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	<title>Desembargador - Portal NDC</title>
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	<title>Desembargador - Portal NDC</title>
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		<title>CNJ afasta juiz e desembargador do Amazonas em caso da Eletrobras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 10:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Desembargador]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrobras]]></category>
		<category><![CDATA[juiz]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Decisão é do ministro Mauro Campbell, que afastou juiz da comarca de Presidente Figueiredo (AM), Jean Pimentel, e do desembargador Elci Simões, ambos do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM)<br /><br />O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, determinou o afastamento imediato do juiz da comarca de Presidente Figueiredo (AM), Jean Pimentel, e do desembargador Elci Simões, ambos do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por decisões judiciais que resultaram em um prejuízo temporário de cerca de R$ 150 milhões à Eletrobras. <br /><br />A informação foi publicada pela coluna do Lauro Jardim, do jornal O Globo. O episódio, que ocorreu há dez dias, envolveu o pagamento de valores a um homem que alegava ser credor de títulos emitidos na década de 1970.<br /><br />A empresa contestou a legalidade do pagamento e acionou o Superior Tribunal de Justiça (STJ), que determinou a devolução da quantia. Um dos beneficiários do repasse, Bruno Thomé, nasceu em 1985 e reivindicava títulos emitidos antes de seu nascimento, o que reforçou as suspeitas da Eletrobras sobre uma possível fraude.<br /><br />Diante do caso, Campbell não apenas afastou os magistrados, mas também determinou o lacre de seus gabinetes no TJAM, assim como a apreensão de notebooks, celulares e tablets funcionais. Os equipamentos serão periciados por uma equipe do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com apoio da Polícia Federal.<br /><br />A investigação também se estenderá aos servidores da Vara Única de Presidente Figueiredo, comarca onde Pimentel atuava como juiz titular e de onde partiram as ordens judiciais que possibilitaram o pagamento. Todos os acessos aos sistemas do Judiciário por parte dos magistrados e servidores foram suspensos.<br /><br />Segundo Campbell, as circunstâncias do caso são &#8220;estarrecedoras&#8221;. O corregedor apontou a &#8220;aceleradíssima tramitação&#8221; do processo, no qual os R$ 150 milhões foram liberados sem uma análise detalhada sobre a validade dos títulos e a legitimidade do beneficiário.<br /><br />Há indícios de que a escolha de Presidente Figueiredo como foro para a ação pode ter sido inadequada, pois a sede da Eletrobras e outros envolvidos estão situados em Manaus. Além disso, o juiz Pimentel autorizou o pagamento em menos de uma hora após o pedido dos advogados de Thomé, o que foi classificado como &#8220;temerário&#8221;. Já o desembargador, inicialmente, suspendeu o pagamento, mas depois reverteu sua decisão, facilitando a liberação dos valores.<br /><br />Campbell destacou que Pimentel, mesmo antes da decisão do STJ, chegou a revogar sua própria determinação de pagamento, o que, para o corregedor, evidencia o caráter &#8220;teratológico&#8221; da decisão inicial, que deveria ter sido tomada com mais cautela.<br /><br /><br /><em>Fonte: A Crítica</em></p>
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		<title>Desembargador autoriza obras no ‘meião’ da BR-319</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desembargador-autoriza-obras-no-meiao-da-br-319/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 13:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BR-319]]></category>
		<category><![CDATA[Desembargador]]></category>
		<category><![CDATA[Dnit]]></category>
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					<description><![CDATA[O desembargador Flávio Jardim entendeu que não repavimentar a rodovia &#8220;perpetua o isolamento de milhares amazonenses&#8221;. O desembargador Flávio Jardim, do TRF1, Tribunal Regional Federal da 1ª Região, determinou na noite desta segunda-feira, 7, que o governo federal prossiga com seu processo para retomada das obras de repavimentação da BR-319,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O desembargador Flávio Jardim entendeu que não repavimentar a rodovia &#8220;perpetua o isolamento de milhares amazonenses&#8221;.<br /><br />O desembargador Flávio Jardim, do TRF1, Tribunal Regional Federal da 1ª Região, determinou na noite desta segunda-feira, 7, que o governo federal prossiga com seu processo para retomada das obras de repavimentação da BR-319, no chamado trecho do meio da rodovia, o “meião”, como também é conhecido.<br /><br />A ordem está num efeito suspensivo que o magistrado acolheu em agravo de decisão da primeira instância da Justiça Federal no Amazonas.<br /><br />Essa decisão, do dia 25 de julho deste ano, suspendia a licença prévia do Ibama para a reconstrução e asfatamento do meião. Esse trecho é de quase 406 quilômetros, entre Manaus e Humaitá, no Sul do Amazonas.<br /><br />A ação que gerou a queda da licença foi da Organização Não Governamental (ONG) Observatório do Clima. Ela alegou que a licença desconsiderou dados técnicos, análises científicas e estudos de impactos climáticos.<br /><br />A ONG argumentou que a abertura da BR-319 implica risco ambiental, grilagem, conflitos sociais por terra e risco de pandemias.</p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>O isolamento social</strong></h4>
