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	<title>celular - Portal NDC</title>
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		<title>Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/proibicao-de-celular-na-escola-e-bem-vinda-mas-nao-e-suficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 14:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[celular nas escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[proibição de celular nas escolas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Escola também deve discutir desafios relacionados a novas tecnologias A vida escolar de cerca de 47 milhões de estudantes do ensino fundamental e do ensino médio mudou radicalmente no ano letivo que acabou de iniciar. Conforme a Lei nº 15.100/2025, eles estão proibidos de usar “aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o recreio ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2716886913" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Escola também deve discutir desafios relacionados a novas tecnologias</p>
<p>A vida escolar de cerca de 47 milhões de estudantes do ensino fundamental e do ensino médio mudou radicalmente no ano letivo que acabou de iniciar. Conforme a Lei nº 15.100/2025, eles estão proibidos de usar “aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o recreio ou intervalos entre as aulas, para todas as etapas da educação básica”.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1630579&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1630579&amp;o=node" /></p>
<p>Para Danilo Cabral, 16 anos, estudante do 2º ano do ensino médio do Colégio Galois em Brasília, a medida exige mudança de comportamento. Vai alterar, por exemplo, a comunicação com a mãe ou com o pai. “Às vezes, no meio da manhã, eu decido que vou almoçar na escola, e fica um pouco mais difícil avisar aos meus pais.”</p>
<p>Apesar do empecilho, Danilo acha que “é só uma questão de adaptação mesmo” e que vai ser “muito benéfico”, porque “para prestar atenção nas aulas, a gente não pode mexer no celular”, admite cerca de dez dias depois da volta às aulas.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agênci" src="https://imagens.ebc.com.br/LBU2_gsQIHRanWyXtfG9b9H8YmM=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/14/pzzb9039.jpg?itok=bd0OsjzR" alt="Brasília (DF) 14/02/2025 - Proibição do uso de celulares nas escolas. A aluna do colégio Galois, Joana Chiaretto. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" width="463" height="309" /><p class="wp-caption-text">Brasília (DF) 14/02/2025 &#8211; Proibição do uso de celulares nas escolas. A aluna do colégio Galois, Joana Chiaretto. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil </p></div>
</div>
</div>
<p>Joana Chiaretto, da mesma turma que Danilo e também com 16 anos, percebe “mudanças muito positivas” no pátio da escola. “Antes, a gente via todo mundo no próprio celular. Sem conversar, nem nada, os grupinhos separados. Agora a gente vê um grupão de meninas jogando carta. A gente vê as pessoas conversando mais. Aqui na escola todo mundo está trazendo jogos”, conta com entusiasmo.</p>
<p>Para ela, “as pessoas são muito viciadas no celular.” E, entre os mais jovens, “é muito difícil. Chega a dar aquela angústia, de querer pegar o celular, de ligar pra alguém ou mandar uma mensagem.”</p>
<h2>Sem fotos do quadro </h2>
<p>A visão crítica dos dois adolescentes sobre o uso de celular no colégio e os benefícios da proibição são compartilhados por seus professores. “Melhorou muito no quesito entrosamento dos alunos. Eles têm que conviver juntos de novo”, ressalta Victor Maciel, professor de biologia do ensino médio.</p>
<p>O professor observa que, sem o celular, “os alunos não tiram mais fotos do quadro” e, mais atentos, perguntam mais, tiram dúvidas e aprendem mais. “Eles têm que estar mais focados agora. A aula fica mais interessante para eles. Porque sabem que não vão ter tanta facilidade depois para conseguir aquele conteúdo.”</p>
