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		<title>Promotor de justiça é denunciado por associar advogada a uma &#8216;cadela&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 17:34:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abracrim-AM]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal do Júri]]></category>
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					<description><![CDATA[O promotor de Justiça Walber Nascimento, que associou a advogada criminalista Catharina Estrella a uma “cadela” durante audiência no plenário da 3ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus, na quarta-feira (13), foi denunciado Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Amazonas (OAB-AM) repudiou o caso. Em coletiva de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2723824541" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O promotor de Justiça Walber Nascimento, que associou a advogada criminalista Catharina Estrella a uma “cadela” durante audiência no plenário da 3ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus, na quarta-feira (13), foi denunciado Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Amazonas (OAB-AM) repudiou o caso.</p>
<p>Em coletiva de imprensa realizada horas após o ocorrido, o presidente da entidade, Jean Cleuter, disse que a situação ofende a advogada não somente como profissional, mas também como mulher. “Nós, da Ordem dos Advogados do Brasil não vamos deixar qualquer violação de prerrogativas passar sem o seu devido combate. A questão colocada é muito maior que a violação de prerrogativa, pois trata, também, da questão de gênero e da mulher advogada”, afirmou Jean Cleuter.</p>
<p>O presidente da Associação Brasileira de Advogados Criminalistas no Amazonas (Abracrim-AM), Vilson Benayon, disse que acionou o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). “A Abracrim, tanto estadual como nacional, acaba de representar no Conselho Nacional do Ministério Público para que esse mal sirva de exemplo para futuras agressões à advocacia criminal”, disse.</p>
<p>Nas redes sociais, o representante institucional do Conselho Federal da OAB no CNMP, Marco Aurélio Choy, disse que vai acompanhar o caso na instituição. “Esse comportamento é incompatível, ao meu sentir, com o dever de urbanidade esperado de um membro do Ministério Público”, escreveu o advogado.</p>
<h3>Entenda o caso</h3>
<p>Em um vídeo que circula nas redes sociais, o promotor diz que “não ofenderia uma cadela” ao comparar Catharina Estrella ao animal. “Eu disse que os cachorros eram fiéis, eram leais. Levando em consideração a lealdade, eu não poderia fazer essa comparação dela com uma cadela, porque senão eu estaria ofendendo a cadela”, diz Nascimento.</p>
<p>A Associação Amazonense do Ministério Público (AAMP), entidade representativa de classe, manifestou apoio ao promotor e disse que a declaração de Walber foi distorcida pela advogada e que a acusação é “injusta”.</p>
<p><strong>Leia nota da AAMP na íntegra</strong></p>
<p>“A Associação Amazonense do Ministério Público – AAMP, entidade representativa de classe, que congrega Promotores e Procuradores de Justiça, por meio de sua Diretoria, vem a público apresentar seu total e irrestrito apoio ao associado e promotor de justiça, Dr. Walber Luís Silva do Nascimento, ao tempo em que destaca a importância de sua atuação firme, urbana e técnica no plenário do Tribunal do Júri, especialmente na defesa dos direitos das vítimas de crimes em razão de gênero, e o desagrava pelas distorções produzidas pela defesa dos réus durante o julgamento, pois, em momento algum, houve, por parte do representante ministerial, a prática das condutas injustamente imputadas a ele”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Revista Cenarium Amazônia</p>
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		<title>Hacker Walter Delgatti é condenado a 20 anos de prisão</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/hacker-walter-delgatti-e-condenado-a-20-anos-de-prisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 10:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20 anos de prisão]]></category>
		<category><![CDATA[CNMP]]></category>
		<category><![CDATA[hacker Walter Delgatti]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Spoofing]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Federal condenou na segunda-feira (21), o hacker Walter Delgatti a 20 anos de prisão no processo da Operação Spoofing, deflagrada pela Polícia Federal em 2019. A sentença foi proferida pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal em Brasília. Cabe recurso contra a decisão. Delgatti foi preso em 2019 por suspeita de invadir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1544896889" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Justiça Federal condenou na segunda-feira (21), o hacker Walter Delgatti a 20 anos de prisão no processo da Operação Spoofing, deflagrada pela Polícia Federal em 2019. A sentença foi proferida pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal em Brasília. Cabe recurso contra a decisão.</p>
<p>Delgatti foi preso em 2019 por suspeita de invadir contas de autoridades no Telegram, entre elas, de integrantes da força-tarefa da Lava Jato, como o ex-procurador Deltan Dallagnol.</p>
<h3>Sentença</h3>
<p>Além de Delgatti, mais seis acusados também foram condenados pelas invasões de celulares. Além dos ex-procuradores da Lava Jato, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, o ex-ministro da Economia Paulo Guedes e conselheiros do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) também tiveram mensagens acessadas ilegalmente.</p>
<p>Na decisão, o juiz disse que Delgatti tinha a intenção de vender as conversas hackeadas da Lava Jato por R$ 200 mil à imprensa e rebateu declarações do hacker, que, durante as investigações, declarou que violou as conversas para &#8220;combater injustiças&#8221; que teriam sido cometidas durante a operação.</p>
<p>&#8220;Só após perceber a resistência de jornalistas a pagarem para ter acesso a este material é que houve um esfriamento inicial no ânimo de Walter de obter numerário pela troca do material&#8221;, escreveu o juiz.</p>
<p>Além da participação no hackeamento de autoridades, a sentença diz que Walter Delgatti obtinha dados bancários de diversas vítimas e comercializava as informações obtidas em chats especializados em crimes.</p>
<p>&#8220;Para melhor compreensão das técnicas de fraudes empreendidas por Walter, houve a degravação de um diálogo em que Walter se apresenta como responsável pela área técnica e segurança de uma instituição financeira e orienta um cliente de entidade bancária a realizar uma atualização em seu computador de forma a instaurar um programa malicioso&#8221;, concluiu o juiz.</p>
<h3>Prisão</h3>
<p>No início deste mês, Delgatti foi preso pela Polícia Federal (PF) em função de outra investigação, a invasão aos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>Os policiais investigam se o ato foi promovido por Delgatti a mando da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). De acordo com as investigações, o hacker teria emitido falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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