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	<title>chuvas - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>chuvas - Portal NDC</title>
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		<title>Inverno Amazônico: cidades do Norte enfrentam chuvas intensas enquanto o resto do país vive o verão; entenda o fenômeno</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inverno-amazonico-cidades-do-norte-enfrentam-chuvas-intensas-enquanto-o-resto-do-pais-vive-o-verao-entenda-o-fenomeno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2025 18:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas intensas]]></category>
		<category><![CDATA[inverno amazônico]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[Fenômeno intensifica as chuvas na região, contribuindo para a cheia dos rios, que em 2024 enfrentaram secas extremas, e agrava o aumento de doenças respiratórias. Enquanto o Brasil se aquece com o verão, o Norte vive o &#8216;inverno amazônico&#8217;, uma temporada de chuvas intensas que altera o clima da região e causa impactos no cotidiano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3082709649" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Fenômeno intensifica as chuvas na região, contribuindo para a cheia dos rios, que em 2024 enfrentaram secas extremas, e agrava o aumento de doenças respiratórias.</p>
<div id="chunk-dt6pp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Enquanto o Brasil se aquece com o verão, o Norte vive o &#8216;inverno amazônico&#8217;, uma temporada de chuvas intensas que altera o clima da região e causa impactos no cotidiano e no meio ambiente das cidades locais.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-dk3bg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">⛈️☔ O fenômeno intensifica as chuvas na região, contribuindo para a cheia dos rios, que em 2024 enfrentaram secas extremas na Amazônia.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a2699">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">😷🤧 Além disso, a elevação da umidade do ar causa um aumento nas doenças respiratórias, como observado na última quinta-feira (2), quando 5.261 pessoas procuraram unidades de saúde em Manaus em um único dia devido ao aumento de casos de síndromes gripais leves, associadas ao período de chuvas intensas, segundo a Secretaria de Saúde do Amazonas.</p>
<div id="chunk-daual">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A meteorologista Andrea Ramos explica que o fenômeno, presente em todos os estados da Região Norte — Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins — é resultado de uma combinação de diversos fatores:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5qdnv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="14">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>🌦️ A ausência de estações bem definidas na Região Norte;</strong></li>
<li><strong>🌦️ A oscilação de uma faixa de nebulosidade sobre a linha do Equador;</strong></li>
<li><strong>🌦️ O transporte de umidade do Atlântico Norte;</strong></li>
<li><strong>🌦️ E, por fim, especificamente neste ano, o fenômeno La Niña.</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-56ucr">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="15">
<div class=" mc-column  content-media__container">
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</figure>
</div>
<div id="chunk-37ujh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Ao contrário do restante do país, onde as estações são mais bem definidas, na Região Norte não é possível perceber essa divisão. Lá, temos o período chuvoso — o inverno amazônico — e o período menos chuvoso, conhecido como verão. <strong><span class="highlight highlighted">O período de chuvas vai de outubro a março</span></strong>&#8220;, explicou.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fbanb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">➡️ Sobre o La Niña — que se refere ao resfriamento da faixa Equatorial Central e Centro-Leste do Oceano Pacífico —, Andrea acredita que, apesar de ser um fenômeno importante, ele terá pouca influência na Região Norte este ano.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2p8mk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="74" data-block-id="20">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Não estamos observando algo muito acentuado. O fenômeno deve atingir seu pico entre janeiro e fevereiro, mas não será algo significativo. As chuvas que ocorrem neste período na Amazônia são originadas dessa faixa de nebulosidade que fica sob a Linha do Equador e avança, em determinados momentos do ano, para a América Central e, durante este período, para a Região Norte do Brasil. Esse avanço é acompanhado também pela umidade vinda do Atlântico&#8221;, explicou.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-bidfm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Isso, no entanto, não significa que a Região Norte não enfrente altas temperaturas durante o período chuvoso.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fv810">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A chuva segue dentro do padrão, mas ocorre em grandes volumes, podendo chover em dois ou três dias o que seria esperado para um mês inteiro. Além disso, temos o calor excessivo e a umidade trazida por esses fenômenos&#8221;, explicou Andrea Ramos.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-85upu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="23">
<div class="content-intertitle">