<p>Patrícia Belezia, coordenadora do ensino médio no Galois, também apoia a decisão. Ela se recorda de que, em ano anterior, a escola flagrou alunos jogando no celular inclusive em plataforma de apostas, “muitos viciados no jogo do tigrinho e em pôquer eletrônico. Eles faziam apostas entre eles.” Como o exemplo é uma forma de educar, a coordenadora destaca que a restrição aos celulares na escola é para todos. Se estende aos funcionários e aos professores.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agênci" src="https://imagens.ebc.com.br/XPaMfIkX4iMwsoJ868SS3GJg53w=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/14/pzzb9334.jpg?itok=bjOrU-j1" alt="Brasília (DF) 14/02/2025 - Proibição do uso de celulares nas escolas. A diretora do colégio Galois, Dulcinéia Marques. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" width="463" height="309" /><p class="wp-caption-text"> A diretora do colégio Galois, Dulcinéia Marques. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>Dulcineia Marques, sócia fundadora do colégio, acha que “ganhou um presentão” com a lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República. Para ela, o aparelho celular pode ser um marcador de desigualdades sociais em função do modelo e do pacote de dados.</p>
<p>Ao seu ver, essas distinções distorcem o espírito das escolas que exigem o uso de uniforme igual para todos, que tem um propósito. “É o jeito de educar esses meninos. É assim para igualar as crianças e adolescentes. Para não trazer para dentro da escola o poder aquisitivo que os diferenciam pelos tênis e marcas de roupa.”</p>
<h2>Projeto pedagógico </h2>
<p>A escola de Dulcineia Marques, no Plano Piloto, atende a 1.198 meninos e meninas das quatro séries finais do ensino fundamental e dos três anos do ensino médio. A 32 quilômetros dali, em Ceilândia, no Centro Educacional n° 11, o diretor Francisco Gadelha atende a 1.512 estudantes dessas séries e também homens e mulheres de 18 a 60 anos do ensino de jovens e adultos (EJA). O diretor também faz elogios à proibição dos celulares.</p>
<p>“No começo, eu era contrário à lei, por entender que o celular é uma ferramenta tecnológica. Mas agora estou observando em poucos dias como está sendo benéfico inclusive no comportamento. A gente está tendo menos brigas, menos situações de bullying.”</p>
<p>Gadelha está aproveitando a entrada em vigor da Lei nº 15.100/2025 para provocar a reflexão dos alunos e dos professores. Na preparação do ano letivo, a escola adotou o livro “A geração ansiosa: como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais”, do psicólogo social Jonathan Haidt, como referência para a criação de um projeto pedagógico em andamento.</p>
<p>Segundo ele, os três primeiros dias de aula no período diurno foram “cansativos” porque teve de guardar na escola 15 celulares que os alunos trouxeram de casa. Os aparelhos foram devolvidos aos responsáveis pelos estudantes. Apesar da escola retirar o telefone dos alunos, apenas um pai reclamou. “Em regra, os pais estão gostando muito”, avalia o diretor.</p>
<p>Além da direção da escola durante o dia, Francisco Gadelha ainda leciona para adultos no período noturno. De acordo com ele, a proibição do celular “é mais difícil no EJA, porque os adultos estão mais viciados do que as crianças.” Com eles, a escola propõe um termo colaborativo para manter os aparelhos longe das salas de aula.”</p>
<h2>Uso consciente </h2>
<p>Para Luiz Fernando Dimarzio, analista pedagógico da Ctrl+Play, uma escola de tecnologia para crianças e adolescentes em cidades do Estado de São Paulo, a lei que proíbe celulares é “polêmica”, pois “a questão do permitir ou proibir é acabar indo muito nos extremos.”</p>
<p>Dimarzio opina que é preciso buscar “como que a gente pode utilizar isso de forma saudável, e ensinar o uso consciente da coisa. Eu fico pensando, será que, de repente, definir momentos específicos para uso? Para uma pesquisa, tem inúmeros aplicativos educacionais, né? Será que, de repente, definir momentos específicos para o uso não seria mais interessante?”,</p>
<p>Em suas indagações, o analista pedagógico lembra que a lei faculta o uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula “para fins estritamente pedagógicos ou didáticos, conforme orientação dos profissionais de educação”.</p>
<p>Victor Freitas Vicente, coordenador de educação do Instituto Felipe Neto, avalia que havia um clamor no país pela adoção da lei contra os celulares nas escolas “e que a proibição pode ser um passo importante no contexto de ambientes digitais cada vez mais tóxicos.”</p>
<blockquote>
<p>Ele, no entanto, pondera que “a escola não é um jardim murado. Ela é um polo conectado com os desafios da sociedade” e, nesse sentido, “precisa preparar as novas gerações para os desafios que as tecnologias digitais estão colocando, não só em relação ao comportamento, mas em relação a uma nova ordem econômica, a inteligência artificial.”</p>
</blockquote>
