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	<title>Caso Bruno e Dom - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Caso Bruno e Dom - Portal NDC</title>
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		<title>Caso Bruno e Dom: Justiça segue ouvindo testemunhas de defesa em audiência de instrução nesta quinta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/caso-bruno-e-dom-justica-segue-ouvindo-testemunhas-de-defesa-em-audiencia-de-instrucao-nesta-quinta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 14:25:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Federal volta a ouvir testemunhas de defesa dos réus acusados dos assassinatos do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips nesta quinta-feira (20), no Fórum de Tabatinga, no interior do Amazonas. As oitivas analisam se os réus Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como &#8220;Pelado&#8221;; Oseney da Costa de Oliveira, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4017351706" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Justiça Federal volta a ouvir testemunhas de defesa dos réus acusados dos assassinatos do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips nesta quinta-feira (20), no Fórum de Tabatinga, no interior do Amazonas.<br /><br />As oitivas analisam se os réus Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como &#8220;Pelado&#8221;; Oseney da Costa de Oliveira, o &#8220;Dos Santos&#8221;; e Jefferson da Silva Lima, o &#8220;Pelado da Dinha&#8221;, vão ser levados a júri popular.<br /><br />A previsão é que mais cinco testemunhas de defesa sejam ouvidas nesta quinta, entre elas Amarílio de Freitas Oliveira, de 21 anos, conhecido como Dedei, filho de Amarildo.<br /><br /></p>
<div id="chunk-7984i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O jovem chegou a ser detido em agosto de 2022 durante uma operação que investigava uma associação criminosa de pesca ilegal na região em que indigenista e jornalista foram mortos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-96fa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="8">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Outros depoimentos</span></p>
<p>Na segunda, cinco testemunhas de defesa prestaram depoimento durante a audiência de instrução.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-be12s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/07/18/colombia-suspeito-de-ser-mandante-das-mortes-de-bruno-e-dom-nega-participacao-no-crime-em-depoimento.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&#8220;Colômbia&#8221;, e apontado como o mandante das mortes de Bruno e Dom</a>, falou como testemunha no caso e negou participação no crime.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-89md8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="10" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além de &#8216;Colômbia&#8217;, outras quatro pessoas foram ouvidas na audiência.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3o0ie">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="27" data-block-id="12">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Josenete Campos de Freitas (esposa de Amarildo)</li>
<li>Eliclei Costa de Oliveira (Irmão de Amarildo)</li>
<li>Otávio da Costa de Oliveira (Irmão de Oseney)</li>
<li>Laurimar Lopes Alves &#8220;Caboco&#8221; (Pescador)</li>
</ul>
<p><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Interrogatório dos réus</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-89g0o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="13">
<p>No dia 27 de julho está marcado o novo interrogatório dos três réus do caso. Ao término da fase, o magistrado deve decidir se os acusados vão ou não a júri popular.</p>
<p>Foto: Getty Images via BBC</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7eof9">
<div class="block-podcast">*g1 AM</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cruzes são fincadas em rio onde Bruno e Dom foram mortos no interior do AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cruzes-sao-fincadas-em-rio-onde-bruno-e-dom-foram-mortos-no-interior-do-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 12:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas cruzes foram fincadas no Rio Itacoaí, local onde o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips foram mortos há um ano. A homenagem aconteceu nesta segunda-feira (5) e reuniu membros da equipe de vigilância da qual Bruno fazia parte, além de indígenas que vivem na região. Durante a cerimônia, o grupo fez um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-388065022" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Duas cruzes foram fincadas no Rio Itacoaí, local onde o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips foram mortos há um ano. A homenagem aconteceu nesta segunda-feira (5) e reuniu membros da equipe de vigilância da qual Bruno fazia parte, além de indígenas que vivem na região.<br /><br />Durante a cerimônia, o grupo fez um minuto de silêncio em memória dos dois. Indígenas das etnias Kanamari, Matis, Mayuruna e Marubo estiveram presentes na homenagem.<br /><br />Na sede a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), em Atalaia do Norte, indígenas também cobraram punição dos culpados.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h2>Viúvas</h2>
</div>
<p>A <strong>Rede Amazônica</strong> ouviu as viúvas de Bruno e Dom. A mulher do indigenista, Beatriz Matos, disse que é preciso preservar a verdade de que o marido foi vítima de um crime brutal.</p>
</div>
<div id="chunk-60ou5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A verdade é que o meu marido e Dom foram vítimas de um crime brutal, completamente desumano. Eu não tenho o direito, não tenho como não estar de pé. Tenho duas crianças pequenas que precisam muito de mim. Eles já perderam o pai e eles precisam muito de mim&#8221;, afirmou.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c7ina">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Não conviver mais com Dom é muito doloroso. Tinha uma parceria muito intensa, a gente era muito amigo. Ele era o meu melhor amigo e a gente tinha uma vida muito legal, bem simples, e eu era muito feliz&#8221;, contou Alessandra Sampaio, viúva de Dom.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="13">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Julgamento</span></p>
</div>
<div id="chunk-ab9s2">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="14">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/mEEVrdq1y1af0K2eWaZw07NK5_E=/0x0:1280x720/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/E/E/BltHr4SKKfCqjaFGzd0w/depoimento-amarildo-da-costa-de-oliveira-jefferson-da-silva-lima-e-oseney-da-costa-de-oliveira-foto-rede-amazonica.jpg" alt="Amarildo da Costa de Oliveira, Jefferson da Silva Lima e Oseney da Costa de Oliveira. — Foto: Rede Amazônica" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description  ">Amarildo da Costa de Oliveira, Jefferson da Silva Lima e Oseney da Costa de Oliveira. — Foto: Rede Amazônica</p>
<div id="chunk-ccmsd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um ano após a morte dos dois, nenhum réu foi condenado pelos crimes. As primeiras audiências da ação penal estavam marcadas para ocorrer nos dias 23, 24 e 25 de janeiro,<a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/01/20/justica-federal-remarca-audiencias-do-caso-bruno-e-dom-para-marco-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> mas não aconteceram por problemas técnicos, conforme a Justiça Federal no Amazonas</a>. As sessões, realizadas apenas em março, ficaram marcadas <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/03/22/audiencias-do-caso-bruno-e-dom-sao-suspensas-pelo-terceiro-dia-seguido.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pela demora e instabilidades na internet</a>, o que prolongou ainda mais a finalização do processo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f45sd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os réus Amarildo da Costa de Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva Lima, que estão detidos em presídios federais, <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/05/08/caso-bruno-e-dom-depoimento-dos-reus-comeca-com-horas-de-atraso.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">chegaram a ser interrogados em maio</a>, e na ocasião a justiça já havia dado um prazo para que tanto o Ministério Público Federal quanto a defesa dos réus apresentassem alegações finais. No entanto, os advogados conseguiram anular os interrogatórios.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-vip0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Isso porque, segundo os advogados, a defesa pediu que a Justiça Federal ouvisse mais testemunhas, o que foi negado pelo juiz Fabiano Verli, que conduzia o processo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4odt7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a negativa por parte do magistrado, <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/05/16/caso-bruno-e-dom-justica-anula-depoimentos-de-reus-e-determina-que-testemunhas-de-defesa-sejam-ouvidas.