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	<title>Câmara dos Deputados - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Câmara dos Deputados - Portal NDC</title>
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		<title>Fim do foro privilegiado é a pauta do ‘pacote da paz’ da oposição com mais chance de prosperar</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 14:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
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					<description><![CDATA[Aliados de Jair Bolsonaro também pedem anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro e o impeachment de Alexandre de Moraes, mas presidentes das casas legislativas não estão dispostos a atendê-los A proposta de emenda constitucional que acaba com o foro privilegiado para a maioria das autoridades desponta como o ponto...]]></description>
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<p>Aliados de Jair Bolsonaro também pedem anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro e o impeachment de Alexandre de Moraes, mas presidentes das casas legislativas não estão dispostos a atendê-los<br /><br />A proposta de emenda constitucional que acaba com o foro privilegiado para a maioria das autoridades desponta como o ponto do chamado “pacote da paz” — conjunto de medidas formulado por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro — com mais chances de avançar no Congresso. O texto, aprovado pelo Senado em 2017 e pronto para votação na Câmara, mantém o foro apenas para o presidente e o vice da República e para os presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF).<br /><br />O foro privilegiado garante que determinadas autoridades, como deputados, senadores e ministros de Estado, sejam julgadas diretamente por tribunais superiores. No caso dos parlamentares, as ações penais tramitam no STF. A justificativa histórica é proteger o exercício do cargo de perseguições políticas e decisões judiciais arbitrárias, mas críticos afirmam que o mecanismo pode ser usado como blindagem contra investigações.<br /><br />O tema voltou ao centro das negociações após o motim bolsonarista que ocupou o plenário da Câmara por cerca de 30 horas, em protesto contra a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. O impasse só foi encerrado após acordo costurado pelo ex-presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL) com líderes partidários. Embora inicialmente tenha negado trocas para retomar o controle da sessão, o atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicou que pode pautar a proposta por reconhecer apoio amplo, inclusive na base do governo.<br /><br />Entre os aliados de Bolsonaro, a aposta é que a mudança possa retirar do STF e, em especial, da relatoria do ministro Alexandre de Moraes, o processo em que o ex-presidente é réu por tentativa de golpe de Estado. Juristas, porém, lembram que, no formato atual, a PEC não atinge ações já em andamento no Supremo. Para beneficiar Bolsonaro, seria necessário alterar o texto para que a nova regra retroagisse — o que demandaria novo debate e poderia gerar questionamentos jurídicos.<br /><br />A medida integra o “pacote da paz” defendido pela oposição, que também inclui a anistia ampla aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e o impeachment de Moraes. Entre esses itens, o fim do foro é considerado o mais viável politicamente, já que atende ao interesse de parlamentares de diferentes partidos que respondem a inquéritos no STF e veem na mudança a possibilidade de recorrer a instâncias inferiores. Em entrevista à Jovem Pan, o senador Ciro Nogueira, ex-ministro de Bolsonaro, que ainda faz parte da cúpula de aliados do ex-mandatário, disse que não acreditar que há força na Casa para o afastamento do ministro do STF.<br /><br />Hoje, processos contra deputados e senadores têm apenas uma instância de julgamento, no próprio Supremo, sem direito a recurso em tribunais inferiores. Defensores da PEC argumentam que o fim do foro para a maioria das autoridades ampliaria a igualdade perante a lei e garantiria o duplo grau de jurisdição previsto para qualquer cidadão. Já opositores alertam para o risco de perseguições políticas na primeira instância e para a sobrecarga da Justiça comum. A votação do texto na Câmara exige dois turnos e o apoio mínimo de 308 deputados em cada um deles. Caso seja alterado, o projeto precisará voltar ao Senado.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Câmara dos Deputados aprova projeto de lei que fragiliza as regras para o licenciamento ambiental</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-dos-deputados-aprova-projeto-de-lei-que-fragiliza-as-regras-para-o-licenciamento-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 14:11:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Flexibiliza]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta, que tramitava há 21 anos no parlamento, seguirá para sanção do presidente Lula, que pode vetar trechos do texto; Ministério do Meio Ambiente é contrário ao PL Na madrugada desta quinta-feira (17), a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que visa simplificar e flexibilizar o licenciamento ambiental. A votação resultou em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Proposta, que tramitava há 21 anos no parlamento, seguirá para sanção do presidente Lula, que pode vetar trechos do texto; Ministério do Meio Ambiente é contrário ao PL</p>
<p>Na madrugada desta quinta-feira (17), a <strong>Câmara dos Deputados</strong> aprovou um projeto de lei que visa simplificar e flexibilizar o <strong>licenciamento ambiental</strong>. A votação resultou em 267 votos a favor e 116 contra. A proposta agora aguarda a decisão do presidente <strong>Lula</strong>, que pode optar por sancioná-la ou vetá-la. O governo, junto com os partidos PT e PSOL, manifestou-se contra a aprovação. Durante as discussões, alguns parlamentares levantaram questões sobre a constitucionalidade do projeto, o que pode levar a uma análise pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta gerou forte reação entre ambientalistas, que a rotularam de “mãe de todas as boiadas” e “PL da Devastação”. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, expressou sua preocupação, especialmente com a proximidade da COP30, conferência climática da ONU.</p>
<p>O projeto mantém algumas disposições, como a Licença Ambiental Especial (LAE), que permite ao governo selecionar empreendimentos estratégicos com um processo de análise mais simplificado. Além disso, a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) possibilita a autorização de atividades sem a necessidade de uma análise individual. Além de ter sido aprovado anteriormente na Câmara em 2021, o projeto passou por alterações no Senado. Entre as mudanças, destaca-se a revogação de partes da Lei da Mata Atlântica e a criação de uma lista de setores que ficarão isentos de licenciamento, beneficiando principalmente o agronegócio e o setor de saneamento básico. Essa nova legislação pode ter um impacto significativo nas políticas ambientais do país.</p>
