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	<title>Congresso - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Congresso - Portal NDC</title>
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		<title>Lula diz que Motta descumpriu acordo e derrubada do IOF foi absurda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-diz-que-motta-descumpriu-acordo-e-derrubada-do-iof-foi-absurda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 19:05:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[“Interesses de poucos prevalecem no Congresso”, afirmou presidente O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (2) que os interesses de poucos grupos econômicos prevalecem no Congresso Nacional, em detrimento do conjunto da população brasileira. Lula defendeu a decisão do governo de recorrer à Justiça contra a derrubada, pelo parlamento, do decreto que aumentou alíquotas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1790346025" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>“Interesses de poucos prevalecem no Congresso”, afirmou presidente</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (2) que os interesses de poucos grupos econômicos prevalecem no Congresso Nacional, em detrimento do conjunto da população brasileira. <strong>Lula defendeu a decisão do governo de recorrer à Justiça contra a derrubada, pelo parlamento, do decreto que aumentou alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1649167&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1649167&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“Se eu não entrar com um recurso no Poder Judiciário, se eu não for à Suprema Corte, ou seja, eu não governo mais o país. Esse é o problema. Cada macaco no seu galho. Ele [Congresso] legisla, e eu governo”, disse em entrevista à <em>TV Bahia</em>, em Salvador (BA).</p>
</blockquote>
<p>“Nós não estamos propondo aumento de imposto, nós estamos fazendo um ajuste tributário nesse país para que os mais ricos paguem um pouco para que a gente não precise cortar dinheiro da educação e da saúde. Houve uma pressão das bets, das fintechs, eu não sei se houve pressão do sistema financeiro. O dado concreto é que os interesses de poucos prevaleceram dentro da Câmara e do Senado, o que eu acho um absurdo”, acrescentou.</p>
<p><strong>Lula afirmou que, ao pautar a derrubada do decreto do IOF, o presidente da Câmara, Hugo Motta, descumpriu um acordo que havia sido feito com o Executivo, sobre medidas compensatórias. A decisão foi anunciada por Motta horas antes da votação, em postagem nas redes sociais, na semana passada.</strong></p>
<p>Para o presidente Lula, essa decisão foi absurda; ainda assim, ele afirma que não há rivalidade com o Congresso. “O presidente da República não rompe com o Congresso, o presidente da República reconhece o papel que o Congresso tem. Eles têm os seus direitos, eu tenho os meus direitos. Nem eu me meto no direito deles nem eles se metem no meu direito. E, quando os dois não se entenderem, a Justiça resolve”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“O presidente da República tem que governar o país e decreto é uma coisa do presidente da República. Você pode ter um decreto legislativo quando você tem alguma coisa que fira muito a Constituição, o que não é o caso. O governo brasileiro tem o direito de propor IOF, sim”, defendeu na entrevista.</p>
</blockquote>
<p>Lula está em Salvador, onde cumpre agenda de celebração da Independência do Brasil na Bahia. De lá, ainda hoje, ele viajará a Buenos Aires, para participar da Cúpula do Mercosul, que ocorre nesta quinta-feira (3). Na sequência, o presidente segue para o Rio de Janeiro, onde preside a Cúpula do Brics.</p>
<p><strong>“Quando eu voltar, eu, tranquilamente, vou conversar com o Hugo, com o [presidente do Senado] Davi Alcolumbre e vamos voltar à normalidade política nesse país”, destacou.</strong></p>
<p>Nessa terça-feira (1º), a Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou ação declaratória de constitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do presidente Lula e com base em estudo técnico e jurídico solicitado ao órgão na semana passada. O relator do caso será o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O decreto elaborado pelo Ministério da Fazenda aumentava o IOF para operações de crédito, de seguros e de câmbio, com o objetivo de reforçar as receitas do governo e atender às metas do arcabouço fiscal. A maioria dos parlamentares, entretanto, não concordou com a elevação das alíquotas e tem cobrado o corte de despesas primárias.</p>
<p>“Como é que você pode falar em corte de gasto, de despesa, querendo mexer na educação?”, questionou Lula, sobre a proposta de desvinculação dos pisos da saúde e da educação, que os valores mínimos que devem ser investidos nessas áreas.</p>
<p>O governo alegou que o aumento do IOF é necessário para evitar mais cortes em políticas sociais e maiores contingenciamentos que podem afetar o funcionamento da máquina pública. Além disso, segundo o Ministério da Fazenda, as regras do decreto corrigiam injustiças tributárias de setores que não pagam imposto sobre a renda.</p>
