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	<title>covid-19 - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>covid-19 - Portal NDC</title>
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		<title>Amazonas registra 13 mortes por Covid-19 no primeiro trimestre de 2025, aponta FVS</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-registra-13-mortes-por-covid-19-no-primeiro-trimestre-de-2025-aponta-fvs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 14:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[Em fevereiro, foram registrados 97 casos, enquanto em março esse número subiu para 133, representando um aumento de 33,1%. O Amazonas registrou 13 mortes em decorrência da Covid-19 nos primeiros três meses de 2025, conforme o mais recente informe epidemiológico sobre vírus respiratórios divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em fevereiro, foram registrados 97 casos, enquanto em março esse número subiu para 133, representando um aumento de 33,1%.</p>
<div id="chunk-4rf7u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O <strong>Amazonas registrou 13 mortes em decorrência da Covid-19 nos primeiros três meses de 2025</strong>, conforme o mais recente informe epidemiológico sobre vírus respiratórios divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). O boletim, divulgado na segunda-feira (31), confirmou <span class="highlight highlighted">133 casos da doença</span>.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-c2i56">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com o informe, a Covid-19 apresentou um <span class="highlight highlighted">aumento de 33,1% no período de um mês</span>. Em fevereiro, foram registrados 97 casos, enquanto em março esse número subiu para 133.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-63b1a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além disso, o relatório da FVS-RCP indica que foram registrados 919 casos de vírus respiratórios no primeiro trimestre de 2025, que incluem:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d8c4a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="13" data-block-id="11">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>🦠influenza B </strong>(58,5%);</li>
<li><strong>🦠influenza B</strong> (25,3%);</li>
<li><strong>🦠</strong><strong>Coronavírus (10%)</strong>;</li>
<li><strong>🦠 influenza A</strong> (4,8%);</li>
<li><strong>🦠adenovírus</strong>(4,1%).</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-fhr8u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ainda segundo a fundação, a faixa etária mais atingida é de pessoas com 60 anos ou mais (29,2%); menores de 1 ano (23,4%); 1 a 4 anos (15,9%); 20 a 39 anos (10,2%); 40 a 59 anos (10,2%); 5 a 9 anos (8,1%); e 10 a 19 anos (3,1%).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dopnt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Ministério da Saúde informou que estabelece uma meta de cobertura vacinal de 90% contra o vírus, mas no Amazonas, esse índice está abaixo dessa expectativa para todas as doses disponíveis no estado. De acordo com a atualização mais recente, divulgada nesta quarta-feira (2), o percentual de pessoas vacinadas é de:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9mptq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="19" data-block-id="14">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>💉 Duas doses de vacina &#8211; </strong>83,02%</li>
<li><strong>💉Três doses de vacina &#8211;</strong> 54,16%</li>
<li><strong>💉Quatro doses de vacina &#8211; </strong>13,94%</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-11iqg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A vacinação contra Covid-19 é distribuída gratuitamente para todo o Amazonas, sendo uma medida importante para a redução da transmissão e a prevenção de complicações graves das doenças.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-djt5d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Medidas de prevenção</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-botr2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">🔎 A FVS-RCP orienta que, para prevenir as síndromes respiratórias,<strong> é fundamental adotar medidas simples, como a higienização frequente das mãos, a prática da etiqueta respiratória</strong> (cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar) e evitar aglomerações.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-10lpu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Também é imprescindível usar máscara de proteção respiratória para evitar transmissão de vírus respiratórios: pessoas com sintomas respiratórios, profissionais de saúde, os que precisam entrar em contato com indivíduos sintomáticos e quem faz parte de grupo de risco, como idosos, pessoas com comorbidades e indivíduos com doenças de imunossupressão.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bend3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">É, ainda, essencial proteger crianças menores de seis meses de idade, evitando a exposição a ambientes de risco.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Nova vacina contra a covid-19 chega à população em 15 dias</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nova-vacina-contra-a-covid-19-chega-a-populacao-em-15-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Apr 2024 22:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Saúde confirmou compra de 12,5 milhões de doses da Moderna O Ministério da Saúde confirmou a compra de 12,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19 da farmacêutica Moderna. Os imunizantes devem chegar à população nos próximos 15 dias. O contrato foi fechado na sexta-feira (19). A pasta informou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Saúde confirmou compra de 12,5 milhões de doses da Moderna</p>
<p>O Ministério da Saúde confirmou a compra de 12,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19 da farmacêutica Moderna. Os imunizantes devem chegar à população nos próximos 15 dias. O contrato foi fechado na sexta-feira (19).<br /><br />A pasta informou que iniciou o processo de aquisição emergencial em dezembro de 2023, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a versão mais atualizada do imunizante. <br /><br />Em nota, o ministério diz que essa é a primeira vez que empresas farmacêuticas disputam o fornecimento de vacinas contra a covid-19 no Brasil. Todas as aquisições anteriores foram feitas em um ambiente sem concorrência. A medida, segundo o governo, possibilitou uma economia de R$ 100 milhões.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Cinco mortes por Covid são registradas no AM em 2024, diz FVS</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cinco-mortes-por-covid-sao-registradas-no-am-em-2024-diz-fvs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 17:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[COVID]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o órgão, dos cinco óbitos, três pacientes apresentavam comorbidades.Cinco mortes foram registradas por Covid-19, no Amazonas, em 2024, segundo informações da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). Dos cinco óbitos, três pacientes apresentavam comorbidades. A informação foi divulgada, por meio de nota,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo o órgão, dos cinco óbitos, três pacientes apresentavam comorbidades.