<p>Criticado por ambientalistas e chamado de “PL da Devastação”, as novas regras de proteção ambiental criam exceções em licenças para obras consideradas estratégicas e facilitam algumas autorizações por meio de uma simples declaração de compromisso, entre outras medidas. O presidente busca posicionar o Brasil como líder na luta global contra as mudanças climáticas, mas, ao mesmo tempo, promove um megaprojeto de exploração de petróleo na Margem Equatorial, que aguarda licença ambiental.</p>
<p>Na oposição, os defensores do projeto argumentaram que o PL busca “simplificar” o processo de concessão de licenças para favorecer o “desenvolvimento” da economia. “Não há uma vírgula que coloque o meio ambiente em risco, buscamos vencer a burocracia”, afirmou o relator do projeto, Zé Vitor, deputado do Partido Liberal do ex-presidente de extrema direita Jair Bolsonaro.</p>
<h4><strong>“Ecocídio autorizado” </strong></h4>
<p>Vestida com roupas tradicionais de seu povo indígena, a deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG) chamou o projeto de um “ecocídio autorizado”. A rede de entidades ambientalistas Observatório do Clima considerou a aprovação na Câmara dos Deputados como “o maior retrocesso ambiental legislativo desde a ditadura” (1964-1985). Com o lema “Veta, Lula!”, o Greenpeace afirmou que “o PL da Devastação precisa ser vetado integralmente”.</p>
<p>O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) afirmou que contestaria a reforma na Justiça por considerá-la inconstitucional. “As obras não estão paralisadas por falta de licença, estão paralisadas normalmente por projetos equivocados que levam a aditivos”, afirmou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho. O órgão ainda deve se pronunciar sobre o grande projeto de exploração de petróleo promovido por Lula na Margem Equatorial, que aguarda licença do Ibama.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>Câmara aprova projeto que destina multas de trânsito ao custeio da CNH</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-aprova-projeto-que-destina-multas-de-transito-ao-custeio-da-cnh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 18:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CadÚnico]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[CNH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei 3965/21]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação beneficia pessoas de baixa renda que estejam no CadÚnico A Câmara dos Deputados concluiu hoje (29) a votação do Projeto de Lei (PL) 3965/21, que direciona parte dos recursos arrecadados com multas de trânsito para a formação de condutores de baixa renda. O texto agora vai à sanção do presidente...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ação beneficia pessoas de baixa renda que estejam no CadÚnico</p>
<p>A <strong>Câmara dos Deputados concluiu hoje (29) a votação do Projeto de Lei (PL) 3965/21, que direciona parte dos recursos arrecadados com multas de trânsito para a formação de condutores de baixa renda</strong>. O texto agora vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez que já havia sido aprovado no Senado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1644815&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1644815&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o projeto, de <strong>autoria do deputado José Guimarães (PT-CE),</strong> serão beneficiados as <strong>pessoas de baixa renda que estejam no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal</strong> (CadÚnico).</p>
<p>Atualmente, a legislação de trânsito prevê que os recursos provenientes de multas devem ser aplicados exclusivamente em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. O <strong>custeio, previsto no projeto, abrangerá as taxas e demais despesas relativas ao processo de formação de condutores e do documento de habilitação.</strong></p>
<p>Ao justificar o projeto, Guimarães argumentou que o <strong>alto custo para obtenção da licença para dirigir reduz oportunidades para que as pessoas possam atuar, por exemplo, em entregas ou transporte de passageiros,</strong> o que para muitas pessoas representa uma alternativa para lidar com o desemprego.</p>
<blockquote>
<p>“Aqueles que não têm condições de obter o documento, contudo, foram excluídos dessa possibilidade, o que perpetua sua condição desfavorável e conserva esse perverso ciclo vicioso excludente”, argumentou. “Nos parece evidente que a medida seria capaz de abrir portas para muitos cidadãos sem, contudo, implicar aumento de impostos, pois os recursos viriam de multas”, concluiu.</p>
</blockquote>
<p>O relator do projeto, deputado Alencar Santana (PT-SP) incluiu uma modificação na proposta aprovada no Senado para determinar exigência de exame toxicológico negativa para os condutores que desejam obter a primeira habilitação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias “A e B”. <strong>Atualmente,</strong> <strong>a exigência é somente para os condutores de categorias C, D e E, seja na primeira habilitação ou nas renovações.</strong></p>
<p>Além da primeira habilitação nas referidas categorias, o <strong>texto que veio do Senado determinava a realização de exame toxicológico para os condutores todos os condutores das categorias C, D e E;</strong> os condutores profissionais das categorias A e B, sejam autônomos ou empregados. O texto previa ainda que os condutores com idade inferior a 70 anos teriam que se submeter a novo exame a cada período de 2 anos e 6 meses, a partir da obtenção ou da renovação da Carteira Nacional de Habilitação.</p>
<blockquote>
<p>“Essa medida [de exclusão] preserva o escopo original do projeto, voltado à ampliação do acesso à licença para dirigir, evitando a imposição de novos custos aos condutores, profissionais ou não, já habilitados ou em processo de renovação”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>O texto aprovado pelos deputados também suprimiu da proposta do Senado de que a <strong>transferência eletrônica de propriedade de veículos pudesse ocorrer por meio de assinaturas eletrônicas qualificadas ou avançadas.</strong></p>
<p>Santana argumentou que a <strong>medida poderia ensejar a fraude na transferência dos documentos, uma vez que assinaturas eletrônicas avançadas são apontadas como de segurança intermediária.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Entendemos que esse conteúdo demanda exame mais detido em proposição própria, que possibilite a formulação de norma sensível às especificidades de cada unidade da federação e compatível com os recursos tecnológicos disponíveis&#8221;, disse Alencar. </p>
