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	<title>Câmbio - Portal NDC</title>
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	<title>Câmbio - Portal NDC</title>
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		<title>Entenda como fica o IOF após derrubada de decreto</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/entenda-como-fica-o-iof-apos-derrubada-de-decreto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 16:55:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alíquotas]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[Câmbio, crédito e previdência privada voltam a alíquotas anteriores A derrubada do decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)  provocou a terceira mudança nas alíquotas em pouco mais de um mês. As alíquotas que vigoravam até 22 de maio, quando o Ministério da Fazenda anunciou as mudanças, foram retomadas. A revogação do decreto cria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3220909851" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Câmbio, crédito e previdência privada voltam a alíquotas anteriores</p>
<p><strong>A derrubada do decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)  provocou a terceira mudança nas alíquotas em pouco mais de um mês. As alíquotas que vigoravam até 22 de maio, quando o Ministério da Fazenda anunciou as mudanças, foram retomadas.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648756&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648756&amp;o=node" /></p>
<p>A revogação do decreto cria um desafio para o governo, ao provocar perda de R$ 12 bilhões em arrecadação para 2025, segundo a Receita Federal. No entanto, para o cidadão, as mudanças aliviam o bolso, com alíquotas menores sobre as operações de câmbio, de empréstimo para empresas e da previdência privada do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).</p>
<p><strong>Como não tinham sido objeto do decreto, o IOF de crédito para pessoas físicas, para o Pix e para modalidades isentas não foi alterado</strong>.</p>
<h2>Entenda os efeitos da derrubada do decreto sobre o seu bolso:</h2>
<p>Viagem ao exterior</p>
<p><strong>Como estava</strong></p>
<p>Unificação do IOF sobre operações de câmbio em 3,5%. A nova alíquota incidia sobre:</p>
<p>•     Transações de câmbio com cartões de crédito e débito internacional, compra de moeda em espécie, cartão pré-pago internacional, cheques de viagem para gastos pessoais;</p>
<p>•     Empréstimos externos para operações com prazo inferior a 365 dias, para tomadas de empréstimos feitas do Brasil no exterior;</p>
<p>•     Para operações não especificadas, a alíquota passou a ser de 0,38% na entrada (do dinheiro no país) e 3,5% na saída;</p>
<p>•     Isenção para retorno de investimentos estrangeiros diretos (que geram emprego) no Brasil. Saída de recursos pagava 3,5%.</p>
<h2>Como voltou a ficar</h2>
<p><strong>As alíquotas voltam a ser as mesmas de antes do decreto:</strong></p>
<p>•     1,1% para compra de moeda em espécie;</p>
<p>•     3,38% nas outras transações (cartões de crédito, débito, débito internacional e pré-pago);</p>
<p>•     Para operações não especificadas, alíquota voltou a 0,38%, sendo cobrada uma única vez;</p>
<p>•     Remessas ao exterior e empréstimo de curto prazo (inferior a um ano) voltam a ter alíquota de 1,1%.</p>
<p><strong>A versão mais recente do decreto não tinha alterado as seguintes operações cambiais:</strong></p>
<p>•     Operações interbancárias;</p>
<p>•     Importação e exportação;</p>
<p>•     Ingresso e retorno de recursos de investidor estrangeiro;</p>
<p>•     Remessa de dividendos;</p>
<p>•     Juros sobre capital próprio para investidores estrangeiros.</p>
<h2>Crédito para empresas</h2>
<p><strong>Como estava</strong></p>
<p><strong>A tomada de crédito por qualquer pessoa jurídica tinha passado a pagar mais imposto.</strong></p>
<p>•     Teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral havia subido para 3,38% ao ano;</p>
<p>•     Para empresas do Simples Nacional, a cobrança havia aumentado para 1,95% ao ano;</p>
<p>•     Alíquota de 3% ao ano sobre risco sacado, operação de antecipação ou financiamento de pagamento a fornecedores.</p>
<p>•     Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC): alíquota de 0,38% sobre compra de cotas primárias, inclusive por bancos.</p>
<p><strong>Como voltou a ficar</strong></p>
<p>•     Teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral voltou a 1,88% ao ano;</p>
<p>•     No caso de empresas do Simples Nacional, cobrança máxima retornou ao limite de 0,88% ao ano;</p>
<p>•     Risco sacado deixou de ser considerado operação de crédito e voltou a ficar isento;</p>
<p>•     Compra de cotas primárias do FIDC voltaram a ficar isentas.</p>
<h2>Previdência VGBL</h2>
<p><strong>Como estava</strong></p>
<p>•     Isenção para aportes de até R$ 300 mil ao ano (R$ 25 mil por mês) até o fim de 2025 e de aportes anuais de até R$ 600 mil (R$ 50 mil por mês) a partir de 2026. Acima desse valor, cobrança de 5%;</p>
