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	<title>deputadas federais - Portal NDC</title>
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		<title>Quem são e como se posicionam as deputadas federais mais votadas do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[deputadas federais]]></category>
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					<description><![CDATA[Finalizadas as eleições de 2022, Marie Claire começou a produzir um raio-x das 10 deputadas mais votadas do país, e mapear de que forma se posicionam em temas-chave para o país e a vida de suas cidadãs. Foram 10 perguntas padronizadas, enviadas e respondidas por escrito. Entre elas, questionamos sobre aborto enquanto política pública, mães [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1278468865" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Finalizadas as eleições de 2022, Marie Claire começou a produzir um raio-x das 10 deputadas mais votadas do país, e mapear de que forma se posicionam em temas-chave para o país e a vida de suas cidadãs. Foram 10 perguntas padronizadas, enviadas e respondidas por escrito. Entre elas, questionamos sobre aborto enquanto política pública, mães solo e fome, e teto de gastos.<br /><br />Vale lembrar que o pleito de 2022 apresentou um recorde histórico nacional, ao eleger 91 deputadas federais. Mas isso no Brasil, um dos piores países do mundo em termos de representatividade feminina na política. O número soma apenas 17,7% da Câmara, levemente superior aos 15% de 2018, ano em que 77 deputadas ocuparam cadeiras.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na bancada feminina, 29 deputadas são pretas e pardas e quatro são indígenas. Duas delas, <strong>Erika Hilton</strong> e <strong>Duda Salabert </strong>(PDT-MG) são mulheres trans – as primeiras na história do Congresso.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="83" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quatro das deputadas mais votadas do país, no entanto, não farão parte desta série de entrevistas. A começar pela número 1 da lista: <strong>Carla Zambelli</strong> (PL), eleita com quase 946.244 votos, atrás apenas de <strong>Nikolas Ferreira </strong>(PL-MG) e <strong>Guilherme Boulos</strong> (PSOL-SP). A deputada, uma das mais radicais defensoras do ex-presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong> (PL), não respondeu aos dois pedidos de entrevista feitos à assessoria de imprensa. A reportagem também tentou contato por meio do marido da deputada, o coronel <strong>Aginaldo de Oliveira</strong>, sem sucesso.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="73" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Zambelli foi alvo de uma ação de busca e apreensão da Polícia Federal no dia 3 de janeiro, à procura de armas, após ter o porte suspenso pelo ministro do Supremo Tribunal Federal <strong>Gilmar Mendes</strong>. A decisão, a pedido da Procuradoria-Geral da República, foi dada depois que a deputada correu atrás de um apoiador de<strong> Lula </strong>em São Paulo, às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, com uma pistola em punho.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="73" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por causa do episódio, os partidos Rede e PT protocolaram pedidos para a cassação do mandato da deputada. Além disso, desde novembro do ano passado está com as redes sociais bloqueadas por determinação do Tribunal Superior Eleitoral, por atacar o processo eleitoral com base em falsas acusações de fraude. Sua colega de partido, a também bolsonarista<strong> Carol de Toni </strong>(PL-SC), deputada federal mais votada de Santa Catarina, tampouco respondeu aos pedidos de entrevista.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outra que ficará de fora desta série especial é a deputada <strong>Clarissa Tércio </strong>(PP-PE), a sétima colocada da lista. A parlamentar havia aceitado dar entrevista, mas voltou atrás após se tornar alvo de inquérito do Ministério Público Federal, acusada de incentivar os atos terroristas em Brasília ocorridos em 8 de janeiro.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A paraense <strong>Alessandra Haber</strong> (MDB), terceira mulher mais votada do país, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que só se posicionará sobre os temas perguntados quando começar o mandato, em fevereiro.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E por fim, <a href="https://revistamarieclaire.globo.com/Mulheres-do-Mundo/noticia/2018/03/marina-silva-uma-mulher-que-pratica-aborto-nao-deve-ser-presa.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>Marina Silva</strong> </a>seria a sétima colocada da lista, mas saiu ao tornar-se ministra do Meio Ambiente.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="102" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao longo das próximas duas semanas, portanto, <em>Marie Claire </em>publicará entrevistas com seis deputadas da lista das mais votadas do país. Nas respostas enviadas, Erika Hilton (PSOL-SP) nos conta por que considera a política tão “cafona”, e <strong>Gleisi Hoffmann (</strong>PT-PR) defende a derrubada definitiva do teto de gastos, descrito como “cruel e ineficaz”. <strong>Sâmia Bonfim</strong> (PSOL-SP), por sua vez, promete pautar a legalização do aborto durante seu mandato. <strong>Rosângela Moro</strong> (União-SP) diz que não quer mais ser vista apenas como “mulher de alguém” e <strong>Silvye Alves </strong>(União-GO) conta da violência doméstica que sofreu e a fez entrar para a política.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*Marie Claire</p>
</div>
</div>
</div>
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