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	<title>Comércio Exterior - Portal NDC</title>
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	<title>Comércio Exterior - Portal NDC</title>
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		<title>Brasil é 2º fornecedor de aço e ferro aos EUA; fatia nunca foi tão grande</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 14:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aço]]></category>
		<category><![CDATA[Alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumento do imposto anunciado por Donald Trump ocorrerá no melhor momento da história para a indústria siderúrgica brasileira no mercado americano O Brasil nunca teve uma participação de mercado tão grande no disputado mercado de aço e ferro nos Estados Unidos. Em 2024, americanos compraram US$ 4,677 bilhões (cerca de R$ 27 bilhões) em produtos brasileiros do conjunto de “Aço e Ferro”. Com o valor, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1506809819" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Aumento do imposto anunciado por Donald Trump ocorrerá no melhor momento da história para a indústria siderúrgica brasileira no mercado americano</p>
<p>O <strong>Brasil</strong> nunca teve uma participação de mercado <strong>tão grande</strong> no disputado mercado de <strong>aço</strong> e <strong>ferro</strong> nos Estados Unidos. Em 2024, americanos compraram <strong>US$ 4,677 bilhões</strong> (cerca de R$ 27 bilhões) em produtos brasileiros do conjunto de “Aço e Ferro”. Com o valor, o Brasil foi o <strong>segundo maior</strong> fornecedor aos EUA.</p>
<p>Dados da Administração de Comércio Internacional do governo americano mostram que o aumento do imposto anunciado por Donald Trump <strong>ocorrerá</strong> no <strong>melhor momento</strong> da história para a indústria siderúrgica brasileira nos EUA.</p>
<p>Em <strong>2024</strong>, o Brasil foi o vendedor de <strong>14,9%</strong> de todo o grupo que inclui aço e ferro como matéria-prima. Nunca o Brasil teve uma participação tão grande naquele mercado.</p>
<p>No chamado “código 72” do sistema harmonizado de mercadorias estão os produtos semimanufaturados de ferro ou aço, além do ferro fundido bruto. Esses itens respondem por boa parte das exportações siderúrgicas aos EUA.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-50200" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-tela-2025-02-10-101657.webp" alt="" width="611" height="500" /></p>
<p>O Brasil ficou <strong>atrás</strong> apenas do <strong>Canadá</strong>, que respondeu por<strong> 24,2%</strong> daquele mercado. Depois do Brasil, estão <strong>México</strong> (10,1%), <strong>Coreia do Sul</strong> (5,9%) e <strong>Alemanha</strong> (4,6%).</p>
<p>O Brasil é relevante para os EUA como fornecedor de aço e ferro – com cerca de <strong>um quinto</strong> do mercado, mas os americanos são ainda mais importantes para os brasileiros.</p>
<p>Dados do Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, mostram que os EUA foram <strong>destino</strong> de <strong>47,9%</strong> das <strong>exportações</strong> do grupo de aço e ferro em 2024. Nenhum outro cliente é <strong>tão essencial</strong> para as siderúrgicas brasileiras como os americanos.</p>
<p>O segundo maior <strong>comprador</strong> do Brasil é a <strong>China</strong>, mas a fatia é bem menor: <strong>10,7%</strong> dos embarques de aço e ferro.</p>
<h2><strong>Mercado de mais de US$ 100 bilhões</strong></h2>
<p>As medidas anunciadas por Trump em pleno fim de semana afetam importações anuais que <strong>superam</strong> os <strong>US$ 100 bilhões</strong>.</p>
<p>Em <strong>2024</strong>, foram <strong>US$ 31,3 bilhões</strong> em importações de aço e ferro – segmento em que o Brasil é mais afetado, com <strong>US$ 4,677 bilhões</strong>.</p>
<p>Também foram registrados US$ 49,7 bilhões na compra de partes de aço e ferro. Nesse segmento, a participação do Brasil é mais tímida: 0,6% do total importado pelos EUA com US$ 306 milhões no ano passado.</p>
<p>As tarifas afetam ainda outros US$ 27,4 bilhões em partes de alumínio. Nesse segmento, o Brasil também tem posição mais modesta, com 1% das importações dos EUA ou US$ 272 milhões em 2024.</p>
<p><em>Veja mais: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/fernando-nakagawa/economia/macroeconomia/brasil-e-2o-fornecedor-de-aco-e-ferro-aos-eua-fatia-nunca-foi-tao-grande/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">CNN</a></em></p>
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		<title>Acordo UE/Mercosul deve aumentar comércio do Brasil em R$ 94 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 10:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil O governo federal estima que o acordo de livre comércio anunciado nesta sexta-feira (6) entre o Mercosul e a União Europeia (UE) deve aumentar o fluxo de comércio entre o Brasil e o bloco europeu em R$ 94,2 bilhões, o que representa um impacto de 5,1% no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1455911012" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil</p>
