<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Disputa - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/disputa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Oct 2024 13:57:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>Disputa - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Brics contorna barreiras dos EUA em disputa tecnológica com China</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brics-contorna-barreiras-dos-eua-em-disputa-tecnologica-com-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 13:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[barreiras dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Disputa]]></category>
		<category><![CDATA[Especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnológica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=45276</guid>

					<description><![CDATA[Cúpula começa nesta terça-feira, em Kazan, na Rússia Um dos papéis do Brics é contornar as dificuldades impostas pelos Estados Unidos e seus aliados ao avanço comercial e tecnológica da China. Países que sofrem bloqueios econômicos de potências ocidentais &#8211; como Irã e Rússia &#8211; também precisam do bloco para contornar a asfixia financeira das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-294686772" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Cúpula começa nesta terça-feira, em Kazan, na Rússia</p>
<p>Um dos papéis do Brics é contornar as dificuldades impostas pelos Estados Unidos e seus aliados ao avanço comercial e tecnológica da China. Países que sofrem bloqueios econômicos de potências ocidentais &#8211; como Irã e Rússia &#8211; também precisam do bloco para contornar a asfixia financeira das sanções. Enquanto isso, Brasil deve se equilibrar entre os dois principais blocos geopolíticos em disputa para colher benefícios comerciais e tecnológicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1615974&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1615974&amp;o=node" /></p>
<p>Avaliação é de especialistas em relações internacionais consultados pela Agência Brasil sobre a 16ª Cúpula do Brics em Kazan, que será realizada na Rússia, entre os dias 22 e 24 de outubro. O encontro deve reunir 23 chefes de Estado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participa presencialmente do encontro por ter sofrido um acidente doméstico no último sábado (19). Sua participação deve ocorrer por videoconferência.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="José Augusto Fontoura Costa/Arquivo Pessoal" src="https://imagens.ebc.com.br/4SuV5KR1LOfk7f-JvJ14ya9i8DM=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/18/joseaugusto.jpg?itok=wLL0xlvj" alt="Brasília (DF) 18/10/2024 - O professor de direito do comércio internacional da Universidade de São Paulo (USP), José Augusto Fontoura Costa.
Foto: José Augusto Fontoura Costa/Arquivo Pessoal" width="365" height="274" /><p class="wp-caption-text">O professor de direito do comércio internacional da Universidade de São Paulo (USP), José Augusto Fontoura Costa. Foto &#8211; José Augusto Fontoura Costa/Arquivo Pessoal</p></div>
</div>
</div>
<p>Segundo o professor de direito do comércio internacional da Universidade de São Paulo (USP), José Augusto Fontoura Costa, a China vem sofrendo com sanções econômicas estadunidenses e europeias que tentam barrar o avanço tecnológico da potência asiática.</p>
<p>As medidas incluem proibições de investimentos chineses nos EUA, da exportação de tecnologia avançada para a China, além da campanha para excluir empresas chineses na expansão da internet 5G, de alta velocidade.</p>
<blockquote>
<p>“Os Estados Unidos estão em clara guerra comercial com a China para tentar conter o desenvolvimento chinês. Por isso, a China tenta construir um espaço para sua atuação econômica, e isto é uma das coisas que interessa ao Brasil e interessa virtualmente a todos os demais participantes do Brics”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>O especialista em política internacional destacou que o principal campo de embate entre China e EUA é nos setores de tecnologia de ponta, como chips, foguetes, biotecnologia, medicamentos e química avançada.</p>
<blockquote>
<p>“É nesse campo que vai se definir quando e quem vai ser o novo ator hegemônico no mundo, se vai continuar sendo EUA, se a China vai passar ou se vai chegar em um equilíbrio”, comentou.</p>
</blockquote>
<p>Formado até então por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o Brics recebeu cinco novos membros neste ano: Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Egito. Além disso, existe a expectativa de novos parceiros serem anunciados.</p>
<h2>Imperialismo</h2>
<p>A coordenadora do grupo de pesquisa sobre Brics da PUC do Rio de Janeiro, a professora Maria Elena Rodríguez, explicou que é de interesse das potências ocidentais manter o controle sobre as principais tecnologias de ponta.</p>
<blockquote>
<p>“Isso ocorre por causa do interesse econômico. Se eu controlo uma tecnologia que ninguém mais tem, todos vão depender de mim, não só economicamente, mas também em termos de necessidades. É uma forma de manter os outros países na dependência. É o que a gente chama de imperialismo e de hegemonia e, quando se trata de tecnologia, há um pouco de colonialismo”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>A especialista em relações internacionais acredita o Brics deve desenvolver um papel para fortalecer a cooperação tecnológica entre os estados-membros.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Maria Elena Rodríguez/Arquivo Pessoal" src="https://imagens.ebc.com.br/59DWalGdGv2Sbmb56-o0mUVCHjM=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/18/mariaelena.jpg?itok=fF8o9Fz9" alt="Brasília (DF) 18/10/2024 - A coordenadora do grupo de pesquisa sobre Brics da PUC do Rio de Janeiro, a professora de relações internacionais, Maria Elena Rodríguez