</blockquote>
<blockquote>
<p>&#8220;Destacamos que o tema não será prejudicado com sua exclusão neste momento, uma vez que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), órgão com competência legal e elevada capacidade técnica, pode regulamentar a matéria de forma estruturada, sistemática e independente da edição de lei, nos termos da legislação vigente”,  finalizou.</p>
</blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>&#8220;Sou amigo dos dois&#8221;, diz Lula sobre novos presidentes do Legislativo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/sou-amigo-dos-dois-diz-lula-sobre-novos-presidentes-do-legislativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 17:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[davi alcolumbre]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Eleitos neste fim de semana estiveram no Palácio do Planalto hoje O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (3), que os novos presidentes das casas legislativas “não terão problema” na relação política com o Poder Executivo. Lula esteve reunido com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB),...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Eleitos neste fim de semana estiveram no Palácio do Planalto hoje</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (3), que os novos presidentes das casas legislativas “não terão problema” na relação política com o Poder Executivo. Lula esteve reunido com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e com o presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), ambos eleitos no último sábado (1°) para um mandato de dois anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1628893&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1628893&amp;o=node" /></p>
<p>“Eu sou amigo dos dois, tenho conhecimento do compromisso democrático que os dois têm e eu quero dizer para eles que eles não terão problema na relação política com o Poder Executivo”, disse Lula em declaração à imprensa após o encontro, no Palácio do Planalto.</p>
<p>O presidente afirmou que manterá o diálogo com as lideranças e que não enviará projetos de interesse pessoal ou de partidos políticos, apenas projetos “de interesse vital para o povo brasileiro”. “Jamais eu mandarei um projeto para a Câmara dos Deputados ou o Senado sem antes ouvir a liderança dos partidos políticos, que é os que vão brigar, lá dentro, para aprovar esses projetos. Jamais nós iremos mandar um projeto sem que haja anuência daqueles que trabalham para que as coisas deem certo no Brasil”, declarou.</p>
<p>Para o presidente, as questões partidárias e ideológicas, “que dividiam [os candidatos] durante as eleições”, ficam secundarizadas. “Eu tenho certeza que a nossa convivência será um exemplo de fortalecimento da democracia brasileira”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“A normalidade de um país é a convivência tranquila e pacífica entre os poderes. O Poder Executivo, o Poder Legislativo e o Poder Judiciário, cada um sabendo a tarefa que tem”, concluiu Lula.</p>
</blockquote>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<figure style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/jOrIFIa_0MfyluwiiDyBVKgvhLo=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/02/03/pzzb8413a.jpg?itok=IZpONKHp" alt="Brasília, 02/02/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (c) reunido com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (d), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (e) 
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil" width="754" height="503" /><figcaption class="wp-caption-text">Brasília, 02/02/2025 &#8211; O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (c) reunido com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (d), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (e) &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</figcaption></figure>
</div>
</div>
<p>Após a reunião, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que o governo deve apresentar aos parlamentares, na próxima semana, os projetos prioritários do Executivo para os próximos dois anos.</p>
<p>Segundo ele, entre as prioridades estão propostas de estímulo ao micro e pequeno empreendedor, a isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil, projetos da área da educação, como o novo plano nacional de educação, e de enfrentamento às mudanças climáticas, além de propostas de combate a crimes digitais.</p>
<h2>Senado</h2>
<p>O senador Davi Alcolumbre foi eleito com 73 dos 81 votos dos senadores, concorrendo com os senadores Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE). O presidente do Senado é também o chefe do Poder Legislativo e, portanto, é ele quem preside o Congresso Nacional. Alcolumbre já ocupou a mesma função entre 2019 e 2021.</p>
<p>Hoje, ele afirmou que quer fazer um Poder Legislativo forte, altivo, equilibrado e que possa verdadeiramente dar as respostas à sociedade brasileira em parceria com o Poder Executivo.</p>
<p>Para Alcolumbre, o encontro com o presidente do país, logo após as eleições das mesas do Congresso, Senado e Câmara é um gesto de maturidade institucional. “A gente não tem tempo de criar crise aonde não existe, porque o nosso tempo tem que ser aproveitado integralmente para entregar para as pessoas”, disse.</p>
<p>“Nós precisamos entregar enquanto Poder Legislativo, precisamos apoiar a agenda do governo, precisamos debater na Casa do Povo, no Congresso Nacional, aprimorar todas essas agendas importantes que são prioritárias para o governo, inclusive participar mais propondo mais iniciativas a partir do parlamento”, acrescentou.</p>
<h2>Câmara</h2>
<p>Já o deputado federal Hugo Motta foi eleito como presidente da Câmara com 444 votos dos 513 deputados, concorrendo com Marcel van Hattem (Novo-RS) e Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ). Aos 35 anos, Motta será o mais jovem presidente da Casa desde a redemocratização do país.</p>
<p>Após o encontro com Lula, ele afirmou que estará à disposição para construir uma pauta positiva para o país. “Essa harmonia, penso eu, que é o que o Brasil precisa”, disse.</p>
<p>“Que nós tenhamos a capacidade de tratarmos as pautas que serão enviadas pelo Executivo, tratarmos as pautas que serão propostas [pelos parlamentares], sempre buscando termos uma agenda que seja produtiva, que temas importantes possam ser tratados e que essa harmonia, esse diálogo entre os poderes possa perseverar”, acrescentou.</p>