<p>O coordenador também defende os resultados da proibição do celular sejam avaliados em pesquisas sobre aprendizagem, e que seja implantada a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas comunidades escolares, que ainda não têm regulamentação definindo as regras práticas para adoção nos diferentes sistemas de educação brasileiros. Além disso, ele é a favor de que o Congresso Nacional retome a elaboração da lei sobre funcionamento das redes sociais.</p>
<h2>Redes sociais </h2>
<p>Thessa Guimarães, presidenta do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP-DF) considera “fundamental tirar da gaveta projetos de lei que contribuam para a regulação das redes sociais, compreendendo que hoje a nossa vida atravessa as redes sociais”. Ela ressalta que, por causa das redes sociais, “um dispositivo eletrônico é uma porta aberta a toda a produção humana que existe, inclusive a produção de discursos de ódio, a produção de difusão de métodos de auto-lesão e de suicídio.”</p>
<p>Raquel Guzzo, pesquisadora e professora titular de Psicologia na PUC de Campinas, considera que as redes sociais, acessadas principalmente por meio de celulares, “têm um impacto significativo na autoestima e na percepção de si mesmos entre adolescentes, que podem se sentir pressionados a corresponder a padrões irreais de comportamento e estética.”</p>
<p>Ela lembra que as redes sociais “são projetadas para maximizar o tempo que os usuários passam nelas, utilizando algoritmos que promovem o engajamento contínuo.” No entanto, “outros recursos do celular, como jogos e aplicativos, também podem contribuir para a dependência, especialmente quando usados excessivamente.”</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="Arte/EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/BOMcD57v-9kJ-FvJoAC1Hj-amvo=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/14/arte_celular_saude_mental.png?itok=r9l6xJ75" alt="arte_celular_saude_mental" /></div>
<div class="dnd-caption-wrapper"> </div>
</div>
<h2>Linguagem comprometida </h2>
<p>A psicopedagoga Gabriela de Martin, especialista em saúde mental pela UFRJ, avalia que a linguagem utilizada pelos mais jovens e os recursos para a escrita nos celulares também são comprometedores da linguagem e podem gerar barreiras quando forem buscar trabalho.</p>
<p>Gabriela de Martin tem experiência com a colocação profissional de jovens aprendizes (14 a 18 anos) no mercado de trabalho, mas enfrenta, no entanto, “imensa dificuldade, porque os meninos nessa faixa etária estão analfabetos.”</p>
<blockquote>
<p>“Temos uma linguagem usada nos aplicativos de mensagem que não têm palavras por inteiro, cheia de erros de pontuação. Muitas vezes é o próprio teclado que vai criando o texto. Eu já vi muita gente que chega com 16, 17 anos sem capacidade de formular uma resposta”, lamenta Gabriela.</p>
</blockquote>
<p>Totalmente favorável à proibição dos celulares nas escolas, a presidenta do CRP-DF, Thessa Guimarães, alerta para os riscos de crise de abstinência pela ausência do celular, com efeitos físicos e psíquicos, que pode acontecer “na ausência de qualquer droga, lícita ou ilícita, na ausência de um companheiro amado a partir de uma separação, ou na ausência de um dispositivo que se tornou a centralidade da vida daquela criança e daquele adolescente.”</p>
<p>Em caso de síndrome, Thessa Guimarães recomenda apoio familiar e busca de profissional qualificado para atendimento psicológico e “naturalmente, a substituição progressiva da centralidade daquele dispositivo por mais comunhão familiar e participação em atividades paradidáticas, extracurriculares.”</p>
<p>“É preciso povoar a vida dessa criança e desse adolescente de novos interesses e de novas aberturas, para que ela possa se recuperar do vício e explorar outras potencialidades.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Evitar o uso do celular na sala de aula será desafiador, afirma pesquisadora</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/evitar-o-uso-do-celular-na-sala-de-aula-sera-desafiador-afirma-pesquisadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2025 15:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisadora]]></category>
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					<description><![CDATA[Fabiane Garcia frisou que o controle e educação dos estudantes não dependem unicamente dos professores e escolas A pesquisadora em tecnologia educacional da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Fabiane Garcia afirma que a lei federal que restringe o uso de celular em sala de aula  é um suporte para os professores, mas evitar o uso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3993697475" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Fabiane Garcia frisou que o controle e educação dos estudantes não dependem unicamente dos professores e escolas</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 eQSpGu">
