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	<title>Complexo do Alemão - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Complexo do Alemão - Portal NDC</title>
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		<title>Complexo do Alemão contará com observatório do clima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Feb 2024 15:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo do Alemão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório do Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores e população local vão trabalhar no projeto O Complexo do Alemão, um dos maiores conjuntos de favelas do Rio de Janeiro, localizado na zona norte, uma das cinco regiões mais quentes da cidade, vai contar, a partir deste ano, com um observatório climático. A intenção é monitorar o calor no local e, a partir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3110342145" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pesquisadores e população local vão trabalhar no projeto</p>
<p>O Complexo do Alemão, um dos maiores conjuntos de favelas do Rio de Janeiro, localizado na zona norte, uma das cinco regiões mais quentes da cidade, vai contar, a partir deste ano, com um observatório climático. A intenção é monitorar o calor no local e, a partir dos dados colhidos, elaborar políticas públicas que possam ajudar a população a enfrentar esse fenômeno, cada vez mais frequente não apenas na cidade do Rio de Janeiro, mas em todo o mundo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1582394&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1582394&amp;o=node" /></p>
<p>Uma iniciativa da prefeitura e de organizações locais, o observatório será formado por um grupo de pesquisadores, representantes dos próprios grupos que atuam no local, como a organização não governamental (ONG) Voz das Comunidades, e pela própria população. A prefeitura pagará uma bolsa-auxílio para que a comunidade contribua com medições de temperatura em diferentes pontos do território. O projeto do Complexo do Alemão servirá de piloto para ser implementado em outros pontos da cidade.</p>
<p>De acordo com a secretaria de Meio Ambiente e Clima do Rio, Tainá de Paula, o objetivo é gerar dados “sobre adequação habitacional, quais são as áreas prioritárias para atuação de postos de hidratação, se existem áreas possíveis para que se amplie a cobertura vegetal dessas áreas, seja com arborização, seja com novas florestas, enfim, para que se consiga observar, compreender melhor o território, trazer soluções adaptadas à realidade dele. A Secretaria financiará aparelhos de monitoramento e realizará capacitação para a pesquisa, além de ajudar na seleção de pessoas para trabalhar no estudo.</p>
<p>Organizações locais também fazem parte do projeto. “A gente quer entender como o Complexo do Alemão vai reagir às transformações climáticas e como a intensidade solar está atingindo o território, sabendo que é um território que não é tão arborizado, <em>né</em>? Nas últimas pesquisas, a gente viu que o Complexo de Alemão recebe muita intensidade solar”, diz a diretora executiva do Voz das Comunidades, Gabriela Santos.</p>
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<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/TdKe5sb8D6g2gAKZX8IIxSiC7sQ=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/trbr7430.jpg?itok=E1mE-bzV" alt="Rio de Janeiro (RJ), 22/02/2023 - Gabriela Santos, diretora executiva do Voz das Comunidades, na sede do organizaçao, no Complexo do Alemão, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" width="463" height="309" /><p class="wp-caption-text">Gabriela Santos, da ONG Voz das Comunidades &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
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<p>No mês passado, Gabriela Santos e Tainá de Paula reuniram-se para traçar estratégias para a implementação do observatório. Segundo Gabriela, o grupo ainda está sendo formado e os parâmetros para a pesquisa estão sendo definidos.</p>
<p>Segundo a secretaria, a ideia é que, ainda neste ano, observatórios semelhantes comecem a funcionar também nas demais ilhas de calor do Rio, que são Complexo da Maré, Pavuna, Irajá, todos na zona norte do Rio, e Campo Grande, na zona oeste da cidade. Os estudos realizados deverão ser apresentados aos países que compõem o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-01/primeira-reuniao-preparatoria-do-g20-comeca-na-proxima-semana" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">G20</a>, cuja reunião da cúpula será em novembro na cidade do Rio.</p>
<h2>Calor excessivo</h2>