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">os defensores conseguiram no Tribunal Regional da 1ª Região (TRF-1) o direito de ouvir as testemunhas indeferidas</a>. Somente após isso acontecer é que os três réus voltarão a ser interrogados.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c8c95">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um ano após o crime, <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/06/05/caso-bruno-e-dom-quem-e-janio-de-freitas-pescador-investigado-por-informar-rota-das-vitimas-aos-assassinos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">a Polícia Federal indiciou Ruben Villar, o Colômbia, como mandante do crime, e o pescador Jânio de Freitas</a>. Conforme os documentos da investigação, divulgados pelo Fantástico no domingo (4), Bruno Pereira estava sendo monitorado por uma organização criminosa chefiada por Rubén Villar.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Rede Amazônica</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*G1 AM</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Bruno e Dom: um ano após mortes, entidade denuncia &#8216;ações paliativas&#8217; no Vale do Javari e cobra proteção</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bruno-e-dom-um-ano-apos-mortes-entidade-denuncia-acoes-paliativas-no-vale-do-javari-e-cobra-protecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 12:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=27073</guid>

					<description><![CDATA[Os assassinatos do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips completam um ano nesta segunda-feira (5). Os dois foram mortos durante uma expedição no Vale do Javari, segunda maior terra indígena do país, localizada no interior do Amazonas. Um ano após crime, a principal entidade que representa indígenas da região &#8211; a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3696734674" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Os assassinatos do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips completam um ano nesta segunda-feira (5). Os dois foram mortos durante uma expedição no Vale do Javari, segunda maior terra indígena do país, localizada no interior do Amazonas.<br /><br />Um ano após crime, a principal entidade que representa indígenas da região &#8211; a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) &#8211; denuncia que as medidas de segurança adotadas pelo governo federal têm sido paliativas e insuficientes para acabar com a criminalidade e insegurança na região.<br /><br />Neste domingo (4), o advogado Eliésio Marubo e a Univaja publicaram um vídeo em que o procurador jurídico da entidade relembra as ações realizadas após os assassinatos.</p>
<div id="chunk-r5va">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O advogado afirmou que, depois das mortes, a Univaja estabeleceu contato com autoridades nacionais e de outros países. Mas, de acordo com ele, em um ano, nada avançou.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-331to">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Infelizmente, nós não tivemos muitas respostas das autoridades. Participamos incansavelmente da construção de uma pauta com o novo governo. Infelizmente, nós não tivemos a resposta que nós gostaríamos de ter&#8221;, se referindo à proteção do estado brasileiro à região.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c0h2g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o procurador jurídico, os moradores da região ainda sofrem com os mesmos problemas que resultaram nos assassinatos do indigenista e do jornalista. &#8220;O Vale do Javari continua a mercê do crime organizado&#8221;, enfatizou. &#8220;A situação continua assim como estava no momento da morte de Dom e Bruno. As pessoas continuam sendo ameaçadas&#8221;, completou.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="10">
<p class="content-text__container"><strong style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px">&#8216;Ações paliativas&#8217;</strong></p>
<p>Ao avaliar os 100 primeiros dias do governo Lula, Eliésio Marubo afirmou que houve &#8220;apenas algumas atividades e ações paliativas&#8221;.</p>
</div>
<div id="chunk-9ctaq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a class="" href="https://g1.globo.com/politica/blog/andreia-sadi/post/2023/06/02/dom-e-bruno-continuam-sendo-assassinados-no-vale-do-javari.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, na sexta-feira (2)</a>, o presidente da Univaja, Beto Marubo, já havia criticado a atuação das autoridades. Segundo ele, depois dos assassinatos, houve uma expectativa de que o Estado brasileiro se fizesse presente na área e desse uma resposta contundente. No entanto, as medidas adotadas não foram suficientes.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="39" data-block-id="14">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A maior parte das ações que foram executadas no Javari foram ações paliativas que, na prática, não vão resolver a questão do Vale do Javari: o enfrentamento da criminalidade, das quadrilhas organizadas, da pesca e caça ilegais&#8221; , afirmou.</blockquote>
<p>Eliésio Marubo afirmou que os indígenas continuam na tentativa de dialogar com as autoridades brasileiras e internacionais. &#8220;No sentido de construir uma nova ponte ou reconstruir a ponte de garantia dos direitos fundamentais das pessoas que vivem no Vale do Javari. Essa gente precisa de proteção. Essa precisa de políticas públicas eficazes que possam, de fato, minimizar todos os impactos que o crime organizado produziu na nossa região&#8221;, finalizou.</p>
</div>
<div id="chunk-48f5n">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="16">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/rPt_I9UJZdH90bnEAHHUyO6Lx_g=/0x0:843x547/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/7/J/EVA4THRgeeCbZvjPmNgg/bruno-pereira-um-dia-antes-de-ser-morto.png" alt="Imagem mostra Bruno em jornada ao Vale do Javari — Foto: Reprodução/Globoplay" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description  ">Imagem mostra Bruno em jornada ao Vale do Javari — Foto: Reprodução/Globoplay</p>
<div id="chunk-6d5i9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As falas dos líderes indígenas são reflexo da rotina na região. Em abril deste ano, <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/04/19/indigenas-do-vale-do-javari-onde-bruno-e-dom-morreram-sofrem-com-abandono-conflitos-e-ameacas-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">o g1 apurou novas ameaças feitas a uma liderança do povo Kanamari</a>. Na ocasião, homens armados com fuzis invadiram uma aldeia da etnia e ameaçaram o cacique. Segundo lideranças, a briga começou após a Polícia Federal apreender madeiras extraídas ilegalmente do território indígena. Um boletim de ocorrência foi feito sobre o caso.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-915c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="75" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em novembro do ano passado, os<a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/11/18/pescadores-ilegais-ameacam-exterminar-liderancas-indigenas-do-vale-do-javari-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> Kanamari já haviam denunciado que pescadores ilegais que atuam no Vale do Javari ameaçaram exterminar lideranças indígenas da região</a>. Na época, um pescador chegou a apontar uma arma para o peito de uma indígena e disse que <span class="highlight highlighted">&#8220;as mortes no Vale do Javari não iam acabar até que as principais lideranças do local sejam assassinadas&#8221;</span>. Os homens disseram ainda que a mulher estava na lista dos alvos dos criminosos.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="53" data-block-id="20">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Vou tirar a máscara para você ver meu rosto e te avisar que por conta de atitudes assim que Bruno e Dom foram mortos pela nossa equipe e você será a próxima. Só não te matarei agora porque estamos na presença de muitas crianças&#8221;, disse um dos pescadores à mulher, segundo os indígenas.</blockquote>
</div>
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<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/9p4ZtBRqBfeCoQiQgjsRSQOCohU=/0x0:880x810/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/h/7/Wt1SurTlGh2GHhLbdRtw/1685725816464855.jpg" alt="Bruno e Dom em fotos exclusivas — Foto: Reprodução/Globoplay" /></figure>
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<p class="content-media__description  ">Bruno e Dom em fotos exclusivas — Foto: Reprodução/Globoplay</p>
