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	<title>Brics - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Brics - Portal NDC</title>
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		<title>Dilma é reeleita presidente do Banco do Brics para novo mandato de 5 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dilma-e-reeleita-presidente-do-banco-do-brics-para-novo-mandato-de-5-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 13:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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					<description><![CDATA[À frente da instituição desde 2023, ex-presidente do Brasil recebeu aval da Rússia, segundo agência vinculada ao governo. Banco financia projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável. A ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT) foi reeleita presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como Banco do Brics, informou nesta segunda-feira (24) a assessoria. Indicada pelo presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1626525209" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>À frente da instituição desde 2023, ex-presidente do Brasil recebeu aval da Rússia, segundo agência vinculada ao governo. Banco financia projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável.<br /><br />A ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT) foi reeleita presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como Banco do Brics, informou nesta segunda-feira (24) a assessoria.<br /><br />Indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o posto, Dilma está à frente da instituição desde 2023.<br /><br />Com sede em Shangai, na China, o Banco do Brics foi criado em 2014 e financia projetos de infraestrutura e ligados ao desenvolvimento sustentável.<br /><br />Cada país membro do Brics pode indicar o presidente do banco para um mandato de cinco anos.<br /><br />Dilma, no entanto, assumiu na metade do período – ao ser escolhida por Lula para substituir o economista Marcos Troyjo, que havia sido indicado no governo Jair Bolsonaro.</p>
<div id="chunk-4ad94">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Pelas regras de rotatividade, ao final do mandato de Dilma, neste ano, cabe à Rússia indicar um novo nome.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-em4cp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Entretanto, no ano passado, segundo a Agência Brasil, vinculada à Secretaria de Comunicação Social da Presidência, o presidente russo Vladimir Putin informou que o país daria o aval para Dilma ser reeleita.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fmsel">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Conforme a Agência Brasil, na ocasião, Putin destacou que, como a Rússia está em guerra com a Ucrânia, ter um russo à frente do banco poderia prejudicar a condução dos trabalhos do NDB &#8211; os países do Brics têm se posicionado contra a guerra.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-el6st">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além disso, o Brasil comanda o Brics neste ano &#8211; a cúpula de chefes de Estado acontecerá em julho, no Rio de Janeiro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-arb4o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em rede social, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR), parabenizou Dilma pela reeleição.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f40i6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">“Parabéns, presidenta Dilma Rousseff, pela recondução à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento. Sob sua direção, o Banco dos BRICS vem cumprindo importante papel no desenvolvimento de nossos países”, publicou a ministra.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-99mar">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Dilma Rousseff</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-eu8r6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Primeira mulher da história a presidir o Brasil, Dilma comandou o país de janeiro de 2011 a maio de 2016, quando foi afastada do mandato em razão de um processo de impeachment no Congresso Nacional.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5i5gi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em agosto daquele ano, Dilma deixou o mandato definitivamente, quando o Senado aprovou a perda do mandato &#8211; reeleita em 2014, ela permaneceria no Palácio do Planalto até 2018.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1c6kh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em razão do impeachment de Dilma, o então vice-presidente Michel Temer (MDB) assumiu como presidente da República.</p>
</div>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="multicontent" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="ultimo chunk conteudo" data-track-value="view">
<div id="chunk-us4t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">À época, antes mesmo do afastamento da petista, Temer se aliou à oposição e , ao assumir, governou com partidos como o PSDB.</p>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
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		<item>
		<title>Brics têm mais de 40% da população e 37% do PIB mundiais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brics-tem-mais-de-40-da-populacao-e-37-do-pib-mundiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 15:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[global]]></category>
