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	<title>Congresso Nacional - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Congresso Nacional - Portal NDC</title>
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		<title>Lula decide insistir na taxação de bets e fintechs</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-decide-insistir-na-taxacao-de-bets-e-fintechs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 17:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Fintechs]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida é vista como necessária para aumentar a arrecadação e combater irregularidades, como lavagem de dinheiro O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou que o governo federal deve persistir na tentativa de taxar as empresas de apostas esportivas (bets) e as fintechs (bancos digitais). A sinalização foi feita durante uma reunião a portas fechadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-794184215" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Medida é vista como necessária para aumentar a arrecadação e combater irregularidades, como lavagem de dinheiro<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou que o governo federal deve persistir na tentativa de taxar as empresas de apostas esportivas (bets) e as fintechs (bancos digitais). A sinalização foi feita durante uma reunião a portas fechadas com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e líderes do governo no Congresso Nacional.<br /><br />Lula solicitou à equipe econômica um estudo para encontrar uma nova forma de tributar esses setores. A medida é vista como necessária para aumentar a arrecadação e combater irregularidades, como lavagem de dinheiro. Segundo o presidente, as fintechs e bets são utilizadas majoritariamente pela parcela mais rica da população.<br /><br />A tentativa anterior de taxação, que fazia parte de uma Medida Provisória (MP), não avançou no Congresso por falta de acordo e apoio, inclusive dentro da base governista. Com isso, o governo, que esperava arrecadar até R$ 17 bilhões no próximo ano, busca alternativas para cumprir as metas do novo arcabouço fiscal.<br />As fintechs, por sua vez, alegam que já são tributadas. No entanto, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) argumenta que a alíquota aplicada a elas não é a mesma dos bancos tradicionais, defendendo uma tributação equivalente para todos os players do setor financeiro.<br /><br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>Governo prepara MP para recalibrar IOF e aumentar arrecadação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-prepara-mp-para-recalibrar-iof-e-aumentar-arrecadacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[Bets também serão tema da medida provisória, anunciada por Haddad O governo federal enviará ao Congresso Nacional uma medida provisória (MP) voltada para o mercado financeiro, anunciou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noite deste domingo (8), depois de reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3629579865" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bets também serão tema da medida provisória, anunciada por Haddad</p>
<p><strong>O governo federal enviará ao Congresso Nacional uma medida provisória (MP) voltada para o mercado financeiro, anunciou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noite deste domingo (8), depois de reunião com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645966&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645966&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“É uma medida que corrige distorções no sistema de crédito, na cobrança de impostos de rendimentos sobre títulos e temas afins. Inclusive vai entrar um aspecto na questão das bets”, disse Haddad. “O que essa medida provisória vai nos permitir? Recalibrar o decreto do IOF [Imposto sobre Operações Financeiras], fazendo com que sua dimensão regulatória seja o foco da nova versão e possamos reduzir as alíquotas previstas no decreto original, que vai ser reformado conjuntamente”.</p>
</blockquote>
<p>Entre as mudanças, segundo Haddad, está o fim da parte fixa do risco sacado e a recalibração da parte diária. “Todos os itens [do decreto de mudança do IOF] vão ser revistos”, disse.</p>
<p>O ministro afirmou ainda que a MP passará a cobrar tributo de 18% sobre o Gross Gaming Revenue (GGR) das empresas de apostas (ou seja, sobre a diferença entre o que as bets arrecadam e aquilo que elas pagam de prêmio), em vez dos 12% cobrados atualmente. Além disso, a medida tributará títulos que hoje são isentos, como LCA e LCI, em 5%.</p>
<blockquote>
<p>“Eles [esses títulos] continuarão a manter uma distância grande em relação aos títulos públicos em geral [em termos de taxação], mas não permanecerão mais isentos, porque estão criando uma distorção no mercado de crédito no Brasil, inclusive com dificuldades para o Tesouro Nacional”.</p>
</blockquote>
<p><strong>A Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) cobrada de instituições financeiras passará a ser de 15% ou 20%. A taxa de 9% não existirá mais.</strong></p>
<p>Haddad explicou ainda que há um compromisso de reduzir gastos tributários em pelo menos 10% de natureza infraconstitucional e de conversar, com o Congresso, sobre gastos primários.</p>
<p>“A questão do gasto primário, tem muitas iniciativas que já mandamos para o Congresso. Algumas já estão em tramitação. O que nos dispusemos a fazer é fazer uma nova reunião sobre gasto primário, mas já tendo um feedback das bancadas sobre os temas que vão ser enfrentados”.</p>
<p>O ministro explicou que mostrou ao Congresso as evoluções de despesas obrigatórias, contratadas no passado por governos, que hoje estão pressionando as receitas da União.</p>