<p>Nesta segunda-feira (3), tem início os trabalhos legislativos. Sessão do Congresso Nacional já está convocada para às 16h. Entre as primeiras missões dos parlamentares está a de definir presidentes e vices das comissões temáticas permanentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Relator muda regras na PEC do corte de gastos para supersalários</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/relator-muda-regras-na-pec-do-corte-de-gastos-para-supersalarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 18:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Supersalários]]></category>
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					<description><![CDATA[Verbas indenizatórias serão reguladas por lei ordinária O relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) do pacote de corte de gastos, Moses Rodrigues (União-CE), fez uma série de alterações na proposta original do governo. No texto apresentado nesta quarta-feira (18), o relator da PEC 31/2007 apensada à PEC 45/24, que trata do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Verbas indenizatórias serão reguladas por lei ordinária</p>
<p>O relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) do pacote de corte de gastos, Moses Rodrigues (União-CE), fez uma série de alterações na proposta original do governo. No texto apresentado nesta quarta-feira (18), o relator da <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=449540&amp;filename=PEC%2031/2007" target="_blank" rel="noopener">PEC 31/2007</a> apensada à <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2830980&amp;filename=PEC%2045/2024" target="_blank" rel="noopener">PEC 45/24</a>, que trata do corte de gastos, fixou um mecanismo diferente do proposto pelo governo para definir quais as verbas indenizatórias não serão computadas dentro do teto salarial do funcionalismo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1624394&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1624394&amp;o=node" /></p>
<p>Atualmente, o teto salarial da União é de R$ 44 mil, hoje o salário de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, as verbas de caráter indenizatório costumam ficar de fora desse teto, permitindo remunerações acima do valor limitado pela Constituição.</p>
<p>A PEC enviada pelo Executivo previa que somente seriam autorizadas as verbas indenizatórias previstas em lei complementar de caráter nacional. O objetivo era tentar padronizar os recursos que ficariam por fora do teto. O relator transferiu a norma responsável por regular os supersalários para uma lei ordinária, de mais fácil aprovação que a lei complementar.</p>
<p>O relator também incluiu um artigo na PEC prevendo que as verbas indenizatórias não serão computadas até que a lei ordinária sobre o tema seja aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República.</p>
<p>A medida foi criticada por parlamentares que entenderam que as mudanças enfraquecem a possibilidade de limitar os supersalários do funcionalismo público. Desde que a medida foi anunciada, uma série de associações de carreira do poder público se mobilizaram contra as mudanças.</p>
<p>O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) disse que a pressão dos lobbies das carreiras que se beneficiam dos supersalários fez efeito, porque agora a PEC prevê que as regras sejam fixadas por lei ordinária e não em lei complementar.</p>
<p>“Embora já exista o teto constitucional do funcionalismo público, o que muitos setores não respeitam, há os abonos, os penduricalhos, especialmente no Judiciário, nas Forças Armadas e, em menor aspecto, também nos executivos e legislativos”, comentou.</p>
<p>O deputado Kim Kataguiri (União-SP) avalia que a PEC, da forma como ficou, não muda os supersalários e que as resoluções dos conselhos nacionais do Judiciário (CNJ) e do Ministério Público (CNMP) poderão driblar as regras previstas em lei ordinária.</p>
<p>“Com a aprovação da proposta de emenda com o texto atual, todas as resoluções do CNJ e do CNMP que garantem salários ilegais, inconstitucionais, com impacto de mais de R$ 12 bilhões ao ano no bolso do trabalhador mais pobre, vão ser mantidas”, alertou.</p>
<p>O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), lembrou que a oposição, quando estava na reunião de líderes, não se opôs à mudança na PEC em relação aos supersalários.</p>
<p>“Por que vossas excelências não se manifestaram na reunião de líderes? Lembra-se da história da lei complementar? Não fomos nós. Ora, mas vejam só, vocês disseram que era melhor um acordo para não radicalizar com a magistratura”, revelou Guimarães.</p>
<p>O relator da PEC, deputado Moses Rodrigues, esclareceu que o texto apresentado foi o possível de se construir com o conjunto dos partidos, e que a proposta não é do governo, nem da esquerda, nem da direita.  </p>
<p>“Esse texto foi trabalhado após ouvirmos todos os parlamentares que nos procuraram, assim como a sociedade civil e as entidades, até que pudéssemos, por consenso, depois de muito debate e muita discussão, chegar a um texto que possa, sim, ajudar no ajuste fiscal”, explicou.</p>
<h2>PEC do corte de gastos</h2>
<p>A PEC de corte de gastos deve ser votada ainda nesta quinta-feira (19) na Câmara dos Deputados, para seguir para o Senado. A proposta faz parte do pacote de corte de gastos anunciado pelo governo para limitar o crescimento de despesas, adequando os gastos ao novo arcabouço fiscal, que impõe um teto de gastos ao setor público.</p>
<p>A PEC analisada ainda reduz, gradualmente, o total de trabalhadores com direito ao abono salarial. Atualmente, têm direito ao benefício quem recebe até dois salários mínimos. Com a PEC, os beneficiários serão reduzidos gradualmente até atingir apenas os trabalhadores que ganham até um salário mínimo e meio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Congresso: nem homem-bomba faz oposição desistir da anistia do 8/1</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/congresso-nem-homem-bomba-faz-oposicao-desistir-da-anistia-do-8-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 17:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Francisco Wanderley, de 59 anos, jogou explosivos contra a sede do Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de quarta-feira (13/11) Os deputados da oposição classificam o atentado do homem-bomba contra o Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira (13/11) como um episódio “isolado” e defendem o avanço do Projeto de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Francisco Wanderley, de 59 anos, jogou explosivos contra a sede do Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de quarta-feira (13/11)<br /><br />Os deputados da oposição classificam o atentado do homem-bomba contra o Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira (13/11) como um episódio “isolado” e defendem o avanço do Projeto de Lei (PL) nº 2.858/2022, que prevê a anistia aos envolvidos nas manifestações antidemocráticas de 8 de janeiro de 2023.