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	<title>clima - Portal NDC</title>
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	<title>clima - Portal NDC</title>
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		<title>Clima e aumento do consumo devem manter preço do café em alta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/clima-e-aumento-do-consumo-devem-manter-preco-do-cafe-em-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 14:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abic]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
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					<description><![CDATA[Safra deste ano pode ajudar a estabilizar os valores, estima Abic O preço do café deve continuar subindo nas próximas semanas, pelo menos até a safra deste ano, que começa a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirmação é da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). A principal causa do aumento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3524690544" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Safra deste ano pode ajudar a estabilizar os valores, estima Abic</p>
<p>O preço do café deve continuar subindo nas próximas semanas, pelo menos até a safra deste ano, que começa a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirmação é da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). A principal causa do aumento nos preços são os eventos climáticos, que influenciam na safra do grão. O aumento do consumo em todo o mundo e a chegada de um novo mercado consumidor global, a China, também influenciam. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1629283&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1629283&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo a entidade, esse impacto sobre os preços deve se manter por mais dois ou três meses. Depois, deve vir um momento de arrefecimento no valor do produto, com uma certa estabilização. A queda de preços, no entanto, só deverá acontecer a partir da safra do próximo ano, estima a associação.</p>
<p>O aumento no preço do café vem sendo observado desde novembro do ano passado. E não é um fenômeno apenas no Brasil, que é o principal exportador mundial de café no mundo, representando quase 40% da produção mundial, seguido pelo Vietnã (em torno de 17%) e pela Colômbia.</p>
<h2>Safra</h2>
<p>Em 2020, a safra brasileira bateu recordes, mas os anos seguintes foram ruins para a lavoura, influenciado pelo clima. Em 2021, houve uma geada que dizimou quase 20% da safra de arábica. Em 2022, ela não conseguiu se recuperar – no geral, a safra demora dois anos para que isso ocorra, explicou a Abic. </p>
<p>Já em 2023, a lavoura sofreu os efeitos do El Niño [fenômeno que afeta o clima em todo o planeta], com um período longo de estiagem e altas temperaturas. E, no ano passado, o fenômeno que atuou foi o La Niña, que trouxe chuvas alongadas. </p>
<p>“Isso é muito ruim para a lavoura”, explicou  o presidente da Abic, Pavel Cardoso, acrescentando que a safra que será colhida neste ano será ligeiramente menor que a do ano passado.</p>
<blockquote>
<p>“Esse acúmulo de quatro anos de problemas climáticos e o crescimento da demanda global dão a explicação dessa escalada de preços no café”, ressaltou.</p>
</blockquote>
<p>Com todos esses problemas climáticos afetando a lavoura, os produtores precisaram aumentar os gastos para a produção. Com isso, o custo da matéria-prima subiu. A indústria, informou a Abic, teve aumentos superiores a 200% e teve que repassar parte disso, em torno de 38%, ao consumidor.</p>
<p>Todos esses fatores conjugados acabaram contribuindo para a alta dos preços da commodity nas bolsas internacionais, o que também traz reflexos para o bolso do consumidor. Na Bolsa de Nova York, os principais contratos de café arábica atingiram os valores mais altos da história. Hoje, por exemplo, a cotação voltou a subir e batia recorde, chegando US$ 3,97 a libra-peso. </p>
<p>“Em relação a esse recorde, que está quase chegando a US$ 4 a libra-peso, muito se atribuiu a uma potencialização dessa oferta curta. É uma entrada forte de fundos que gera um número histórico, mas que é potencialmente importante para a reflexão de todo o setor. Esse momento é ganho para todos? É uma situação que cabe a todos nós refletir”, disse Cardoso. “Essa escalada em algum momento vai parar, mas não se sabe quando. Essa é a pergunta que todos nós fazemos”.</p>
<h2>Estimativas</h2>