<h2>☔ Umidade da Amazônia também influencia o volume de chuvas em outras partes do país</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-3gjcq">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/V7MI0-blpH7AkDh_g8fDCwlA7eM=/0x0:3000x2004/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg" sizes="(max-width: 1536px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/Zy970gaAdRPbiy5zLJeHHsdCMsk=/0x0:3000x2004/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/V7MI0-blpH7AkDh_g8fDCwlA7eM=/0x0:3000x2004/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/3hjIybxlKHW6DMhzQuQpwxQvhb8=/0x0:3000x2004/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/Z4OfZtGE0iH0FujgodYjQOnExq4=/0x0:3000x2004/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg 600w" alt="Umidade da Amazônia também influencia no volume de chuvas do restante do país. — Foto: Fábio Tito/g1" width="647" height="432" /><p class="wp-caption-text">Umidade da Amazônia também influencia no volume de chuvas do restante do país. — Foto: Fábio Tito/g1</p></div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-frqrb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span class="highlight highlighted">Mas o inverno amazônico não é o único fator que faz o clima da Região Norte ser diferente do restante do país</span>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dfnb7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">☀️⛱️Isso ocorre porque, enquanto as outras regiões do país vivenciam o inverno entre junho e setembro, <span class="highlight highlighted">os nortistas enfrentam o auge do calor no </span><strong><span class="highlight highlighted">&#8220;verão amazônico&#8221;</span></strong>, com temperaturas que podem ultrapassar os 35ºC e a sensação térmica chegar a 40ºC. 🥵</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-544mk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="70" data-block-id="27">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A umidade presente na Amazônia influencia as chuvas em todo o país, pois transporta essa umidade, que, associada ao calor, favorece as precipitações. Embora as frentes frias afetem as regiões Sul e Sudeste, são os rios atmosféricos que saem da Amazônia e se dirigem para o restante do país que têm um impacto significativo. A Amazônia desempenha um papel crucial no transporte da umidade para outras regiões&#8221;, explicou a meteorologista.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-2qc7u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="12" data-block-id="28">
<div class="content-intertitle">
<h2>🌦️ Região tem previsão de chuva intensa para o fim de semana</h2>
</div>
</div>
</div>
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</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6tcf9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Cumprindo o padrão do inverno amazônico, os estados do Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Tocantins e parte do Amazonas estão em alerta para chuvas intensas neste fim de semana.<strong> Apenas Roraima deve registrar tempo firme, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)</strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9r6qk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A previsão indica que a região pode enfrentar chuvas de 20 a 30 milímetros por hora, com uma média de 50 milímetros por dia. Além disso, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos, alagamentos e descargas elétricas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6hojl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>🌦️ O alerta também abrange os estados do Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e o Distrito Federal</strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5d93a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas, e evitem estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-16p12">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Também é recomendado não utilizar aparelhos eletrônicos ligados à tomada e acionar a Defesa Civil ou o Corpo de Bombeiros caso surjam problemas devido à tempestade.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">48679</post-id>	</item>
		<item>
		<title>São Paulo ainda tem mais 12 mil pessoas sem energia após chuvas intensas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/sao-paulo-ainda-tem-mais-12-mil-pessoas-sem-energia-apos-chuvas-intensas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2024 16:14:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[alagamento]]></category>
		<category><![CDATA[CGE]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Enel]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[CGE emitiu um alerta sobre o aumento do risco de alagamentos e deslizamentos de terra; Corpo de Bombeiros registrou 21 ocorrências relacionadas a quedas de árvores Após as intensas chuvas que atingiram São Paulo, a Enel informou que 12.616 pessoas ainda estão sem fornecimento de energia elétrica na capital. No total, 15.735 clientes enfrentam interrupções, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1679744608" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>CGE emitiu um alerta sobre o aumento do risco de alagamentos e deslizamentos de terra; Corpo de Bombeiros registrou 21 ocorrências relacionadas a quedas de árvores<br /><br />Após as intensas chuvas que atingiram São Paulo, a Enel informou que 12.616 pessoas ainda estão sem fornecimento de energia elétrica na capital. No total, 15.735 clientes enfrentam interrupções, o que representa uma fração de 0,19% das 8,3 milhões de unidades consumidoras atendidas pela empresa. Os efeitos das chuvas foram severos, resultando em alagamentos e enxurradas em várias áreas da cidade, levando a um estado de atenção. O Corpo de Bombeiros registrou 21 ocorrências relacionadas a quedas de árvores. Na região de Santo Amaro, algumas residências foram inundadas, e um motoboy precisou ser resgatado após ser arrastado pela correnteza.