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	<title>Dólar - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Dólar - Portal NDC</title>
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		<title>Dólar sobe e petróleo dispara com ataque militar ao Irã; entenda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-sobe-e-petroleo-dispara-com-ataque-militar-ao-ira-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 23:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ataque militar]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas voltam atenção para situação no Estreito de Ormuz O preço do petróleo no mercado internacional disparou na manhã desta segunda-feira (2), primeiro dia útil após a ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que tem como saldo a morte de, ao menos, centenas de pessoas, incluindo o líder supremo do país, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1566206437" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Analistas voltam atenção para situação no Estreito de Ormuz</p>
<p><strong>O preço do petróleo no mercado internacional disparou na manhã desta segunda-feira (2), primeiro dia útil após a ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que tem como saldo a morte de, ao menos, centenas de pessoas, incluindo o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e outras autoridades do primeiro escalão.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680217&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680217&amp;o=node" /></p>
<p>Pouco depois das 12h, o contrato futuro do petróleo tipo Brent, referência global da matéria-prima, era negociado em Londres perto de US$ 79 o barril, o que representa alta de cerca de 7,6%.</p>
<p>Já o WIT, negociado em Nova York, era cotado a pouco mais de US$ 71 o barril, o que representa salto de cerca de 6%.</p>
<p><strong>Os produtos são negociados 24h por dia nos dias úteis, e as cotações oscilam de acordo com humores do mercado. </strong></p>
<p>No Brasil, pouco antes das 13h, as ações da Petrobras negociavam na B3 (bolsa de valores de São Paulo) a R$ 44,39, alta de 3,90%. </p>
<h2>Estreito de Ormuz</h2>
<p><strong>De acordo com analistas, a alta do petróleo reflete preocupação com a situação do Estreito de Ormuz.</strong></p>
<p>A passagem marítima fica ao sul do Irã e liga os golfos Pérsico ou de Omã. Por lá, passam cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás.</p>
<p><strong>O economista Rodolpho Sartori, da agência classificadora de risco de crédito Austin Rating, explicou à Agência Brasil que o Estreito de Ormuz é a principal rota global para o transporte de petróleo vindo do Irã, Arábia Saudita, Iraque, grandes produtores da commodity (matéria-prima negociada em grandes quantidades e preços internacionais).</strong></p>
<blockquote>
<p>“É o principal fator que faz o preço do petróleo explodir. Com o Estreito de Ormuz fechado, a oferta cai muito e, consequentemente, os preços sobem quase que de forma imediata.”</p>
</blockquote>
<p><strong>No sábado, dia dos primeiros ataques, houve relatos de centenas de embarcações ancoradas, sem poder atravessar o estreito.</strong></p>
<p><strong>Sartori lembra que o barril do Brent chegou a bater 13% de alta nesta segunda, superando US$ 80. </strong>Segundo ele, a alta “é sintomática, pois expõe o quão volátil podem ser os preços em cenários de conflito”.</p>
<p>Para Sartori, enquanto o conflito seguir, e o Estreito de Ormuz seguir fechado, é esperado que os preços do petróleo sigam elevados “e até subam conforme os estoques disponíveis se reduzam”.</p>
<h2>Problema logístico</h2>
<p><strong>O gerente da tesouraria do Banco Daycoval, Otávio Oliveira, frisa que a preocupação global não é com a produção de petróleo, mas sim com a questão logística</strong>.</p>
<p>De acordo com Oliveira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+) já anunciou no domingo (1º) o aumento da produção, como forma de garantir a oferta do combustível.</p>
<blockquote>
<p>“A Opep tem capacidade produtiva ociosa suficiente para poder suprir o Irã, se o país for retirado da equação produtiva do petróleo global”, avalia.</p>
</blockquote>
<p>No entanto, o gerente chama atenção para a logística do Estreito de Ormuz. “Realmente é estreito, com pouca coisa você conseguiria fechá-lo. Um conflito, então, nem se fala”, diz tesoureiro do banco especializado em crédito, investimento e mercado de câmbio.</p>
<p><strong>De acordo com Oliveira, a interrupção do tráfego de navios levaria a uma “bagunça” em todas as cadeias produtivas.</strong> Na visão dele, mesmo sendo exportador de petróleo, o Brasil poderia ser afetado por importar derivados do óleo bruto, que chegariam encarecidos ao país.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p><strong>O economista Rodolpho Sartori aponta que, caso a guerra dure bastante tempo, a alta do preço do petróleo pode levar à necessidade de repasse de preços ao consumidor, o que representaria um “repique na inflação”.</strong></p>
<p>O gerente da tesouraria do Banco Daycoval, Otávio Oliveira, não descarta que o conflito tenha como reflexo a diminuição da magnitude do corte de juros no país.</p>