<br />Cinco mortes foram registradas por Covid-19, no Amazonas, em 2024, segundo informações da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). Dos cinco óbitos, três pacientes apresentavam comorbidades.<br /><br />A informação foi divulgada, por meio de nota, enviada à Rede Amazônica, nesta segunda-feira (26).<br />A FVS-AM informou que as cinco mortes registradas pela doença este anos, aconteceram no período de 8 a 14 de janeiro. Sendo que, três pessoas eram do sexo feminino e duas pessoas do sexo masculino.<br /><br />Ainda de acordo com a fundação, dos cinco óbitos, três pacientes apresentavam comorbidades. Além disso, todos estavam com o esquema vacinal desatualizado com aplicação de vacina de reforço em atraso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1 AM</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">36236</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Olhos de criança muda de cor após tratamento contra a Covid-19</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/olhos-de-crianca-muda-de-cor-apos-tratamento-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 16:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[criança seis meses]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[medicação]]></category>
		<category><![CDATA[visão]]></category>
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					<description><![CDATA[A cor dos olhos de uma criança de seis meses, mudou de castanho para um tom incomum de azul. Os médicos acreditam que a alteração é resultado de uma complicação rara de um tratamento para Covid-19. “O evento adverso relatado, embora raro, deve ser levado a sério e monitorado de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cor dos olhos de uma criança de seis meses, mudou de castanho para um tom incomum de azul. Os médicos acreditam que a alteração é resultado de uma complicação rara de um tratamento para Covid-19.</p>
<p>“O evento adverso relatado, embora raro, deve ser levado a sério e monitorado de perto em casos futuros. Mais estudos são necessários para determinar a incidência desses efeitos adversos e suas potenciais consequências a longo prazo, na saúde da córnea”, escreveram os médicos da criança em um relato de caso publicado na revista científica Frontiers in Pediatrics.</p>
<p>Eles disseram que o medicamento também já causou fluorescência no cabelo e nas unhas de humanos. As possíveis explicações para essa anormalidade, inclui efeito adverso ao próprio medicamento, aos seus metabólitos ou componentes adicionais, como dióxido de titânio e óxido férrico amarelo.</p>
<p>&#8220;Estudos demonstraram que o metabólito ativo fosforilado do favipiravir é encontrado no plasma humano e que existe uma correlação linear entre sua concentração e a intensidade da fluorescência”, escreveram os autores. Os efeitos colaterais mais comuns associados a esse tratamento são, diarreia leve e ácido úrico elevado no sangue.</p>
<p>Após o ocorrido com o bebê, a equipe alerta para a preocupação em torno do uso do favipiravir no tratamento da Covid-19.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Prefeitura oferta vacinação contra a Covid-19 neste sábado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/prefeitura-oferta-vacinacao-contra-a-covid-19-neste-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Aug 2023 12:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pontos de imunização]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Para ampliar o acesso da população às vacinas contra a Covid-19, a Prefeitura de Manaus oferta os imunizantes neste sábado (19), em nove pontos de vacinação da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), que estão distribuídos em todas as zonas geográficas da capital, no horário das 8h às 12h. Crianças, adolescentes,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para ampliar o acesso da população às vacinas contra a Covid-19, a Prefeitura de Manaus oferta os imunizantes neste sábado (19), em nove pontos de vacinação da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), que estão distribuídos em todas as zonas geográficas da capital, no horário das 8h às 12h.</p>
<p>Crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos podem tomar as doses iniciais e as de reforço para se proteger das formas graves da doença.</p>
<p>A titular da Semsa, Shádia Fraxe, convoca a população a se vacinar para que o cenário epidemiológico da doença em Manaus, que está tranquilo, se mantenha.</p>
<p>“É fundamental que todos prossigam com a atualização do seu esquema vacinal. A Semsa, seguindo as orientações do prefeito David Almeida, vem ofertando as vacinas aos sábados como forma de ampliar ainda mais o acesso dos manauaras. É importante destacar que, além das unidades que funcionam em horário regular, a população pode ir durante a semana, nas unidades que atendem o público até as 20h”, pontua.</p>
<p>Para receber as doses do esquema primário ou de reforço, o usuário deve apresentar documento oficial com foto, CPF ou Cartão Nacional de Saúde (CNS) e cartão de vacina.</p>
<p>A aplicação das doses segue os intervalos preconizados pelo Ministério da Saúde. Para se informar sobre sua situação vacinal, o usuário pode acessar a plataforma on-line Imuniza Manaus (imuniza.manaus.am.gov.br), selecionar o serviço “Consultar Minhas Doses” e informar o número do CPF.</p>
<h5>Confira os pontos de vacinação da Semsa abertos neste sábado</h5>
<h6>Zona Norte</h6>
<p>Clínica da Família Carmen Nicolau – Rua Santa Tereza D’Ávila, s/nº, Lago Azul</p>
<p>USF Áugias Gadelha – Rua A, s/nº, Cidade Nova 1</p>
<p>USF Major PM Sálvio Belota – Rua João Monte Fusco (antiga rua das Samambaias), nº 786, Santa Etelvina</p>
<h6>Zona Sul</h6>
<p>USF Doutor José Rayol dos Santos – Avenida Constantino Nery, s/nº, Flores</p>
<h6>Zona Leste</h6>
<p>USF Alfredo Campos – Alameda Cosme Ferreira, s/nº, Zumbi dos Palmares</p>
<p>USF Amazonas Palhano – Rua Antônio Matias, s/nº, São José Operário</p>
<p>USF Leonor Brilhante – Avenida Autaz Mirim, s/nº, Tancredo Neves</p>
<h6>Zona Oeste</h6>
<p>USF Deodato de Miranda Leão – Avenida Presidente Dutra, s/nº, Glória</p>
<p>USF Leonor de Freitas – Avenida Brasil, s/nº, Compensa 1</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da Acessoria</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>“É hora de intensificar a vacinação”, diz ministra sobre covid-19</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/e-hora-de-intensificar-a-vacinacao-diz-ministra-sobre-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 11:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[ministra da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Nísia Trindade]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou neste domingo (7) que infecções pelo vírus Sars-COV 2, responsável pela covid-19, vão continuar ocorrendo e que o momento é de fortalecimento dos sistemas de vigilância, diagnóstico, assistência e vacinação. Segundo ela, o vírus ainda sofrerá mutações e, por isso, os cuidados devem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou neste domingo (7) que infecções pelo vírus Sars-COV 2, responsável pela covid-19, vão continuar ocorrendo e que o momento é de fortalecimento dos sistemas de vigilância, diagnóstico, assistência e vacinação.</p>