<blockquote>
<p>“São despesas contratadas quatro, cinco, seis anos atrás e que a conta está chegando sem que a fonte de financiamento dessa despesa tenha sido contratada no mesmo momento”, disse. “Às vezes eu vejo no jornal: ‘está tendo uma gastança’. Mas quando foi contratado o gasto? Qual era a previsibilidade que nós tínhamos?”</p>
</blockquote>
<h2>Congresso</h2>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que o decreto do IOF causou um grande incômodo no Congresso Nacional. “<strong>Tanto na Câmara como no Senado, o ambiente se tornou muito adverso a essa medida. E nós colocamos que essa medida precisaria ser revista. Com o governo, atendendo a posição do presidente do Senado e do presidente da Câmara, hoje trouxe essa alternativa, de que o decreto será refeito, com uma calibragem diminuindo de forma significativa seus efeitos”.</strong></p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Lula Marques/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/JqnlTJ-mQ74sl2HrFsWsSgvENx0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/29/lula5165.jpg?itok=YQI99jVu" alt="Brasília (DF), 29/05/2025  - Presidente da Câmara dos deputados, Hugo Motta, durante coletiva à imprensa após a reunião de lideres.  Foto: Lula Marques/Agência Brasil" width="754" height="488" /><p class="wp-caption-text">Brasília (DF), 29/05/2025 &#8211; Para o presidente da Câmara dos deputados, Hugo Motta, a MP traz uma compensação financeira para o governo, mas “muito menos danosa do que seria a continuidade do decreto do IOF&#8221;. Foto-arquivo:  Lula Marques/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>Segundo Motta, a MP traz uma compensação financeira para o governo, mas “muito menos danosa do que seria a continuidade do decreto do IOF, como foi proposto de forma inicial”.</p>
<p>O presidente da Câmara afirmou ainda que o Congresso fará, nos próximos dias, uma revisão das medidas de isenção fiscal, que segundo o governo federal, pode chegar a R$ 800 bilhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lideranças indígenas criticam ação policial em frente ao Congresso</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/liderancas-indigenas-criticam-acao-policial-em-frente-ao-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 16:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abril Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[ATL]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apib e a deputada Célia Xakriabá acusam policiais de violência A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) publicou nota em que manifesta repúdio à ação policial ocorrida no noite de ontem (10) em frente ao Congresso Nacional. A organização considera que houve uso excessivo da força por parte da Polícia Militar e da Polícia Legislativa contra lideranças indígenas que realizavam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2495650333" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Apib e a deputada Célia Xakriabá acusam policiais de violência</p>
<p>A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) publicou nota em que manifesta repúdio à ação policial ocorrida no noite de ontem (10) em frente ao Congresso Nacional.<strong> A organização considera que houve uso excessivo da força por parte da Polícia Militar e da Polícia Legislativa </strong>contra lideranças indígenas que realizavam um ato no local. Dezenas de pessoas, incluindo idosos e crianças, precisaram de atendimento médico após inalação de gás lacrimogêneo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1638651&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1638651&amp;o=node" /></p>
<p><strong>A deputada federal Célia Xakriabá (PSOL-MG) também se manifestou nas redes sociais</strong>. Ela foi atingida por gás de pimenta e gás lacrimogêneo.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O Congresso, além de aprovar leis inconstitucionais, ataca os povos indígenas e seus próprios deputados. A deputada indígena Célia Xakriabá e várias pessoas ficaram feridas ao serem recebidas com bombas de gás de pimenta e efeito moral, no local que deveria ser a casa da democracia&#8221;, diz, em nota, a Apib, que estima em 5 mil o número de indígenas presentes no ato.<br /> </p>
</blockquote>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="apiboficial/Instagram" src="https://imagens.ebc.com.br/mI89A9_oQwXVK-umHeMrDPfQ6CQ=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/11/saveclip.app_490001454_18092073676571004_7717834008840180536_n.jpg?itok=dwnV3B3W" alt="Brasília (DF) 10/04/2025 - Indígenas são socorridos por bombeiros após confusão em manifestação em frente ao Congresso Nacional. Foto: apiboficial/Instagram" width="754" height="502" /><p class="wp-caption-text">Indígenas são socorridos por bombeiros após ação policial em frente ao Congresso Nacional. Foto: Apiboficial/Instagram</p></div>
</div>
</div>
<p>Célia Xakriabá conta que as bombas de efeito moral foram lançadas de forma indiscriminada e considera que ocorreu &#8220;um claro ato de repressão contra o movimento indígena&#8221;. &#8220;Mesmo me identificando como deputada federal, fui impedida de sair do local, constrangida, agredida e precisei de atendimento médico na Câmara dos Deputados&#8221;, relata a deputada. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Esse episódio escancara o que temos denunciado há muito tempo: a violência do Estado contra os povos originários e o racismo institucional que marca as estruturas de poder deste país. Também é violência política de gênero, num país em que ser mulher indígena no Parlamento é resistir diariamente ao apagamento. Nós não vamos recuar. Não vamos nos calar diante da truculência. Nossa voz ecoa por centenas de povos e territórios, e não será silenciada por bombas nem pelo autoritarismo.&#8221;</p>