<p>•     Isenção para a contribuição patronal (do empregador).</p>
<p><strong>Como voltou a ficar</strong></p>
<p>•     Alíquota zero para aportes mensais de qualquer valor.</p>
<h2><em>Bets</em>, fintechs e investimentos incentivados</h2>
<p>No início de junho, o governo reverteu parte das elevações do IOF, mas editou uma medida provisória (MP) que aumenta outros tributos &lt;https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/nova-mp-deve-reforcar-arrecadacao-em-r-105-bi-neste-ano&gt;. Embora enfrente resistências no Congresso Nacional, a MP continua em vigor pelos próximos quatro meses.</p>
<blockquote>
<p><strong>Caso a MP, que não trata do IOF, seja aprovada, o aumento da contribuição das <em>bets </em>de 12% para 18% entrará em vigor nos próximos três meses. Da mesma forma, a elevação de 9% para 15% da alíquota das <em>fintechs</em> (<em>startups</em> do setor financeiro) e o endurecimento das regras de compensações tributárias (ressarcimento de impostos supostamente pagos a mais) por grandes empresas.</strong></p>
</blockquote>
<p>Outras medidas de aumento de Imposto de Renda (IR) para a população mais rica só entrarão em vigor em 2026, caso a MP seja aprovada.</p>
<p><strong>Estão nessa situação o fim da isenção para títulos privados incentivados (LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures) e a elevação de 15% para 20% do Imposto de Renda dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), tipo de remuneração paga aos acionistas de empresa.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,46%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-546/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 18:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o PIB é de 2,13% este ano A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,5% para 5,46% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2698963856" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para o PIB é de 2,13% este ano</p>
<p>A <strong>previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,5% para 5,46% este ano.</strong> A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645093&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645093&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,85%, respectivamente.</strong></p>
<p>A <strong>estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC</strong>. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. <strong>Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>Em abril, a inflação oficial fechou em 0,43%, <strong>pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos</strong>. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o IPCA ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março. <strong>No acumulado em 12 meses, o índice divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) soma 5,53%</strong>.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano</strong>. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, no início do mês, o sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. <strong>Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.</strong></p>
<p>A <strong>estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica encerre 2025 neste patamar.</strong> Para o fim de 2026, a estimativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. <strong>Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p><strong>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</strong></p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A <strong>projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano variou de 2,14% para 2,13%.</strong> <strong>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,7% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p><strong>Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%</strong>, de acordo com o IBGE.</p>
<p><strong>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%</strong>. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A <strong>previsão da cotação do dólar está em R$ 5,80 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,90</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ibovespa bate novo recorde e fecha acima dos 140 mil pontos pela 1ª vez</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ibovespa-bate-novo-recorde-e-fecha-acima-dos-140-mil-pontos-pela-1a-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 21:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsa supera patamar alcançado na segunda-feira com 140.109,63 pontos O Ibovespa fechou acima dos 140 mil pontos pela primeira vez na história, renovando a máxima pelo segundo dia consecutivo, impulsionado por um relatório do Morgan Stanley divulgado nesta terça-feira (20), virando o sinal da bolsa, que caia durante o dia. O Ibovespa, referência do mercado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1795556783" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bolsa supera patamar alcançado na segunda-feira com 140.109,63 pontos<br /><br />O Ibovespa fechou acima dos 140 mil pontos pela primeira vez na história, renovando a máxima pelo segundo dia consecutivo, impulsionado por um relatório do Morgan Stanley divulgado nesta terça-feira (20), virando o sinal da bolsa, que caia durante o dia.