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	<title>Cúpula da Amazônia - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Cúpula da Amazônia - Portal NDC</title>
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		<title>Amazonas sediará etapa final do Prêmio XPRIZE Florestas Tropicais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-sediara-etapa-final-do-premio-xprize-florestas-tropicais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 13:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade e Conservação da XPRIZE]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Glocal Experience Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio XPRIZE Florestas Tropicais]]></category>
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					<description><![CDATA[O Amazonas foi anunciado como sede da etapa final do prêmio XPRIZE Florestas Tropicais, maior competição de sustentabilidade do mundo. O anúncio foi feito em Manaus, no domingo (27), durante a Glocal Experience Amazônia. O prêmio visa o desenvolvimento de novas tecnologias para o mapeamento da biodiversidade das florestas tropicais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Amazonas foi anunciado como sede da etapa final do prêmio XPRIZE Florestas Tropicais, maior competição de sustentabilidade do mundo. O anúncio foi feito em Manaus, no domingo (27), durante a Glocal Experience Amazônia. O prêmio visa o desenvolvimento de novas tecnologias para o mapeamento da biodiversidade das florestas tropicais do mundo.</p>
<p>O XPRIZE Rainforest é uma competição global de cinco anos, que reúne especialistas de diferentes disciplinas em um desafio, para usar novas tecnologias para acelerar o monitoramento da biodiversidade tropical. Financiado pelo Instituto Alana, o XPRIZE Rainforest premiará os vencedores com 10 milhões de dólares.</p>
<p>A articulação para que o Amazonas sediasse o evento começou na Cúpula da Amazônia, em Belém. Na sexta-feira (25), o Governo Federal firmou um termo de parceria com a XPRIZE Foundation para que a competição fosse realizada na Amazônia brasileira, no segundo semestre de 2024.</p>
<p>Segundo o secretário de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Taveira, proteger a Amazônia e as pessoas que vivem nela depende da nossa capacidade de entender e proteger a nossa sociobiodiversidade, por isso a importância da iniciativa, que reúne grandes cientistas de todo o mundo e trará resultados diretos para o Estado, que detém a maior floresta tropical do mundo.</p>
<p>“Nós tivemos a semifinal em Singapura em 2022, onde nós anunciamos os seis finalistas e agora nós estamos felizes em anunciar que a próxima etapa será feita aqui no Amazonas. Quero agradecer ao secretário Taveira, ao governador Wilson Lima e ao governo do Brasil por todo o suporte para fazer isso acontecer”, pontuou o vice-presidente executivo de Biodiversidade e Conservação da XPRIZE, Peter Houlihan.</p>
<h3>Sobre o prêmio</h3>
<p>A competição entrou na reta final após quatro anos de trabalho envolvendo 100 grupos de cientistas de 40 países, com tecnologias que incluem o sequenciamento de material genético ambiental, drones com sensores bio acústicos, uso de robótica terrestre, inteligência artificial e ciência cidadã.</p>
<p>Seis equipes estão selecionadas para a final, sendo três dos Estados Unidos, uma da Suíça, uma da Espanha e uma do Brasil, da cidade de Piracicaba (SP). Os brasileiros desenvolveram uma tecnologia envolvendo arranjos de sensores, robótica terrestre e drones com podadores projetados para coletar amostras de DNA ambiental para avaliação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_30003" aria-describedby="caption-attachment-30003" style="width: 1568px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-30003" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Secom-Foto-Rodrigo-Santos5-1568x1045-1.jpeg" alt="" width="1568" height="1045" /><figcaption id="caption-attachment-30003" class="wp-caption-text">Fotos: Secom/Roberto Santos</figcaption></figure>
<p>No segundo semestre de 2024, os finalistas devem ser capazes de pesquisar 100 hectares da floresta amazônica em 24 horas e relatar as descobertas mais importantes feitas em tempo real, em até 48 horas. O objetivo será demonstrar escalabilidade e maximizar o desempenho tanto no levantamento da biodiversidade quanto na produção de soluções compatíveis com os desafios do bioma.</p>
<p>As descobertas das equipes vão beneficiar o Brasil e mais nove países na América Latina, África e Ásia, que possuem florestas tropicais em seus territórios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da Assessoria</p>
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		<title>Contribuição de países ricos na preservação da floresta Amazônica é pagamento de dívida, diz Lula</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/contribuicao-de-paises-ricos-na-preservacao-da-floresta-amazonica-e-pagamento-de-divida-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 15:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[países ricos]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (14) que a contribuição de países ricos para a preservação da floresta amazônica não é favor, mas o pagamento de uma dívida com o planeta. Em seu programa semanal Conversa com o presidente, Lula destacou que, após a conclusão da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (14) que a contribuição de países ricos para a preservação da floresta amazônica não é favor, mas o pagamento de uma dívida com o planeta. Em seu programa semanal Conversa com o presidente, Lula destacou que, após a conclusão da Cúpula da Amazônia na semana passada, os países da região têm condições de participar da COP28, nos Emirados Árabes, no fim do ano, cobrando essa contribuição.</p>