</blockquote>
<p><iframe id="instagram-embed-0" class="instagram-media instagram-media-rendered" src="https://www.instagram.com/reel/DISTkBYPsal/embed/?cr=1&amp;v=14&amp;wp=607&amp;rd=https%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br&amp;rp=%2Fdireitos-humanos%2Fnoticia%2F2025-04%2Fliderancas-indigenas-criticam-acao-policial-em-frente-ao-congresso#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A678.3000000119209%2C%22ls%22%3A292.59999999403954%2C%22le%22%3A671.4000000059605%7D" height="882" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-instgrm-payload-id="instagram-media-payload-0" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>Em nota, a Polícia Militar do DF afirma que durante toda a semana realizou o acompanhamento e policiamento das manifestações. <strong>Na noite de ontem, os manifestantes teriam adentrado na área de segurança do Congresso Nacional,</strong> &#8220;momento em que a segurança do Congresso Nacional, a Polícia Legislativa, atuou com material químico&#8221;.</p>
<p>A Secretaria de Polícia do Senado Federal também divulgou nota em que diz ter ocorrido &#8220;um avanço inesperado de manifestantes do acampamento indígena em direção à sede do Poder Legislativo e que foi necessário conter os manifestantes, sem grandes intercorrências&#8221;. </p>
<p>&#8220;A Presidência do Congresso Nacional reforça seu respeito aos povos originários e a toda e qualquer forma de manifestação pacífica. No entanto, é indispensável que seja respeitada a sede do Congresso Nacional e assegurada a segurança dos servidores, visitantes e parlamentares&#8221;, complementa o texto da secretaria.</p>
<p>A manifestação de ontem foi organizada no contexto do Acampamento Terra Livre, maior manifestação anual indígena do país, que completou 21 edições este ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte:  Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Justiça tributária: mudança no IR pode reduzir desigualdade no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/justica-tributaria-mudanca-no-ir-pode-reduzir-desigualdade-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 14:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Importo de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[tributação progressiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Novas regras aproximam país de nações mais igualitárias O projeto de lei (PL) que prevê a isenção do imposto de renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil e a taxação de pessoas que recebem mais de R$ 50 mil por mês, se aprovado pelo Congresso Nacional, aproxima o Brasil do sistema tributário de países mais igualitários, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-843627561" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Novas regras aproximam país de nações mais igualitárias</p>
<p><strong>O projeto de lei (PL) que prevê a isenção do imposto de renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil</strong> e a taxação de pessoas que recebem mais de R$ 50 mil por mês, se aprovado pelo Congresso Nacional, <strong>aproxima o Brasil do sistema tributário de países mais igualitários, como França e Alemanha</strong>. A avaliação é da professora de economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Clara Zanon Brenck.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1635600&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1635600&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“Países mais igualitários, como os mais desenvolvidos da Europa, tendem a tributar de maneira mais progressiva. O Brasil, fazendo essa mudança, vai se aproximar desses países”, disse à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>Na última terça-feira (18), o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-03/lula-entrega-projeto-de-isencao-de-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou ao Congresso o PL</a>. Além de isentar do imposto de renda o trabalhador que recebe até R$ 5 mil mensais, o texto cria descontos na tributação para a faixa entre R$ 5 mil e R$ 7 mil.</p>
<p>Em contrapartida, a proposta cria alíquota de cobrança de imposto para pessoas com renda superior a R$ 600 mil anuais – média de R$ 50 mil mensais. Essa cobrança dos mais ricos proporciona o que os especialistas chamam de neutralidade fiscal, ou seja, <strong>o que o governo deixará de arrecadar das pessoas com menor renda será compensando cobrando dos ricos</strong>.</p>
<p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/entenda-reforma-do-imposto-de-renda-enviada-ao-congresso" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Entenda aqui a reforma do imposto de renda enviada ao Congresso</a></strong></p>
<p>Nas contas do Ministério da Fazenda, <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes/apresentacoes/2025/marco/brasil-mais-justo-isencao-do-imposto-de-renda-para-quem-ganha-ate-5-mil-18-03-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">10 milhões de brasileiros vão parar de pagar IR</a>, o que representa uma renúncia fiscal prevista em R$ 25,84 bilhões.</p>
<p>Esse valor será compensado com a cobrança de imposto de 141,3 mil pessoas. Na base de cálculo da renda desses contribuintes serão incluídos rendimentos atualmente isentos, como dividendos (distribuição de lucros de empresas).  </p>
<p>Ainda segundo a Fazenda, <strong>nove em cada dez brasileiros que pagam IR terão isenção total ou parcial</strong>. Dos declarantes do IR, mais de 26 milhões (65%) não vão pagar nada. Já a tributação sobre altas rendas atingirá 0,13% dos contribuintes e 0,06% da população.  </p>
<h2>Justiça tributária</h2>
