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	<title>café - Portal NDC</title>
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	<title>café - Portal NDC</title>
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		<title>Preço do café moído fica 77% mais caro em um ano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/preco-do-cafe-moido-fica-77-mais-caro-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 14:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café, em 2024, foram consumidas 21,9 milhões de sacas, um aumento de 1,1% em relação ao ano anterior Nesta segunda-feira (14), é o Dia do Café, uma data que homenageia uma das maiores paixões nacionais. No entanto, a comemoração deste ano veio acompanhada de um alerta preocupante: o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1769863506" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café, em 2024, foram consumidas 21,9 milhões de sacas, um aumento de 1,1% em relação ao ano anterior<br /><br />Nesta segunda-feira (14), é o Dia do Café, uma data que homenageia uma das maiores paixões nacionais. No entanto, a comemoração deste ano veio acompanhada de um alerta preocupante: o preço do café moído subiu 77% em um ano. Segundo dados do IBGE, o café moído subiu mais de 30% apenas neste ano, totalizando um aumento de 77,8% nos últimos 12 meses. Apesar do aumento, muitos consumidores ainda valorizam a experiência proporcionada pela bebida.<br /><br />O especialista em extração de café, Johann Emmerich, explicou que o cultivo do café requer cuidados especiais, como irrigação e adubação, além da escolha da variedade da planta, que pode influenciar na resistência a mudanças climáticas e na complexidade da bebida. O clima tem sido um desafio para os produtores, com altas temperaturas e secas afetando safras em regiões como o sul de Minas e o Espírito Santo. A escolha da variedade é crucial, pois algumas são mais resistentes, enquanto outras, embora mais delicadas, oferecem uma bebida mais complexa. Esses fatores contribuem para o aumento dos custos de produção, refletindo no preço final do produto.<br /><br />Apesar dos desafios enfrentados pelos produtores, o consumo de café no Brasil continua em alta. Restaurantes, lanchonetes e padarias têm inovado para atrair os amantes do café, investindo em doces como tiramisu, bolos, cheesecakes e sorvetes de café. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café, em 2024, foram consumidas 21,9 milhões de sacas, um aumento de 1,1% em relação ao ano anterior. O Brasil mantém sua posição como o segundo maior consumidor de café do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Tebet afirma que preços dos alimentos estão altos também por falta de planejamento no passado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tebet-afirma-que-precos-dos-alimentos-estao-altos-tambem-por-falta-de-planejamento-no-passado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 15:14:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Alta dos preços]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[Simone Tebet]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma crítica ao governo anterior, ministra questionou falta combate ao desmatamento na Amazônia, que causa secas em polos do agronegócio no Centro-Oeste A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse nesta segunda-feira (31), que os preços dos alimentos estão altos não apenas e por motivos climáticos, mas também por falta de planejamento no [&#8230;]]]></description>
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<p>Em uma crítica ao governo anterior, ministra questionou falta combate ao desmatamento na Amazônia, que causa secas em polos do agronegócio no Centro-Oeste<br /><br />A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse nesta segunda-feira (31), que os preços dos alimentos estão altos não apenas e por motivos climáticos, mas também por falta de planejamento no passado, o que inclui o desequilíbrio fiscal que leva à depreciação do câmbio. “É claro que tem fatores climáticos, é claro que tem certas situações – juntou tudo, é café, é ovo, é carne. O café deu um problema no Vietnã, e na nossa safra também. Mas é também porque nós não planejamos no passado”, declarou Tebet.<br /><br />Excetuando a Embrapa – um “caso de sucesso”, conforme a ministra -, ela questionou o que foi feito, “porteira para fora”, no sentido de reduzir desperdícios de alimentos tanto em supermercados quanto em residências ou para aumentar a produtividade e recuperar pastagens à produção no campo. Numa crítica ao governo anterior, Tebet também questionou o que foi feito para combater o desmatamento na Amazônia, que causa secas em polos do agronegócio no Centro-Oeste. “O que nós fizemos para, nesses últimos 25 ou 30 anos, nos prevenir em relação às mudanças climáticas?”, acrescentou a ministra.<br /><br />Ela não ignorou o impacto no câmbio nos preços provocado pelas incertezas em relação às contas públicas ao questionar o que foi feito no câmbio fiscal para evitar um câmbio tão alto. “Então, isso tem a ver com aquilo que nós deixamos de fazer. Deixamos é passado, agora é hora de fazer”, assinalou.