<p>O observatório faz parte de uma série de ações desencadeadas no município principalmente após a morte de Ana Clara Benevides, de 23 anos, em novembro de 2023, no <em>show </em>da cantora Taylor Swift. Foi a primeira morte registrada no município por calor. O Rio de Janeiro enfrentava naquela semana dias com sensações térmicas próximas de 50 graus Celsius.</p>
<p>“Nos últimos anos, perdemos pessoas. Tivemos óbitos que estavam relacionados ao calor, e não registramos desta maneira. O caso da jovem em novembro foi o primeiro notificado, mas, em outros anos, com o El Niño [fenômeno meteorológico que eleva as temperaturas], tivemos altas temperaturas, até sensações térmicas maiores, e não registramos”, diz Tainá de Paula.</p>
<p>De acordo com a secretaria, a coleta de dados vai permitir que se monitore, por exemplo, a frequência e a duração das ondas de calor e o impacto que causam nos territórios e na população. Além disso, será possível estabelecer protocolos de como preparar a população para se proteger e lidar melhor com o calor intenso.<br /><br />“Como a gente faz, como se adapta melhor a cidade para essas ondas de calor, porque as ondas de calor vão continuar acontecendo”, enfatiza Tainá. “Será que não é o caso de nós suspendermos as atividades quando a temperatura atinge um número superior a determinados graus? São essas respostas que precisamos dar, e isso é possível quando se tem dados suficientes, informação suficiente para preparar a população para tal situação.”</p>
<h2>Impacto</h2>
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<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/yOpX0tHRqNl2a97RmGNs9K5xF_4=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/trbr7255_0.jpg?itok=yQGDaCvJ" alt="Rio de Janeiro (RJ), 22/02/2023 - Centro comercial de Nova Brasilia, favela do Complexo do Alemão, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" width="463" height="309" /><p class="wp-caption-text">É preciso saber lidar com forte calor, diz professora &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
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<p>Para Renata Libonati, professora do Departamento de Meteorologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a iniciativa é importante e representa o primeiro passo para o enfrentamento do calor, que deve ser tratado como um desastre climático e, portanto, mobilizar ações do Estado e implementação de políticas públicas, sobretudo para as populações mais vulneráveis. “O calor é tratado como se estivéssemos acostumados a ele por sermos um país tropical. Na verdade, a gente acaba negligenciando esse evento como um desastre e, então, não são tomadas medidas efetivas de prevenção e auxílio à população”, diz.</p>
<p>Segundo a professora, não basta ter uma boa previsão do tempo que antecipe as ondas de calor: são necessárias orientações para a população. “O que fazer nessa onda de calor? Quem procurar? Os serviços médicos estão adaptados para receber? Os profissionais de saúde estão treinados para atuar durante esse evento de desastre? Onde a população deve procurar ajuda? O que a população deve fazer? Que tipo de ações devemos tomar em relação, por exemplo, às relações de trabalho? Em alguns países, por exemplo, durante eventos muito extremos de ondas de calor, as pessoas são aconselhadas a trabalhar de casa.”</p>
<p>Renata Libonati explica ainda que, devido às desigualdades sociais, o calor atinge às pessoas de forma também desigual. “O calor não é democrático, na verdade, ele afeta essa população que é mais vulnerável no sentido de que não só não têm acesso a meios de se refrescar durante esses episódios, mas também têm menos instrução do que fazer, de onde ir, e têm menos assistência médica, assistência de saúde básica, não só durante os eventos de calor extremos, mas durante toda a sua vida, no dia a dia”, diz a professora.</p>
<p>Os territórios também impactam nos efeitos do calor, que são mais críticos em territórios de favela, por exemplo. “Comunidades em que as casas são muito aglomeradas e a circulação do ar não permite também uma refrigeração natural, digamos assim. Isso faz com que essas pessoas tenham uma vulnerabilidade maior ao calor e isso faz com que a gente precise ter um olhar diferenciado para essa parcela da população”, ressalta.</p>