<p><strong>A economista Clara Brenck explica que justiça tributária é a ideia de que “quem recebe mais vai pagar mais proporcionalmente à sua renda”.</strong></p>
<p>Ela exemplifica que, se uma pessoa recebe R$ 5 mil e paga R$ 500 de imposto de renda, isso representa 10% da renda. Se uma pessoa que ganha R$ 500 mil paga R$ 50 mil, isso também representa 10%, e é um caso em que não há justiça tributária.</p>
<p>“Você tem as pessoas pagando o mesmo tanto de imposto, independentemente da sua renda”, aponta a professora, que também é pesquisadora do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made) da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p><strong>Segundo ela, ao lado de políticas de distribuição de renda, a justiça tributária é um elemento “muito importante” para a redução da desigualdade de um país.</strong></p>
<h2>Cobrança no topo</h2>
<p>Para a professora, as mudanças propostas caminham para redução da desigualdade, mas ainda não são suficientes. Cálculos do Made apontam maior efetividade caso a alíquota dos ricos ficasse próxima de 15%. Isso faria com que os mais ricos e a maior parte da população que paga imposto sentissem no bolso a mesma carga tributária efetiva ─ o que a pessoa realmente paga de imposto no fim das contas.</p>
<p>Ao defender a proposta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem demonstrado que a alíquota efetiva da classe média é de cerca de 10%.</p>
<p>“O grande mérito dessa proposta é que ela abre uma avenida para a gente discutir justiça tributária”, afirmou Haddad na quinta-feira (20), em entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, transmitido pelo <strong>Canal Gov</strong>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>.</p>
<p>A professora Brenck avalia que é adequado determinar o piso de renda de R$ 50 mil mensais como alvo da tributação progressiva, mas acha que não são necessariamente super-ricos. “A gente não pode chamá-los de super-ricos”, diz, antes de emendar: “é mais do que justo essas pessoas passarem a pagar mais e ir aumentando progressivamente”.</p>
<p>Outro fator que impede mais igualdade, diz a professora da UFMG, é a tributação indireta, que faz com que consumidores paguem imposto na hora de comprar produtos e serviços. Isso faz com que pessoas de baixa renda paguem, proporcionalmente, mais imposto que os ricos.</p>
<p>Clara Brenck afirma que a primeira parte da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/entenda-principais-mudancas-da-reforma-tributaria" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">reforma tributária</a>, que unificou tributos e teve a regulamentação sancionada no começo deste ano, não resolveu o problema pelo fato de os dois temas terem sido tratados separadamente.</p>
<p>“A partir do momento em que você separa a reforma indireta da reforma da renda, você mantém a proporção da reforma indireta na carga tributária total, e é esse o problema”, avalia.</p>
<p>“Tinha que mexer nessa composição do quanto [da arrecadação] que vem do imposto direto da renda e quanto que vem do indireto. Fazendo as duas reformas separadas, você não consegue mudar as proporções”, complementa.</p>
<p>A economista defende também que haja, ao longo do tempo, a correção pela inflação do valor das faixas de renda que sofrem a tributação. “Para continuar atingindo os estratos de renda que a gente quer. O que chamamos de super-ricos hoje vai ser diferente daqui a 10 anos”.  </p>
<h2>Desigualdade de renda</h2>
<p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/renda-dos-10-mais-ricos-e-144-vezes-superior-dos-40-mais-pobres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">No Brasil, a renda dos 10% mais ricos é 14,4 vezes superior à dos 40% mais pobres</a></strong>, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O esforço para reduzir a desigualdade é uma das bandeiras do governo para convencer o Congresso a aprovar o projeto de lei.</p>
<blockquote>
<p>“Nós figuramos entre as dez piores distribuições de renda do mundo. É isso que nós temos que explicar para a sociedade. O Brasil está entre os dez países com pior distribuição de renda do mundo”, citou Haddad no <em>Bom Dia, Ministro</em>.</p>
</blockquote>
<p>“Tem muita gente que tem renda que concorda com a justiça social. Não é porque a pessoa tem renda que ela vai deixar de votar em um projeto justo. Você pode ter certeza, muita gente ali [representada no Congresso], empresário, fazendeiro, vai votar a favor desse projeto porque sabe que ele é justo”, espera.</p>
<h2>Tramitação</h2>
<p>O texto enviado pelo governo ao Congresso passará a valer se for aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado. Nesse caminho, a matéria pode sofrer alteração por parte dos parlamentares.</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que o Congresso terá a sensibilidade para ver o alcance social da proposta, mas não descartou alterações no sentido da melhoria das medidas.</p>
<p>O analista da Tendências Consultoria, João Leme, disse à <strong>Agência Brasil</strong> que o PL “pode ser considerado um avanço em termos de justiça tributária” e corrigir algumas distorções próprias da dinâmica brasileira, como o fato de os estratos mais ricos terem a maior parte da renda isenta, como no caso de dividendos.</p>
<p>Mas ele adverte que há o risco de, no Congresso, não haver a aprovação da parte que trata da tributação dos mais ricos.</p>
<blockquote>
<p>“Há risco de que esses mecanismos de contrapartida fiscal acabem sendo diluídos ou excluídos durante a tramitação legislativa, o que tornaria a medida um tiro no pé, dado que o custo fiscal não seria propriamente equalizado, aumentando a incerteza fiscal, deteriorando expectativas e complicando o frágil equilíbrio político e econômico do governo”, analisa. “A expectativa é que as equipes de articulação do governo pressionem pela manutenção desses contrapesos”.</p>
