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	<title>cesta básica - Portal NDC</title>
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	<title>cesta básica - Portal NDC</title>
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		<title>Saiba quais alimentos terão tarifa zero de importação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/saiba-quais-alimentos-terao-tarifa-zero-de-importacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 18:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Camex]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de Imposto]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida para reduzir preços atinge azeite e café, dentre outros O governo federal anunciou, nesta quinta-feira (6), que vai zerar o imposto de importação de nove produtos alimentícios considerados essenciais. A medida tem o objetivo de reduzir os preços dos alimentos ao consumidor. Os alimentos que terão os tributos zerados são: Azeite (hoje 9%) Milho (hoje 7,2%) Óleo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-492506066" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Medida para reduzir preços atinge azeite e café, dentre outros</p>
<p>O governo federal anunciou, nesta quinta-feira (6), que vai zerar o imposto de importação de nove produtos alimentícios considerados essenciais. <strong>A medida tem o objetivo de reduzir os preços dos alimentos ao consumidor.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1633574&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1633574&amp;o=node" /></p>
<p>Os alimentos que terão os tributos zerados são:</p>
<ul>
<li>Azeite (hoje 9%)</li>
<li>Milho (hoje 7,2%)</li>
<li>Óleo de girassol (hoje até 9%)</li>
<li>Sardinha (hoje 32%)</li>
<li>Biscoitos (hoje 16,2%)</li>
<li>Massas alimentícias (macarrão) (hoje 14,4%)</li>
<li>Café (hoje 9%)</li>
<li>Carnes (hoje até 10,8%)</li>
<li>Açúcar (hoje até 14%)</li>
</ul>
<p>Além deles, a cota de importação do óleo de palma, atualmente em 65 mil toneladas, subirá para 150 mil toneladas.</p>
<p><strong>A redução de tarifas entrará em vigor nos próximos dias, após serem aprovadas pela Câmara de Comércio Exterior (Camex).</strong></p>
<h2>Medidas adicionais</h2>
<p><strong>Outra medida é a prioridade para os alimentos da cesta básica no próximo Plano Safra</strong>, o programa que oferece financiamentos com juros subsidiados pelo governo para a produção agrícola. <strong>O objetivo é aumentar o estímulo a produtores rurais que produzam para o mercado interno.</strong></p>
<p>Essa priorização também atinge os óleos de canola e de girassol, que são culturas de inverno.</p>
<p>O governo ainda anunciou a formação de estoques reguladores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), após a queda dos preços. <strong>No mês passado, a Conab havia pedido R$ 737 milhões para reconstituir os estoques de alimentos desmantelados nos últimos anos.</strong></p>
<h2>Regulação</h2>
<p>Por fim, haverá a extensão do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). <strong>Esse sistema descentraliza as inspeções sanitárias, permitindo que estados e municípios façam o trabalho, mas poucas cidades aderiram ao Sisbi.</strong></p>
<p>O SIM limita a venda dos produtos aos municípios, enquanto o Sisbi permite que agricultores familiares consigam vender sua produção para o todo o Brasil. O objetivo do governo é possibilitar, pelo período de um ano, a comercialização em todo o território nacional dos produtos que já foram devidamente certificados no âmbito municipal.</p>
<p><strong>A medida alcança itens como leite fluido, mel, ovos e outros produtos. O governo pretende aumentar o número de registro no sistema de 1.550 para 3 mil municípios.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Reforma tributária isenta cesta básica de impostos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/reforma-tributaria-isenta-cesta-basica-de-impostos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jan 2025 19:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[preço dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[Já as bebidas açucaradas pagarão mais imposto Regulamentada na última quinta-feira (16) após 30 anos de discussões no Congresso, a reforma tributária sobre o consumo promoverá mudança no preço dos alimentos. Como determinado pela emenda constitucional de 2023, a lei complementar definiu os itens da cesta básica nacional que terão alíquota zero e os itens [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2341096873" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Já as bebidas açucaradas pagarão mais imposto</p>
<p>Regulamentada na última quinta-feira (16) após 30 anos de discussões no Congresso, a reforma tributária sobre o consumo promoverá mudança no preço dos alimentos. Como determinado pela emenda constitucional de 2023, a lei complementar definiu os itens da cesta básica nacional que terão alíquota zero e os itens que terão alíquota reduzida em 60%. Por outro lado, bebidas prejudiciais à saúde serão sobretaxadas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1627230&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1627230&amp;o=node" /></p>
<p>No caso da cesta básica nacional, a lei complementar inclui 22 produtos que não pagarão o futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A lista traz produtos essenciais para a alimentação dos brasileiros, com a inclusão de itens regionais, como o mate e o óleo de babaçu. Outros 14 alimentos terão alíquota reduzida em 60% em relação a alíquota-padrão.</p>
<p>Durante a tramitação no Congresso, esses pontos geraram polêmica, com o Senado retirando o óleo de milho da cesta básica e passando para a lista de alíquota reduzida. Em contrapartida, o Congresso acrescentou carnes, queijos, todos os tipos de farinha, aveia, sal e óleo de milho, aumentando a lista de produtos da cesta básica de 15 para 22 itens.</p>
<p>Na última votação, na Câmara dos Deputados, os parlamentares retiraram a água mineral da lista de produtos com alíquota reduzida. Alguns deputados tentaram incluir os biscoitos e bolachas na cesta básica nacional, com isenção, mas os itens continuaram a lista de alíquota mais baixa.</p>
<p>Se diversos alimentos tiveram imposto reduzido, as bebidas açucaradas e alcoólicas vão pagar mais. Esses produtos foram incluídos na lista do Imposto Seletivo, apelidado de Imposto do Pecado, que incidirá sobre bens que prejudicam a saúde ou o meio ambiente.</p>
