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	<title>castanha-da-amazônia - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>castanha-da-amazônia - Portal NDC</title>
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		<title>Castanha-do-pará pode virar castanha-da-amazônia? Entenda o projeto de lei aprovado no AM e possíveis impactos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/castanha-do-para-pode-virar-castanha-da-amazonia-entenda-o-projeto-de-lei-aprovado-no-am-e-possiveis-impactos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 14:06:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-da-amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Castanha-do-pará]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta quer alterar oficialmente a denominação de todos produtos derivados da castanha, quando produzidos no Amazonas. Especialistas falam sobre a origem dos nomes e como mudança afeta economia. Castanha-do-pará pode virar castanha-da-amazônia? Ao menos essa é a proposta do projeto de lei nº 913/2024, aprovado em 3 de abril deste ano pela Assembleia Legislativa do Amazonas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-944367814" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Proposta quer alterar oficialmente a denominação de todos produtos derivados da castanha, quando produzidos no Amazonas. Especialistas falam sobre a origem dos nomes e como mudança afeta economia.</p>
<div id="chunk-caqds">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><span class="highlight highlighted">Castanha-do-pará pode virar castanha-da-amazônia?</span></strong> Ao menos essa é a proposta do projeto de lei nº 913/2024, aprovado em 3 de abril deste ano pela Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). A iniciativa surgiu pouco mais de três meses após um amplo debate nas redes sociais sobre qual seria o nome mais adequado para o fruto típico da região amazônica.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-airb8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Embora a lei ainda não tenha sido sancionada pelo governo estadual, o <strong>g1</strong> te explica os possíveis impactos dessa mudança. (<strong><em>entenda mais abaixo</em></strong>).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fkdhk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O texto aprovado estabelece que <span class="highlight highlighted">todos os produtos derivados da castanha, quando produzidos no Amazonas</span>, deverão utilizar a denominação &#8220;castanha-da-Amazônia&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-34scr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="28" data-block-id="12">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Essa mudança reconhece a Amazônia como um todo e fortalece a marca do produto no mercado nacional e internacional”, destacou Sinésio Campos (PT-AM), autor do projeto de lei.</blockquote>
<div id="chunk-f4ahn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>🌰 Variações: do Pará, do Brasil ou da Amazônia?</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-ba00i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Recentemente, o debate sobre a denominação da castanha voltou à tona, gerando uma discussão pública. No início deste ano, o ator amazonense Adanilo fez uma aparição no programa É de Casa, da TV Globo, e usou a variação &#8220;castanha-da-amazônia&#8221; para se referir ao fruto. Na ocasião, a apresentadora o corrigiu, mas o ator, com bom humor, comentou:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-divdj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="16">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;É do Pará, é da Amazônia, é do Brasil&#8230; tem um monte de nome&#8221;.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-3o8lv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A conversa gerou repercussão nas redes sociais, com muitas pessoas questionando qual seria o nome mais adequado para o fruto e o motivo para as variações.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-429hc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><span class="highlight highlighted">No entanto, o decreto nº 51.209, publicado em 1961, oficializa o nome do fruto como castanha-do-brasil.</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9b237">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com Davi Leal, historiador e pesquisador da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), essa divergência de nomenclatura se refere ao período em que o Amazonas era parte da Província do Pará. Naquela época, toda a produção de castanhas que saía do interior da região seguia para Belém, e foi lá que o fruto ficou conhecido como &#8220;castanha-do-pará&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-968da">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="47" data-block-id="20">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Até 1850, o Amazonas fazia parte da Província do Pará, ou seja, éramos paraenses. Quando nos separamos, compartilhamos muitos hábitos culturais com toda a região&#8221;, explicou Leal. Logo, o vínculo histórico ajudou a consolidar a associação do nome com o Pará, mesmo após a separação dos estados.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-b167e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Com a criação do estado do Amazonas e seu desenvolvimento crescente, desde a década de 1930, a Associação Comercial do estado tem defendido o uso de nomes como &#8220;castanha-do-brasil&#8221; ou &#8220;castanha-da-amazônia&#8221;, para dar um reconhecimento mais amplo e justo ao fruto que é originário do bioma amazônico.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-df5oh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="21" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Chamar de castanha-do-pará reforça a identidade do estado, mas não faz justiça à história, pelo menos não completamente&#8221;, afirmou o pesquisador.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-1fr2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Atualmente, a Região Norte é a maior produtora de castanha-do-brasil. Segundo dados do Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), em 2023, a região foi responsável por extrair 33.451 toneladas do fruto. <span class="highlight highlighted">O Amazonas é o estado que lidera as extrações no ranking</span>, com exportação de 11.291 toneladas de castanha. O Acre e o Pará vêm logo atrás, com 9.473 toneladas e 9.390 toneladas, respectivamente.</p>
