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	<title>comunidade brasileira - Portal NDC</title>
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		<title>Crescimento da comunidade brasileira impulsiona luta contra o racismo em Portugal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/crescimento-da-comunidade-brasileira-impulsiona-luta-contra-o-racismo-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2022 15:06:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[luta contra o racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A amplificação da luta contra o racismo em Portugal acompanha o aumento da população brasileira no país. A comunidade disparou a partir de 2017 e contribuiu para dar mais visibilidade internacional aos movimentos de combate à discriminação. Coletivos de apoio cresceram ou foram criados, virando protagonistas ao lado de organizações locais e de origem africana. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2632488145" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A amplificação da luta contra o racismo em Portugal acompanha o aumento da população brasileira no país. A comunidade disparou a partir de 2017 e contribuiu para dar mais visibilidade internacional aos movimentos de combate à discriminação. Coletivos de apoio cresceram ou foram criados, virando protagonistas ao lado de organizações locais e de origem africana.<br /><br />A população brasileira oficial em Portugal é de 204.694 pessoas, a maior entre estrangeiros. Se incluídos os que têm cidadania europeia ou aguardam regularização, o número se aproxima dos 500 mil. Eles ajudam a dar ressonância também internamente a episódios de racismo como o ocorrido na Costa da Caparica com os filhos de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso.<br /><br />Muitos dos novos residentes que desembarcaram com bagagem de ativismo social se identificaram com coletivos e associações nacionais estabelecidas, como o SOS Racismo e a Associação de Afrodescendentes Djass. Mas levaram bandeiras e pautas específicas do Brasil, como o assassinato da vereadora Marielle Franco. Assim, adicionaram voz própria ao movimento, seja de maneira individual ou em associações, como explica Pedro Góis, sociólogo e professor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.<br /><br />— A população brasileira cresceu e trouxe maior visibilidade ao tema. O eco antirracismo é sentido com mais intensidade hoje, porque estes brasileiros que trouxeram diversidade a Portugal projetam suas vozes para mais longe e com mais força. Sempre que há um caso com bastante repercussão, como esse agora, tenho esperança de que sirva para educar a população sobre o que não faz sentido — diz Góis.<br /><br />Vários episódios de racismo ocorreram de 2017 até hoje contra brasileiros, africanos e portugueses. No mais grave, o ator português Bruno Candé foi assassinado em Lisboa. Manifestações aconteceram em várias cidades com participação de brasileiros, que incluíram nos protestos reivindicações e mensagens dirigidas ao governo em Brasília.</p>
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<div class="content-intertitle">
<h2>Aumento das denúncias</h2>
</div>
<p>Entre 2017 e 2020, as denúncias de discriminação contra brasileiros aumentaram 433%, segundo os dados mais recentes da Comissão para a Igualdade e contra a Discriminação Racial (CICDR). O discurso de ódio contra brasileiros pode reunir múltiplas expressões e atacar a cor da pele, sexo e nacionalidade ao mesmo tempo. “As associações de imigrantes desempenham papel fundamental na integração, conscientização e divulgação dos mecanismos para a prevenção e combate à discriminação racial”, informou o CICDR.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os coletivos de brasileiros são conhecidos pelo combate às várias expressões de discriminação e pela defesa da democracia no Brasil. Eles incluem o Coletivo Andorinha de Lisboa, fundado em março de 2016, e a Fibra, a Frente de Imigrantes Brasileiros Antifascistas do Porto, de 2018. Juntos, organizaram em 20 de novembro de 2021 o “Dia da Consciência Negra contra Bolsonaro” em frente à prefeitura de Lisboa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Casa do Brasil de Lisboa é a maior entidade de apoio aos imigrantes e mantém colaboração ativa com a CICDR. Fez 30 anos em 2022 e hoje tem duas mulheres na direção. A presidente é a psicóloga Cyntia de Paula. A vice é a cientista política Ana Paula Costa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A participação das mulheres brasileiras nos grupos de combate ao racismo tem sido fundamental, porque trazem a interseção de gênero e de nacionalidade. Com a nova onda de chegada de brasileiros, novos grupos, surgiram e se uniram ao movimento antirracista de Portugal, que há muito tempo faz um trabalho árduo — diz Costa, citando a Plataforma Geni e o Coletivo Maria Felipa, entre outros.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="13" data-block-id="15">
<p>Cyntia de Paula acrescenta:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="76" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Ninguém falava de Portugal racista e ainda há imensa resistência do Estado em assumir essa condição. Chegou um pessoal muito político, atento às questões em áreas nas quais que o Brasil está à frente, de combate ao racismo, machismo e patriarcado. Isso se refletiu na criação de coletivos. As Brasileiras Não Se Calam, por exemplo, é um movimento fundamental porque mostra que a discriminação mão é invenção de ativistas, é real — afirma De Paula.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Criado em 2020 pela psicóloga alagoana Mariana Braz, o Brasileiras Não Se Calam dá voz e apoio emocional às mulheres vítimas de discriminação por raça, etnia, gênero e nacionalidade. Sua página no Instagram atraiu milhares de seguidores e a atenção da imprensa e das universidades.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Passamos a ter noção do quanto o pensamento colonialista está presente em Portugal. A mídia passou a falar e recebo pedidos de entrevistas para teses e artigos científicos. Além da violência sofrida por mulheres negras, existe a racialização daquelas que no Brasil eram lidas como brancas, mas na Europa são consideradas não brancas — conta Braz.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="21">
<h2>Baixa representação</h2>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="22">
<p>Os ideais dos ativistas brasileiros começam a encontrar caminhos na política. Nas últimas eleições municipais, Cyntia de Paula foi incluída na lista do Bloco de Esquerda em Lisboa, e Rafael Henrique Victório, que colaborou na criação da Fibra, na do Porto.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Enfrentamos resistência, mas temos permeado mais lugares na política, nos partidos, na esfera pública e na universidade — diz De Paula.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ana Paula Costa lembra que a representação na Assembleia da República, o Parlamento português, evidencia que o racismo estrutural ainda é grande:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Em 2019, três deputadas negras foram eleitas, mas todas foram muito atacadas e sofreram racismo. Mesmo ocupando espaços de poder e de representatividade, mesmo eleitas, houve uma estrutura que resistiu à presença de mulheres negras nesses espaços. Hoje, só temos uma deputada negra [Romualda Fernandes, do Partido Socialista].</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pedro Góis alerta para o que chamou de risco de que a politização do movimento prejudique a luta contra o racismo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A pauta antirracista vem sendo apropriada por grupos políticos e não podemos correr o risco de deixarmos politizar. São questões sociais e devem ser encaradas assim. Não vejo outra maneira que não seja o combate feito pela própria sociedade — afirma Góis.</p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">Foto: JORGE MANTILLA/NURPHOTO VIA AFP</h6>
<p>Fonte: O Globo</p>
</div>
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