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	<title>direitos da ZFM - Portal NDC</title>
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		<title>Senado aprova reforma tributária mantendo direitos da ZFM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 20:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[direitos da ZFM]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[Aprovada pelo Senado, a reforma tributária preserva competitividade da ZFM, inclui refinarias de petróleo e exclui bebidas açucaradas do “imposto do pecado”. Texto retorna à Câmara para votação final. A bancada do Amazonas no Congresso Nacional, indústria, entidades e trabalhadores do polo industrial da ZFM (Zona Franca de Manaus) estão comemorando o resultado da votação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1123799328" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Aprovada pelo Senado, a reforma tributária preserva competitividade da ZFM, inclui refinarias de petróleo e exclui bebidas açucaradas do “imposto do pecado”. Texto retorna à Câmara para votação final.</p>
<p>A bancada do Amazonas no Congresso Nacional, indústria, entidades e trabalhadores do polo industrial da ZFM (Zona Franca de Manaus) estão comemorando o resultado da votação da reforma tributária no <a href="https://www12.senado.leg.br/hpsenado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Senado </a>neste dia 12 de dezembro, quinta-feira.</p>
<p>É que, por 49 votos a favor e 19 contrários, o texto da reforma tributária – projeto de lei complementar 68/2024 – foi aprovado sem grandes e calorosos debates, como ocorreu na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).</p>
<p>Além das mudanças inéditas no sistema tributário nacional, um debate que durava 30 anos, o novo texto da reforma tributária garante a competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) e a preservação dos empregos gerados no polo industrial amazonense.</p>
<p>Dessa forma, o projeto de lei 68 retorna à Câmara dos Deputados porque o Senado promoveu alterações no texto, mas deve ser votada na próxima semana, antes do recesso parlamentar.</p>
<p>Na avaliação do relator da reforma, senador Eduardo Braga (MDB-AM), a vitória é do Brasil. Isso porque o texto traz um novo sistema tributário simplificado, que garante mais segurança jurídica, combate à sonegação, redução do contencioso tributário e justiça social.</p>
<p>Além disso, afirma que é um texto de viabilidade efetiva da ZFM. Do mesmo modo, que viabiliza os empregos e o futuro do nosso estado, da nossa gente. Essa é uma vitória de todos, disse Braga após a aprovação.</p>
<p>“A zona franca venceu mais uma batalha. A reforma foi aprovada garantindo a competitividade do nosso polo, os empregos dos nossos trabalhadores e a estabilidade da economia do nosso estado”, afirmou o senador Omar Aziz, coordenador da bancada amazonense no Congresso Nacional.</p>
<p>As principais medidas aprovadas no texto do senador do Amazonas, relacionadas à ZFM, são as seguintes:</p>
<p>·        Foi eliminada a redução de 1/3 do benefício de saída do crédito presumido das indústrias incentivadas no IBS (Imposto sobre Bens e Serviços);</p>
<p>·        Houve a inclusão dos produtos que tinham o tratamento excepcional de 100% na Lei de Incentivos do Amazonas;</p>
<p>·        Autorizado o crédito presumido sobre o valor agregado , nas operações com industrialização por encomenda;</p>
<p>·        Possibilidade de utilização do crédito presumido em até 5 anos . O projeto aprovado, na Câmara dos Deputados, limitava a utilização em 6 meses;</p>
<p>·        A lista de produtos sujeitos ao IPI na ZFM estava limitada àqueles que eram fabricados em 31/12/2023. No relatório de Braga, contempla também os projetos que foram aprovados e que ainda não haviam iniciados a fabricação;</p>
<p>·        Autorizado o crédito de CBS de 6% para produtos fabricados na ZFM que tem alíquota zero de IPI em 2023;</p>
<p>·        Alíquota zero de CBS para as operações internas na ZFM (essa medida contempla principalmente o comércio);</p>
<p>·         Para produtos sem similar que vierem a ser produzidos na ZFM deverão ser observados: o piso de alíquota de IPI de 6,5% e terá alíquota máxima de 30%. Uma vez fixado, a alíquota não poderá ser alterada antes de 60 meses.</p>
<p><strong>Combustíveis na ZFM</strong></p>
