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	<title>crise - Portal NDC</title>
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	<title>crise - Portal NDC</title>
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		<title>Estudo revela que 24% dos jovens brasileiros não estão trabalhando nem estudando</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 12:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[No Brasil, apenas 44% das mulheres jovens com nível educacional abaixo do ensino médio estão empregadas, enquanto essa taxa é de 80% entre os homens Um estudo recente da OCDE, intitulado Education at a Glance 2024, revela que 24% dos jovens brasileiros entre 25 e 34 anos não estão nem trabalhando nem estudando, conhecidos como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3506662766" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No Brasil, apenas 44% das mulheres jovens com nível educacional abaixo do ensino médio estão empregadas, enquanto essa taxa é de 80% entre os homens<br /><br />Um estudo recente da OCDE, intitulado Education at a Glance 2024, revela que 24% dos jovens brasileiros entre 25 e 34 anos não estão nem trabalhando nem estudando, conhecidos como “nem-nem”. Embora essa taxa tenha diminuído de 29,4% em 2016, ainda é considerada elevada. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2022 apontou que 20% dessa faixa etária, o que equivale a 9,6 milhões de jovens, se enquadra nessa categoria.</p>
<p>Os principais fatores que levam à evasão escolar incluem a necessidade de ingressar no mercado de trabalho, que afeta 40,2% dos jovens, além de gravidez, que impacta 22,4%, e responsabilidades domésticas, que atingem 10,3% dos jovens nessa faixa etária. Esses dados refletem um cenário preocupante, especialmente quando comparados à média da OCDE, que é de 13,8% para jovens “nem-nem”.<br /><br />A crise econômica enfrentada entre 2015 e 2016, juntamente com os efeitos da pandemia, teve um impacto significativo na oferta de empregos no Brasil. Para reverter essa situação, especialistas recomendam a melhoria da qualidade do ensino básico e o fortalecimento da educação técnica e profissionalizante. Atualmente, apenas 10% dos estudantes brasileiros estão matriculados em cursos técnicos, em contraste com 68% na Finlândia.</p>
<p>Outro ponto destacado pelo estudo é a desigualdade de gênero no mercado de trabalho. Apesar de as mulheres apresentarem melhores resultados educacionais, elas ainda enfrentam dificuldades para se inserir no mercado.<br /><br />No Brasil, apenas 44% das mulheres jovens com nível educacional abaixo do ensino médio estão empregadas, enquanto essa taxa é de 80% entre os homens. Mesmo entre aquelas com ensino superior, as mulheres recebem, em média, apenas 75% do salário dos homens.</p>
<p>Além disso, a estrutura do ensino superior no Brasil é marcada pela predominância de instituições privadas, com 81% dos alunos matriculados em 2022. Em contraste, na média da OCDE, 63% dos estudantes se formam em instituições públicas.</p>
<p>A internacionalização dos estudantes brasileiros é quase inexistente, com uma participação que se aproxima de 0%, o que limita as oportunidades de intercâmbio e experiências internacionais para esses jovens.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: Jovem Pan</p>
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		<title>Pantanal poderá ter crise hídrica histórica em 2024, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 14:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
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		<category><![CDATA[hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Bioma está cada vez mais seco, o que o torna mais vulnerável O Pantanal enfrenta desde 2019 o período mais seco das últimas quatro décadas e a tendência é que 2024 tenha a pior crise hídrica já observada no bioma, de acordo com um estudo inédito lançado nesta quarta-feira (3). Os resultados apontam que, nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3410909749" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bioma está cada vez mais seco, o que o torna mais vulnerável<br /><br />O Pantanal enfrenta desde 2019 o período mais seco das últimas quatro décadas e a tendência é que 2024 tenha a pior crise hídrica já observada no bioma, de acordo com um estudo inédito lançado nesta quarta-feira (3). Os resultados apontam que, nos primeiros quatro meses do ano, quando deveria ocorrer o ápice das inundações, a média de área coberta por água foi menor do que a do período de seca do ano passado.<br /><br />O estudo foi encomendado pelo WWF-Brasil e realizado pela empresa especializada ArcPlan, com financiamento do WWF-Japão. O diferencial em relação a outras análises baseadas em dados de satélite é o uso de dados do satélite Planet.<br /><br />“Graças à alta sensibilidade do sensor do satélite Planet, pudemos mapear a área que é coberta pela água quando os rios transbordam. Ao analisar os dados, observamos que o pulso de cheias não aconteceu em 2024. Mesmo nos meses em que é esperado esse transbordamento, tão importante para a manutenção do sistema pantaneiro, ele não ocorreu”, ressalta Helga Correa, especialista em conservação do WWF-Brasil que é também uma das autoras do estudo.