<p>O Imposto Seletivo também será cobrado sobre bens minerais, jogos de azar, embarcações e aeronaves, produtos fumígenos (cigarros e relacionados) e veículos. Apesar de especialistas em saúde terem pedido &#8211; em audiências públicas &#8211; a inclusão de alimentos processados no imposto, o Congresso não acatou as reivindicações.</p>
<h2>Preços finais</h2>
<p>No caso do Imposto Seletivo, a sobretaxação resultará em aumento de preços. O contrário, no entanto, não está garantido. O impacto das isenções e das alíquotas reduzidas sobre os preços finais depende da cadeia produtiva dos alimentos. Isso porque o futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que substituirá sete tributos atuais que incidem sobre o consumo, não será cobrado em cascata.</p>
<p>A cada etapa da cadeia produtiva, o produtor poderá deduzir o IVA sobre os insumos. Em tese, alimentos com cadeia produtiva mais longa, como os industrializados, poderão se aproveitar de mais créditos (deduções) sobre a etapa anterior de produção. Na teoria, os alimentos <em>in natura</em> terão menos descontos, porque a cadeia produtiva é mais curta, o que justifica a alíquota reduzida para sucos naturais e hortaliças. Mesmo assim, os impactos definitivos só serão conhecidos à medida que a reforma tributária entrar em vigor, com um cronograma de transição de 2026 a 2033.</p>
<h2>Lista de alimentos regulamentados pela reforma tributária</h2>
<p>Cesta básica nacional, com alíquota zero</p>
<p>1.    Açúcar;</p>
<p>2.    Arroz;</p>
<p>3.    Aveias;</p>
<p>4.    Café;</p>
<p>5.    Carnes bovina, suína, ovina, caprina e de aves e produtos de origem animal (exceto foie gras)</p>
<p>6.    Cocos;</p>
<p>7.    Farinha de mandioca e tapioca;</p>
<p>8.    Farinha de trigo;</p>
<p>9.    Feijões;</p>
<p>10.   Fórmulas infantis;</p>
<p>11.   Grão de milho;</p>
<p>12.   Leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado; leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado; e fórmulas infantis definidas por previsão legal específica;</p>
<p>13.   Manteiga;</p>
<p>14.   Margarina;</p>
<p>15.   Massas alimentícias;</p>
<p>16.   Mate;</p>
<p>17.   Óleo de babaçu;</p>
<p>18.   Pão francês;</p>
<p>19.   Peixes e carnes de peixes (exceto salmonídeo, atum, bacalhau, hadoque, saithe e ovas e outros subprodutos);</p>
<p>20.   Queijos tipo muçarela, minas, prato, de coalho, ricota, requeijão, provolone, parmesão, fresco não maturado e do reino;</p>
<p>21.   Raízes e tubérculos;</p>
<p>22.   Sal.</p>
<h2>Alimentos com redução de 60% em relação à alíquota padrão</h2>
<p>1.    Amido de milho;</p>
<p>2.    Cereais não contemplados com alíquota zero;</p>
<p>3.    Crustáceos (exceto lagostas e lagostim);</p>
<p>4.    Extrato de tomate;</p>
<p>5.    Farinha, grumos e sêmolas, de cerais; grãos esmagados ou em flocos, de cereais;</p>
<p>6.    Fruta de casca rija regional, amendoins e outras sementes;</p>
<p>7.    Leite fermentado, bebidas e compostos lácteos;</p>
<p>8.    Massas alimentícias recheadas (mesmo cozidas ou preparadas de outro modo) e massas instantâneas;</p>
<p>9.    Mel natural;</p>
<p>10.   Óleo de soja, de milho, canola e demais óleos vegetais;</p>
<p>11.   Pão de forma;</p>
<p>12.   Polpas de frutas sem açúcar, outros edulcorantes e conservantes;</p>
<p>13.   Produtos hortícolas, frutas e vegetais;</p>
<p>14.   Sucos naturais de fruta ou de produtos hortícolas sem açúcar, edulcorantes e conservantes.</p>
<h2>Imposto Seletivo</h2>
<p>Alíquota extra sobre os seguintes produtos que prejudicam a saúde ou o meio-ambiente:</p>
<p>1.    Bebidas açucaradas;</p>
<p>2.    Bebidas alcoólicas;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Reforma tributária: relator coloca armas em &#8216;imposto do pecado&#8217; e mantém carnes em cesta básica isenta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/reforma-tributaria-relator-coloca-armas-em-imposto-do-pecado-e-mantem-carnes-em-cesta-basica-isenta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 16:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica isenta]]></category>
		<category><![CDATA[imposto do pecado]]></category>
		<category><![CDATA[isenta]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[Reforma tributária: relator coloca armas em &#8216;imposto do pecado&#8217; e mantém carnes em cesta básica isenta O relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o parecer sobre o texto aprovado pelos deputados em julho deste ano. No relatório, Braga mantém mudanças feitas pela Câmara dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1356086282" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Reforma tributária: relator coloca armas em &#8216;imposto do pecado&#8217; e mantém carnes em cesta básica isenta<br /><br />O relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o parecer sobre o texto aprovado pelos deputados em julho deste ano.</p>
<div id="chunk-3pav">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">No relatório, Braga mantém mudanças feitas pela Câmara dos Deputados à proposta enviada pelo governo federal. Entre os pontos mantidos pelo senador, estão</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fmufv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="24" data-block-id="19">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>isenção de tributos a carnes, frangos e peixes</strong><strong>;</strong></li>
<li><strong>tributação menor para medicamentos</strong><strong>;</strong></li>
<li><strong>&#8216;cashback&#8217; maior na conta de luz, com inclusão de serviços de telecomunicação.</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-57mr1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Em uma das alterações, o senador decidiu incluir armas e munição, itens de plástico descartável na lista de produtos que sofrerão com a cobrança adicional do Imposto Seletivo, apelidado de &#8220;imposto do pecado&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5qg8k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Ele também propôs alterações (<em>clique para seguir ao conteúdo</em>):</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d5g5p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="24" data-block-id="22">
<ul class="content-unordered-list">
<li>no teto para compra de veículos isentos por pessoas com deficiência;</li>
<li>na tributação de operações imobiliárias; e</li>
<li>na trava de aumento da carga tributária.</li>
</ul>
