<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>denunciam discriminação - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/denunciam-discriminacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 Sep 2022 12:26:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>denunciam discriminação - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Brasileiras denunciam discriminação no sistema de saúde de Portugal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasileiras-denunciam-discriminacao-no-sistema-de-saude-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 12:26:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[denunciam discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=9300</guid>

					<description><![CDATA[A morte de uma mulher indiana grávida durante transferência de hospitais em Lisboa motivou o pedido de demissão da ministra da Saúde, Marta Temido. Saúde: Faltam médicos em Portugal e centenas de brasileiros esperam reconhecimento do diplomaDigital: Brasileiros poderão tirar cidadania portuguesa pela internet Assustadas, brasileiras têm se mobilizado nas redes sociais para evitar que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2388872319" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A morte de uma mulher indiana grávida durante transferência de hospitais em Lisboa motivou o pedido de demissão da ministra da Saúde, Marta Temido.<br /><br />Saúde: Faltam médicos em Portugal e centenas de brasileiros esperam reconhecimento do diploma<br />Digital: Brasileiros poderão tirar cidadania portuguesa pela internet<br /><br />Assustadas, brasileiras têm se mobilizado nas redes sociais para evitar que a tragédia se repita e exigir tratamento igual no atendimento médico do Sistema Nacional de Saúde (SNS), que completa 43 anos hoje.<br /><br />A indiana, que não teve seu nome revelado, tinha 31 anos, estava de férias em Portugal com o companheiro e não falava português ou inglês.<br /><br />A brasileira Maria Eduarda, de 20 anos, fala português, mas, segundo ela, não é o que pensa a médica que a atendeu. Entre idas e vindas no Hospital de Cascais, nas quais lidou com a falta de vagas, a bolsa estourou, mas o líquido era marrom, como descreveu à “CNN”. Nesse momento, uma médica foi xenófoba, de acordo com Maria:</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Eu falei “olha, eu tive um corrimento marrom”. Ela disse: “Desculpa, mas aqui falamos português. Isso não é marrom. É castanho”. Perguntou a minha nacionalidade. (…) A pessoa está num momento difícil e vem dizer para eu falar português? Por quê? Para que vir procurar a minha nacionalidade? O que é que isso ia mudar?</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ela denuncia negligência e xenofobia no Hospital de Cascais. Foi seis vezes à emergência em 15 dias sem ser internada. Helena, sua filha, nasceu sem sinais vitais após cesariana de emergência e precisou ser reanimada. Luta pela vida numa UTI.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="12" data-block-id="9">
<p>A produtora Isabel Maria Vieira faz parte de um grupo onde relatos se multiplicam. E relata o que tem sido publicado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Ando assustada com relatos no meu grupo. Negligência, descaso, forma de tratar com superioridade, falta de médicos… E não só no sistema público, no particular também. Li um relato absurdo sobre negligência de uma ginecologista. A paciente poderia ter morrido, mas foi salva por outro médico — disse Vieira.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As experiências nos hospitais com a sua mãe também têm assustado Vieira:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Minha mãe está idosa e tenho medo dela adoecer e ser maltratada. Mais de uma vez chegamos às 17h30h e fomos atendidas às três da manhã. Ela estava passando mal, com dores, e sem medicação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="12" data-block-id="15">
<p>Ao comentar os problemas numa rede social, Vieira, que tem cidadania portuguesa, teve como resposta o seguinte comentário de um homem: “Paga um seguro e vai ao particular ou então volta para o teu país”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Brasileiras e africanas dos países de língua portuguesa fundaram a Saúde Das Mães Negras (Saname) em 2020, mas o grupo foi formalizado agora como associação. O objetivo é fazer propostas e cobrar soluções do governo e do novo ministro da Saúde, Manuel Pizarro.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com base em dados da Direção Geral da Saúde, informam que a taxa de mortalidade materna avança rapidamente entre as mulheres imigrantes, vistas, segundo o grupo, com preconceito. Após uma pesquisa com negras e afrodescendentes, a Saname descobriu casos de racismo no parto.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="83" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Tendo em conta o desenvolvimento da medicina em pleno século XXI, acreditamos que algumas das mortes poderiam ser evitáveis. Lamentamos também o estado atual dos serviços de obstetrícia, as mulheres estão ansiosas e com muito medo dos nossos serviços no Sistema Nacional de Saúde. Queremos saber como estão a lidar com o fato de 1/4 das mortes maternas serem mulheres dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e do Nepal e Índia. O que tencionam fazer para prevenir e diminuir estas mortes?”.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Patrícia de Melo Moreira/AFP</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">9300</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