<br /><br />“De forma geral, considera-se que há uma seca quando o nível do Rio Paraguai está abaixo de 4 metros. Em 2024, essa medida não passou de 1 metro. O nível do Rio Paraguai nos cinco primeiros meses deste ano esteve, em média, 68% abaixo da média esperada para o período”, afirma Helga. “O que nos preocupa é que, de agora em diante, o Pantanal tende a secar ainda mais até outubro. Nesse cenário, é preciso reforçar todos os alertas para a necessidade urgente de medidas de prevenção e adaptação à seca e para a possibilidade de grandes incêndios.”<br /><br />Na Bacia do Alto Rio Paraguai, onde se situa o Pantanal, a estação chuvosa ocorre entre os meses de outubro e abril, e a estação seca, entre maio e setembro. De acordo com o estudo, entre janeiro e abril de 2024, a média da área coberta por água foi de 400 mil hectares, em pleno período de cheias, abaixo da média de 440 mil hectares registrada na estação seca de 2023.<br /><br />De acordo com os autores do estudo, os resultados apontam uma realidade preocupante: o Pantanal está cada vez mais seco, o que o torna mais vulnerável, aumentando as ameaças à sua biodiversidade, aos seus recursos naturais e ao modo de vida da população pantaneira. A sucessão de anos com poucas cheias e secas extremas poderá mudar permanentemente o ecossistema do Pantanal, com consequências drásticas para a riqueza e a abundância de espécies de fauna e flora, com grandes impactos também na economia local, que depende da navegabilidade dos rios e da diversidade de fauna.<br /><br />“O Pantanal é uma das áreas úmidas mais biodiversas do mundo ainda preservadas. É um patrimônio que precisamos conservar, por sua importância para o modo de vida das pessoas e para a manutenção da biodiversidade”, ressalta Helga.<br /><br />Além dos eventos climáticos que agravam a seca, a redução da disponibilidade de água no Pantanal tem relação com ações humanas que degradam o bioma, como a construção de barragens e estradas, o desmatamento e as queimadas, explica Helga.<br /><br />De acordo com a especialista em conservação do WWF-Brasil, diversos estudos já indicam que o acúmulo desses processos degradação, acentuados pelas mudanças climáticas, pode levar o Pantanal a se aproximar de um ponto de não retorno &#8211; isto é, perder sua capacidade de recuperação natural, com redução abrupta de espécies a partir de um certo percentual de destruição.<br /><br />Outra preocupação é que as sucessivas secas extremas e as queimadas por elas potencializadas afetam a qualidade da água devido à entrada de cinzas no sistema hídrico, causando mortalidade de peixes e retirando o acesso à água das comunidades. “É preciso agir de forma urgente e mapear onde estão as populações tradicionais e pequenas comunidades que ficam vulneráveis à seca e à degradação da qualidade da água”, diz ela.<br /><br />A nota técnica traz uma série de recomendações como mapear as ameaças que causam maiores impactos aos corpos hídricos do Pantanal, considerando principalmente a dinâmica na região de cabeceiras; fortalecer e ampliar políticas públicas para frear o desmatamento; restaurar áreas de Proteção Permanente (APPs) nas cabeceiras, a fim de melhorar a infiltração da água e diminuir a erosão do solo e o assoreamento dos rios, aumentando a qualidade e a quantidade de água tanto no planalto quanto na planície, e apoiar a valorização de comunidades, de proprietários e do setor produtivo que desenvolvem boas práticas e dão escala a ações produtivas sustentáveis.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Em meio à crise com Davi, Mani Reggo reaparece sorrindo nas redes</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/em-meio-a-crise-com-davi-mani-reggo-reaparece-sorrindo-nas-redes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 20:56:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[bbb 24]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Davi Brito]]></category>
		<category><![CDATA[Mani Reggo]]></category>
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					<description><![CDATA[Campeão do BBB 24 pediu para se reconciliar com a esposa em texto no Instagram Em meio às polêmicas envolvendo seu relacionamento com Davi Brito, 21, campeão do BBB 24, Mani Reggo, 42, reapareceu sorridente em suas redes sociais nesta segunda-feira (22). “Oi gente, bom dia! Iniciando mais uma semana de trabalho nesse local que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1264737637" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Campeão do BBB 24 pediu para se reconciliar com a esposa em texto no Instagram<br /><br />Em meio às polêmicas envolvendo seu relacionamento com Davi Brito, 21, campeão do BBB 24, Mani Reggo, 42, reapareceu sorridente em suas redes sociais nesta segunda-feira (22).