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	<title>Desmatamento - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Desmatamento - Portal NDC</title>
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		<title>Desmatamento na Amazônia aumenta e reduz as chuvas, afirma estudo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desmatamento-na-amazonia-aumenta-e-reduz-as-chuvas-afirma-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 18:35:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisas anteriores já haviam mostrado que a redução da vegetação diminui a quantidade de água absorvida para a atmosfera O desmatamento na Amazônia provoca mais chuvas na estação chuvosa e menos chuvas na estação seca, de acordo com uma nova pesquisa publicada nesta quarta-feira (5), que destaca o papel &#8220;essencial&#8221; da floresta tropical na regulação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1631798363" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pesquisas anteriores já haviam mostrado que a redução da vegetação diminui a quantidade de água absorvida para a atmosfera<br /><br />O desmatamento na Amazônia provoca mais chuvas na estação chuvosa e menos chuvas na estação seca, de acordo com uma nova pesquisa publicada nesta quarta-feira (5), que destaca o papel &#8220;essencial&#8221; da floresta tropical na regulação do clima local e global.<br /><br />A perda de árvores na região da Amazônia, impulsionada principalmente pela agricultura predatória, mineração e desmatamento, compromete a capacidade da floresta tropical de absorver dióxido de carbono, gás que aquece o planeta.<br /><br />Pesquisas anteriores já haviam mostrado que a redução da vegetação diminui a quantidade de água absorvida para a atmosfera, o que leva a condições geralmente mais secas.<br /><br />A nova pesquisa, publicada na revista Nature, teve como objetivo obter uma visão mais detalhada, utilizando simulações climáticas regionais e dados de satélite da floresta entre 2000 e 2020.<br /><br />Os pesquisadores, baseados na China e na Tailândia, descobriram que os impactos na Amazônia variam conforme as estações.<br /><br />Foram registradas mais chuvas especificamente sobre áreas onde as árvores foram derrubadas durante a estação chuvosa (de dezembro a fevereiro), enquanto na estação seca (de junho a agosto), quando as plantas mais precisam, houve menos chuvas em uma região mais ampla.<br /><br />&#8220;Devido ao seu papel fundamental na regulação do clima regional e global, são necessários esforços contínuos para proteger as florestas restantes na Amazônia, bem como reabilitar as terras degradadas&#8221;, concluem os autores.<br /><br />Os especialistas destacaram que a perda de árvores na Amazônia, frequentemente causada pela expansão ilegal da agricultura, representa uma ameaça particular para as colheitas.<br /><br />&#8220;Durante a temporada de chuvas, as áreas desmatadas experimentaram um aumento notável na precipitação (0,96 mm por mês para cada ponto percentual de perda de floresta)&#8221;, detalha o texto.<br /><br />O aumento das precipitações &#8220;poderia exacerbar as inundações na estação chuvosa em certas regiões desmatadas, prejudicando a agricultura regional e a economia social&#8221;, disseram.<br /><br />No geral, os autores descobriram que o desmatamento contínuo na Amazônia &#8220;poderia levar a uma diminuição no total de precipitações&#8221;, o que ameaçaria a fauna, intensificaria as secas e agravaria os incêndios florestais, além de reduzir a capacidade de absorção de CO2.<br /><br />A diminuição das chuvas regionais também poderia resultar em &#8220;perdas econômicas substanciais na agricultura&#8221;.</p>
<div class="PUB"><strong>FUTURA SAVANA?</strong><br />
<div class="PUB"> </div>
</div>
<div>Em um comentário relacionado ao estudo e também publicado na Nature, Wim Thiery, professor associado da Vrije Universiteit, em Bruxelas, afirmou que a pesquisa era &#8220;pioneira&#8221; e que esse tipo de estudo é importante para compreender as complexas interações entre desmatamento, mudança climática e saúde das plantas.</div>
<div> </div>
<div class="PUB">Isso poderia ajudar os pesquisadores a avaliar se a floresta tropical está se aproximando de um chamado &#8220;ponto de inflexão&#8221;, o que poderia fazer com que esse ecossistema crucial se transformasse em uma savana, disse Thiery, que não participou da pesquisa.</div>
<div> </div>