<p>A Abic espera que a safra deste ano, que começa a ser colhida em abril, ajude a estabilizar os preços. O setor também tem uma grande expectativa para a safra do ano que vem, que pode bater o recorde de 2020, ajudando a ampliar a oferta e diminuir os preços do produto. Enquanto isso não ocorre, o consumidor ainda deve sofrer com o aumento no café já que a indústria ainda tem repasses a fazer pelo seu alto custo.</p>
<p>“Em relação à matéria-prima, devemos ter ainda alguma volatilidade adicional até a chegada da safra, que deve tensionar por conta de uma oferta muito curta. A partir da chegada dessa safra, entendemos que haverá alguma estabilidade. E quando tivermos finalizado a colheita, portanto, com um olhar para 2026, esperamos ter uma grande safra, possivelmente superior a 2020, quando tivemos safra recorde”, informou Cardoso, </p>
<p>“Com relação ao consumidor, teremos algum aumento adicional, afinal, tivemos aumentos superiores a 180% para a indústria, que absorveu esse aumento e repassou parte disso para os mercados, chegando a 37% para os consumidores. Então, parte desse aumento será transferido para os varejistas e, consequentemente, aos consumidores”, explicou.</p>
<h2>Dados do setor</h2>
<p>O consumo da bebida no Brasil entre novembro de 2023 e outubro de 2024 cresceu 1,11% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Abic nesta quarta-feira (5). </p>
<p>O Brasil, que é o maior produtor e exportador do produto, é também o segundo maior consumidor mundial de café, tendo consumido 21,916 milhões de sacas em 2024, o que significou 4,1 milhões de sacas a menos do que é consumido pelo país que está na liderança desse ranking, os Estados Unidos. Os dados do setor também informaram que o brasileiro consome, em média, 1.430 xícaras/ano de café.</p>
<p>O faturamento da indústria de café torrado no mercado interno somou R$ 36,82 bilhões no ano passado, uma variação de 60,85% quando comparado a 2023. A alteração ocorre devido ao aumento do preço do café na gôndola. No mercado externo, o faturamento foi de R$ 134 milhões.</p>
<p>Os cafés especiais sofreram um aumento de 9,80%, quando comparado o período de janeiro de 2024 com dezembro de 2024. Já a categoria de cafés Gourmets registrou um aumento de 16,17%; os cafés Superiores, de 34,38%; e os cafés Tradicionais e Extrafortes, tiveram aumento de 39,36%. Os cafés em cápsula também registraram um aumento nos preços (2,07%).</p>
<p>Nos últimos quatro anos, a matéria-prima aumentou 224%, e o café no varejo aumentou 110%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torra</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Pânico e correria no Shopping Grande Circular em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/panico-e-correria-no-shopping-grande-circular-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 12:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Confusão]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Shopping Grande Circular]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus (AM) &#8211; Um episódio de tensão tomou conta do Shopping Grande Circular, na zona Leste de Manaus, na noite desta quarta-feira (18). A confusão gerou pânico e correria entre os clientes que estavam no local. Segundo informações iniciais de testemunhas, suspeitos armados teriam invadido o centro comercial, levando consumidores a buscar refúgio em lojas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3300985057" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p><strong>Manaus (AM) &#8211;</strong> Um episódio de tensão tomou conta do Shopping Grande Circular, na zona Leste de Manaus, na noite desta quarta-feira (18). A confusão gerou pânico e correria entre os clientes que estavam no local. Segundo informações iniciais de testemunhas, suspeitos armados teriam invadido o centro comercial, levando consumidores a buscar refúgio em lojas e corredores.</p>
<p>Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pessoas se escondendo em áreas como as dependências da loja C&amp;A, visivelmente assustadas. O clima de medo rapidamente se espalhou pelo shopping, causando tumulto e correria nos corredores.</p>
<div style="width: 480px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-48043-1" width="480" height="864" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Video-2024-12-18-at-19.37.48.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Video-2024-12-18-at-19.37.48.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Video-2024-12-18-at-19.37.48.mp4</a></video></div>