<br /><br />O Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, fechou em alta de 0,34% a 140.109,63 pontos. Esse patamar nunca foi visto antes na história no fechamento do pregão e supera o valor de 139.636 alcançado na segunda-feira (19).<br /><br />Já o dólar à vista subiu 0,23%, a R$ 5,6677 na venda, com investidores ajustando posições após o recuo da véspera, em meio a preocupações com o déficit fiscal dos Estados Unidos.<br /><br />No relatório divulgado pelo Morgan Stanley, o banco projeta que o Ibovespa alcance os 189 mil pontos em meados de 2026, além de indicar a recomendação “overweight” para o Brasil.<br /><br />“Elevamos o Brasil para OW e adicionamos serviços financeiros, empresas estatais, serviços públicos e concessões. O Brasil poderia se beneficiar de uma mudança na política interna e de incentivos para ganhar exposição ao comércio”, escreveram os analistas do Morgan Stanley.</p>
<p>Os movimentos do real neste pregão tinham como pano de fundo as variações modestas da divisa dos EUA no exterior, com o dólar perto da estabilidade ante pares fortes, como o euro e o iene, e emergentes, como o peso mexicano e o peso chileno.</p>
<h2>Contexto internacional</h2>
<p>Após as quedas acentuadas da moeda dos EUA na véspera, investidores pareciam estar evitando fazer grandes apostas, à medida que aguardam novidades sobre os temas que têm orientado as negociações recentemente, como as negociações comerciais dos EUA e preocupações com a dívida do governo norte-americano.</p>
<p>Sobre o comércio, os mercados aguardam o anúncio de novos acordos tarifários pelo presidente Donald Trump, conforme parceiros dos EUA buscam reduzir de forma permanente as altas tarifas anunciadas em 2 de abril.</p>
<p>A maior economia do mundo já alcançou acordo com o Reino Unido e uma trégua com a China.</p>
<p>Em relação à questão fiscal, o foco está em torno das discussões sobre uma legislação tributária no Congresso dos EUA, que, caso aprovada, estenderia os cortes de impostos promulgados por Trump em 2017 e acrescentaria trilhões de dólares à dívida do governo.</p>
<p>Na segunda-feira, o rebaixamento da nota de crédito dos EUA que havia sido anunciado pela agência Moody’s na sexta acirrou preocupações com o cenário fiscal da maior economia do mundo, levando agentes financeiros a se desfazerem de algumas posições compradas no dólar.</p>
<p>“A preocupação de que o governo norte-americano e o Congresso não vão buscar reequilibrar suas contas fiscais tem trazido uma certa fuga de ativos norte-americanos, e isso ontem beneficiou praticamente todos os ativos arriscados”, disse Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.</p>
<h2>Cenário nacional</h2>
<p>No Brasil, o dólar à vista fechou em baixa de 0,25%, a R$ 5,6549, recuando pela segunda sessão consecutiva.</p>
<p>Nesta manhã, o índice do dólar – que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — caía 0,04%, a 100,390.</p>
<p>“As coisas estão muito próximas da estabilidade, sem muita movimentação. Me parece uma acomodação depois de ontem, sendo natural que haja espaço para correção em um momento como esse”, disse Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.</p>
<p>Na cena doméstica, as atenções se voltarão a possíveis repercussões de um encontro entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, às 14h.</p>
<p>Haddad disse na segunda que já encaminhou um conjunto de medidas fiscais ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que terá uma série de reuniões sobre o tema ao longo da semana.</p>
<p>Já Galípolo fez comentários na véspera que sustentaram os ganhos do real na sessão, defendendo que a autarquia mantenha a taxa de juros em nível restritivo por um tempo mais prolongado do que o usual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CNN</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dólar cai para R$ 5,84 após suspensão de tarifaço de Trump</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-cai-para-r-584-apos-suspensao-de-tarifaco-de-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 15:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Ações]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsa sobe 3,12% e se aproxima dos 128 mil pontos Num dia de reversão no mercado financeiro, o dólar caiu cerca de R$ 0,15 após o presidente norte-americano, Donald Trump, suspender o tarifaço para todo o planeta, menos para a China. A bolsa de valores subiu mais de 3% e aproximou-se dos 128 mil pontos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2520558209" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bolsa sobe 3,12% e se aproxima dos 128 mil pontos<br /><br />Num dia de reversão no mercado financeiro, o dólar caiu cerca de R$ 0,15 após o presidente norte-americano, Donald Trump, suspender o tarifaço para todo o planeta, menos para a China. A bolsa de valores subiu mais de 3% e aproximou-se dos 128 mil pontos<br /><br />O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (9) vendido a R$ 5,845, com queda de R$ 0,152 (-2,54%). A cotação aproximou-se de R$ 6,10 por volta das 9h45 e estava pouco acima de R$ 6 até pouco antes das 14h30, quando desabou após o recuo de Trump. Na mínima do dia, por volta das 16h20, chegou a R$ 5,83.