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	<title>cidade perdida da Amazônia - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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		<title>Ratanabá, a cidade perdida da Amazônia que esconde ‘a capital do mundo’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2022 02:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cidade perdida da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Ratanabá]]></category>
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					<description><![CDATA[A história de Ratanabá, na Amazônia brasileira, é sobre a existência de uma cidade futurista &#8211; escondida &#8211; que guarda a suposta &#8220;capital do mundo&#8221;, relacionada às origens da humanidade. De acordo com a teoria, existe uma rota de túneis subterrâneos que se estenderiam por toda a América do Sul e se ligariam à cidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2473718824" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A história de Ratanabá, na Amazônia brasileira, é sobre a existência de uma cidade futurista &#8211; escondida &#8211; que guarda a suposta &#8220;capital do mundo&#8221;, relacionada às origens da humanidade.<br /><br />De acordo com a teoria, existe uma rota de túneis subterrâneos que se estenderiam por toda a América do Sul e se ligariam à cidade futurista, supostamente a mais desenvolvida e rica como jamais visto.<br /><br />Essa &#8220;Capital do Mundo&#8221; teria existido há 450 milhões de anos e hoje estaria enterrada no Estado do Mato Grosso, na Amazônia brasileira. A teoria especifica que uma das entradas destes túneis estaria escondida dentro do Forte Príncipe da Beira, localizado no município de Costa Marques, em Rondônia.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2294" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/hatanaba.jpg" alt="" width="1080" height="506" /></p>
<p>Estrutura geométrica encontrada na floresta onde se localizaria Ratanabá. Foto: Reprodução/Google Earth</p>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>A cidade de Ratanabá seria um Império, fundado pela civilização Muril, supostamente a primeira civilização da Terra que a habitou cerca de 600 milhões de anos atrás. Esses povos seriam responsáveis por construírem o caminho de Peabiru que ligaria a cidade perdida. Ela estaria escondida atualmente entre três pirâmides na região entre o Amazonas, Pará e Mato Grosso.</p>
<p>Os túneis que interligam pontos da América do Sul, supostamente não estariam apenas ligando partes da região, mas sim do mundo inteiro, onde grandes líderes realizam encontros para discutir sobre o destino da riqueza que a Amazônia estaria também supostamente escondendo. </p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Outras cidades perdidas da Amazônia</h4>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Não é de hoje que as histórias de supostas cidades perdidas na Amazônia se espalham. Com diferentes nomes, as teorias retratam cidades escondidas entre as árvores em localidades inabitáveis da Amazônia e guardariam civilizações futuristas e de incontáveis riquezas. Um exemplo é o famoso &#8216;Eldorado&#8217;, como o caso da antiga cidade banhada por ouro, Paititi.</p>
<p>Envolvidas por relatos de documentos antigos, figuras rupestres e supostos envolvimentos com os geoglifos encontrados na Amazônia, algumas pessoas tentaram chegar às famosas cidades perdidas. Um caso conhecido é o do jornalista alemão Karl Brugger e o autodenominado &#8220;herdeiro da cidade de Akakor&#8221;, Tatunca Nara.</p>
<p>Nara partiu junto com Brugger em busca da cidade que acreditava ser herdeiro e de seus habitantes, os Unha Mongulala. O jornalista chegou a publicar um livro chamado &#8216;A Crônica de Akakor&#8217;, em que contava o relato de Tatunca Nara de como seria a cidade. Determinado a encontrar Akakor, Brugger se aposentou em 1984 e foi morto a tiros no Rio de Janeiro. O culpado do crime nunca foi encontrado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2295" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/b2ap3_medium_el-dorado-saiba-tudo-sobre-o-mito-da-cidade-de-ouro-960x633-1.jpg" alt="" width="640" height="422" /></p>
<p>Foto: Divulgação</p>
<p>Outro caso de desaparecimento foi em 1912, quando um famoso explorador britânico montou uma teoria que apontava uma cidade perdida, chamada de &#8216;Z&#8217;. O coronel Percy Harrison Fawcett, alimentou a sua teoria após as descobertas na região de Machu Picchu. A teoria de Fawcett apontava uma cidade pré-colombiana na região do Mato Grosso, no Brasil.</p>