<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central já anunciou que pretende <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/bc-confirma-corte-da-selic-em-marco-mas-mantera-juros-restritivos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">cortar a taxa básica de juros</a>, a Selic, na reunião do conselho em março. </p>
<blockquote>
<p>“Tem a possibilidade de esse corte de juros vir um pouco mais tímido. Talvez não 0,50 ponto percentual (p.p.), talvez 0,25 p.p.”, assinala.</p>
</blockquote>
<p>Atualmente, a Selic está em 15% ao ano. Quanto menor a taxa, maior o incentivo à atividade econômica e a geração de emprego.</p>
<h2>Dólar</h2>
<p>O dólar também apresenta alta nesta segunda-feira, interrompendo uma trajetória de queda das ultimas semanas, quando atingiu o menor valor em 21 meses. </p>
<p><strong>Pouco depois das 12h, a cotação da moeda estrangeira beirava R$ 5,20, alta perto de 1%</strong>.</p>
<p><strong>Otávio Oliveira, do Daycoval, explica que, em um primeiro momento, ocorre um movimento chamado de fuga do risco, quando investidores migram recursos de países emergentes, considerados investimento de risco, para economias mais consolidadas.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Tem a venda do real e a compra de outros ativos, tal qual o próprio dólar, que se fortalece globalmente, e outras moedas que são justamente utilizadas para momentos como esse, como o iene, japonês”, detalha.</p>
</blockquote>
<p>Quando uma moeda e muito procurada, o preço dela sobe. O inverso acontece quando uma moeda é muito vendida.</p>
<p><strong>Rodolpho Sartori, da Austin ratings, considera o cenário do dólar complexo. “Em outros períodos, incertezas globais gerariam um dólar mais forte, mas parece que estamos em uma mudança de paradigma”, diz.</strong></p>
<p>Ele avalia que a questão geopolítica que envolve a gestão do presidente Donald Trump leva a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/ouro-bate-recordes-na-cotacao-internacional-entenda-os-motivos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">incertezas</a> que “têm pesado contra a própria moeda”.</p>
<blockquote>
<p>“Parece-me natural que haja algum repique no dólar nesses primeiros dias de conflito, mas não temos mais o quadro do dólar se valorizar de forma abrupta por conta de conflitos, como antes ocorria. Imagino que a moeda americana siga oscilando na faixa de R$ 5,20 a R$ 5,25”, estima Sartori.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Dólar sobe para R$ 5,52 e alcança maior valor em quatro meses</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-sobe-para-r-552-e-alcanca-maior-valor-em-quatro-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 18:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsa cai 0,79% e volta aos 157 mil pontos Em mais um dia de instabilidade no mercado financeiro, o dólar ultrapassou a barreira de R$ 5,50 pela primeira vez desde outubro, atingindo o maior valor desde o início de agosto. A bolsa de valores voltou a cair e aproximou-se dos 157 mil pontos. O dólar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1675929853" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bolsa cai 0,79% e volta aos 157 mil pontos<br /><br />Em mais um dia de instabilidade no mercado financeiro, o dólar ultrapassou a barreira de R$ 5,50 pela primeira vez desde outubro, atingindo o maior valor desde o início de agosto. A bolsa de valores voltou a cair e aproximou-se dos 157 mil pontos.<br /><br />O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (17) vendido a R$ 5,522, com alta de R$ 0,06 (+1,09%). A cotação operou em alta durante toda a sessão, chegando a R$ 5,53 na máxima do dia, por volta das 14h.<br /><br />Em alta pela quarta vez seguida, a moeda estadunidense fechou no maior valor desde 1º de agosto. A divisa sobe 3,5% em dezembro, mas cai 10,63% em 2025.<br /><br />O mercado de ações também teve uma sessão turbulenta. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 157.327 pontos, com recuo de 0,79%. Essa foi a segunda queda consecutiva do indicador.<br /><br />Como nos últimos dias, tanto fatores internos como externos influenciaram o mercado financeiro. No cenário internacional, o dólar teve pequena alta diante das principais moedas internacionais em meio a incertezas sobre os juros nos Estados Unidos após o país criar mais empregos que o previsto em novembro.<br /><br />O clima político e econômico brasileiro, no entanto, pesou mais nas negociações. As negociações em torno das pré-candidaturas às eleições presidenciais no próximo ano pressionaram o mercado. Além da incerteza em relação ao início da queda da Taxa Selic (juros básicos da economia) pelo Banco Central (BC).<br /><br />A ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada na terça-feira (16), não deixou claro quando o BC começará a reduzir a Selic. Juros altos estimulam a migração de investimentos da bolsa para a renda fixa.<br /><br />Em relação ao câmbio, as remessas de lucros de filiais de empresas estrangeiras para outros países, típicas de fim de ano, elevam a demanda por dólares, pressionando a cotação.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,09%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-509/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 15:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o PIB é de 2,23% este ano, diz BC A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,1% para 5,09% este ano. É a nona redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (28). A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2836407066" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para o PIB é de 2,23% este ano, diz BC</p>