<div class="PUB">Em um estudo publicado na Nature no ano passado, um grupo internacional de cientistas estimou que entre 10% e 47% da Amazônia estará exposto às tensões combinadas do aquecimento global e da perda da florestal até 2050, o que poderia levar a uma mudança generalizada em seu ecossistema, fazendo com que liberasse o carbono que armazena, impulsionando ainda mais o aquecimento global e intensificando seus efeitos.</div>
<div> </div>
<div class="PUB">A seca assolou a região da Amazônia desde meados de 2023 até 2024, impulsionada pela mudança climática causada pelo homem e pelo fenômeno de aquecimento El Niño, ajudando a criar condições para incêndios florestais recordes.</div>
<div> </div>
<div class="PUB">A nível global, a tendência de destruição da floresta tropical continua, apesar das promessas do governo de acabar com essa prática até 2030, segundo o relatório &#8220;Forest Declaration Assessment&#8221; de 2024, realizado por organizações de pesquisa, ONGs e grupos de defesa da região.</div>
<div> </div>
<div><em><strong>Fonte: Diário Pernambuco </strong></em></div>
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		<item>
		<title>Desmatamento na Amazônia Aumenta 68% em Janeiro, Equivalente à Destruição de 400 Campos de Futebol por Dia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desmatamento-na-amazonia-aumenta-68-em-janeiro-equivalente-a-destruicao-de-400-campos-de-futebol-por-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 16:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento na Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[O desmatamento na Amazônia atingiu 133 km² em janeiro de 2025, registrando um aumento de 68% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O índice representa a sexta maior área desmatada da série histórica para o mês, equivalendo à destruição de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3610824776" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O desmatamento na Amazônia atingiu 133 km² em janeiro de 2025, registrando um aumento de 68% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O índice representa a sexta maior área desmatada da série histórica para o mês, equivalendo à destruição de cerca de 400 campos de futebol por dia.<br /><br />O estado do Mato Grosso liderou a devastação na região, respondendo por 45% da perda de vegetação detectada. Roraima (23%) e Pará (20%) aparecem na sequência, sendo responsáveis, junto com o Mato Grosso, por 88% da área desmatada na Amazônia Legal.<br /><br />Outro dado preocupante é o avanço da derrubada de árvores em áreas protegidas. Das dez Terras Indígenas mais afetadas pelo desmatamento, sete estão total ou parcialmente localizadas em Roraima, colocando em risco comunidades tradicionais e a biodiversidade local. “A destruição dessas terras impacta diretamente os povos originários, que dependem da floresta para sua sobrevivência, além de comprometer a manutenção da biodiversidade de fauna e flora e a regulação climática. É preciso ações para atuar nos locais apontados como mais críticos”, alerta Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.<br /><br />Além do crescimento do desmatamento, a degradação florestal também apresentou números alarmantes. No primeiro mês do ano, a derrubada parcial da vegetação devido a queimadas e extração de madeira alcançou 355 km², volume 21 vezes maior que o registrado no mesmo período de 2024, quando 16 km² foram afetados.<br /><br />O índice de degradação é o terceiro maior da série histórica para janeiro, ficando atrás apenas de 2015 (389 km²) e 2011 (376 km²). Os estados mais impactados foram o Pará, com 116 km² degradados (46% do total), e o Maranhão, que somou 144 km² (40%), concentrando juntos 86% das áreas atingidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Gazeta Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Pesquisa expõe vulnerabilidade de Terras Indígenas frente ao desmatamento</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pesquisa-expoe-vulnerabilidade-de-terras-indigenas-frente-ao-desmatamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2025 14:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[O relatório Desmatamento em Terras Indígenas na Amazônia e Cerrado – Prodes 2024, divulgado pelo Instituto Socioambiental (ISA), apresenta um panorama atualizado sobre a preservação e os desafios enfrentados pelas Terras Indígenas (TIs) nos dois biomas. Apesar de desempenharem um papel fundamental na conservação ambiental, essas áreas continuam sob intensa pressão de atividades ilegais e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1150599682" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O relatório Desmatamento em Terras Indígenas na Amazônia e Cerrado – Prodes 2024, divulgado pelo Instituto Socioambiental (ISA), apresenta um panorama atualizado sobre a preservação e os desafios enfrentados pelas Terras Indígenas (TIs) nos dois biomas.