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	<title>CNJ - Portal NDC</title>
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	<title>CNJ - Portal NDC</title>
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		<title>Justiça italiana decide manter Zambelli presa após audiência de custódia em Roma</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/justica-italiana-decide-manter-zambelli-presa-apos-audiencia-de-custodia-em-roma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 14:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Advocacia-Geral da União]]></category>
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		<category><![CDATA[Carla Zambelli]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo brasileiro afirma que está adotando todas as medidas necessárias para garantir a extradição da parlamentar, que busca asilo político na Itália A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) permanecerá detida na Itália pelo menos até a próxima audiência judicial, prevista para meados de agosto. A decisão foi tomada após sua...]]></description>
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<p>Governo brasileiro afirma que está adotando todas as medidas necessárias para garantir a extradição da parlamentar, que busca asilo político na Itália<br /><br />A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) permanecerá detida na Itália pelo menos até a próxima audiência judicial, prevista para meados de agosto. A decisão foi tomada após sua participação na audiência de custódia realizada nesta sexta-feira (1º), em Roma. A defesa da parlamentar deve apresentar novos recursos ao longo da próxima semana. Zambelli está presa no Instituto Penitenciário de Rebibbia, nos arredores da capital italiana. A parlamentar foi capturada na última terça-feira (29), em um apartamento onde vivia desde junho.<br /><br />Zambelli é considerada foragida da Justiça brasileira após ter sido condenada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a dez anos de prisão pelos crimes de falsidade ideológica e invasão de dispositivo informático, no caso envolvendo o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A fuga da deputada reacendeu o debate sobre mecanismos de cooperação internacional em matéria penal. Antes de chegar à Itália, onde possui cidadania, ela passou pelos Estados Unidos. Seu nome foi incluído na lista vermelha da Interpol.<br /><br />O governo brasileiro, por meio da AGU (Advocacia-Geral da União), já comunicou ao STF que está adotando todas as medidas necessárias junto ao governo italiano para garantir a extradição da parlamentar. A ordem partiu do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo. Se o pedido de extradição for protocolado com base nos tratados bilaterais e acompanhado da documentação adequada, o processo poderá tramitar com rapidez. Caso contrário, Zambelli poderá solicitar asilo político no país europeu, o que dificultaria sua devolução ao Brasil.<br /><br />Além da condenação criminal, Zambelli teve decretada a perda do mandato parlamentar. Figura próxima ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante o governo, passou a ser isolada politicamente após as eleições de 2022. Em outro processo, ela também responde por ter perseguido, armada, um jornalista nas ruas de São Paulo, em outubro daquele ano.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>PF e CNJ fazem buscas no gabinete de juiz e desembargador do AM suspeitos de fraude envolvendo quase R$ 150 milhões da Eletrobras</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pf-e-cnj-fazem-buscas-no-gabinete-de-juiz-e-desembargador-do-am-suspeitos-de-fraude-envolvendo-quase-r-150-milhoes-da-eletrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 18:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[suspeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação ocorre na manhã desta segunda-feira (24), dias após o afastamento cautelar do desembargador Elci Simões e do juiz Jean Pimentel, determinado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A Polícia Federal (PF) cumpriram, na manhã desta segunda-feira (24), mandados de busca e apreensão nos gabinetes do desembargador Elci Simões, localizado...]]></description>