<p>A <strong>previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,1% para 5,09% este ano</strong>. É a nona redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (28). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1652252&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1652252&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Para 2026, a projeção da inflação foi reduzida de 4,45% para 4,44%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.</strong></p>
<p>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.<strong> Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>Em junho, mesmo pressionada pela energia elétrica, a inflação oficial &#8211; divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; perdeu força e fechou em 0,24%, marcada pela primeira queda no preço dos alimentos depois de nove meses. Apesar da desaceleração nos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.</p>
<p>Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024. Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao <a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/historicometas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">ministro da Fazenda</a>, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento, as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Apesar do recuo recente da inflação, as<strong> incertezas em relação à economia fizeram o colegiado elevar os juros em 0,25 ponto percentual na última reunião, no mês passado, sendo o sétimo aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</strong></p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba. <strong>O próximo encontro do colegiado ocorre nesta terça (29) e quarta-feira (30). </strong></p>
<p>A <strong>decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que não esperava um novo aumento e, nesse cenário, a estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.</strong> Para o fim de 2026, a expectativa é de que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. </p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,23% nesta edição do Boletim Focus. <strong>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,88% para 1,89%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p>Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE. <strong>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%.</strong> O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,60 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,70.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 5,17% em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-projecao-de-inflacao-para-517-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 14:29:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão é de dólar a R$ 5,65 e PIB de 2,23% no fim do ano As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3728690336" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Previsão é de dólar a R$ 5,65 e PIB de 2,23% no fim do ano</p>
<p><strong>As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. </strong>De acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira (14), em Brasília, é esperado que o ano feche com uma inflação de 5,17%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1650729&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1650729&amp;o=node" /></p>
<p>Há uma semana esperava-se uma inflação de 5,18% para o ano. Há quatro semanas, o mercado projetava uma inflação de 5,25%. Para os anos subsequentes, as expectativas se mantiveram estáveis, em 4,5% em 2026, e em 4% para 2027.</p>
<p><strong>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</strong> Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<h2>PIB e dólar</h2>
<p><strong>As projeções relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todas riquezas produzidas no país &#8211; se mantiveram estáveis para 2025, com um crescimento de 2,23%.</strong> Para 2026, o mercado se mostrou mais otimista do que na semana passada, aumentando as expectativas de crescimento de 1,86% para 1,89%. Para 2027, projeta-se um PIB de 2%.</p>
<blockquote>
<p>Com relação ao câmbio, o Boletim Focus reviu para baixo as expectativas de cotação do dólar. O mercado projeta que, ao final de 2025, a moeda norte-americana custará R$ 5,65. Na semana passada, a projeção era de uma cotação de R$ 5,70 ao final do ano. Há quatro semanas as expectativas estavam em R$ 5,77.</p>
</blockquote>