<br /><br />Apesar de desempenharem um papel fundamental na conservação ambiental, essas áreas continuam sob intensa pressão de atividades ilegais e atrasos nos processos de demarcação.<br /><br />Entre agosto de 2023 e julho de 2024, o desmatamento na Amazônia caiu 30,6% em relação ao período anterior, a maior redução percentual em 15 anos.<br /><br />No Cerrado, houve uma queda de 25,7%, marcando a menor taxa desde 2019. Contudo, a situação das Terras Indígenas é contrastante: enquanto o bioma amazônico registrou estabilidade no desmatamento dessas áreas, o Cerrado apresentou um aumento expressivo de 34,2%, com 10.150 hectares desmatados.<br /><br />A Amazônia abriga 337 TIs oficialmente reconhecidas, cobrindo mais de 107,5 milhões de hectares, o equivalente a 25,4% do bioma. Dentro dessas terras, apenas 1,74% da vegetação original foi desmatada até 2024, em contraste com os 27% perdidos em áreas fora das TIs.<br /><br />Entre as Terras Indígenas mais afetadas, destacam-se a TI Sararé (MT), que registrou um aumento de 520% no desmatamento em relação a 2023, e a TI Cachoeira Seca (PA), impactada pela presença de ocupantes ilegais e pelo avanço do garimpo.<br /><br />Na TI Andirá-Marau (PA/AM), o desmatamento cresceu 795%, associado a queimadas que devastaram quase 10 mil hectares de floresta entre agosto e dezembro de 2023.<br /><br />No Cerrado, que já perdeu 52,2% de sua vegetação original, as Terras Indígenas enfrentam maior fragilidade. Das 120 TIs mapeadas, 79% do desmatamento ocorreu em áreas sem demarcação concluída.<br /><br />A TI Porquinhos dos Canela-Apanyekrá (MA) foi a mais desmatada em 2024, com perda de 5.876 hectares, representando 58% do total desmatado em TIs no bioma.<br /><br />A TI Wedezé (MT), território do povo Xavante, registrou um aumento de 979% no desmatamento em relação a 2023. O avanço da agropecuária é apontado como um dos principais fatores de pressão, com dados indicando mais de 13 mil hectares de lavouras mecanizadas dentro da TI.<br /><br />O relatório apresenta o papel estratégico das Terras Indígenas na conservação ambiental, mas indica a necessidade de avanços nos processos de demarcação para garantir maior proteção.<br /><br />“A delimitação por si só não é suficiente para conter ocupações ilegais. A homologação plena é essencial para assegurar a integridade desses territórios”, afirmou Tiago Moreira dos Santos, antropólogo do ISA.<br /><br />Além da proteção ambiental, relatório alerta que as TIs são fundamentais para preservar a sociobiodiversidade e os direitos dos povos indígenas, no entanto, a falta de regularização contribui para o avanço de atividades ilegais, como garimpo, queimadas e pecuária irregular, comprometendo a integridade desses territórios e ampliando os impactos ambientais em escala regional.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: RealTime1</em></p>
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		<item>
		<title>Incêndios na Amazônia Legal aumentam 42% em 2024, mas desmatamento cai 30%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/incendios-na-amazonia-legal-aumentam-42-em-2024-mas-desmatamento-cai-30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 15:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
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					<description><![CDATA[Total de queimadas é o mais elevado desde 2007, refletindo a combinação de fatores como a seca prolongada e atividades humanas, especialmente a limpeza de áreas para a agricultura A Amazônia Legal registrou um número alarmante de incêndios em 2024, totalizando 140.328 ocorrências, o que representa um aumento de 42% em relação ao ano anterior, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3307560233" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Total de queimadas é o mais elevado desde 2007, refletindo a combinação de fatores como a seca prolongada e atividades humanas, especialmente a limpeza de áreas para a agricultura<br /><br />A Amazônia Legal registrou um número alarmante de incêndios em 2024, totalizando 140.328 ocorrências, o que representa um aumento de 42% em relação ao ano anterior, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Este total é o mais elevado desde 2007, refletindo a combinação de fatores como a seca prolongada e atividades humanas, especialmente a limpeza de áreas para a agricultura. Embora os incêndios tenham aumentado, o desmatamento na Amazônia apresentou uma queda significativa, com uma redução superior a 30% nos doze meses até agosto de 2024.