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 AEHJt">
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 bMaved">
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A pesquisadora em tecnologia educacional da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Fabiane Garcia afirma que a lei federal que restringe o uso de celular em sala de aula  é um suporte para os professores, mas evitar o uso dos aparelhos será desafiador por estar relacionado a uma “compensação familiar” para ocupar as crianças e adolescentes. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Na última segunda-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei que regulamenta o uso desse equipamento eletrônico nas escolas públicas e privadas de todo o país.  </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Infelizmente, o uso de muitos equipamentos tecnológicos se tornou uma espécie de compensação das famílias para nossas ausências”, afirmou a educadora.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Garcia ressaltou que a medida irá contribuir na regulamentação, mas que o controle e educação dos alunos não depende unicamente dos professores e das escolas. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cPlpQp">
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 iafvUg"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://www.acritica.com/image/policy:1.362301.1737294457:1737294457/image.jpg?f=default&amp;w=1200" alt="Pesquisadora da Ufam Fabiane Garcia ressaltou que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do uso do celular  &amp;eacute; necess&amp;aacute;ria para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o social dos estudantes." />
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 ivQLuG">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 idyvzN">Pesquisadora da Ufam Fabiane Garcia ressaltou que a redução do uso do celular é necessária para a construção social dos estudantes.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> “Pensar em educar uma criança é um compromisso de toda a sociedade e não só da escola, mas certamente a escola pode ser o melhor lugar para nos ajudar a indicar qual o melhor caminho a seguir. A lei nos apoia naquilo que já vínhamos preconizando, a tecnologia é imprescindível para os processos de aprendizagem, mas seu uso não substitui ou se equipara às relações sociais que estabelecemos entre os diferentes sujeitos no interior de uma escola”. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Restrição</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">De acordo com a lei, a proibição fica estabelecida não só para as salas de aula, mas no recreio e intervalo entre as aulas. A proibição vale para a educação infantil e os ensinos fundamental e médio.  Será permitido usar o celular somente em situações de estado de perigo, de necessidade ou caso de força maior, para garantir direitos fundamentais, para fins estritamente pedagógicos e para garantir acessibilidade, inclusão, e atender às condições de saúde dos estudantes.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Conforme publicado, o objetivo é salvaguardar a saúde mental, física e psíquica das crianças e adolescentes. A educadora Fabiane Garcia explicou que as regras podem ajudar no desenvolvimento social e psíquico dos jovens. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Acreditamos que sim, a comunidade científica têm alertado que o uso das tecnologias nos ajuda nos processos de aprendizagem, em especial em processos de acessibilidade, mas o uso da mesma para a socialização, mesmo com a presença efetiva de nossas crianças e jovens em redes sociais, não tem se mostrado saudável”, destacou.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Fabiane Garcia ressaltou que a redução do uso do celular é necessária para a construção social dos estudantes. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Esperamos que nossas escolas continuem sendo esse espaço de construção de aprendizagem, de amizades e de relações que dão sentido e significado à vida social que estamos construindo coletivamente”, afirmou.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Leis não pegaram</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Apesar da aprovação da lei ser considerada positiva, o diretor do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom-Sindical), Lambert Melo, informou que a lei precisará ser regulamentada, para não acontecer o mesmo que nas legislações estaduais, que não foram cumpridas por falta de suporte aos professores e às escolas. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“É um assunto que para nós, do estado do Amazonas, já é antigo, porque nós, os educadores, já reclamávamos há bastante tempo dessa questão e, felizmente, nós já tínhamos leis aqui que buscavam fazer essa proibição. No entanto, essas leis locais, tanto a estadual quanto a municipal, elas nunca foram totalmente viabilizadas”, disse.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cPlpQp">