		<category><![CDATA[países]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma da governança]]></category>
		<category><![CDATA[territórios]]></category>
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					<description><![CDATA[Criado na década de 2000, grupo busca reforma da governança global A soma dos nove países que já integram formalmente o Brics, além da Arábia Saudita, concentram mais de 40% da população global, com tendência de crescimento acima da média do planeta na próxima década. Além disso, respondem por 37% da economia mundial, segundo o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1748488610" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Criado na década de 2000, grupo busca reforma da governança global<br /><br />A soma dos nove países que já integram formalmente o Brics, além da Arábia Saudita, concentram mais de 40% da população global, com tendência de crescimento acima da média do planeta na próxima década. Além disso, respondem por 37% da economia mundial, segundo o critério Produto Interno Bruto (PIB) por poder de compra, de acordo com o Fórum Econômico Mundial. <br /><br />Criado em 2009, o Brics originalmente reunia, além do Brasil, China, Índia e Rússia. A África do Sul foi o quinto país a ingressar, em 2011, e, no ano passado, mais cinco países aderiram ao bloco: Irã, Egito, Emirados Árabes, Etiópia e Arábia Saudita. Ainda em processo de confirmação, a Arábia Saudita tem participado das reuniões do grupo, segundo o Itamaraty.</p>
<div id="attachment_48570" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-48570" class="size-full wp-image-48570" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/thumbnail_brics_no_mundo._jpg.webp" alt="" width="800" height="467" /><p id="caption-attachment-48570" class="wp-caption-text">Arte/EBC</p></div>
<h2>Tamanho do Brics</h2>
<p>Os nove países que já integram oficialmente o Brics, além da Arábia Saudita, atualmente concentram mais de 40% da população global, com tendência de crescimento acima da média do planeta na próxima década. Além disso, respondem por 37% da economia mundial, segundo o critério Produto Interno Bruto (PIB) por poder de compra, de acordo com o Fórum Econômico Mundial.</p>
<p>Esses países detêm 26% do comércio mundial, de acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC). E, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), o grupo concentra 44% das reservas de petróleo e 53% das reservas de gás natural do planeta. Não apenas isso, hoje produzem 43% do óleo e 35% do gás do mundo.</p>
<p>Setenta e dois por cento das reservas mundiais de terras raras estão nesses dez territórios, assim como 70% da produção global de carvão mineral. Rússia e Brasil detêm as maiores reservas de água doce do planeta.</p>
<p>Em termos militares, o grupo possui pelo menos três potências nucleares (Rússia, China e Índia).</p>
<p>“O Brics de fato tem o peso econômico e militar acentuado, que cada vez mais vem demandando um peso político que seja à altura dos recursos que detêm”, afirma a diretora do Brics Policy Center e professora do Instituto de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Marta Fernández.</p>
<p>O termo Bric, um acrônimo para os membros originais, foi criado pelo economista Jim O’Neill, em 2001, para se referir ao grupo de países que apontavam como promissores mercados emergentes no início do milênio. Em entrevistas posteriores, O’Neill disse que nunca pensou no Brics como um grupo político.</p>
<p>Em 2006, no entanto, os quatro membros originais se reuniriam pela primeira vez às margens da Assembleia Geral das Nações Unidas. A crise financeira mundial de 2008 daria um motivo para que o grupo decidisse se reunir anualmente para buscar uma alteração do sistema de governança global.<br /> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="Fonte Itamaraty." src="https://imagens.ebc.com.br/YeXVLyieNL1p2p3OkO8XscxjAOk=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/12/26/thumbnail_brics_no_mundo._jpg-2.jpg?itok=sCrKKWwq" alt="Brasília (DF) 26/12/2024 Brics têm mais de 40% da população e 37% do PIB mundial. Fonte Itamaraty." /></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Arte/EBC</div>
</div>
</div>
<h2>Influência mundial </h2>
<p>“Na sua origem, ficou muito claro que era uma organização informal, mas que tinha uma agenda reformista da ordem internacional. O Brics surge no contexto de uma crise dos países do Ocidente, com a crise financeira de 2008. Desde a primeira cúpula, está nas declarações a demanda por reforma da ONU, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial”, explica o professor do Núcleo de Estudos dos Países Brics da Universidade Federal Fluminense (UFF), Evandro Carvalho.</p>
<p>Nesse contexto de crise econômica, surgido em um modelo econômico e político liderado pelos países ocidentais (Estados Unidos e União Europeia), os Brics passam a demandar mais influência nos destinos do mundo.</p>
<p>“Esses países entendiam que eles tinham peso subdimensionado na governança internacional seja na presença nas organizações internacionais, seja na definição dos rumos para a economia internacional”, ressalta o diretor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Dallari.</p>