<p><strong>O mercado financeiro reviu também para baixo as expectativas de cotação. Para o final de 2026, a projeção de cotação do dólar caiu de R$ 5,75 (divulgada na semana passada) para R$ 5,70</strong>. É a terceira semana seguida de queda nas expectativas de cotação. Para o final de 2027, a projeção é de que a moeda norte-americana estará cotada a R$ 5,71.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</strong></p>
<p>As expectativas do mercado financeiro para a Selic se mantêm em 15% ao ano há três semanas. Para os anos subsequentes, se manteve estável em 12,50% para 2026, e em 10,50% em 2027.</p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.</p>
<p><strong>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</strong> Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,2%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-52/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 13:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o PIB é de 2,21% este ano A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,24% para 5,20% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3998711104" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para o PIB é de 2,21% este ano</p>
<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,24% para 5,20% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648878&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648878&amp;o=node" /></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,83%, respectivamente.</p>
<p><strong>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>Em maio, a inflação oficial fechou em 0,26%, pressionada principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial. O resultado mostra desaceleração após o IPCA ter marcado 0,43% em abril. O índice &#8211; divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; acumula taxas de 2,75% no ano e de 5,32% em 12 meses.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Apesar do recuo recente da inflação, as incertezas em relação à economia fizeram o colegiado elevar os juros em 0,25 ponto percentual na última reunião, neste mês, sendo o sétimo aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.</p>
<p><strong>A decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que não esperava um novo aumento e, nesse cenário, a estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano</strong>. Para o fim de 2026, a expectativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano se manteve em 2,21% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) subiu de 1,85% para 1,87%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p>Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE.</p>
<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,70 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,79.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Real é a 4ª moeda que mais se valorizou frente ao dólar em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/real-e-a-4a-moeda-que-mais-se-valorizou-frente-ao-dolar-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 19:08:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[4ª moeda]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Frente]]></category>
		<category><![CDATA[mais se valorizou]]></category>
		<category><![CDATA[Real]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento da Austin Rating, com dados do Banco Central (BC), classificou 118 países em ranking internacional; moeda brasileira subiu 10,1% em comparação à moeda norte-americana Em 2025, o real brasileiro destacou-se no cenário internacional como a quarta moeda que mais se valorizou frente ao dólar, registrando uma alta acumulada de 10,1% até 13 de maio. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1126266516" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Levantamento da Austin Rating, com dados do Banco Central (BC), classificou 118 países em ranking internacional; moeda brasileira subiu 10,1% em comparação à moeda norte-americana<br /><br />Em 2025, o real brasileiro destacou-se no cenário internacional como a quarta moeda que mais se valorizou frente ao dólar, registrando uma alta acumulada de 10,1% até 13 de maio. Este dado foi revelado por um levantamento da agência Austin Rating, que analisou 118 moedas ao redor do mundo. O real ficou atrás apenas do rublo russo, do cedi de Gana e da coroa sueca. O estudo, fundamentado em dados do Banco Central, mostrou que 72 moedas se valorizaram no ano, enquanto 26, como o peso argentino e o bolívar venezuelano, sofreram desvalorização.<br /><br />Especialistas atribuem a valorização do real a uma combinação de fatores internos e externos. No cenário internacional, a diminuição da inflação nos Estados Unidos e um recente acordo comercial entre China e EUA contribuíram para reduzir o risco de uma recessão global. No Brasil, a taxa básica de juros, que está elevada em 14,75% ao ano, tem atraído capital estrangeiro, resultando em um aumento na entrada de dólares no país. Alex Agostini, economista chefe da Austin Rating, observa que, apesar desses fatores positivos, a fragilidade fiscal do Brasil impede uma valorização ainda mais significativa do real.