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<p>Operação ocorre na manhã desta segunda-feira (24), dias após o afastamento cautelar do desembargador Elci Simões e do juiz Jean Pimentel, determinado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).<br /><br />A Polícia Federal (PF) cumpriram, na manhã desta segunda-feira (24), mandados de busca e apreensão nos gabinetes do desembargador Elci Simões, localizado na sede do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), em Manaus, e do juiz Jean Pimentel, em Presidente Figueiredo. Ambos foram afastados do tribunal pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na última sexta-feira (21), por supostas irregularidades, como autorizar documentos que possibilitaram a retirada de quase R$ 150 milhões da Eletrobras.<br /><br />Na manhã desta segunda-feira (24), por volta das 8h (horário local), agentes à paisana da Polícia Federal e do Conselho Nacional de Justiça chegaram à sede do TJAM, onde permaneceram até o fim da manhã.<br /><br />Uma equipe da PF e do CNJ também compareceu ao gabinete do juiz Jean Pimentel no município do interior do Amazonas para a realização de buscas.<br /><br />Em ambos os gabinetes, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos que passarão perícia em Brasília.<br /><br />A operação é coordenada pela superintendência do Distrito Federal, com apoio de agentes no Amazonas.<br /><br />Desde o afastamento dos magistrados, os gabinetes foram interditados por determinação do CNJ e os magistrados estão proibidos de acessar os locais. Na sexta-feira, uma foto tirada da porta do gabinete de Elci mostrava faixas e um papel impresso informando sobre a interdição.</p>
<div id="chunk-dfiun">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h2>Afastamento de juiz e desembargador</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-fihd3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o CNJ, o afastamento de ambos foi decidido com base em uma denúncia formal contra os magistrados. A Eletrobras (Centrais Elétricas Brasileiras S.A.) alegou que eles podem ter cometido irregularidades, <strong><span class="highlight highlighted">como autorizar documentos que possibilitaram a retirada de quase R$ 150 milhões da empresa.</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-695sk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A autorização do documento em questão é uma execução de título extrajudicial aberta em 2021 por um homem identificado como Bruno Eduardo Thomé de Souza, que afirma ter direito a títulos de créditos emitidos pela Eletrobrás em 1966. A empresa contesta e alega fraude na decisão. O <strong>g1 </strong>tenta localizar a defesa de Bruno.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1knki">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O CNJ ressaltou que a decisão foi tomada devido à rapidez excessiva no processo contra a Eletrobras, que não condizia com o volume de trabalho da Vara Única. Para o ministro Campbell Marques, o juiz agiu sem a devida cautela ao avaliar a validade dos documentos, seu conteúdo e a legitimidade dos beneficiários.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-evssi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="41" data-block-id="19">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;O comportamento dos envolvidos causa sérios danos à imagem do Poder Judiciário do Amazonas, principalmente por sugerir possíveis violações da imparcialidade e igualdade que devem ser garantidas aos julgadores. Por isso, o afastamento cautelar dos magistrados é essencial&#8221;, afirmou o ministro.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-333g1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A Corregedoria Nacional também ordenou o bloqueio dos acessos dos dois magistrados aos sistemas do Tjam. Além disso, os equipamentos de trabalho do desembargador e do juiz da titular da Vara Única da Comarca de Presidente Figueiredo foram lacrados para perícia e coleta de dados, com o objetivo de dar continuidade à investigação da reclamação disciplinar.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3r3mb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com o CNJ, os magistrados têm cinco dias para se manifestarem. A reclamação disciplinar tramita em sigilo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8efvj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Por meio de nota, o juiz Jean Carlos Pimentel dos Santos afirmou ter &#8216;atuado em conformidade com determinações provenientes de instância superior. O magistrado também diz que o valor de R$ 150 milhões, prejuízo alegado pela Eletrobras, já retornou à conta judicial após determinação feita por ele próprio, no dia seguinte a decisão em desfavor da empresa.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7j9fc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Jean também afirma que, atualmente, a Eletrobras &#8216;busca utilizar o CNJ para questionar no âmbito administrativo decisões já transitadas em julgado&#8217;, e reafirmou seu compromisso com a transparência da atuação judicial.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2upe2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O TJAM informou que a assessoria de Elci Simões comunicou que o magistrado não vai se pronunciar sobre o caso.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9e8s0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O g1 tenta contato com a Eletrobras, mas até a atualização mais recente desta reportagem, não houve retorno.</p>