<p>Segundo ela, o vírus ainda sofrerá mutações e, por isso, os cuidados devem ser mantidos.</p>
<blockquote>
<p><em>“É hora de intensificar a vacinação. As hospitalizações e óbitos pela covid-19 ocorrem principalmente em indivíduos que não tomaram as doses de vacina recomendadas”, destacou a ministra em cadeia de rádio e televisão.</em></p>
</blockquote>
<p>&#8220;Por esta razão, o Ministério da Saúde, ao lado de estados e municípios, realiza desde fevereiro um movimento nacional pela vacinação de reforço para covid- 19. Esta é a forma mais eficaz e segura de proteger nossa população. Precisamos estar unidos pela saúde, em defesa da vida&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Na última sexta-feira (5), a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-05/oms-declara-fim-da-emergencia-em-saude-por-covid-19" target="_blank" rel="noopener">o fim da emergência de saúde pública de importância internacional</a>. “Depois de termos passado por um período tão doloroso, nosso país recebe essa notícia com esperança”, afirmou Nísia.</p>
<p>“O momento é de transição do modo de emergência para enfrentamento continuado como parte da prevenção e controle de doenças infecciosas.”</p>
<p>Durante o pronunciamento, a ministra lembrou que o Brasil perdeu 700 mil vidas durante o surto sanitário.</p>
<blockquote>
<p><em>&#8220;Outro teria sido o resultado se o governo anterior, durante toda a pandemia, respeitasse as recomendações da ciência. Se fossem seguidas e cumpridas as obrigações de governante de proteger a população do país. Não podemos esquecer. Precisamos preservar esta memória para construir um futuro digno&#8221;, reforçou.</em></p>
</blockquote>
<p>Ela agradeceu os cientistas e os laboratórios que desenvolveram os imunizantes e fez uma referência especial aos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). </p>
<p>&#8220;Apesar do negacionismo, dos ataques à ciência e da política de descaso, muitas vidas foram salvas devido ao SUS e ao esforço sem limites dos trabalhadores e das trabalhadoras da saúde&#8221;, destacou a ministra. </p>
<p>&#8220;A eles, agradeço em meu nome e em nome do presidente Lula, que tem se dedicado desde o primeiro dia de nosso governo à política do cuidado e ao fortalecimento do SUS&#8221;, reforçou Nísia.</p>
<p>Foto: Antônio Cruz</p>
<p>*Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Em três anos de pandemia de covid-19, ciência e vírus evoluíram</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/em-tres-anos-de-pandemia-de-covid-19-ciencia-e-virus-evoluiram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Mar 2023 11:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde que a pandemia de covid-19 começou, em 11 de março de 2020, o sucesso de novas estratégias na contenção do coronavírus SARS-CoV-2 e as mutações que deram a ele maior capacidade de transmissão moldaram altos e baixos que criaram ondas, picos e momentos de relaxamento e tranquilidade. Nestes três...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde que a pandemia de covid-19 começou, em 11 de março de 2020, o sucesso de novas estratégias na contenção do coronavírus SARS-CoV-2 e as mutações que deram a ele maior capacidade de transmissão moldaram altos e baixos que criaram ondas, picos e momentos de relaxamento e tranquilidade.</p>
<p>Nestes três anos, o coronavírus descoberto em Wuhan, na China, <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />já causou 759 milhões de casos de covid-19, que provocaram 6,8 milhões de mortes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Cerca de 65% da população mundial está vacinada com duas doses, e 30% receberam doses de reforço. Esses percentuais, porém, escondem desigualdades: enquanto Américas, Europa e Leste da Ásia estão perto dessa média ou acima dela, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-01/vacinacao-contra-covid-19-nao-chegou-mais-de-70-dos-africanos" target="_blank" rel="noopener">menos de 30% da população da África</a> recebeu duas doses da vacinas.</p>
<p>No Brasil, os óbitos se aproximam dos 700 mil, em um universo de 37 milhões de casos já diagnosticados. Apesar de a pandemia não causar mais o colapso de unidades de saúde, ela ainda faz vítimas: foram 330 na última semana epidemiológica, segundo dados do DataSUS, o que mostra que ainda é necessária atenção à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento da doença.</p>
<p>No que diz respeito à vacinação, o Brasil possui uma cobertura acima da média do mundo e das Américas, com 82% da população com o esquema primário completo e 58% com ao menos uma dose de reforço, segundo dados do painel Monitora Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A maior parte dessas doses aplicadas é de vacinas de terceira geração, com as tecnologias de vetor viral e RNA mensageiro, uma inovação posta em prática em massa pela primeira vez com a pandemia de covid-19 e acrescentada ao arsenal da ciência contra futuras ameaças de saúde pública.</p>
<h2>Quais foram os marcos que moldaram a pandemia?</h2>
<p>Ao contar a história da pandemia, o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alberto Chebabo, destaca que há muitas formas de dividi-la, e um dos principais marcos temporais que se pode apontar é antes e depois da vacinação.</p>
<blockquote>
<p>“Em 2020, a gente não tinha vacina, e, em 2021, a gente começou a vacinar muito lentamente no primeiro semestre. Foi o período em que a gente teve o maior número de mortes e a maior demanda por leitos hospitalares”, lembra. “A partir do segundo semestre 2021, quando a gente consegue avançar na vacinação, há uma mudança de característica da doença, que passa a ter uma gravidade muito menor do que foi durante esse primeiro período, com uma redução importante de mortalidade e no impacto sobre a rede hospitalar.”</p>
</blockquote>
<p>O infectologista acrescenta que as mudanças do próprio vírus são outra variável que moldou essa história. A partir de 2021, as variantes do coronavírus, especialmente a Gamma e a Delta, trouxeram um grande aumento de casos no Brasil, que se tornou ainda mais expressivo em 2022, com a chegada da Ômicron. Além de o vírus se disseminar mais rápido, os testes se tornaram mais acessíveis, o que também ajudou a elevar o número de diagnósticos de covid-19, que antes estavam restritos a casos de maior gravidade.</p>
<p>“Uma terceira forma de dividir é que a gente teve, a partir do final de 2022 e início de 2023, a possibilidade de ter medicamentos incorporados ao SUS para que a gente possa tratar os casos com pior resposta à vacina”, diz Chebabo. “Apesar de a gente querer um tratamento precoce, rápido e específico para a doença, a gente demorou a achar. Precisou ter um desenvolvimento de novas drogas antivirais e anti-inflamatórias para que a gente pudesse ter a possibilidade de tratar precocemente a doença. Medicações que foram advogadas como salvadoras, como a cloroquina e a ivermectina, realmente não tinham nenhuma função.”</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="SBI/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/dSyGNwIqxXL7uShwd8kD9gfRzEw=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/gscm6305.jpg?itok=7QQaEf5E" alt="Rio de Janeiro (RJ) - Especial 3 anos de pandemia, Impactos da pandemia.