<div id="chunk-4bjbb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">A íntegra do parecer de Eduardo Braga deverá ser apresentada e lida ainda nesta tarde, em reunião na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Depois da leitura, deverá ser concedida vista (mais tempo para análise) aos membros do colegiado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d0ksr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">➡️O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), espera levar a proposta à votação em plenário nesta quarta (11). O texto já foi incluído na pauta prévia de votações desta semana.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a2hvn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Em linhas gerais, o projeto estabelece balizas para as cobranças dos três impostos sobre o consumo (IBS, CBS e Imposto Seletivo) criados pela promulgação da reforma do sistema tributário em 2023.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9l3rq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Os impostos vão substituir — depois de um período de transição, que deverá ser concluído em 2033 — cinco tributos que atualmente incidem sobre produtos e serviços: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4u2t7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Em agosto, depois de alterações feitas pela Câmara, o Ministério da Fazenda estimou que a alíquota padrão — cobrada sobre todos os itens que não estiverem em regras especiais da reforma — dos impostos unificados deverá ser de 27,97%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1a3ij">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Já aprovado pelos deputados, o principal projeto de regulamentação da reforma tributária <strong><span class="highlight highlighted">poderá retornar à análise da Câmara ainda em dezembro</span></strong> — a depender do nível das mudanças confirmadas pelos senadores.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3hap7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="33" data-block-id="30">
<ul class="content-unordered-list">
<li><em>🔎A Câmara terá a palavra final sobre as mudanças, podendo acatar ou rejeitar as alterações promovidas pelos senadores, antes de encaminhar a proposta à sanção do presidente </em><em>Luiz Inácio Lula da Silva</em><em> (PT).</em></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-aq0ul">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), tem se mobilizado para concluir a votação ainda durante a sua gestão, que se encerra em fevereiro de 2025. O <span class="highlight highlighted">Palácio do Planalto também trata o encerramento da primeira etapa de regulamentação da reforma tributária como prioridade</span>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cu71i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Lideranças do governo no Congresso têm repetido que esperam concluir o ano com, ao menos, este projeto aprovado pelas duas Casas. Além desta proposta, outro texto que regula novos aspectos da reforma ainda aguarda votação no Senado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bn053">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="33">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/Z9X7WDqWTX0lhPBfDsJByAZMuck=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/S/8/YRTZXQRoCrmMV39wBB3w/globo-canal-4-20230822-1959-frame-64943.jpeg" sizes="(max-width: 2560px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/3KshQKdFp_Btexc_rz2w65J2LYI=/0x0:1920x1080/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/S/8/YRTZXQRoCrmMV39wBB3w/globo-canal-4-20230822-1959-frame-64943.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/Z9X7WDqWTX0lhPBfDsJByAZMuck=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/S/8/YRTZXQRoCrmMV39wBB3w/globo-canal-4-20230822-1959-frame-64943.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/WrIBRHkfGL3XfOEoM7MQGj922GU=/0x0:1920x1080/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/S/8/YRTZXQRoCrmMV39wBB3w/globo-canal-4-20230822-1959-frame-64943.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/cIpEPkuheqIQw66bNy-_8FXEINU=/0x0:1920x1080/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/S/8/YRTZXQRoCrmMV39wBB3w/globo-canal-4-20230822-1959-frame-64943.jpeg 600w" alt="Produtos que compõem a cesta básica.  — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução" width="648" height="365" /><p class="wp-caption-text">Produtos que compõem a cesta básica. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução</p></div>
</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-8r520">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="34">
<div class="content-intertitle">
<h2>Proteínas isentas</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6mal6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="35">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O parecer de Eduardo Braga, que ainda terá de ser votado pela CCJ e pelo plenário do Senado, mantém carnes, frangos e peixes na lista de itens que terão isenção tributária dos novos impostos unificados sobre o consumo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-88b71">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="36">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Os produtos foram incluídos pela Câmara dos Deputados nos itens que compõem a cesta básica nacional, que terá alíquota zero do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-clb2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="37">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">A incorporação das proteínas na cesta havia sido um dos pontos mais polêmicos do debate realizado pelos deputados em julho deste ano. Apesar da oposição de lideranças do Planalto e do presidente Arthur Lira, os itens foram incluídos por ampla maioria de votos — 477 a 3.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a1vrg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Essa mudança, que contrariou a equipe econômica do governo, fez subir a projeção da alíquota comum dos novos impostos. Segundo o Ministério da Fazenda, as proteínas foram responsáveis por elevar em 0,56 ponto percentual a estimativa.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2vvma">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="39">
<div class="content-intertitle">