<br /><br />Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, jogou explosivos contra o STF. Momentos antes, o porta-malas do carro dele explodiu no estacionamento externo do Anexo IV da Câmara dos Deputados.<br /><br />O episódio é investigado pela Polícia Federal (PF) como um atentado terrorista. O diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, indicou que a proposta de anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro “não é aceitável”.<br /><br />“Esses grupos extremistas estão ativos e precisam que nós atuemos de maneira enérgica. Entendemos que esse episódio de ontem não é um fato isolado, mas é conectado a várias outras ações, que, inclusive, a Polícia Federal tem investigado em um período recente”, disse Andrei Rodrigues.<br /><br />Deputados da oposição defendem que o atentado não tem relação com os presos das manifestações golpistas de janeiro de 2023. O PL da Anistia visa conceder o benefício aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes.<br /><br />Além dos envolvidos diretos nas manifestações, a proposta tem como objetivo anistiar aqueles que realizam contribuições, doações, apoio logístico, prestação de serviços e fizeram publicações nas redes sociais.<br /><br />O projeto tramitava na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, mas estava sendo colocado como moeda de troca para o apoio de alguns parlamentares aos candidatos à sucessão de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Casa.<br /><br />Com isso, o presidente da Câmara criou uma comissão especial para analisar o projeto. Lira indicou que a decisão foi tomada em razão da sensibilidade em torno do tema.<br /><br />“A gente sabe que vão querer usar isso para atrapalhar, mas isso é de uma crueldade sem fim, tanto com a pessoa que morreu, que não ouvi ninguém lamentar, ninguém nem do Supremo, nem da esquerda, do governo, ninguém lamentar pela morte”, alegou Bia Kicis (PL-DF), líder da oposição na Câmara.<br /><br />A deputada espera que o PL da Anistia seja aprovado ainda neste ano. “Querem usar esse caso para atrapalhar a vida de quem já está preso, de quem está sendo perseguido e pagando por crime que não cometeu, então a gente sabe que vão querer usar isso, mas a gente vai lutar até o fim para provar o projeto.”<br /><br />Marcel van Hattem (Novo-RS) acredita que Francisco tenha distúrbios psicológicos e que o caso não pode atrasar a tramitação do PL da Anistia.<br /><br />“Tratou-se de um caso isolado, de uma pessoa com muitos distúrbios psicológicos, ao que tudo indica, e que publicou insatisfação tremenda com a política em geral, inclusive contra Bolsonaro e Lula e contra o STF. Pegar esse caso e generalizar para prejudicar quem está sendo vítima de injustiça é desumano e desonesto”, indicou van Hattem.<br /><br />O deputado do Novo defende que muitos dos presos do 8 de janeiro não quebraram nada. “A maioria das pessoas que está implicada nos processos do 8 de Janeiro nada quebrou e muitos sequer estavam no local na hora dos eventos. A injustiça é grotesca e usar o sofrimento dessas pessoas para finalidade política neste momento é absolutamente abjeto”, completou.<br /><br />A presidente da CCJ, Caroline De Toni (PL-SC), argumenta que o caso de quarta não tem relação com as manifestações de 8 de janeiro. “Situações completamente distintas. O PL da Anistia é para reparar abusos e assegurar os direitos fundamentais dos acusados. Nada mais que isso.”<br /><br />Apesar de todo o movimento da oposição, ainda na quinta, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, pediu a responsabilização de envolvidos em atos antidemocráticos. “Acho que passar a mão na cabeça de episódios como o que teve aqui… Isso aqui foi tudo destruído por pessoas que se articularam. Portanto, é preciso responsabilizar”, declarou.<br /><br />O STF já condenou mais de 200 pessoas por envolvimento nas manifestações de 8 de janeiro de 2023.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Metropoles</p>
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		<title>Em 2024, 7 dos 8 deputados do AM na Câmara não destinaram verbas para o combate de queimadas no estado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/em-2024-7-dos-8-deputados-do-am-na-camara-nao-destinaram-verbas-para-o-combate-de-queimadas-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 15:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[AM na Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados são do Portal da Transparência, que detalha as emendas apresentadas pelos parlamentares e o valor pago para cada uma. Sete dos oito deputados do Amazonas na Câmara Federal não destinaram verbas para combater queimadas no estado, neste ano. Os dados são do Portal da Transparência, que detalha as emendas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dados são do Portal da Transparência, que detalha as emendas apresentadas pelos parlamentares e o valor pago para cada uma.<br /><br />Sete dos oito deputados do Amazonas na Câmara Federal não destinaram verbas para combater queimadas no estado, neste ano. Os dados são do Portal da Transparência, que detalha as emendas apresentadas pelos parlamentares e o valor pago pelo Governo Federal para cada uma.</p>
<div id="chunk-dg9sb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O Amazonas enfrenta uma crise ambiental, potencializada pelo número de queimadas que atingem o estado e também pela seca recorde dos rios.<span class="highlight highlighted"> Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que o Amazonas já soma, só em setembro, 4,7 mil focos de calor.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fg84b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="24" data-block-id="10">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li><strong>🔥Parcial de queimadas no Amazonas em setembro: 4.761</strong></li>
<li><strong>🔥Total de queimadas no Amazonas em agosto: 10.328</strong></li>