<p>Além das questões específicas da Zona Franca de Manaus, o texto do Senado aprovou uma emenda do senador Omar Aziz.</p>
<p>O mandamento legal viabiliza a indústria de refino de petróleo e derivados na Amazônia ocidental.</p>
<p>Na avaliação do senador, trata-se de medida fundamental para a economia da Amazônia, garantindo emprego e gerando renda para a população.</p>
<p>Isso quer dizer que o refino de combustível, hoje privatizado no Amazonas, passa a ser considerado uma atividade industrial, apta, portanto, a gozar dos incentivos fiscais da ZFM.</p>
<p>No governo Bolsonaro essa atividade entrou na lista negativa dos produtos e com direito aos benefícios. Agora, se passar na Câmara, volta a ser incentivada.</p>
<p><strong>Bebidas açucaradas</strong></p>
<p>Quem também comemorou a aprovação da reforma tributária no Senado foi o setor de bebidas de dentro e fora da Zona Franca de Manaus.</p>
<p>A comemoração se deve ao fato de que as bebidas açucaradas (refrigerantes, sucos entre outras) vieram da Câmara dos Deputados no rol de produtos taxados pelo imposto seletivo (IS).</p>
<p>Dessa forma, o chamado “imposto do pecado” sobretaxa produtos nocivos à saúde e meio ambiente, por exemplo.</p>
<p>Como as bebidas açucaradas são relacionadas à obesidade e à saúde pública, o governo listou no IS. O que foi aprovado pelos deputados.</p>
<p>Mas, no Senado, Aziz, com a anuência e voto de Braga, justificou a exclusão das bebidas com açúcar porque a maioria delas é consumida pelos mais pobres.</p>
<p>O senador do Amazonas chegou a citar a “garapa nordestina” (caldo de cana) como um desses produtos.</p>
<p><strong>Vitória da indústria</strong></p>
<p>A Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (Abir), que tem em sua rede de associadas as multinacionais Ambev e Coca-Cola, comemorou o resultado da votação. </p>
<p>De acordo com o seu presidente, Victor Bicca, a vitória no Senado demonstra a importância do setor para o país.</p>
<p>Isso porque gera mais de 2 milhões de empregos, milhares de empresas, principalmente pequenas e médias, que seriam afetadas.</p>
<p>E é importante para a ZFM porque todo o setor compra concentrado de guaraná e cana de açúcar produzido no Amazonas.</p>
<p>“O mais importante é que foi feito justiça a esse setor, que agrega valor, traz desenvolvimento ao país, gera emprego e que estava sendo punido de forma injusta. Isso porque esse setor não é o grande culpado pela obesidade”, disse o presidente da Abir.</p>
<p>Bicca argumentou ainda que obesidade é uma questão multifatorial e o próprio Ministério da Saúde mostra que, enquanto a obesidade cresceu no país, mais de 100% nos últimos anos, a frequência do consumo de bebidas açucaradas caiu 50%.</p>
<p>“Então, o Senado está corrigindo uma das questões da reforma tributária que precisava ser corrigida”</p>
<p><strong>Votação na Câmara</strong></p>
<p>Com a aprovação no Senado, o texto da reforma tributária retorna à Câmara dos Deputados.</p>
<p>O presidente executivo do Centro das Indústrias do Amazonas (Cieam), Lúcio Flávio de Oliveira, diz confiar na votação da Câmara e no empenho da bancada dos oito deputados federais.</p>
<p>“Após vencer essa batalha, o importante agora é ir para a segunda frente, que será na Câmara Federal. A expectativa é que a gente consiga também aprovar esse texto, com os ajustes que foram feitos no Senado, lá na Câmara”..</p>
<p><strong>Empenho e compromisso</strong></p>
<p>Da mesma forma, o presidente executivo da Eletros, José Jorge do Nascimento Júnior, aguarda e espera que a bancada do Amazonas também construa essa caminhada para que o que foi aprovado no Senado se repita na Câmara dos Deputados. </p>
<p>“Teremos que fazer vários acordos, conversar muito, mas entendo que novamente a classe trabalhadora e dos produtores, setores produtivos dos empresários e toda a bancada do Amazonas se unam para que a gente possa ratificar o que o Senado fez, garantido a manutenção das vantagens comparativas na Zona Franca de Manaus”.</p>
<p>Por fim, como coordenador da bancada, Aziz se comprometeu a acompanhar de perto a tramitação.</p>
<p>Aziz disse que ficará vigilante na votação de retorno à Câmara, visto que há um compromisso do presidente daquela casa, Arthur Lira (PP-AL), e do relator da Câmara, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) de manter o que foi aprovado no Senado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
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