<p>No entanto, o desembargador Flávio Jardim entendeu que não repavimentar a rodovia “perpetua o isolamento de milhares amazonenses que dependem dessa infraestrutura para exercerem plenamente seus direitos fundamentais”.</p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>OAB na causa</strong></h4>
<p>Esse foi um dos argumentos que o magistrado apreendeu da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). A Ordem, nacionalmente, hoje, é dirigida por um amazonense, Beto Simonetti, que fez questão que a entidade entrasse na causa.</p>
<p>O recurso contra a denúncia do Observatório do Clima foi da União/Ibama/Denit. Posteriormente, a OAB nacional e da Comissão em favor da BR-319, da OAB-AM.</p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Caminho para obras</strong></h4>
<p>A nova decisão sobre a BR-319 não significa dizer que ela representa o começo das obras. Trata-se da retomada do processo licenciamento ambiental. Depois disso, ainda passará por licenciamento para as estruturas das obras.</p>
<p>Mas a decisão é comemorada na região porque ela destrava o obstáculo histórico que impedia a reconstrução da rodovia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Desembargador do AM repreende advogada por estar com bebê em sessão online, e vídeo repercute nas redes sociais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desembargador-do-am-repreende-advogada-por-estar-com-bebe-em-sessao-online-e-video-repercute-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 20:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Desembargador]]></category>
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					<description><![CDATA[A advogada Malu Borges Nunes foi repreendida pelo presidente da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), o desembargador Elci Simões, na manhã de segunda-feira (22), por estar com a filha, uma bebê de seis meses, durante uma sessão plenária realizada por meio de videoconferência. Um vídeo...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A advogada Malu Borges Nunes foi repreendida pelo presidente da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), o desembargador Elci Simões, na manhã de segunda-feira (22), por estar com a filha, uma bebê de seis meses, durante uma sessão plenária realizada por meio de videoconferência. Um vídeo mostra o momento da repreensão e o caso ganhou repercussão nas redes sociais.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na sessão, é possível ouvir que há resmungos da bebê ao fundo. A criança estava no colo da mãe, a advogada Malu Borges, que trabalhava no regime <em>home office</em>.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="6">O desembargador Elci Simões paralisou a sessão por alguns segundos para repreender a advogada, afirmando que o barulho que a criança estava fazendo atrapalhavam a concentração da sessão.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="77" data-block-id="8">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Eu queria pedir para Dra. Malu que&#8230; quebra o silêncio das sessões do tribunal, interferências outras na sala em que a senhora está. Isso prejudica os colegas. Não deixe que outras interferências, barulhos, venham atrapalhar nossa sessão porque é uma sessão no tribunal, não pode ter cachorro latindo, criança chorando. Se a senhora tiver uma criança, coloque no lugar adequado. São barulhos que tiram a nossa concentração. A senhora precisa ver a ética da advogada”, afirmou Simões.</blockquote>
<p>A advogada, que estava amamentando a filha, respondeu a repreensão com um &#8220;Ok, excelência, agradeço a compreensão&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="19" data-block-id="10">
<h2>Repercussão</h2>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="11">
<p><strong>O caso teve grande repercussão nas redes sociais. </strong>Enquanto uns criticaram a atitude do desembargador, outros apoiaram, ressaltando que sessões do gênero precisam de seriedade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, Malu Borges pediu respeito e disse que, como outras mães no país, exerce jornada tripla, sem apoio <strong><em>(leia a nota completa no final da matéria).</em></strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="54" data-block-id="14">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Nós mulheres só queremos que nossa voz seja ouvida, que nos respeitem no nosso ambiente de trabalho e na sociedade. Que nossa ética profissional não seja questionada por estarmos exercendo dupla/ tripla jornada sem qualquer tipo de apoio. A minha realidade é a de milhões de brasileiras &#8211; trabalhadora e mãe&#8221;, afirmou a advogada.</blockquote>
<p>Malu afirmou,, ainda, que não falhou com a ética profissional. &#8220;Minha ética poderia ser questionada somente se eu deixasse de cumprir prazos e realizar atos, o que não é o caso. Não sou antiética por trabalhar em home office com a minha filha no colo&#8221;, afirmou.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="59" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A advogada também lembrou um caso parecido que aconteceu durante uma sessão do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/superior-tribunal-de-justica/">Superior Tribunal de Justiça</a> (STJ). <a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2022/08/19/video-advogado-precisa-levar-filho-para-sessao-do-stj-em-brasilia-e-ministros-antecipam-atendimento.ghtml">Na ocasião, um advogado teve atendimento antecipado por estar com o filho de 1 ano, durante uma sessão por videoconferência</a>. Malu caracterizou o episódio que viveu como machismo estrutural, quando um comportamento reforça a desigualdade entre homens e mulheres.