</div>
</div>
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<div class="media-control-position__center"><em>Fonte: G1</em></div>
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</div>
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		<title>CNJ afasta juiz e desembargador do Amazonas em caso da Eletrobras</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cnj-afasta-juiz-e-desembargador-do-amazonas-em-caso-da-eletrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 10:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão é do ministro Mauro Campbell, que afastou juiz da comarca de Presidente Figueiredo (AM), Jean Pimentel, e do desembargador Elci Simões, ambos do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, determinou o afastamento imediato do juiz da comarca de Presidente Figueiredo (AM),...]]></description>
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<p>Decisão é do ministro Mauro Campbell, que afastou juiz da comarca de Presidente Figueiredo (AM), Jean Pimentel, e do desembargador Elci Simões, ambos do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM)<br /><br />O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, determinou o afastamento imediato do juiz da comarca de Presidente Figueiredo (AM), Jean Pimentel, e do desembargador Elci Simões, ambos do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por decisões judiciais que resultaram em um prejuízo temporário de cerca de R$ 150 milhões à Eletrobras. <br /><br />A informação foi publicada pela coluna do Lauro Jardim, do jornal O Globo. O episódio, que ocorreu há dez dias, envolveu o pagamento de valores a um homem que alegava ser credor de títulos emitidos na década de 1970.<br /><br />A empresa contestou a legalidade do pagamento e acionou o Superior Tribunal de Justiça (STJ), que determinou a devolução da quantia. Um dos beneficiários do repasse, Bruno Thomé, nasceu em 1985 e reivindicava títulos emitidos antes de seu nascimento, o que reforçou as suspeitas da Eletrobras sobre uma possível fraude.<br /><br />Diante do caso, Campbell não apenas afastou os magistrados, mas também determinou o lacre de seus gabinetes no TJAM, assim como a apreensão de notebooks, celulares e tablets funcionais. Os equipamentos serão periciados por uma equipe do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com apoio da Polícia Federal.<br /><br />A investigação também se estenderá aos servidores da Vara Única de Presidente Figueiredo, comarca onde Pimentel atuava como juiz titular e de onde partiram as ordens judiciais que possibilitaram o pagamento. Todos os acessos aos sistemas do Judiciário por parte dos magistrados e servidores foram suspensos.<br /><br />Segundo Campbell, as circunstâncias do caso são &#8220;estarrecedoras&#8221;. O corregedor apontou a &#8220;aceleradíssima tramitação&#8221; do processo, no qual os R$ 150 milhões foram liberados sem uma análise detalhada sobre a validade dos títulos e a legitimidade do beneficiário.<br /><br />Há indícios de que a escolha de Presidente Figueiredo como foro para a ação pode ter sido inadequada, pois a sede da Eletrobras e outros envolvidos estão situados em Manaus. Além disso, o juiz Pimentel autorizou o pagamento em menos de uma hora após o pedido dos advogados de Thomé, o que foi classificado como &#8220;temerário&#8221;. Já o desembargador, inicialmente, suspendeu o pagamento, mas depois reverteu sua decisão, facilitando a liberação dos valores.<br /><br />Campbell destacou que Pimentel, mesmo antes da decisão do STJ, chegou a revogar sua própria determinação de pagamento, o que, para o corregedor, evidencia o caráter &#8220;teratológico&#8221; da decisão inicial, que deveria ter sido tomada com mais cautela.<br /><br /><br /><em>Fonte: A Crítica</em></p>
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		<item>
		<title>Corregedor Nacional de Justiça anuncia reforço para acelerar julgamento de processos envolvendo danos da Braskem</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/corregedor-nacional-de-justica-anuncia-reforco-para-acelerar-julgamento-de-processos-envolvendo-danos-da-braskem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 01:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[3ª Vara Federal]]></category>
		<category><![CDATA[acordos]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