<br /><br />A previsão do tempo indica que a instabilidade continuará, com a possibilidade de chuvas mais intensas ao longo da tarde. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) emitiu um alerta sobre o aumento do risco de alagamentos e deslizamentos de terra. A temperatura máxima esperada é de 23°C, com umidade relativa do ar superior a 70%. Durante a primeira semana de novembro, o clima será marcado por ar quente e úmido, com chuvas frequentes. Para a segunda-feira (4), a expectativa é de céu nublado e chuvas moderadas a fortes a partir do início da tarde, com temperaturas variando entre 19°C e 25°C. Na terça-feira (5), o sol deve aparecer entre as nuvens, mas ainda há previsão de chuvas isoladas à tarde, com temperaturas entre 18°C e 26°C.<br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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		<title>Furacão Milton devasta regiões da Flórida com ventos de até 193 km/h, mortes e inundações</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/furacao-milton-devasta-regioes-da-florida-com-ventos-de-ate-193-km-h-mortes-e-inundacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 13:20:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Flórida]]></category>
		<category><![CDATA[furacão]]></category>
		<category><![CDATA[milton]]></category>
		<category><![CDATA[orlando]]></category>
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					<description><![CDATA[Governador norte-americano Ron DeSantis anunciou a abertura de 150 abrigos de emergência, que já acolhem aproximadamente 31 mil pessoas O furacão Milton fez sua entrada na costa da Flórida como uma tempestade de categoria 3, apresentando ventos que alcançaram 193 km/h e provocando inundações de até 2,1 metros. Após uma hora, a tempestade foi reclassificada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1721489329" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Governador norte-americano Ron DeSantis anunciou a abertura de 150 abrigos de emergência, que já acolhem aproximadamente 31 mil pessoas<br /><br />O furacão Milton fez sua entrada na costa da Flórida como uma tempestade de categoria 3, apresentando ventos que alcançaram 193 km/h e provocando inundações de até 2,1 metros. Após uma hora, a tempestade foi reclassificada para categoria 2, com ventos reduzidos para 177 km/h. Por volta da 1h30, ao passar por Tampa, a intensidade caiu para categoria 1, com ventos de 144 km/h.</p>
<p>A principal preocupação das autoridades é a possibilidade de chuvas intensas e inundações, que já afetam diversas cidades. Em Tampa, os serviços de emergência foram suspensos até que as condições se tornem seguras para os socorristas. Aproximadamente 400 mil moradores estão sem energia elétrica na cidade. No condado de Martin, foram relatados feridos e danos significativos a várias residências.<br /><br />Tornados também foram registrados em áreas centrais do estado, como Orlando, e as equipes de busca e resgate estão em operação, embora ainda não haja informações precisas sobre o número de vítimas. Mortes ocorreram no condado de Saint Lucie, a cerca de 225 quilômetros a leste de Sarasota, na costa do Golfo do México. Em entrevista, o xerife do condado, Keith Pearson, afirmou que há “múltiplas fatalidades” no local, sem estimar o número exato.</p>
<p>Todavia, um porta-voz dos bombeiros local disse à NBC News que ao menos duas pessoas morreram e vários feridos foram levados para hospitais Além dos ventos fortes, as autoridades estão preocupadas com as “storm surges”, que podem chegar a alturas entre 2,7 e 3,8 metros.<br /><br />Na Baía de Tampa, a água começou a recuar, levando as autoridades a alertar sobre os perigos de entrar na água. Seis condados receberam ordens de evacuação obrigatórias, e 51 dos 67 condados do estado estão sob estado de emergência. Antes da tempestade, cerca de 300 mil clientes já estavam sem energia. O governador Ron DeSantis anunciou a abertura de 150 abrigos de emergência, que já acolhem aproximadamente 31 mil pessoas.</p>
<p>O presidente Joe Biden descreveu a tempestade como a “pior do século” a atingir a Flórida e pediu que aqueles sob ordem de evacuação deixassem suas casas imediatamente. A mobilização da Guarda Nacional conta com cerca de 8 mil membros, e o governo está disponibilizando combustível para reabastecer os postos.</p>
<p>Vários aeroportos na Flórida suspenderam suas operações, resultando no cancelamento de mais de 2,5 mil voos. Além disso, instituições de saúde ao longo da costa oeste fecharam temporariamente e transferiram pacientes como medida de precaução diante da chegada do furacão.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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		<title>Chuvas com padrões normais só voltam no fim de outubro, prevê meteorologista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/chuvas-com-padroes-normais-so-voltam-no-fim-de-outubro-preve-meteorologista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Oct 2024 01:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[meteorologista]]></category>
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					<description><![CDATA[O meteorologista Francis Wagner estimou, nesta sexta-feira (4), para o fim deste mês ou início de novembro a volta dos padrões normais de chuvas na Amazônia. Até lá, vamos conviver com padrões de até 30% menos chuvas que o normal para o período, com impactos na seca dos nossos rios, todos em processos severos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2169135508" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O meteorologista Francis Wagner estimou, nesta sexta-feira (4), para o fim deste mês ou início de novembro a volta dos padrões normais de chuvas na Amazônia.</p>
