e o tempo de vida deles. Cada mosquito vai viver mais tempo, aumentando a chance de transmissão.”</p>
<p>“Com as mudanças climáticas, quanto mais alta a temperatura, maior a proliferação do mosquito. Não só haverá um aumento do número de casos como uma expansão da área de acometimento por dengue. O Sul do Brasil que, antes, praticamente não tinha dengue, agora é sempre a região vice-líder no número de casos”, disse. O estado do Paraná, por exemplo, já contabiliza quase 17 mil casos e quatro mortes provocadas pela doença desde julho.</p>
<p>Questionado se os sintomas da dengue estão mais fortes em 2024, dado o número de internações pelo país, o médico explica que essa tese não se confirma. “A dengue é sempre a mesma. Ela não é mais forte por conta das mudanças climáticas. Isso apenas aumenta o número de casos. E, quando aumenta o número de casos, de forma clara, aumenta o número de formas graves da doença porque mais gente precisa ser hospitalizada e mais gente pode vir a falecer.”</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-34405 aligncenter" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/01/eliminar-criadouros_copy-e1706139321713.jpg" alt="" width="600" height="806" /></p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Onda de calor intenso atinge oito estados brasileiros com temperaturas próximas aos 40°C</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/onda-de-calor-intenso-atinge-oito-estados-brasileiros-com-temperaturas-proximas-aos-40c/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 00:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[áreas afetadas]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Inmet]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de temperatura]]></category>
		<category><![CDATA[previsão para os estados brasileiros]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; A previsão é de que os termômetros se aproximem dos 40°C a partir da quinta-feira (14) em Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, sul do Mato Grosso, norte de São Paulo, grande parte de Minas Gerais, sul do Tocantins e oeste da Bahia. A onda de calor acontece quando temos uma temperatura cinco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-744836897" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>A previsão é de que os termômetros se aproximem dos 40°C a partir da quinta-feira (14) em Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, sul do Mato Grosso, norte de São Paulo, grande parte de Minas Gerais, sul do Tocantins e oeste da Bahia.</p>
<p>A onda de calor acontece quando temos uma temperatura cinco graus acima da média por um período de mais de cinco dias. Neste caso, ela deve se estender de (14) a (20) de dezembro, próximo da chegada do verão que acontece no dia (22) de dezembro.</p>
<p>Esta é a quinta onda de calor consecutiva no país que já registrou o fenômeno em agosto, setembro, outubro e novembro.</p>
<p>Apesar da previsão de calor acima da média para o fim da semana, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) não emitiu até o começo da noite de segunda-feira (11) nenhum alerta por conta das altas temperaturas.</p>
<p>Nos eventos anteriores, os avisos do Inmet confirmaram a dimensão e intensidade do fenômeno.</p>
<blockquote><p>A formação da onda de calor é um processo. Ela se forma aos poucos e se nenhum outro evento faz baixar a temperatura, como uma frente fria, o calor intenso ganha força e chegamos a esses níveis&#8221;, disse Fábio Luengo, meteorologista da Climatempo.</p></blockquote>
<p>A previsão é de que o calor se estenda por oito estados com as máximas mais altas no Centro-Oeste do país nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Segundo o Climatempo, ainda não há uma previsão de temperatura para todo os estados, mas as cidades de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, e São Romão, no Mato Grosso devem superar os 40°C.</p>
<h3>E o restante do país?</h3>
<p>No restante do país, a previsão é de calor dentro da média. Faltam pouco mais de dez dias para o Verão, que começa em 22 de dezembro. Com isso, a Terra fica mais exposta ao Sol e com uma temporada de poucas chuvas há menos nuvens para impedir a passagem de tanto calor.</p>
<p>Ou seja, as temperaturas devem subir ao longo da semana nos demais estados, mas não como na onda de calor. Em novembro, durante a última onda, o Rio de Janeiro chegou a 42,5°C e São Paulo a 37,7°C – recordes históricos de temperatura. Segundo o Climatempo, isso não deve se repetir durante o período nesses estados.</p>
<h3>Chuva no sul</h3>
<p>Segundo a previsão, a onda de calor não deve atingir a região, mas haverá uma alta nas temperaturas seguindo a tendência do restante do país. Apesar disso, a chuva vai persistir, mas com menos intensidade do que a vista nas últimas semanas.</p>
<p>O sul vem sendo atingido por um grande volume de chuva ao longo do ano. Uma das causas é o El Niño, fenômeno que deixa as águas do oceano mais quentes, e provoca chuva no Sul do Brasil e tempo seco no Norte.</p>
<h3>2023 em ebulição</h3>
<p>O mês de novembro terminou como o sexto mês consecutivo de recordes de calor na Terra.</p>
<p>Desde junho, temos registrado um mês mais quente a cada novo período. E, por causa disso, os cientistas já confirmam que este ano deve terminar como o mais quente da história.</p>
<h3>Recordes quebrados este ano:</h3>
<p>Primeiro, o planeta registrou o mês de junho mais quente da história.<br />
Depois, a marca foi sendo quebrada a cada novo mês: julho, agosto, setembro, outubro e agora novembro.<br />
Além disso, o número de dias que ultrapassou o limiar de aquecimento politicamente significativo de 1,5ºC já atingiu um novo máximo, muito antes do final do ano.</p>
<p>E, para piorar, pela 1ª vez, o mundo registrou um dia com a temperatura média global 2°C acima da era pré-industrial.</p>
<p>Fora tudo isso, julho foi tão quente que pode ter sido o mês mais quente em 120 mil anos, enquanto as temperaturas médias de setembro quebraram o recorde anterior em 0,5°C.</p>
<p>Segundo os especialistas, isso é resultado das mudanças climáticas. Os recordes mostram uma alta nas temperaturas e que se somam aos eventos climáticos naturais, como a onda de calor.</p>
<p>O aquecimento global está mexendo com tudo e bagunça qualquer tipo de evento. Estamos tendo eventos mais extremos e mais frequentes&#8221;, informou Fábio Luengo, meteorologista da Climatempo.</p>
<p>Os dados mostram que, década após década, aumentou o total de dias do ano sob efeito de ondas de calor. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), até os anos 1990, eram sete dias em média. Os dados mais recentes indicam mais de 50 dias de calor atípico em média por ano.</p>
<p>De 1961 a 1990: 7 dias<br />
1991 e 2000: 20 dias<br />
De 2001 a 2010: 40 dias<br />
2011 e 2020: 52 dias</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1</p>
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