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	<title>capacidade - Portal NDC</title>
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	<title>capacidade - Portal NDC</title>
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		<title>Alerta das florestas: vegetação pode estar perdendo capacidade de absorver carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 17:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[Problema é ainda mais sério porque maioria dos países conta com florestas para impedir aumento da temperatura global Florestas e outros biomas terrestres não conseguiram absorver gás carbônico em ritmo suficiente para fazer frente às emissões de combustíveis fósseis em 2023, levando a uma taxa de crescimento de CO2 na atmosfera 86% maior do que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2689829316" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Problema é ainda mais sério porque maioria dos países conta com florestas para impedir aumento da temperatura global</p>
<p>Florestas e outros biomas terrestres não conseguiram absorver gás carbônico em ritmo suficiente para fazer frente às emissões de combustíveis fósseis em 2023, levando a uma taxa de crescimento de CO2 na atmosfera 86% maior do que no ano anterior, segundo estudo europeu publicado na revista National Science Review, em outubro. </p>
<p>Os pesquisadores concluíram que a alta foi provocada por um enfraquecimento na capacidade dos ecossistemas de absorver o gás do efeito estufa. Isso ocorreu em um ano que foi extremamente quente, com secas intensas na floresta amazônica e enormes incêndios florestais no Canadá. </p>
<p>O estudo acendeu um alerta logo antes da 29ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP29), que começou na segunda-feira, 11 de novembro, em Baku, capital do Azerbaijão. Dos 143 países com metas de redução de emissões, que serão novamente discutidas a partir da COP, pelo menos 118 deles dependem de suas florestas para atingir os objetivos e evitar que a Terra aqueça mais de 1,5 ºC na comparação com a temperatura média do período pré-industrial. </p>
<p>Por décadas a fio, as florestas, a vegetação e o solo dos biomas vêm ajudando a humanidade nessa tarefa, absorvendo grande parte – cerca de 30% – das emissões de gás carbônico provocadas pela queima de combustíveis fósseis. Isso acontece naturalmente por meio da fotossíntese – processo de “alimentação” das plantas, por meio do qual elas absorvem o CO2 na atmosfera para produzir a matéria-prima necessária para seu crescimento. </p>
<p>O estudo europeu e outras pesquisas, no entanto, apontam que essa absorção pode estar enfraquecendo, pelo menos em algumas partes do mundo.</p>
<p>Ainda há muitas dúvidas na comunidade científica sobre o tamanho desse enfraquecimento, suas causas, se ele varia ao longo do tempo e se seria reversível. Mas as evidências preliminares, caso confirmadas, preocupam.</p>
<p>“Se as florestas e os oceanos deixarem de remover o gás carbônico como vinham removendo há décadas, nossas metas teriam que ser muito mais ambiciosas, teríamos que dar uma superacelerada no corte de emissões – e estamos muito longe disso”, diz o meteorologista Carlos Nobre, um dos maiores especialistas brasileiros em mudanças climáticas. </p>
<p>No ano passado, as emissões cresceram 1,3%. Segundo o relatório mais recente da ONU sobre o tema, se todas as metas dos países fossem realmente cumpridas, ainda estaríamos caminhando para um aquecimento de 2,6 ºC até o fim do século na comparação com a era pré-industrial. </p>
<p>Se 2023 já tinha sido o ano mais quente registrado na história, este ano promete ser ainda pior. Segundo levantamento do observatório Copernicus, da União Europeia, 2024 deve se tornar o primeiro ano a registrar um aumento da temperatura média global acima de 1,5 ºC. </p>
<p>Nesse cenário – e enquanto falhamos miseravelmente em cortar as emissões – estamos todos contando com a absorção realizada pelas florestas.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Amazônia pode estar se tornando fonte de carbono</strong></h2>
<figure class="wp-block-image size-full">
<div id="attachment_297321" style="width: 792px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-297321" class="wp-image-297321" src="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono.jpg" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" srcset="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono.jpg 782w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono-600x397.jpg 600w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono-768x508.jpg 768w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Queimadas_carbono-150x99.jpg 150w" alt="florestas,absorver carbono" width="782" height="517" /><p id="caption-attachment-297321" class="wp-caption-text">Pesquisadores concluíram que a alta foi provocada por um enfraquecimento na capacidade dos ecossistemas de absorver o gás do efeito estufa (Foto: Mayangdi Inzaulgarat / Ibama)</p></div>
</figure>
