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	<title>COPOM - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Mar 2026 18:05:43 +0000</lastBuildDate>
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	<title>COPOM - Portal NDC</title>
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		<title>Ata do Copom: BC não indica mais cortes na taxa de juros</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ata-do-copom-bc-nao-indica-mais-cortes-na-taxa-de-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:05:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Ata da reunião da semana passada foi divulgada nesta terça O Banco Central (BC) não indicou um novo corte na taxa Selic, os juros básicos da economia. Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-406956119" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ata da reunião da semana passada foi divulgada nesta terça</p>
<p>O Banco Central (BC) não indicou um novo corte na taxa Selic, os juros básicos da economia. Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683284&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683284&amp;o=node" /></p>
<p><strong>As informações estão na ata da reunião do Copom da semana passada, divulgada nesta terça-feira (24). Na ocasião, o colegiado reduziu os juros em de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras”, diz a ata.</p>
</blockquote>
<p><strong>Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto percentual na taxa. Para o Copom, a atual conjuntura exige “perseverança, firmeza e serenidade” na condução da política monetária e uma restrição maior e por mais tempo do que seria apropriado antes.</strong></p>
<p>“As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes. Foi ressaltado que o custo de desinflação sobre o nível de atividade ao longo do tempo é maior em ambientes com expectativas desancoradas”, explicou o BC.</p>
<p><strong>“No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária</strong>, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo [principalmente de commodities, como o petróleo]”, diz a ata.</p>
<p>A taxa básica de juros serve de referência para as demais taxas da economia e é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.</p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%. Para este ano, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; referência oficial da inflação no país – subiu para 4,17%, de acordo com o último boletim do BC.</p>
<p><strong>Os analistas também estimam que a Selic termine 2026 em 12,5% ao ano.</strong></p>
<p>Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom reduziu os juros foi em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% ao ano.</p>
<h2>Cenários</h2>
<p>De acordo com ata divulgada hoje, até o início dos conflitos, as leituras indicavam algum arrefecimento da inflação e crescimento econômico compatível com a política monetária em curso. Por isso, na reunião de janeiro, o Copom julgou adequado sinalizar o início de um ciclo de calibração da taxa básica de juros, ainda que mantendo seu caráter restritivo.</p>
<p>Mas a incerteza com relação ao cenário externo se elevou consideravelmente, avaliou o colegiado.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Além do agravamento das tensões geopolíticas, novas incertezas com relação à política econômica dos Estados Unidos colaboraram para tornar esse cenário ainda mais incerto”, diz a ata.</p>
</blockquote>
<p><strong>Sobre o ambiente doméstico, o Copom reafirma que a saúde das contas públicas também é fator determinante para o sucesso do controle da inflação</strong>. Segundo o BC, a política fiscal não apenas estimula a demanda no curto prazo, mas molda a confiança dos investidores na sustentabilidade da dívida brasileira.</p>
<p>O Copom enfatizou que uma política fiscal contracíclica — aquela que ajuda a equilibrar a economia em momentos de euforia ou retração — é essencial para reduzir o &#8220;prêmio de risco&#8221;. Quando o mercado percebe incerteza sobre o pagamento da dívida pública, exige juros mais altos para emprestar dinheiro ao país.</p>
<p>“O esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”, explicou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Copom eleva juros básicos da economia para 14,75% ao ano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1475-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 22:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxa Selic sobe para maior nível em 19 anos A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 14,75% ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3506507834" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Taxa Selic sobe para maior nível em 19 anos</p>
<p>A <strong>alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1641853&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1641853&amp;o=node" /></p>
<p>Por <strong>unanimidade</strong>, o <strong>Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic</strong>, juros básicos da economia, <strong>em 0,5 ponto percentual</strong>, <strong>para 14,75% ao ano</strong>. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.</p>
<p>Essa foi a <strong>sexta alta seguida da Selic</strong>. A <strong>taxa está no maior nível desde agosto de 2006</strong>, quando também estava em 14,75% ao ano.</p>
<p>A <strong>alta consolida um ciclo de contração na política monetária</strong>.</p>
<p>Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e três de 1 ponto percentual.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A <strong>Selic é o principal instrumento</strong> do Banco Central <strong>para manter sob controle a inflação oficial</strong>, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</p>