<li><strong>🔥Total de queimadas no Amazonas em julho: 4.241</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-1qfn2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Segundo o Portal de Transparência, no painel de emendas da bancada federal deste ano, constam projetos de envio de recursos para reestruturação e modernização de instituições federais de ensino superior, incremento temporário ao custeio de serviços de assistência hospitalar e transferências especiais, dentre outras.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-29emd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><span class="highlight highlighted">No entanto quando o assunto é combate às queimadas, sete dos oito parlamentares do Amazonas nada destinaram para combater o problema. A situação foi a mesma em 2023. Na ocasião, nenhum dos oito parlamentares do Amazonas destinaram verbas para resolver o problema do fogo.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4p0fj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Conforme os dados, apenas o deputado Amom Mandel (Cidadania) destinou verbas ao combate de queimadas no estado neste ano. O projeto apresentado pelo parlamentar destina R$ 191.440,96, do Ministério do Meio Ambiente, para a compra de materiais de segurança para os brigadistas que atuam no combate ao fogo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-306uh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Todavia, o projeto só foi apresentado em julho deste ano e, mesmo assim, sequer foi pago pela Câmara. Já os demais parlamentares não destinaram nenhum valor para combater o avanço das chamas no estado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8g4hm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><strong>São deputados federais pelo Amazonas:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-57m7f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="28" data-block-id="16">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li><strong>Amom Mandel (Cidadania);</strong></li>
<li><strong>Adail Filho (Republicanos);</strong></li>
<li><strong>Átila Lins (PSD);</strong></li>
<li><strong>Capitão Alberto Neto (PL);</strong></li>
<li><strong>Pauderney Avelino (União Brasil);</strong></li>
<li><strong>Saullo Viana (União Brasil)</strong></li>
<li><strong>Sidney Leite (PSD); e</strong></li>
<li><strong>Silas Câmara (Republicanos).</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-doa1t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Já o total de emendas destinadas por deputados e senadores para o combate às queimadas em todo o país é de R$ 41 milhões. A Comissão Mista Permanente de Mudanças Climáticas foi a bancada que mais destinou verbas para a gestão ambiental no país.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ek17v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">De acordo com o Portal da Transparência, a emenda do grupo foi orçada em R$ 8 milhões. Desses, o governo federal pagou R$ 7.575.000,00 para o combate ao fogo. Ainda assim, o valor é pequeno perto do problema que parece só crescer com o avanço do problema pelo país.</p>
<div id="chunk-b28gd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>Amazonas em situação de emergência</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-33a26">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Todos os 62 municípios do Amazonas foram declarados em estado de emergência devido à seca severa e às queimadas que afetam o estado este ano. Diante da situação, os incêndios florestais têm provocado &#8220;ondas&#8221; de fumaça que se espalham por todo o estado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4j40p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Nesta quarta (18), Manaus amanheceu novamente coberta por partículas de poluição.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 AM</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Câmara aprova urgência para criação do comitê gestor do IBS</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-aprova-urgencia-para-criacao-do-comite-gestor-do-ibs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 11:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta é o segundo texto de regulamentação da reforma tributária A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (12) o regime de urgência para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS). O órgão será encarregado de administrar o IBS, tributo estadual a ser...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Proposta é o segundo texto de regulamentação da reforma tributária</p>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (12) o regime de urgência para o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1069501-segundo-projeto-de-regulamentacao-da-reforma-tributaria-cria-comite-gestor-de-imposto-de-estados-e-municipios">Projeto de Lei Complementar</a> (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS). O órgão será encarregado de administrar o IBS, tributo estadual a ser criado pela reforma tributária para substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1607618&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1607618&amp;o=node" /></p>
<p>O texto principal deverá ser votado nesta terça-feira. A proposta é o segundo texto de regulamentação da reforma tributária. O primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/24), que regulamenta o IBS e a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS), foi aprovado pela Câmara em julho e aguarda agora a análise do Senado.</p>
<p>O Comitê Gestor do IBS reunirá representantes de todos os entes federados para coordenar a arrecadação, a fiscalização, a cobrança e a distribuição desse imposto aos entes federados, elaborar a metodologia e o cálculo da alíquota; entre outras atribuições.</p>
<p>Segundo o texto, o CG-IBS será uma entidade pública sob regime especial, com  independência orçamentária, técnica e financeira, sem vinculação a nenhum outro órgão público.</p>
<h2>Hidrogênio Verde </h2>
<p>Os parlamentares também aprovaram o Projeto de Lei 3027/24, que estabelece regras para o Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono. O tema foi vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando sancionou o projeto do marco regulatório do hidrogênio de baixa emissão de carbono. A matéria será enviada ao Senado.</p>
<p>Segundo o texto, o total de crédito fiscal que poderá ser concedido de 2028 a 2032 continua em R$ 18,3 bilhões no total, com limites anuais. Os incentivos começariam no valor de 1,7 bilhão em 2028, com crescimento gradual a cada ano, até chegar a R$ 5 bilhões em 2032.</p>
<p>Com o novo projeto, os objetivos são redefinidos, prevendo-se o estabelecimento de metas objetivas para desenvolver o mercado interno de hidrogênio de baixa emissão de carbono.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Câmara de Notícias e Agencia Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Um auditório lotado de preocupações com a reforma tributária</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/um-auditorio-lotado-de-preocupacoes-com-a-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 13:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Cate]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Assuntos Tributários Estratégicos]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
		<category><![CDATA[Sefaz-AM]]></category>