</blockquote>
<h2>Extremos da pirâmide social</h2>
<p>O pesquisador Marcos Hecksher, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão ligado ao Ministério do Planejamento e Orçamento, considera que a parte mais importante e desafiadora do PL é fazer com que os que ganham mais de R$ 50 mil mensais em média passem a pagar mais imposto.</p>
<p>Para ele, tornar a tributação mais progressiva, sem tantas isenções e desonerações para os mais ricos, é essencial para a redução das desigualdades, de forma &#8220;que permita ao país cumprir um de seus objetivos fundamentais estabelecidos no Artigo 3º da Constituição Federal de 1988, que é reduzir as desigualdades sociais e regionais”.</p>
<p>Hecksher, especialista em desigualdade de renda, adverte que a proposta governista beneficia diretamente “quem está no meio da distribuição de renda, não na base”. Dessa forma, ele chama atenção para a parte do Orçamento dos governos dedicada a programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.</p>
<p>“A redução das desigualdades de renda realizada de 2001 a 2014 foi muito concentrada em aumento de gasto público destinado aos mais pobres”, cita.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Lula sanciona regra que limita aumento do salário mínimo; veja valor</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-sanciona-regra-que-limita-aumento-do-salario-minimo-veja-valor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2024 16:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Piso para 2025 deve ficar em R$ 1.518 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que limita o reajuste do salário mínimo a 2,5% acima da inflação de 2025 a 2030. A medida faz parte do pacote de corte de gastos obrigatórios, proposto pelo governo federal e aprovado pelo Congresso Nacional há [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3318701413" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Piso para 2025 deve ficar em R$ 1.518<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que limita o reajuste do salário mínimo a 2,5% acima da inflação de 2025 a 2030. A medida faz parte do pacote de corte de gastos obrigatórios, proposto pelo governo federal e aprovado pelo Congresso Nacional há cerca de dez dias.<br /><br />Com a nova regra, o piso salarial para 2025 deve ficar em R$ 1.518, com aumento de R$ 106 em relação aos R$ 1.412 do salário mínimo atual. O valor só será oficializado nos próximos dias, por meio de decreto presidencial a ser editado.<br /><br />A nova regra de reajuste tem como objetivo adequar o crescimento do salário mínimo aos limites definidos pelo novo arcabouço fiscal. Dessa forma, o salário mínimo crescerá de 0,6% a 2,5% ao ano acima da inflação.<br /><br />A política atual de reajuste continua valendo. Desde 2023, o salário mínimo é corrigido pela soma da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro, e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. A diferença é que haverá um teto de reajuste em 2,5% acima da inflação.<br /><br />Aprovada pelo Congresso no último dia do ano legislativo, a lei do salário mínimo deverá gerar economia de R$ 15,3 bilhões nos próximos cinco anos. Segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias, cada R$ 1 de aumento do salário mínimo eleva os gastos em R$ 392 milhões, principalmente por causa da Previdência Social e dos benefícios vinculados ao mínimo, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).<br /><br />Pela regra anterior, o salário mínimo para 2025 ficaria em torno de R$ 1.528. Isso equivale à inflação pelo INPC de 4,84% nos 12 meses terminados em novembro, mais o crescimento de 3,2% do PIB em 2023. Com o novo teto, a parcela do crescimento do PIB estará limitada a 2,5%, levando ao novo valor de R$ 1.518.<br /><br />O novo salário só começará a ser pago no fim de janeiro ou início de fevereiro, referente aos dias trabalhados em janeiro de 2025.<br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Comissão aprova LDO 2025 e texto vai ao plenário do Congresso</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/comissao-aprova-ldo-2025-e-texto-vai-ao-plenario-do-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 02:26:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[contingenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[emendas]]></category>
		<category><![CDATA[LDO]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto fixa meta fiscal de déficit zero na contas públicas A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso aprovou na noite desta terça-feira (17) o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2025. O texto estabelece as prioridades e a meta fiscal da União para o ano seguinte, além de orientar a elaboração do próprio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3005699640" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Projeto fixa meta fiscal de déficit zero na contas públicas</p>
<p>A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso aprovou na noite desta terça-feira (17) o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2025. O texto estabelece as prioridades e a meta fiscal da União para o ano seguinte, além de orientar a elaboração do próprio Orçamento, cujo texto ainda precisará passar pela CMO.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1624148&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1624148&amp;o=node" /></p>
<p>Com o avanço na comissão mista, o texto da LDO agora vai agora para análise dos parlamentares em sessão conjunta do Congresso Nacional, que reúne deputados e senadores, prevista para esta quarta-feira (18).</p>