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		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[O corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, informou, nesta quinta-feira (18), que um juiz e mais servidores serão enviados para a vara federal responsável pela análise de pedidos de indenização envolvendo os danos causados pela mineradora Braskem, em Maceió. A meta é agilizar o julgamento de processos. Salomão...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, informou, nesta quinta-feira (18), que um juiz e mais servidores serão enviados para a vara federal responsável pela análise de pedidos de indenização envolvendo os danos causados pela mineradora Braskem, em Maceió. A meta é agilizar o julgamento de processos.</p>
<p>Salomão e outros integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estão na capital alagoana para inspecionar os processos que tratam dos prejuízos causados pela extração de sal-gema em diversos bairros de Maceió.</p>
<p>De acordo com o ministro, a 3ª Vara Federal, em Maceió, passará a contar com dois juízes e mais servidores. A seção é responsável pelas ações que pedem indenização pelas rachaduras e erosões nas casas de moradores e em terras públicas.</p>
<p>&#8220;Em 18 mil casos foram feitos acordos, já foram pagas as indenizações. Há outras questões que surgiram. Tem a questão dos pescadores, tem de um outro bairro mais afastado. Tudo isso está sendo objeto de observação. Tem a investigação criminal também, além das indenizações cíveis que tramitam na Justiça comum&#8221;, afirmou.</p>
<h3>Acordo de R$ 1,7 bi</h3>
<p>Acordos de indenização assinados pela prefeitura de Maceió e a mineradora Braskem são contestados no Supremo Tribunal Federal (STF). Eles somam cerca de R$ 1,7 bilhão.</p>
<p>O governo estadual alega que o acordo impede a integral reparação dos afetados pela mineração de sal-gema no estado. Além disso, o governo questiona trechos que autorizam a empresa a se tornar proprietária de terrenos e a continuar explorando a região devastada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">33941</post-id>	</item>
		<item>
		<title>CCNJ investigará juíza por conduta inadequada durante audiência trabalhista em SC</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ccnj-investigara-juiza-por-conduta-inadequada-durante-audiencia-trabalhista-em-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 20:44:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[agressão verbal]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[SC]]></category>
		<category><![CDATA[TRT12]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou nesta quarta-feira (29) que irá apurar a conduta da juíza Kismara Brustolin, da Vara do Trabalho de Xanxerê (SC), por sua conduta durante audiência em que gritou com uma testemunha. A abertura de uma reclamação disciplinar contra a magistrada foi determinada pelo corregedor-nacional,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou nesta quarta-feira (29) que irá apurar a conduta da juíza Kismara Brustolin, da Vara do Trabalho de Xanxerê (SC), por sua conduta durante audiência em que gritou com uma testemunha.</p>
<p>A abertura de uma reclamação disciplinar contra a magistrada foi determinada pelo corregedor-nacional, ministro Luis Felipe Salomão. A juíza deverá ser intimada a apresentar defesa prévia no prazo de 15 dias.</p>
<p>“A postura da juíza durante a audiência pode ter violado deveres funcionais da magistratura, dentre os quais o dever de urbanidade para com os advogados, partes e testemunha”, diz a decisão de Salomão, segundo nota do CNJ.</p>
<p>Ontem (28), a Corregedoria Regional do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT12) também informou ter instaurado procedimento de investigação para apurar o caso, bem como a suspensão das audiências da juíza.</p>
<p>A seccional de Santa Catarina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu providências para que a conduta da magistrada &#8220;não volte a se repetir”.</p>
<h3>Entenda</h3>
<p>Durante uma audiência virtual no dia (14) de novembro deste ano, aos gritos, a juíza exigiu ser chamada de &#8220;Excelência&#8221; por um homem que foi ouvido como testemunha de um processo trabalhista. A magistrada ainda chamou o homem de &#8220;bocudo&#8221;. O caso veio à tona após o vídeo da audiência ter sido publicado nas redes sociais.</p>
<p>No vídeo da audiência que circula nas redes sociais, Kismara Brustolin se exalta ao chamar a atenção da testemunha e exigir ser tratada como &#8220;Excelência&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu chamei sua atenção. O senhor tem que responder assim: O que a senhora deseja, Excelência?&#8221;, afirmou.</p>
<p>Em seguida, a testemunha repete, por duas vezes, que não entendeu a colocação da juíza.</p>
<p>Diante da situação, a magistrada gritou; &#8220;Responda, por favor&#8221;. Ela ainda esbravejou: &#8220;Repete!&#8221;</p>
<p>A testemunha chegou a questionar se seria obrigado a seguir a determinação da juíza e foi informado que o depoimento seria desconsiderado do processo.</p>
