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	<title>casos de dengue - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>casos de dengue - Portal NDC</title>
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		<title>Brasil tem 391 mortes por dengue</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-tem-391-mortes-por-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 23:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casos de dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[Casos da doença já passam de 1,5 milhão O Brasil já registrou 391 mortes por dengue de janeiro até esta segunda-feira (11), conforme dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde. De acordo com o levantamento, os casos prováveis da doença chegaram a 1.538.183 e há 854 mortes e investigação.  Entre os casos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2935251595" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Casos da doença já passam de 1,5 milhão</p>
<p>O Brasil já registrou 391 mortes por dengue de janeiro até esta segunda-feira (11), conforme dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde. De acordo com o levantamento, os casos prováveis da doença chegaram a 1.538.183 e há 854 mortes e investigação. <br /><br />Entre os casos prováveis, 55,5% são de mulheres e 44,5% de homens. A faixa etária dos 30 aos 39 anos segue respondendo pelo maior número de ocorrências de dengue no país, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1585235&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1585235&amp;o=node" /></p>
<p>Minas Gerais lidera em número absoluto de casos prováveis (513.538) entre os estados. Em seguida, estão São Paulo (285.134), Paraná (149.134) e o Distrito Federal (137.050). Quando se considera o coeficiente de incidência, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar, com 4.865 casos por 100 mil habitantes, seguido por Minas Gerais (2.500,3), Espírito Santo (1.490,2) e Paraná (1.303,3).</p>
<p>A explosão de casos de dengue fez com que pelo menos oito unidades da Federação decretassem emergência em saúde pública: Acre, Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais.</p>
<p>A medida facilita acesso a recursos federais e agiliza processos voltados ao combate da doença.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/cUXmC083de9L_fLvP3FnY20hDpc=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/sintomas_copy.jpg?itok=TJR5v35N" alt="Os principais sintomas da dengue. Foto: Arte/EBC" width="754" height="1066" /><p class="wp-caption-text">Arte/EBC</p></div>
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<div>Fonte: Agência Brasil</div>
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		<item>
		<title>Brasil ultrapassa meio milhão de casos prováveis de dengue</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-ultrapassa-meio-milhao-de-casos-provaveis-de-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Feb 2024 16:53:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casos de dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[Foram registradas 75 mortes e 340 estão sendo investigadas O Brasil já registra 512.353 casos prováveis de dengue desde o início de 2024. Foram contabilizados ainda 75 óbitos pela doença, enquanto 340 mortes estão sendo investigadas. O coeficiente de incidência da dengue no país, neste momento, é 252,3 casos para cada grupo de 100 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-907180791" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Foram registradas 75 mortes e 340 estão sendo investigadas</p>
<p>O Brasil já registra 512.353 casos prováveis de dengue desde o início de 2024. Foram contabilizados ainda 75 óbitos pela doença, enquanto 340 mortes estão sendo investigadas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1580888&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1580888&amp;o=node" /></p>
<p>O coeficiente de incidência da dengue no país, neste momento, é 252,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Os dados constam no painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde.</p>
<p>Entre os casos prováveis, 54,9% são em mulheres e 45,1% em homens. A faixa etária dos 30 aos 39 anos segue respondendo pelo maior número de casos, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos.</p>
<p>Já no ranking dos estados, Minas Gerais lidera em número absoluto de casos prováveis (171.769). Em seguida aparecem São Paulo (83.651), Distrito Federal (64.403) e Paraná (55.532).</p>
<p>Quando se considera o coeficiente de incidência, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar (2.286,2 casos por 100 mil habitantes), seguido por Minas Gerais (836,3), Acre (582,2) e Paraná (485,3).</p>
<h2>Vacinação</h2>
<p>Neste momento, somente o Distrito Federal iniciou a vacinação de crianças e adolescentes com idade entre 10 e 11 anos contra a dengue. No primeiro dia da campanha, 3.633 doses foram aplicadas em todos os 15 pontos disponíveis.</p>