<p>Na esteira das críticas à gestão dos grandes bancos internacionais, os Brics criaram, em 2014, sua própria instituição financeira, o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), que apoia projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável em países em desenvolvimento. “Ao criar uma organização internacional, o Brics mostrou sua capacidade de realização numa frente importantíssima”, diz Carvalho.</p>
<p>Além disso, como uma forma de reduzir a dependência em relação ao dólar, a moeda dos Estados Unidos, nas negociações comerciais internacionais, o Brics defende o uso de moedas locais no comércio entre seus integrantes.</p>
<p>“O Brics está, de alguma forma, gerando preocupações nos Estados Unidos, em relação à manutenção do dólar como moeda de referência, hegemônica. Não que o Brics tenha qualquer pretensão de substituir o dólar. A ideia é que o Brics quer ter o direito de comercializar em diferentes moedas. Isso tem a ver com a construção de um mundo multipolar, onde há vários centros de poder”, explica Marta.</p>
<h2>Limitações</h2>
<p>Segundo Dallari, fora da discussão da reforma da governança global, há pouca convergência entre os países do grupo, uma vez que têm interesses comerciais e valores ideológicos muito diferentes.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="23 18:43:58" src="https://imagens.ebc.com.br/SHcoWDXjovfcUUQTBl4TH7zBT50=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/930472-cnv_9487.jpg?itok=mHjhZh_9" alt="Comissão Nacional da Verdade (CNV) realiza diligência no Hospital Central do Exército (HCE), local da morte de Raul Amaro Nin Ferreira. Na foto,  Pedro Dallari, presidente da CNV (Tomaz Silva/Agência Brasil)" width="463" height="308" /><p class="wp-caption-text">Diretor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, Pedro Dallari. Foto -Tomaz Silva/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>“O Brics é um foro de concertação de posições. O Brics cumpre muito mais no sentido de um arranjo para um interesse geopolítico e de fortalecimento do multilateralismo do que propriamente pelos resultados efetivos que venha a ter como um bloco ‘econômico’”.</p>
<p>Além disso, Dallari diz que também há divergências em relação a grandes temas globais, como as guerras no Oriente Médio e na Ucrânia, o aquecimento global ou mesmo na contenção de pandemias, como a de covid-19.</p>
<p>“De maneira nenhuma, o Brics pode ser visto como um bloco capaz de atuar de maneira coesa nos grandes temas do nosso tempo, até porque, em muitos desses temas, esses países se contrapõem, são antagonistas”, destaca o professor da USP. “Fora esse desejo mais abstrato de reforma do multilateralismo, eu vejo muito pouca efetividade hoje na ação do Brics”.</p>
<p>Evandro Carvalho acrescenta que, no comércio internacional, por exemplo, alguns são inclusive competidores em algumas áreas. Ele destaca também que mesmo sendo apenas um grupo informal, o Brics carece de uma estrutura institucional mínima, como uma secretaria executiva, que pudesse dar mais transparência e concentrasse as iniciativas do grupo.</p>
<p>“Se você quer procurar informações sobre uma iniciativa qualquer do Brics, não há sequer um website que concentre isso. Você só vai encontrar nos sites das cúpulas do ano passado, do ano anterior. Não tem um website do Brics que contenha informações, e-mails, como acessar as informações, a quem a gente recorre se quisermos alguma informação para uma pesquisa, para uma entrevista”.</p>
<p>Apesar das limitações do grupo informal, Marta Fernández acredita que o Brics tenha uma força “material, em termos recursos, de população, de minerais críticos, de produção de petróleo, mas cada vez mais também tem uma força muito simbólica, porque, de alguma forma, vem representando uma alternativa à forma de organizar o mundo, de organizar governança global, muito a partir da ideia do sul global”.</p>
<p>“O Brics se tornou quase como um porta-voz ou a maior voz para o sul global, dentro dessa função de reorganização da ordem global”, complementa Carvalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Procurador-geral da Venezuela diz que Lula mentiu sobre acidente para não ir à cúpula dos Brics</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/procurador-geral-da-venezuela-diz-que-lula-mentiu-sobre-acidente-para-nao-ir-a-cupula-dos-brics/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2024 22:28:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acidente doméstico]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Declarações foram feitas por Tarek William Saab em publicação nas redes sociais; ele alegou ter ‘fontes diretas’ que confirmariam suposta manipulação do presidente brasileiro, embora não tenha apresentado provas O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, acusou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ter manipulado o acidente doméstico que sofreu recentemente para justificar sua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3625919224" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Declarações foram feitas por Tarek William Saab em publicação nas redes sociais; ele alegou ter ‘fontes diretas’ que confirmariam suposta manipulação do presidente brasileiro, embora não tenha apresentado provas</p>
<p>O procurador-geral da <strong>Venezuela</strong>, Tarek William Saab, acusou o presidente brasileiro <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> (PT) de ter manipulado o acidente doméstico que sofreu recentemente para justificar sua ausência na cúpula do Brics e, com isso, vetar a entrada da Venezuela no bloco.</p>