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 iafvUg"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://www.acritica.com/image/policy:1.362303.1737294716:1737294716/image.jpg?f=default&amp;w=1200" alt="Coordenador da Asprom, Lambert Melo, afirmou que, se n&amp;atilde;o houver regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a lei federal acabar&amp;aacute; sendo esquecida como foi a lei estadual" />
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 ivQLuG">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 idyvzN">Coordenador da Asprom, Lambert Melo, afirmou que, se não houver regulamentação, a lei federal acabará sendo esquecida como foi a lei estadual</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> Segundo o texto aprovado, as redes de ensino e as escolas deverão elaborar estratégias para tratar do tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos estudantes da educação básica, informando-lhes sobre os riscos, os sinais e a prevenção do sofrimento psíquico de crianças e adolescentes, incluídos o uso imoderado dos aparelhos.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Lambert Melo explicou que um dos motivos das leis estaduais não terem sido efetivas foi a falta dessas regulamentações e de como seriam cumpridas as determinações. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Primeiro, por conta de que elas necessitavam de regulamentação dos poderes executivos e essa regulamentação acabou não acontecendo, sobre o detalhamento de como que essa proibição seria efetivada nas escolas e, portanto, o cumprimento dessa legislação foi algo sempre bastante difícil nas escolas públicas principalmente, tanto da rede estadual quanto da rede municipal”, ressaltou.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Para a efetivação da lei federal, o professor afirmou que será “desafiador” pelas questões de suporte no cumprimento da lei e de como funcionará na prática. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Essa dificuldade que nós já enfrentávamos com as leis locais, elas vão continuar existindo, porque, obviamente, é necessário que a lei federal também seja regulamentada para que você possa ter ali todo um aparelhamento das escolas públicas no sentido de fazer com que, de fato, esses alunos não levem esses telefones e esses equipamentos eletrônicos para as salas de aulas”. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Lambert Melo criticou, ainda, a atuação dos poderes executivos em investirem em produtos tecnológicos de forma massificada. Segundo ele, desde que os aparelhos celulares se popularizaram, “prejudicaram profundamente” o aprendizado dos estudantes. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Nós somos sabedores de que governos estaduais e municipais pelo Brasil buscaram fazer parcerias com empresas de tecnologia para se utilizar dessas tecnologias dentro das escolas, fazendo um desvio de verba pública muito grande.” </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Ele ressaltou que essas empresas têm um lobby muito forte e buscavam vender seus produtos tecnológicos para as prefeituras, para os governos dos estados. “Isso aconteceu aqui também em nosso estado do Amazonas e na nossa cidade de Manaus, houve uma enxurrada desses produtos que foram contratados, comprados pelo governo do estado e pela prefeitura de Manaus, por isso também é que a dificuldade de combater a utilização sempre foi grande”, pontuou. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>&#8216;Não funcionam por decreto&#8217;</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Outro desafio para o cumprimento da lei foi destacado pela presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), professora Ana Cristina, que afirmou que a eficácia da legislação pode ser comprometida caso não haja um esforço por parte das famílias.</p>
</div>