Na foto,  o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alberto Chebabo
 Foto: SBI/Divulgação" /></div>
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<h6 class="meta">Alberto Chebabo diz que novas variantes do vírus levaram ao aumento dos casos de covid-19 &#8211; <strong>SBI/Arquivo/Divulgação</strong></h6>
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<p>O conhecimento sobre o vírus, explica o pesquisador, foi outro ponto importante que reduziu a mortalidade da doença. Ainda no primeiro ano da pandemia, a descoberta de como manejar os casos de falta de oxigenação no sangue permitiu um tratamento clínico mais eficaz nas unidades de terapia intensiva (UTIs). A própria caracterização da covid-19 como doença respiratória mudou ao longo do tempo.</p>
<p>“A gente aprendeu o espectro todo da doença. Não é uma doença apenas com um quadro respiratório agudo, é uma doença com quadros muito mais amplos, com quadros cardiovasculares, com risco de trombose, e com a covid longa. Também tem impactos a médio e longo prazo”, explica ele, que cita mudanças neurológicas e também sequelas pulmonares como condições pós-covid que podem necessitar de tratamento especializado.</p>
<p>A chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Marilda Siqueira, destaca que a colaboração de cientistas de diferentes áreas se deu de forma acelerada durante a pandemia, e esse foi um fator fundamental ao longo da emergência sanitária. O laboratório chefiado pela virologista foi referência da OMS <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />no continente americano e também participou do desenvolvimento de testes diagnósticos em tempo recorde.</p>
<p>“Assim que a OMS disse que se tratava de um coronavírus, um laboratório em Berlim disponibilizou o desenho de como seria o teste diagnóstico PCR. Então, Bio-Manguinhos contactou nosso laboratório e, em colaboração conosco, produziu em menos de um mês um <em>kit</em> diagnóstico. Com coordenação do Ministério da Saúde, fizemos um treinamento de todos os laboratórios centrais de Saúde Pública [Lacens], e, em 18 de março, os 27 estados brasileiros já estavam com um profissional treinado e com<em> kit</em> para diagnóstico de SARS-CoV-2. Poucos países conseguiram isso, que foi fruto de investimentos de décadas do Ministério da Saúde e Ciência e Tecnologia em Bio-Manguinhos”, conta ela.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Josué Damacena/Fiocruz/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/IOaQqdARBbuaIqbqXlwpfS19Dsg=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/foto_marilda_siqueira_fiocruz.jpg?itok=11468WBO" alt="Rio de Janeiro (RJ) - Especial 3 anos de pandemia, Impactos da pandemia.
Marilda Siqueira, Chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) 
 Foto: Josué Damacena/Fiocruz/Divulgação" /></div>
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<h6 class="meta">Marilda Siqueira destaca importância da <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />colaboração para o enfrentamento da pandemia <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />&#8211; <strong>Josué Damacena/Fiocruz/Divulgação</strong></h6>
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<p>Da mesma forma que os testes, a pesquisadora explica que as vacinas também foram fruto de investimentos e esforços cumulativos, o que desmonta a falácia de que foram produzidas “rápido demais”. “Isso aconteceu em um curto espaço de tempo porque já vínhamos com experiências e conhecimento científico acumulado de décadas. Imagina se a introdução do coronavírus tivesse sido há um século, como aconteceu com a gripe espanhola. Teria sido arrasador, porque as ferramentas não estavam naquele momento prontas como estavam neste momento, em 2020. O uso dessas ferramentas que a humanidade vem desenvolvendo foram pontos cruciais para diminuir o impacto da pandemia em um ano.”</p>
<h2>Maior colapso sanitário e hospitalar</h2>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Altemar Alcantara/Semcom/Prefeitura de Manaus" src="https://imagens.ebc.com.br/ioZx0iqn-dOe2D65cunt4gMvlrU=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/50016466891_bbcc3bbc57_o.jpg?itok=dND6vnMt" alt="Manaus (AM) - Especial 3 anos de pandemia, Impactos da pandemia. Funcionário do Cemitério Tarumã na cidade de Manaus, abre uma cova para mais uma vitima do covid-19 . Foto: Altemar Alcantara/Semcom/Prefeitura de Manaus" /></div>
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<div class="meta">Manaus (AM) &#8211; <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />Funcionário do Cemitério Tarumã na cidade de Manaus, abre uma cova para mais uma vitima do covid-19 . Foto: <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" /><strong>Altemar Alcantara/Semcom/Prefeitura de Manaus</strong></div>
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<p>O virologista da Fiocruz Amazônia Felipe Naveca conta que, assim como a agilidade e articulação dos pesquisadores, a capacidade de transmissão do coronavírus foi crucial para determinar as diferentes fases da pandemia. Desde sua descoberta, no fim de 2019, o vírus impressionou pesquisadores com seu potencial de disseminação, chegando a todos os continentes em poucos meses. Conforme o número de infectados cresceu, aumentou também a pressão seletiva sobre o vírus, que sofreu mutações para escapar do sistema imunológico das pessoas já infectadas e continuar se multiplicando.</p>
<p>“As variantes que tiveram maior sucesso e suas linhagens, ou eram mais transmissíveis, ou escapavam mais do sistema imunológico, ou as duas coisas”, define Naveca, que liderou o grupo responsável pelo sequenciamento da variante Gamma, no Amazonas, causadora do pior momento da pandemia no Brasil.</p>
<p>Foi a variante Gamma que causou as infecções durante o colapso hospitalar no Amazonas em janeiro e se espalhou no país nos meses seguintes a ponto de lotar hospitais em todas as regiões ao mesmo tempo. Menos de 15% da população estava vacinada com a primeira dose naquele momento, e o Brasil chegou a ter mais de 3 mil mortes por dia entre março e abril de 2021, quando enfrentou o maior colapso sanitário e hospitalar de sua história, segundo o Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz.</p>
<p>Desde 2022, entretanto, as descendentes da variante Ômicron dominam o cenário epidemiológico. “Do vírus ancestral à Ômicron foi um salto muito grande. Inclusive, algumas teorias sugerem que esse vírus ficou evoluindo de uma maneira silenciosa em alguns países com menor vigilância. Pode ser que ela tenha circulado de maneira silenciosa no continente africano, e quando se detecta a Ômicron, ela já era muito diferente de todas as que a gente conhecia.”</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Foto: Sarah Daltri/SBIm/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/_hfZZtvnuDuUxx7H8AesmeJHOHI=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/xxiv_jornada_sbim_2022_-_07-09_-_mesa_de_abertura_-89.jpg?itok=Umm2Y9Yc" alt="Rio de Janeiro (RJ) - Especial 3 anos de pandemia, Impactos da pandemia.