<br /><br />Para Agostini, é crucial que o Brasil alinhe sua política fiscal com a monetária, com foco no crescimento econômico de longo prazo. Joelson Sampaio, economista e professor da FGV, destaca que o diferencial entre os juros brasileiros e americanos é o principal motor da valorização do real. Este cenário beneficia importadores e alivia a pressão inflacionária, mas também apresenta desafios para os exportadores. Apesar da recente valorização, o real ainda não atingiu os níveis pré-pandemia e continua vulnerável a oscilações externas e incertezas fiscais.<br /><br />O futuro do real dependerá de diversos fatores, incluindo a inflação nos Estados Unidos, a política fiscal brasileira e possíveis acordos geopolíticos. A capacidade do Brasil de manter um equilíbrio entre suas políticas fiscal e monetária será determinante para sustentar a valorização do real e garantir um crescimento econômico estável e duradouro. A atenção a esses elementos será essencial para que o país possa navegar com sucesso pelas complexidades do mercado global.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Dólar inicia mês em baixa com chances de negociação entre EUA e China</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-inicia-mes-em-baixa-com-chances-de-negociacao-entre-eua-e-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2025 20:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsa vira no final, fecha estável e sobe 0,29% na semana As chances de negociações entre Estados Unidos e China contribuíram para que o mercado financeiro iniciasse maio com tranquilidade. O dólar caiu e assegurou queda na semana. A bolsa de valores virou no fim do dia e fechou estável. O dólar comercial encerrou esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4088364568" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bolsa vira no final, fecha estável e sobe 0,29% na semana<br /><br />As chances de negociações entre Estados Unidos e China contribuíram para que o mercado financeiro iniciasse maio com tranquilidade. O dólar caiu e assegurou queda na semana. A bolsa de valores virou no fim do dia e fechou estável.<br /><br />O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (2) vendido a R$ 5,654, com queda de R$ 0,023 (-0,41%). A cotação caiu fortemente pela manhã, chegando a R$ 5,62 por volta das 11h. Embora tenha ganhado força durante a tarde, manteve a tendência de baixa.<br /><br />A moeda norte-americana acumula queda de 0,58% na semana. Em 2025, a divisa recua 8,51%.<br /><br />O mercado de ações teve um dia mais agitado. Após cair 0,52% às 11h07, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 135.134 pontos, com alta de apenas 0,05%. Na semana, o indicador avançou 0,29%.<br /><br />Num dia sem notícias relevantes na economia doméstica, fatores internacionais se destacaram. No início das negociações, a divulgação de que os Estados Unidos criaram 177 mil empregos fora do setor agrícola em abril pressionou pela alta do dólar. Isso porque os números saíram melhores que o previsto, o que desestimularia o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) a reduzir os juros ainda no primeiro semestre.<br /><br />No entanto, as perspectivas de avanço nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China pesou mais no cenário internacional. Nesta sexta, o Ministério do Comércio da China confirmou que os Estados Unidos procuraram o país asiático para iniciar conversas sobre as tarifas de 145% impostas pelo governo de Donald Trump há um mês.<br /><br />A disposição em diminuir o impasse fez o dólar cair em todo o planeta e beneficiou países emergentes, como o Brasil. Isso porque a China é o principal comprador global de commodities (bens primários com cotação internacional), o que estimula as exportações de países produtores de bens agrícolas e minerais.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Dólar cai pela sétima vez seguida e fecha em R$ 5,64</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-cai-pela-setima-vez-seguida-e-fecha-em-r-564/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 12:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BOLSA DE VALORES]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsa sobe 0,2% e continua no maior nível desde setembro Em mais um dia de recuperação no mercado financeiro, o dólar caiu pela sétima vez consecutiva, motivado principalmente por fatores internos. A bolsa de valores subiu pela sexta vez seguida e continua no maior nível desde setembro do ano passado. O dólar comercial encerrou esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4262369636" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bolsa sobe 0,2% e continua no maior nível desde setembro<br /><br />Em mais um dia de recuperação no mercado financeiro, o dólar caiu pela sétima vez consecutiva, motivado principalmente por fatores internos. A bolsa de valores subiu pela sexta vez seguida e continua no maior nível desde setembro do ano passado.