<p>O britânico realizou duas expedições entre 1920 e 1925, mas não encontrou a cidade. Em 1925, o trio seguiu até Cuiabá (MT) e lá se juntaram a guias que haviam contratados. Subiram o Alto Xingu a cavalo até o Posto Bacairi, que era um posto avançado que Fawcett dizia ser &#8220;o último vestígio de civilização&#8221; que encontrariam antes de prosseguir. </p>
<p>Em maio chegaram a um local que Fawcett chamou de &#8220;Acampamento do Cavalo Morto&#8221; e foi quando demitiu os guias, pois ele pensava que, a partir dali, o caminho para a cidade perdida deveria se manter em segredo. Então, eles entraram na mata em direção às terras dos índios Kuikuros e Kalapalos e, desde lá, desapareceram.</p>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Forte Príncipe da Beira: a passagem para Ratanabá</h4>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Localizado próximo ao Real Forte Príncipe da Beira, no município de Costa Marques, em <a class="" href="https://portalamazonia.com/amazonia-az/rondonia-estado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Rondônia</a>, estão muros arqueológicos construídos em pedras que se misturam com a vegetação e possuem um portal de 1,2 metros de altura.</p>
<p>Muitas pessoas afirmam serem partes de uma civilização que existiu há muitos anos naquela região. O <strong data-redactor-tag="strong" data-verified="redactor">Portal Amazônia </strong>conversou com o escritor, mestre em história e pesquisador Lourismar Barroso, que produziu um estudo a respeito do Forte Príncipe da Beira, e explica a respeito da origem desses paredões.</p>
<p>Curiosamente, imagens do labirinto e do possível &#8220;túnel&#8221; no interior do Forte aparecem entre um dos registros feitos por pesquisadores que, mais uma vez supostamente, &#8220;descobriram&#8221; a cidade perdida de Ratanabá</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2296" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/b2ap3_medium_bfbasdjfbsk.jpg" alt="" width="640" height="326" /></p>
<p>Suposta entrada no Forte Príncipe da Beira. Foto: Reprodução / Youtube</p>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>O Portal Amazônia entrou em contato novamente com o pesquisador Lourismar Barroso para saber mais sobre essa entrada para essa cidade perdida, porém o historiador nega a existência dessa passagem.</p>
<p>Lembrando que a teoria da cidade de Ratanabá conta que os Fortes encontrados na Amazônia são interligados pelos túneis subterrâneos e possuem essas passagens que ligam o mundo inteiro.</p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>A civilização pré-hispânica encontrada na Amazônia</h4>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Um <a href="https://www.nature.com/articles/s41586-022-04780-4" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo publicado pela revista científica Nature</a> no dia 25 de maio de 2022 descreve mapas na região de Llanos de Mojos, na Bolívia, que revelam complexas estruturas tridimensionais como pirâmides e outros monumentos construídos sem o uso de pedras.</p>
<p>O estudo realizado por pesquisadores liderados pelo arqueólogo alemão Heiko Prümers identificou construções feitas pelo povo Casarabe, que habitou a Bolívia entre os anos 500 d.C a 1400 d.C (depois de Cristo) na região de Llanos de Mojos, no sudoeste amazônico. </p>
<p>O denso sistema de assentamento de quatro camadas se concentrava dentro dos 4.500 km² da área de cultura Casarabe.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2297" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/b2ap3_medium_Captura-de-tela-2022-05-27-09442_20220527-134758_1.png" alt="" width="640" height="340" /></p>
<p>Foto: Nature/ Lidar</p>
<p>Foram documentados em detalhes dois grandes locais de assentamentos e 24 locais menores. Dentre os maiores, destacam-se o Cotoca (147 ha) e o Landívar (315 ha). A região foi detectada através do sistema LiDAR (<em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">Light Detection And Ranging</em>), uma tecnologia à laser capaz de mapear o relevo da região, mesmo em áreas cobertas por floresta.</p>
<p>O sistema também é mencionado na teoria de Ratanabá. Entretanto, a descoberta foi feita na região da Bolívia, distante de onde estaria supostamente hoje a cidade perdida, no Mato Grosso.</p>
<p>Fonte: Portal Amazônia  </p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
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