<p>Em nota oficial, a administração do Shopping Grande Circular esclareceu os fatos. Segundo o comunicado, o incidente foi provocado por um homem que entrou correndo no local ao tentar escapar de um conflito que estava acontecendo fora do shopping. &#8220;A situação foi controlada e não houve invasão ou risco direto aos clientes dentro do estabelecimento&#8221;, informou a nota.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-48049" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-18-at-20.15.34-768x1365-1.webp" alt="" width="281" height="500" /></p>
<h3>Repercussão e segurança</h3>
<p>Mesmo com o esclarecimento, a confusão acendeu um alerta sobre a segurança nos centros comerciais de Manaus, que têm registrado um aumento de episódios envolvendo violência nos últimos meses.</p>
<p>A Polícia Militar foi acionada e realizou rondas nas imediações para assegurar a segurança de quem estava no local. Não há informações sobre feridos ou detenções relacionadas ao incidente até o momento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<title>Haddad diz que, com efeitos do clima, inflação “preocupa um pouquinho”</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-diz-que-com-efeitos-do-clima-inflacao-preocupa-um-pouquinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 14:20:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro Fernando Haddad disse acompanhar a evolução da questão climática, porque há efeitos sobre o preço dos alimentos e da energia O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (11/9) que acompanha a evolução da questão climática, porque há efeitos sobre o preço dos alimentos e da energia. Haddad foi questionado por jornalistas sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2267043087" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro Fernando Haddad disse acompanhar a evolução da questão climática, porque há efeitos sobre o preço dos alimentos e da energia<br /><br />O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (11/9) que acompanha a evolução da questão climática, porque há efeitos sobre o preço dos alimentos e da energia.<br /><br />Haddad foi questionado por jornalistas sobre a deflação registrada em agosto e o fato de o mercado estar precificando alta de juros, no início de um ciclo de subida da taxa Selic, ao que respondeu:<br /><br />“Vamos aguardar a semana que vem. A inflação preocupa um pouquinho, sobretudo em virtude do clima. Nós estamos acompanhando a evolução dessa questão climática, porque o efeito do clima sobre o preço de alimento e, eventualmente, o preço de energia faz a gente se preocupar um pouco com isso”.<br /><br />Como deflação pode influenciar decisão do Copom sobre a taxa de juros?<br /><br />Em seguida, ele ponderou que essa inflação advinda do fenômeno climático “não se resolve com juro”. “Juro é outra coisa. Mas enfim, o Banco Central está com um quadro técnico bastante consistente para tomar a melhor decisão e nós vamos aguardar o Copom da semana que vem”, salientou.</p>
<p>Ele ainda frisou que a atividade econômica “continua vindo forte e citou o dado do dia relativo ao setor de serviços, que cresceu 1,2% em julho, em relação ao mês anterior, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Em agosto, a mudança de bandeira tarifária da energia foi o fator preponderante para explicar o resultado do recuo do grupo habitação. Já neste mês de setembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (<a href="https://www.gov.br/aneel/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Aneel</a>) decidiu que será fixada a bandeira vermelha patamar 1, que resulta em acréscimo de R$ 4,463 a cada 100 quilowatt-hora consumidos. Com isso, o preço deve voltar a subir.</p>
<h4>Próxima reunião do Copom</h4>
<p>Na próxima semana, entre os dias 17 e 18 de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do <a href="https://www.bcb.gov.br/" rel="noopener noreferrer nofollow" target="_blank">Banco Central (BC)</a> se reúne para definir o novo patamar da Selic.</p>
<p>A Selic está fixada em 10,50% ao ano e há expectativa dos investidores de uma elevação de 0,25 ponto percentual na próxima reunião. Uma parte minoritária aposta num aumento superior, de 0,50 ponto percentual. Há ainda uma fração menor dos investidores que crê na manutenção dos juros no atual patamar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
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