<p>“É muito simples compreender. Os países ricos tiveram a sua introdução na Revolução Industrial bem antes que o Brasil. Então, eles são responsáveis pela poluição do planeta muito antes de nós. Eles conseguiram derrubar suas florestas muito antes de nós. Agora, o que eles têm que fazer é contribuir financeiramente para que os outros países possam se desenvolver. Nós não queremos ajuda. Nós queremos um pagamento efetivo. É como se estivessem pagando uma coisa que eles devem à humanidade,” diz Lula.</p>
<p>“Temos condições de chegar ao mundo, lá nos Emirados Árabes, e dizer o seguinte, &#8220;olha, a situação é essa. Nós queremos essa contribuição de vocês. E isso não é favor. É pagamento de uma dívida que vocês têm com o planeta Terra porque vocês derrubaram a floresta de vocês 100 ou 150 anos antes de nós. Então, agora, vocês paguem pra que a gente possa preservar as nossas florestas gerando emprego, oportunidades de trabalho e condições de melhorar a vida das pessoas,” explicou o presidente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Cúpula da Amazônia começa sob protestos e cobrança por fim da exploração de petróleo na região</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cupula-da-amazonia-comeca-sob-protestos-e-cobranca-por-fim-da-exploracao-de-petroleo-na-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 11:13:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Cúpula da Amazônia começa nesta terça-feira (8) em Belém, no Pará, tendo a discussão sobre a possibilidade de ampliação da exploração de petróleo na região como uma das principais preocupações da sociedade civil, ao lado de temas como desmatamento, garimpo e a questão indígena. A segunda-feira (7) antes da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Cúpula da Amazônia começa nesta terça-feira (8) em Belém, no Pará, tendo a discussão sobre a possibilidade de ampliação da exploração de petróleo na região como uma das principais preocupações da sociedade civil, ao lado de temas como desmatamento, garimpo e a questão indígena.<br /><br />A segunda-feira (7) antes da abertura oficial do evento foi marcada pelo encerramento de uma das atividades preparatórias para a cúpula: os Debates Amazônicos, evento com a participação da sociedade civil que tinha como objetivo fazer propostas para os representantes de cada país. O petróleo ganhou destaque entre as sugestões.<br /><br />Um protesto da organização Engajamundo buscou materializar essa preocupação: manifestantes usaram máscaras e roupas de proteção individual. Nos cartazes, a cobrança: &#8220;A COP vai passar e quantas manchas vão ficar?&#8221;.</p>
<div id="chunk-a457b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, engrossou o coro. Sua comitiva falou da necessidade da redução da exploração do petróleo, que é um dos compromissos do presidente colombiano, que tem dado declarações duras contra os combustíveis fósseis desde sua eleição.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5jljr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Um documento assinado por mais de 80 entidades intitulado &#8220;Amazônia Livre de Petróleo e Gás&#8221; pede para que seja formalizada uma &#8220;política articulada de eliminação imediata dos combustíveis fósseis&#8221; e defende que a Cúpula da Amazônia é a oportunidade ideal para isso.</blockquote>
<p>O documento cobra uma data para o fim da produção de combustíveis fósseis, não apenas no território da floresta, mas de maneira geral.</p>
</div>
</div>
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<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/ha7RiDlo7zAAwaYzzSSaQp0aXeI=/218x260:1297x1017/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/z/t/jFYoRATeuZhFcX0ufpqw/protestoengajamundo.jpeg" alt="Protesto da organização engajamundo antes da Cúpula da Amazônia — Foto: Paloma Rodrigues/g1" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description  ">Protesto da organização engajamundo antes da Cúpula da Amazônia — Foto: Paloma Rodrigues/g1</p>
<div id="chunk-a1cd8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>Planos da Petrobras</h2>
</div>
<p>A cobrança ocorre em meio à pressão, encampada por setores do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para que o Ibama autorize a Petrobras a pesquisar a viabilidade de explorar petróleo na região da foz do Rio Amazonas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5m2tj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em maio, o Ibama negou licença para a Petrobras perfurar poço de petróleo na região, no Amapá. O instituto apontou falhas sobre segurança ambiental na solicitação da estatal. Dias depois, a Petrobras apresentou um novo pedido, que está sob análise. Ambientalistas criticam a exploração diante da possibilidade de impactos ambientais.</p>