		<category><![CDATA[ZFM]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião do Comitê de Assuntos Tributários Estratégicos da Sefaz confirma que texto votado na Câmara dos Deputados fere de morte a ZFM A reunião que o Comitê de Assuntos Tributários Estratégicos (Cate) mobilizou e realizou ontem (23), no auditório da Sefaz-AM, pode ser vista, também, como um termômetro da apreensão...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Reunião do Comitê de Assuntos Tributários Estratégicos da Sefaz confirma que texto votado na Câmara dos Deputados fere de morte a ZFM<br /><br />A reunião que o Comitê de Assuntos Tributários Estratégicos (Cate) mobilizou e realizou ontem (23), no auditório da Sefaz-AM, pode ser vista, também, como um termômetro da apreensão que cerca investidores, políticos e trabalhadores do Polo Industrial da Zona Franca de Manaus (PIM/ZFM).<br /><br />Para começar, como nunca, o auditório ficou lotado. <br /><br />Por exemplo, esteve lá, nas cadeiras da frente, Jorge Nascimento Júnior, presidente da Eletros, entidade que representa empresas que empregam quase 50% dos 120 mil operários do PIM, que faturam quase 50% dos cerca R$ 180 bilhões da indústria amazonense. Enfim, estamos falando de marcas como a Samsung, LG, Eletrolux, Midea, Mondial, Panasonic. E por aí vai.<br /><br />Mas estiveram também no pelotão da frente Nelson Azevedo, vice-presidente da Fieam; Lúcio Flávio, Diretor Executivo do Centro da Indústria do Amazonas; Armando Ennes e Jeanete Portela, membros do Conselho Superior do Cieam; Dênis Minev, presidente da Bemol, maior rede varejista do Amazonas; Ralph Assayag, presidente do Câmara dos Diretores Lojistas de Manaus (CDL-Manaus); Anderson Chaves, Relações Institucionais da Abraciclo; representantes dos conselhos regionais de Economia e de Contabilidade; consultores econômicos como José Laredo e Rodemarck Castelo Branco; e representantes de várias empresas, como Yamaha, Caloi, TCL, Semp, Virrosas, Coimpa e outras. <br /><br />Depois da votação na Câmara, Antonio Silva, presidente da entidade, já havia manifestado preocupação com a regulamentação votada.<br /><br />Ainda por lá, falantes:</p>
<ul>
<li>Jeanete Portela, do Conselho do Cieam; </li>
<li>Marcelo Pereira, ex-superintendente da ZFM, e que hoje assessor do deputado Pauderney Avelino (União);</li>
<li>Hamilton Caminha, advogado, presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB-AM. Ele também é da Associação Comercial do Amazonas (ACA).</li>
</ul>
<p>Só para citar, porque por lá também apareceram pessoas que nunca se vêem em eventos do gênero. </p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ávidos</strong></h4>
<p>Mas estavam ali para ouvir o que todo mundo já sabia, mas não em detalhes, com dados oficiais.</p>
<p>E coube ao auditor fiscal Nivaldo Mendonça, coordenador do Cate, dizer isso. E fez com uma palestra cheia de slides de PowerPoint. </p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fim da competitividade – o que ele disse</strong></h4>
<p>O ponto de mais atenção de sua fala foi quando  ele tratou da perda de competitividade de produtos do PIM que atualmente têm estímulo de crédito de 100% de ICMS. </p>
<p>Contudo, conforme legislou a Câmara dos Deputados, esses produtos terão esse estímulo reduzido a 55%. </p>
<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" class="wp-image-177808" src="https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Grafico-reuniao-Sefaz.jpeg" alt="" width="600" height="350" />
<figcaption class="wp-element-caption"><em>Gráfico mostra a perda de competitividade da ZFM</em></figcaption>
</figure>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Alerta</strong></h4>
<p>No curso dos debates com os deputados, a Eletros já havia alertado que essa mudança prejudicaria, e muito, alguns produtos do PIM. A entidade citou eletroeletrônicos, como o ar-condicionado e o áudio. </p>
<p>Ontem, o Cate ratificou isso ao mostrar que seus estudos indicam perda grande de competitividade com essa redução de incentivo. </p>
<p>*O comércio amazonense também se manifestou com preocupação alertando para o fato de que com a perda de estímulo de IBS (que ocupará o lugar do ICMS), com a regulamentação aprovada na Câmara, poderá aumentar a carga tributária do setor. </p>
<p>O evento de ontem do Cate, porém, não dá ponto final no assunto.</p>
<div class="autozep-outer">
<p>O que se viu no auditório da Sefaz foram os dirigentes da pasta e a plateia esperançosos de que o Senado vai reverter o que a ZFM perdeu na Câmara.</p>
<p>Do contrário, se prevê fuga de investimento e desemprego. Porque, como saiu da Câmara, a ZFM fica bem menos interessante e competitiva, fazendo com que o investidor ou mude seus negócios para outros estados ou até mesmo saia do país.</p>
<p>Só para citar, se o texto não for mudado no Senado, produtos que são fabricados exclusivamente no Polo Industrial de Manaus, como ar-condicionado e duas rodas, podem ter sua competitividade na ZFM prejudicada fazendo com que haja fuga de investimentos para outros locais fora do Amazonas, causando desemprego local.</p>
<blockquote class="wp-block-quote">
<p><em>“É de fato uma maldade com o Amazonas. Por que não manter o mesmo incentivo atual? Nao se está pedindo nada a mais, mas também não vamos permitir que haja perdas do que se tem hoje garantido constitucionalmente, inclusive. Ainda mais pra produtos que só são fabricados em Manaus e que são destaques nacionais”, </em>comentou o presidente da Eletros, Jorge Nascimento, ao fim do evento<em>.</em></p>
</blockquote>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Maldade do Arthur Lira</strong></h4>
<p>Um detalhe chamou atenção no evento do Cate. Foi o slide que marcou a abertura do evento. Essa abertura foi feita pelo secretário Alex Del Giglio. </p>
<p>Ao fundo dele, havia uma projeção que sugeria o poder que agiu contra a ZFM na Câmara.</p>
<p>Era o título de uma matéria do Portal 360 que dizia: “Lira mostra força e Câmara aprova 1º PLP que regulamenta tributária”.</p>
<figure class="wp-block-image size-full is-resized">
<figure id="attachment_177809" aria-describedby="caption-attachment-177809" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-177809" src="https://bncamazonas.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Del-Giglio-Reforma-Tributaria-Arthur-Lira.jpeg" alt="" width="600" height="338" /><figcaption id="caption-attachment-177809" class="wp-caption-text">Foto: BNC Amazonas</figcaption></figure>
</figure>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">42408</post-id>	</item>
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		<title>Câmara aprova texto-base da reforma tributária com trava no IVA</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 13:11:06 +0000</pubDate>