<p>Goiás já recebeu as doses distribuídas pelo Ministério da Saúde e deve iniciar a imunização dessa mesma faixa etária na próxima quinta-feira (15) em 51 municípios selecionados pela pasta.&#8221;</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Vacina contra dengue: entenda por que idosos precisam de receita</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/vacina-contra-dengue-entenda-por-que-idosos-precisam-de-receita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 14:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casos de dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Geriatra explica que não há estudos de eficácia nessa faixa etária   A população idosa concentra, atualmente, as maiores taxas de hospitalização por dengue no Brasil. O grupo, entretanto, ficou de fora da faixa etária considerada prioritária para receber a vacina contra a dengue por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Isso porque a própria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3275422376" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><div class="row">
<div class="penci-tpadding-1">Geriatra explica que não há estudos de eficácia nessa faixa etária</div>
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</div>
<div>
<p>A população idosa concentra, atualmente, as maiores taxas de hospitalização por dengue no Brasil. O grupo, entretanto, ficou de fora da faixa etária considerada prioritária para receber a vacina contra a dengue por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Isso porque a própria bula da Qdenga estipula que o imunizante é indicado somente para pessoas com idade entre 4 e 60 anos. Ainda assim, em laboratórios particulares, o imunizante é aplicado em idosos, desde que seja apresentado pedido médico.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1579801&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1579801&amp;o=node" /></p>
<p>A pergunta é: há risco para o idoso que recebe a vacina? Em entrevista à Agência Brasil, o geriatra Paulo Villas Boas explicou que a bula da Qdenga não inclui pessoas acima de 60 anos porque não foram feitos estudos de eficácia nessa faixa etária. O membro do Comitê de Imunização da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia destacou, entretanto, que a dose foi liberada para toda a população acima de 4 anos pela Agência Europeia de Medicamentos e a Agência Argentina de Medicamentos.</p>
<p>“Em médio prazo, acredito que haverá uma discussão sobre a liberação da vacina contra a dengue para a população com mais de 60 anos”, disse. “No presente momento, os idosos não são elegíveis. Se a dose for utilizada na população com mais de 60 anos, mesmo que seja recomendada por um médico, é considerado o que a gente chama de prescrição <em>off label</em>, ou seja, que não consta na liberação oficial. Alguns medicamentos são prescritos assim porque há estudos que mostram benefício.”</p>
<p>“Existe essa possibilidade da prescrição <em>off label</em>. Mas o que está acontecendo no Brasil hoje em dia? Há uma demanda muito grande da população idosa com desejo de se vacinar contra a dengue. Porém, mesmo nas clínicas privadas, não se encontra mais a vacina. Como ela foi liberada, o próprio laboratório não está conseguindo suprir a demanda para o SUS. Temos uma previsão, até o final do ano, de um aporte de cerca de 6 milhões de doses. Então o laboratório provavelmente não vai conseguir suprir a demanda para clínicas privadas.”</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/NDFfziLdTvqwfZkjEMPheaZ9RAs=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/eliminar-criadouros_copy.jpg?itok=9D87FALK" alt="A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC" width="754" height="1013" /><p class="wp-caption-text">A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC &#8211; Arte/EBC</p></div>
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</div>
<p>Villas Boas lembrou que os idosos são considerados grupo de risco para agravos decorrentes da infecção pela dengue. O maior número de óbitos, segundo o geriatra, acontece exatamente nessa faixa etária. Dados da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul, por exemplo, mostram que, no ano passado, das 11 mortes registradas pela doença, oito foram em pessoas com mais de 60 anos. Em 2022, 79% dos óbitos provocados pela dengue no estado também foram entre idosos.</p>
<p>“A gente sabe que os indivíduos idosos são portadores de doenças crônicas como hipertensão, diabetes, doença do coração. Muitos têm estado em imunossupressão, ou seja, quebra da imunidade. E esses são fatores de risco para complicações da infecção pela dengue. Por isso, acredito que a médio prazo, ou mesmo a curto prazo, teremos dados cientificamente robustos que indiquem a vacinação contra a dengue para essa população.”</p>
<p>O geriatra reforçou que não há risco iminente para idosos que, com a prescrição médica em mãos, recebem a vacina contra a dengue, mas destacou aspectos considerados importantes quando o assunto é a imunização de pessoas com mais de 60 anos, como um estado de perda de imunidade normal da idade, chamado imunossenescência, e a tomada de medicações que podem aumentar a imunodeficiência, como o uso crônico de corticoides e outros tratamento específicos.</p>
