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	<title>Corte de gastos - Portal NDC</title>
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		<title>Relator muda regras na PEC do corte de gastos para supersalários</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 18:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Supersalários]]></category>
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					<description><![CDATA[Verbas indenizatórias serão reguladas por lei ordinária O relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) do pacote de corte de gastos, Moses Rodrigues (União-CE), fez uma série de alterações na proposta original do governo. No texto apresentado nesta quarta-feira (18), o relator da PEC 31/2007 apensada à PEC 45/24, que trata do...]]></description>
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<p>Verbas indenizatórias serão reguladas por lei ordinária</p>
<p>O relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) do pacote de corte de gastos, Moses Rodrigues (União-CE), fez uma série de alterações na proposta original do governo. No texto apresentado nesta quarta-feira (18), o relator da <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=449540&amp;filename=PEC%2031/2007" target="_blank" rel="noopener">PEC 31/2007</a> apensada à <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2830980&amp;filename=PEC%2045/2024" target="_blank" rel="noopener">PEC 45/24</a>, que trata do corte de gastos, fixou um mecanismo diferente do proposto pelo governo para definir quais as verbas indenizatórias não serão computadas dentro do teto salarial do funcionalismo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1624394&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1624394&amp;o=node" /></p>
<p>Atualmente, o teto salarial da União é de R$ 44 mil, hoje o salário de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, as verbas de caráter indenizatório costumam ficar de fora desse teto, permitindo remunerações acima do valor limitado pela Constituição.</p>
<p>A PEC enviada pelo Executivo previa que somente seriam autorizadas as verbas indenizatórias previstas em lei complementar de caráter nacional. O objetivo era tentar padronizar os recursos que ficariam por fora do teto. O relator transferiu a norma responsável por regular os supersalários para uma lei ordinária, de mais fácil aprovação que a lei complementar.</p>
<p>O relator também incluiu um artigo na PEC prevendo que as verbas indenizatórias não serão computadas até que a lei ordinária sobre o tema seja aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República.</p>
<p>A medida foi criticada por parlamentares que entenderam que as mudanças enfraquecem a possibilidade de limitar os supersalários do funcionalismo público. Desde que a medida foi anunciada, uma série de associações de carreira do poder público se mobilizaram contra as mudanças.</p>
<p>O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) disse que a pressão dos lobbies das carreiras que se beneficiam dos supersalários fez efeito, porque agora a PEC prevê que as regras sejam fixadas por lei ordinária e não em lei complementar.</p>
<p>“Embora já exista o teto constitucional do funcionalismo público, o que muitos setores não respeitam, há os abonos, os penduricalhos, especialmente no Judiciário, nas Forças Armadas e, em menor aspecto, também nos executivos e legislativos”, comentou.</p>
<p>O deputado Kim Kataguiri (União-SP) avalia que a PEC, da forma como ficou, não muda os supersalários e que as resoluções dos conselhos nacionais do Judiciário (CNJ) e do Ministério Público (CNMP) poderão driblar as regras previstas em lei ordinária.</p>
<p>“Com a aprovação da proposta de emenda com o texto atual, todas as resoluções do CNJ e do CNMP que garantem salários ilegais, inconstitucionais, com impacto de mais de R$ 12 bilhões ao ano no bolso do trabalhador mais pobre, vão ser mantidas”, alertou.</p>
<p>O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), lembrou que a oposição, quando estava na reunião de líderes, não se opôs à mudança na PEC em relação aos supersalários.</p>
<p>“Por que vossas excelências não se manifestaram na reunião de líderes? Lembra-se da história da lei complementar? Não fomos nós. Ora, mas vejam só, vocês disseram que era melhor um acordo para não radicalizar com a magistratura”, revelou Guimarães.</p>
<p>O relator da PEC, deputado Moses Rodrigues, esclareceu que o texto apresentado foi o possível de se construir com o conjunto dos partidos, e que a proposta não é do governo, nem da esquerda, nem da direita.  </p>
<p>“Esse texto foi trabalhado após ouvirmos todos os parlamentares que nos procuraram, assim como a sociedade civil e as entidades, até que pudéssemos, por consenso, depois de muito debate e muita discussão, chegar a um texto que possa, sim, ajudar no ajuste fiscal”, explicou.</p>
<h2>PEC do corte de gastos</h2>
<p>A PEC de corte de gastos deve ser votada ainda nesta quinta-feira (19) na Câmara dos Deputados, para seguir para o Senado. A proposta faz parte do pacote de corte de gastos anunciado pelo governo para limitar o crescimento de despesas, adequando os gastos ao novo arcabouço fiscal, que impõe um teto de gastos ao setor público.</p>
<p>A PEC analisada ainda reduz, gradualmente, o total de trabalhadores com direito ao abono salarial. Atualmente, têm direito ao benefício quem recebe até dois salários mínimos. Com a PEC, os beneficiários serão reduzidos gradualmente até atingir apenas os trabalhadores que ganham até um salário mínimo e meio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Governo deve definir nesta quinta-feira o tamanho do corte de gastos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 15:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BCP]]></category>
		<category><![CDATA[benefício de prestação continuada]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[seguro-desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Fernando Haddad, ministro da Fazenda, se encontrará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; são esperadas mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e no seguro-desemprego O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se encontrará nesta quinta-feira (7) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para discutir e...]]></description>
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<p>Fernando Haddad, ministro da Fazenda, se encontrará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; são esperadas mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e no seguro-desemprego<br /><br />O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se encontrará nesta quinta-feira (7) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para discutir e definir os cortes de gastos do governo. Este encontro é crucial, pois a proposta final de cortes ainda depende das decisões do presidente. O principal objetivo é enviar ao Congresso um texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclua ajustes que facilitem a negociação com o Parlamento. Haddad planeja apresentar ao presidente as reações dos ministros sobre os cortes de gastos. Uma reunião com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), está agendada para viabilizar os ajustes no orçamento federal.<br /><br />Embora o governo ainda não tenha divulgado detalhes específicos, espera-se que os cortes incluam reajustes no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e no seguro-desemprego, além de possíveis mudanças no cálculo de repasses para Saúde e Educação. Haddad afirmou que os ministros estão cientes da necessidade de cortes e que as reuniões do primeiro escalão sobre o assunto já foram concluídas. Ele destacou que há um consenso em torno da importância de reforçar a responsabilidade fiscal e garantir a sustentabilidade das finanças a médio e longo prazo.<br /><br />O governo pretende anunciar as medidas de corte de gastos ainda nesta semana, conforme garantiu o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). Haddad também expressou interesse em dialogar com líderes do governo, e essa agenda deve ocorrer na próxima semana. Nos últimos dias, ocorreram reuniões no Palácio do Planalto sobre o tema, mas sem manifestações públicas das autoridades. A urgência do governo se deve à ansiedade do mercado financeiro e à alta do dólar frente ao real.<br /><br />A expectativa é que, com a definição e anúncio das medidas, o governo consiga acalmar o mercado financeiro e estabilizar a moeda nacional. A reunião entre Haddad e Lula, portanto, não é apenas uma questão de ajuste fiscal, mas também uma tentativa de transmitir confiança e estabilidade ao cenário econômico do país.<br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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