<div id="chunk-dkbks">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Carolina Marçal, analista do Instituto ClimaInfo, disse que não basta que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diga que a pauta ambiental é prioritária.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1h109">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="39" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Estamos pedindo mais ambição do governo brasileiro. O governo prometeu prioridade para a pauta ambiental, questões importantes relacionadas a desmatamento e uso da terra, mas não em relação à exploração de petróleo e gás na Amazônia&#8221;, disse Carolina Marçal.</blockquote>
<p>&#8220;A mensagem principal é que, para proteger a Amazônia, zerar o desmatamento é sim um passo importante, mas não é suficiente&#8221;, disse.</p>
<div id="chunk-8ohno">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="22">
<div class="content-intertitle">
<h2>Exploração no Equador</h2>
</div>
<p>Experiências internacionais também foram colocadas na mesa de debates. O Equador ganhou destaque por ser um caso emblemático de um país com larga escala de exploração de petróleo em uma reserva ambiental.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d2iae">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Parque Nacional Yasuní, na Amazônia equatoriana, é a maior reserva florestal do país com mais de 10 mil quilômetros quadrados &#8211; e também representa seu maior campo de petróleo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6u0q8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Eduardo Pichilingue Ramos, coordenador da Aliança Cuencas Sagradas Amazónicas, trabalha na região do parque e afirma que uma atividade tão crítica precisa ser muito bem pensada antes de ser iniciada em um território sensível.</p>
<div id="chunk-ekdf2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Foi autorizada a exploração dentro do parque, com uma negociação entre as empresas nacionais petroleiras e indígenas Guarani de recente contato. Isso trouxe uma série de problemas ambientais e sociais graves&#8221;, disse.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cersl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A infraestrutura envolvida nesse tipo de construção demandou a abertura de estradas, o que acarretou desmatamento, e também a instalação de colonos nas margens de novas ferrovias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-25ltc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O governo sempre disse que os efeitos são poucos, em somente 80 hectares, mas não levam em conta a contaminação da água, poluição sonora por helicópteros e automóveis”, disse. &#8220;Por isso é preocupante a posição do Brasil. Acredito que com a atividade industrial petroleira sempre há uma margem grande de possibilidades de que as coisas saiam mal.&#8221;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1aol6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em agosto, o Equador realizará um referendo sobre a manutenção ou não da exploração de petróleo na região. Em 2013, o então presidente, Rafael Correa, chegou a considerar interromper as atividades, mas o governo voltou atrás. Desde a década de 1970 a área é explorada com estes fins.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d8auu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;É uma consulta popular que nasceu de uma iniciativa cidadã e de povos indígenas&#8221;, afirmou Belén Paez, presidente da Fundação Pachamama. &#8220;É a primeira vez que os povos que habitam o território vão poder dizer legalmente sobre isso.&#8221;</p>
<div id="chunk-7oob6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Carolina Marçal afirma que o pedido de participação social feito pelo governo brasileiro ao convocar os Diálogos Amazônicos foi cumprido pela população, que agora quer sua contraparte. &#8220;Acho que a sociedade civil tem que ser contemplada&#8221;, disse.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fa7su">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="31" data-block-id="34">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Nós enquanto sociedade civil viemos aqui em grande número, com grande representatividade. Não foi fácil para muita gente estar aqui, e o mínimo que a gente espera é que sejamos ouvidos.&#8221;</blockquote>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Paloma Rodrigues/g1</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Universidades podem combinar conhecimentos tradicionais e acadêmicos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/universidades-podem-combinar-conhecimentos-tradicionais-e-academicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 12:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160;   Conhecimentos tradicionais e acadêmicos podem se somar, ampliando horizontes e benefícios para gente e meio ambiente. É o que pensa o primeiro indígena a integrar a Direção Executiva da União Nacional dos Estudantes (UNE), Tel Guajajara, de 23 anos. Estudante do quinto semestre de direito da Universidade Federal...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&nbsp;</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/-c2kAbv4uCxUBWkh67cv2V_AZdo=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/banner_cupula_amazonicaartboard-2.png?itok=BVzeZCil" alt="banner_cúpula_amazônia" /></div>
</div>
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<div class="meta"> </div>
</div>
</div>