<p>Segundo o Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), da União Europeia, neste ano, o mundo teve o mês de janeiro mais quente já registrado, dando continuidade a uma onda de calor alimentada pelas mudanças climáticas. O mês de janeiro de 2024 superou janeiro de 2020, até então o mais quente nos registros do C3S desde 1950.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Sobe para 18 número de mortos em operação no Complexo do Alemão</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/sobe-para-18-numero-de-mortos-em-operacao-no-complexo-do-alemao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 02:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[18 número de mortos]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo do Alemão]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Subiu para 18 o número de mortos na operação das forças de segurança realizada nesta quinta-feira (21) no Complexo do Alemão. Segundo a polícia, entre os mortos estão 16 suspeitos de ligações com o crime, além do cabo da Polícia Militar Bruno de Paula Costa e de Letícia Marinho Salles, 50 anos, atingida dentro do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4053144419" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Subiu para 18 o número de mortos na operação das forças de segurança realizada nesta quinta-feira (21) no Complexo do Alemão. Segundo a polícia, entre os mortos estão 16 suspeitos de ligações com o crime, além do cabo da Polícia Militar Bruno de Paula Costa e de Letícia Marinho Salles, 50 anos, atingida dentro do carro, em circunstâncias a serem esclarecidas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4592" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/mg_4515_01_2.jpg" alt="" width="754" height="503" /></p>
<h5>Representantes das Polícias Civil e Militar falam em coletiva de imprensa sobre a operação com vítimas no Complexo do Alemão &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></h5>
<p>Letícia viajava na companhia do namorado e de um primo dele, quando o veículo teria sido alvejado por um policial. Segundo eles, no momento do disparo, o veículo estava parado em um sinal de trânsito após terem saído da comunidade.</p>
<p>Durante coletiva no início da noite, para fazer uma balanço da operação, o coronel Rogério Lobasso, subsecretário de Gestão Operacional da Polícia Militar, disse que o caso está sendo investigado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4594" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/mg_4564_01_2.jpg" alt="" width="754" height="503" /></p>
<h5>Subsecretário operacional da polícia militar, coronel Rogério Lobasso. &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></h5>
<p>“O fato está sendo apurado pela Delegacia de Homicídios (DH). A dinâmica de como ocorreu vai ser esclarecida com a investigação. A Polícia Militar está colaborando plenamente com as informações necessárias para que a gente possa entender o que aconteceu com a senhora Letícia. Lamentamos profundamente a morte dela”, disse Lobasso.</p>
<p>Também presente na coletiva, o subsecretário da Polícia Civil, delegado Ronaldo Oliveira, enfatizou que a DH investigará com profundidade o que ocorreu no momento em que o carro foi atingido.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4595" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/mg_4619_01_2.jpg" alt="" width="754" height="503" /></p>
<h5>Subsecretário operacional da polícia civil, delegado Ronaldo Oliveira &#8211; <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></h5>
<p>“Eu determinei ao diretor da DH, delegado Henrique Damasceno, que cuidasse desse caso de uma maneira bem eficaz e isto está sendo feito. Eu tenho plena confiança nos delegados, tenho certeza que eles vão instaurar um inquérito, apurar dentro de todas as possibilidades necessárias. A Polícia Militar está auxiliando nas investigações. Isso vai ser publicamente explicado. Podem ter certeza que a Polícia Civil e a Polícia Militar vão fazer o possível para apurar tudo o que aconteceu nessa fatalidade”, disse Oliveira.</p>
<h2>Presídio federal</h2>
<p>Na operação, foram presos cinco suspeitos, incluindo um proveniente do estado do Pará, ligado à mesma facção criminosa que controla o Complexo do Alemão. O governador Cláudio Castro informou nas redes sociais que pediu ao ministro da Justiça, Anderson Torres, a remoção dos criminosos presos na operação para unidades federais.</p>
<p>“Acabo de ligar para o ministro da Justiça, Anderson Torres. Estamos levantando informações sobre os criminosos que atacaram nossos policiais no Complexo do Alemão. Enviaremos os resultados da investigação ao ministério, para que esses criminosos sejam conduzidos para presídios federais”, escreveu Castro.</p>
<p>Os nomes dos suspeitos mortos ainda não foram divulgados pela polícia, pois continuavam, até o início da noite, em processo de identificação.</p>
<p> Foto: <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>
<p>Fonte: <strong>Agência Brasil</strong></p>
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