<br /><br />“Oi gente, bom dia! Iniciando mais uma semana de trabalho nesse local que me enche de alegria. Uma semana abençoada a todos, fiquem com Deus”, disse ela nos stories do Instagram, gravados da barraca na qual ela trabalha vendendo lanches em Salvador.<br /><br />Na noite de sábado (20), Mani postou um desabafo na internet em meio às especulações sobre seu relacionamento. Ela tirou o título “esposa de Davi” de sua bio no Instagram, pediu desculpas a seus seguidores pelo silêncio de 48 horas nas redes sociais e disse que esse tempo foi necessário para processar tudo que está acontecendo.<br /><br />Ela ainda citou a entrevista de Davi no programa Mais Você, em que ele afirmou que eles estavam apenas “se conhecendo”.<br /><br />“As palavras saíram de uma pessoa que conviveu tempo suficiente [comigo] para termos uma relação de cumplicidade. E como um passe de mágica, passo a ser como um produto onde uma pessoa escolhe em qual prateleira deverei estar”, afirmou.<br /><br />Na noite de domingo (21), Davi Brito recorreu ao Instagram para mandar mensagem para ela: “Mani, meu “Lulu”, eu te amo, tá? Estou disposto a ter você perto de mim e te dar todo carinho, amor e respeito que você merece. Só depende de você. Vem, meu amor. Estou te esperando.”<br /><br />Davi também publicou um texto para explicar que foi “bombardeado por informações” conflituosas desde que saiu da casa do BBB 24. “Peço perdão se não agi da melhor maneira e por ter te magoado”, acrescentou o baiano.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: CNN</p>
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		<title>Argentinos buscam alimentos descartados para sobreviver em meio à alta de preços</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/argentinos-buscam-alimentos-descartados-para-sobreviver-em-meio-a-alta-de-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 18:24:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Milei]]></category>
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					<description><![CDATA[País passa pela pior crise econômica em décadas, com inflação atingindo 250% ao ano Sandra Boluch, vendedora de frutas e verduras em Buenos Aires, está observando uma tendência preocupante à medida que a inflação na Argentina atinge mais de 250%: vendas em queda e mais pessoas pegando o que ela joga fora, na esperança de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2612811070" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>País passa pela pior crise econômica em décadas, com inflação atingindo 250% ao ano<br /><br />Sandra Boluch, vendedora de frutas e verduras em Buenos Aires, está observando uma tendência preocupante à medida que a inflação na Argentina atinge mais de 250%: vendas em queda e mais pessoas pegando o que ela joga fora, na esperança de encontrar o suficiente para uma refeição.<br /><br />O país está passando por sua pior crise econômica em décadas, com o novo governo do presidente Javier Milei tentando conter a inflação de três dígitos com medidas de austeridade severa, o que está impulsionando as finanças do Estado, mas também pressionando a população.<br /><br />Um estudo do mês passado sugeriu que a pobreza na Argentina estava próxima de 60%, em comparação com os 40% do ano anterior, pressionando os planos de reforma e os cortes de gastos de Milei para que apresentem resultados rápidos, uma vez que a raiva ferve em todo o país e as pessoas apertam o cinto para tentar sobreviver.<br /><br />“Temos alguns contêineres nos fundos onde o lixo é descartado e, quando você vai com uma caixa, vê 20 pessoas vindo até você para ver o que podem levar como prato de comida para a mesa delas”, disse Boluch, acrescentando que isso já havia acontecido antes, mas que agora ela estava vendo muito mais pessoas.<br /><br />“A verdade é que é algo muito difícil, muito triste, porque há muitas pessoas e muitas pessoas idosas.”<br /><br />Milei, enfrentando uma crise que herdou, tem implementado algumas medidas duras para combatê-la, incluindo cortes dolorosos nos gastos do Estado, como subsídios para serviços públicos e transporte, ao mesmo tempo em que procura simplificar os programas de bem-estar social.<br /><br />Seu governo desvalorizou o peso em mais de 50% em dezembro, o que aumentou ainda mais a inflação. Os preços, mesmo em dólares, começaram a subir, e os argentinos de todas as classes sociais estão se sentindo prejudicados.<br /><br />“A situação é muito grave”, acrescentou Boluch. “As pessoas estão levando menos quantias, suas carteiras estão realmente sofrendo.”<br /><br />O governo divulgará os dados da inflação de fevereiro ainda nesta terça-feira (12), com estimativas de que o aumento mensal será de cerca de 15,3%, abaixo dos 20% de janeiro e dos 25% do mês anterior. Anualmente, o índice permanecerá acima de 250%.<br /><br />No entanto, Milei disse que março pode ser “complicado” e que os sinais na economia parecem sombrios, com queda nas vendas, na atividade e na produção, enquanto as medidas de austeridade reduziram as pensões, os salários do Estado e o investimento público.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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