<p>Em abril, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, ficou em 0,43%. Apesar da desaceleração em relação a março, o <strong>preço dos alimentos continua impressionando a inflação</strong>.</p>
<p>Com o resultado, o indicador acumula alta de 5,49% em 12 meses, acima do teto da meta contínua de inflação. Os números do IPCA cheio de abril só serão divulgados na próxima sexta-feira (9).</p>
<p>Pelo <a href="http://href=&quot;https//agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/cmn-define-centro-da-meta-continua-de-inflacao-em-3%22%20target=%22_blank%22" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">novo sistema de meta contínua</a> em vigor desde janeiro, a<strong> meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC</strong>, definida pelo Conselho Monetário Nacional, <strong>é de 3%</strong>, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em maio de 2025, a inflação desde junho de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância.</p>
<p>Em junho, o procedimento se repete, com apuração a partir de julho de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/banco-central-reduz-previsao-de-pib-de-2%2C1%25-para-1%2C9%25-em-2025%E2%80%9D%20target=" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">elevou para 5,1%</a> a previsão do IPCA para 2025, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a <strong>inflação oficial deverá fechar o ano</strong> <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/mercado-espera-ultima-alta-da-selic-em-2025-1475-ao-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">em 5,53%</a>, mais de 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 5,65%.</p>
<h2>Crédito mais caro</h2>
<p>O <strong>aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação</strong>. Isso porque <strong>juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo</strong>. Por outro lado, <strong>taxas maiores dificultam o crescimento econômico</strong>. No último <em>Relatório de Inflação</em>, o Banco Central reduziu para 1,9% a projeção de crescimento para a economia em 2025.</p>
<p>O mercado projeta crescimento semelhante. Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os <strong>analistas econômicos preveem</strong> <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/mercado-espera-ultima-alta-da-selic-em-2025-1475-ao-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">expansão de 2%</a> <strong>do PIB em 2025</strong>.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Copom deve elevar Selic em 1 ponto na reunião de hoje</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/copom-deve-elevar-selic-em-1-ponto-na-reuniao-de-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 16:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumento havia sido anunciado na reunião de janeiro Pressionado pelo preço dos alimentos e da energia, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (19) em quanto elevará a taxa básica de juros, a Selic. A reunião é a segunda sob o novo comando do presidente do BC, Gabriel Galípolo. Esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-163248982" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Aumento havia sido anunciado na reunião de janeiro</p>
<p>Pressionado pelo preço dos alimentos e da energia, o <strong>Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (19) em quanto elevará a taxa básica de juros</strong>, a Selic. A reunião é a segunda sob o novo comando do presidente do BC, Gabriel Galípolo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1635039&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1635039&amp;o=node" /></p>
<p>Esta poderá ser a quinta elevação consecutiva da Selic. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve subir 1 ponto percentual nesta reunião, de 13,25% para 14,25% ao ano.</p>
<p>No comunicado da última reunião, em janeiro, o Copom confirmou que elevará os juros básicos em 1 ponto percentual na reunião de março. Segundo o comitê, o agravamento das incertezas externas e os ruídos provocados pelo pacote fiscal do governo no fim do ano passado justificam o aumento dos juros básicos no início de 2025.</p>
<p><strong>Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.</strong> Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e duas de 1 ponto percentual.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>Na ata da reunião mais recente, o Copom alertou para o prolongamento do ciclo de alta da Taxa Selic. Segundo o BC, o cenário de inflação de curto prazo segue adverso, principalmente em razão do aumento nos preços dos alimentos. Mantido esse cenário, o comitê aponta que a inflação deve ficar acima da meta pelos próximos 6 meses.</p>
<p>Segundo o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2025 está em 5,66%, contra 5,6% há quatro semanas. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. <strong>Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.</strong> O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p><strong>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida</strong>, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p><strong>O Copom reúne-se a cada 45 dias.</strong> No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h2>Meta contínua</h2>