<br /><br />Mesmo com a queda desta quarta-feira, a moeda norte-americana sobe 2,53% em abril. Em 2025, a divisa acumula queda de 5,42%.<br /><br />O mercado de ações também teve um dia de recuperação. Após quatro quedas seguidas, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 127.796 pontos, com alta de 3,15%. O indicador chegou a cair 0,82% nos primeiros minutos de negociação e operava em baixa de 0,3% pouco depois das 14h, quando passou a disparar após a suspensão do tarifaço pelo governo norte-americano.<br /><br />O congelamento das medidas comerciais trouxe alívio para o mercado global. Em Nova York, o índice Dow Jones (das empresas industriais) subiu 7,87%. O S&amp;P 500 (das 500 maiores empresas) avançou 9,52%, a maior alta do indicador desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O Nasdaq (das empresas de tecnologia) ganhou 12,16%, a maior alta percentual desde janeiro de 2001.<br /><br />Em relação ao dólar, a suspensão do tarifaço fez a moeda subir perante as principais divisas fortes, como o euro e o franco suíço, e cair em relação às moedas de países emergentes, que tinham sido prejudicadas nos últimos dias. A perspectiva de que o preço das commodities (bens primários com cotação internacional) reaja daqui para a frente favoreceu os países exportadores de minérios, de petróleo e de bens agropecuários, como o Brasil.<br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro projeta inflação de 5,68% em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-568-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 16:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Focus]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim Focus manteve projeção de crescimento do PIB em 2,01% O mercado financeiro aumentou a projeção da inflação para este ano. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 5,68%, ante 5,65% na semana passada. A pesquisa Focus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3577862241" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Boletim Focus manteve projeção de crescimento do PIB em 2,01%</p>
<p>O mercado financeiro aumentou a projeção da inflação para este ano. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 5,68%, ante 5,65% na semana passada.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1633868&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1633868&amp;o=node" /></p>
<p>A pesquisa Focus é realizada com economistas do mercado financeiro e é divulgada semanalmente pelo BC. Para 2026, o Focus projeta um índice inflacionário de 4,4%, o mesmo da semana passada. Para 2027, o mercado financeiro prevê IPCA em 4% e para 2028, 3,75%.</p>
<p>No ano passado, o IPCA, que leva em conta a variação do custo de vida de famílias com rendimento de até 40 salários mínimos, fechou o ano passado em 4,83%, acima do teto da meta, que era de 4,5%.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>O boletim manteve a projeção de crescimento de 2,01% do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma dos bens e serviços produzidos no país, para este ano. Para 2026, os agentes do mercado financeiro projetam um crescimento de 1,7% , a mesma da semana anterior.</p>
<p>Já para 2027, a projeção é de que o PIB fique em 2%, a mesma para 2028.</p>
<h2>Taxa de juros</h2>
<p>Em relação à taxa básica de juros, a Selic, o Focus manteve a projeção da semana passada (15%) para 2025. A mesma das últimas nove semanas. </p>
<p>Para 2026, a projeção do mercado financeiro é de que a Selic fique em 12,5%, também a mesma projetada na semana passada. Para 2027 e 2028, as projeções são de que a taxa fique em 10,5% e 10%, respectivamente.</p>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">definida em 13,25%</a> ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</p>
<p>No final de janeiro, o colegiado aumentou a Selic em 1 ponto percentual, com a justificativa de que a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o centro da meta. </p>
<p>O Copom destacou que os preços dos alimentos aumentaram de forma significativa, em função, dentre outros fatores, da estiagem observada ao longo do ano passado e da alta de preços de carnes, também afetada pelo ciclo do boi.</p>
<p>Com relação aos bens industrializados, o comitê apontou que o movimento recente de aumento do dólar pressiona preços e margens, sugerindo maior aumento em tais componentes nos próximos meses, o que tornou o cenário inflacionário mais adverso, demandando uma política econômica contracionista.</p>