<div id="chunk-aiffm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em fevereiro, a<a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/02/27/ministra-chega-ao-am-para-visitar-o-vale-do-javari-regiao-onde-bruno-e-dom-foram-mortos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, e representantes dos Ministérios da Justiça e dos Direitos Humanos visitaram a terra indígena</a>. O objetivo da visita foi fortalecer a atuação das forças de segurança para garantir a proteção dos direitos indígenas, socioambientais e também de servidores que atuam na fiscalização do território.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na última semana, <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/06/02/um-ano-apos-mortes-de-bruno-e-dom-ministerio-cria-grupo-de-seguranca-do-vale-do-javari-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">a ministra mandou criar um grupo de trabalho de proteção territorial e de segurança da Terra Indígena</a>. A iniciativa tenta encontrar uma solução para a falta de segurança e aumento da criminalidade na região, mas ocorre após quase um ano das mortes de Bruno e Dom.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="25">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Julgamento</span></p>
</div>
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<div class=" mc-column  content-media__container">
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<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/qBle17tqTyS7rcsXWJswmRnsBMA=/0x0:1156x521/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/S/n/fqFwCmTlOB3n4Mo5SgAw/audiencia-do-caso-bruno-e-dom-foto-roney-elias-rede-amazonica.jpeg" alt="Audiência do caso Bruno e Dom. — Foto: Rôney Elias/Rede Amazônica" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description  ">Audiência do caso Bruno e Dom. — Foto: Rôney Elias/Rede Amazônica</p>
<div id="chunk-941oh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um ano após a morte dos dois, nenhum réu foi condenado pelos crimes. As primeiras audiências da ação penal estavam marcadas para ocorrer nos dias 23, 24 e 25 de janeiro, <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/01/20/justica-federal-remarca-audiencias-do-caso-bruno-e-dom-para-marco-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">mas não aconteceram por problemas técnicos</a>, conforme a Justiça Federal no Amazonas. <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/03/22/audiencias-do-caso-bruno-e-dom-sao-suspensas-pelo-terceiro-dia-seguido.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">As sessões, realizadas apenas em março, ficaram marcadas pela demora e instabilidades na internet</a>, o que prolongou ainda mais a finalização do processo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-14mdg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os réus Amarildo da Costa de Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva Lima, que estão detidos em presídios federais, <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/05/08/caso-bruno-e-dom-depoimento-dos-reus-comeca-com-horas-de-atraso.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">chegaram a ser interrogados em maio</a>, e na ocasião a justiça já havia dado um prazo para que tanto o Ministério Público Federal quanto a defesa dos réus apresentassem alegações finais. No entanto, os advogados conseguiram anular os interrogatórios.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d9jja">
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<div class=" mc-column  content-media__container">
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<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/mEEVrdq1y1af0K2eWaZw07NK5_E=/0x0:1280x720/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/E/E/BltHr4SKKfCqjaFGzd0w/depoimento-amarildo-da-costa-de-oliveira-jefferson-da-silva-lima-e-oseney-da-costa-de-oliveira-foto-rede-amazonica.jpg" alt="Amarildo da Costa de Oliveira, Jefferson da Silva Lima e Oseney da Costa de Oliveira — Foto: Rede Amazônica" /></figure>
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<p class="content-media__description  ">Amarildo da Costa de Oliveira, Jefferson da Silva Lima e Oseney da Costa de Oliveira — Foto: Rede Amazônica</p>
<div id="chunk-bk9to">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Isso porque, segundo os advogados, a defesa pediu que a Justiça Federal ouvisse mais testemunhas de defesa, o que foi negado pelo juiz Fabiano Verli, que conduzia o processo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5kkhb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a negativa por parte do magistrado, <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/05/16/caso-bruno-e-dom-justica-anula-depoimentos-de-reus-e-determina-que-testemunhas-de-defesa-sejam-ouvidas.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">os defensores conseguiram no Tribunal Regional da 1ª Região (TRF-1) o direito de ouvir as testemunhas indeferidas</a>. Somente após isso acontecer é que os três réus voltarão a ser interrogados.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7blo0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">À <strong>Rede Amazônica</strong>, a Justiça Federal informou que a defesa já apresentou os endereços atualizados das testemunhas que serão ouvidas, e que após o ato, definirá a data de interrogatório de Amarildo, Jefferson e Oseney.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Foto: Reuters/Ueslei Marcelino</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1 AM</p>
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		<title>Caso Bruno e Dom: acusados pelo crime devem ser ouvidos nesta segunda pela Justiça</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/caso-bruno-e-dom-acusados-pelo-crime-devem-ser-ouvidos-nesta-segunda-pela-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 12:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=25067</guid>

					<description><![CDATA[Os três acusados do assassinato do indigenista brasileiro Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips, serão ouvidos nesta segunda-feira (17), durante audiência de instrução e julgamento, em Tabatinga. A audiência vai definir se os acusados vão a júri popular. Os três réus &#8211; Amarildo da Costa de Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2452028698" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div id="chunk-aqjfh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os três acusados do <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/06/15/bruno-pereira-e-dom-phillips-a-cronologia-do-caso-desde-o-inicio-da-viagem.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">assassinato do indigenista brasileiro Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips</a>, serão ouvidos nesta segunda-feira (17), durante audiência de instrução e julgamento, em Tabatinga. <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/03/20/audiencias-do-caso-bruno-e-dom-tem-inicio-nesta-segunda-feira-20-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">A audiência vai definir se os acusados vão a júri popular.</a></p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-dq09h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os três réus &#8211;<a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/06/18/terceiro-suspeito-de-envolvimento-nas-mortes-de-bruno-e-dom-e-preso-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> Amarildo da Costa de Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva Lima</a> &#8211; serão ouvidos a partir das 8h, no horário de Tabatinga. Os acusados estão em presídios federais e vão participar da audiência por videoconferência.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a3qbc">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="5">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/qBle17tqTyS7rcsXWJswmRnsBMA=/0x0:1156x521/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/S/n/fqFwCmTlOB3n4Mo5SgAw/audiencia-do-caso-bruno-e-dom-foto-roney-elias-rede-amazonica.jpeg" alt="Audiência do caso Bruno e Dom — Foto: Rôney Elias/Rede Amazônica" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description  ">Audiência do caso Bruno e Dom — Foto: Rôney Elias/Rede Amazônica</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-9efb9">Em meio a problemas técnicos e de internet, nove pessoas, entre testemunhas e informantes, foram ouvidas durante cinco dias de audiência. Nesta segunda-feira, <strong>pela primeira vez os acusados vão ser ouvidos pela Justiça</strong>.</div>
<div id="chunk-34n3m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na audiência de instrução e julgamento, o objetivo é verificar se as provas testemunhais colhidas durante a fase do inquérito policial são robustas ou não para os acusados irem a júri popular.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="9">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Caso Bruno e Dom</span></p>
</div>