<p>A proposta manteve em zero a meta de resultado primário para 2025, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) para mais ou para menos. Em valores absolutos, a LDO prevê que o resultado primário poderá variar entre déficit de R$ 31 bilhões e superávit primário de R$ 31 bilhões em 2025, considerando a margem de tolerância.</p>
<p>Anteriormente, o relator do projeto, senador Confúncio Moura (MDB-RO), havia incluído no texto a obrigação do governo mirar apenas o centro da meta fiscal de déficit zero ao longo do ano, sem levar em conta a banda inferior. No entanto, o parlamentar voltou atrás e retirou este trecho do parecer. Segundo ele, foram acolhidas 694 emendas ao texto, que possui cerca de mil páginas.</p>
<p>O projeto foi aprovado com previsão de salário mínimo de R$ 1.502 para 2025. O valor é o mesmo previsto pelo Ministério da Fazenda quando o governo enviou o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/projeto-da-ldo-mantem-meta-de-deficit-zero-para-2025]" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">texto ao Congresso</a>, em abril deste ano, e segue as regras atuais de valorização do salário mínimo, que poderão ser alteradas caso o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-12/congresso-fara-esforco-concentrado-para-votar-cortes-ldo-e-orcamento" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pacote de cortes de gastos</a> do governo seja mesmo aprovado esta semana.</p>
<h2>Sem contingenciamento</h2>
<p>No relatório final aprovado na CMO, algumas despesas orçamentárias ficaram protegidas de contingenciamento de gastos ao longo do próximo ano, impedindo o governo federal de cortar essas despesas para cumprir a meta fiscal.</p>
<p>Entre os gastos que não poderão ser congelados estão: Sistema de Fronteiras; Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal; Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa); apoio às populações indígenas; Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente; Fundo Nacional do Idoso; análises para outorga de títulos minerários com a fiscalização da lavra de recursos minerais estratégicos; aquisição e distribuição de alimentos da agricultura familiar para promoção da segurança alimentar e nutricional; defesa agropecuária; seguro rural; e outros.</p>
<h2>Fundo partidário e emendas</h2>
<p>O texto aprovado estabelece que o Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, o Fundo Partidário, deverá ser corrigido de acordo com as regras do novo arcabouço fiscal em 2025, limitado a até 2,5% acima da inflação do ano anterior.</p>
<p>Já em relação às emendas parlamentares de transferência especial, as chamadas emendas Pix, o relatório de Confúncio Moura determina que seja informado previamente o plano de trabalho, com objeto e valor do repasse. A falta do plano pode implicar na suspensão da execução da emenda.</p>
<p>Outra regra da LDO prevê que não serão vedados repasses federais a municípios com população inferior a 65 mil habitantes que estejam inadimplentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Após atraso, urgência para corte de gastos segue na pauta da Câmara</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/apos-atraso-urgencia-para-corte-de-gastos-segue-na-pauta-da-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 17:06:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pacote do corte de gastos]]></category>
		<category><![CDATA[votação da urgência]]></category>
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					<description><![CDATA[Ela não foi votada na noite dessa terça-feira O pacote de corte de gastos que limita o aumento real do salário mínimo e cria restrições para acesso ao Bolsa Família e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) segue na pauta da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4). Colocada como prioridade para o Congresso e o Executivo, a urgência para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1166653358" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ela não foi votada na noite dessa terça-feira</p>
<p>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-11/entenda-pacote-fiscal-de-r-70-bi-anunciado-por-haddad" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pacote de corte de gastos</a> que limita o aumento real do salário mínimo e cria restrições para acesso ao Bolsa Família e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) segue na pauta da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (4). Colocada como prioridade para o Congresso e o Executivo, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-11/governo-e-congresso-esperam-votar-corte-de-gastos-ainda-neste-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">urgência para votação do pacote </a>não foi votada na noite dessa terça-feira (3). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1622349&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1622349&amp;o=node" /></p>
<p>O atraso ocorre ao mesmo tempo em que o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2024-12/por-unanimidade-stf-valida-decisao-de-dino-que-liberou-emendas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, por unanimidade</a>, as regras para a liberação das emendas parlamentares com critérios não previstos na lei sobre o tema aprovada no Parlamento. </p>
<p>Por liminar expedida em agosto deste ano, o ministro do STF Flávio Dino suspendeu o pagamento dos recursos usados pelos parlamentares para demandas em suas bases eleitorais. Ele alegou falta de transparência e rastreabilidade dos recursos.</p>
<p>Após o julgamento ontem (3) que autorizou a liberação das emendas, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a revisão dos trechos que tratam da aprovação de um plano de trabalho para liberação das emendas, da identificação nominal dos parlamentares solicitantes e do que trata do crescimento do volume total de emendas para 2025.</p>