<br /><br />Essa diminuição é a mais acentuada em quase uma década. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem enfatizado a importância de proteger a Amazônia, especialmente com a iminente Conferência Climática COP30 da ONU em Belém e acontece em novembro. As condições climáticas adversas, exacerbadas pelo fenômeno El Niño e pelas mudanças climáticas, têm contribuído para a severidade dos incêndios. Especialistas alertam que, se o desmatamento persistir, a Amazônia poderá se tornar uma fonte de emissão de carbono, superando sua capacidade de absorção.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>PF faz operação contra desmatamento e grilagem no sul do Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pf-faz-operacao-contra-desmatamento-e-grilagem-no-sul-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 16:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A PF cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Tapauá, no Amazonas, e Curitiba, no Paraná. Depois da diligência contra corrupção no Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), que resultou no afastamento do diretor-presidente do órgão, Juliano Valente, a Polícia Federal (PF) realizou mais uma operação nesta terça-feira (10) no estado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-389335692" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A PF cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Tapauá, no Amazonas, e Curitiba, no Paraná.<br /><br />Depois da diligência contra corrupção no Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), que resultou no afastamento do diretor-presidente do órgão, Juliano Valente, a Polícia Federal (PF) realizou mais uma operação nesta terça-feira (10) no estado.<br /><br />Trata-se da operação Pasto Oculto, cuja finalidade foi reprimir os crimes de desmatamento ilegal e invasão de terras da União em três fazendas no sul do estado.<br /><br />Durante a operação, foram apreendidas joias, uma grande quantidade de esmeraldas e obras de artes com certificados de autenticidade.<br /><br />São apurados os crimes de desmatamento, invasão de terras da União e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas são de até 17 anos de prisão.<br /><br />A PF cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Tapauá, no Amazonas, e Curitiba, no Paraná. Houve ordem judicial para o sequestro de mais de R$ 170 milhões de reais<br /><br />De acordo com a corporação, a investigação iniciou-se por meio de cruzamento de dados de alertas, feitos por programas periciais avançados, em que apontaram local de corte ilegal de árvores.<br /><br />“Por meio do projeto pericial Tukano, da Polícia Federal, foi possível identificar o desflorestamento de grandes extensões (mais de 2.000 hectares), em três fazendas no sul do estado do Amazonas. A PF apurou que não havia licença ambiental para supressão da vegetação nas áreas analisadas”, diz nota da PF.<br /><br /><br /><br />Fonte: BNC Amazonas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Amazônia: desmatamento dobra em julho sem fiscalização do governo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonia-desmatamento-dobra-em-julho-sem-fiscalizacao-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 17:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Área de vegetação]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[sem fiscalização do governo]]></category>
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					<description><![CDATA[Área de vegetação perdida soma 204 quilômetros quadrados, conforme alertas do Inpe A área com alertas de desmatamento na Amazônia mais que dobrou no período de primeiro de julho a 12 de julho, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são do sistema Deter, produzidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). No [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2113827813" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Área de vegetação perdida soma 204 quilômetros quadrados, conforme alertas do Inpe</p>
<p>A área com alertas de desmatamento na Amazônia mais que dobrou no período de primeiro de julho a 12 de julho, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são do sistema Deter, produzidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (<a href="https://www.gov.br/inpe/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inpe</a>).</p>