<div id="chunk-8jm9f">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="10">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/xnOyfHgBgTbHEEZMJOSNiIY9r4k=/0x0:640x360/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/A/z/sg2bzYShCjG1yuJYG4nA/thumbnail-image001.jpg" alt="Relator da Comissão Interamericana de Direitos Humanos afirma que Brasil deve esgotar as investigações sobre a possibilidade de encontrar mandantes nos assassinatos de Dom e Bruno — Foto: Getty Images via BBC" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description  ">Relator da Comissão Interamericana de Direitos Humanos afirma que Brasil deve esgotar as investigações sobre a possibilidade de encontrar mandantes nos assassinatos de Dom e Bruno — Foto: Getty Images via BBC</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-ih5k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a class="" href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/amazonia/noticia/2022/06/06/vale-do-javari-2a-maior-terra-indigena-do-pais-tem-historico-de-assassinato-de-agente-da-funai-e-e-palco-de-conflitos-tipicos-da-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os assassinatos de Bruno e Dom expuseram o grave problema da insegurança no Vale do Javari, segunda maior reserva indígena do país.</a></p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="112" data-block-id="12">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia, e<strong> foram vistos pela última vez no dia 5 de junho de 2022,</strong> quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael.</li>
<li>De São Rafael, seguiriam para Atalaia do Norte. A <strong>viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destin</strong>o.</li>
<li>As vítimas teriam foram mortas a tiros e os corpos, esquartejados, queimados e enterrados.</li>
<li>Segundo laudo de peritos da PF, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Já Dom foi baleado uma vez, no tórax.</li>
<li><a class="" href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2022/06/15/bruno-pereira-e-dom-phillips-remanescentes-humanos-encontrados-na-amazonia-serao-trazidos-para-brasilia.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os restos mortais dos dois foram encontrados em 15 de junho</a>.</li>
</ul>
<p>Amarildo da Costa Oliveira, o &#8220;Pelado&#8221;, Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como “Dos santos”, e Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”, foram presos suspeitos de cometerem os assassinatos.</p>
</div>
<div id="chunk-bgria">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além dos três acusados, no fim de janeiro, a Polícia Federal (PF) apontou Rubén Dario da Silva Villar, <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/01/23/colombia-foi-o-mandante-dos-assassinatos-de-bruno-pereira-e-dom-phillips-diz-pf.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">conhecido como &#8220;Colômbia&#8221;, como o mandante dos homicídios.</a></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1v7kj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Colômbia está preso desde dezembro do ano passado. Ele chegou a ser solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil, em outubro. A prisão foi decretada novamente pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas quando obteve liberdade provisória. Colômbia também é investigado por pesca ilegal e tráfico de drogas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cf0vq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo as investigações, &#8220;Colômbia&#8221; tinha relação direta com Amarildo. No processo, o Ministério Público Federal denunciou Amarildo, Oseney e Jefferson pelo assassinato das vítimas. De acordo com o superintendente, Colômbia também será indiciado.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Foto: Foto: TV Globo/Reprodução</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1 AM</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>&#8216;Colômbia&#8217; foi o mandante dos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips, diz PF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/colombia-foi-o-mandante-dos-assassinatos-de-bruno-pereira-e-dom-phillips-diz-pf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 00:48:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=19599</guid>

					<description><![CDATA[Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como &#8220;Colômbia&#8221;, foi o mandante dos assassinatos do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, ocorridos em junho de 2022 no Vale do Javari, no Amazonas. A informação foi confirmada pelo superintendente da Polícia Federal no estado, Alexandre Fontes, nesta segunda-feira (23). Colômbia está preso desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-356406495" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como &#8220;Colômbia&#8221;, foi o mandante dos assassinatos do indigenista brasileiro Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, ocorridos em junho de 2022 no Vale do Javari, no Amazonas. A informação foi confirmada pelo superintendente da Polícia Federal no estado, Alexandre Fontes, nesta segunda-feira (23).<br /><br />Colômbia está preso desde dezembro do ano passado. Ele havia sido solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil, em outubro. A prisão dele foi novamente decretada pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas por ocasião da concessão de sua liberdade provisória. Colômbia ainda é investigado por pesca ilegal e tráfico de drogas.</p>
<div id="chunk-4n98q">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo as investigações, &#8220;Colômbia&#8221; tinha relação direta com <span class="highlight highlighted">Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como &#8220;Pelado&#8221;</span>, que está <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/06/15/pf-diz-que-amarildo-confessa-participacao-em-assassinato-de-indigenista-e-jornalista-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">preso e confessou participação nas mortes de Bruno e Dom</a>. O irmão de Amarildo, Oseney, e Jefferson da Silva Lima, o &#8220;Pelado da Dinha&#8221;, também estão presos por suspeita do crime.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bsq4e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No processo, o Ministério Público Federal denunciou Amarildo, Oseney e Jefferson pelo assassinato das vítimas. <span class="highlight highlighted">De acordo com o superintendente, Colômbia deve ser indiciado pelo assassinato nos próximos dias.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2tcv6">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="9">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/GFd5MIzKIYVwmtzJBnx_tZbCHUw=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/C/j/n2fvd6TluMqcsAHhCwQQ/delegado-da-pf-no-amazonas-foto-matheus-castro-g1.jpeg" alt="Delegado da PF no Amazonas  — Foto: Matheus Castro/g1" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Delegado da PF no Amazonas — Foto: Matheus Castro/g1</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="36" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Não tenho dúvida que o mandante foi Colômbia. Temos provas de que ele fornecia as munições para Jefferson e Amarildo, as mesmas encontradas no caso. Ele pagou o advogado de defesa de Amarildo&#8221;, disse o delegado.</blockquote>
<p><strong>Quatro pessoas estão presas por participação direta nos assassinatos:</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="33" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Amarildo da Costa Oliveira, conhecido pelo “Pelado”;</li>
<li>Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como “Dos Dantos”;</li>
<li>Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”;</li>
<li>Rubens Dario da Silva Villar, conhecido como &#8220;Colômbia&#8221;.</li>
</ul>
<p>Fontes também disse que, além de Colômbia, a Polícia Federal conseguiu identificar a participação de mais um irmão de Amarildo da Costa Oliveira no crime. Segundo ele, Edvaldo da Costa Oliveira, forneceu a arma utilizada para matar Bruno e Dom.</p>
</div>
<div id="chunk-4qifs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Temos mais uma pessoa identificada, que é o irmão do Amarildo, o Edvaldo da Costa Oliveira. Nas investigações iniciais, ele teria participado da ocultação de cadáver, mas ficou evidente de que ele participou materialmente. Ele entregou a espingarda calibre 16 nas mãos do Jeferson, ciente de que ele a utilizaria no assassinato de Bruno e Dom&#8221;, disse o superintendente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7cpt9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A espingarda usada no crime, segundo o superintendente, ainda não foi encontrada. A Polícia Federal chegou a usar detectores de metal no rio próximo de onde aconteceu os assassinatos e também na área onde os corpos foram enterrados, mas sem sucesso. Edvaldo também vai responder como participante nas mortes.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A motivação é a pesca ilegal na região do Vale do Javari. E o autor intelectual, não tenho dúvidas, é o &#8216;Colombia&#8217;. Era ele também que fornecia embarcações para a pesca ilegal na região&#8221;, explicou o delegado.</blockquote>
<p>De acordo com o superintendente, Colômbia teria ligado para Amarildo na segunda-feira após o crime. As autoridades não tiveram acesso ao conteúdo da chamada, mas sabem que os dois conversaram por quase dois minutos.</p>
</div>