<p>O AGU sustenta que a lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva corrigiu os problemas apontados pelo STF. “O que estamos fazendo, portanto, é apenas buscar um melhor entendimento sobre três pontos específicos da decisão que, em nossa compreensão, já estão contemplados na norma e refletem aquilo que foi pactuado entre o Governo Federal e o Congresso sobre a matéria”, afirmou o advogado-geral da União, Jorge Messias.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/2lxIwgM2med9L-mlT11gRnUblvg=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/25/lula-acordo-mariana_mcamgo_abr_25102024-21.jpg?itok=ObjpNKOj" alt="Brasília (DF), 25/10/2024 - O advogado-geral da União, Jorge Messias, participa de cerimônia de assinatura do novo acordo de repactuação da reparação dos danos da tragédia de Mariana (MG). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" width="365" height="243" /><p class="wp-caption-text">O advogado-geral da União, Jorge Messias. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>Em um desses pontos, o que trata das chamadas emendas pix (transferências especiais), a AGU assegura que a lei atribuiu ao estado ou município beneficiado pelo dinheiro a competência para aprovação do plano de trabalho, e não ao ministério setorial que libera o recurso, conforme definiu o STF.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>Na sessão plenária dessa terça-feira, parlamentares criticaram as regras definidas pelo STF para transparência e rastreabilidade das emendas. O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) lamentou que “agora, até para aplicar a emenda orçamentária, tem que pedir licença para o Dino. Se ele deixar, é sim. Quer dizer, eu virei deputado de meia colher”.</p>
<p>Já o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) destacou que o Congresso está preocupado em como conseguir de volta as emendas. “É a única coisa de que se fala aqui: como vamos pegar de volta as emendas que o Flávio Dino, amigo do Lula, impediu lá no STF”, disse. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Reforma tributária tem dois meses para ser regulamentada pelo Congresso Nacional</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/reforma-tributaria-tem-dois-meses-para-ser-regulamentada-pelo-congresso-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 19:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Poder Legislativo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei Complementar]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[Faltando dois meses para o encerramento do ano legislativo no Congresso Nacional, há um impasse no Poder Legislativo federal: se vão conseguir votar e aprovar o Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/24, que regulamenta a reforma tributária dentro do prazo estipulado. Este é o primeiro de dois projetos que ampara a revisão do código tributário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-700200912" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Faltando dois meses para o encerramento do ano legislativo no Congresso Nacional, há um impasse no Poder Legislativo federal: se vão conseguir votar e aprovar o Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/24, que regulamenta a reforma tributária dentro do prazo estipulado. Este é o primeiro de dois projetos que ampara a revisão do código tributário do país.<br /><br />A proposta começou a tramitar oficialmente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado há duas semanas, quando caiu o regime de urgência da matéria na casa, mas aguarda a divulgação do cronograma de trabalho por parte do relator do PLP, o senador Eduardo Braga (MDB), que deve acontecer na próxima quarta-feira (23/10).<br /><br />Paralelo a isso, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado realizou 21 audiências públicas no colegiado desde o mês de agosto, quando a proposta chegou à casa legislativa vindo da Câmara dos Deputados, em que recebeu autoridades e representantes de vários segmentos da sociedade para debater sobre a regulamentação da reforma tributária. A discussão em um Grupo de Trabalho foi conduzida pelo senador Izalci Lucas (PL-DF).<br /><br />O resultado destes debates serão apresentados a Eduardo Braga como sugestões para o seu relatório. A matéria vai tramitar na CCJ, mas Izalci já defende que também passe pela CAE.<br /><br />Enquanto a proposta não avança na casa, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse esta semana que o Parlamento vai conseguir aprovar a matéria no prazo estipulado, mas as partes têm que se entender.<br /><br />Nos bastidores da casa o sentimento é de pessimismo e até mesmo Eduardo Braga já chegou a declarar que, talvez, o Senado não consiga aprovar este ano a matéria devido à complexidade do tema.<br /><br />Como deverão ter mudanças no texto aprovado pela Câmara, o PLP 68/24 deve retornar para uma nova votação naquela casa legislativa.<br /><br />O Congresso Nacional entra em recesso no dia 22 de dezembro após votar a Lei Orçamentária da União (LOA) 2025.<br /><br /><br /><br />Fonte: RealTime1</p>
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		<item>