<p>&#8220;O senhor não é obrigado, mas se o senhor não fizer isso, o seu depoimento termina por aqui e será totalmente desconsiderado&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">32591</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Um dos chefes da maior milícia do Rio, que subornava policiais é solto por engano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/um-dos-chefes-da-maior-milicia-do-rio-que-subornava-policiais-e-solto-por-engano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 01:05:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[BNMP]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[erro no banco de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[liberação de Peterson Luiz de Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[milícia]]></category>
		<category><![CDATA[MPRJ]]></category>
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		<category><![CDATA[soltura por engano]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; Um inquérito policial foi instaurado, nesta terça-feira (31), para apurar a liberação de Peterson Luiz de Almeida, o Pet ou Flamengo, um dos chefes da maior milícia do estado, comandada por Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho. Ele saiu pela porta da frente do Presídio José Frederico...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>Um inquérito policial foi instaurado, nesta terça-feira (31), para apurar a liberação de Peterson Luiz de Almeida, o Pet ou Flamengo, um dos chefes da maior milícia do estado, comandada por Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho. Ele saiu pela porta da frente do Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte, no domingo (29). A Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) alega que a soltura teria ocorrido por engano, devido a um erro da Justiça, após a pasta não ter sido comunicada da conversão da prisão temporária do preso para preventiva.</p>
<p>A Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Sistema Prisional, do Ministério Público do Rio, até o momento, apontou falha no funcionamento do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP) administrado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Além disso, reconheceu restrições de acesso ao banco por parte de órgãos de segurança pública do Rio, e a inexistência de um protocolo institucional que estabeleça procedimentos e fluxos de comunicação entre os órgãos do Poder Judiciário e a Seap.</p>
<p>Na ausência de protocolos de comunicação, diz o MP, a investigação observa a adoção de práticas informais que geram inconsistências, insegurança jurídica e até mesmo espaço para práticas ilícitas por serem apuradas, ora promovendo a soltura indevida, ora acarretando retenção injustificada de pessoas privadas de liberdade.</p>
<h3>Relembre a prisão</h3>
<p>Peterson foi preso em agosto deste ano, numa ação conjunta do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), e da Polícia Federal.</p>
<p>Ele foi denunciado pelos crimes de milícia privada e comércio ilegal de arma de fogo. As penas máximas podem atingir 20 anos de prisão.</p>
<p>A participação de Peterson na milícia foi revelada a partir da continuidade das investigações sobre o grupo criminoso integrado por ele — as provas foram coletadas na Operação Dinastia, deflagrada pela PF e o Gaeco em agosto de 2022. De acordo com a denúncia do MP, além de negociar armas, o criminoso planejava execuções de criminosos rivais, em prol de Zinho. Peterson teria, ainda, ligações com o também miliciano Rodrigo dos Santos, o Latrell, e com o miliciano Matheus Rezende, o Faustão, morto em 23 de outubro deste ano. Peterson atua, principalmente, nos bairros de Sepetiba e Nova Sepetiba, na Zona Oeste do Rio.</p>
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<p>Fonte: Extra</p>
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		<title>Eduardo Costa foi condenado a pagar R$ 70 mil de indenização à apresentadora Fernanda Lima</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 04:01:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[cantor sertanejo]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
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					<description><![CDATA[O cantor sertanejo Eduardo Costa, foi condenado pela 24ª Vara Cível da Capital do Tribunal de Justiça do Rio a pagar indenização no valor de R$ 70 mil à apresentadora Fernanda Lima por danos morais. Na sentença, o juiz Eric Scapim Cunha Brandão, fazendo uso do Protocolo de Gênero estabelecido...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cantor sertanejo Eduardo Costa, foi condenado pela 24ª Vara Cível da Capital do Tribunal de Justiça do Rio a pagar indenização no valor de R$ 70 mil à apresentadora Fernanda Lima por danos morais.</p>