<p>Ainda de acordo com o Copom, o cenário mais adverso para a convergência da inflação para o centro da meta (3%, com intervalo de tolerância de 1,5% a 4,5%) pode demandar um novo aumento de 1 ponto percentual na Selic na próxima reunião do comitê nos dias 18 e 19 de março.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p>Em relação ao câmbio, a previsão de cotação do dólar ficou em R$ 5,99 para 2025. Nesta segunda-feira a cotação da moeda está em R$ 5,78. No fim de 2026, a previsão é de que a moeda norte-americana fique em R$ 6. Para 2027, o câmbio também deve ficar, segundo o Focus, em R$ 5,90, a mesma para 2028.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dólar tem maior queda diária em dois anos e meio e fecha a R$ 5,75</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-tem-maior-queda-diaria-em-dois-anos-e-meio-e-fecha-a-r-575/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 16:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[diária]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
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		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsa sobe 0,2%, apesar de queda na cotação do petróleo O mercado financeiro retornou do carnaval em clima de alívio. Numa sessão de curta duração, o dólar teve a maior queda em mais de dois anos e meio e dissipou a alta do fim de fevereiro. A bolsa teve pequena alta, apesar da queda na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-664198558" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bolsa sobe 0,2%, apesar de queda na cotação do petróleo<br /><br />O mercado financeiro retornou do carnaval em clima de alívio. Numa sessão de curta duração, o dólar teve a maior queda em mais de dois anos e meio e dissipou a alta do fim de fevereiro. A bolsa teve pequena alta, apesar da queda na cotação do petróleo.<br /><br />O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (5) vendido a R$ 5,756, com recuo de R$ 0,16 (-2,71%). A cotação operou em baixa durante toda a sessão e fechou próxima da mínima do dia em meio a sinais de desaceleração na economia norte-americana e com a reversão de medidas comerciais anunciadas pelo presidente Donald Trump.<br /><br />Esse foi o maior recuo diário da moeda norte-americana desde 3 de outubro de 2022, quando o dólar tinha caído 4,03% no dia seguinte ao primeiro turno das eleições presidenciais. Em 2025, a divisa acumula queda de 6,86%.<br /><br />No mercado de ações, o otimismo foi menor. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 123.047 pontos, com alta de 0,2%.<br /><br />Apesar da alta nas bolsas norte-americanas, a bolsa brasileira foi influenciada pela forte queda nas ações de petroleiras em todo o mundo, por causa do recuo do petróleo no mercado internacional.<br /><br />O barril do tipo Brent, usado nas negociações internacionais, caiu 2,36% nesta segunda e fechou a US$ 69,46 em meio a notícias de aumento de estoques de petróleo nos Estados Unidos e notícias de plano da Opep+ de elevar a produção em abril.<br /><br />As ações da Petrobras, as mais negociadas no Ibovespa, caíram 4,61% nos papéis ordinários (sem direito a voto em assembleia de acionistas). Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 3,65%.<br /><br />Em relação ao dólar, a divisa refletiu sinais de desaceleração na economia norte-americana. Além disso, a decisão de Donald Trump de adiar para abril o início da elevação de tarifas em 25% para os produtos do México e do Canadá fez a cotação cair ainda mais no fim da tarde.<br /><em>Fonte: Reuters e Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Dólar cai para R$ 5,68 e fecha no menor nível desde novembro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dolar-cai-para-r-568-e-fecha-no-menor-nivel-desde-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 14:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
		<category><![CDATA[BOLSA DE VALORES]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsa cai 0,02% e encerra praticamente estável Apesar de oscilações ao longo do dia, o dólar caiu e voltou a fechar abaixo de R$ 5,70, no menor nível em mais de três meses, influenciado por um leilão do Banco Central (BC) e pela valorização de commodities (bens primários com cotação internacional). A bolsa de valores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1785379370" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bolsa cai 0,02% e encerra praticamente estável<br /><br />Apesar de oscilações ao longo do dia, o dólar caiu e voltou a fechar abaixo de R$ 5,70, no menor nível em mais de três meses, influenciado por um leilão do Banco Central (BC) e pela valorização de commodities (bens primários com cotação internacional). A bolsa de valores teve pequena queda e fechou praticamente estável.