<p>Até lá, vamos conviver com padrões de até 30% menos chuvas que o normal para o período, com impactos na seca dos nossos rios, todos em processos severos de vazante.<br /><br />Wagner lembrou que, na quinta-feira, o rio Negro atingiu, por volta de 18h, a cota de 12m68, o que configura a maior estiagem da historia conforme a série histórica iniciada há 120 anos. Ele reforçou que esse recorde ocorre em anos seguidos.<br /><br />“Nos últimos 20 anos tivermos mais eventos extremos, todos com mais intensidade e maior frequência. Antes tínhamos uma seca severa a cada 40 anos, hoje elas estão mais mais frequentes e comparado com a seca recorde do ano passado, neste ano o recorde veio 23 dias antes”, analisou o meteorologista.<br /><br />Francis Wagner explicou que diferente do ano passado, quando a seca recorde foi causada pelo fenômeno El Niño, que aquece as águas do Oceano Pacífico na zona Equatorial e reduz o volume de chuvas na Amazônia, neste ano a causa do problema é o aquecimento dos mares tropicais do Oceano Atlântico.<br /><br />“É o aquecimento do Atlântico Norte que tá impedindo a formação de chuvas e nuvens sobre a bacia amazônica, causando a seca extrema de nossos rios”, explicou o especialista.<br /><br /><br /><br />Fonte: RealTime1</p>
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		<title>Milhares de estudantes gaúchos continuam sem aula: “pior que pandemia”</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/milhares-de-estudantes-gauchos-continuam-sem-aula-pior-que-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2024 15:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aulas]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Escolas devem retomar atividades até a meados de julho, diz secretaria Milhares de crianças e adolescentes continuam fora das escolas no Rio Grande do Sul desde que fortes chuvas devastaram o estado em maio. Na rede estadual de educação, 27 escolas permanecem fechadas e mais de 8,4 mil estudantes estão sem aulas. E, segundo dados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3701122193" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Escolas devem retomar atividades até a meados de julho, diz secretaria<br /><br />Milhares de crianças e adolescentes continuam fora das escolas no Rio Grande do Sul desde que fortes chuvas devastaram o estado em maio. Na rede estadual de educação, 27 escolas permanecem fechadas e mais de 8,4 mil estudantes estão sem aulas. E, segundo dados da Secretaria Estadual de Educação, 36 mil estão em sistema de ensino remoto.<br /><br />Na rede municipal de educação de Porto Alegre, há 7 mil alunos sem aulas e 14 escolas municipais ainda continuam sem condições de uso por causa dos alagamentos. Em Canoas, na região metropolitana, uma das cidades mais atingidas, apenas oito das 44 escolas municipais voltaram a funcionar somente a partir de terça-feira (18). Mais seis retomam as atividades na próxima semana e 30 ainda precisam passar por limpeza ou estão sendo usadas como abrigos.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Bruno Peres/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/FOOLy_0RFdzR22JXiuHebnrYIRI=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/06/20/_mg_3529.jpg?itok=DtZLwF3a" alt="Porto Alegre (RS), 20/06/2024 - Moradores desabrigados dentro do Ginásio Elyseu Quinhones aonde serve de abrigo para atingidos pela enchente no município de Eldorado do Sul. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Em Eldorado do Sul, Ginásio Elyseu Quinhones serve de abrigo para atingidos pelas cheias &#8211; Bruno Peres/Agência Brasil</p></div>
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<p>Entre as que voltaram às aulas nesta semana está a Escola Municipal de Ensino Fundamental Rio Grande do Sul, no bairro Mato Grande, que atendia cerca de 700 alunos antes da enchente. A água chegou a 40 centímetros dentro das salas, destruindo parte da biblioteca e do material didático e literário.</p>
<p>Por enquanto, cerca de 60% dos alunos dessa escola voltaram a estudar no local. O diretor da instituição, Fernando Lazzaretti, explicou que muitos estudantes estão alojados em outros municípios e não puderam voltar.<br /><br />Para o pedagogo, o impacto das enchentes será mais grave que o da pandemia. “Na pandemia, as pessoas tinham minimamente o conforto de suas casas, e muitos da nossa comunidade não têm mais casa, não têm para onde retornar. Então, na pandemia, por mais que tivemos que ficar isolados, o contato foi virtual. Nesse período de 45 dias aproximadamente muitos alunos não têm nem esse contato virtual. Por isso, a gente acha que, em curto e médio prazos, o impacto da enchente vai ser maior que o impacto da pandemia.”</p>
<p>A professora de dança Ana Paula Fagundes, de 34 anos, foi buscar a pequena Maria Luiza, de 7 anos na escola, e a menina estava feliz por poder voltar a estudar. “Saiu da rotina dela, saiu de perto dos colegas. Ela ficou bem ansiosa por isso, coitada, e demorou a entender que todo mundo tinha perdido tudo. Ontem não deu para a gente vir, e ela chorou horrores porque eu não a trouxe, [disse] que não era justo”, contou a mãe.</p>
<h2>Sem escolas</h2>
<p>Não tiveram a mesma sorte os três filhos da dona de casa Janete da Silva Campos, de 38 anos. As crianças, de 7, 12 e 14 anos, estão matriculadas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Assis Brasil, que está fechada e coberta de entulho.</p>