<div id="chunk-5h13j">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="20">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/bzAKozoz-RAUrYX7l4B7kpUash0=/0x0:1340x752/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/N/O/e3ntOqTzOX8fnhnMhGmA/colombia-caso-bruno-dom.jpg" alt="&quot;Colômbia&quot; suspeito de mandar matar Bruno e Dom. — Foto: Rede Amazônica." /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">&#8220;Colômbia&#8221; suspeito de mandar matar Bruno e Dom. — Foto: Rede Amazônica.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="21">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Audiências remarcadas</span></p>
<p>Na sexta-feira (20), a Justiça Federal no Amazonas <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/01/20/justica-federal-remarca-audiencias-do-caso-bruno-e-dom-para-marco-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">remarcou as primeiras audiências do processo que investiga os assassinados do indigenista brasileiro e do jornalista britânico</a>.</p>
<div id="chunk-s81b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As audiências estavam marcadas para ocorrer nos dias 23, 24 e 25 de janeiro, mas foram canceladas por problemas técnico e devem ocorrer nos dias 20, 21 e 22 de março.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ekup5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No processo, o Ministério Público Federal denunciou Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado, Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como “Dos Dantos”, e Jefferson da Silva Lima, conhecido como Pelado da Dinha pelo assassinato das vítimas. De acordo com o superintendente, Colômbia deve ser indiciado pelo assassinato nos próximos dias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5e5mn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Serão ouvidas as testemunhas de acusação e de defesa e os réus, segundo o juiz da Vara de Tabatinga, Fabiano Verli.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="27">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Relembre o crime</span></p>
<p>Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/07/05/um-mes-das-mortes-de-bruno-e-dom-veja-o-que-se-sabe-e-o-que-falta-esclarecer.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Eles foram vistos pela última vez em 5 de junho</a>, quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael. De lá, seguiam para Atalaia do Norte. A viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destino.</p>
</div>
<div id="chunk-9pm96">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os restos mortais deles foram achados em 15 de junho. As vítimas teriam sido mortas a tiros e os corpos, esquartejados, queimados e enterrados. Segundo laudo de peritos da PF, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Já Dom foi baleado uma vez, no tórax.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A polícia achou os restos mortais dos dois após Amarildo da Costa Oliveira confessar envolvimento nos assassinatos e indicar onde estavam os corpos.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1 AM</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">19599</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Justiça mantém prisão de envolvidos nos assassinatos de Dom Phillips e Bruno Araújo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/justica-mantem-prisao-de-envolvidos-nos-assassinatos-de-dom-phillips-e-bruno-araujo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 12:39:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=19380</guid>

					<description><![CDATA[Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como “Pelado”, Oseney da Costa de Oliveira, &#8220;Dos Santos” e Jefferson da Silva Lima, o “Pelado da Dinha” tiveram a prisão preventiva mantida, segundo decisão do juiz federal Fabiano Verli. O trio é envolvido no assassinatos e ocultação de cadáver do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista Dom Phillips, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-872195497" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como “Pelado”, Oseney da Costa de Oliveira, &#8220;Dos Santos” e Jefferson da Silva Lima, o “Pelado da Dinha” tiveram a prisão preventiva mantida, segundo decisão do juiz federal Fabiano Verli. O trio é envolvido no assassinatos e ocultação de cadáver do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista Dom Phillips, em junho de 2022, no Vale do Javari. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O magistrado informou que &#8220;não há qualquer possibilidade de o duplo homicídio ter acontecido por questões alheias ao reconhecido envolvimento das vítimas em temas de proteção a terras indígenas&#8221;. Bruno foi morto com três tiros, sendo um deles pelas costas, sem qualquer possibilidade de defesa, o que também qualifica o crime, e Dom foi assassinado apenas por estar com Bruno, de modo a assegurar a impunidade pelo crime anterior.   </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 geWpcq">
<div class="sc-121oxgh-0 eIPTrk"> </div>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">No ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) denunciou o trio por duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A procuradoria  destacou que Amarildo e Jefferson confessaram o crime, enquanto Oseney teve a participação comprovada por depoimentos de testemunhas. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Ainda conforme o MPF, a denúncia trouxe ao juízo da Subseção Judiciária Federal de Tabatinga (AM), onde o processo tramita no número 1000481-09.2022.4.01.3201, prints de conversas e cita os resultados de laudos periciais, com a análise dos corpos e objetos encontrados. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">De acordo com o MPF, já havia registro de desentendimentos entre Bruno e Amarildo por pesca ilegal em território indígena. O que motivou os assassinatos foi o fato de Bruno ter pedido para Dom fotografar o barco dos acusados, o que é classificado pelo MPF como motivo fútil e pode agravar a pena. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Colômbia</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O foragido da Justiça Ruben Dario da Silva Vilar, conhecido como Colômbia foi preso por agentes da Polícia Federal no dia 20 de dezembro de 2022. Ele, segundo a PF, é suspeito de envolvimento no assassinato ao indigenista Bruno Pereira e ao jornalista britânico Dom Phillips, cuja investigação ainda está em andamento.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Colômbia responde a um processo criminal por ser líder de uma associação criminosa que se dedica à pesca ilegal no Vale do Javari.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Conforme a PF, a prisão de Ruben foi novamente decretada pela Justiça Federal de Tabatinga porque o réu havia descumprido as condições impostas por ocasião da concessão de sua liberdade provisória.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Interrogatórios</strong><br /><br />Consta nos autos do processo, que o MPF tem 13 testemunhas, inclusive uma sob sigilo, além de duas testemunhas de defesa. O juiz federal decidiu que a audiência para oitivas de testemunhas e interrogatórios acontecerão nos dias 23, 24 e 25 de janeiro de 2023.</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Caso Bruno e Dom: PF no AM pede transferência de &#8216;Colômbia&#8217; para presídio de segurança máxima</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/caso-bruno-e-dom-pf-no-am-pede-transferencia-de-colombia-para-presidio-de-seguranca-maxima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 13:18:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal no Amazonas pediu à Justiça que Rubens Villar Coelho, conhecido como &#8220;Colômbia&#8221;, suspeito de ser o mandante dos homicídios do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, seja transferido para um presídio de segurança máxima. A solicitação foi feita no início na noite desta quarta-feira (21). &#8220;Colômbia&#8221; foi preso novamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1932041096" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Polícia Federal no Amazonas pediu à Justiça que Rubens Villar Coelho, conhecido como &#8220;Colômbia&#8221;, suspeito de ser o mandante dos homicídios do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, seja transferido para um presídio de segurança máxima. A solicitação foi feita no início na noite desta quarta-feira (21).<br /><br />&#8220;Colômbia&#8221; foi preso novamente nesta terça (20), no bairro Santa Etelvina, Zona Norte da capital amazonense, onde estava escondido. Ele havia sido solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil, em outubro.<br /><br />Por volta das 9h desta quarta, o suspeito ele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Manaus, onde realizou exame de corpo de delito.</p>