<p>“Se eventualmente esse indivíduo idoso desejar ser vacinado, é importante que ele converse muito bem com o médico que irá prescrever a vacina. Um bom contexto de saúde desse indivíduo idoso, para que ele possa receber a vacina com total segurança. A gente tem que lembrar que a Qdenga é uma vacina com vírus atenuado e não com vírus morto. Se o indivíduo estiver com a imunidade mais baixa, pode ter uma resposta ou reação vacinal maior, desenvolvendo efeitos colaterais inerentes à vacinação, como mal-estar geral e febre. Não vai desenvolver um quadro de dengue clássico. Mas pode ter uma série de efeitos colaterais, descritos na própria bula da vacina.”</p>
<p>Na ausência de uma dose contra a dengue formalmente indicada para idosos, Villas Boas ressaltou que a prevenção da doença nessa faixa etária deve ser feita por meio dos cuidados já amplamente divulgados para o combate ao mosquito <em>Aedes aegypti</em>: impedir o acúmulo de água parada; usar repelentes sobretudo pela manhã e no final da tarde, horários de maior circulação do <em>Aedes aegypti</em>; e utilizar roupas de manga longa e em tons mais claros.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/x6SbMOIniuY_7h-OPWC5T0r7ovY=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/protecao_copy.jpg?itok=XNQgjY2c" alt="Medidas de proteção individual para evitar picadas de mosquitos. Foto: Arte/EBC" width="754" height="518" /><p class="wp-caption-text">Medidas de proteção individual para evitar picadas de mosquitos. Foto: Arte/EBC &#8211; Arte/EBC</p></div>
</div>
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</div>
<p>“A prevenção da dengue para a população idosa é idêntica à prevenção da população em geral. Não há nada específico. São aquelas orientações que a gente cansa de ouvir e cansa de ver que as pessoas não fazem”, disse. “Tudo o que possa evitar o indivíduo de ser picado contribui”, concluiu. </p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Amazonas tem duas mortes em investigação por dengue, aponta Ministério da Saúde</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-tem-duas-mortes-em-investigacao-por-dengue-aponta-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 22:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casos de dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Coari]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[LÁBREA]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Ministério da Saúde, as mortes em investigação ocorreram em Lábrea e Coari, no interior do estado. Duas mortes suspeitas por dengue são investigadas no Amazonas no início de 2024. Os dados são do Painel de Monitoramento do Ministério da Saúde (MS). Em 2023, o estado somou 12 mortes pela doença. Segundo o Ministério [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2117855132" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, as mortes em investigação ocorreram em Lábrea e Coari, no interior do estado.</p>
<div id="chunk-f2l5j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Duas mortes suspeitas por dengue são investigadas no Amazonas no início de 2024. Os dados são do Painel de Monitoramento do Ministério da Saúde (MS). Em 2023, o estado somou 12 mortes pela doença.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-60vev">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o Ministério da Saúde, as mortes em investigação ocorreram em Lábrea e <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/coari/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Coari</a>, no interior do estado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5er6h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O g1 procurou a Secretária de Estado de Saúde (SES-AM) e a Fundação de Vigilância do Amazonas (FVSA-AM) para saber se os pacientes estavam internados em algum hospital e se os órgãos estão acompanhando as apurações sobre os óbitos, e aguarda retorno.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f0sdn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o monitoramento do MS, Lábrea tem 307 casos prováveis de dengue. O município também aparece no topo da lista de maiores taxas de incidências da doença, conforme o boletim epidemiológico da FVS-AM.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e39i0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já em Coari, conforme o Ministério da Saúde, são 149 casos prováveis de dengue.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8m06c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No dia 25 de janeiro, o Ministério da Saúde anunciou a liberação da vacina contra a dengue. Nomeada Qdenga (TAK-003), o imunizante chegará a 12 municípios do Amazonas e será inicialmente aplicada em pessoas da faixa etária de 10 a 14 anos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1ej0e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Alta de casos</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-74ick">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No período de 1º a 25 de janeiro de 2024, o Amazonas registrou 3.934 casos da doença, segundo o boletim epidemiológico da FVS-AM divulgado na última semana. O número apresenta um aumento de 38% em comparação ao mês inteiro de janeiro de 2023, quando o estado confirmou 2.860 casos da doença.