<p>Conhecimentos tradicionais e acadêmicos podem se somar, ampliando horizontes e benefícios para gente e meio ambiente. É o que pensa o primeiro indígena a integrar a Direção Executiva da União Nacional dos Estudantes (UNE), Tel Guajajara, de 23 anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547620&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547620&amp;o=node" /></p>
<p>Estudante do quinto semestre de direito da Universidade Federal do Pará (UFPA), o diretor de Cultura da UNE é originário da Terra Indígena Morro Branco, localizada em Grajaú, no Maranhão. E é filho da cacique de sua aldeia – a Cacique Virgulino.</p>
<p>“Sou filho da luta”, apresenta-se o estudante “extremamente ativo” no ambiente universitário. Foi idealizador do 1º Encontro dos Estudantes Indígenas da Amazônia, tendo inclusive ajudado na criação da União Plurinacional dos Estudantes Indígenas, entre 2021 e 2022. Fundou também o Circuito Curupira, que é uma rede de ações estudantis em defesa de ações climáticas.</p>
<p>Ele é um dos participantes da plenária transversal sobre juventude do Diálogos Amazônicos, evento preparatório que resultará em sugestões de políticas públicas a serem encaminhadas aos chefes de Estado que participarão da Cúpula da Amazônia, nos dias 8 e 9, em Belém.</p>
<h2>Dois mundos</h2>
<p>A vivência no ambiente universitário possibilitou ao estudante indígena “vivenciar dois mundos”: o das tradições indígenas e o acadêmico. E também o levou a algumas conclusões. Uma delas é que a universidade “pode ser a intersecção desses dois mundos”, motivo pelo qual defende, entre seus pares, a criação da Universidade Integrada da Amazônia. “Ela facilitaria a produção de debates transversais, juntando conhecimentos”, disse à <strong>Agência Brasil </strong>o estudante indígena e dirigente da UNE.</p>
<p>Segundo Tel Guajajara, o mundo acadêmico, tem muito a aprender sobre os conhecimentos tradicionais. “Afinal, somos também campo de estudo”, disse o jovem. “Nossa sensação, ao viver no ambiente acadêmico, é de que ensinamos tanto quanto aprendemos, uma vez que as pessoas nos desconhecem. Para nós, as universidades são uma ferramenta que pode nos ajudar a melhorar a vida de nossos povos”, acrescentou.</p>
<h2>O aprender</h2>
<p>Para Tel Guajajara, existe uma certa limitação entre os não indígenas sobre o termo “aprender”. “Nossas comunidades são também uma espécie de universidade. É curioso vermos que os brancos só aprendem por meio de papel escrito. Nós aprendemos muito a partir das conversas. Temos muita tradição oral.”</p>
<p>“O problema é que as secretarias de Educação não reconhecem isso, e as universidades cobram diplomas de papel. Com isso, nos limitam ao ensino médio. Lamento muito o fato de muitos dos meus primos não terem o privilégio que tenho, de ser estudante universitário”, afirmou.</p>
<p>Para ampliar o acesso das comunidades indígenas ao ensino superior, Tel defende a criação de universidades em territórios indígenas. Ele, no entanto, considera fundamental que as instituições tenham uma boa estrutura de laboratórios.</p>
<p>“As universidades precisam ser interiorizadas, mas com estrutura e com disposição para enxergar isso como uma via de duas mãos, onde o conhecimento é compartilhado. Todos aprenderão com todos”, disse.</p>
<h2>Áreas com potencial</h2>
<p>Segundo Tel Guajajara, o potencial disso seria imenso, principalmente para áreas de conhecimento como as de biologia, química, farmácia e medicina. “Mas, repito, é fundamental que isso seja feito com uma boa estrutura de laboratórios.”</p>
<p>O acesso do estudante à universidade foi possível graças às ações afirmativas que garantiram cotas para indígenas no ensino superior. Ele percebe que majoritariamente a opção dos cotistas é por cursos das áreas de direito e saúde – faltando, portanto, profissionais indígenas nas áreas de ciências aplicadas e de comportamento humano.</p>
<p>“Isso nos possibilitaria avançar nas questões ambientais e de conscientização”, disse ele, ao defender, também, mais estudantes indígenas em cursos da área relações internacionais. “Eu mesmo penso em, depois de cursar direito, fazer relações internacionais porque a diplomacia pode ser um elo entre as comunidades indígenas e o mundo”, argumentou.</p>
<p>Outras áreas de conhecimento acadêmico citadas por ele como de potencial para as comunidades indígenas são os voltados para a tecnologia e a inovação. “Pensamos em cursos que nos ajudem a usar satélites para monitorarmos, com maior independência, nossas florestas.”</p>
<h2>Disputas</h2>
<p>A competitividade no mundo acadêmico é uma coisa que incomoda o estudante indígena. “Essas disputas internas são bastante prejudiciais e representam um grande choque cultural que vivenciamos. Inclusive, há casos de estudantes indígenas que se apresentam como não indígenas, para evitar serem vítimas de racismo.”</p>
<p>“Eu mesmo já fui chamado de Come Sapo até por professores, quando estudei o ensino médio. No primeiro semestre da universidade, alguns estudantes se recusaram a fazer trabalhos acadêmicos comigo, sob a justificativa de que as temáticas pensadas por mim não tinham precedentes”, acrescentou.</p>
<p>E o trabalho proposto por ele era exatamente sobre “visibilidade dos povos indígenas nas universidades”.</p>
<p>Foto: Pedro Peduzzi</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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