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	<title>Contas públicas - Portal NDC</title>
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	<title>Contas públicas - Portal NDC</title>
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		<title>Contas públicas têm déficit de R$ 19 bilhões em fevereiro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/contas-publicas-tem-deficit-de-r-19-bilhoes-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 13:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[déficit]]></category>
		<category><![CDATA[fevereiro]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Central]]></category>
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					<description><![CDATA[Dívida bruta está em 76,2% do PIB As contas públicas fecharam o mês de fevereiro com saldo negativo, resultado do déficit do Governo Central. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 18,973 bilhões no segundo mês de 2025. O valor, entretanto, é menor que o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4140995037" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Dívida bruta está em 76,2% do PIB</p>
<p>As contas públicas fecharam o mês de fevereiro com saldo negativo, resultado do déficit do Governo Central. <strong>O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 18,973 bilhões no segundo mês de 2025.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1637885&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1637885&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O valor, entretanto, é menor que o resultado negativo de R$ 48,692 bilhões registrado no mesmo mês de 2024</strong>. Na comparação interanual, houve melhora nas contas públicas também em razão da melhora nas contas do Governo Central, que inclui Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional, ainda que continue com déficit. A redução se deve, basicamente, pelo aumento das receitas e queda das despesas.</p>
<p><strong>As <a href="https://www.bcb.gov.br/estatisticas/estatisticasfiscais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estatísticas Fiscais</a> foram divulgadas nesta terça-feira (8) pelo Banco Central (BC)</strong>. O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.</p>
<p><strong>No acumulado do ano, o setor público consolidado registra superávit primário de R$ 85,122 bilhões. Em 12 meses &#8211; encerrados em fevereiro &#8211; as contas acumulam o resultado negativo de R$ 15,885 bilhões, o que corresponde a 0,13% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país).</strong></p>
<p><strong>Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB</strong>.</p>
<h2>Esferas de governo</h2>
<p>Em fevereiro último, a conta do Governo Central teve déficit primário de R$ 28,517 bilhões ante resultado negativo de R$ 57,821 bilhões em fevereiro de 2024. <strong>O montante do déficit difere do resultado divulgado no último dia 27 de março pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 31,7 bilhões</strong>, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.</p>
<p><strong>Os governos estaduais registraram superávit no mês de fevereiro de R$ 6,633 bilhões, ante superávit de R$ 7,486 bilhões em fevereiro do ano passado. Já os governos municipais tiveram resultado positivo de R$ 2,611 bilhões em fevereiro deste ano. No mesmo mês de 2024, houve superávit de R$ 1,160 bilhão para esses entes.</strong></p>
<p>Com isso, no total, os governos regionais &#8211; estaduais e municipais &#8211; tiveram superávit de R$ 9,244 bilhões em fevereiro passado contra resultado negativo de R$ 8,646 bilhões no mesmo mês de 2024.</p>
<p><strong>Da mesma forma, as empresas estatais federais, estaduais e municipais &#8211; excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – contribuíram para redução do déficit das contas públicas, com o resultado positivo de R$ 299 milhões em fevereiro de 2024. No mesmo mês do ano passado, o déficit foi de R$ 483 milhões.</strong></p>
<h2>Despesas com juros</h2>
<p><strong>Os gastos com juros ficaram em R$ 78,253 bilhões em fevereiro deste ano, um aumento em relação aos R$ 65,166 bilhões registrados em fevereiro de 2024. De janeiro para fevereiro, também houve uma alta significativa. No primeiro mês do ano, os gastos com juros foram de R$ 40,358 bilhões.</strong></p>
<p>De acordo com o BC, não é comum a conta de juros apresentar grandes variações, já que os juros são apropriados por competência, mês a mês. Mas no resultado, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (<em>swap</em> cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro) que, neste caso, contribuíram para a piora da conta de juros em setembro. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita quando há ganhos e como despesa quando há perdas.</p>
<p><strong>Em fevereiro de 2024, a conta de juros do Banco Central ficou positiva em R$ 6,021 bilhões, enquanto em janeiro e fevereiro deste ano os saldos foram negativos em R$ 28,981 bilhões e R$ 1,127 bilhão, respectivamente.</strong></p>
<p>Também contribuíram para o aumento dos gastos com juros o aumento da taxa básica de juros, a Selic, o maior número de dias úteis e o próprio crescimento da dívida no período.</p>
<p>Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os gastos com juros – caiu na comparação interanual. <strong>No mês de fevereiro, o déficit nominal ficou em R$ 97,226 bilhões contra o resultado negativo de R$ 113,858 bilhões em igual mês de 2024.</strong></p>
<p><strong>Em 12 meses encerrados em fevereiro, o setor público acumula déficit R$ 939,839 bilhões, ou 7,91% do PIB.</strong> O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.</p>
<h2>Dívida pública</h2>
<p><strong>A dívida líquida do setor público &#8211; balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 7,296 trilhões em fevereiro, o que corresponde a 61,4% do PIB. Em janeiro, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 61,1% (R$ 7,220 trilhões).</strong></p>