<h2>Imposto do &#8216;pecado&#8217;</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-d6vd2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="40">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O relatório de Eduardo Braga propõe <span class="highlight highlighted">incluir </span><strong><span class="highlight highlighted">armas e munições, e itens de plástico descartável</span></strong><span class="highlight highlighted"> na lista de produtos e serviços que sofrerão com a cobrança do Imposto Seletivo</span>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7a88t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="41">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O texto de Braga mantém, ainda, a lista de itens tributados pelo &#8220;imposto do pecado&#8221; aprovada pela Câmara em julho. No rol, estão apostas e carros elétricos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-301lm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="42">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Pelo parecer do senador, além dos itens já mencionados acima, também sofrerão com a cobrança adicional do chamado &#8220;imposto do pecado&#8221;:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bqkrq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="24" data-block-id="43">
<ul class="content-unordered-list">
<li>cigarros;</li>
<li>bebidas alcoólicas;</li>
<li>bebidas açucaradas;</li>
<li>embarcações e aeronaves;</li>
<li>carros, incluindo os elétricos; e</li>
<li>extração de minério de ferro, de petróleo e de gás natural.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-1s6h9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="44">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Braga propõe excluir da lista de automóveis sobretaxados com o Imposto Seletivo: caminhões e veículos de uso operacional das Forças Armadas ou dos órgãos de segurança pública.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e7ee9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="45">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">No caso das apostas, a cobrança valerá para as realizadas nas modalidades físicas e online, como as &#8220;bets&#8221; e os chamados fantasy games.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1kgh4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="46">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O Imposto Seletivo foi criado pela emenda constitucional que reformulou a tributação sobre consumo no Brasil.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-39b4e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="47">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O tributo é aplicado sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Na prática, essa categoria terá uma tributação maior do que a alíquota padrão — estimada pelo Ministério da Fazenda em 27,97%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3bipl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="48">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O objetivo é desestimular, por meio da cobrança extra, o consumo desses tipos de produto.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8k6a6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="49">
<div class="content-intertitle">
<h2>Redução de tributos para medicamentos</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-8r9k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="50">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O parecer divulgado nesta segunda também mantém a redução de impostos sobre medicamentos. O corte de 60% da alíquota padrão aos remédios havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4mau2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="51">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Segundo o texto, haverá imposto reduzido (correspondente a 40% da alíquota geral) para todos os medicamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou produzidos por farmácias de manipulação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bont9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="52">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">A proposta prevê ainda que haverá uma classe de medicamentos que ficará isenta de tributação. Originalmente, a proposta da Câmara trazia uma lista com 383 remédios isentos. A lista, que trazia princípios ativos, foi excluída por Eduardo Braga.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bcnal">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="53">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O parecer do senador estabelece que haverá alíquota zero para as seguintes linhas de cuidado:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1c394">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="13" data-block-id="54">
<ul class="content-unordered-list">
<li>tratamentos oncológicos;</li>
<li>doenças raras;</li>
<li>DSTs e AIDS;</li>
<li>doenças negligenciadas; e</li>
<li>vacinas e soros.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-evm3c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="55">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Também serão isentos do IBS e da CBS medicamentos comprados por órgãos da administração pública e entidades que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS). Dispositivos de acessibilidade para pessoas com deficiência terão alíquota zero, de acordo com o parecer.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cr8si">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="56">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Ainda no âmbito da saúde, em seu parecer, Eduardo Braga propôs reduzir a tributação para serviços prestados por profissionais da área.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ai42m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="57">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Entraram na lista: <strong>serviços de cuidado e assistência a idosos e pessoas com deficiência em unidades de acolhimento</strong>; e <strong>serviços domiciliares de apoio</strong> a pessoas idosas, crianças, adolescentes, pessoas com transtornos mentais e com deficiências — o chamado &#8220;<strong>home care</strong>&#8220;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-91cb2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="58">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Foi mantida pelo senador a isenção total para produtos voltados à saúde menstrual, como absorventes e tampões.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-65aq7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="59">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Itens de higiene pessoal e limpeza terão alíquota reduzida de 40%, como papel higiênico e escova de dentes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cuqdb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="60">