Na foto o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri. Foto: Sarah Daltri/SBIm/Divulgação" /></div>
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<h6 class="meta">Para Renato Kfouri, houve contapropaganda <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />de vacinas no governo Bolsonaro &#8211;<strong> <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />Sarah Daltri/SBIm/Divulgação</strong></h6>
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<p>O sucesso da variante Ômicron em escapar da imunidade faz dela um marco na pandemia, na visão do vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, que concorda que o outro grande marco é a proteção coletiva obtida com as vacinas, a partir de 2021.</p>
<p>“A gente tem três momentos na pandemia. Um momento sem vacina; um momento com vacina antes da Ômicron, em que a proteção era mais elevada, inclusive contra as formas leves da doença; e um momento pós-Ômicron, em que a perda da proteção contra as formas leves aconteceu, mas foi conservada a proteção contra as formas graves da doença. Hoje, os vacinados continuam muito bem protegidos dos desfechos mais graves, mas não conseguem estar protegidos contra a infecção.”</p>
<h2>O que poderia ter sido diferente?</h2>
<p>O Brasil é o segundo país do mundo que contabiliza mais vítimas da covid-19, apesar de ter a quinta maior população mundial. A mortalidade da doença, medida em óbitos por 100 mil habitantes pela Organização Mundial da Saúde, também atinge no país uma média desproporcional: quase quatro vezes maior que a média mundial.</p>
<p>Para o epidemiologista e professor da Universidade de Illinois Urbana-Champaign, nos Estados Unidos, Pedro Hallal, comparar a mortalidade no Brasil com a média mundial requer uma série de ponderações – <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />e elas podem ser ainda mais desfavoráveis para o país. O cientista é coordenador-geral da pesquisa Epicovid-19, que busca medir a prevalência do coronavírus e avaliar a velocidade de expansão da covid-19 no país.</p>
<p>Hallal explica que a população brasileira é, em média, mais jovem que a mundial, o que faz com que haja um percentual menor de pessoas no grupo de risco da covid-19. Além disso, o Brasil é um país de renda média que tem um programa nacional de vacinação muito superior ao da maioria dos países, e um sistema de saúde público e universal com capacidade de realizar atendimentos de alta complexidade, como os casos graves de covid-19. Em relação às subnotificações de outros países que possam puxar a média mundial para baixo, o epidemiologista argumenta que a literatura já construída sobre a covid-19 mostra que as mortes são muito menos subnotificadas do que os casos.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Divulgaçāo" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" alt="Rio de Janeiro (RJ) - Especial 3 anos de pandemia, Impactos da pandemia.
Na foto, o professor da Universidade de Illinois Urbana Champaign, Pedro Hallal.
Foto: Divulgaçāo" data-echo="https://imagens.ebc.com.br/iZx2deyTVAsOvaJbvacGJOk8GqI=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/pedro_hallal.jpg?itok=HEOCaWOU" /></div>
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<h6 class="meta">Professor <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />Pedro Hallal diz que erros do Brasil no enfrentamento à covid-19 vieram desde o começo da pandemia <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />&#8211; <strong>Divulgaçāo</strong></h6>
</div>
</div>
<p>“Eu acho justo, por conta de todas essas explicações, dizer que o Brasil tem, no mínimo, quatro vezes mais mortes do que deveria ter”, diz Hallal, que enviou um estudo com essa metodologia no formato de carta ao editor para a revista <em>The Lancet</em>, um dos mais importantes periódicos científicos do mundo, e também apresentou o mesmo levantamento na Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia, no Senado Federal. “Não estou comparando se o Brasil fosse o exemplo do melhor enfrentamento. Se o Brasil tivesse sido apenas mediano, ele teria 184 mil mortes, e não 699 mil.”</p>
<p>O especialista destaca que os erros do Brasil no enfrentamento à covid-19 vieram desde o começo da pandemia. Os investimentos em testagem e rastreamento de contatos foram insuficientes, aponta. Além disso, <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />o governo Jair Bolsonaro apostou em uma estratégia de imunidade de rebanho por infecção, na qual havia a expectativa de que um número grande de infectados bloquearia a circulação do vírus em algum momento. &#8220;Um erro gravíssimo de quem fez uma leitura equivocada desde o primeiro dia sobre o que que era essa pandemia”, classifica. Ele argumenta que houve uma confusão sobre como deveriam ser implementadas as políticas de distanciamento social, por parte do governo federal, estados e municípios.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Rovena Rosa/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/EzJAc7JmgCb1B5q9z_dfKSlsE1U=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/rvrsa_abr_sp_150320212559.jpg?itok=9f5tH388" alt="Comércio fechado na região central, durante a fase vermelha da epidemia de covid-19 na capital." /></div>
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<h6 class="meta">Comércio fechado na região central da capital paulista, durante a Fase Vermelha da epidemia de covid-19 &#8211; <strong>Rovena Rosa/Arquivo/Agência Brasil</strong></h6>
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<blockquote>
<p>“O Brasil nunca fez um<em> lockdown</em>. O Brasil fez fechamentos seletivos de longuíssima duração, que destruíram não só a saúde pública, porque não conseguiram impedir a circulação do vírus, como também destruíram a economia do país”, diz. “A ciência mostra que, nos momentos mais agudos, é útil fazer um<em> lockdown</em> extremamente rigoroso e curto. A maioria dos lugares do mundo usa três semanas como referência.”</p>
</blockquote>
<p>O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alberto Chebabo, é cauteloso em relação a comparações da mortalidade no Brasil com a média mundial, pelo risco de subnotificações ou confiabilidade dos dados de todos os países. Apesar disso, ele não tem dúvidas de que houve um excesso de mortalidade por covid-19 no Brasil.</p>
<p>“Certamente, a gente foi um dos países mais afetados. E a gente errou muito na pandemia, principalmente nos primeiros dois anos. O Ministério da Saúde não teve uma atuação coordenada, deixando a cargo de cada município e de cada estado a implementação de medidas, com uma politização e polarização infundadas que levaram a um número muito grande de casos e de óbitos relacionados à não implementação adequada a medidas de controle, principalmente as não farmacológicas [como distanciamento e máscaras], que eram as que gente tinha para oferecer no início”, avalia Chebabo. “Isso fragilizou muito o controle da doença no país, aumentando de forma acentuada o número de óbitos.”</p>
<p>Outro ponto que o infectologista destaca é que houve atraso no início da vacinação contra a covid-19 no momento em que a disseminação da variante Gamma causava a fase mais letal da pandemia, com até 3 mil mortes em um único dia.</p>