<p>Pelo novo sistema de meta contínua em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro deste ano, a inflação desde fevereiro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,5%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Copom aponta para aumento da Selic em 1 ponto em março</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/copom-aponta-para-aumento-da-selic-em-1-ponto-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 16:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Ata do comitê explica as razões do aumento da taxa de juros A taxa básica de juros da economia, a Selic, deve aumentar novamente em um ponto percentual (p.p), em março. É o que aponta a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira (4). Segundo o Copom, o cenário de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2156550691" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ata do comitê explica as razões do aumento da taxa de juros<br /><br />A taxa básica de juros da economia, a Selic, deve aumentar novamente em um ponto percentual (p.p), em março. É o que aponta a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira (4). Segundo o Copom, o cenário de inflação de curto prazo segue adverso, principalmente em razão do aumento nos preços dos alimentos. Mantido esse cenário, o comitê aponta que a inflação deve ficar acima da meta pelos próximos 6 meses.<br /><br />“Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, o comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de mesma magnitude na próxima reunião”, informa o Copom.<br /><br />Na semana passada, o comitê aumentou a Selic para 13,25% ao ano, por entender que a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta. A ata destacou que os preços dos alimentos se elevaram de forma significativa, em função, dentre outros fatores, da estiagem observada ao longo do ano passado e da elevação de preços de carnes, também afetada pelo ciclo do boi.<br /><br />Com relação aos bens industrializados, o movimento recente de aumento do dólar pressiona preços e margens, sugerindo maior aumento em tais componentes nos próximos meses.<br /><br />Para os integrantes do comitê, esse aumento tende a se propagar para o médio prazo. &#8220;Essa decisão [de aumentar a Selic] é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&#8221;, explica o comitê na ata.<br /><br />Ainda segundo o Copom, a inflação de serviços segue acima do nível compatível com o cumprimento da meta, de acordo com as observações mais recentes. A ata destaca que, ao longo dos últimos trimestres, a atividade econômica manteve o dinamismo, em particular, no ritmo de crescimento do consumo das famílias.<br /><br />Outro ponto destacado é que o mercado de trabalho também se mostrou aquecido, juntamente com o mercado de crédito. Esse quadro foge do cenário-base defendido pelo comitê para o recuo da inflação. Esse cenário envolve uma política econômica contracionista, com desaceleração da atividade econômica.<br /><br />“Foi destacado, na análise de curto prazo, que, em se concretizando as projeções do cenário de referência, a inflação acumulada em 12 meses permanecerá acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta nos próximos 6 meses consecutivos. Desse modo, com a inflação de junho deste ano, configurar-se-ia descumprimento da meta sob a nova sistemática do regime de metas”, disse o Copom.<br /><br />O regime de meta de inflação determina que o índice deve ficar em 3% no acumulado em 12 meses, com bandas de 1,5 p.p. para cima ou para baixo. Se ficar acima do limite da banda por mais de 6 meses seguidos, há o descumprimento da meta.<br /><br />O BC voltou a apontar o dinamismo da economia com vigor nas concessões de crédito amplo, política fiscal expansionista e o fomento do pleno emprego como fatores que têm dado suporte ao consumo e à demanda agregada, pressionando a inflação.<br /><br />O Copom adiantou que vai seguir observando esses fatores para o desempenho da “estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante”.<br /><br />&#8220;Como o mercado de trabalho segue aquecido, é difícil avaliar em que medida uma eventual desaceleração refletiria enfraquecimento da demanda ou pressões de oferta, portanto, com impactos diferentes sobre a inflação. O Comitê seguirá acompanhando a atividade econômica e reforça que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta”.<br /><br />Em relação ao cenário externo, o Copom aponta ainda que o cenário também permanece desafiador, em função, principalmente, da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos. O cenário-base do comitê segue sendo de desaceleração gradual e ordenada da economia norte-americana.<br /><br />Entretanto, o comitê chama a atenção para algumas incertezas na política econômica, tais como a introdução de tarifas à importação, adoção de possíveis estímulos fiscais, restrições na oferta de trabalho, e alterações importantes em preços relativos decorrentes de reorientações da matriz energética, “o que pode impactar negativamente as condições financeiras e os fluxos de capital para economias emergentes.”<br /><br />“O comitê acompanhou com atenção os movimentos do câmbio, que tem reagido, notadamente, às notícias fiscais domésticas, às notícias da política econômica norte-americana e ao diferencial de juros. A consecução de determinadas políticas nos Estados Unidos pode pressionar os preços de ativos domésticos”, diz a ata.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Brasil tem maior juro real do mundo após corte de taxa na Argentina</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-tem-maior-juro-real-do-mundo-apos-corte-de-taxa-na-argentina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 15:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco central argentino anunciou na véspera a redução dos juros de 32% para 29%, com perspectivas de alívio na inflação O Brasil assumiu a liderança do ranking com maiores juros reais do mundo após a Argentina anunciar o corte nas taxas básicas, segundo relatório do MoneYou publicado nesta sexta-feira (31). O banco central argentino anunciou na véspera [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-199796911" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Banco central argentino anunciou na véspera a redução dos juros de 32% para 29%, com perspectivas de alívio na inflação</p>