<p>“Mesmo que o colégio abra, hoje não tem como voltar porque eles não receberam material, nem uniforme. Eles até falam que queriam voltar para o colégio. Alguns dos amiguinhos deles já estão ali na [escola] Rio Grande do Sul. Eles ficam em casa o dia todo, perdem tempo com brincadeira, correndo na rua”, contou a mãe. Janete conta que nenhum dos três filhos sabe ler e escrever bem devido também à pandemia.</p>
<p>A Agência Brasilvisitou ainda a maior escola de Canoas que atendia cerca de 1,3 mil alunos antes da enchente, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Thiago Würth, no popular bairro de Mathias Velho, um dos mais atingidos pelas chuvas e onde ainda é possível ver montanhas de entulho em quase todas as ruas.</p>
<p>Nesta sexta-feira 921), o Exército brasileiro tentava retirar o entulho e limpar a Escola Thiago Würth para retomar as atividades. O assessor pedagógico José de Jesus D’Avila trabalha há 31 anos no estabelecimento escola e se emocionou ao falar da situação.</p>
<p>“Fora o prejuízo econômico, é um sentimento de tristeza ver as crianças fora da sala de aula. Elas estão sendo prejudicadas pedagogicamente, mas o pessoal tem força. Nós vamos levantar a escola de novo”, afirmou.</p>
<h2>Matemática </h2>
<p>O bairro da professora e líder comunitária Gisele Vidal, de 35 anos, não foi atingido pelos alagamentos. Mesmo assim, a escola do seu filho, Gabriel, de 8 anos, não está funcionando porque virou abrigo para as pessoas que perderam suas casas.<br /><br />“Ele pergunta quando volta quase todos os dias. Ele perguntou se a gente ia voltar antes da festa de São João. Ele estava de aniversário em maio, e a festinha ia ser na escola”, lembrou Gisele Vidal.</p>
<p>O pequeno Gabriel disse que sente saudade dos “temas”, que são as atividades da escola. “Estou com saudades da minha professora, dos meus amigos e de estudar os temas. Porque eu sou bom na matemática, e eu gosto de temas de matemática”, afirmou.</p>
<h2>Governos</h2>
<p>O secretário municipal de Educação de Canoas, Aristeu Ismailow, afirmou àAgência Brasilque espera que todas as escolas retomem as atividades até a metade do mês de julho. “Firmamos uma parceria com o Exército e também temos uma contratação para a limpeza das nossas escolas”, disse.</p>
<p>Ismailow acrescentou que o calendário escolar está sendo reorganizando para dar o máximo de dias letivos possível. O Ministério da Educação (MEC) flexibilizou o mínimo de 200 dias letivos para escolas do Rio Grande do Sul, mas manteve a obrigação de cumprir 800 horas/aulas no ano. “Provavelmente com o uso dos sábados, mas sabemos que teremos que usar atividades complementares para conseguir atingir as 800 horas/aulas das quais não se abre mão”, completou.</p>
<p>Nesta semana, o governo gaúcho iniciou a entrega de novo mobiliário para duas escolas, uma em Canoas e outra em Venâncio Aires, totalizando 352 cadeiras e carteiras e 18 mesas. “Até 26 de junho, mais 15 escolas estaduais de Canoas, São Leopoldo, São Sebastião do Caí e Montenegro receberão os novos mobiliários”, disse, em nota, a secretaria estadual de Educação.</p>
<p>Já o MEC abriu prazo para as escolas e redes municipais solicitarem material didático para substituir o perdido pelas chuvas. Além disso, uma medida provisória (MP) do governo federal abriu crédito extraordinário de R$ 25,8 milhões para alimentação escolar e mais R$ 46,1 milhões para limpeza e pequenas reformas no Rio Grande do Sul, entre outras ações.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">41458</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Defesa Civil alerta para novas chuvas no RS nesta semana</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/defesa-civil-alerta-para-novas-chuvas-no-rs-nesta-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 13:25:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[previsão]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Está previsto o avanço de frente fria na região A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou nesse domingo (9) aviso sobre a possibilidade de novas chuvas no estado entre a próxima sexta-feira (14) e a segunda-feira da semana seguinte (17). De acordo com o comunicado, tanto a Defesa Civil quanto a Sala de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-785598361" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Está previsto o avanço de frente fria na região<br /><br />A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou nesse domingo (9) aviso sobre a possibilidade de novas chuvas no estado entre a próxima sexta-feira (14) e a segunda-feira da semana seguinte (17). De acordo com o comunicado, tanto a Defesa Civil quanto a Sala de Situação do estado monitoram o avanço de uma frente fria.<br /><br />A previsão, de acordo com os modelos da Sala de Situação nesse domingo, é que os volumes acumulados para o período de 14 a 17 sejam de 50 a 120 milímetros (mm) nas regiões das Missões, centro e noroeste gaúchos.<br /><br />Em Porto Alegre e na região metropolitana, nos Vales e Serra, a previsão é de volume menor: entre 45 e 75 mm.<br /><br />“Ainda permanece a condição de novo bloqueio atmosférico no Brasil central, que deve fazer com que frentes frias e instabilidades fiquem atuando no sul do país. A Sala de Situação do Estado seguirá monitorando e realizando atualizações das condições hidrometeorológicas para o período”, informa a Defesa Civil.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil </p>
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		<title>Rio Grande do Sul tem alerta de perigo para chuvas e ciclone</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rio-grande-do-sul-tem-alerta-de-perigo-para-chuvas-e-ciclone/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 12:52:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Ventos]]></category>