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2jr1g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>Manaus em situação de alerta</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6epqb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O cenário epidemiológico da dengue coloca Manaus em situação de alerta, conforme a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). Os casos da doença mais que dobraram na cidade.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-13da0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme o Painel de Monitoramento do Ministério da Saúde, a capital amazonense tem 2.449 casos prováveis da doença.</p>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: G1 AM</p>
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		<item>
		<title>Amazonas tem aumento de 106% no número de casos de dengue, aponta FVS</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-tem-aumento-de-106-no-numero-de-casos-de-dengue-aponta-fvs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 12:44:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de 106%]]></category>
		<category><![CDATA[casos de dengue]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
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					<description><![CDATA[O Amazonas teve um aumento de 106% no número de casos notificados de dengue, segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). O aumento foi notado em comparação dos períodos sazonais 2021/2022 e 2022/2023: entre os meses de setembro a janeiro. De acordo com a FVS, a recomendação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1585531061" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Amazonas teve um aumento de 106% no número de casos notificados de dengue, segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). O aumento foi notado em comparação dos períodos sazonais 2021/2022 e 2022/2023: entre os meses de setembro a janeiro.<br /><br />De acordo com a FVS, a recomendação feita aos municípios e à população é que fortaleçam os cuidados contra a disseminação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, devido o aumento constatado no período.<br /><br />“Divulgamos semanalmente a análise epidemiológica de como está o cenário da dengue no estado. No período sazonal, é comum ter aumento de casos de dengue. Por isso, enquanto Vigilância em Saúde nos mantemos em alerta e enfatizamos a necessidade de manter os cuidados preventivos contra o mosquito Aedes aegypti”, destaca Tatyana.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme o boletim, as maiores variações de casos foram registrados em Benjamin Constant (77,8%), Atalaia do Norte (28,8%), Santo Antônio do Içá (10,3%) e Ipixuna (9,6%).</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos municípios com maior número de casos de dengue registrados nos últimos meses há circulação do vírus da dengue tipo 2 (DENV2) com ocorrência iniciada nos municípios da região do Alto Solimões, fronteira com a Colômbia e Peru.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No monitoramento dos vírus circulantes da dengue no Amazonas, principalmente nessa região, o Laboratório de Fronteira (Lafron), integrante da Vigilância Laboratorial do Amazonas na FVS-RCP, realiza o sequenciamento genético de arboviroses (dengue, zika e chikungunya), transmitidas pelo Aedes aegypti.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“É importante destacar que há risco de ocorrência de aumento no número de casos de dengue nos próximos meses, principalmente nos municípios de maior densidade populacional, como Parintins, Coari, Tefé, Manaus e os demais municípios da região metropolitana de Manaus”, ressalta o diretor técnico da FVS-RCP, Daniel Barros.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O boletim tem o objetivo de alertar os gestores municipais a intensificarem as ações de vigilância e controle do Aedes aegypti com a preparação dos planos de contingência municipais e revisão e divulgação de fluxos assistenciais, como leitos de retaguarda, diagnóstico, transporte sanitário e notificação.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O alerta é estendido aos profissionais de saúde quando ao diagnóstico e atendimento em tempo oportuno dos confirmados para a doença e à população quanto à prevenção em ambiente doméstico, como evitar o acúmulo de água e a contaminação de calhas e caixas d’água de forma rotineira.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Foto: SHUTTERSTOCK/KHLUNGCENTER</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1 AM</p>
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