<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;Cashback&#8217;</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-bv5aa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="61">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O texto também traz pequenas atualizações em relação ao mecanismo de devolução de imposto para população inscrita no Cadastro Único (CadUnico) do governo federal – o chamado &#8220;cashback&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3rm1c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="62">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Pela proposta, o &#8220;cashback&#8221; será destinado às famílias com renda per capita de até meio salário-mínimo e inscritas no CadÚnico.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5mg7l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="63">
<ul class="content-unordered-list">
<li><em>🔎 Nesse mecanismo, o imposto é cobrado normalmente na compra e, depois, &#8220;devolvido&#8221; ao comprador.</em></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-4jidm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="64">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O parecer de Braga mantém os percentuais modificados pela Câmara para devolução da CBS (de competência federal) e do IBS (compartilhado entre estados e municípios). Mas inclui serviços domiciliares de telecomunicação no rol das devoluções de tributos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ers3e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="2" data-block-id="65">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Haverá &#8220;cashback&#8221;:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2al0c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="80" data-block-id="66">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>na compra de um botijão de gás de cozinha de até 13kg: </strong>100% da CBS e de 20% para o IBS</li>
<li><strong>nos serviços domiciliares de fornecimento de energia elétrica; água e esgoto; telecomunicações e gás encanado:</strong> 100% para a CBS e 20% para o IBS</li>
<li><strong>demais casos: </strong>20% para a CBS e para o IBS, com exceção de produtos em que incide o Imposto Seletivo, também chamado de &#8220;imposto do pecado&#8221; (produtos que fazem mal à saúde ou à natureza).</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-apqjl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="67">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">A devolução de tributos pagos em faturas energia e água, por exemplo, será feita diretamente na conta. Uma outra regulamentação definirá como será feito o &#8220;cashback&#8221; para as outras áreas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9936c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="68">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Em seu relatório, Eduardo Braga decidiu não incluir um dispositivo para proibir a devolução de tributos na compra de armas. Segundo ele, apesar de &#8220;simpática&#8221;, a medida não teria &#8220;efeito prático&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-figks">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="41" data-block-id="69">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A proibição do cashback nas aquisições de armas e munições, em que pese simpática, não terá efeito prático, uma vez que essa operação exige a observância de complexa burocracia e são itens de alto valor no mercado legal&#8221;, escreveu o senador.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-4lhll">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="70">
<div class="content-intertitle">
<h2>Novo teto de isenção de carros para PCDs</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-e7ktb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="71">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Em seu parecer, o senador Eduardo Braga propõe elevar o teto de veículos aptos a receber isenção de impostos na compra por pessoas com deficiência (PCDs) e com o Transtorno do Espectro Autista (TEA).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aq5pp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="72">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O texto aprovado pela Câmara estabelecia que <strong><span class="highlight highlighted">teriam direito à alíquota zero veículos de até R$ 150 mil. Braga propõe subir o valor para R$ 200 mil</span></strong>, sem contar os custos de adaptação do veículo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ere0a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="73">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Pela proposta, o valor do teto será atualizado anualmente, com base na variação do preço médio dos automóveis novos na Tabela Fipe.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cf2v4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="74">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Segundo o parecer, a isenção será limitada a até R$ 70 mil e valerá para a compra de carros de passageiros de fabricação nacional, com quatro portas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1nibp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="75">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O benefício será concedido a partir de apresentação de um laudo de avaliação e para pessoas com:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-174sa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="76">
<ul class="content-unordered-list">
<li>deficiência física, visual ou auditiva</li>
<li>deficiência mental severa ou profunda</li>
<li>transtorno do espectro autista</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-t6hp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="77">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Pelas regras atualmente em vigor, há isenção de IPI para automóveis adquiridos por PCDs de até R$ 200 mil. No caso do ICMS, o teto é de R$ 120 mil.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-25ovu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="78">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Além de pessoas com deficiência e TEA, taxistas também terão direito à isenção do IBS e da CBS. Para esses profissionais, a alíquota zero somente poderá ser aplicada na compra de carros novos que sejam:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a6irn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="79">