<br /><br />O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (28) vendido a R$ 5,648, com recuo de R$ 0,039 (-0,68%). A cotação iniciou o dia estável, caiu para R$ 5,65 por volta das 11h, subiu para R$ 5,68 no início da tarde e recuou perto do fim das negociações, fechando perto das mínimas do dia.<br /><br />No menor nível desde 3 de abril, a moeda norte-americana acumula queda de 1,02% em abril e de 8,6% em 2025. Apenas nos últimos sete pregões, a divisa caiu 4,11%.<br /><br />O dia também foi marcado por recuperação no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 135.015 pontos, com alta de 0,2%. As ações de petroleiras caíram, impulsionadas por uma nova queda do petróleo no mercado internacional, mas a queda foi compensada pela valorização de papéis de bancos, de construtoras e de empresas de educação.<br /><br />Num dia sem grandes notícias da guerra comercial entre Estados Unidos e China, fatores internos influenciaram o mercado financeiro. Uma declaração do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, de que as expectativas de inflação continuam desconfortáveis aumentou as chances de que a autoridade monetária eleve a Taxa Selic (juros básicos da economia) na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana.<br /><br />Taxas mais altas no Brasil estimulam a migração de capitais financeiros para o país. Isso beneficiou o real, que destoou de outras moedas de países emergentes, como os pesos mexicano e chileno, que caíram perante o dólar.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Dólar cai para R$ 5,84 após suspensão de tarifaço de Trump</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-cai-para-r-584-apos-suspensao-de-tarifaco-de-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 15:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Ações]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsa sobe 3,12% e se aproxima dos 128 mil pontos Num dia de reversão no mercado financeiro, o dólar caiu cerca de R$ 0,15 após o presidente norte-americano, Donald Trump, suspender o tarifaço para todo o planeta, menos para a China. A bolsa de valores subiu mais de 3% e aproximou-se dos 128 mil pontos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3315352694" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bolsa sobe 3,12% e se aproxima dos 128 mil pontos<br /><br />Num dia de reversão no mercado financeiro, o dólar caiu cerca de R$ 0,15 após o presidente norte-americano, Donald Trump, suspender o tarifaço para todo o planeta, menos para a China. A bolsa de valores subiu mais de 3% e aproximou-se dos 128 mil pontos<br /><br />O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (9) vendido a R$ 5,845, com queda de R$ 0,152 (-2,54%). A cotação aproximou-se de R$ 6,10 por volta das 9h45 e estava pouco acima de R$ 6 até pouco antes das 14h30, quando desabou após o recuo de Trump. Na mínima do dia, por volta das 16h20, chegou a R$ 5,83.<br /><br />Mesmo com a queda desta quarta-feira, a moeda norte-americana sobe 2,53% em abril. Em 2025, a divisa acumula queda de 5,42%.<br /><br />O mercado de ações também teve um dia de recuperação. Após quatro quedas seguidas, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 127.796 pontos, com alta de 3,15%. O indicador chegou a cair 0,82% nos primeiros minutos de negociação e operava em baixa de 0,3% pouco depois das 14h, quando passou a disparar após a suspensão do tarifaço pelo governo norte-americano.<br /><br />O congelamento das medidas comerciais trouxe alívio para o mercado global. Em Nova York, o índice Dow Jones (das empresas industriais) subiu 7,87%. O S&amp;P 500 (das 500 maiores empresas) avançou 9,52%, a maior alta do indicador desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O Nasdaq (das empresas de tecnologia) ganhou 12,16%, a maior alta percentual desde janeiro de 2001.<br /><br />Em relação ao dólar, a suspensão do tarifaço fez a moeda subir perante as principais divisas fortes, como o euro e o franco suíço, e cair em relação às moedas de países emergentes, que tinham sido prejudicadas nos últimos dias. A perspectiva de que o preço das commodities (bens primários com cotação internacional) reaja daqui para a frente favoreceu os países exportadores de minérios, de petróleo e de bens agropecuários, como o Brasil.<br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Bolsas de NY despencam e dólar sobe até R$ 5,90 com guerra comercial</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bolsas-de-ny-despencam-e-dolar-sobe-ate-r-590-com-guerra-comercial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 14:55:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas de NY]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra comercial]]></category>