<div id="chunk-r8h4">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="8">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/sUlO6S0LbC42U6PdPhp1roEo3As=/0x0:1414x812/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/8/3/k5paQTQo6LwOYc26qvVw/colombia-caso-bruno-dom-manaus.jpg" alt="&quot;Colômbia&quot; realizou exame de corpo de delito no IML de Manaus.  — Foto: Henrique Filho/Rede Amazônica " /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">&#8220;Colômbia&#8221; realizou exame de corpo de delito no IML de Manaus. — Foto: Henrique Filho/Rede Amazônica</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-627br">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a PF, Colômbia é suspeito de chefiar uma quadrilha de pesca ilegal em áreas indígenas, em <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/atalaia-do-norte/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Atalaia do Norte</a>, no interior do estado, onde aconteceu os assassinatos de Bruno e Dom, e também por usar documentos falsos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6gh6l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A PF considera que ele oferece risco de fuga e é necessário que ele fique preso para não atrapalhar as investigações.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="11">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Descumprimento de decisão</span></p>
<p>Na decisão que decretou a prisão preventiva de Colômbia, o juiz Fabiano Verli informou que tem em mãos uma certidão do oficial de justiça atestando que no dia 6 de dezembro, o oficial procurou pelo acusado, para citá-lo e não conseguiu. Ele foi informado pela provável dona imóvel que ele não mora no local, que serviu de base para a soltura.</p>
<div id="chunk-cqo7r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda segundo a decisão, não há notícia do uso de tornozeleira eletrônica de rastreamento, pois a liberdade provisória só foi concedida sob a condição do uso de aparelho.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f6kua">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na decisão, o juiz coloca que Colômbia &#8220;não parece estar agindo conforme os ditames da liberdade provisória concedida&#8221; e que &#8220;por isso é obrigado a revogá-la, sob pena de vulneração da ordem social e descrédito do Poder Judiciário&#8221; e que ele deverá ser recolhido preventivamente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-855k3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme a PF, Colômbia será encaminhado para a audiência de custódia e, em seguida, regressará ao sistema prisional. A polícia também informou que irá solicitar o seu encaminhamento a um presídio federal de segurança máxima.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="17">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Prisão domiciliar</span></p>
<p>Colômbia seguiu para a prisão domiciliar em outubro e é obrigado a usar tornozeleira eletrônica. Ele também está proibido de viajar para fora do país e precisou entregar o passaporte para a Polícia Federal.</p>
</div>
<div id="chunk-12d6t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Ministério Público Federal (MPF) chegou a recorrer da decisão, mas o juiz federal Fabiano Verli manteve, no dia 18 de outubro, a liberdade provisória do suspeito.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-792lh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele também responde a outro processo que apura sua participação em organização criminosa armada e crimes ambientais.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3fqek">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Colômbia saiu da cadeia e foi conduzido ao Centro de Operações e Controle (COC) para a instalação da tornozeleira eletrônica, conforme determinação judicial.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em julho, Colômbia foi detido em flagrante por uso de documentos falsos ao ser ouvido na delegacia de Tabatinga sobre suposta participação nos homicídios. Ele negou envolvimento com o crime. E, apesar de negar participação nos assassinatos, uma das linhas de investigação da PF é de que Colômbia, que também seria um traficante de drogas, compra pescado ilegal de criminosos da região.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="24">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">O crime</span></p>
<p>Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez em 5 de junho, quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael. De lá, seguiam para Atalaia do Norte. A viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destino.</p>
</div>
<div id="chunk-f74r1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os restos mortais deles foram achados em 15 de junho. As vítimas teriam sido mortas a tiros e os corpos, esquartejados, queimados e enterrados. Segundo laudo de peritos da PF, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Já Dom foi baleado uma vez, no tórax.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fj0qu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A polícia achou os restos mortais dos dois após Amarildo da Costa Oliveira confessar envolvimento nos assassinatos e indicar onde estavam os corpos.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*G1 AM</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Justiça Federal condena suspeito de ordenar mortes de Bruno e Dom por falsidade ideológica, no AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/justica-federal-condena-suspeito-de-ordenar-mortes-de-bruno-e-dom-por-falsidade-ideologica-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 12:14:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Federal no Amazonas condenou Rubens Villar Coelho, o &#8220;Colômbia&#8221;, por falsidade ideológica. Ele é suspeito de ordenar as mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips. A sentença foi proferida na segunda-feira (12) pelo juiz Fabiano Verli, da Vara de Tabatinga e cabe apelação. Segundo o juiz, &#8220;Colômbia&#8221; admitiu ter [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2722540434" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Justiça Federal no Amazonas condenou Rubens Villar Coelho, o &#8220;Colômbia&#8221;, por falsidade ideológica. Ele é suspeito de ordenar as mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips. A sentença foi proferida na segunda-feira (12) pelo juiz Fabiano Verli, da Vara de Tabatinga e cabe apelação.<br /><br />Segundo o juiz, &#8220;Colômbia&#8221; admitiu ter participado da confecção do documento ideologicamente falso, repassando a um funcionário público os dados falsos, fingindo ser brasileiro; e depois usou o documento na sede da Polícia Federal de Tabatinga.<br /><br />&#8220;Colômbia&#8221; foi detido em flagrante em julho deste ano por uso de documentos falsos ao ser ouvido na delegacia de Tabatinga sobre suposta participação nos homicídios. Ele negou envolvimento no crime.</p>
<div id="chunk-crc1k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar de não confirmar participação nos assassinatos, uma das linhas de investigação da PF é de que <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/07/09/quem-e-colombia-novo-investigado-pela-policia-federal-no-caso-bruno-e-dom-no-am.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&#8220;Colômbia&#8221;, é suspeito de chefiar uma quadrilha de pesca ilegal em áreas indígenas no Vale do Javari</a>, no Amazonas, e investigado por envolvimento com tráfico de drogas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7e2ae">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em outubro deste ano, a Justiça Federal concedeu liberdade provisória ao réu. No entanto, ele só foi solto <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/10/22/caso-bruno-e-dom-suspeito-de-ordenar-assassinatos-de-indigenista-e-jornalista-e-solto.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">após pagar fiança de R$ 15 mil</a>. No entanto, como responde a outro processo criminal, &#8220;Colômbia&#8221; seguiu para a prisão domiciliar e é obrigado a usar tornozeleira eletrônica.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6noh1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pena de &#8220;Colômbia&#8221; foi fixada em dois anos de reclusão e 90 dias-multa. No entanto, como determina o Código Penal, a pena aplicada foi menor que quatro anos e o crime não foi cometido com violência ou grave ameaça, houve substituição da pena privativa de liberdade em pena restritiva de direitos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-886f8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O réu deverá pagar R$ 15 mil, parceláveis em cinco vezes, e uma multa no valor de R$ 5 mil, também parcelável. O pagamento deve ocorrer no dia 10 do segundo mês após o trânsito em julgado da sentença, ou seja, quando não houver mais como recorrer das decisões judiciais no curso da ação penal.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dgquf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Caso &#8220;Colômbia&#8221; não pague os valores, ele poderá ser preso por descumprimento.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>Outros envolvidos</h2>
</div>
<p>Outros três homens são investigados pelos assassinatos:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="25" data-block-id="15">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Amarildo da Costa Oliveira, conhecido pelo “Pelado”;</li>