<p>No período citado de 2023 as áreas com alertas de desmatamento foi equivalente a 101,5 quilômetros quadrados (km²). No intervalo deste ano, o número saltou para 204,29 km². Os números de alertas, no mesmo período, passaram de 601 para 1.160.</p>
<p>Apesar da disparada nos primeiros dias de julho, no ano o resultado ainda é de uma retração na perda de vegetação de 32,8%. A área com alerta de desmatamento em 2023 de 1º de janeiro a 12 de julho foi de 2.750 km². Neste ano, o somatório resulta em 1.847 km².</p>
<p>Os dados do <a href="http://www.obt.inpe.br/OBT/assuntos/programas/amazonia/deter/deter" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Deter</a> não informam a área real desmatada. Ela é medida por outra ferramenta do Inpe, o Prodes e é calculada de agosto de um ano a julho do outro. O Deter tem como principal finalidade dizer onde há indícios de desmatamento para que a fiscalização possa atuar antes que o crime ambiental seja concretizado.</p>
<p>Acontece que no momento, os servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) estão em greve. Eles reivindicam melhores salários e reforma na carreira.</p>
<p>Sem sucesso nas negociações, o governo federal entrou com uma ação no Superior Tribunal de Justiça (<a href="https://www.metropoles.com/tag/stj" target="_blank" rel="noreferrer noopener">STJ</a>) para dar fim à greve dos servidores públicos. O pedido foi protocolado no último dia 2.</p>
<p>Os servidores afirmam, em um comunicado distribuído à imprensa, que em 2023 a atuação deles contribuiu para reduzir em 49,8% o desmatamento na comparação com 2022.</p>
<p>As declarações estão em uma carta assinada pela Associação Nacional dos Servidores de Carreira de Especialista em Meio Ambiente (Ascema).</p>
<p>Leia mais na matéria de Deivid Souza e Maria Eduarda Portela no <a href="https://www.metropoles.com/brasil/sem-fiscais-desmatamento-dobra-no-comeco-de-julho-na-amazonia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Metrópoles</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="wp-block-heading"> </h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">42432</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estados da Amazônia Legal lançam plano de cooperação para combater desmatamento e queimadas na COP 28</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/estados-da-amazonia-legal-lancam-plano-de-cooperacao-para-combater-desmatamento-e-queimadas-na-cop-28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Dec 2023 01:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados da Amazônia Legal lançaram, neste sábado (02/12), um Plano de Cooperação Regional para Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas. Com previsão de investimento total de R$ 250 milhões, o anúncio foi feito durante a COP 28, que ocorre em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O plano integrado foi elaborado por meio da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1308272581" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Os Estados da Amazônia Legal lançaram, neste sábado (02/12), um Plano de Cooperação Regional para Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas. Com previsão de investimento total de R$ 250 milhões, o anúncio foi feito durante a COP 28, que ocorre em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>O plano integrado foi elaborado por meio da Câmara Técnica de Meio Ambiente do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal (CAL). O objetivo é ordenar a atuação ambiental entre os estados, em especial na defesa das divisas. É o que destaca o secretário de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Taveira.</p>
<p>“O projeto vai ser tocado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e, para o financiamento, a gente apresentou o projeto ao Fundo Verde do Clima (Green Climate Fund). A gente está aguardando essa resposta, mas o projeto está elegível, do ponto de vista dos requisitos e, caso aprovado em 2024, a gente começa a implementação dessas infraestruturas e desse trabalho em conjunto”, ressaltou.</p>
<p>Segundo Taveira, a proposta é que o projeto resulte em maior eficiência e menor custo das operações, com relação a uma atuação autônoma de cada estado. A iniciativa deve se somar a outros mecanismos em implementação pelo Governo do Amazonas para ampliar as ações de combate ao desmatamento e às queimadas ilegais em 2024.</p>