<p>No mês de fevereiro deste ano, a dívida bruta do governo geral (DBGG) &#8211; que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 9,045 trilhões ou 76,2%, com aumento em relação ao mês anterior, em termos de percentual do PIB (R$ 8,939 trilhões ou 75,7% do PIB). Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Contas públicas têm superávit de R$ 104 bilhões em janeiro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/contas-publicas-tem-superavit-de-r-104-bilhoes-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 18:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[superávit]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultado representa melhora em relação a janeiro de 2024 O setor público consolidado – formado por União, Estados, municípios e empresas estatais – registrou, em 2024, um superávit primário de R$ 104,1 bilhões em janeiro de 2025, informou hoje (14) o Banco Central (BC). O resultado representa uma melhora em relação ao mesmo mês do ano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3329356917" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Resultado representa melhora em relação a janeiro de 2024</p>
<p>O setor público consolidado – formado por União, Estados, municípios e empresas estatais – registrou, em 2024, um superávit primário de R$ 104,1 bilhões em janeiro de 2025, informou hoje (14) o Banco Central (BC). <strong>O resultado representa uma melhora em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o resultado foi superavitário em R$ 102,1 bilhões.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1634589&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1634589&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o BC, no mês de janeiro, o Governo Central &#8211; Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – registrou superávit de R$ 83,1 bilhões, enquanto os governos regionais registraram superávit de R$22,0 bilhões. A<strong>s empresas estatais tiveram déficit de R$ 1 bilhão</strong>.</p>
<p><strong>No acumulado de 12 meses, o déficit primário foi de R$ 45,6 bilhões em janeiro, o que equivale a 0,38% do Produto Interno Bruto (PIB).</strong></p>
<p>O BC disse ainda que os juros nominais do setor público consolidado somaram R$ 40,4 bilhões em janeiro, ante os R$79,9 bilhões registrados em janeiro de 2024.</p>
<p><strong>Contribuiu para a redução o resultado das operações de<em> swap</em> cambial que registraram um ganho de R$ 36 bilhões em janeiro, ante uma perda de R$ 10 bilhões em janeiro de 2024</strong>.</p>
<p><strong>No acumulado em 12 meses, os juros nominais alcançaram 7,67% do PIB em janeiro de 2025, ficando em R$ 910,9 bilhões. Para efeito de comparação, nos doze meses até janeiro de 2024, o resultado foi de R$ 745,9 bilhões (6,77% do PIB).</strong></p>
<p>​Com isso, o resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi superavitário em R$ 63,7 bilhões em janeiro. No acumulado em 12  meses, o déficit nominal alcançou R$ 956,5 bilhões (8,05% do PIB), ante déficit nominal de R$ 998,0 bilhões (8,45% do PIB) em dezembro de 2024.</p>
<p><strong>A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) ficou em R$ 7,2 trilhões em 2024, o equivalente a 60,8% do PIB.</strong></p>
<p>“Esse resultado refletiu, sobretudo, os impactos do superávit primário (redução de 0,9 p.p. [ponto percentual]), do efeito da variação do PIB nominal (redução de 0,4 p.p.), da valorização cambial de 5,8% (aumento de 0,7 p.p.) e dos juros nominais apropriados (aumento de 0,3 p.p.)”, disse o BC.</p>
<h2>Dívida Bruta</h2>
<p><strong>Em relação à Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) – que compreende o governo federal, o INSS e os governos estaduais e municipais – o resultado atingiu 75,3% do PIB, ficando em R$ 8,9 trilhões em janeiro, uma redução de 0,8 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.</strong></p>
<p>“Essa evolução no mês decorreu, principalmente, dos resgates líquidos de dívida (redução de 0,8 p.p.), da variação do PIB nominal (redução de 0,5 p.p.), do efeito da valorização cambial (redução de 0,3 p.p.) e dos juros nominais apropriados (aumento de 0,7 p.p.)”, informou a autoridade monetária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Governo federal divulga novo relatório sobre o Orçamento com bloqueio e déficit menores</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-federal-divulga-novo-relatorio-sobre-o-orcamento-com-bloqueio-e-deficit-menores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 15:08:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Contas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[déficit]]></category>
		<category><![CDATA[Estados e Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Alteração foi viabilizada pela redução do apoio financeiro destinado a Estados e municípios, especialmente no que se refere ao incentivo à cultura, conforme estabelecido pela Lei Aldir Blanc O governo federal divulgou um novo relatório que analisa as receitas e despesas do Orçamento de 2024. Nesse documento, o bloqueio de recursos foi ajustado, passando de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1906607689" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Alteração foi viabilizada pela redução do apoio financeiro destinado a Estados e municípios, especialmente no que se refere ao incentivo à cultura, conforme estabelecido pela Lei Aldir Blanc<br /><br />O governo federal divulgou um novo relatório que analisa as receitas e despesas do Orçamento de 2024. Nesse documento, o bloqueio de recursos foi ajustado, passando de R$ 19,3 bilhões para R$ 17,6 bilhões. Essa alteração foi viabilizada pela redução do apoio financeiro destinado a Estados e municípios, especialmente no que se refere ao incentivo à cultura, conforme estabelecido pela Lei Aldir Blanc. Além disso, a previsão de resultado primário para o governo central também apresentou uma leve melhora. <br /><br />O déficit projetado foi revisado de R$ 28,737 bilhões para R$ 27,747 bilhões, resultando em uma melhoria de R$ 989,8 milhões.<br /><br />Essa mudança é atribuída ao aumento na expectativa de arrecadação proveniente do programa “Desenrola Agências Reguladoras”. O programa deve gerar uma expectativa de ingresso de R$ 2,7 bilhões em 2024, contribuindo para a recuperação das contas públicas. Essa previsão é vista pelo Palácio do Planalto como um sinal positivo em meio a um cenário econômico desafiador, onde o governo busca equilibrar suas finanças e garantir investimentos essenciais.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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