<blockquote>
<p>“Você sabe qual foi a proposta que eu fiz? É que a gente possa cortar 10% linear em todos os benefícios fiscais. Você sabe quanto que tem de isenção e desoneração nesse país? Sabe quanto que se deixa de pagar imposto nesse país? R$ 860 bilhões. Se você tirar 10% linear, o cara que tem 100% vai ficar com 90%. Ele vai continuar rico. Vai continuar tendo benefício. E você não precisa cortar dinheiro da educação ou da saúde”, argumentou Lula.</p>
</blockquote>
<p>“Nós temos que cortar em quem tem gordura, temos que fazer uma bariátrica em quem tem muita gordura para que a gente possa atender as pessoas mais necessitados”, acrescentou.</p>
<p>Entre as medidas propostas pelo governo no decreto estão o aumento da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) tanto das apostas eletrônicas, as chamadas bets, de 12% para 18%; quanto das fintechs, de 9% para 15%, igualando aos bancos tradicionais. Também há a previsão da taxação das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), títulos que atualmente são isentos de Imposto de Renda.</p>
<p>Antes mesmo da derrubada do decreto, o governo editou, no início de junho, uma medida provisória (MP) com aumento de tributos para bets (empresas de apostas) e para investimentos isentos. A ideia da MP era atender uma pressão do próprio Congresso. A medida provisória também prevê o corte de R$ 4,28 bilhões em gastos obrigatórios neste ano. Em troca, o governo desidratou o decreto do IOF, mas o decreto foi derrubado pelo Congresso da mesma forma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Após derrota no Congresso, governo Lula estuda recorrer ao STF para manter aumento do IOF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/apos-derrota-no-congresso-governo-lula-estuda-recorrer-ao-stf-para-manter-aumento-do-iof/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[davi alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[decreto do IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4135208990" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar<br /><br />Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão que derrubou o decreto presidencial que aumentava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A análise dentro do governo é de que a decisão do Congresso é “flagrantemente inconstitucional”. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, juristas ligados ao Executivo consideram que um decreto presidencial só pode ser sustado se houver extrapolação de competências, o que, na visão do governo, não ocorreu neste caso.<br /><br />“Saí de lá imaginando que estava tudo bem. Não só eu, todo mundo. Eu não sei o que mudou. O que mudou daquele domingo para hoje?”, questionou o ministro em entrevista à Folha de S.Paulo, referindo-se a uma reunião com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), realizada no último dia 8. Apesar da avaliação jurídica, Haddad afirmou que ainda não há manifestação oficial da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou da Advocacia-Geral da União (AGU), e que a decisão final caberá ao presidente Lula.<br /><br />A medida de levar o caso ao STF é apoiada por integrantes da base governista, como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). Em publicação nas redes sociais, Gleisi defendeu a legalidade do decreto e alertou que sua derrubada afetará diretamente as contas públicas e as emendas parlamentares. Com a rejeição do decreto e da medida provisória que tratava do mesmo tema, o governo estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025. Segundo a ministra, isso deve resultar em um contingenciamento adicional de R$ 2,7 bilhões nas emendas, somando-se aos R$ 7,1 bilhões já bloqueados, o que pode acirrar ainda mais a tensão com o Congresso.<br /><br />A derrubada do decreto, aprovada por ampla maioria na Câmara dos Deputados (383 votos a 98) e em votação simbólica no Senado, escancarou fragilidades na base aliada do governo. Parlamentares próximos ao Planalto reconhecem que a articulação política falhou e defendem que o presidente entre em campo pessoalmente para tentar recompor sua base no Legislativo. Durante a votação, Lula não fez contato com os presidentes Motta e Alcolumbre. A justificativa de assessores é que a derrota já era considerada inevitável. Agora, o presidente deve telefonar aos dois líderes para tentar reabrir o diálogo.<br /><br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Lula: isenção do IR até R$ 5 mil será enviada ao Congresso na próxima terça</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-isencao-do-ir-ate-r-5-mil-sera-enviada-ao-congresso-na-proxima-terca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 18:31:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva (Lula)]]></category>