<p><div id="attachment_32686" style="width: 1163px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-32686" class="size-full wp-image-32686" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Sema-01-Lancamento-PCR-Heber-Barros_CAL.jpeg" alt="" width="1153" height="768" /><p id="caption-attachment-32686" class="wp-caption-text">Foto: Heber Barros/CAL</p></div></p>
<p>“Nós já temos um projeto que está sendo submetido ao Fundo Amazônia, junto ao Corpo de Bombeiros, para captar R$ 45 milhões para a estruturação de brigadas e aquisições especializadas no combate a queimadas ilegais. Essa união entre os Estado será de extrema relevância para que a gente consiga manter as reduções que tivemos neste ano, de mais de 60% do desmatamento e 8% das queimadas”, afirmou.</p>
<h3>Participação em painéis</h3>
<p>Também neste sábado (02/12), o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), participou do painel “Agregando valor aos produtos da floresta: soluções tecnológicas e arranjos pré-competitivos para as bioeconomias da Amazônia”, realizado pelo CAL, e do painel “Florestas e Bioeconomia: Conservação e restauração dos biomas brasileiros como instrumento da agenda climática”, promovido pela Associação Brasileira de Entidades do Meio Ambiente (Abema).</p>
<p>As pautas principais dos encontros foram financiamento climático, esforços para apoiar a bioeconomia e os desafios para a manutenção da floresta em pé e redução das emissões. “Participamos como debatedores nessas mesas, já apresentando as perspectivas do nosso Programa Amazonas 2030, que será apresentado aqui na COP 28 no domingo (03/12)”, completou o secretário da Sema.</p>
<h3>Amazonas na COP 28</h3>
<p>Nos próximos quatro dias, o governador Wilson Lima, acompanhado pelo secretário da Sema, Eduardo Taveira, cumpre uma intensa agenda de encontros com empresários, representantes de instituições financeiras e de outros estados brasileiros e países em busca de reforçar investimentos para o desenvolvimento sustentável no estado.</p>
<p>O principal compromisso é o lançamento do Programa Amazonas 2030 para redução do desmatamento no estado, que será executado com recursos arrecadados a partir da venda de créditos de carbono. O objetivo é alcançar o desmatamento líquido zero no estado nos próximos seis anos.</p>
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<p>Com informações da assessoria</p>
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		<title>Operação Tamoiotatá aplica multas de R$ 10,2 milhões no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/operacao-tamoiotata-aplica-multas-de-r-102-milhoes-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 21:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[CBMAM]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A sétima fase da Operação Tamoiotatá 3, realizada de (28) de julho a (17) de agosto de 2023, resultou em mais de R$ 10,2 milhões em multas aplicadas. A operação de fiscalização de crimes ambientais e combate a desmatamentos e queimadas foi realizada nos municípios do sul do Amazonas. A maioria das ocorrências foi registrada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3236196509" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A sétima fase da Operação Tamoiotatá 3, realizada de (28) de julho a (17) de agosto de 2023, resultou em mais de R$ 10,2 milhões em multas aplicadas. A operação de fiscalização de crimes ambientais e combate a desmatamentos e queimadas foi realizada nos municípios do sul do Amazonas.</p>
<p>A maioria das ocorrências foi registrada em Humaitá (a 590 quilômetros de Manaus). No município, foram 26 alvos fiscalizados; 2.053 quilômetros percorridos (por viatura); 20 autos de infração; R$ 10.014.824,45 em multas aplicadas; 16 áreas embargadas, que juntas somam 317,5 hectares; uma notificação; e cinco apreensões. Não houve registro de prisões.</p>
<p>Já em Apuí (a 453 quilômetros da capital), a operação resultou em 16 alvos fiscalizados; 1.784 quilômetros percorridos (por viatura); dois autos de infração, que somam R$ 255.475,00 de multas aplicadas; 15 áreas embargadas, que totalizam 46,8 hectares. No município não houve notificações, prisões ou apreensões.</p>
<h3>Números em geral</h3>
<p>Conforme dados consolidados, da 1ª a 7ª fase da Operação Tamoiotatá 3, realizada de (29) de março a (17) de agosto de 2023, foram 287 pontos fiscalizados; 30.181 quilômetros percorridos (por viatura); 130 autos de infração; R$ 231.570.997,16 em multas aplicadas; 220 áreas embargadas, que representam mais de 1,122 milhão de hectares; 20 notificações; quatro prisões; e 29 apreensões.</p>
<p>Durante o período, a Operação Tamoiotatá ocorreu nos municípios de Apuí, Canutama, Humaitá, Lábrea, Manicoré e Novo Aripuanã, todos no sul do Amazonas.</p>