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					<description><![CDATA[Aviso é emitido por meteorologistas O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na madrugada desta segunda-feira (27), em Brasília, um alerta de perigo para chuvas na Região Sul do país, incluindo o Rio Grande do Sul, já fortemente afetado por enchentes. O alerta vale da 0h01 até as 21h e cita chuvas entre 30 e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3037516587" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Aviso é emitido por meteorologistas</p>
<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na madrugada desta segunda-feira (27), em Brasília, um alerta de perigo para chuvas na Região Sul do país, incluindo o Rio Grande do Sul, já fortemente afetado por enchentes. O alerta vale da 0h01 até as 21h e cita chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou entre 50 e 100 milímetros por dia, além de ventos intensos que devem variar de 60 a 100 quilômetros por hora.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1597350&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1597350&amp;o=node" /></p>
<p>De acordo com o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas. As áreas afetadas incluem o sudoeste rio-grandense, área metropolitana de Curitiba, Vale do Itajaí, grande Florianópolis, região metropolitana de Porto Alegre, sudeste rio-grandense, nordeste rio-grandense, centro oriental paranaense, norte catarinense, sul catarinense, norte pioneiro paranaense e região serrana.</p>
<h2>Ciclone</h2>
<p>Nas redes sociais, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, alertou para um ciclone que também deve repercutir na região. “Esta segunda-feira deve ser uma segunda-feira difícil para alguns municípios aqui no estado. Tem um ciclone se formando no mar e que vai trazer ventos fortes e chuva para os municípios da região leste do estado”, disse, em vídeo postado no Instagram.</p>
<p>“Essa região deve ter um volume de chuvas que, segundo a sala de situação, não vai ser responsável por forte elevação do nível dos rios ou do Guaíba, por exemplo. Mas são municípios que já estão com os seus sistemas de drenagem muito impactados, como é o caso aqui da capital, Porto Alegre, e de municípios da região. Podem ter transtornos significativos por conta da chuva que vamos ter nesta sexta-feira e também em uma parte da terça-feira”, argumentou.</p>
<h2>Transtornos</h2>
<p>Segundo o governador, municípios gaúchos incluindo Pelotas, São José do Norte, São Lourenço e Rio Grande, que já têm trechos tomados por água da Lagoa dos Patos, também podem registrar “transtorno um pouco maior nesta segunda-feira”.</p>
<p>“Por isso, a gente pede a todos que, podendo evitar se deslocar, evitem deslocamentos na cidade por conta dos transtornos que poderão acontecer”, observou.</p>
<p>“A gente está com equipes nas ruas, segurança pública, bombeiros, defesa civil e brigada militar buscando dar contribuições aos municípios para manter as coisas sob controle, atender às pessoas que mais necessitam. Mas é importante contar com o alerta de todos e evitar se expor a riscos desnecessários”, concluiu o governador.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Porto Alegre enfrenta chuva forte e bairro Menino Deus volta a alagar</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/porto-alegre-enfrenta-chuva-forte-e-bairro-menino-deus-volta-a-alagar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 19:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alagamento]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Prefeitura admite funcionamento parcial de bombas na localidade O bairro Menino Deus, que fica na região centro-sul de Porto Alegre, voltou a registrar ruas inundadas menos de uma semana depois de a água do Guaíba ter baixado. A reportagem registrou a saída de moradores e trabalhadores do comércio na altura do cruzamento das ruas Grão-Pará [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-362690306" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Prefeitura admite funcionamento parcial de bombas na localidade</p>
<p>O bairro Menino Deus, que fica na região centro-sul de Porto Alegre, voltou a registrar ruas inundadas menos de uma semana depois de a água do Guaíba ter baixado. A reportagem registrou a saída de moradores e trabalhadores do comércio na altura do cruzamento das ruas Grão-Pará e José de Alencar, cuja água alcançava a altura do joelho. Após dias de trégua, a chuva voltou a castigar Porto Alegre nesta quinta-feira (23).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1596854&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1596854&amp;o=node" /></p>
<p>&#8220;Eu cheguei às 7h30 na loja, na altura da Rua José de Alencar, 187, na loja que a gente trabalhava. Estava normal, não tinha nada, mas conforme vai chovendo, três bueiros entupidos jogaram água para fora&#8221;, relata Leandro da Rosa.</p>
<p>Ele aguardou o resgate na loja para poder sair da rua. Em um prédio próximo, policiais da Brigada Militar resgataram uma idosa de seu apartamento. A região já sofreu outras enchentes similares anteriormente, mas, nos últimos dias, já tinha secado e passado por limpeza urbana. </p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/KRLEHCcEnUqapb3HCfS5u_0DW5U=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/05/23/imagem_do_whatsapp_de_2024-05-23_as_12.36.44_68456266.jpg?itok=xylIZTTF" alt="Porto Alegre (RS), 23/05/2024 – CHUVAS/ RS - ENCHENTES - Volta a chover forte em Porto Alegre. 