<p>Para Philippe Ciais, um dos autores do estudo publicado em outubro e diretor do Laboratório para Ciências Climáticas e Ambientais, instituto de pesquisa francês, a grande pergunta é como essa capacidade de absorção varia no tempo e se ela continuará retirando da atmosfera a mesma quantidade de gás carbônico das emissões humanas como fez no passado. </p>
<p>Em artigo publicado em agosto, outro grupo de pesquisadores europeus indicou uma perda de força de 25% na absorção de florestas e vegetação da Europa entre 2000 e 2010. </p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Essa redução parece ser impulsionada por uma combinação de fatores: aumento na intensidade do manejo florestal (extração controlada de madeira e outros produtos florestais) e uma elevação na frequência e gravidade de distúrbios naturais”, explicou Ronny Lauerwald, da universidade francesa Paris-Saclay e um dos autores do estudo, em entrevista à Pública. </p>
</blockquote>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“No entanto, quantificar com precisão a contribuição de cada um desses fatores para a capacidade decrescente de absorção de CO₂ das florestas europeias continua sendo um desafio significativo”, disse ele.</p>
</blockquote>
<p>No Brasil, alguns levantamentos científicos também apontam para um enfraquecimento da floresta amazônica.</p>
<p>Pior ainda: algumas partes da floresta, principalmente as mais afetadas por queimadas e desmatamento, já estariam se tornando fonte de carbono, como mostram os trabalhos conduzidos pela cientista Luciana Gatti, coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As estimativas do balanço de carbono da Amazônia na última década indicam que a Amazônia como um todo é agora uma fonte de carbono (ou seja, perde carbono para a atmosfera) na ordem de 1,1 Gt CO2 por ano”, diz um artigo recente assinado por Gatti e outros pesquisadores.</p>
</blockquote>
<p>“A Amazônia vem atuando historicamente como sumidouro [absorvendo carbono], porém isso vem perdendo força, uma redução de 30% desde os anos 1990”, diz o ecólogo David Lapola, pesquisador do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Unicamp e coordenador do AmazonFACE, um experimento de campo inédito que quer, justamente, entender até onde vai a absorção de CO2 pela floresta. </p>
<p>Por meio de grandes torres equipadas com sensores em uma área de floresta madura, o experimento vai expor a vegetação a uma concentração maior de CO2 do que a atual para entender o que pode acontecer com a floresta no futuro. Em tese, quanto mais CO2, mais eficiente é a fotossíntese.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mas as observações estão mostrando que esse efeito tem seus limites”, diz Lapola.</p>
</blockquote>
<p>O pesquisador explica que as principais hipóteses para essa limitação são duas: a primeira seria a da falta de nutrientes no solo, que impede a absorção efetiva do carbono pela planta. Na Amazônia, o principal problema pode ser a ausência de fósforo. </p>
<p>A segunda hipótese é a mudança climática, com o aumento dos extremos (mais dias de temperaturas muito altas, secas intensas seguidas por chuvas também extremas), que estaria afetando a capacidade da floresta de funcionar como funcionou por milhares de anos. </p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando falamos da Amazônia como sumidouro [que absorve CO2], estamos falando o quanto a floresta vai nos ajudar a conter a mudança do clima. Mas tem o outro lado dessa moeda, que é a floresta em si estar vulnerável à mudança climática”, afirma Lapola.</p>
</blockquote>
<figure class="wp-block-image size-full is-resized">
<div id="attachment_297326" style="width: 939px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-297326" class="wp-image-297326" src="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao.jpg" sizes="(max-width: 929px) 100vw, 929px" srcset="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao.jpg 929w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao-600x333.jpg 600w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao-768x426.jpg 768w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Floresta_torre-contemplacao-150x83.jpg 150w" alt="florestas,absorver carbono" width="929" height="515" /><p id="caption-attachment-297326" class="wp-caption-text">Experimento com grandes torres equipadas com sensores em área de floresta madura expõe a vegetação a uma concentração maior de CO2 para entender o que pode acontecer com a floresta no futuro. (Foto: Dado Galdieri / AmazonFACE)</p></div>
</figure>
<p>O pesquisador Marcos Costa, professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e um dos autores do último grande relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que reúne as evidências científicas de ponta sobre o clima, afirma que é preciso olhar para o balanço global para avaliar o tamanho do problema.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Aparentemente, os enfraquecimentos dos sumidouros de carbono [biomas que atuam absorvendo o gás] são locais, ainda não vemos uma tendência global.” </p>