<h3>Operação integrada</h3>
<p>A operação Tamoiotatá 3 é coordenada pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), com o apoio da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).</p>
<p>Cada fase conta com efetivos do Ipaam, Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) e das Polícias Militar (PMAM) e Civil (PC-AM), uma parceria do Governo do Estado com o Governo Federal</p>
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		<title>Desmatamento cresceu 20% em 2021, afetando todos os biomas do país</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desmatamento-cresceu-20-em-2021-afetando-todos-os-biomas-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 13:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
		<category><![CDATA[cresceu 20%]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2021, o Brasil perdeu 16,5 mil quilômetros quadrados de cobertura de vegetação nativa. O número representa aumento de 20% em relação a 2020. A velocidade dos eventos também sofreu aceleração: em 2021, o Brasil perdeu 189 hectares por hora. As informações constam no Relatório Anual do Desmatamento no Brasil, lançado nesta segunda-feira (18/7) pela rede MapBiomas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1126009434" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em 2021, o Brasil perdeu 16,5 mil quilômetros quadrados de cobertura de vegetação nativa. O número representa aumento de 20% em relação a 2020.</p>
<p data-gtm-vis-recent-on-screen-8752935_845="2687" data-gtm-vis-first-on-screen-8752935_845="2687" data-gtm-vis-total-visible-time-8752935_845="100" data-gtm-vis-has-fired-8752935_845="1">A <a href="https://www.metropoles.com/brasil/meio-ambiente-brasil/junho-bate-recorde-de-desmatamento-ilegal-na-amazonia-pelo-3o-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">velocidade dos eventos também sofreu aceleração</a>: em 2021, o Brasil perdeu 189 hectares por hora. As informações constam no Relatório Anual do Desmatamento no Brasil, lançado nesta segunda-feira (18/7) pela rede <a href="https://mapbiomas.org/o-projeto" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">MapBiomas</a>.</p>
<p>Segundo o estudo, os seis biomas brasileiros tiveram crescimento no índice de desmatamento. A <a href="https://www.metropoles.com/tag/amazonia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">área mais impactada foi a Amazônia, que concentrou 59% das perdas de 2021.</a></p>
<blockquote>
<p>Foram mais de 977 mil hectares de vegetação nativa destruída no local, um crescimento de quase 155 em relação a 2020.</p>
</blockquote>
<p>Somente neste bioma, foram desmatados 111,6 hectares por hora, ou 1,9 hectare por minuto — o equivalente a 18 árvores por segundo.</p>
<p>Em segundo lugar na lista aparece o Cerrado, com cerca de 500 mil hectares desmatados em 2021. O bioma concentrou 30,2% do desmatamento no Brasil no ano passado. Depois, aparecem a Caatinga (7%), a Mata Atlântica (1,8%), o Pantanal (1,7%) e o Pampa (0,1%).</p>
<p>O relatório também listou os estados com maior índice de desmatamento: Pará (24,3% do total), Amazonas (11,8%), Mato Grosso (11,5%), Maranhão (10,1%) e Bahia (9,2%). Juntas, as unidades federativas responderam por 67% da área desmatada no Brasil no passado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4204" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Copia-de-3-Cards_Galeria_de_Fotos-37-1024x683-1.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4205" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/280921-IE-painel-do-fogo-combate-ao-fogo-na-amazonia-097.jpg" alt="" width="958" height="639" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4207" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Fogo-painel-2-e1644011586511.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<h4>Tendência de aumento</h4>
<p>O crescimento dos índices de desmatamento tem sido recorrente, aponta o relatório. Segundo o MapBiomas, entre 2019 e 2021, a área desmatada alcançou 42 mil quilômetros quadrados, quase a área do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Nos últimos anos, a indústria da agropecuária foi o principal vetor de pressão para o problema, representando 97,8% dos casos registrados.</p>
<p>Em seguida, aparecem outros vetores, como pressão por construção de usinas eólicas e solares (1,3%), garimpo9 (0,6%), expansão urbana (0,2%) e mineração (0,1%).</p>
<p>Fotos: Igo Estrela / Metrópoles</p>
<p>Fonte: Metrópoles</p>
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