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					<description><![CDATA[Declaração foi dada pelo presidente durante evento em Sorocaba nesta sexta (14) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta sexta-feira (14), que a proposta para isentar do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil será encaminhada ao Congresso Nacional na próxima terça-feira (18). A declaração foi dada durante evento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1527827675" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Declaração foi dada pelo presidente durante evento em Sorocaba nesta sexta (14)<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta sexta-feira (14), que a proposta para isentar do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil será encaminhada ao Congresso Nacional na próxima terça-feira (18).<br /><br />A declaração foi dada durante evento em Sorocaba, onde o chefe do Executivo, ao lado do novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, entregam 789 ambulâncias do Serviço Móvel de Urgência (Samu) para 559 cidades em 21 estados brasileiros.<br /><br />Na última segunda-feira (10), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a proposta de isenção seria encaminhada ao Congresso após o envio do projeto que vai diminuir taxas de juros do crédito consignado para trabalhadores da iniciativa privada.<br /><br />A proposta é uma promessa de campanha do presidente Lula, que começou a ser melhor trabalhada no final do ano passado, junto ao anúncio do pacote fiscal em dezembro.<br /><br />A Fazenda pretende criar um “imposto mínimo efetivo” de 10% para todos que ganham acima de R$ 50 mil (R$ 600 mil por ano). A ideia é que até mesmo rendimentos no exterior sejam informados na hora de declarar o IR.<br /><br />A expectativa é que o projeto seja aprovado a tempo de já ser aplicado em 2026.<br /><br />Segundo apuração da CNN, a renúncia fiscal com a medida foi reestimada em R$ 25 bilhões. Anteriormente, o valor era de R$ 35 bilhões.<br /><br />Ontem (13), a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também afirmou que a proposta de isenção de IR chegaria ao Poder Legislativo na próxima semana, conforme noticiou a CNN.<br /><br />De acordo com Gleisi, o projeto dependeria somente de ajustes finais do Ministério da Fazenda e da agenda de Lula — que confirmou hoje que o texto chegará ao Congresso no dia 18.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: CNN</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Explosões de Brasília erram alvos e acertam Bolsonaro em cheio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/explosoes-de-brasilia-erram-alvos-e-acertam-bolsonaro-em-cheio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 16:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Explosões]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Com as mãos manchadas de sangue e pólvora, terão ainda os golpistas de Bolsonaro no Congresso a cara de pau de falar em anistia? As bombas que explodiram na noite deste dia 13 de novembro na praça dos Três Poderes, perto dos prédios da Câmara e do Supremo Tribunal Federal (STF), não apenas não atingiram fisicamente os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3577495617" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Com as mãos manchadas de sangue e pólvora, terão ainda os golpistas de Bolsonaro no Congresso a cara de pau de falar em anistia?</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-782e0421f716682d9bd6bcce86b23e9f">As bombas que explodiram na noite deste dia <a href="https://bncamazonas.com.br/ta_na_midia/um-morto-em-explosoes-na-frente-do-stf-e-camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">13 de novembro</a> na praça dos Três Poderes, perto dos prédios da Câmara e do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">STF</a>), não apenas não atingiram fisicamente os alvos como ainda resvalaram e atingiram em cheio o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5289a5bebfb4f20970dfcec6f66bd63d">Do episódio, um ultradireitista terrorista sai ferido de morte.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-36b42035e1027b1539791e22b3300b38">Por tabela, os artefatos também explodiram de vez qualquer chance sonhada por Bolsonaro de se candidatar em 2026.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5aaac7c3c2525842a1d1287871658e51">Inelegível em duas condenações, que só o Supremo Tribunal Federal pode reverter, a hipótese de disputar eleição antes de oito anos já era considerada remotíssima.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-97a070b77adf065f1d45586a7af10485">Outra esperança de sobrevida de Bolsonaro e seus seguidores radicais e terroristas se apoiava, até agora, no avanço do bolsonarismo no Congresso. Havia uma ânsia de criação de um ambiente político pró-Bolsonaro, talvez com uma anistia para ele e outros golpistas.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-abdf2b6c3a30a3a179b62fa80a3d53d2">Agora, no entanto, anistiar o ex-presidente e os condenados do 8 de Janeiro é matéria que já constrange até parlamentares bolsonaristas.