<p>Na sentença, o juiz Eric Scapim Cunha Brandão, fazendo uso do Protocolo de Gênero estabelecido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ressaltou que as ofensas ampliaram a probabilidade de incitar discursos violentos dirigidos contra a apresentadora.</p>
<p>“O réu, ainda, sem ter postura cordial, chamou a autora de “imbecil”, sendo certo que ambas as partes são pessoas públicas e notórias e, fatalmente, qualquer comentário depreciativo em página de rede social com destaque acarretaria largas consequências com milhares de compartilhamentos e comentários em seguida. Não obstante tal apontamento por si só possa não constituir violação à honra, o contexto no qual foi a expressão inserida denota a possibilidade de incitar discurso de violência em desfavor da parte autora, notadamente associando a postagem com contextos políticos que nada tinham de relação com o discurso da parte autora”, pontuou o juiz.</p>
<p>“Como cediço, o direito de expressar sua opinião não dispensa a prudência, ou admite a má-fé, a leviandade ou a irresponsabilidade, tampouco é justificada ofensa à honra por questões pessoais em rede sociais, notadamente quando a parte autora tenta desconstruir a violência de gênero que recai sobre as mulheres das mais diversas formas na sociedade atual.”</p>
<p>Ao determinar o montante da compensação por prejuízos morais, o magistrado levou em conta a proeminência das partes envolvidas e o alcance potencial das ofensas nas redes sociais.</p>
<p>“Destarte, tendo o réu incorrido em inequívoco abuso de direito, a meu ver, caracterizado está o ato ilícito passível de indenização. (…) Ademais, a autora é pessoa pública, que tinha um programa em horário nobre, numa das redes de TV de maior alcance nacional, sendo que o réu tem mais de 10 milhões de seguidores na rede social instagram e, à época, mais de 6 milhões conforme documento de fls. 22/23, o que demonstra a maior possibilidade de extensão dos danos à parte autora. (…) Considerados tais elementos, aliados ao arbitramento de quantia equânime e suficiente de tal maneira que desestimule novas condutas por parte do demandado, a compensação por danos morais deve ser fixada em R$ 70.000,00.</p>
<p>A CNN entrou em contato com a assessoria de imprensa do sertanejo, que informou que o cantor não comenta decisões judiciais.</p>
<h3>Relembre o ocorrido</h3>
<p>Em 2018, Fernanda apresentava o programa “Amor &amp; Sexo”, na TV Globo. Após a exibição de uma das edições da atração, o cantor usou suas redes sociais para publicar uma série de ofensas contra a apresentadora, chamando-a, de acordo com ação movida pela artista, de “imbecil”, acusando a apresentadora de liderar um programa “esquerdista, destinado a bandidos e maconheiros”. Além disso, ele incitou os seus seguidores para sabotá-la.</p>
<p>Durante a edição do programa, Fernanda proferiu um discurso acerca da batalha das mulheres em busca da erradicação dos estereótipos. O propósito desse discurso era incitar a reflexão sobre o papel da mulher na sociedade e a respeito da estrutura opressiva que perpetua preconceitos de gênero, raça e orientação sexual, afetando tanto mulheres quanto homens.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<title>STF determina prazo para elaboração de Plano Nacional de Enfrentamento do Problema Carcerário no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 23:57:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[ADPF]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[garantia de qualidade de tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Plano para amenizar os maus tratos nos presídios]]></category>
		<category><![CDATA[PSOL]]></category>
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					<description><![CDATA[O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (4), por unanimidade, reafirmar o estado de coisas inconstitucional nas prisões do Brasil, dando um prazo de seis meses para que a União elabore um Plano Nacional de Enfrentamento do Problema Carcerário. O prazo começa a contar a partir da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (4), por unanimidade, reafirmar o estado de coisas inconstitucional nas prisões do Brasil, dando um prazo de seis meses para que a União elabore um Plano Nacional de Enfrentamento do Problema Carcerário.</p>
<p>O prazo começa a contar a partir da publicação do resultado do julgamento, o que deve ocorrer após a redação do acórdão (decisão colegiada). Pela decisão, os estados e o Distrito Federal também terão seis meses para elaborar seus próprios planos, porém tal prazo só começa a contar após a homologação, pelo Supremo, do plano nacional.</p>
<p>Tais planos deverão ter cronograma de execução de até três anos, contados a partir da homologação dos documentos pelo Supremo.</p>
<p>Nesta quarta-feira, os ministros julgaram o mérito final de diversos pedidos feitos pelo PSOL, partido que ingressou, em 2015, com uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) alegando o estado de coisas inconstitucional no sistema carcerário.</p>