<br /><br />O dólar comercial encerrou esta terça-feira (18) vendido a R$ 5,689, com queda de R$ 0,016 (-0,41%). A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 5,72 por volta das 11h, mas caiu após o BC leiloar US$ 3 bilhões das reservas internacionais e de o Tesouro anunciar a emissão de títulos de dez anos no mercado externo.<br /><br />A moeda norte-americana está no menor nível desde 7 de novembro, quando era vendida a R$ 5,67. Em 2025, a divisa cai 7,93%.<br /><br />O mercado de ações teve um dia mais volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 128.532 pontos, com queda de apenas 0,02%, após três dias seguidos de alta. O indicador chegou a subir 0,58% às 12h46, mas recuou num movimento de realizações de lucros, quando os investidores vendem papéis para embolsarem ganhos recentes.<br /><br />No exterior, o dólar subiu perante a maioria das moedas, mas caiu em relação aos pesos colombiano e mexicano, além do real. A valorização das commodities estimulou a entrada de recursos no Brasil, além do leilão de linha do BC.<br /><br />Nesta terça-feira, a autoridade monetária vendeu US$ 3 bilhões em leilão de linha, quando o dinheiro sai das reservas internacionais com o compromisso de ser recomprado pelo BC daqui a alguns meses. Essa foi a quarta intervenção cambial desde o início do ano, quando o Banco Central passou a ser comandado por Gabriel Galípolo.<br /><br />A emissão de US$ 2,5 bilhões em títulos do Tesouro Nacional no exterior também ajudou a impulsionar a confiança no Brasil. O governo obteve juros de 6,75% ao ano, a maior taxa em 20 anos, mas conseguiu spread (diferença em relação aos juros norte-americanos) de 2,2 pontos percentuais, o menor desde 2019.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>BC diz que dólar é fator de risco e “não hesitará” em elevar Selic</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bc-diz-que-dolar-e-fator-de-risco-e-nao-hesitara-em-elevar-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 12:41:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-388344333" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No documento, Comitê do Banco Central também citou como entrave para a queda da taxa de juros o avanço das expectativas da inflação<br /><br />A alta do dólar entrou para o balanço de riscos do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) e representa o novo fator conjuntural que pode prejudicar a queda da taxa básica de juros do país, a Selic – hoje, fixada em 10,50% ao ano.<br /><br />É isso o que mostra a ata da última reunião do Copom, realizada entre 30 e 31 de julho, divulgada nesta terça-feira (6/8). No documento, o BC afirma que “não hesitará em elevar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta se julgar apropriado”.<br /><br />Segundo a ata, a taxa de câmbio foi um dos temas “amplamente debatidos” no encontro. A ata diz que os “fluxos de capital refletem um fenômeno global de aversão ao risco, que, a depender dos fundamentos de cada economia emergente, pressiona a taxa de câmbio com intensidade variável”.</p>
<p>No texto, os integrantes do Copom também citam o avanço das expectativas da inflação como um problema para a queda da Selic. Afirma a ata: “Os movimentos recentes de alguns dos condicionantes para a dinâmica da inflação, tais como as expectativas de inflação e a taxa de câmbio, foram amplamente debatidos”. A seguir, acrescenta: “Observou-se que, se tais movimentos se mostrarem persistentes, os impactos inflacionários decorrentes podem ser relevantes”.</p>
<h4>“Impactos deletérios”</h4>
<p>O Comitê do BC também mencionou a questão dos gastos públicos na ata. Ele afirma ter acentuado a “visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”.</p>
<p>Além disso, observa o Comitê, “notou-se que a percepção mais recente dos agentes de mercado sobre o crescimento dos gastos públicos e a sustentabilidade do arcabouço fiscal vigente, junto com outros fatores, vem tendo impactos relevantes sobre os preços de ativos e as expectativas”.</p>
<h4>Mercado de trabalho</h4>
<p>O Copom também reforçou na ata a preocupação com o mercado de trabalho e a atividade econômica, que “seguem com maior dinamismo do que o esperado”. “Com relação ao mercado de trabalho”, diz o texto, “ressaltou-se que o nível de ocupação, a taxa de desocupação e a renda vêm sistematicamente surpreendendo”.</p>
<h4>Novo aumento da Selic</h4>
<p>O Copom, unanimemente, avaliou ainda que o momento é de “maior cautela e de acompanhamento diligente dos condicionantes da inflação”. “À luz desse acompanhamento, o Comitê avaliará a melhor estratégia: de um lado, se a estratégia de manutenção da taxa de juros por um tempo suficientemente longo levará a inflação à meta no horizonte relevante; de outro lado, o Comitê, unanimemente, reforçou que não “hesitará em elevar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta se julgar apropriado”.</p>