<p>O Brasil assumiu a liderança do ranking com maiores <strong>juros reais</strong> do mundo após a Argentina anunciar o corte nas taxas básicas, segundo relatório do MoneYou publicado nesta sexta-feira (31).</p>
<p>O banco central argentino anunciou na véspera a redução dos juros de 32% para 29%, com perspectivas de alívio na inflação.</p>
<p>Com a medida, os juros reais da Argentina recuaram a 6,14%, caindo para o terceiro lugar no ranking.</p>
<p>A primeira posição passa a ser ocupada pelo Brasil, com juros reais de 9,18%. A Rússia aparece na sequência, com taxa de 8,91%.</p>
<p>O atual patamar do Brasil reflete a alta em 1 ponto na Selic, a 13,25%, segundo decisão do <strong>Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC)</strong>, na quarta-feria (29).</p>
<p>Juros reais são a conta considerando a taxa de juros descontada da <strong>inflação</strong>, e, mais do que a taxa bruta, é o número que de fato afeta a economia.</p>
<p>O cálculo considera tanto a inflação quanto os juros futuros, estimados pelo mercado para 12 meses à frente, já que é a tendência futura dessas duas variáveis o que realmente influencia tanto o andamento da economia quanto as decisões BC para a Selic.</p>
<p>Para a taxa brasileira, a metodologia usou a inflação projetada para os próximos 12 meses pelo mercado e coletada pelo <strong>Boletim Focus</strong>, que é de 5,5%.</p>
<p>Também foi considerada a taxa de juros DI a mercado dos aproximados dos próximos 12 meses no vencimento mais líquido, em janeiro de 2026.</p>
<p><strong>Leia Mais: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/brasil-tem-maior-juro-real-do-mundo-apos-corte-de-taxa-na-argentina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>CNN</em></a></strong></p>
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		<item>
		<title>Copom deve elevar Selic em 1 ponto na reunião desta quarta-feira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/copom-deve-elevar-selic-em-1-ponto-na-reuniao-desta-quarta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 14:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Focus]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Elevação havia sido anunciada na reunião de dezembro Pressionado pela alta do dólar e do preço dos alimentos, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (29) em quanto elevará a taxa básica de juros, a Selic. A reunião é a primeira sob o novo comando do presidente do BC, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3116980887" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Elevação havia sido anunciada na reunião de dezembro</p>
<p>Pressionado pela alta do dólar e do preço dos alimentos, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (29) em quanto elevará a taxa básica de juros, a Selic. A reunião é a primeira sob o novo comando do presidente do BC, Gabriel Galípolo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1628205&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1628205&amp;o=node" /></p>
<p>Essa será a quarta elevação consecutiva da Selic. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve subir 1 ponto percentual  nesta reunião, de 12,25% para 13,25% ao ano.</p>
<p>No comunicado da última reunião, em dezembro, o Copom informou que elevaria os juros básicos em 1 ponto percentual nas reuniões de janeiro e de março. Segundo o comitê, o agravamento das incertezas externas e os ruídos provocados pelo pacote fiscal do governo no fim do ano passado justificam o aumento dos juros básicos no início de 2025.</p>
<p>Nesta quarta-feira (29), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e uma de 1 ponto percentual.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>Na ata da reunião mais recente, o Copom alertou para o prolongamento do ciclo de alta da Taxa Selic . O órgão informou que o cenário econômico exige uma política monetária contracionista e confirmou a intenção de duas elevações de 1 ponto. O Banco Central citou a alta recente do dólar e da inflação para uma “política ainda mais contracionista”.</p>
<p>Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 subiu de 4,96% há quatro semanas para 5,5%. Isso representa inflação acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h2>Meta contínua</h2>