<p>Na peça inicial, a legenda descreve diversos casos de violações de direitos humanos e torturas, incluindo decapitações e até canibalismo ocorridos em presídios de Rondônia, do Rio Grande do Norte e de Pernambuco nos últimos anos, por exemplo.</p>
<p>A sigla comparou a situação das prisões brasileiras a verdadeiro “inferno dantesco”, em que há violação de direitos como acesso à água potável e à alimentação adequada, bem como violências físicas e psicológicas de todos os tipos.</p>
<p>Ainda em 2015, o Supremo reconheceu pela primeira vez o estado de coisas inconstitucional. Na ocasião, ao analisar liminares (decisões provisórias) pedidas pelo PSOL, os ministros haviam imposto medidas como a realização de audiências de custódia em 24 horas após prisões em flagrante e a liberação de recurso contingenciados do Fundo Penitenciário Nacional (Fupen).</p>
<p>Nesta quarta, os ministros mantiveram tais medidas e acrescentaram outras, como a obrigatoriedade de elaboração e execução dos planos de enfrentamento ao estado de coisas inconstitucional no sistema carcerário.</p>
<blockquote><p>Proveniente da corte constitucional da Colômbia, o estado de coisas inconstitucional é uma doutrina que foi incorporada ao direito internacional, sendo agora aplicada pelo Supremo no Brasil. Ela prevê a ocorrência de violações de direitos humanos fundamentais que sejam sistemáticas, contínuas e que atingem um grande número de pessoas.</p></blockquote>
<h3>Votos</h3>
<p>O julgamento do mérito do caso, visando a uma resposta definitiva, iniciou-se ainda em 2021, quando o relator, ministro Marco Aurélio Mello, aposentado desde então, foi o primeiro a votar pela elaboração dos planos nacional, estaduais e distrital de enfrentamento ao problema.</p>
<p>A análise foi então interrompida por um pedido de vista (mais tempo de análise) de Luís Roberto Barroso. Agora, em sua primeira sessão plenária como presidente do Supremo, o ministro decidiu pautar o tema, devolvendo a vista e destravando a ação.</p>
<p>Em linhas gerais, Barroso seguiu o entendimento do relator, mas propondo prazos e critérios próprios para elaboração do plano. Além disso, ele votou pela inclusão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que cuida da administração e correição do sistema judiciário, como parte obrigatória na elaboração do plano de enfrentamento ao problema carcerário.</p>
<p>Votaram seguindo Marco Aurélio e Barroso os ministros Cristiano Zanin, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luiz Fux, Dias Toffoli e Cármen Lúcia. Nesta quarta, o último a votar foi o decano, ministro Gilmar Mendes, que acompanhou os demais.</p>
<blockquote><p>Mendes citou a “falência e o colapso completo do sistema carcerário brasileiro”, diante de “relatos frequentes de ambiente insalubre, de higiene e alimentação inadequadas, quando não estragada, e todas as espécies de violências físicas, psicológicas e sexuais que ocorrem nos presídios brasileiros”.</p></blockquote>
<p>Pela decisão final, ficou estabelecido que os planos deverão abordar o problema das prisões por três eixos principais: a redução da superlotação; a melhoria no controle da entrada e saída de presos; a melhora na qualidade das vagas já existentes.</p>
<p>O Supremo também determinou que o CNJ participe da elaboração dos planos e que também conduza estudo para a ampliação das varas de execução penal no país. Elas são responsáveis por monitorar o cumprimento de pena pelos presos.</p>
<p>Ao proclamar o resultado do julgamento, Barroso disse que a decisão do Supremo visa <em>“melhorar minimamente as condições degradantes do sistema prisional brasileiro, em respeito às pessoas que estão lá, privadas de liberdade mas não de dignidade, e no interesse da sociedade, a partir da premissa de que o sistema penitenciário deficiente realimenta a criminalidade”.</em></p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Corregedor Nacional de Justiça investiga Moro, Hardt e Gebran por repasse milionário à Petrobras</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/corregedor-nacional-de-justica-investiga-moro-hardt-e-gebran-por-repasse-milionario-a-petrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 23:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[desembargador João Pedro Gebran Neto]]></category>
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		<category><![CDATA[juíza federal Gabriela Hardt]]></category>
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		<category><![CDATA[repasse de R$ 2]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Moro]]></category>