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-fed9ee3cca05f810c9f22688f5c176a1">Por exemplo, a Folha de S.Paulo, apoiadora de Bolsonaro, publicou que as explosões enterraram a anistia.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-465e8122c309cb6eb25917d2f3664a9a">“Agora vão enterrar a anistia. Pqp”, escreveu em grupo de WhatsApp, segundo a Folha, o deputado Gustavo Gayer (PL-GO).</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3207f0ee8040b13a9c6e6724ff66f50d">É evidente que, dessa forma, a oposição caia na real sobre dois aspectos.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-e87970a200b715c3f578cf1e3e790db1">Primeiro: as mensagens dos seguidores de Bolsonaro não são bravatas. São ameaças reais.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7d0330672e6f78ee05c0825fe3fa109a">Segundo: Bolsonaro e eles, parlamentares bolsonaristas, são a origem do ódio que consome a mente de seus seguidores.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-89b5f061b8d36d9267a3f94acae012a2">O que aconteceu neste dia 13 em Brasília responde a essa consciência distorcida da civilidade.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bb7b4717578a82081721a32189bb3fc5">Bolsonaro e seus aliados sistematizaram, nos últimos anos, ataques contra a democracia.</p>
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a001831ecf968036dcd1542d3c8e5a53">Eles também estão com as mãos empoadas de pólvora. E manchadas de sangue.</p>
<p>Ilustração: Gilmal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Haddad celebra reoneração da folha: “custou mais de R$ 200 bilhões”</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-celebra-reoneracao-da-folha-custou-mais-de-r-200-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 14:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bom Dia Ministro]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro lembrou que foram mais de 10 anos para rever a medida O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comemorou nesta quinta-feira (12) a aprovação nesta quarta-feira (11), na Câmara dos Deputados, da proposta de reoneração gradual da folha de pagamento de 17 setores da economia e das despesas previdenciárias de municípios com até 156 mil habitantes. Esses [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-209157333" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro lembrou que foram mais de 10 anos para rever a medida</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comemorou nesta quinta-feira (12) a aprovação nesta quarta-feira (11), na Câmara dos Deputados, da proposta de reoneração gradual da folha de pagamento de 17 setores da economia e das despesas previdenciárias de municípios com até 156 mil habitantes. Esses setores e municípios são beneficiados por redução de impostos que, na visão do governo, têm desequilibrado as contas públicas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1611822&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1611822&amp;o=node" /></p>
<p>“O consenso ontem [quarta-feira] foi muito difícil. Mais de 10 anos tentando rever isso e ninguém conseguia. Agora chegou o momento envolvendo o Supremo, o Senado e a Câmara. Chegou o momento de pôr ordem nesse programa, que custou mais de R$ 200 bilhões”, disse Haddad no programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>.</p>
<p>O ministro Haddad defendeu a necessidade de equilibrar as contas públicas que, desde 2015, registra saldos negativos. Segundo ele, não é possível seguir beneficiando empresas com o poder de lobby no Congresso Nacional, enquanto se cobram cortes de gastos sobre a população mais pobre.</p>
<p>“Você deixa uma grande empresa 10 anos sem pagar imposto E aí, quer fazer o ajuste fiscal em cima do salário mínimo, do Bolsa Família? Alguém tem que pagar a conta, né? Eu sei que tem muito lobby por aí. Não tem lobby de pobre em Brasília. Você não vê manifestação de gente pobre pedindo benefícios. O que você tem é lobby de empresa, né?”, acrescentou.</p>
<p>Grupos empresariais vinham fazendo pressão sobre o Congresso Nacional para manter a desoneração dos 17 setores da economia com o argumento de que a medida mantinha os empregos nessas atividades. Porém, o governo alega que a desoneração não teve efeito para a manutenção do emprego, e que estava colocando em risco o equilíbrio da Previdência Social.  </p>
<p>“Nós estamos tendo a energia necessária e a compreensão do Congresso de que essa fase terminou, essa fase de ‘pauta bomba’ tem que terminar em busca de mais transparência, de oferecer apoio para quem precisa. E há empresas que precisam de apoio. Indústrias nascentes, áreas estratégicas, áreas que são sensíveis”, explicou Fernando Haddad.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Em 2023, o Legislativo prorrogou a desoneração até 2027. O governo vetou a proposta, mas o Congresso Nacional derrubou o veto. Em seguida, o governo acionou o Supremo Tribunal Federal (STF), que entendeu que faltou indicar, no projeto aprovado, de onde sairia o dinheiro para repor as perdas aos cofres públicos e, com isso, deu um prazo até esta quarta-feira, para que fossem indicadas as fontes para bancar essa desoneração. </p>