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					<description><![CDATA[Preços do petróleo atingem mínimas desde abril de 2021; na rede social, Trump diz que o Federal Reserve deve reduzir os juros As fortes perdas nos mercados de ações globais continuam nesta segunda-feira (7) refletindo o pânico dos investidores com a intensificação da guerra comercial na sexta-feira (4), quando a China anunciou retaliação contra as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-718973636" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Preços do petróleo atingem mínimas desde abril de 2021; na rede social, Trump diz que o Federal Reserve deve reduzir os juros<br /><br />As fortes perdas nos mercados de ações globais continuam nesta segunda-feira (7) refletindo o pânico dos investidores com a intensificação da guerra comercial na sexta-feira (4), quando a China anunciou retaliação contra as tarifas dos Estados Unidos.</p>
<p>O câmbio, no Brasil, abriu o dia em alta, cotado a <strong>R$ 5,88</strong> na venda. Às <strong>11h00</strong>, a moeda acelerava alta, subindo 1<strong>%</strong>, a<strong> R$ 5,9008</strong>. Já o Ibovespa abriu com baixo recuo, mas as perdas se acentuaram. No mesmo horário, a bolsa brasileira recuava <strong>1,9%</strong>, aos <strong>124.844</strong> mil pontos.</p>
<p>Em Wall Street, os índices derretem na abertura e o<strong> S&amp;P 500</strong> opera próximo ao território de “bear market” (mercado baixista) – expressão usada para períodos que os mercados enfrentam desvalorizações e pessimismo por parte dos investidores.</p>
<p>Do outro lado do mundo, alguns índices da Ásia contabilizaram piores resultados desde 1997.</p>
<h2>Nos Estados Unidos</h2>
<p class="paragraph inline-placeholder vossi-paragraph" data-uri="cms.cnn.com/_components/paragraph/instances/cm97413o60002356n4fpcuj37@published" data-editable="text" data-component-name="paragraph" data-article-gutter="true">As ações nos EUA despencam nesta segunda-feira, com os mercados ao redor do mundo caindo devido a preocupações sobre como as tarifas de Trump podem prejudicar a economia global e prejudicar o crescimento econômico dos EUA.</p>
<p class="paragraph inline-placeholder vossi-paragraph" data-uri="cms.cnn.com/_components/paragraph/instances/cm974a4pa0008356nlqf392jc@published" data-editable="text" data-component-name="paragraph" data-article-gutter="true">Os mercados abriram em território de baixa, chamado de <em>bear market</em> – um declínio de 20% em relação ao pico recente – após uma derrota histórica na Ásia e perdas massivas na Europa.</p>
<p class="paragraph inline-placeholder vossi-paragraph" data-uri="cms.cnn.com/_components/paragraph/instances/cm974a4pa0009356n0ummbc2y@published" data-editable="text" data-component-name="paragraph" data-article-gutter="true">O Dow tem forte queda de 3,55%. O S&amp;P 500 mais amplo, 4,51%, abrindo em território de <em>bear market</em>. O Nasdaq Composite tomba 4,97%.</p>
<p class="paragraph inline-placeholder vossi-paragraph" data-uri="cms.cnn.com/_components/paragraph/instances/cm974a4pa0009356n0ummbc2y@published" data-editable="text" data-component-name="paragraph" data-article-gutter="true">O S&amp;P 500 atingiu uma alta recorde há menos de sete semanas, em 19 de fevereiro. Se o índice fechar em território de mercado de baixa, essa seria a segunda mudança mais rápida de pico para mercado de baixa da história (a mais rápida ocorreu durante a pandemia de 2020).</p>
<p class="paragraph inline-placeholder vossi-paragraph" data-uri="cms.cnn.com/_components/paragraph/instances/cm97412yk0001356n4trg5bqn@published" data-editable="text" data-component-name="paragraph" data-article-gutter="true">O indicador de medo de Wall Street, o Cboe Volatility Index, ou VIX, subiu para níveis não vistos desde a pandemia de Covid-19, enquanto os investidores se preocupam com o próximo movimento do mercado.</p>
<h2>Na Europa</h2>
<p class="tr-story-p1">O principal índice acionário da Europa recuou para o seu menor nível em 16 meses nesta segunda-feira, com os investidores ponderando sobre a possibilidade de uma recessão, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não forneceu sinais de que vai desistir de sua agressiva guerra comercial.</p>
<p>O índice STOXX 600 caía 4,2%, a 475,15 pontos, recuando pela quarta sessão consecutiva e a caminho de seu maior declínio percentual em um dia desde a pandemia da Covid-19.</p>
<figure id="attachment_12606419" class="wp-caption alignnone fullscreen-wrapper" aria-describedby="caption-attachment-12606419"><label class="fullscreen-label" for="checkbox_attachment_12606419"></label><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-12606419 fullscreen-img" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?w=1024" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg 1696w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=300,98 300w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=768,252 768w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=1024,336 1024w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=880,288 880w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=194,64 194w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=98,32 98w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=1536,504 1536w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=150,49 150w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=250,82 250w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084239.jpg?resize=92,30 92w" alt="" width="1024" height="336" />