<br /><br />Tebet participou da abertura de um seminário, promovido pelo próprio Ministério do Planejamento, que reúne no período da tarde desta segunda-feira especialistas, autoridades públicas, representantes da sociedade civil, da academia e do setor produtivo para debater um planejamento estruturado aos próximos 25 anos. O evento acontece no auditório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).<br /><br />Essa estratégia, conforme a ministra, tem recortes claros, “para ninguém achar que essa é uma peça de ficção”. Visa objetivos em diferentes prazos: 2035, 2040 e 2050. O Brasil, pontuou Tebet, precisa enfrentar o desafio trazido por uma população que envelhece. “O problema não é envelhecer, é que nós estamos envelhecendo mal, porque estamos envelhecendo sem ter enriquecido. É diferente da Europa, que enriqueceu antes, depois envelheceu”, declarou.<br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Clima e aumento do consumo devem manter preço do café em alta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/clima-e-aumento-do-consumo-devem-manter-preco-do-cafe-em-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 14:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abic]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
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					<description><![CDATA[Safra deste ano pode ajudar a estabilizar os valores, estima Abic O preço do café deve continuar subindo nas próximas semanas, pelo menos até a safra deste ano, que começa a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirmação é da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). A principal causa do aumento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3430757115" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Safra deste ano pode ajudar a estabilizar os valores, estima Abic</p>
<p>O preço do café deve continuar subindo nas próximas semanas, pelo menos até a safra deste ano, que começa a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirmação é da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). A principal causa do aumento nos preços são os eventos climáticos, que influenciam na safra do grão. O aumento do consumo em todo o mundo e a chegada de um novo mercado consumidor global, a China, também influenciam. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1629283&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1629283&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo a entidade, esse impacto sobre os preços deve se manter por mais dois ou três meses. Depois, deve vir um momento de arrefecimento no valor do produto, com uma certa estabilização. A queda de preços, no entanto, só deverá acontecer a partir da safra do próximo ano, estima a associação.</p>
<p>O aumento no preço do café vem sendo observado desde novembro do ano passado. E não é um fenômeno apenas no Brasil, que é o principal exportador mundial de café no mundo, representando quase 40% da produção mundial, seguido pelo Vietnã (em torno de 17%) e pela Colômbia.</p>
<h2>Safra</h2>
<p>Em 2020, a safra brasileira bateu recordes, mas os anos seguintes foram ruins para a lavoura, influenciado pelo clima. Em 2021, houve uma geada que dizimou quase 20% da safra de arábica. Em 2022, ela não conseguiu se recuperar – no geral, a safra demora dois anos para que isso ocorra, explicou a Abic. </p>
<p>Já em 2023, a lavoura sofreu os efeitos do El Niño [fenômeno que afeta o clima em todo o planeta], com um período longo de estiagem e altas temperaturas. E, no ano passado, o fenômeno que atuou foi o La Niña, que trouxe chuvas alongadas. </p>
<p>“Isso é muito ruim para a lavoura”, explicou  o presidente da Abic, Pavel Cardoso, acrescentando que a safra que será colhida neste ano será ligeiramente menor que a do ano passado.</p>
<blockquote>
<p>“Esse acúmulo de quatro anos de problemas climáticos e o crescimento da demanda global dão a explicação dessa escalada de preços no café”, ressaltou.</p>
</blockquote>
<p>Com todos esses problemas climáticos afetando a lavoura, os produtores precisaram aumentar os gastos para a produção. Com isso, o custo da matéria-prima subiu. A indústria, informou a Abic, teve aumentos superiores a 200% e teve que repassar parte disso, em torno de 38%, ao consumidor.</p>
<p>Todos esses fatores conjugados acabaram contribuindo para a alta dos preços da commodity nas bolsas internacionais, o que também traz reflexos para o bolso do consumidor. Na Bolsa de Nova York, os principais contratos de café arábica atingiram os valores mais altos da história. Hoje, por exemplo, a cotação voltou a subir e batia recorde, chegando US$ 3,97 a libra-peso. </p>
<p>“Em relação a esse recorde, que está quase chegando a US$ 4 a libra-peso, muito se atribuiu a uma potencialização dessa oferta curta. É uma entrada forte de fundos que gera um número histórico, mas que é potencialmente importante para a reflexão de todo o setor. Esse momento é ganho para todos? É uma situação que cabe a todos nós refletir”, disse Cardoso. “Essa escalada em algum momento vai parar, mas não se sabe quando. Essa é a pergunta que todos nós fazemos”.</p>