<p>“A vacinação contra a covid foi muito lenta e se arrastou durante quase todo o primeiro semestre de 2021, só ganhando força mesmo no segundo semestre”, afirma, <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />lembrando que o país demorou a fechar a compra das vacinas de RNA mensageiro, exportadas pela Pfizer. “O Brasil tem capacidade de vacinar até 1,5 milhão de pessoas por dia, e vacinava 10 mil, 20 mil, ou 100 mil, no máximo. A gente talvez tivesse salvado mais vidas.”</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Rovena Rosa/Agência Brasil" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" alt="Vacinação contra covid-19 aos profissionais da saúde do Hospital das Clínicas, no Centro de Convenções Rebouças." data-echo="https://imagens.ebc.com.br/7nS-jh20nuaA-Kn7hDxxSP-oGQg=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/vacinacao_contra_covid-19_sao_paulo_rovsa_abr_19012101078.jpg?itok=DnSR-0Ol" /></div>
</div>
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<h6 class="meta">Para especialistas, demora na vacinação dificultou <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />combate à <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" />covid-19 no Brasil &#8211; <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515436&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515436&amp;o=node" /><strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></h6>
</div>
</div>
<p>Para o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, além da demora, houve falta de empenho em campanhas de estímulo à vacinação e até contrapropaganda por parte do governo à época. Ele considera que uma mortalidade por covid-19 acima dos países desenvolvidos já era esperada para o Brasil, porque isso também ocorre com outras doenças, mas acredita que fatores como os problemas na vacinação agravaram essa diferença.</p>
<blockquote>
<p>“Essa poderia ter sido a grande bandeira do governo, que infelizmente trabalhou desfavoravelmente ao uso das vacinas. Atrasou, contraindicou, criou brigas políticas com produtores e questões xenófobas, só dificultando o processo.”</p>
</blockquote>
<p>Kfouri destaca que, apesar disso, o Brasil alcançou uma alta cobertura nas duas primeiras doses, mas não conseguiu repetir o feito nas doses de reforço, que são consideradas indispensáveis para a proteção contra as cepas Ômicron. O médico avalia que a pandemia foi o ponto de partida do fortalecimento de movimentos antivacina no Brasil, e que as crianças foram as maiores afetadas.</p>
<p>“Pela primeira vez, a gente vê pais vacinados com até quatro doses que não vacinaram seus filhos. Em geral, a gente protege os filhos e depois pensa na nossa proteção. De uma maneira geral, isso impactou bastante na pediatria. Apesar de ser algo que é mais seletivo, contra as vacinas covid, acaba respingando nas outras vacinas”, afirma. “A pandemia trouxe à luz os grupos contrários à vacinação, que aproveitaram das vacinas contra a covid-19 para disseminar conceitos equivocados e a insegurança na vacinação. Os antivacinistas são muito poucos no Brasil e não prosperavam aqui porque não havia um campo fértil. A covid-19 criou essas condições.”</p>
<p>Foto: Reuters</p>
<p>*Agência Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vacina bivalente contra a Covid: saiba quem poderá tomar o imunizante a partir desta segunda-feira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/vacina-bivalente-contra-a-covid-saiba-quem-podera-tomar-o-imunizante-a-partir-desta-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 12:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa nesta segunda-feira (27) mais uma etapa da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Nesta nova fase, as pessoas serão vacinadas com o reforço do imunizante bivalente da Pfizer. Segundo o informe técnico operacional divulgado pelo Ministério da Saúde, nesta primeira fase, serão imunizadas as pessoas acima de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Começa nesta segunda-feira (27) mais uma etapa da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Nesta nova fase, as pessoas serão vacinadas com o reforço do imunizante bivalente da Pfizer.<br /><br />Segundo o informe técnico operacional divulgado pelo Ministério da Saúde, nesta primeira fase, serão imunizadas as pessoas acima de 70 anos, pessoas que vivem em instituições de longa permanência (ILP), pacientes imunocomprometidos e comunidades indígenas, ribeirinhos e quilombolas (veja datas abaixo).<br /><br />Em seguida, serão imunizadas as pessoas com mais de 60 anos, gestantes e puérperas, trabalhadores de saúde, pessoas com deficiência e população privada de liberdade. Estados e municípios podem definir seus próprios calendários. Por isso, vale checar as datas antes de se deslocar para o posto de saúde.</p>
<div id="chunk-cql5u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Esta <a href="https://g1.globo.com/saude/coronavirus/vacinas/noticia/2023/01/26/entenda-o-que-sao-as-vacinas-bivalentes-contra-a-covid.ghtml">vacina é uma atualização em relação aos primeiros imunizantes fabricados contra a Covid-19</a> e protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8k72l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O objetivo do reforço com a bivalente é expandir a resposta imune específica à variante ômicron e melhorar a proteção da população.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-edao3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A meta é vacinar <strong><span class="highlight highlighted">90% da população-alvo</span></strong>. Veja calendário:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="70" data-block-id="15">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>27/02:</strong> Pessoas acima de 70 anos; pessoas vivendo em instituições de longa permanência (ILP); pacientes imunocomprometidos <em>(entenda mais abaixo)</em> a partir de 12 anos; e comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas;</li>
<li><strong>06/03:</strong> Pessoas de 60 a 69 anos;</li>
<li><strong>20/03: </strong>Gestantes e puérperas;</li>
<li><strong>17/04: </strong>Trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente a partir de 12 anos, população privada de liberdade, adolescentes cumprindo medidas socioeducativas e funcionários do sistema de privação de liberdade.</li>
</ul>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>Esquema vacinal</h2>
</div>
<p>A ideia é dar a bivalente para quem já tem pelo menos duas doses, segundo Éder Gatti, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreviníveis. Ou seja, <span class="highlight highlighted">quem só tomou uma dose até agora, vai ter que tomar ainda a segunda dose da primeira versão da vacina para estar apto a tomar a bivalente</span>.</p>
</div>
<div id="chunk-ac3rh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Abaixo, confira o esquema vacinal recomendado:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-46nh0">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="23">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/1ARVvCW4S2daZAn_t3HWWGsAg5w=/0x0:1245x651/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/a/E/WUKNx7TESGcduBT8tBMw/plano-nacional-de-vacinacao-1.png" alt="Plano nacional de vacinação contra Covid-19 2023 — Foto: Reprodução/Ministério da Saúde" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Plano nacional de vacinação contra Covid-19 2023 — Foto: Reprodução/Ministério da Saúde</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="24">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Demais grupos</span></p>