<li>Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como “Dos Dantos”;</li>
<li>Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”.</li>
</ul>
<p><a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/07/22/ministerio-publico-federal-denuncia-tres-pessoas-pelos-assassinatos-de-bruno-pereira-e-dom-phillips.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os três estão presos</a>, em decorrência das investigações.</p>
</div>
<div id="chunk-au7lu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na denúncia apresentada à Justiça, o Ministério Público Federal entendeu que os três homens devem ser julgados por duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáver.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ci25l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O MPF argumentou que Amarildo e Jefferson confessaram o crime. Disse ainda que a participação de Oseney foi mencionada em depoimentos de testemunhas.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="19">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">O crime</span></p>
<p>Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez em 5 de junho, quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael. De lá, seguiam para Atalaia do Norte. A viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destino.</p>
</div>
<div id="chunk-50p7c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os restos mortais deles foram achados em 15 de junho. As vítimas teriam sido mortas a tiros e os corpos, esquartejados, queimados e enterrados. Segundo laudo de peritos da PF, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Já Dom foi baleado uma vez, no tórax.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2p6nn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A polícia achou os restos mortais dos dois após Amarildo da Costa Oliveira confessar envolvimento nos assassinatos e indicar onde estavam os corpos.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1 AM</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">16476</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Caso Bruno e Dom: OEA pede proteção a 11 pessoas ligadas a Unijava em situação de &#8216;grave risco&#8217;</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/caso-bruno-e-dom-oea-pede-protecao-a-11-pessoas-ligadas-a-unijava-em-situacao-de-grave-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Nov 2022 11:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=13999</guid>

					<description><![CDATA[A Organização dos Estados Americanos (OEA) solicitou ao Brasil que adote medidas para proteger 11 pessoas ligadas a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Unijava) e que participaram nas buscas pelo indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips, mortos em junho. A decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) foi divulgada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1305173748" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Organização dos Estados Americanos (OEA) solicitou ao Brasil que adote medidas para proteger 11 pessoas ligadas a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Unijava) e que participaram nas buscas pelo indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips, mortos em junho. A decisão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) foi divulgada nesta segunda-feira.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a decisão, os 11 estão em situação de &#8220;grave risco&#8221;:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A Comissão observa que as 11 pessoas propostas beneficiárias receberam ameaças e assédio devido a seus trabalhos como defensores, como pessoas que demandam justiça pelo assassinato de Araújo Pereira e Phillips&#8221;, diz o documento assinado por Tania Reneaum Panszi, secretaria executiva da CIDH.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A resolução é decorrente de um pedido da Unijava feito em julho deste ano para que a CIDH concedesse a esse grupo medidas cautelares para sua proteção. Um mês antes, o mesmo órgão havia concedido medidas semelhantes a Bruno Pereira e Dom Phillips, que ainda se encontravam desaparecidos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="19" data-block-id="7">
<p>Para justificar o pedido, a Unijava levantou o histórico de violência contra os povos indígenas e seus defensores na região. Entre os episódios lembrados, está o do assassinato do funcionário da Funai Maxciel Pereira dos Santos, morto a tiros em 2019, no município de Tabatinga. O caso até hoje não foi solucionado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Há ainda relatos de outros ataques e ameaças, alguns ocorridos ainda neste ano, como quando funcionários da Funai receberam visitas de garimpeiros armados no Vale do Javari. Os membros da Unijava também receberam cartas com ameaças a suas vidas e foram alvos de ameaças diretas em praças de Atalaia do Norte, município onde a morte de Bruno e Dom ocorreu.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um dos membros da organização estaria impossibilitado de retornar a cidade por conta das ameaças. A comissão aponta ainda para a presença do tráfico de drogas, mineração e pescas ilegais na região.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Beto Marubo, Cristóvão Negreiros, Eliesio Marubo, Higson Dias, Juliana Oliveira, Manoel Barbosa da Silva, Natália France Neves Carvalho, Orlando Possuelo, Paulo Dollis, Varnei Kanamary e Valdir Estevão Marubo são os membros da Unijava citados pela CIDH.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os acusados pela morte de Bruno Pereira e Dom Phillips, Amarildo da Costa, Oseney da Costa e Jefferson da Silva, serão ouvidos em audiência de instrução processual nos dias 22, 23 e 24 de janeiro de 2023.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="14">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">CNJ encerra grupo de trabalho</span></p>
<p>O Conselho Nacional de Justiça encerrou o grupo de trabalho criado em junho para acompanhar os fatos ligados ao desaparecimento de Bruno Pereira e Dom Phillips. Com o relatório final produzido pelo grupo, a presidente do CNJ, ministra Rosa Weber, determinou uma série de providências internas, na sexta-feira passada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o despacho, a ação penal relativa ao assassinato da dupla deverá ser monitorada pelo Observatório Nacional sobre Questões Ambientais, Econômicas e Sociais de Alta Complexidade e Grande Impacto e Repercussão.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A ministra determina também a &#8220;efetiva instalação do Fórum Nacional do Poder Judiciário para Monitoramento e Efetividade das Demandas Relacionadas aos Povos Indígenas e Tribais (Fonit)&#8221;. Esse órgão foi criado em resolução do presidente anterior do CNJ, o ministro Luiz Fux, em abril deste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="20">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Relembre o caso</span></p>
<p>Bruno e Dom foram assassinados a tiros quando voltavam de uma viagem pelo rio Itacoaí, no dia 5 de junho, após uma emboscada.<a href="https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2022/10/bruno-e-dom-apos-soltura-de-colombia-comissao-arns-cobra-autoridades-por-empenho-na-solucao-de-crime.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> Colômbia</a> estava preso por conta de outro mandado de prisão, este por associação armada ligada a crimes ambientais, onde se investiga a sua relação com o crime brutal e a liderança de uma organização criminosa que usa a pesca ilegal na região para lavar dinheiro do narcotráfico na tríplice fronteira do Brasil com a Colômbia e o Peru.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O desaparecimento foi revelado pelo GLOBO e confirmado pela União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), região com a maior concentração de povos indígenas isolados do mundo, no dia 6 de junho. O <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2022/10/bruno-e-dom-risco-de-fuga-sem-volta-e-duvida-sobre-real-identidade-de-colombia-opoem-mpf-e-justica.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">indigenista Bruno Araújo</a>, que acompanhava o jornalista britânico, era alvo constante de ameaças pelo trabalho que vinha fazendo junto aos indígenas contra invasores na região, pescadores, garimpeiros e madeireiros.</p>
</div>
<section id="gallery-fc3bbcc2-6bd2-4205-a176-1355a97b7fc3" class="galeria-fotos">
<h3 class="gallery-mosaic-title ">Veja fotos do velório de Dom Philips, o jornalista britânico morto na Amazônia</h3>
<div class="gallery-mosaic-container carousel__container ">
<div class="gallery-mosaic-wrapper carousel__wrapper">
<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-first-item landscape"><img loading="lazy" decoding="async" id="image-id-tumb-6f00f925-c1dc-44d4-8026-9aa77cac15ff" role="button" src="https://s2.glbimg.com/UEx8yt9JSB3oC2iDR08VAcalRcg=/0x0:1296x864/648x248/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/j/X/gAAiBsTeO3IsAdULxWKA/99683232-pa-niteroi-rj-26-06-2022-velorio-de-dom-phillips-familiares-e-amigos-no-velorio-do.jpg" alt="Familiares de Dom Phillips durante velório em Niterói — Foto: Márcia Foletto/Infoglobo" width="1296" height="864" data-posicao="1" /></div>