Foto: Maria Elena Rodríguez/Arquivo Pessoal" width="365" height="226" /><p class="wp-caption-text">A coordenadora do grupo de pesquisa sobre Brics da PUC do Rio de Janeiro, a professora de relações internacionais, Maria Elena Rodríguez Foto &#8211; Maria Elena Rodríguez/Arquivo Pessoal</p></div>
</div>
</div>
<p>“Seguramente os bancos ocidentais, como o Banco Mundial, não têm tanto interesse que os países desenvolvam efetivamente muita tecnologia, mas penso que esse é um papel do Banco dos Brics, que tem ajudada os países a alcançarem níveis de desenvolvimento importantes”, completou Maria Elena.</p>
<p>Para o professor José Augusto, o Brics deve estruturar sistemas de financiamento e de mercados que permitam aos países desenvolverem tecnologias de ponta.</p>
<p>“Pesquisa e desenvolvimento tecnológicos precisam de muito investimento, de uma economia forte e também de mercados para o que você produz e para insumos que o país consome. E existe um razoável alcance de integração econômica entre os Brics. Sem isso, a China não teria condições sozinha de chegar na vanguarda tecnológica. Então, o Brics é fundamental”, concluiu.</p>
<p>Estima-se que o Brics concentre cerca de 36% do Produto Interno Bruto (PIB) global, superando o G7, grupo das maiores economias do planeta com Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha, que concentra cerca de 30% do PIB mundial. Além disso, o Brics concentra cerca de 42% da população mundial.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p>Na avaliação dos especialistas, o Brasil deve buscar seu espaço no bloco sem, com isso, perder espaço no grupo geopolítico liderado pelos EUA. O professor da USP José Augusto ressaltou que o Brasil deve aproveitar sua relação com a China para avançar em termos tecnológicos. Para o especialista, o país tem tecnologia de ponta em áreas de pesquisa agropecuária, tecnologia aeronáutica, de petróleo e gás, além de construção civil e de hidrelétricas.</p>
<blockquote>
<p>“O Brasil não é um vazio tecnológico, temos potencial, mas perdemos muito tempo sem investir adequadamente em desenvolvimento de ciência e tecnologia. Importante mencionar que nosso desenvolvimento tecnológico sempre foi impulsionado pelo Estado por meio de Petrobras, Embrapa e Embraer que, apesar de privada, recebe investimento público”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>Para a professora da PUC Rio, Maria Elena Rodríguez, o Brasil vem tentando construir uma agenda voltada à tecnologia por meio do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/entenda-o-programa-nova-industria-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">projeto de neo-industrialização</a> do governo federal. </p>
<p>“O Brasil está propondo que a China seja um aliado contundente, por exemplo, em tecnologias verdes que vão ajudar o Brasil nesse processo de reindustrialização. Acho que o país está se colocando bastante forte em seus processos de cooperação e fortalecimento dos países do Sul Global”, acrescentou.</p>
<div class="noticias-relacionadas rel-position rowflex"> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>Fonte: Agência Brasil</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">45276</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Disputa por vaga na Câmara Municipal de Manaus fica mais acirrada</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/disputa-por-vaga-na-camara-municipal-de-manaus-fica-mais-acirrada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 15:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Disputa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=43401</guid>

					<description><![CDATA[As novas regras da reforma política-eleitoral, aprovadas em 2021, reduziram o número de candidatos de 62 para 42 em Manaus, e o fim das coligações diminuiu em 585 o número de concorrentes. Esses eram, em sua maioria, os chamados “rabo da fila”, candidatos que obtinham cerca de 250 votos. Esses quase 150 mil votos serão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2481396631" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>As novas regras da reforma política-eleitoral, aprovadas em 2021, reduziram o número de candidatos de 62 para 42 em Manaus, e o fim das coligações diminuiu em 585 o número de concorrentes. Esses eram, em sua maioria, os chamados “rabo da fila”, candidatos que obtinham cerca de 250 votos. Esses quase 150 mil votos serão agora redistribuídos entre todos os concorrentes.<br /><br />Com 826 candidatos registrados neste ano, cada vaga de vereador em Manaus será disputada, em média, por 20,1 candidatos. Há quatro anos, eram 1.411 candidatos a vereador, o que resultava em uma média de 34,4 candidatos por vaga para as 41 cadeiras disponíveis.<br /><br />A criação da figura da Federação Partidária, um agrupamento de partidos que deve durar pelo menos quatro anos e substituiu as coligações, também ajudou a reduzir o número de candidatos a vereador em Manaus.<br /><br />Um exemplo é a Federação Fé Brasil, formada por PT, PCdoB e PV, que lançou 42 candidatos nas eleições deste ano (19 do PT, 15 do PV e 8 do PCdoB). Com as regras antigas, se cada partido concorresse individualmente, poderiam ter até 186 nomes no total.<br /><br />A linha de corte para eleger um vereador em um partido forte será mais alta, exigindo, em alguns casos, até 7.500 votos.<br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: RealTime1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">43401</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