<p>Em resposta, o Congresso aprovou uma reoneração gradual até 2027, aumentando as alíquotas em 5% ao ano e indicando formas de compensação para que o benefício não afete as contas públicas. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>STF, Congresso e Planalto chegam a acordo para manter emendas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-congresso-e-planalto-chegam-a-acordo-para-manter-emendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 20:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Planalto]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes dos Poderes definiram modos de dar mais transparência às emendas impositivas. Decisão do STF que as suspende segue vigente Após reunião de mais de quatro horas no Supremo Tribunal Federal (STF), representantes do Legislativo, do Executivo e do Judiciário chegaram a um consenso para que as emendas parlamentares respeitem critérios de transparência, rastreabilidade e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1031493618" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Representantes dos Poderes definiram modos de dar mais transparência às emendas impositivas. Decisão do STF que as suspende segue vigente<br /><br />Após reunião de mais de quatro horas no Supremo Tribunal Federal (STF), representantes do Legislativo, do Executivo e do Judiciário chegaram a um consenso para que as emendas parlamentares respeitem critérios de transparência, rastreabilidade e correção.<br /><br />Essa reunião aconteceu depois de o STF suspender todas as emendas parlamentares impositivas, que são de pagamento obrigatório. Em resumo, as emendas são uma parte do orçamento federal que tem a destinação definida pelos deputados e senadores.<br /><br />Segundo nota divulgada após o encontro, as transferências especiais, conhecidas como emendas Pix, continuam a ser de pagamento obrigatório. No entanto, o objeto de cada repasse de verba deverá ser informado de forma antecipada, mediante prestação de contas perante o Tribunal de Contas da União (TCU), e com prioridade para obras inacabadas.<br /><br />Em relação a emendas individuais, os participantes da reunião decidiram que vão estabelecer critérios objetivos de impedimento de ordem técnica, após diálogo institucional entre o Executivo e o Legislativo. Estipulou-se o prazo de 10 dias para a definição dessas regras.<br /><br />Já as emendas de bancada devem ser destinadas a projetos estruturantes em cada estado e no DF, de acordo com a definição da bancada.<br /><br />Por fim, as emendas de comissão vão contemplar projetos de interesse nacional, ou regional, estipulados conjuntamente pelo Legislativo e pelo Executivo. As regras sobre os procedimentos desse acordo também devem ser definidas em 10 dias.<br /><br />Reunião entre Poderes<br />O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, convocou membros do Executivo e do Legislativo nesta terça-feira (20/8) para discutir a suspensão das emendas impositivas destinadas a deputados e senadores.<br /><br />Essa suspensão foi determinada pelo ministro Flávio Dino, do STF, e, posteriormente, referendada pelo plenário da Corte na sexta-feira (16/8).<br /><br />Participaram da reunião os ministros do STF Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Edson Fachin, Kassio Nunes Marques e Luiz Fux.<br /><br />Estiveram presentes também o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); o procurador-geral da República, Paulo Gonet; o advogado-geral da União, Jorge Messias; e o ministro da Casa Civil, Rui Costa.<br /><br />Entenda o caso<br />A decisão de Dino gerou atritos com o Congresso, que acusou o governo federal de interferência na medida que bloqueia o repasse de emendas Pix sem a devida transparência sobre o destino dos recursos.<br /><br />Dino defendeu maior transparência, mas o Legislativo recorreu. Mesmo assim, o plenário do STF confirmou a decisão por unanimidade, com um placar de 11 a 0, intensificando o descontentamento entre os parlamentares.<br /><br />Diante da crescente tensão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu-se com Arthur Lira, em uma conversa reservada no Palácio do Planalto, na segunda-feira (19/8).<br /><br />Para encontrar entendimento sobre o tema, Barroso convocou a reunião desta tarde, com a presença de todos os ministros do STF; Rui Costa e Jorge Messias, pelo Executivo; e Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, pelo Legislativo.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Metrópoles</p>
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		<title>Congresso deu aval para governo executar R$ 213 bilhões fora do teto</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/congresso-deu-aval-para-governo-executar-r-213-bilhoes-fora-do-teto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 14:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aval]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[governo executar]]></category>