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O desembargador Elci Simões também se manifestou sobre o caso. Ele afirmou que recomendou, de formada educada, o silêncio durante as sessões.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Recomendou-se educadamente e com todo o cuidado evitar barulhos durante a sessão, ainda mais em respeito à presença de outros advogados em audiência pública complexa e extensa&#8221;, disse.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="70" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Ordem dos Advogados do Brasil do Amazonas (OAB-AM) apontou que a advogada, ao participar de uma sessão remota de julgamento no TJAM, dentro de sua residência e ao lado de sua filha, não cometeu qualquer infração disciplinar nem violou preceito do Código de Ética e Disciplina da OAB. A Ordem ainda ressaltou o papel da mãe no direito. <strong><em>(leia a nota completa no final da matéria)</em></strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="57" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A OAB-AM ressalta a importância da sustentação oral, direito de todo profissional da advocacia. O que ocorreu no referido julgamento é a realidade da mãe profissional autônoma que também não tem como controlar o choro de uma criança ou exigir dela o silêncio, fato que expõe a necessidade de conscientização sobre a maternidade e a vida profissional&#8221;.</blockquote>
<h2>Nota da advogada Malu Borges Nunes</h2>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="23">
<p><em>Nós mulheres só queremos que nossa voz seja ouvida, que nos respeitem no nosso ambiente de trabalho e na sociedade. Que nossa ética profissional não seja questionada por estarmos exercendo dupla/ tripla jornada sem qualquer tipo de apoio.</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>A minha realidade é a de milhões de brasileiras &#8211; trabalhadora e mãe. Obviamente que se eu tivesse uma opção melhor para deixar a minha filha (que acabou de completar 6 meses e depende de mim para tudo) enquanto eu trabalho eu aderiria, pois, a maior prejudicada sou eu, que trabalho os 3 turnos para dar conta da quantidade de tarefas.</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="76" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Minha ética poderia ser questionada somente se eu deixasse de cumprir prazos e realizar atos, o que não é o caso. Não sou antiética por trabalhar em home office com a minha filha no colo. O triste episódio ocorrido no TJAM – não somente quanto a fala do Desembargador Elci, mas também quanto a falta de respeito a minha preferência legal (lactante) &#8211; infelizmente somente comprova, mais uma vez, o machismo estrutural da nossa sociedade.</em></p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="27"><em>Isso porque, ao passo que eu fui condenada por estar com uma bebê resmungando (não chorando) na sessão, há uma semana um pai advogado teve preferência no seu processo no STJ por estar com o seu filho de 1 ano presente (matéria de repercussão nacional, inclusive). Mesmo diante da falta de compreensão com minha situação, continuarei sustentando amamentando ou com a minha filha próxima, que é o local adequado para ela.</em></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="29">
<h2 class="content-text__container">Nota da OAB Amazonas</h2>
<p><em>A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, SECCIONAL AMAZONAS, por meio da sua Diretoria e da Comissão Permanente da Mulher Advogada, vem a público manifestar apoio e solidariedade à Dra. MALU BORGES NUNES, advogada, inscrita na OAB/AM sob o nº A1516, pelos transtornos e constrangimento vivenciados quando em exercício de seu dever legal durante a sessão de julgamento ocorrida na manhã desta segunda-feira (22/08), por videoconferência, presidida pelo Desembargador Elci Simões de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas.</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>O advento das audiências virtuais possibilitou a muitas mães advogadas, como a profissional ora apoiada, exercer a advocacia com plenitude que, em outros tempos, poderiam tão somente exercer a maternidade.</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Sobre a equivocada afirmação do desembargador de que &#8220;é preciso ver a ética da advogada&#8221;, deve ser esclarecido que a Dra. MALU BORGES NUNES, ao participar de uma sessão remota de julgamento no TJ/AM, dentro de sua residência e ao lado de sua filha, não cometeu qualquer infração disciplinar e nem violou preceito do Código de Ética e Disciplina da OAB.</em></p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="33"><em>A OAB/AM ressalta a importância da sustentação oral, direito de todo profissional da advocacia. O que ocorreu no referido julgamento é a realidade da mãe profissional autônoma que também não tem como controlar o choro de uma criança ou exigir dela o silêncio, fato que expõe a necessidade de conscientização sobre a maternidade e a vida profissional.</em></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>A construção de uma sociedade igualitária exige a inclusão e respeito às condições de cada indivíduo e é uma tarefa de todos, sendo objetivo norteador desta Seccional.</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>O mercado jurídico evoluiu. Todavia, a maternidade ainda é uma estranha fissura em nossa sociedade. Assim, a OAB/AM repudia a posição do Desembargador Elci Simões de Oliveira em face da advogada, que não descumpriu sua ética profissional, e apenas exerceu legalmente o seu mister.</em></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*G1 AM</p>
</div>
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