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					<description><![CDATA[O corregedor Nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, determinou a instauração de uma reclamação disciplinar contra o ex-juiz e senador Sergio Moro (União-PR) e a juíza federal Gabriela Hardt, ex-titulares da Operação Lava Jato, para apurar o repasse de R$ 2,1 bilhões à Petrobras, atendendo a interesses da força-tarefa....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O corregedor Nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, determinou a instauração de uma reclamação disciplinar contra o ex-juiz e senador Sergio Moro (União-PR) e a juíza federal Gabriela Hardt, ex-titulares da Operação Lava Jato, para apurar o repasse de R$ 2,1 bilhões à Petrobras, atendendo a interesses da força-tarefa.</p>
<p>A CNN apurou que, além de Moro e Hardt, Salomão também determinou que seja investigado o desembargador João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª Região.</p>
<h3>Relatório preliminar</h3>
<p>A decisão de Salomão está baseada em um relatório preliminar da correição realizada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) na 13ª Vara Federal de Curitiba e na 8ª Turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).</p>
<p>Na quinta-feira (21), o ministro esteve na Vara responsável pela Lava Jato para encerrar o processo e coletar elementos que pudessem subsidiar a abertura dos procedimentos contra juízes e desembargadores da força-tarefa.</p>
<p>A investigação contra Moro tem potencial de torná-lo ficha suja e inelegível. Além do procedimento disciplinar no âmbito do CNJ, também deve haver uma investigação conduzida pela Polícia Federal.</p>
<p>Nas redes sociais, Moro falou sobre a investigação. “No fantástico mundo da Corregedoria do CNJ, recuperar dinheiro roubado dos bandidos e devolver à vítima (Petrobras) é crime. Só mesmo no Governo Lula”, escreveu o senador.</p>
<h3>Movimentação de bilhões</h3>
<p>De acordo com Salomão, Moro e Hardt podem ter promovido, entre 2015 e 2019, o repasse de R$ 2,1 bilhões à Petrobras sem critérios objetivos. O montante teria sido transferido antes mesmo do trânsito em julgado de parte das ações penais, em um processo instaurado de ofício que não incluiu a participação de réus e investigados.</p>
<p>Na decisão, Salomão cita um trecho da correição.</p>
<p>“Em período compreendido entre o ano de 2015 e o ano de 2019, na cidade de Curitiba, Paraná, o então juiz federal Sergio Fernando Moro e a juíza federal substituta Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal de Curitiba, em atendimento aos interesses do então procurador da república Deltan Dallagnol, de procuradores da república da denominada força-tarefa da Lava Jato e de representantes da Petrobras, violaram reiteradamente os deveres de transparência, de prudência, de imparcialidade e de diligência do cargo ao promoveram o repasse de R$ 2.132.709.160,96” à estatal, “atribuindo a essa companhia a posição de vítima, conscientes de que a Petrobras estava sob investigação por autoridades americanas desde novembro de 2014, por conduta ilícita da empresa nos Estados Unidos da América.”</p>
<p>De acordo com o ministro, “o alegado combate à corrupção não pode servir de biombo para se praticar, no processo e na atividade judicante, as mesmas condutas que se busca reprimir”.</p>
<p>Ainda segundo Salomão, durante a Lava Jato, “foi adotado pelo então juiz federal Sergio Fernando Moro, juntamente com integrantes da força-tarefa que se formou para executar aquela operação, critério de destinação dos valores decorrentes dos acordos de colaboração e de leniência absolutamente distante do critério legal de decretação de perda”.</p>
<p><strong>“Dispensa do processo legal”</strong></p>
<p>O corregedor-nacional de Justiça diz que o “ímpeto de efetivar a execução imediata” dos acordos firmados pela Lava Jato foi consolidada “uma verdadeira dispensa do devido processo legal”.</p>
<p>Salomão afirma que, embora Moro não seja mais um juiz, a jurisprudência do CNJ impede que magistrados deixem a carreira para se livrar de eventuais punições administrativa e disciplinar. Segundo a decisão do ministro, o senador respondia a cerca de 20 procedimentos administrativos quando deixou a magistratura.</p>
<p>“Os atos censuráveis sugerem, ademais, efetiva preparação ao ingresso na vida política, mediante a prática de condutas infracionais como meio de autopromoção, em confronto evidente aos deveres da magistratura e à imagem do Poder Judiciário”, afirma Salomão.</p>
<p>A CNN pediu uma manifestação à Justiça Federal do Paraná, onde atua a juíza Gabriela Hardt, sobre a decisão da Corregedoria do CNJ em investigar os repasses da Operação Lava Jato à Petrobras no valor de R$ 1,2 bilhões, entre 2015 e 2019. “A JFPR não irá se manifestar sobre este assunto”, disse o órgão.</p>
<p>A reportagem não teve retorno de Gebran até o momento.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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