		<category><![CDATA[R$ 213 bilhões]]></category>
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					<description><![CDATA[Nunca se falou tanto em teto de gastos. A norma limita o crescimento das despesas públicas. Mais de cinco anos após a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 95 pelo Congresso Nacional, parlamentares deram aval para que o governo Bolsonaro executasse R$ 213 bilhões fora do orçamento. O montante foi analisado pela Instituição Fiscal Independente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4237790999" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Nunca se falou tanto em <a href="https://www.metropoles.com/tag/teto-de-gastos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">teto de gastos</a>. A norma limita o crescimento das despesas públicas. Mais de cinco anos após a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 95 pelo <a href="https://www.metropoles.com/tag/congresso-nacional" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Congresso Nacional</a>, parlamentares deram aval para que o governo Bolsonaro executasse R$ 213 bilhões fora do orçamento.</p>
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<div id="google_ads_iframe_/123935210/economia-quadrado-1_0__container__">O montante foi analisado pela <a href="https://www12.senado.leg.br/ifi" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Instituição Fiscal Independente (IFI)</a>, vinculada ao Senado Federal. Desde 2019, o presidente <a href="https://www.metropoles.com/tag/jair-bolsonaro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Jair Bolsonaro</a> (PL) articulou ao menos cinco emendas constitucionais para gastar além do que a norma do teto prevê.</div>
</div>
</div>
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<div class="m-subtitle-carousel"> </div>
<div class="m-subtitle-carousel">O teto de gastos foi criado no governo de <a href="https://www.metropoles.com/tag/michel-temer" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Michel Temer</a> (MDB), quando o país passava por recessão marcada pela crise fiscal. Gastava mais do que arrecadava e acumulava sucessão de déficits primários.</div>
</div>
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<p>Na época, o argumento usado era o de que a regra orçamentária iria controlar os gastos públicos. Quando aprovada, a emenda estabeleceu que as despesas da União só poderiam crescer o equivalente ao gasto do ano anterior, sendo este corrigido pela inflação.</p>
<p>Na última semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que o governo desrespeitou o teto, mas argumentou que a medida foi adotada para socorrer os “mais frágeis” por meio do pagamento de auxílios durante a pandemia de coronavírus e a guerra entre Rússia e Ucrânia, por exemplo. Segundo ele, a violação ocorreu com “responsabilidade fiscal”.</p>
<div class="embed-twitter">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">“Sim, nós violamos o teto”, diz Paulo Guedes durante evento da XP Investimentos</p>
<p>Ministro da Economia justificou gasto acima do limite de gastos por se tratar da distribuição de auxílios. “Eu estou fazendo o governo crescer? Não”. <a href="https://t.co/ZGKQXxfKcK" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pic.twitter.com/ZGKQXxfKcK</a></p>
<p>&mdash; Metrópoles (@Metropoles) <a href="https://twitter.com/Metropoles/status/1554940246659416065?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">August 3, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></div>
</p>
<p>A aprovação da PEC dos Auxílios, no mês passado, foi a medida mais recente a abrir caminho para o desembolso de R$ 41,2 bilhões em benefícios sociais em pleno ano eleitoral. Esses recursos têm impacto direto nas contas públicas e estão fora do teto.</p>
<p>A proposta turbinou o Auxílio Brasil, e o programa social foi de R$ 400 para R$ 600. Além disso, a PEC criou um voucher de R$ 1 mil para caminhoneiros autônomos, um auxílio para taxistas, e ampliou o valor do vale-gás. Essas e outras medidas valerão até dezembro deste ano.</p>
<h4>Qual a finalidade do teto de gastos?</h4>
<p>Criado no último governo, o teto de gastos busca assegurar que as despesas obrigatórias não cresçam em proporção superior à variação da inflação.</p>
<p>“Contudo, as despesas, compostas em sua maioria por salários e benefícios previdenciários, tendem a comprimir os valores disponíveis para a execução dos demais gastos de custeio da máquina pública e de investimentos em infraestrutura”, explica o professor de gestão corporativa e contabilidade Max Bianchi Godoy, do UniCeub.</p>
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<div id="google_ads_iframe_/123935210/brasil-quadrado-4_0__container__">“Uma vez que as despesas obrigatórias costumam representar mais de 90% dos gastos públicos e têm destinação definida pela Legislação – tais como: previdência, salários de servidores, assistência social e educação –, a utilização do teto pode reduzir o volume das despesas discricionárias [despesas escolhidas pelo governo]”, continua Godoy.</div>