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" /></div>
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<div class="meta">Chuvas fortes voltam a castigar Porto Alegre e o bairro Menino Deus, na região centro-sul da cidade, já registra ruas inundadas. Foto: <strong>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong></div>
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<p>Em outra parte do bairro, na Rua Coronel André Belo próximo da Rua Múcio Teixeira, Tatiara da Silva e Gislaine Barbosa estavam saindo da casa onde moram por temor de nova inundação. &#8220;Agora que a gente estava começando tudo de novo, temos que sair. As bombas não estão funcionando. Vamos sair, a gente não vai ficar para esperar, porque da outra vez, não avisaram&#8221;, afirmou Tatiara.</p>
<p>Segundo o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) da capital, uma das estações de bombeamento está funcionando de forma parcial no bairro. São essas bombas que fazem a sucção da água de volta para o Lago Guaíba.</p>
<p>Esse trabalho de drenagem, aliado à estiagem dos últimos dias, ajudou a baixar o nível do Guaíba para menos de 4 metros desde o início de maio, segundo a Agência Nacional das Águas (ANA). A medição de ontem à noite registrou 3,82 metros, mas, durante a madrugada, esse patamar subiu para 3,96 metros. A cota de inundação é de 3 metros.</p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/f-OqvYrXd3DIadHo5TyusX_1CXg=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/05/23/imagem_do_whatsapp_de_2024-05-23_as_12.36.48_b7ae2c55.jpg?itok=Yhlaai6q" alt="Porto Alegre (RS), 23/05/2024 – CHUVAS/ RS - ENCHENTES - Volta a chover forte em Porto Alegre. 
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" width="754" height="524" /><p class="wp-caption-text">Chuvas fortes voltam a castigar Porto Alegre e o bairro Menino Deus, na região centro-sul da cidade, já registra ruas inundadas. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</p></div>
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<p>Pelas redes sociais, o Dmae pede que as pessoas que moram em áreas mais alagadas saiam do local. &#8220;Estamos passando por um alagamento em algumas regiões da cidade, por conta do excesso de chuvas que não estava previsto para hoje. Nossas equipes estão trabalhando com hidrojateamento nas redes pluviais e também para voltar a operar a pleno às EBAPS 12, 13 e 16, que drenam a água da região dos bairros Cidade Baixa e Menino Deus&#8221;, informa o órgão.</p>
<p>Na noite de terça-feira (21), a Defesa Civil do Rio Grande do Sul <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-05/defesa-civil-alerta-para-volumes-altos-de-chuva-e-ciclone-no-rs" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">emitiu um alerta para chuvas intensas no estado</a>, com volumes entre 120 mm e 150 mm na metade sul do estado para o período de dois dias. </p>
<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também alertou para o avanço de uma nova massa de ar polar e para a formação de um ciclone extratropical no oceano, com a previsão de ventos de até 100 km/h na costa do estado e possível queda de granizo. </p>
<p>No maior desastre climático do estado, mais de 647 mil gaúchos ainda estão fora de suas residências, vivendo em abrigos, na casa de amigos e parentes ou em acampamentos à beira de rodovias do estado. Apesar do número de pessoas em abrigos estar diminuindo, ainda são 65.762 desabrigados nesses 805 locais, como quadras, salões e abrigos. O estado também registra 581.643 desalojados. De acordo com o último boletim da Defesa Civil do estado, o número de óbitos subiu para 163 e 72 pessoas continuam desaparecidas.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Sobe para 161 número de mortes por chuvas no Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/sobe-para-161-numero-de-mortes-por-chuvas-no-rio-grande-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 21:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Desabrigados]]></category>
		<category><![CDATA[mortos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda estão fora de casa 654,1 mil pessoas O número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul em consequência do maior evento climático já registrado no estado subiu para 161. Seguem desaparecidas 85 pessoas e 806 ficaram feridas. Os dados são do boletim divulgado pela Defesa Civil do estado nesta terça-feira (21). Ao menos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-525865170" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ainda estão fora de casa 654,1 mil pessoas<br /><br />O número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul em consequência do maior evento climático já registrado no estado subiu para 161. Seguem desaparecidas 85 pessoas e 806 ficaram feridas. Os dados são do boletim divulgado pela Defesa Civil do estado nesta terça-feira (21).