<figcaption id="caption-attachment-12606419" class="wp-caption-text">Comportamento do STOXX 600 entre novembro de 2024 e abril de 2025 • Refinitiv/Reprodução</figcaption>
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<p>No fim de semana, Trump disse a repórteres que ele não fará um acordo com a China até que o déficit comercial dos EUA seja resolvido, provocando uma nova onda de perdas nos mercados asiáticos.</p>
<p>“Havia alguma esperança no fim de semana de que talvez pudéssemos ver o início de uma negociação, mas as mensagens que vimos até agora sugerem que o presidente Trump está confortável com a reação do mercado e que ele vai continuar nesse curso”, disse Richard Flax, diretor de investimentos da Moneyfarm.</p>
<p>Os países da União Europeia estão avaliando a aprovação de um primeiro conjunto de contramedidas direcionadas a até US$28 bilhões em importações dos EUA nos próximos dias.</p>
<p>O bloco enfrenta tarifas de importação de 25% sobre aço, alumínio e automóveis e tarifas “recíprocas” de 20% para quase todos os outros produtos.</p>
<p>O índice de referência está cerca de 17% abaixo de sua máxima histórica, atingida em março, antes que as preocupações com as consequências econômicas da política comercial de Trump derrubassem os mercados globais.</p>
<h2>Na Ásia</h2>
<p>Na Ásia, o principal índice acionário de Hong Kong sofreu sua maior queda desde 1997 nesta segunda-feira (7).</p>
<p>O índice Hang Seng caiu 13,22%, a maior queda diária desde 1997, com as ações de empresas de tecnologia, energia solar, bancos e varejistas online afundando, uma vez que os investidores venderam qualquer ativo ligado ao crescimento e ao comércio global.</p>
<p>O índice CSI300 fechou em queda de 7,05%, já que a Central Huijin, ou a chamada “equipe nacional” de investidores apoiados pelo Estado, disse que aumentou as participações em ações chinesas para defender a estabilidade do mercado.</p>
<figure id="attachment_12606433" class="wp-caption alignnone fullscreen-wrapper" aria-describedby="caption-attachment-12606433"><label class="fullscreen-label" for="checkbox_attachment_12606433"></label><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-12606433 fullscreen-img" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?w=1024" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg 1720w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=300,93 300w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=768,238 768w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=1024,317 1024w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=880,272 880w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=194,60 194w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=100,32 100w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=1536,475 1536w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=150,46 150w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=250,77 250w, https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-07-084512.jpg?resize=97,30 97w" alt="" width="1024" height="317" />
<figcaption id="caption-attachment-12606433" class="wp-caption-text">Variação do índice Hang Seng entre novembro de 2024 e abril de 2025 • Refinitiv/Reprodução</figcaption>
</figure>
<p>Na ausência de qualquer indício de recuo por parte da Casa Branca, o foco dos investidores estará em Pequim, que pode apresentar medidas para apoiar os exportadores chineses e fortalecer a economia doméstica.</p>
<h2>Petróleo</h2>
<p class="tr-story-p1">Os preços do petróleo registram novas perdas nesta segunda-feira, caindo 3%, conforme a escalada das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China alimenta os temores de uma recessão que reduziria a demanda por petróleo, enquanto a Opep+ prepara um aumento da oferta.</p>
<p>Os valores de referência do Brent e do WTI caíam ao menor nível desde abril de 2021.</p>
<p>Os futuros do Brent perdiam US$ 1,74, ou 2,65%, para US$ 63,84 por barril às 7h55 (horário de Brasília), enquanto os do petróleo bruto dos EUA (WTI) caíam US$ 1,64, ou 2,65%, para US$ 60,35.</p>
<p>O petróleo despencou 7% na sexta-feira, depois que a China elevou as tarifas sobre os produtos dos EUA, escalando uma guerra comercial que levou os investidores a precificar uma probabilidade maior de recessão.</p>
<p>Na semana passada, o Brent e o WTI perderam 10,9% e 10,6%, respectivamente.</p>
<h2>Bitcoin</h2>
<p>O Bitcoin (BTC), principal criptoativo do mercado, tombava mais de  7% na manhã desta segunda, atingindo o patamar de US$ 76.712 e deixando o patamar dos US$ 80 mil conquistado em meio à eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos.</p>
<p>Outras criptomoedas sofreram quedas expressivas, como Ethereum (ETH) e Solana (SOL), que registraram quedas de quase 10%, e Ripple (XRP), com baixa de quase 7%, também na tarde deste domingo, segundo dados da plataforma Binance.</p>
<p>ETH e SOL estavam sendo cotadas, respectivamente, a US$ 1,618 e US$ 107,91; XRP custava US$ 1,99.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CNN</em></p>
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