<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-seccond-item landscape"><img loading="lazy" decoding="async" id="image-id-tumb-392755f6-9476-4dab-82b4-37a6f3194d76" role="button" src="https://s2.glbimg.com/urrXa5wXLB4KtF7JlnPZxpR7KYw=/0x0:3269x2271/323x182/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/g/B/uAE2wGRGiXnL6AwFAANQ/99683898-brasil-niteroi-rj-26-06-2022-velorio-do-jornalista-ingles-dom-phillips-assassinado-no-va.jpg" alt="Familiares se consolam no velório de Dom Philips — Foto: Marcia Foletto / Agência O Globo" width="3269" height="2271" data-posicao="2" /></div>
<div class="gallery-mosaic-last-item-overlay landscape" role="button"> </div>
<div class="gallery-mosaic-item gallery-mosaic-last-item landscape"><img loading="lazy" decoding="async" id="image-id-tumb-d2a19ba8-65b6-4654-b747-6107113df111" role="button" src="https://s2.glbimg.com/d3WNA7H6VgLlDon3YyZA8vOMCW8=/0x0:4032x3024/323x182/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/s/g/SOLSqlSm6ygDeXcjy84A/99683930-brasil-niteroi-rj-26-06-2022-velorio-do-jornalista-ingles-dom-phillips-assassinado-no-va.jpg" alt="A viúva de Dom, Alessandra Sampaio, e a irmã, Sian Phillips, leram um pronunciamento para a imprensa — Foto: Marcia Foletto / Agência O Globo" width="4032" height="3024" data-posicao="3" /></div>
</div>
</div>
<div class="gallery-mosaic-subtitle"> </div>
</section>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A PF também investiga se um esquema de lavagem de dinheiro para o narcotráfico por meio da venda de peixes e animais pode estar relacionado ao desaparecimento da dupla.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O GLOBO apurou que apreensões de peixes que seriam usados no esquema foram feitas recentemente por Bruno Pereira, que acompanhava indígenas da Equipe de Vigilância da União dos Povos Indígenas do Javari (Unijava). As embarcações levavam toneladas de pirarucus, peixe mais valioso no mercado local e exportado para vários países, e de tracajás, espécie de tartaruga considerada uma especiaria e oferecida em restaurante sofisticados dentro e fora do país.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="76" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A ação de Pereira contrariou o interesse do narcotraficante conhecido como &#8220;Colômbia&#8221;, que tem dupla nacionalidade brasileira e peruana. Ele usa a venda dos animais para lavar o dinheiro da droga produzida no Peru e na Colômbia, que fazem fronteira com a região do Vale do Javari, vendida a facções criminosas no Brasil. Há suspeita de que ele teria ordenado a Amarildo da Costa de Oliveira, o Pelado, a colocar a “cabeça de Bruno a leilão”.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13999</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Caso Bruno e Dom: Justiça autoriza soltura de suspeito de ordenar assassinatos de indigenista e jornalista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/caso-bruno-e-dom-justica-autoriza-soltura-de-suspeito-de-ordenar-assassinatos-de-indigenista-e-jornalista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 16:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Bruno e Dom]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=11386</guid>

					<description><![CDATA[A Justiça Federal do Amazonas autorizou a soltura de Rubens Villar Coelho, conhecido como Colômbia, suspeito de ser o mandante dos homicídios do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips. A autorização foi dada na última quinta-feira (6). Segundo a defesa de Colômbia, o suspeito vai passar por uma audiência de custódia no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3085941492" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Justiça Federal do Amazonas autorizou a soltura de Rubens Villar Coelho, conhecido como Colômbia, suspeito de ser o mandante dos homicídios do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips. A autorização foi dada na última quinta-feira (6).<br /><br />Segundo a defesa de Colômbia, o suspeito vai passar por uma audiência de custódia no próximo dia 24 para tratar da liberdade em um outro processo que apura sua participação em organização criminosa armada e crimes ambientais.<br /><br />Por esse motivo, Colômbia deverá seguir preso até que saia o resultado dessa audiência.<br /><br />O advogado Eduardo de Souza Rodrigues informou que a Justiça revogou a privisão preventiva por reconhecer o direito de Colômbia de responder o processo em liberdade.</p>
<p>De acordo com Rodrigues, foi concedida a liberdade provisória, submetida a medidas cautelares, como o pagamento de uma fiança de R$ 15 mil, uso de tornozeleira eletrônica e proibição de moradia em Manaus.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Rodrigues afirmou que Colômbia é investigado pelos homicídios, mas que a &#8220;PF ainda não reuniu um único elemento de ligação dele com as mortes&#8221;. O advogado disse ainda que a defesa trabalha para mostrar que ele não participou do crime.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Ministério Público Federal recorreu da soltura ainda na quinta-feira (6). A procuradora da República Aline dos Santos afirmou que a liberdade &#8220;possibilitará que a associação criminosa que atua na região de Atalaia do Norte volte a agir com normalidade. O líder da associação estará livre para reorganizar o grupo. Há, dessa forma, alto risco de reiteração&#8221;, escreveu.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/politica/blog/andreia-sadi/post/2022/07/08/pf-prende-suspeito-conhecido-como-colombia-em-flagrante-por-documento-falso.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Colômbia foi detido em flagrante </a>por uso de documentos falsos ao ser ouvido na delegacia de Tabatinga sobre suposta participação nos homicídios. À época, ele negou envolvimento com os assassinatos.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Polícia Federal, no entanto, aproveitou a prisão de Colômbia para aprofundar as investigações sobre as mortes do jornalista e do indigenista.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As mortes de Bruno e Dom ocorreram em junho deste ano na região da Terra Indígena Vale do Javari. Apesar de negar participação nos crimes, Colômbia é apontado por indígenas como o mandante das mortes de Bruno e Dom.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele também é suspeito de usar o esquema da pesca ilegal de pirarucu, tracajás e animais de caça para lavar dinheiro do narcotráfico.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="17">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Outros envolvidos</span></p>
<p>Outros três homens são investigados pelos assassinatos:</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="24" data-block-id="19">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Amarildo da Costa Oliveira, conhecido pelo “Pelado”</li>
<li>Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como“Dos Dantos”</li>
<li>Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”</li>
</ul>
<p>Os <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/07/22/ministerio-publico-federal-denuncia-tres-pessoas-pelos-assassinatos-de-bruno-pereira-e-dom-phillips.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">três estão presos</a>, em decorrência das investigações.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na denúncia apresentada à Justiça, o Ministério Público Federal entendeu que os três homens devem ser julgados por duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáver.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O MPF argumentou que Amarildo e Jefferson confessaram o crime. Disse ainda que a participação de Oseney foi mencionada em depoimentos de testemunhas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="23">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">O crime</span></p>
<p>Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez em 5 de junho, quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael. De lá, seguiam para Atalaia do Norte. A viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destino.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os restos mortais deles foram achados em 15 de junho. As vítimas teriam sido mortas a tiros e os corpos, esquartejados, queimados e enterrados. Segundo laudo de peritos da PF, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Já Dom foi baleado uma vez, no tórax.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A polícia achou os restos mortais dos dois após Amarildo da Costa Oliveira confessar envolvimento nos assassinatos e indicar onde estavam os corpos.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Getty Images via BBC</p>
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<p>*g1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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