<ul class="content-unordered-list">
<li>elétricos; ou</li>
<li>movidos exclusivamente por combustíveis renováveis; ou</li>
<li>flex.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-988pr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="80">
<div class="content-intertitle">
<h2>Imóveis</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-3k8tu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="81">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O senador Eduardo Braga também atendeu a pedidos do setor imobiliário e ampliou reduções tributárias a esse mercado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6aij6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="82">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">De acordo com a reforma aprovada na Câmara, operações com imóveis estarão sujeitas à cobrança da alíquota geral da nova tributação sobre consumo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d7omj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="83">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O texto estabeleceu, no entanto, dois redutores, que servem para ajustar a carga e diminuir a alíquota final.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6glhn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="84">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Haverá um redutor social na compra de imóveis novos, lotes residenciais e no aluguel de imóveis.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cg16b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="85">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O mecanismo funciona reduzindo a base de cálculo da tributação.<strong> O objetivo é beneficiar famílias com renda mais baixa e imóveis populares,</strong> garantindo maior progressividade na cobrança dos tributos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b1thf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="86">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Por exemplo, se o redutor for de R$ 400 e o aluguel de um apartamento R$ 1 mil, o imposto incidirá somente sobre R$ 600.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d4que">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="7" data-block-id="87">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Pela proposta, o redutor social será de:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dj9is">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="32" data-block-id="88">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>R$ 100 mil</strong> na compra de imóveis novos;</li>
<li><strong>R$ 30 mil </strong>por lote residencial;</li>
<li><strong>R$ 600 </strong>para o aluguel de imóveis — o texto da Câmara previa um redutor de R$ 400.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-4mgl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="89">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Segundo o texto de Braga, esses valores serão atualizados mensalmente, depois da eventual sanção da proposta, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do Brasil.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-divhf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="90">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O senador também elevou os cortes lineares nas alíquotas do IBS e da CBS aplicadas em transações com imóveis.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d012t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="91">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">A Câmara havia aprovado uma redução de 40% dos impostos para essas operações. Também havia sido aprovado um corte de 60% das cobranças nas operações de locação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9u3dn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="92">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Pelo parecer de Braga, esses redutores serão elevados a:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-198jf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="18" data-block-id="93">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong><span class="highlight highlighted">50%</span></strong><span class="highlight highlighted"> em todas as operações</span>; e</li>
<li><strong><span class="highlight highlighted">70%</span></strong><span class="highlight highlighted"> nas operações de locação</span>, cessão onerosa e arrendamento de bens imóveis.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-809q4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="94">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">De acordo com o senador, haverá um período de transição para as novas cobranças tributárias sobre operações imobiliárias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3cf6j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="95">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">&#8220;É cediço que os investimentos imobiliários envolvem um longo período de maturação. Destarte, é crucial que o PLP [Projeto de Lei Complementar] estipule regras de transição que arrefeçam o impacto na carga tributária incidente sobre empreendimentos já contratados, em atenção à segurança jurídica. Para isso, acatamos diversas emendas que propõem a criação de um período de transição para operações com bens imóveis&#8221;, afirmou em seu parecer.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e5h86">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="96">
<div class="content-intertitle">
