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	<title>crime organizado - Portal NDC</title>
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	<title>crime organizado - Portal NDC</title>
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		<title>Presidente do STF afirma que Brasil corre risco de perder a soberania da Amazônia para outros países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 19:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[rota hidroviária]]></category>
		<category><![CDATA[Soberania da Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[trafico de drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Roberto Barroso, falou sobre violência, o crime organizado e a soberania da Amazônia. O ministro está em Davos, na Suíça, participando do Fórum Econômico Mundial de 2024. “O Brasil corre risco de perder a soberania da Amazônia, não para outros países, mas para o crime organizado”, disse Barroso. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1463370431" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Roberto Barroso, falou sobre violência, o crime organizado e a soberania da Amazônia. O ministro está em Davos, na Suíça, participando do Fórum Econômico Mundial de 2024.</p>
<blockquote><p>“O Brasil corre risco de perder a soberania da Amazônia, não para outros países, mas para o crime organizado”, disse Barroso.</p></blockquote>
<p>Barroso afirmou que a Amazônia passou a ser rota do tráfico e que o Brasil precisa se movimentar para combater o crime organizado.</p>
<blockquote><p>“Há um problema que vem se agravando nos últimos tempos: a região amazônica passou a ter relevância no tráfico internacional de drogas, com municípios situados nas rotas hidroviárias e rodoviárias usadas pelos traficantes.”, completou Barroso.</p></blockquote>
<p>Ao falar da Amazônia, Barroso deu detalhes da região: “habitat de uma variedade de povos e de culturas, inclusive dezenas de tribos indígenas (quase 200 povos distintos), sendo que cerca de 50 deles são isolados ou de pouco contato”, disse.</p>
<p>O ministro também citou diversos crimes ambientais que ameaçam a Amazônia: extração ilegal de madeira, mineração ilegal, grilagem de terras e queimadas ilegais.</p>
<blockquote><p>“A Amazônia é vítima de um conjunto amplo de crimes ambientais. Os crimes ambientais estão entre as mais lucrativas formas de atividades criminosas”, disse.</p></blockquote>
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<p>Fonte: Portal Norte</p>
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		<title>Investigação: garimpo em área yanomami é mantido por crime organizado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/investigacao-garimpo-em-area-yanomami-e-mantido-por-crime-organizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 11:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos quatro garimpeiros mortos por agentes de segurança no último domingo (30) na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, era integrante de uma facção criminosa com atuação nacional. Essa linha de investigação passou a ser um dos focos de ações de inteligência do governo federal na região. A informação foi revelada pelo presidente do Instituto Brasileiro de Meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-96018405" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um dos quatro <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/garimpeiros-reagem-acao-da-prf-e-morrem-na-terra-indigena-yanomami" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">garimpeiros mortos</a> por agentes de segurança no último domingo (30) na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, era integrante de uma facção criminosa com atuação nacional. Essa linha de investigação passou a ser um dos focos de ações de inteligência do governo federal na região. A informação foi revelada pelo presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, em entrevista a jornalistas em Boa Vista, na noite dessa segunda-feira (1º).</p>
<p>&#8220;Nosso serviço de inteligência tem encontrado indícios muito fortes de que alguns pontos de garimpo são mantidos com o apoio de organizações criminosas. Isso está sendo investigado. Uma das pessoas que morreu na operação de domingo [30] tinha envolvimento muito forte com uma das organizações criminosas&#8221;, disse Agostinho. O presidente do Ibama fez parte de uma comitiva do governo federal que esteve em Roraima para monitorar a situação dos yanomami após <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-04/um-indigena-e-morto-e-dois-sao-feridos-em-ataque-na-terra-yanomami" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">atentado</a> que deixou um indígena morto e dois feridos no último sábado (29).</p>
<p>Um dia depois, quatro garimpeiros teriam reagido à incursão de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Ibama num ponto de garimpo conhecido como Ouro Mil, dentro da terra indígena. Eles acabaram sendo mortos em confronto. A <strong>Agência Brasil</strong> apurou que um dos mortos com vínculos ao crime organizado é do Amapá. Ele é apontado como integrante do grupo PCC, que tem origem em São Paulo, mas atua em todo o país.</p>
<p>No local do confronto, segundo a PRF, foi apreendido um arsenal de armas, com fuzil, três pistolas, sete espingardas e duas miras holográficas, além de munição de diversos calibres, carregadores e outros equipamentos bélicos.</p>
<h2>Lavagem e capitalização</h2>
<p>Segundo o presidente do Ibama, a atuação de facções criminosas é cada vez mais comum em atividades extrativistas ilegais, como o garimpo, a grilagem de terras e o comércio clandestino de madeira.</p>
<p>&#8220;A gente tem percebido que essas atividades passaram a exercer uma atração de facções criminosas. Elas servem, ao mesmo tempo, como forma de lavagem de dinheiro, por meio do garimpo ilegal, por exemplo, mas também como fonte de capitalização desses grupos, já que o tráfico internacional de drogas demanda grande investimento de operação&#8221;, explicou Rodrigo Agostinho, em conversa com a <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
<h2>Balanço</h2>
<p>O Ibama informou que, desde o início da operação, há cerca de três meses, foram destruídos 327 acampamentos de garimpeiros, 18 aviões, dois helicópteros, centenas de motores e dezenas de balsas, barcos e tratores. Também foram apreendidas 36 toneladas de cassiterita, 26 mil litros de combustível, além de equipamentos usados por criminosos.</p>
<p>Foto: Policia Federal</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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