<p>Segundo Saab, Lula usou o acidente como “álibi” para não comparecer ao evento e evitar a responsabilidade perante outros líderes, incluindo <strong>Nicolás Maduro</strong>. As declarações foram feitas por Saab em uma publicação nas redes sociais, na qual o procurador venezuelano alegou ter “fontes diretas” que confirmariam a suposta manipulação do presidente brasileiro, embora ele não tenha apresentado provas.</p>
<p>O incidente que afastou Lula do encontro ocorreu em 19 de outubro, quando o presidente caiu ao cortar as unhas do pé, resultando em uma batida na cabeça e uma pequena hemorragia.</p>
<p>O petista recebeu atendimento médico e foi orientado a evitar viagens de longa duração. Um vídeo divulgado posteriormente mostra o presidente em um evento público com uma cicatriz na cabeça, o que, segundo Saab, evidenciaria uma recuperação que contradiz a gravidade do acidente alegado.</p>
<p>A ausência de Lula no Brics foi marcada pela presença de representantes do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, que vetaram a inclusão da Venezuela no grupo. Esse veto gerou reações negativas no governo venezuelano, que considerou a postura brasileira uma “agressão” e um “gesto hostil”, expressando “indignação e vergonha” pelo que classificou como uma atitude “inexplicável e imoral”.</p>
<p>Em resposta, o ex-chanceler brasileiro Celso Amorim, assessor especial da Presidência, afirmou que a decisão teve relação com um “rompimento de confiança” entre os dois países, uma vez que o governo Maduro não teria cumprido a promessa de divulgar as atas eleitorais da última eleição, que reconduziu Maduro ao cargo sob acusações de fraude. O procurador-geral venezuelano já havia associado Lula a teorias conspiratórias, alegando que o presidente brasileiro teria sido “cooptado” pela CIA, mas o governo venezuelano esclareceu que essas declarações são de responsabilidade exclusiva de Saab e não refletem a posição oficial de Caracas.</p>
<div class="list-related-posts"> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>Fonte: Jovem Pan</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasil hesita em aderir à Nova Rota da Seda da China</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-hesita-em-aderir-a-nova-rota-da-seda-da-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 16:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco dos Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil x China]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Xi Jinping]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa de investimentos foi avaliado por comitiva brasileira na China O Brasil hesita em aderir à Nova Rota da Seda da China, a agenda de investimentos de bilionários chineses. O nome oficial do programa é “Iniciativa do Cinturão e Rota” e hoje está presente em mais de 150 países. Na semana passada, uma comitiva do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1824203203" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Programa de investimentos foi avaliado por comitiva brasileira na China</p>
<p>O Brasil hesita em aderir à Nova Rota da Seda da China, a agenda de investimentos de bilionários chineses. O nome oficial do programa é “Iniciativa do Cinturão e Rota” e hoje está presente em mais de 150 países.</p>
<p>Na semana passada, uma comitiva do governo brasileiro liderada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, desembarcou na China para tratar do assunto.</p>
<p>A avaliação predominante do grupo foi de que é possível manter a intensa parceria econômica sem necessariamente aderir ao programa.  </p>
<p>No lugar, os dois países elaboram um documento conjunto que falará em ampliação da sinergia entre os dois países em diversos projetos que envolvem infraestrutura, finanças, energia, tecnologia e industrialização.</p>
<p>Uma minuta neste sentido já circula entre as duas chancelarias e deve ser oficializada na visita do presidente da China, Xi Jinping, em novembro ao Brasil, que virá para uma reunião da Cúpula do G20 no Rio de Janeiro. </p>
<h2>Comitiva brasileira</h2>
<p>A avaliação majoritária do governo brasileiro é de que o Brasil já tem o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) como prioritário para a agenda de investimentos no país e que a ideia é continuar a oferecer os projetos do programa aos chineses.</p>
<p>A leitura é de que podem existir projetos que façam sentido para os dois países, mas também podem ter projetos que não.</p>
<p>O receio é de que ao assinar a Nova Rota da Seda o Brasil se submeta mais aos interesses chineses do que aos brasileiros e que nesse sentido acabe dando um cheque em branco para o país escolher onde quer investir.</p>
<p>A ideia do Brasil é definir a carteira de projetos mutuamente.</p>
<p>No governo brasileiro, houve uma divisão sobre a adesão formal ao acordo com os chineses.</p>
<h2>Apoio do Banco dos Brics</h2>
<p>A presidente do Banco dos Brics, Dilma Rousseff, é a maior entusiasta da ideia, mas ela enfrenta resistências no governo, em especial do Itamaraty e do Ministério da Fazenda.</p>
<p>A diplomacia brasileira avalia que a adesão pode ser lida como a escolha do Brasil por um lado no crescente embate entre os Estados Unidos e a China.</p>