<h2>Trava para aumento da tributação</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-7drfq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="97">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O relator do projeto de regulamentação da reforma tributária no Senado prevê mudanças também na &#8220;trava&#8221; criada pela Câmara dos Deputados para que a alíquota geral do IBS e da CBS supere 26,5%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fdvha">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="98">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">O texto estabelece que, em 2030, o governo federal e o Comitê Gestor do IBS (estados e municípios) vão avaliar as regras implementadas pelo novo sistema tributário.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-g88m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="99">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Segundo a proposta, com base em dados fiscais do período de transição entre 2026 e 2030, o governo e o comitê farão estimativas do tamanho da alíquota que será cobrada a partir de 2033, quando acabará a transição para os novos impostos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bjbum">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="26" data-block-id="100">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Se a alíquota projetada superar 26,5%, o governo federal deverá enviar um projeto ao Congresso para reduzir o percentual e adequar a cobrança a esse patamar.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-b3bjn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="101">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Originalmente, o projeto aprovado pelos deputados não estabelecia um prazo que este texto fosse apresentado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-373r1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="102">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Braga propõe determinar que a <span class="highlight highlighted">proposta terá de ser encaminhada aos parlamentares em até 90 dias após a divulgação do balanço do período de transição da reforma</span>. Não havia menção a prazo no texto aprovado pela Câmara.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8l5r4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="103">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Pelo projeto, nesse texto a ser encaminhado pelo governo, poderão ser revistos regimes diferenciados, isenções e reduções de alíquotas aos setores beneficiados pela reforma.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fbjcd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="104">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">A proposta estabelece, ainda, <strong>que a avaliação das regras da reforma tributária terá de ser feita a cada cinco anos</strong>. Em cada balanço, o governo federal poderá enviar novos projetos para adequar a tributação.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Artigo - Links Texto">Veja mais: <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/12/09/senado-regulamentacao-tributaria.ghtml?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=share-bar-mobile&amp;utm_campaign=materias" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">G1</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Câmara aprova texto-base da reforma tributária com trava no IVA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-aprova-texto-base-da-reforma-tributaria-com-trava-no-iva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 13:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
		<category><![CDATA[trava]]></category>
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					<description><![CDATA[Inclusão de carnes na cesta básica foi aprovada em destaque Brasília – Por 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o texto-base do primeiro projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A versão do texto inseriu uma trava [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3146304564" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Inclusão de carnes na cesta básica foi aprovada em destaque<br /><br /><strong>Brasília</strong> – Por 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o texto-base do primeiro projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A versão do texto inseriu uma trava para a alíquota do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), inclui remédios na lista de produtos com imposto reduzido e amplia a cesta básica nacional com imposto zero. O texto será enviado para análise do Senado Federal.</p>
<p>Por meio de um destaque, carnes (de qualquer tipo), peixes, queijos e sal foram incluídos na lista de alimentos com isenção. O destaque para isentar as carnes e as proteínas animais foi aprovado por 477 votos a favor, três contra e duas abstenções, após destaque do PL, principal partido de oposição.</p>
<p>Apesar de articulada pela bancada ruralista e pela indústria de alimentos, a isenção foi acatada pelo relator do projeto de lei, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e celebrada pela líder do PT na Câmara, deputada Benedita da Silva (RJ). “É o sonho do presidente Lula todo o tempo se colocando de que era muito importante que houvesse proteína na cesta básica das pessoas mais vulneráveis”, disse a parlamentar.</p>
<p>Pelo texto enviado pelo governo, as carnes estavam na lista de produtos com alíquota reduzida para 40% da alíquota original, pagando 10,6% em vez de 26,5%. Agora terão alíquota zero.</p>
<p>Antes das carnes e dos queijos, o relator tinha incluído, de última hora, óleo de milho, aveia e farinhas na cesta básica nacional, que não pagará IVA. Ele também incluiu pão de forma e extrato de tomate nos produtos com imposto reduzido. Antes da votação do destaque da carne, a Câmara derrubou dois destaques, um que buscava introduzir incentivos para a construção civil e outro que buscava incluir armas e munições na cobrança do Imposto Seletivo.</p>
<p>Lopes também aumentou a lista de medicamentos com alíquota reduzida para 40% da alíquota cheia. O texto original do governo previa uma lista de 343 princípios ativos com isenção de imposto e 850 com alíquota reduzida. O texto aprovado ampliou a lista de alíquotas reduzidas para todos os medicamentos com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os medicamentos produzidos em farmácia de manipulação.</p>
<p>Atendendo à bancada feminina, o relator incluiu o Dispositivo Intrauterino (DIU), tipo de método anticoncepcional, na lista de dispositivos médicos com IVA reduzido. Anteriormente, Lopes tinha inserido itens de higiene menstrual, como absorventes, tampões higiênicos, coletores menstruais e calcinhas absorventes, na lista de produtos com de impostos, em vez de alíquota reduzida, como no projeto original.</p>