</blockquote>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Na Amazônia está enfraquecendo? Muito provavelmente está, temos os artigos indicando até a mudança de sinal, de sumidouro para fonte, o que é muito preocupante. Mas globalmente o que importa é que, se perdeu a capacidade aqui, outras florestas ainda estão compensando”, explica Costa. </p>
</blockquote>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Faltou combinar com a floresta: modelos desatualizados e metas irreais</strong></h2>
<p>Em nível local, o enfraquecimento dos sumidouros importa para os países em seus esforços de conter emissões. O caso da Finlândia é ilustrativo. </p>
<p>O país nórdico se comprometeu a se tornar carbono neutro até 2035 – cortando emissões e compensando as restantes com a capacidade de absorção de sua vasta cobertura florestal.</p>
<p>Faltou, porém, combinar com a floresta. Entre 2009 e 2022, a absorção por floresta, vegetação e solo diminuiu 90%, segundo um levantamento do jornal britânico The Guardian.</p>
<p>Assim, apesar de o país ter cortado 43% das emissões em todos os setores, o balanço líquido está aproximadamente no mesmo nível da década de 1990. </p>
<p>Um alívio para os países que usam as remoções florestais para calcular suas metas de cortes de emissões é que ainda falta consenso científico sobre o tamanho das limitações na capacidade comprovada das florestas de absorver CO2. </p>
<p>Pelas diretrizes atuais, nas quais os países se baseiam para reportar suas emissões, florestas em pé absorvem carbono.</p>
<p>O Brasil, por exemplo, contabiliza as remoções feitas pela vegetação de áreas protegidas, como unidades de conservação e terras indígenas.</p>
<figure class="wp-block-image size-full">
<div id="attachment_297327" style="width: 793px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-297327" class="wp-image-297327" src="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta.jpg" sizes="(max-width: 783px) 100vw, 783px" srcset="https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta.jpg 783w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta-600x397.jpg 600w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta-768x508.jpg 768w, https://realtime1.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Planta-floresta-150x99.jpg 150w" alt="florestas,absorver carbono" width="783" height="518" /><p id="caption-attachment-297327" class="wp-caption-text">Estudo acendeu alerta logo antes da 29ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (Foto: Rodrigo-Pozzebom / Agência Brasil)</p></div>
</figure>
<p>Marcos Costa, da UFV, aponta que faltam recursos para melhorar os modelos de vegetação, sobre os quais ainda há “grandes incertezas”.</p>
<p>Por anos ele trabalhou nesses cálculos, mas diz que, na última década, os investimentos caíram muito, estagnando o desenvolvimento. </p>
<p>E há ainda um passo anterior, diz Costa: para alimentar os modelos, seria necessário produzir muito mais dados com experimentos de campo sobre a capacidade de absorção das florestas e suas limitações – como o AmazonFACE, que deve começar a operar no ano que vem.</p>
<p>“Os modelos precisam considerar melhor o fogo, a degradação florestal e a mortalidade causada pelas secas, que estão no geral ausentes das equações”, diz Ciais, do Laboratório para Ciências Climáticas e Ambientais. Para ele, essas ausências tornam essas projeções “muito otimistas” em relação aos sumidouros terrestres.</p>
<p>Enquanto isso, diferentes países, como o Brasil, continuam contando com a capacidade de suas florestas de absorver carbono para limitar o aquecimento global. </p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A pergunta prática mais urgente é se medidas eficazes podem ser implementadas para evitar a degradação adicional dos sumidouros de carbono”, afirma o pesquisador Lauerwald. “Abordar essa questão pode fornecer orientações críticas para a política climática.” </p>
</blockquote>
<p>No caso brasileiro, garantir que a Amazônia continue absorvendo carbono passa, obrigatoriamente, por conter o desmatamento e a degradação da floresta.</p>
<p>A boa notícia é que pelo menos a primeira parte dessa tarefa vem sendo cumprida. Segundo os dados oficiais do Inpe, a taxa de desmatamento na Amazônia Legal caiu 30,6% entre agosto de 2023 e julho de 2024, atingindo a menor área desde 2015.</p>
<p>Trata-se da terceira queda consecutiva, um ganho indispensável para a manutenção da floresta. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <em><a href="https://apublica.org/2024/11/alerta-das-florestas-vegetacao-pode-estar-perdendo-capacidade-de-absorver-carbono/?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=transmissao&amp;utm_campaign=alertafloresta#_" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow" data-type="link" data-id="https://apublica.org/2024/11/alerta-das-florestas-vegetacao-pode-estar-perdendo-capacidade-de-absorver-carbono/?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=transmissao&amp;utm_campaign=alertafloresta#_">Agência Pública</a></em></p>
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