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<p>Fonte: Metrópoles </p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">42683</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Real perde para o peso argentino e é a 2ª moeda que mais desvalorizou no ano, em queda de 12,4%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/real-perde-para-o-peso-argentino-e-e-a-2a-moeda-que-mais-desvalorizou-no-ano-em-queda-de-124/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2024 15:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Real (moeda)]]></category>
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					<description><![CDATA[Dólar encerrou pregão desta sexta-feira (21) negociado em R$ 5,441 A desvalorização do real superou as perdas do peso argentino, colocando a moeda com o segundo pior desempenho do ano, de acordo com levantamento feito a pedido da CNN por Einar Rivero, sócio fundador da Elos Ayta Consultoria. A pesquisa considerou 23 moedas globais. Ao longo da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3946938919" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p class="post__excerpt">Dólar encerrou pregão desta sexta-feira (21) negociado em R$ 5,441</p>
<p></p>
<p>A desvalorização do real superou as perdas do peso argentino, colocando a moeda com o segundo pior desempenho do ano, de acordo com levantamento feito a pedido da CNN por Einar Rivero, sócio fundador da Elos Ayta Consultoria.</p>
<p>A pesquisa considerou 23 moedas globais. Ao longo da semana, até a quarta-feira (19), o real tinha a maior desvalorização do índice.</p>
<p>Mas, nesta sexta-feira (21), a divisa norte-americana fechou em queda de 0,38%, dando um pequeno alívio para o real. O dólar era negociado em R$ 5,441, registrando, ainda assim alta de 1,12% na semana. No ano, a valorização do dólar em comparação ao real vai ainda mais longe: 12,40%.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-41467" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/06/DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD.webp" alt="" width="580" height="626" /></p>
<p>O que chama atenção é que a moeda brasileira passava por um momento positivo forte no final do ano passado. Entre os fatores que impulsionaram os ativos brasileiros, estava a perspectiva favorável em relação ao exterior.</p>
<p>Alexandre Cabral, professor de Finanças da Saint Paul Escola de Negócios, explica que esse sentimento otimista atraiu os investidores estrangeiros ao país, levando a cotação da divisa norte-americana para baixo. No fim de dezembro, o dólar era negociado na faixa de R$ 4,90.</p>
<p>“[O capital externo] veio para o Brasil com a esperança de que os juros nos Estados Unidos caíssem em março. Se o juro cai nos Estados Unidos, a moeda vai para o mundo”, explica.</p>
<p>Mas Cristiane Quartaroli, estrategista de câmbio e economista-chefe do Ouribank, relembra que o movimento era uma antecipação por um momento que eventualmente não veio a acontecer com o adiamento dos cortes dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA).</p>
<p>“Isso também favorecia as moedas emergentes de forma geral”, explica.</p>
<p>Porém, 2024 começou desfavorável para a realização desses cortes nos EUA. A economia norte-americana vem mostrando resiliência, com um mercado de trabalho aquecido, atividade mantendo força, além de preocupações com a trajetória da inflação.</p>
<p>“Diante deste cenário, e de fatores geopolíticos que também influenciam este movimento, como os conflitos de abril entre Irã e Israel, o Federal Reserve postergou o início do ciclo de cortes de juros”, avalia Berenice Damke, professora do Insper e especialista em hedge, derivativos e gestão de riscos financeiros da Damke Consultoria.</p>
<p>Mas não só de decepções com o exterior se fez a valorização do dólar. A queda do real também foi puxada por fatores internos.</p>
<p>Neste aspecto, Damke aponta o aumento da percepção com o risco fiscal, que até o ano passado não havia pressionado tanto o humor dos investidores.</p>
<p>“Em 2023, a valorização do real refletiu o alívio em relação aos temores fiscais. Mesmo com as incertezas em relação às contas públicas, houve uma percepção positiva sobre o mercado de melhora ao longo do ano, dado a aprovação do arcabouço fiscal, e considerando os esforços da equipe econômica para elevar a arrecadação e atingir a meta de déficit primário zero em 2024”, relembra Damke.</p>
<p>Porém, em abril deste ano, a “montanha-russa” entrou no trecho de descida.</p>
<figure id="attachment_8498833" class="wp-caption alignnone" aria-describedby="caption-attachment-8498833">
<div id="attachment_8498833" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8498833" class="wp-image-8498833 size-large" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2024/06/BR_CNN_140624_GFX_MONTANHA_RUSSA.mxf_frame_87-e1718410743674.jpeg?w=1024" alt="Arte montanha russa econômica" width="1024" height="396" /><p id="caption-attachment-8498833" class="wp-caption-text">Agenda econômica do governo viveu ponto alto até promulgação da reforma tributária, mas entrou em turbulência no 2º tri deste ano / Arte / CNN Brasil</p></div>
</figure>