<p>Além dos grupos prioritários, o ministério também quer intensificar a campanha com a vacina monovalente <strong>para os maiores de 12 anos</strong>. A ideia é <span class="highlight highlighted">aumentar a cobertura vacinal nesses outros públicos</span>. A recomendação é:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="21" data-block-id="26">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Uma dose de reforço para quem tem até 40 anos.</strong></li>
<li><strong>Duas doses de reforço para quem tem mais de 40 anos.</strong></li>
</ul>
<div id="chunk-96dvt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Pfizer, assim como a Anvisa, reforça que a vacina monovalente original continua sendo importante instrumento no combate à Covid-19.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="29">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Quem são os imunossuprimidos?</span></p>
<p>As pessoas com <strong><span class="highlight highlighted">baixa imunidade são chamadas de imunossuprimidas ou imunocomprometidas</span></strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="30" data-block-id="31">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Não há relação direta entre pessoas com comorbidades (que tinham doenças prévias como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares) e imunossuprimidos, embora as duas condições possam ocorrer em um mesmo paciente.</blockquote>
<p>O grupo dos imunossuprimidos considera, por exemplo, pessoas com câncer, pessoas vivendo com HIV, transplantados e outros com o sistema imune fragilizado, o que deixa o paciente mais suscetível a infecções. São eles:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="74" data-block-id="33">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Pessoas transplantadas de órgão sólido ou de medula óssea;</li>
<li>Pessoas com HIV e CD4 &lt;350 células/mm3;</li>
<li>Pessoas com doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente &gt; 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida;</li>
<li>Pessoas em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias;</li>
<li>Pessoas com neoplasias hematológicas, como leucemias, linfomas e síndromes mielodisplásicas;</li>
<li>Pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses.</li>
</ul>
<p>Os imunossuprimidos são todas aquelas pessoas que recebem ou receberam tratamento que mexe com o sistema imunológico, ou que têm alguma doença que deprime o sistema imunológico.</p>
</div>
<div id="chunk-4dq0h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles quote">
<div class="quote__author">— João Prats, infectologista da BP &#8211; A Beneficência Portuguesa de São Paulo</div>
</div>
</div>
<p>*g1</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">22148</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Prefeitura prossegue com vacinação contra a Covid-19 em 75 unidades de saúde, nesta quinta e sexta-fei</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/prefeitura-prossegue-com-vacinacao-contra-a-covid-19-em-75-unidades-de-saude-nesta-quinta-e-sexta-fei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 13:52:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Manaus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=21818</guid>

					<description><![CDATA[Após o feriadão do carnaval, a Prefeitura volta a ofertar as vacinas contra a Covid-19 nesta quinta e sexta-feira, 23 a 24/2, em 75 estabelecimentos de saúde distribuídos em todas as zonas geográficas da capital.  Para ampliar o acesso aos imunizantes, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) organizou a vacinação em unidades...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="x_MsoNormal">Após o feriadão do carnaval, a <a title="Protegido pelo Outlook: https://www.manaus.am.gov.br/noticias/imunizacao/vacinacao-covid-75-unidades/. Clique ou toque para seguir o link." href="https://emea01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fwww.manaus.am.gov.br%2Fnoticias%2Fimunizacao%2Fvacinacao-covid-75-unidades%2F&amp;data=05%7C01%7C%7C50c82e1ad1be4a45da0208db14da094f%7C84df9e7fe9f640afb435aaaaaaaaaaaa%7C1%7C0%7C638126698941254802%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000%7C%7C%7C&amp;sdata=ZwH3NJfjcIjpj5U0zAZT7cdz043Dxk3lZlp%2BLf29OLc%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="Verified" data-linkindex="0">Prefeitura</a> volta a ofertar as vacinas contra a Covid-19 nesta quinta e sexta-feira, 23 a 24/2, em 75 estabelecimentos de saúde distribuídos em todas as zonas geográficas da capital.  Para ampliar o acesso aos imunizantes, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) organizou a vacinação em unidades que funcionam, durante a semana, no horário regular, das 8h às 16h, e também nas de horário ampliado, que atendem até as 20h. A população pode conferir os endereços e horários de funcionamento no site da <a title="Protegido pelo Outlook: http://semsa.manaus.am.gov.br/. Clique ou toque para seguir o link." href="https://emea01.safelinks.protection.outlook.com/?url=http%3A%2F%2Fsemsa.manaus.am.gov.br%2F&amp;data=05%7C01%7C%7C50c82e1ad1be4a45da0208db14da094f%7C84df9e7fe9f640afb435aaaaaaaaaaaa%7C1%7C0%7C638126698941411097%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000%7C%7C%7C&amp;sdata=XTRVKZ2sYYvfsF0N0ez5Y04Ql05tr4UVKyn0IhbJa7w%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="Verified" data-linkindex="1">semsa.manaus.am.gov.br</a>, pelo link <a title="Protegido pelo Outlook: http://bit.ly/localvacinacovid19. Clique ou toque para seguir o link." href="https://emea01.safelinks.protection.outlook.com/?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2Flocalvacinacovid19&amp;data=05%7C01%7C%7C50c82e1ad1be4a45da0208db14da094f%7C84df9e7fe9f640afb435aaaaaaaaaaaa%7C1%7C0%7C638126698941411097%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000%7C%7C%7C&amp;sdata=J99Gz9KAFHQYlFSq9Z4XYb4jQX5RgeO%2B%2BuM1yQRe6DU%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="Verified" data-linkindex="2">bit.ly/localvacinacovid19</a> , e também nas redes sociais da secretaaria.</p>
<p class="x_MsoNormal">A secretária municipal de Saúde, Shádia Fraxe, comentou que o mês de fevereiro é simbólico, uma vez que há três anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarava emergência global por causa da Covid-19, uma doença que marcou profundamente a história da humanidade e contra a qual a ciência lutou bravamente, até chegar a produção de vacinas, uma vitória que precisa ser reconhecida por meio do seu uso.</p>
<p class="x_MsoNormal">“Chegamos até aqui comemorando a vida graças aos imunizantes. E por isso precisamos manter a vigilância e continuar atualizando o esquema vacinal contra a Covid-19. É importante esclarecer que a cada dose tomada, a imunidade aumenta. Há uma ‘memoria’ ativada pela vacina que faz o organismo produzir mais anticorpos. Por isso, apelamos sempre para que a população valorize esse avanço e se vacine em um dos mais de 70 pontos de vacinação”, ressaltou.</p>