<div id="chunk-dau00">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="26">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/rMiozuymyPjBhdn-ZVNXX_mPVvU=/0x0:1600x906/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/P/N/5UtjVAQBqkT3tp67QCOw/imagem-do-whatsapp-de-2025-02-24-a-s-13.22.13-e5b1f280.jpg" sizes="(max-width: 1707px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/u90lu978b_tR_-lcfCOaztqUv3I=/0x0:1600x906/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/P/N/5UtjVAQBqkT3tp67QCOw/imagem-do-whatsapp-de-2025-02-24-a-s-13.22.13-e5b1f280.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/rMiozuymyPjBhdn-ZVNXX_mPVvU=/0x0:1600x906/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/P/N/5UtjVAQBqkT3tp67QCOw/imagem-do-whatsapp-de-2025-02-24-a-s-13.22.13-e5b1f280.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/iiOX1dyAyqOFTil4YMvABDXmtRM=/0x0:1600x906/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/P/N/5UtjVAQBqkT3tp67QCOw/imagem-do-whatsapp-de-2025-02-24-a-s-13.22.13-e5b1f280.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/XbnwnwE1GU2bR2qqOtJXKVnnvRc=/0x0:1600x906/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/P/N/5UtjVAQBqkT3tp67QCOw/imagem-do-whatsapp-de-2025-02-24-a-s-13.22.13-e5b1f280.jpg 600w" alt="Rica em proteínas, gorduras boas e minerais, castanha é um superalimento que conquista cada vez mais espaço. — Foto: Reprodução/Rede Amazônica" width="647" height="366" /><p class="wp-caption-text">Rica em proteínas, gorduras boas e minerais, castanha é um superalimento que conquista cada vez mais espaço. — Foto: Reprodução/Rede Amazônica</p></div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-d3q6m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="27">
<div class="content-intertitle">
<h2>🔄 Mudança</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-2vdmr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Após a repercussão do nome correto da castanha, o assunto voltou a circular no Amazonas. O deputado estadual Sinésio Campos (PT-AM) apresentou o projeto que propõe a mudança da nomenclatura no estado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-38aia">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O parlamentar justificou a mudança como uma correção de um &#8220;equívoco histórico&#8221;, argumentando que a árvore da castanha é nativa da Amazônia, e não exclusivamente do Pará.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-98b0i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="53" data-block-id="30">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A identificação geográfica deste produto agrega valor e resgata um erro histórico, pois a castanha é uma árvore encontrada na Amazônia, e não apenas no Pará. Além disso, é chamada de &#8216;castanha-do-brasil&#8217;, o que é outro erro, pois essa árvore não é encontrada em outras regiões do país&#8221;, explicou o deputado ao <strong>g1</strong>.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-44n5l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Para Sinésio, a proposta não deve ser vista como uma disputa entre o Amazonas e o Pará, mas sim como uma defesa dos produtores e extrativistas da Amazônia. &#8220;Todos os extrativistas da Amazônia ganham com o nosso PL 913/2024. Essa é uma marca que deve ser usada com mais ênfase por todos nós&#8221;, afirmou.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1gmmk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><span class="highlight highlighted">A lei também inclui incentivos à rastreabilidade do produto, à certificação de origem e ao uso da nova nomenclatura nas exportações e campanhas publicitárias</span></strong>. Segundo a economista e pós-doutora em desenvolvimento regional, Michele Lins Aracaty, essa é uma tendência crescente no mercado internacional.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bgpde">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="26" data-block-id="33">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Os consumidores estão cada vez mais interessados em saber a origem dos produtos que compram e tendem a adquirir aqueles que provêm de atividades sustentáveis&#8221;, destacou.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-eohjl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A lei segue agora para a sanção do governador Wilson Lima (União Brasil-AM). Se sancionada, entrará em vigor imediatamente, exigindo adaptações do setor produtivo e comercial do estado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-37ncm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="35">
<div class="content-intertitle">
<h2>Impacto</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-ed98v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="36">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Embora Michele Aracaty, que também é docente do Departamento de Economia da Universidade Federal do Amazonas e presidente do Conselho Regional de Economia da 13ª Região (Corecon-AM/RR), avalie positivamente a proposta da nova nomenclatura, <strong><span class="highlight highlighted">ela alerta que a mudança de nome por si só não será suficiente para agregar valor real à cadeia produtiva da castanha ou melhorar sua imagem no mercado internacional.</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dnse">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="37">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Como estudiosa de modelos de desenvolvimento regional, acredito que a Amazônia precisa de uma política mais ampla que valorize suas potencialidades locais, preserve o meio ambiente e melhore as condições sociais e econômicas das comunidades que dependem da floresta&#8221;, afirmou.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-5q52o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Para a economista, é crucial que qualquer mudança relacionada à produção da castanha chegue até as pessoas que recolhem o fruto, ou seja, os extrativistas, que devem ser melhor remunerados por seu trabalho. Ela lembra que a atividade extrativa não só contribui para a preservação ambiental, como também desestimula o desmatamento, já que as árvores precisam permanecer intactas para que a castanha seja extraída.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5i1h1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="31" data-block-id="39">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Portanto, qualquer mudança no mercado deve beneficiar diretamente as pessoas que vivem da floresta, garantindo sua participação justa na cadeia produtiva e, ao mesmo tempo, preservando o meio ambiente&#8221;, concluiu Michele.</blockquote>
<p><em>Fonte:  G1</em></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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