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<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Considero a lei um avanço, mas tem coisas que não funcionam por decreto. Esse é um exemplo”, disse. </p>
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<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 iafvUg"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://www.acritica.com/image/policy:1.362302.1737294612:1737294612/image.jpg?f=default&amp;w=1200" alt="Presidente do Sinteam, Ana Cristina, disse que &amp;eacute; preciso esfor&amp;ccedil;o da Fam&amp;iacute;lia e do Estado para que a nova lei tenha efic&amp;aacute;cia" />
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<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 idyvzN">Presidente do Sinteam, Ana Cristina, disse que é preciso esforço da Família e do Estado para que a nova lei tenha eficácia</p>
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<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> A professora informou que caso não haja empenho das famílias e do Estado, será mais uma atribuição dada aos educadores. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Infelizmente, essa deverá ser mais uma tarefa para os professores que vão continuar disputando a atenção do aluno com o telefone caso não haja conscientização de toda a sociedade para o prejuízo que o excesso de telas causa no cérebro das crianças e adolescentes, passando pelo processo de aprendizagem”, ressaltou Ana Cristina.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Lei estadual esquecida</strong></p>
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<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O Amazonas tem uma lei em vigor, a nº 3.198, de 4 de dezembro de 2007, que proíbe o uso de  celular dentro das salas de aula nos estabelecimentos de ensino da rede pública e privada de educação do Amazonas.  O uso do telefone, por alunos das redes pública e particular de ensino, seria permitido nas demais áreas comuns das escolas. No entanto, na prática, não funcionou.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: A Crítica </em></p>
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		<title>VÍDEO: jovem destrói celular em acesso de fúria após perder em jogo online</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/video-jovem-destroi-celular-em-acesso-de-furia-apos-perder-em-jogo-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2024 14:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[fúria]]></category>
		<category><![CDATA[jogo online]]></category>
		<category><![CDATA[Jovem]]></category>
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					<description><![CDATA[O jovem quebra o aparelho após não obter o resultado esperado Manaus – Um caso inusitado chamou a atenção nas redes sociais neste sábado (28). Um jovem, não identificado, se viu em uma situação embaraçosa após perder um jogo online e descontar sua frustração em seu próprio celular. Em um flagra compartilhado nos aplicativos de mensagens, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2882528953" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O jovem quebra o aparelho após não obter o resultado esperado<br /><br /><strong>Manaus</strong> – Um caso inusitado chamou a atenção nas redes sociais neste sábado (28). Um jovem, não identificado, se viu em uma situação embaraçosa após perder um jogo online e descontar sua frustração em seu próprio celular. Em um flagra compartilhado nos aplicativos de mensagens, o jovem quebra o aparelho após não obter o resultado esperado.<br /><br />Conforme vídeo compartilhado nas redes sociais, o jovem estava jogando em seu smartphone quando não obteve o resultado esperado. Dominado pela raiva, ele pegou o aparelho e o arremessou com força contra uma barra de ferro, resultando na quebra total do dispositivo.<br /><br />O ocorrido foi registrado em vídeo e rapidamente viralizou nas redes sociais, gerando diversos comentários e memes. Muitos internautas se identificaram com a situação, relembrando momentos de frustração semelhantes. Outros, no entanto, criticaram a atitude do jovem, alertando para os perigos da impulsividade e da dependência tecnológica.<br /><br />“O lado bom, é que agora ele larga o vício”, disse um internauta.<br />“Pior que dá vontade de fazer isso mesmo kkk perdendo no tigrinho”, disse outro.<br />“Matou o tigrinho”, disse um terceiro.<br /><strong>Veja o momento: Reprodução Portal do Coroado</strong></p>
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<p><br /><br /><br /><br />Fonte: D24am</p>
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