		<title>Orçamento: governo prevê R$ 38,9 bi para emendas parlamentares impositivas em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/orcamento-governo-preve-r-389-bi-para-emendas-parlamentares-impositivas-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 13:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[emendas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão do valor destinado para emendas é divulgada em meio ao impasse entre os Três Poderes sobre o assunto O governo federal divulgou nesta sexta-feira (30) o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2025. O valor previsto para o pagamento de emendas parlamentares impositivas (obrigatórias) é de R$ 38,9 bilhões. Esses recursos englobam as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-439522158" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Previsão do valor destinado para emendas é divulgada em meio ao impasse entre os Três Poderes sobre o assunto<br /><br />O governo federal divulgou nesta sexta-feira (30) o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2025. O valor previsto para o pagamento de emendas parlamentares impositivas (obrigatórias) é de R$ 38,9 bilhões.<br /><br />Esses recursos englobam as emendas individuais, direcionadas a indicações de cada parlamentar, e as emendas de bancada, propostas por deputados e senadores do mesmo estado.<br /><br />No ano passado, o Congresso Nacional aprovou a destinação de quase R$ 50 bilhões para todos os tipos de emendas em 2024. O valor engloba, além das emendas impositivas, as emendas de comissão, indicadas pelos colegiados temáticos da Câmara e do Senado.<br /><br />A divulgação dos valores previstos para 2025 ocorre em meio ao impasse entre os Três Poderes sobre o pagamento de emendas parlamentares.<br /><br />Ao longo das últimas semanas, os presidentes da Câmara e do Senado, além de representantes do Executivo, buscam um acordo para cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) que pede critérios de transparência e rastreabilidade dos recursos.</p>
<p>Os Poderes Executivo e Legislativo tinham até esta sexta-feira para definir os critérios exigidos pelo STF. No entanto, a Suprema Corte prorrogou o prazo por dez dias. A expectativa é de que as regras de transparência sejam enviadas para análise do Congresso Nacional por meio de um projeto de lei complementar (PLP).</p>
<h2>Caminho do Orçamento</h2>
<p>Para que o Orçamento seja aprovado, o Congresso Nacional precisa antes votar o PLDO. As peças orçamentárias, enviadas pelo governo ao Congresso, são analisadas pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).Após a votação dos projetos na CMO, os textos precisam ser analisados em sessão conjunta do Congresso Nacional.O projeto do Orçamento tem como relator-geral o senador Angelo Coronel (PSD-BA). Ele será o responsável por negociar emendas e por reunir, em um único texto, os relatórios setoriais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">43600</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Novo Código Eleitoral reserva 20% das vagas para mulheres</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/novo-codigo-eleitoral-reserva-20-das-vagas-para-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jul 2024 18:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Código Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Relator]]></category>
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					<description><![CDATA[Relator disse que a reserva de cadeiras deve ser feita no Congresso Nacional e também nos estados e municípios brasileiros. Além de propor a reserva de 20% das cadeiras no Congresso Nacional para as mulheres, o Novo Código Eleitoral reservará também as vagas nos estados e municípios brasileiros. É o que afirmou o relator, senador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-662685579" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Relator disse que a reserva de cadeiras deve ser feita no Congresso Nacional e também nos estados e municípios brasileiros.<br /><br />Além de propor a reserva de 20% das cadeiras no Congresso Nacional para as mulheres, o Novo Código Eleitoral reservará também as vagas nos estados e municípios brasileiros.<br /><br />É o que afirmou o relator, senador Marcelo Castro (MDB-PI), em comum acordo com a bancada feminina no Senado. Desde 2010, o número de mulheres no Legislativo pulou de 10% para 18%.<br /><br />Conforme ele, a ideia é que, além de 30% de investimento em campanhas femininas, as vagas restritas ajudem a aumentar a diversidade de gênero na política. Como informa o Congresso em Foco.<br /><br />De acordo com a publicação, Castro disse que a reserva de cadeiras deve ser feita também nos estados e municípios brasileiros.<br /><br />“Nós estamos colocando que toda câmara municipal, toda assembleia legislativa e o Congresso Nacional terão que ter no mínimo 20% de cadeiras reservadas para mulheres”, disse o senador.<br /><br />Dessa forma, o acordo com a bancada feminina já foi fechado.<br /><br />Sobretudo, o impasse de qual seria a medida para incentivar a entrada das mulheres em espaços de poder foi um dos motivos para o texto não ter sido votado no primeiro semestre.<br /><br />Agora, a expectativa é que o novo Código Eleitoral seja destravado e analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).<br /><br />De acordo com Castro, a negociação entre a bancada e outros congressistas chegou a um meio-termo.<br /><br />Havia uns que defendiam no percentual menor. Acho que 20% é razoável, porque você colocando que cada estado tem que mandar para o Congresso no mínimo 20% de mulheres, o estado que tiver 30%, 40% ou 50% [de mulheres eleitas] não diminuíra. Então no final você vai fazer uma média de, no mínimo, 20% e eu acho que isso já terá um impacto, disse Castro.</p>
<p>Leia mais no <a href="https://congressoemfoco.uol.com.br/area/congresso-nacional/novo-codigo-eleitoral-reservara-20-das-vagas-no-congresso-para-mulheres-diz-relator/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Congresso em Foco</a>.</p>
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<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
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