</div>
</div>
<p>Essas despesas discricionárias são, sobretudo, direcionadas aos investimentos públicos, como obras de infraestrutura. “Elas poderiam trazer mais empregos e uma consequente melhoria para a economia, que ainda vivencia os efeitos da pandemia”, completa.</p>
<h4>Governo, Congresso e oposição</h4>
<p>Para a economista Carla Beni, da Fundação Getulio Vargas (FGV), o teto de gastos públicos “perdeu credibilidade” ao longo dos anos.</p>
<p>“Há um discurso liberal que não se confirma na prática. É um discurso de fachada em defesa do teto, e o Congresso e a oposição são coniventes com isso”, pontua a especialista.</p>
<p>Carla Beni também critica a defesa pelo fim da métrica fiscal. Recentemente, o ex-presidente e candidato ao Palácio do Planalto pelo PT, <a href="http://metropoles.com/tag/lula" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Luiz Inácio Lula da Silva</a>, defendeu que, uma vez eleito, acabaria com a medida.</p>
<p>“Não que você não possa ter outra métrica ou outra âncora fiscal. Agora, a economia vive de expectativa, e o mercado todo quer saber de projeção para médio e longo prazos. Quando há candidatos dizendo que mudarão a regra de teto de gastos e não colocam qual seria a nova métrica, temos um grande problema”, frisa.</p>
<p>De acordo com a economista, não é questão de ser contra ou a favor do teto. “É para além disso. Se você não o quer, qual a outra âncora cambial que vai ser colocada? Não colocar nada abre possibilidade para, novamente, se ampliar os déficits públicos. Não existe ficar em aberto ‘quanto eu irei gastar&#8217;”, aponta.</p>
<p>“Se gasto de uma forma descontrolada, ou desvalorizo a minha moeda, ou tenho que aumentar carga tributária, aumentar dívida pública, é sempre um efeito colateral muito grande”, destaca a especialista.</p>
<p><strong>Abaixo, confira as medidas patrocinadas pelo governo e aprovadas pelo Congresso para driblar o teto de gastos:</strong></p>
<h4>PEC da cessão onerosa</h4>
<p>As alterações feitas na regra do teto de gastos desde 2019 foram viabilizadas por meio de PECs aprovadas e promulgadas pelo Congresso. O Palácio do Planalto articulou todas as propostas a fim de receber o aval dos parlamentares.</p>
<p>A primeira mudança na norma que limita o crescimento das despesas públicas ocorreu ainda no primeiro ano do governo Bolsonaro, em setembro de 2019. Na oportunidade, deputados e senadores aprovaram a PEC que tratava da chamada cessão onerosa – que dá direito de contrato na captação de recursos por meio da exploração de seus recursos minerais e naturais.</p>
<p>O texto, que estabeleceu a divisão dos recursos provenientes de leilões do petróleo com estados e municípios, liberou a execução de mais de R$ 46,1 bilhões fora do orçamento.</p>
<p><strong>O que mudou?</strong></p>
<p>Antes da PEC, a prática da cessão onerosa era considerada um gasto do governo e, por isso, estava prevista no orçamento da União, ou seja, dentro do teto de gastos.</p>
<h4>PEC Emergencial</h4>
<p>Quando a pandemia de coronavírus completou um ano desde a sua decretação, em março do ano passado, o Parlamento aprovou a PEC Emergencial, cujo principal objetivo era disponibilizar mais uma rodada do Auxílio Emergencial – criado para socorrer trabalhadores informais que foram atingidos pela crise sanitária.</p>
<p>A PEC Emergencial permitiu que o governo gastasse mais de R$ 40 bilhões fora do teto de gastos.</p>
<p><strong>O que mudou?</strong></p>
<p>Na época em que a PEC ainda estava sendo discutida pelos parlamentares, o governo argumentou que o texto criaria mecanismos em caso de descumprimento do teto de gastos, entre eles:</p>
<ul>
<li>a suspensão da progressão e promoção funcional de servidores públicos;</li>
<li>a suspensão da criação de despesas obrigatórias e de benefícios tributários; e</li>
<li>a vedação de correção dos valores das verbas indenizatórias, como auxílio-moradia e diárias, por exemplo.</li>
</ul>
<p>Ao defender a medida, o Ministério da Economia alegava que a aplicação desses gatilhos geraria recursos para investimentos federais, promovendo a manutenção da máquina pública.</p>
<h4>PEC dos Precatórios</h4>
<p>Em dezembro do ano passado, por meio da PEC dos Precatórios, o Congresso Nacional permitiu que fossem feitas duas alterações na regra do teto de gastos <em>(veja em detalhes mais abaixo)</em>. A proposta, que gerou impacto de mais de R$ 80 bilhões, foi a principal aposta do governo para viabilizar o Auxílio Brasil, programa social que substituiu o Bolsa Família.</p>
<p><strong>O que mudou?</strong></p>
<p>O texto adiou o pagamento de precatórios (dívidas judiciais do governo com condenações definitivas) e fez com que os recursos pagos pela União fossem limitados ao ano e ocorressem fora do teto.</p>
<p>A segunda mudança refere-se ao prazo de correção do teto. Antes, o cálculo era feito com base na inflação registrada nos últimos 12 meses até junho do ano anterior. A PEC alterou a norma para que o período de correção do teto fosse de janeiro a dezembro.</p>