<h2>Estimativas</h2>
<p>A Abic espera que a safra deste ano, que começa a ser colhida em abril, ajude a estabilizar os preços. O setor também tem uma grande expectativa para a safra do ano que vem, que pode bater o recorde de 2020, ajudando a ampliar a oferta e diminuir os preços do produto. Enquanto isso não ocorre, o consumidor ainda deve sofrer com o aumento no café já que a indústria ainda tem repasses a fazer pelo seu alto custo.</p>
<p>“Em relação à matéria-prima, devemos ter ainda alguma volatilidade adicional até a chegada da safra, que deve tensionar por conta de uma oferta muito curta. A partir da chegada dessa safra, entendemos que haverá alguma estabilidade. E quando tivermos finalizado a colheita, portanto, com um olhar para 2026, esperamos ter uma grande safra, possivelmente superior a 2020, quando tivemos safra recorde”, informou Cardoso, </p>
<p>“Com relação ao consumidor, teremos algum aumento adicional, afinal, tivemos aumentos superiores a 180% para a indústria, que absorveu esse aumento e repassou parte disso para os mercados, chegando a 37% para os consumidores. Então, parte desse aumento será transferido para os varejistas e, consequentemente, aos consumidores”, explicou.</p>
<h2>Dados do setor</h2>
<p>O consumo da bebida no Brasil entre novembro de 2023 e outubro de 2024 cresceu 1,11% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Abic nesta quarta-feira (5). </p>
<p>O Brasil, que é o maior produtor e exportador do produto, é também o segundo maior consumidor mundial de café, tendo consumido 21,916 milhões de sacas em 2024, o que significou 4,1 milhões de sacas a menos do que é consumido pelo país que está na liderança desse ranking, os Estados Unidos. Os dados do setor também informaram que o brasileiro consome, em média, 1.430 xícaras/ano de café.</p>
<p>O faturamento da indústria de café torrado no mercado interno somou R$ 36,82 bilhões no ano passado, uma variação de 60,85% quando comparado a 2023. A alteração ocorre devido ao aumento do preço do café na gôndola. No mercado externo, o faturamento foi de R$ 134 milhões.</p>
<p>Os cafés especiais sofreram um aumento de 9,80%, quando comparado o período de janeiro de 2024 com dezembro de 2024. Já a categoria de cafés Gourmets registrou um aumento de 16,17%; os cafés Superiores, de 34,38%; e os cafés Tradicionais e Extrafortes, tiveram aumento de 39,36%. Os cafés em cápsula também registraram um aumento nos preços (2,07%).</p>
<p>Nos últimos quatro anos, a matéria-prima aumentou 224%, e o café no varejo aumentou 110%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torra</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Lotes de café são barrados pelo Ministério da Agricultura após ser constatado impurezas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lotes-de-cafe-sao-barrados-pelo-ministerio-da-agricultura-apos-ser-constatado-impurezas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 02:28:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[impurezas]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[recolhimento de lote]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) determinou o recolhimento de oito lotes de café após ser constatada a presença de corpos estranho e impurezas. Os lotes recolhidos foram: FAB08DEZ22 da Fazenda Mineira; 046/23/3D da Jardim; 59 da Lenhador Extra Forte; 59 da Lenhador Tradicional; 58 da Balaio; 02 e 05 da Bico de Ouro; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1795927255" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) determinou o recolhimento de oito lotes de café após ser constatada a presença de corpos estranho e impurezas.</p>
<p>Os lotes recolhidos foram: FAB08DEZ22 da Fazenda Mineira; 046/23/3D da Jardim; 59 da Lenhador Extra Forte; 59 da Lenhador Tradicional; 58 da Balaio; 02 e 05 da Bico de Ouro; e 04 da Bico de Ouro 100% Puro Robusta.</p>
<p>De acordo com o coordenador de Fiscalização da Qualidade Vegetal, Tiago Dokonal, resíduos de beneficiamento do café foram torrados como se fosse grãos legítimos.</p>
<p>“Nesses produtos foram detectados que os grãos de café foram substituídos por matéria-prima contendo excesso de cascas e paus de café, a fim de aumentar o volume e enganar o consumidor”, informa nota do ministério.</p>
<p>Desde janeiro, a pasta passou a fiscalizar o café torrado e moído no país, a partir da entrada em vigor da Portaria n° 570, que estabelece o padrão de classificação do café torrado.</p>
<p>Em julho de 2023, uma força-tarefa apreendeu produtos fraudulentos em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal. Na ocasião, os fiscais identificaram mais de 26 marcas com suspeitas de irregularidades. Conforme o Mapa, parte dessas marcas estão em fase de contestação das análises.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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