<p>Pelo novo sistema de meta contínua em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2025, a inflação desde fevereiro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,5%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Selic pode chegar a 14,25% ao ano em março, confirma ata do Copom</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/selic-pode-chegar-a-1425-ao-ano-em-marco-confirma-ata-do-copom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 18:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[março]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão do Copom de antever aumentos de 1 ponto percentual nas duas próximas reuniões foi unânime A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de elevar a taxa básica de juros do país, a Selic, de 11,25% ao ano para 12,25% ao ano foi unânime. Além disso, todos os integrantes do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3168647887" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Decisão do Copom de antever aumentos de 1 ponto percentual nas duas próximas reuniões foi unânime<br /><br />A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de elevar a taxa básica de juros do país, a Selic, de 11,25% ao ano para 12,25% ao ano foi unânime. Além disso, todos os integrantes do colegiado optaram por antever aumentos de 1 ponto percentual nas duas próximas reuniões.<br /><br />“O comitê então decidiu, unanimemente, pela elevação de 1,00 ponto percentual na taxa Selic e pela comunicação de que, em se confirmando o cenário esperado, antevê ajuste de mesma magnitude nas próximas duas reuniões”, destaca trecho da ata da reunião, divulgada nesta terça-feira (17/12).<br /><br />Ou seja, caso as elevações se concretizem, os juros podem chegar a 14,25% ao ano entre 18 e 19 de março — quando o comitê se encontra pela segunda vez em 2025 para deliberar a taxa Selic.<br /><br />Segundo a diretoria do BC, dois assuntos foram bastante discutidos na reunião:<br /><br />“Em primeiro lugar, a magnitude da deterioração de curto e médio prazo do cenário de inflação exigia uma postura mais tempestiva para manter o firme compromisso de convergência da inflação à meta. Em segundo, vários riscos se materializaram tornando o cenário mais adverso, mas menos incerto, permitindo maior visibilidade para que o Comitê oferecesse uma indicação de como antevia as próximas decisões”.<br /><br />Diante do cenário considerado mais adverso para a convergência da inflação à meta, que é de 3% com variação de 1,5 ponto percentual, sendo 1,5 (piso) e 4,5% (teto), o Copom viu a necessidade de antever os ajustes de mesma magnitude.<br /><br />No entanto, o BC reforçou que “a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”.</p>
<h4>Calendário do Copom para 2025</h4>
<p><strong>Janeiro</strong></p>
<ul>
<li>Reunião do Copom: 28 e 29 de janeiro</li>
<li>Divulgação da ata do Copom: 4 de fevereiro</li>
</ul>
<p><strong>Março</strong></p>
<ul>
<li>Reunião do Copom: 18 e 19 de março</li>
<li>Divulgação da ata do Copom: 25 de março</li>
</ul>
<p><strong>Maio</strong></p>
<ul>
<li>Reunião do Copom: 6 e 7 de maio</li>
<li>Divulgação da ata do Copom: 13 de maio</li>
</ul>
<p><strong>Junho</strong></p>
<ul>
<li>Reunião do Copom: 17 e 18 de junho</li>
<li>Divulgação da ata do Copom: 24 de junho</li>
</ul>
<p><strong>Julho</strong></p>
<ul>
<li>Reunião do Copom: 29 e 30 de julho</li>
<li>Divulgação da ata do Copom: 5 de agosto</li>
</ul>
<p><strong>Setembro</strong></p>
<ul>
<li>Reunião do Copom: 16 e 17 de setembro</li>
<li>Divulgação da ata do Copom: 23 de setembro</li>
</ul>
<p><strong>Novembro</strong></p>
<ul>
<li>Reunião do Copom: 4 e 5 de novembro</li>
<li>Divulgação da ata do Copom: 11 de novembro</li>
</ul>
<p><strong>Dezembro</strong></p>
<ul>
<li>Reunião do Copom: 9 e 10 de dezembro</li>
<li>Divulgação da ata do Copom: 16 de dezembro</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Copom inicia última reunião de 2024 com expectativa de aumento da taxa de juros</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/copom-inicia-ultima-reuniao-de-2024-com-expectativa-de-aumento-da-taxa-de-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 16:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Galípolo]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Campos Neto]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro marca o fim da gestão de Roberto Campos Neto, que deixará a presidência do Banco Central para Gabriel Galípolo, que assumirá o cargo a partir de 1º de janeiro O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) deu início à sua última reunião do ano, com a expectativa de um aumento na taxa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2369869501" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Encontro marca o fim da gestão de Roberto Campos Neto, que deixará a presidência do Banco Central para Gabriel Galípolo, que assumirá o cargo a partir de 1º de janeiro<br /><br />O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) deu início à sua última reunião do ano, com a expectativa de um aumento na taxa de juros de 0,75 ponto percentual, elevando-a para 12%. Entretanto, alguns analistas acreditam que a alta pode ser ainda maior, chegando a 1 ponto percentual. Esta reunião marca o fim da gestão de Roberto Campos Neto, que deixará a presidência do Banco Central no dia 31 de dezembro. Gabriel Galípolo assumirá o cargo a partir de 1º de janeiro, e outros diretores, como Otávio Damaso e Carolina de Assis Barros, também participarão pela última vez deste encontro.<br /><br />Desde a última reunião do Copom, o mercado financeiro demonstrou descontentamento com o pacote de cortes de gastos do governo, o que resultou em uma valorização do dólar. As expectativas em relação à inflação também se elevaram, com a mediana do relatório Focus para a inflação em 2026 passando de 3,86% para 4,16%. A economia, por sua vez, mostrou resiliência, com um crescimento de 0,9% do PIB no terceiro trimestre e uma taxa de desemprego de 6,2%.<br /><br />A deterioração do cenário econômico gerou divergências nas previsões sobre a alta dos juros. Enquanto instituições como Itaú Unibanco e BTG Pactual projetam um aumento de 1 ponto percentual, outras, como Santander, Goldman Sachs e Citi, acreditam que a elevação será de 0,75 ponto. A inflação acumulada em 12 meses também apresentou um leve aumento, passando de 4,76% para 4,87%.<br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,62% para 4,64%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-462-para-464/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 13:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeção de expansão da economia está em 3,1% este ano A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,62% para 4,64% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3782599430" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Projeção de expansão da economia está em 3,1% este ano</p>