<p>O governo federal estima que o acordo de livre comércio anunciado nesta sexta-feira (6) entre o Mercosul e a União Europeia (UE) deve aumentar o fluxo de comércio entre o Brasil e o bloco europeu em R$ 94,2 bilhões, o que representa um impacto de 5,1% no comércio atual. O governo ainda estima um impacto de R$ 37 bilhões sobre o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), ou seja, cerca de 0,34% da economia brasileira.  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1622743&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1622743&amp;o=node" /></p>
<p>Como a redução das tarifas de importação é gradual, o impacto estimado pela equipe econômica é para o ano de 2044. Com a redução das tarifas, o governo estima que haverá um aumento de R$ 42,1 bilhões das importações da UE e um crescimento de R$ 52,1 bilhões das exportações brasileiras para o bloco.</p>
<p>A União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China. Em 2023, a corrente comercial entre Brasil e o bloco europeu representou 16% do comércio exterior brasileiro.</p>
<p>O professor Giorgio Romano Schutte, membro do Observatório da Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil (Opeb), avaliou que o acordo está melhor que o negociado em 2019, entre outros motivos, pelo fato de o Brasil ter colocado salvaguardas para o setor automotivo, para impedir que as importações de carros europeus prejudiquem a indústria no Brasil. </p>
<p>“Mas isso vai depender do governo de plantão, se ele vai usar ou não o poder de salvaguarda”, disse. </p>
<p>Professor de relações internacionais da Universidade Federal do ABC paulista (UFABC), ele ponderou que os impactos econômicos do acordo demoram a ser sentidos e são limitados. Ele lembrou que apenas a China tem uma corrente comercial com o Brasil superior aos 27 países da União Europeia somado com o dos Estados Unidos.</p>
<p>“O impacto não é assim tão rápido. A geração de empregos deve demorar a dar resultados. Mas com esse acordo você aumenta o comércio. Além disso, com o acordo, aumenta o poder de negociação com a China e os Estados Unidos. Tem um elemento político também nesse acordo, para além do econômico. Agora, algumas poucas empresas brasileiras e do Mercosul vão conseguir aproveitar para fazer negócios na União Europeia, com certeza”, analisou Giorgio Romano.</p>
<p>O governo brasileiro estima ainda um aumento de R$ 13 bilhões em investimentos no Brasil, o que representa um crescimento de 0,76%. Espera-se ainda uma redução de 0,56% nos preços ao consumidor e aumento de 0,42% nos salários reais. Tudo apenas para 2044, disse Giorgio Romano.</p>
<h2>Cotas </h2>
<p>A redução das tarifas que o Mercosul cobra da UE pode ser imediata ou ao longo de prazos, que variam entre 4 anos a 15 anos. Para o setor automotivo, os períodos de redução tarifária são mais longos, variando de 18 anos a 30 anos para veículos eletrificados, movidos a hidrogênio e com novas tecnologias.</p>
<p>Do lado da UE, a redução tarifária também pode ser imediata ou por períodos que vão de 4 anos a 12 anos, a depender do produto. </p>
<p>Estão previstas ainda cotas para produtos agrícolas e agroindustriais do Brasil. Ou seja, acima de determinada quantidade, alguns produtos começam a pagar a tarifa cheia para entrar no bloco. Entram nessa categoria produtos como carne suína, etanol, açúcar, arroz, mel, milho e sorgo, queijos, entre outros.</p>
<p>Para o professor Giorgio Romano Schutte, essa é a principal assimetria do acordo. “No caso dos produtos industriais da União Europeia, eles entram sem cotas, sem restrições ao volume. E no caso dos produtos agrícolas do Mercosul, tem cotas”, lembrou.</p>
<p><strong>O Brasil exportou US$ 46,3 bilhões para a União Europeia em 2023:</strong></p>
<p>Alimentos para animais &#8211; 11,6%</p>
<p>Minérios metálicos e sucata &#8211; 9,8%</p>
<p>Café, chá, cacau, especiarias &#8211; 7,8%</p>
<p>Sementes e frutos oleaginosos &#8211; 6,4%</p>
<p>Ferro e aço &#8211; 4,6%</p>
<p>Vegetais e frutas &#8211; 4,5%</p>
<p>Celulose e resíduos de papel &#8211; 3,4%</p>
<p>Carne e preparações de carne &#8211; 2,5%</p>
<p>Tabaco e suas manufaturas &#8211; 2,2%</p>
<p><strong>O Brasil importou US$ 45,4 bilhões da União Europeia em 2023:</strong></p>
<p>Produtos farmacêuticos e medicinais &#8211; 14,7%</p>
<p>Máquinas em geral e equipamentos industriais &#8211; 9,9%</p>
<p>Veículos rodoviários &#8211; 8,2%</p>
<p>Petróleo, produtos petrolíferos &#8211; 6,8%</p>
<p>Máquinas e equip. de geração de energia &#8211; 6,1%</p>
<p>Produtos químicos orgânicos &#8211; 5,5%</p>
<p>Máquinas e aparelhos especializados para determinadas indústrias &#8211; 5,3%</p>
<p>Máquinas e aparelhos elétricos &#8211; 4,7%</p>
<p>Materiais e produtos químicos &#8211; 3,6%</p>
<p>Ferro e aço &#8211; 3,4%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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