<p>Com a revisão da meta fiscal para 2025 — de um superávit primário para déficit zero —, começaram a crescer os temores sobre a responsabilidade fiscal do governo.</p>
<p>“Para o mercado, a alteração da meta sinaliza uma abertura para a ampliação dos gastos por um governo com dificuldades de elevar receitas”, aponta Damke.</p>
<p>A mais recente investida do governo para manter a arrecadação em alta, foi o envio da medida provisória que visa fechar brechas na legislação sobre crédito presumido PIS/Cofins não ressarcível e na compensação PIS/Cofins limitada.</p>
<p>A medida, contudo, foi mal recebida pelo governo e gerou forte crítica de parlamentares e dos setores da economia, a ponto de ser devolvida na semana seguinte de seu envio.</p>
<p>Com os juros se mantendo elevados por mais tempo nos EUA, o cenário tende a ser desfavorável para o resto do mundo como um todo. Porém, mesmo que o “externo esteja ruim [para todos], o Brasil fica no fim da fila por causa das razões internas”, diz Evandro Buccini, sócio e diretor de Crédito e Multimercados da Rio Bravo Investimentos.</p>
<p>“As metas vêm piorando muito para os próximos anos. E é um problema que vai até o político-econômico com os ataques do Lula ao Banco Central”, aponta Buccini.</p>
<p>Cristiane Quartaroli reforça que esse risco institucional não é bem visto pelo investidor do exterior, que acaba evitando o mercado pelas incertezas que esse risco causa.</p>
<p>“O risco institucional e fiscal no país piora o nosso prêmio de risco, e aí isso traz pressão para a nossa taxa de câmbio, que é o que a gente está vendo mais recentemente e é o que é causa essa divergência entre o real e as demais moedas emergentes”, aponta a estrategista de câmbio e economista-chefe do Ouribank.</p>
<p>Não obstante, a alta do dólar ante o real, apesar de ser observada desde o começo do ano, ganhou muito mais força em abril.</p>
<p>De acordo com as projeções do Prisma Fiscal, pesquisa de mercado realizada pelo Ministério da Fazenda, a dívida pública deve se estabilizar apenas entre 2032 e 2033 no patamar de 90% do PIB.</p>
<p>“O sarrafo está bastante alto para as pessoas acreditarem nas possíveis mudanças positivas de política econômica dado tudo que aconteceu. Então, o governo vai ter que realmente mudar de direção para convencer os mercados”, avalia Buccini.</p>
<p>Mas há quem defenda que essa mudança já pode estar acontecendo.</p>
<p>“A gente acredita que o governo vai tomar medidas que sejam, não as ideais, mas que próximas do que sejam necessárias para se ter um controle maior dos gastos, e que possam ajudar a dinâmica fiscal em 2025 e 2026”, aponta Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo.</p>
<p>E não só pelo doméstico, mas o exterior tende a ficar mais favorável para o Brasil com a expectativa dos analistas de ao menos um corte dos juros nos EUA ainda neste ano, o que deve tirar parte da pressão sobre os indicadores brasileiros.</p>
<p>“Claro que vai depender muito das questões fiscais, mas pensando em pano de fundo macroeconômico e pensando em cenário externo, a gente deveria ver um dólar mais baixo até o final desse ano”, aponta a economista-chefe do Ouribank.</p>
<p>O último Boletim Focus divulgado pelo Banco Central aponta que o mercado vê o dólar cotado em R$ 5,13 no final deste ano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-41468" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Captura-de-tela-2024-06-22-114613.webp" alt="" width="595" height="474" /></p>
<h2>Perspectiva</h2>
<p>De acordo com as projeções do Prisma Fiscal, pesquisa de mercado realizada pelo Ministério da Fazenda, a dívida pública deve se estabilizar apenas entre 2032 e 2033 no patamar de 90% do PIB.</p>
<p>“O sarrafo está bastante alto para as pessoas acreditarem nas possíveis mudanças positivas de política econômica dado tudo que aconteceu. Então, o governo vai ter que realmente mudar de direção para convencer os mercados”, avalia Buccini.</p>
<p>Mas há quem defenda que essa mudança já pode estar acontecendo.</p>
<p>“A gente acredita que o governo vai tomar medidas que sejam, não as ideais, mas que próximas do que sejam necessárias para se ter um controle maior dos gastos, e que possam ajudar a dinâmica fiscal em 2025 e 2026”, aponta Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo.</p>
<p>E não só pelo doméstico, mas o exterior tende a ficar mais favorável para o Brasil com a expectativa dos analistas de ao menos um corte dos juros nos EUA ainda neste ano, o que deve tirar parte da pressão sobre os indicadores brasileiros.</p>
<p>“Claro que vai depender muito das questões fiscais, mas pensando em pano de fundo macroeconômico e pensando em cenário externo, a gente deveria ver um dólar mais baixo até o final desse ano”, aponta a economista-chefe do Ouribank.</p>
<p>O último Boletim Focus divulgado pelo Banco Central aponta que o mercado vê o dólar cotado em R$ 5,13 no final deste ano.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
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