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<p>Inclusão de carnes na cesta básica foi aprovada em destaque<br /><br /><strong>Brasília</strong> – Por 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o texto-base do primeiro projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A versão do texto inseriu uma trava para a alíquota do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), inclui remédios na lista de produtos com imposto reduzido e amplia a cesta básica nacional com imposto zero. O texto será enviado para análise do Senado Federal.</p>
<p>Por meio de um destaque, carnes (de qualquer tipo), peixes, queijos e sal foram incluídos na lista de alimentos com isenção. O destaque para isentar as carnes e as proteínas animais foi aprovado por 477 votos a favor, três contra e duas abstenções, após destaque do PL, principal partido de oposição.</p>
<p>Apesar de articulada pela bancada ruralista e pela indústria de alimentos, a isenção foi acatada pelo relator do projeto de lei, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e celebrada pela líder do PT na Câmara, deputada Benedita da Silva (RJ). “É o sonho do presidente Lula todo o tempo se colocando de que era muito importante que houvesse proteína na cesta básica das pessoas mais vulneráveis”, disse a parlamentar.</p>
<p>Pelo texto enviado pelo governo, as carnes estavam na lista de produtos com alíquota reduzida para 40% da alíquota original, pagando 10,6% em vez de 26,5%. Agora terão alíquota zero.</p>
<p>Antes das carnes e dos queijos, o relator tinha incluído, de última hora, óleo de milho, aveia e farinhas na cesta básica nacional, que não pagará IVA. Ele também incluiu pão de forma e extrato de tomate nos produtos com imposto reduzido. Antes da votação do destaque da carne, a Câmara derrubou dois destaques, um que buscava introduzir incentivos para a construção civil e outro que buscava incluir armas e munições na cobrança do Imposto Seletivo.</p>
<p>Lopes também aumentou a lista de medicamentos com alíquota reduzida para 40% da alíquota cheia. O texto original do governo previa uma lista de 343 princípios ativos com isenção de imposto e 850 com alíquota reduzida. O texto aprovado ampliou a lista de alíquotas reduzidas para todos os medicamentos com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os medicamentos produzidos em farmácia de manipulação.</p>
<p>Atendendo à bancada feminina, o relator incluiu o Dispositivo Intrauterino (DIU), tipo de método anticoncepcional, na lista de dispositivos médicos com IVA reduzido. Anteriormente, Lopes tinha inserido itens de higiene menstrual, como absorventes, tampões higiênicos, coletores menstruais e calcinhas absorventes, na lista de produtos com de impostos, em vez de alíquota reduzida, como no projeto original.</p>
<p><strong>Cashback e imposto seletivo</strong><br />O cashback, mecanismo de devolução de imposto à população mais pobre, também foi ampliado. O projeto original previa a devolução de 100% da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS, tributo federal) e 20% do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS, imposto estadual e municipal) na compra de gás; 50% da CBS e 20% do IBS no pagamento das contas de luz, de água e esgoto; e 20% da CBS e do IBS sobre os demais produtos. A versão aprovada eleva de 50% para 100% a devolução da CBS sobre as contas de energia elétrica, água, esgoto e gás natural.</p>
<p>Na última hora, o relator incluiu o carvão mineral na lista de produtos que pagarão o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos que fazem mal à saúde e ao meio-ambiente. Lopes, no entanto, estendeu a alíquota máxima de 0,25% para todos os minerais extraídos, não apenas ao minério de ferro, como constava no parecer anterior. A emenda constitucional fixa em 1% o limite para o Imposto Seletivo.</p>
<p>No relatório anterior, divulgado na semana passada, carros elétricos e apostas (físicas e on-line) tinham sido incluídas na lista de produtos com Imposto Seletivo. As armas e munições, no entanto, ficaram de fora, apesar de pressões de entidades da sociedade civil. Embora sejam movidos a diesel e tenham alto nível de poluição, os caminhões também não pagarão o tributo.</p>
<p><strong>Alíquota travada</strong><br />Na terça-feira (9), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a inclusão das carnes na lista de produtos isentos aumentaria o IVA em 0,53 ponto porcentual, o que faria a alíquota média passar de 26,5% para 27,03%, a maior do mundo parta esse tipo de imposto, superando a da Hungria, que cobra 27%. O Banco Mundial calcula um impacto de 0,57 ponto percentual.</p>
<p>Os deputados decidiram travar a alíquota em 26,5% a partir de 2033, quando acabar a transição dos tributos atuais para o IVA. Com a limitação do futuro imposto, o governo, perderá receitas no longo prazo. Segundo o texto aprovado, se a alíquota ultrapasse o teto, o governo seria obrigado a elaborar, em conjunto com o Comitê Gestor do IBS, um projeto de lei complementar com medidas para diminuir a carga tributária.</p>
<p>A trava é mais profunda que a instituída na emenda constitucional da reforma tributária, aprovada em dezembro do ano passado. A emenda à Constituição tem um teto para evitar o aumento da carga tributária do país (medida pela relação entre a arrecadação de impostos e o Produto Interno Bruto) na comparação com a carga atual, o que permitia ao Congresso criar exceções e regimes especiais, em troca do aumento da alíquota cheia, de 26,5%. A nova trava inserida na regulamentação limita a alíquota média do IVA, obrigando o governo a reduzir a carga tributária no futuro.</p>
<p><strong>Planos de saúde e turismo</strong><br />O texto aprovado também permite que as empresas recebam créditos tributários de planos de saúde coletivos previstos em convenção, prática vedada no projeto original. Outra inclusão foi a de planos de saúde de animais domésticos, com alíquota reduzida em 30%.</p>
<p>Os deputados também incluíram um mecanismo de devolução de tributos a turistas estrangeiros que comprarem produtos no Brasil e os embarcarem na bagagem. Esse sistema existe em diversos países, quando o valor total das mercadorias ultrapassa determinado valor.</p>
<p>A proposta aprovada passa a considerar improbidade administrativa a não devolução de créditos tributários (ressarcimento parcial de tributos que impede a cobrança em cascata) às empresas nos prazos estabelecidos. Nesses casos, o secretário da Receita Federal e o presidente do Comitê Gestor do IBS serão responsabilizados.</p>
<p>O projeto estabelece até 30 dias para o pagamento de créditos os contribuintes inscritos em programas de conformidade, até 60 dias para valores dentro da média mensal do contribuinte e até 180 dias para os demais casos (créditos acima ou abaixo da média mensal da empresa).</p>
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<p>Fonte: D24am</p>
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