<p><strong>Cashback e imposto seletivo</strong><br />O cashback, mecanismo de devolução de imposto à população mais pobre, também foi ampliado. O projeto original previa a devolução de 100% da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS, tributo federal) e 20% do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS, imposto estadual e municipal) na compra de gás; 50% da CBS e 20% do IBS no pagamento das contas de luz, de água e esgoto; e 20% da CBS e do IBS sobre os demais produtos. A versão aprovada eleva de 50% para 100% a devolução da CBS sobre as contas de energia elétrica, água, esgoto e gás natural.</p>
<p>Na última hora, o relator incluiu o carvão mineral na lista de produtos que pagarão o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos que fazem mal à saúde e ao meio-ambiente. Lopes, no entanto, estendeu a alíquota máxima de 0,25% para todos os minerais extraídos, não apenas ao minério de ferro, como constava no parecer anterior. A emenda constitucional fixa em 1% o limite para o Imposto Seletivo.</p>
<p>No relatório anterior, divulgado na semana passada, carros elétricos e apostas (físicas e on-line) tinham sido incluídas na lista de produtos com Imposto Seletivo. As armas e munições, no entanto, ficaram de fora, apesar de pressões de entidades da sociedade civil. Embora sejam movidos a diesel e tenham alto nível de poluição, os caminhões também não pagarão o tributo.</p>
<p><strong>Alíquota travada</strong><br />Na terça-feira (9), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a inclusão das carnes na lista de produtos isentos aumentaria o IVA em 0,53 ponto porcentual, o que faria a alíquota média passar de 26,5% para 27,03%, a maior do mundo parta esse tipo de imposto, superando a da Hungria, que cobra 27%. O Banco Mundial calcula um impacto de 0,57 ponto percentual.</p>
<p>Os deputados decidiram travar a alíquota em 26,5% a partir de 2033, quando acabar a transição dos tributos atuais para o IVA. Com a limitação do futuro imposto, o governo, perderá receitas no longo prazo. Segundo o texto aprovado, se a alíquota ultrapasse o teto, o governo seria obrigado a elaborar, em conjunto com o Comitê Gestor do IBS, um projeto de lei complementar com medidas para diminuir a carga tributária.</p>
<p>A trava é mais profunda que a instituída na emenda constitucional da reforma tributária, aprovada em dezembro do ano passado. A emenda à Constituição tem um teto para evitar o aumento da carga tributária do país (medida pela relação entre a arrecadação de impostos e o Produto Interno Bruto) na comparação com a carga atual, o que permitia ao Congresso criar exceções e regimes especiais, em troca do aumento da alíquota cheia, de 26,5%. A nova trava inserida na regulamentação limita a alíquota média do IVA, obrigando o governo a reduzir a carga tributária no futuro.</p>
<p><strong>Planos de saúde e turismo</strong><br />O texto aprovado também permite que as empresas recebam créditos tributários de planos de saúde coletivos previstos em convenção, prática vedada no projeto original. Outra inclusão foi a de planos de saúde de animais domésticos, com alíquota reduzida em 30%.</p>
<p>Os deputados também incluíram um mecanismo de devolução de tributos a turistas estrangeiros que comprarem produtos no Brasil e os embarcarem na bagagem. Esse sistema existe em diversos países, quando o valor total das mercadorias ultrapassa determinado valor.</p>
<p>A proposta aprovada passa a considerar improbidade administrativa a não devolução de créditos tributários (ressarcimento parcial de tributos que impede a cobrança em cascata) às empresas nos prazos estabelecidos. Nesses casos, o secretário da Receita Federal e o presidente do Comitê Gestor do IBS serão responsabilizados.</p>
<p>O projeto estabelece até 30 dias para o pagamento de créditos os contribuintes inscritos em programas de conformidade, até 60 dias para valores dentro da média mensal do contribuinte e até 180 dias para os demais casos (créditos acima ou abaixo da média mensal da empresa).</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: D24am</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Procon divulga lista atualizada dos valores da cesta básica em diversos estabelecimentos de Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/procon-divulga-lista-atualizada-dos-valores-da-cesta-basica-em-diversos-estabelecimentos-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 03:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Procon]]></category>
		<category><![CDATA[valor]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; A Prefeitura de Manaus, por meio do Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus), realizou no período de 1º a 3 de abril, uma pesquisa de preços dos alimentos que compõem a Cesta Básica. A divulgação da pesquisa visa potencializar o poder de compra da população. A metodologia empregada baseou-se nos itens [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-825913017" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>A Prefeitura de Manaus, por meio do Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus), realizou no período de 1º a 3 de abril, uma pesquisa de preços dos alimentos que compõem a Cesta Básica. A divulgação da pesquisa visa potencializar o poder de compra da população.</p>
<p>A metodologia empregada baseou-se nos itens que compõem a cesta básica de referência do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A pesquisa atual de preços abrangeu dez estabelecimentos distribuídos pela cidade, contemplando todas as zonas.</p>
<p>Composta por 16 itens, totalizando 38 unidades, o menor valor encontrado para a cesta básica foi de R$244,72. Enquanto o maior valor constatado na pesquisa foi de R$294,02.</p>
<p>“A pesquisa é realizada mensalmente em diversos estabelecimentos com o objetivo primordial de oferecer ao consumidor uma ampla variedade de opções de preço acessíveis. Ademais, busca promover a competição livre e inibir quaisquer comportamentos que violem as normas econômicas vigentes no mercado”, afirmou a presidente do Procon Manaus, Onilda Abreu.</p>
<p>Confira os resultados da pesquisa na lista anexa.</p>
<div><iframe loading="lazy" class="embed-pdf-viewer" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PesquisaCesta-basica-01.04.2024.pdf" height="1000" width="100%" title="PesquisaCesta Básica 01.04.2024"></iframe></p>
<p><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/04/PesquisaCesta-basica-01.04.2024.pdf" title="PesquisaCesta Básica 01.04.2024">PesquisaCesta Básica 01.04.2024</a></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da assessoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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