<br /><br />Ao menos 654,19 mil gaúchos ainda estão fora das residências, sendo 581.633 desalojados &#8211; aqueles que tiveram de sair de seus lares e estão acolhidos em casas de familiares, amigos ou conhecidos &#8211; e outras 72.561 pessoas estão morando temporariamente em um dos 839 abrigos cadastrados pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul. <br /><br />Mais da metade da população desabrigada é da região metropolitana de Porto Alegre (54,09%). A segunda maior região do estado com desabrigados é o Vale dos Sinos (26,98%).<br /><br />O número de atingidos pela catástrofe climática também aumentou para 2.339.508, ou 21,49% dos 10,88 milhões de habitantes do estado.<br /><br />O número de pessoas resgatadas permanece em 82.666. O boletim da Defesa Civil contabiliza ainda o resgate de 12.358 animais silvestres e domésticos com vida, a maioria cães e gatos.<br /><br />Dos 497 municípios do Rio Grande do Sul, 464 tiveram suas rotinas impactadas pelas fortes chuvas, o equivalente a 93,36% de todas as cidades sul-rio-grandenses.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Chuvas em Santa Catarina obrigam 925 pessoas a abandonar casas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/chuvas-em-santa-catarina-obrigam-925-pessoas-a-abandonar-casas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 17:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 24 cidades foram afetadas pelo mau tempo As fortes chuvas que atingiram Santa Catarina a partir da última sexta-feira (17) causaram transtornos em ao menos 24 cidades do estado. Até o fim da tarde desse domingo (19), os municípios já contabilizavam 117 pessoas desalojadas e 654 desabrigadas, totalizando 771 deslocados pelas inundações e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2027467357" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pelo menos 24 cidades foram afetadas pelo mau tempo</p>
<p>As fortes chuvas que atingiram Santa Catarina a partir da última sexta-feira (17) causaram transtornos em ao menos 24 cidades do estado. Até o fim da tarde desse domingo (19), os municípios já contabilizavam 117 pessoas desalojadas e 654 desabrigadas, totalizando 771 deslocados pelas inundações e deslizamentos, número que sobe automaticamente para 925 afetados se somados os 154 desalojados pelas chuvas em São João do Sul entre os dias 11 e 13 de maio.  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1596022&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1596022&amp;o=node" /></p>
<p>Cidade mais atingida, Rio do Sul, no Vale do Itajaí, registrava 483 desabrigados até ontem. No município, o nível do Rio Itajaí Açu atingiu 8,97 metros de profundidade, chegando a transbordar e causar enchentes em alguns bairros. No município também houve pontos de alagamento.</p>
<p>Segundo a Defesa Civil de Rio do Sul, o volume de chuvas que atingiu a cidade no último sábado é o maior registrado desde julho de 2016, quando foi inaugurado o sensor que mede os níveis do rio e de precipitação pluviométrica. Os estragos motivaram a prefeitura a decretar situação de emergência municipal.</p>
<p>“O volume que caiu foi muito acima do que se previa anteriormente, que variava entre 80 e 120 milímetros entre sexta-feira e sábado. Foram 152,2 milímetros de chuva, superando o então recorde que foi em 4 de maio de 2022, com 99,8 milímetros”, informou a Defesa Civil, em nota em que calcula que, nos últimos dias, o acumulado das chuvas chegou a 167 milímetros.</p>
<p>Além de Rio do Sul, outras sete cidades catarinenses que enfrentam as consequências das chuvas decretaram situação de emergência. São elas Araranguá, Balneário Gaivota, Jacinto Machado, Maracajá, Passo de Torres, São João do Sul e Sombrio.</p>
<h2>Estabilização</h2>
<p>Ao longo do domingo, a chuva foi gradualmente diminuindo nas principais áreas atingidas, mas uma massa de ar frio manteve as temperaturas baixas em boa parte de Santa Catarina. Segundo a Defesa Civil estadual, as condições devem continuar se estabilizando a partir de hoje (20), com uma moderada alta na temperatura a partir da tarde. Contudo, há risco moderado para ocorrências associadas à agitação marítima, com possíveis rajadas de vento de até 50 km/h atingindo o litoral sul e a Grande Florianópolis, deixando o mar agitado.</p>
<p>Amanhã (21), uma nova frente fria atinge o estado vizinho &#8211; Rio Grande do Sul &#8211; podendo causar pancadas de chuva na divisa com Santa Catarina, principalmente na região Grande Oeste.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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