<p class="x_MsoNormal">A população pode tomar a 1ª, 2ª, 3ª e 4ª doses conforme o esquema vacinal individual, que pode ser consultado na plataforma Imuniza Manaus (<a title="Protegido pelo Outlook: http://imuniza.manaus.am.gov.br/. Clique ou toque para seguir o link." href="https://emea01.safelinks.protection.outlook.com/?url=http%3A%2F%2Fimuniza.manaus.am.gov.br%2F&amp;data=05%7C01%7C%7C50c82e1ad1be4a45da0208db14da094f%7C84df9e7fe9f640afb435aaaaaaaaaaaa%7C1%7C0%7C638126698941411097%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000%7C%7C%7C&amp;sdata=nTWsuXwxOyG%2FDe4SfewpK4yctSiHzpaRpCMOsd9tEvc%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="Verified" data-linkindex="3">imuniza.manaus.am.gov.br</a>) inserindo o número do CPF. A quinta dose está liberada para pessoas imunossuprimidas a partir dos 18 anos que tomaram a quarta dose há quatro meses ou mais tempo.</p>
<p class="x_MsoNormal">Uma das novidades mais recentes da campanha de vacinação contra a Covid-19 é a incorporação da vacina bivalente ao esquema vacinal dos idosos a partir dos 60 anos, puérperas, gestantes e pessoas com doenças imunossupressoras, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, residentes e trabalhadores em instituição de longa permanência que já tenham tomado a segunda dose das vacinas monovalentes ou qualquer dose reforço há, pelo menos, quatro meses.</p>
<p class="x_MsoNormal">Como o próprio nome indica, a  particularidade deste imunobiológico é sua atuação na produção de anticorpos para duas cepas: a cepa original do coronavírus e uma proteção específica para as variantes da ômicron. </p>
<p class="x_MsoNormal">“Mas é muito importante explicar que as outras vacinas são tão importantes quanto a bivalente. Prova disso é que hoje mesmo com a circulação dessas variantes novas, as hospitalizações por casos graves tiveram uma redução significativa, comprovando a eficácia das vacinas monovalentes”, assegurou Shádia.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>Proteção infantil</b></p>
<p class="x_MsoNormal">A Semsa informa que, do total de 75 pontos de vacinação, 35 pontos são direcionados ao público infantil, de 5 a 11 anos. As crianças podem iniciar o seu esquema vacinal com a Pfizer pediátrica, que compreende duas doses, e também podem receber a dose de reforço. </p>
<p class="x_MsoNormal">As crianças de  6 meses a 4 anos de idade estão sendo protegidas com a Pfizer Baby, que compreende o esquema inicial de três doses.</p>
<p class="x_MsoNormal">Para evitar o desperdício de doses a oferta desses dois imunizantes está concentrada em 14 unidades básicas.</p>
<p class="x_MsoNormal">Para receber a vacina, os usuários precisam apresentar documento de identidade ou certidão de nascimento, CPF ou Cartão Nacional de Saúde (CNS) e também o cartão de vacina. No caso de crianças e adolescentes é necessário o acompanhamento de um adulto responsável.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>Texto</b> &#8211;  Tânia Brandão / Semsa</p>
<p class="x_MsoNormal"><b> </b><b>Fotos </b>&#8211;  Henrique Silva / Semsa</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Amazonas vive escalada de casos e internações e reacende alerta da Covid-19</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-vive-escalada-de-casos-e-internacoes-e-reacende-alerta-da-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2023 11:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[Na véspera do carnaval, o Amazonas segue em uma escalada no número de casos de Covid-19 neste mês de fevereiro. Isso porque em seu mais recente boletim epidemiológico divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) foram confirmados 403 novos casos da doença...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na véspera do carnaval, o Amazonas segue em uma escalada no número de casos de Covid-19 neste mês de fevereiro. Isso porque em seu mais recente boletim epidemiológico divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) foram confirmados 403 novos casos da doença em todo o Estado em um espaço de 24 horas. <br /><br />Para se ter uma ideia, o Amazonas não ultrapassava a marca de 400 casos de Covid-19 em um mesmo dia desde 11 de agosto de 2022, quando foram notificados 473 casos da doença. Só neste mês de fevereiro, segundo os dados da FVS-RCP, foram confirmados 2105 casos de Covid-19, sendo 1608 notificados apenas nos últimos sete dias.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Se for comparado o número de casos confirmados no dia 1º de fevereiro, quando houve o registro de 16 pessoas com Covid-19, nota-se um aumento de 2.418,75% em comparação com os casos registrados nesta sexta-feira (17).</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Internações </h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O número de leitos em todo o Estado também segue o padrão de aumento de notificações, pois no primeiro dia de fevereiro havia 12 pessoas internadas em Manaus por conta da doença e uma no interior, enquanto hoje há o registro de 90 internações na capital e 19 nos demais municípios.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Ainda falando das pessoas internadas, a FVS-RPC informou que do total de pacientes hospitalizados pela doença e em idade elegível para vacinação (6 meses ou mais), nos últimos 14 dias, 80,56% não tinham tomado nenhuma dose ou estavam com atraso na aplicação de doses da vacina no Amazonas. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Das 103 hospitalizações nos últimos dois meses, 50 são pessoas com 60 anos ou mais. Dentro desse grupo etário, 37 possuíam, pelo menos, um fator de risco, como cardiopatias, hipertensão e diabetes. Foi registrado, ainda, um óbito por Covid-19 nos últimos 14 dias, de uma pessoa com 70 anos ou mais, com diabetes e sem registro vacinal. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Cobertura vacinal </h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Dados parciais do Programa Nacional de Imunização apontam 8.707.595 doses foram aplicadas em todo o estado até esta sexta-feira (17/02), sendo 3.374.303 de primeira dose, 2.858.562 de segunda dose, 75.744 com dose única, 1.720.468 de 1ª dose de reforço, 675.348 de 2ª dose de reforço e 3.170 de dose adicional para os imunossuprimidos. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">No estado, apenas 22% dos municípios no interior apresentam cobertura vacinal maior que 80%. A cobertura vacinal do esquema primário (duas doses básicas) no estado é de 73,9%, considerando a população de 3 anos ou mais, sendo que a capital, Manaus, apresenta cobertura de 81,3% e o interior de 65,5%. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Números totais </h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Atualmente, o Amazonas contabiliza 627.508 casos da doença. Como um óbito foi encerrado por critérios clínicos, de imagem, clínico-epidemiológico ou laboratorial, houve uma elevação no número de mortes, que chega a 14.425.</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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