<p>Foto: Igo Estrela</p>
<p>Fonte: Metrópoles</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Em clima de eleições, Congresso volta do recesso nesta segunda-feira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/em-clima-de-eleicoes-congresso-volta-do-recesso-nesta-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2022 17:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[recesso]]></category>
		<category><![CDATA[volta]]></category>
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					<description><![CDATA[Esvaziado pelo período eleitoral e com matérias prestes a perder a validade, o Congresso Nacional volta oficialmente nesta segunda-feira (1º), após o recesso parlamentar. Deputados e senadores têm até o dia 7 de agosto para aprovar três medidas provisórias (MPs), caso contrário, elas perderão a validade. Na lista estão as MPs que regulamentam o teletrabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3826702796" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Esvaziado pelo período eleitoral e com matérias prestes a perder a validade, o Congresso Nacional volta oficialmente nesta segunda-feira (1º), após o recesso parlamentar. Deputados e senadores têm até o dia 7 de agosto para aprovar três medidas provisórias (MPs), caso contrário, elas perderão a validade.<br /><br />Na lista estão as MPs que regulamentam o teletrabalho (MP 1108/2022), admitem novas regras trabalhistas durante calamidade pública (MP 1109/2022) e ampliam linhas de financiamento do Programa de Simplificação do Microcrédito Digital (MP 1110/2022).<br /><br />Na Câmara dos Deputados, o líder do governo, deputado Ricardo Barros (Republicanos-PR), adiantou que até sexta-feira (5) haverá um &#8220;esforço concentrado&#8221;, acordado com o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). No período, a ideia é votar também propostas com prazo de vencimento até outubro.<br /><br />Um segundo esforço concentrado está previsto para a última semana de agosto até 1º de setembro. No período, além de outras MPs o presidente da Câmara deverá pautar matérias de consenso entre os deputados.<br /><br />Além das MPs prestes a caducar, há outras na fila. Até o fechamento desta reportagem, eram 22 MPs na lista. Todas devem ser analisadas pela Câmara dos Deputados e, se aprovadas, pelo Senado.<br /><br />Entre as medidas provisórias pendentes está a que trata da abertura de crédito extraordinário de R$ 27,09 bilhões no Orçamento deste ano para pagar benefícios ampliados na proposta de emenda à constituição (PEC) que prevê a criação de um estado de emergência para ampliar o pagamento de benefícios sociais.<br /><br />Como exemplo, o aumento do valor do Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600, o reajuste do vale-gás e o voucher de R$ 1 mil para caminhoneiros. Esses benefícios terão validade até 31 de dezembro deste ano.<br /><br />Com força de lei, assim que editadas pelo presidente da República e publicadas no Diário Oficial da União, as MPs precisam ser aprovadas pelos parlamentares para se tornarem definitivas. A vigência inicial de uma MP é de 60 dias. O prazo é prorrogado automaticamente por igual período, caso o texto não tenha a votação concluída no Congresso.<br /><br /><strong>Vetos</strong><br />Na volta do recesso, deputados e senadores também terão de analisar, em sessão conjunta, o veto do presidente Bolsonaro à norma que revogou a Lei de Segurança Nacional e definiu crimes contra o Estado Democrático de Direito (VET 46/2021).<br /><br />Os trechos mais polêmicos tratam da divulgação de fake news e da repressão de movimentos pacíficos. A votação, prevista para julho, foi adiada por acordo entre as lideranças partidárias.<br /><br /><strong>Reforma Tributária</strong><br />Eleita como prioridade do Senado pelo presidente Rodrigo Pacheco (PSD &#8211; MG) e pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Davi Alcolumbre (União-AP), a reforma tributária (PEC110/19) não avançou, no primeiro semestre, por falta de consenso e deve ficar para 2023.<br /><br />“Temos o compromisso de avançar nas propostas que já estão em discussão, como é o caso especial da PEC 110. Esse pleito é do setor produtivo, dos contribuintes, dos entes subnacionais. Sabemos da complexidade do tema, mas entendemos que o crescimento de nosso país depende disso, sendo uma prioridade do Congresso Nacional para 2022”, disse Pacheco na abertura do ano legislativo, ainda em fevereiro.<br /><br />Em debate há duas décadas, há também uma proposta sobre o tema em tramitação na Câmara, a PEC 45/2019. Em comum, as propostas de deputados e senadores têm a extinção de diversos tributos que incidem sobre bens e serviços.<br /><br />Eles seriam substituídos por um só imposto, sobre o valor agregado (IVA). A unificação de impostos tem algumas vantagens: simplicidade na cobrança; diminuição da incidência sobre o consumo; e uniformidade em todo o país.</p>
<p>Foto; Marcello Casal Jr.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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