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,62% para 4,64% este ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1620191&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1620191&amp;o=node" /></p>
<p>A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 4,1% para 4,12%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,7% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para 2024 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Em outubro, puxada principalmente pelos gastos com habitação e com alimentos, a inflação no país foi de 0,56% após o IPCA ter registrado 0,44% em setembro. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,76%.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 11,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o colegiado aumentar o ritmo de alta dos juros na última reunião, no início deste mês.</p>
<p>A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto.</p>
<p>A próxima reunião do Copom está marcada para 10 e 11 de dezembro, quando os analistas esperam um novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.</p>
<p>Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica suba para 12% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida para 10% ao ano e 9,25% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano está em 3,1%. No segundo trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) surpreendeu e subiu 1,4%  em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.</p>
<p>Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,94%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB também em 2% para os dois anos.</p>
<p>Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido de 3%.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,60 para o fim deste ano. No fim de 2025, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Copom divulga ata, aponta para incerteza nos EUA e indica que próximos ajustes dependerão do governo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/copom-divulga-ata-aponta-para-incerteza-nos-eua-e-indica-que-proximos-ajustes-dependerao-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 15:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
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					<description><![CDATA[Comitê divulgou nesta terça-feira (12) a ata de sua última reunião e pediu medidas fiscais estruturais do governo a fim de melhorar as projeções inflacionárias e impactar o nível de juros O Banco Central (BC) divulgou nesta terça-feira (12) a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) detalhando a decisão de aumentar a taxa Selic [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3292249457" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Comitê divulgou nesta terça-feira (12) a ata de sua última reunião e pediu medidas fiscais estruturais do governo a fim de melhorar as projeções inflacionárias e impactar o nível de juros<br /><br />O<strong><em> Banco Central</em></strong> (BC) divulgou nesta terça-feira (12) a ata do <strong>Comitê de Política Monetária</strong> (Copom) detalhando a decisão de aumentar a <strong>taxa Selic</strong> em 0,50 ponto percentual, de 10,75% para 11,25% ao ano. A elevação reflete a necessidade de uma política monetária mais restritiva para tentar conter a inflação e aproximá-la da meta, segundo o <strong>BC</strong>.</p>
<p>A decisão do comitê representa uma aceleração no ritmo de aumento dos juros, já que a alta anterior foi de 0,25 ponto percentual. O Copom indicou que os próximos ajustes dependerão das medidas fiscais do governo e da estabilidade econômica. A ata destacou que o aumento da Selic foi necessário para fortalecer a credibilidade do BC em controlar a inflação e enfatizou o compromisso com a convergência da inflação à meta.<br /><br />Em um cenário de incertezas econômicas e políticas, o BC alertou que a execução de medidas fiscais estruturais pelo governo pode melhorar as projeções inflacionárias e impactar o nível de juros. A estabilidade das contas públicas é vista como essencial para a contenção dos preços no longo prazo. O BC também observou que o cenário internacional, principalmente a política monetária nos Estados Unidos, afeta o Brasil, gerando volatilidade nos preços de ativos e aumentando o prêmio de risco. Com isso, o Copom reforçou a cautela na condução da política monetária, considerando o impacto de eventos externos e a possibilidade de uma taxa de juros neutra mais elevada se as reformas estruturais e a disciplina fiscal forem negligenciadas.<br /><br />As projeções para a inflação foram revistas para cima. O BC agora estima uma inflação de 4,6% para 2024 e 3,9% para 2025, ambos acima da meta de 3% estabelecida para esses anos. O objetivo do BC é trazer a inflação de volta à meta até o segundo trimestre de 2026.<br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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