<p>Diplomatas brasileiros relataram à CNN não verem necessidade de uma adesão ao acordo para atrair investimentos chineses ao Brasil, uma vez que a China já é a maior parceira comercial brasileira e já tem uma ampla cartela de investimentos no país.</p>
<p>Já a equipe econômica entende que qualquer acerto demandaria uma melhoria no valor agregado das trocas comerciais entre os dois países.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Putin se reúne com Dilma Rousseff no primeiro dia da cúpula dos Brics</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/putin-se-reune-com-dilma-rousseff-no-primeiro-dia-da-cupula-dos-brics/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 13:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-presidente brasileira lidera o Novo Banco de Desenvolvimento, ligado ao bloco O presidente russo Vladimir Putin se encontrou para conversas nesta terça-feira (22) com a presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, Dilma Rousseff, que está em Kazan para a cúpula dos Brics sediada pela Rússia. Putin enfatizou a importância de acordos financeiros entre os países [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-640044991" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ex-presidente brasileira lidera o Novo Banco de Desenvolvimento, ligado ao bloco<br /><br />O presidente russo Vladimir Putin se encontrou para conversas nesta terça-feira (22) com a presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, Dilma Rousseff, que está em Kazan para a cúpula dos Brics sediada pela Rússia.<br /><br />Putin enfatizou a importância de acordos financeiros entre os países dos Brics em moedas locais, dizendo que isso ajuda a minimizar os riscos geopolíticos e a libertar o desenvolvimento econômico da política.<br /><br />O Novo Banco de Desenvolvimento foi estabelecido em 2015 pelos países dos Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul para mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável em mercados emergentes e países em desenvolvimento do Sul Global.<br /><br /><br /><br />Fonte: CNN</p>
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		<title>Brics contorna barreiras dos EUA em disputa tecnológica com China</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brics-contorna-barreiras-dos-eua-em-disputa-tecnologica-com-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 13:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[barreiras dos EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[Disputa]]></category>
		<category><![CDATA[Especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnológica]]></category>
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					<description><![CDATA[Cúpula começa nesta terça-feira, em Kazan, na Rússia Um dos papéis do Brics é contornar as dificuldades impostas pelos Estados Unidos e seus aliados ao avanço comercial e tecnológica da China. Países que sofrem bloqueios econômicos de potências ocidentais &#8211; como Irã e Rússia &#8211; também precisam do bloco para contornar a asfixia financeira das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-811992216" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Cúpula começa nesta terça-feira, em Kazan, na Rússia</p>
<p>Um dos papéis do Brics é contornar as dificuldades impostas pelos Estados Unidos e seus aliados ao avanço comercial e tecnológica da China. Países que sofrem bloqueios econômicos de potências ocidentais &#8211; como Irã e Rússia &#8211; também precisam do bloco para contornar a asfixia financeira das sanções. Enquanto isso, Brasil deve se equilibrar entre os dois principais blocos geopolíticos em disputa para colher benefícios comerciais e tecnológicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1615974&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1615974&amp;o=node" /></p>
<p>Avaliação é de especialistas em relações internacionais consultados pela Agência Brasil sobre a 16ª Cúpula do Brics em Kazan, que será realizada na Rússia, entre os dias 22 e 24 de outubro. O encontro deve reunir 23 chefes de Estado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participa presencialmente do encontro por ter sofrido um acidente doméstico no último sábado (19). Sua participação deve ocorrer por videoconferência.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="José Augusto Fontoura Costa/Arquivo Pessoal" src="https://imagens.ebc.com.br/4SuV5KR1LOfk7f-JvJ14ya9i8DM=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/18/joseaugusto.jpg?itok=wLL0xlvj" alt="Brasília (DF) 18/10/2024 - O professor de direito do comércio internacional da Universidade de São Paulo (USP), José Augusto Fontoura Costa.
Foto: José Augusto Fontoura Costa/Arquivo Pessoal" width="365" height="274" /><p class="wp-caption-text">O professor de direito do comércio internacional da Universidade de São Paulo (USP), José Augusto Fontoura Costa. Foto &#8211; José Augusto Fontoura Costa/Arquivo Pessoal</p></div>
</div>
</div>
<p>Segundo o professor de direito do comércio internacional da Universidade de São Paulo (USP), José Augusto Fontoura Costa, a China vem sofrendo com sanções econômicas estadunidenses e europeias que tentam barrar o avanço tecnológico da potência asiática.</p>
<p>As medidas incluem proibições de investimentos chineses nos EUA, da exportação de tecnologia avançada para a China, além da campanha para excluir empresas chineses na expansão da internet 5G, de alta velocidade.</p>
<blockquote>
<p>“Os Estados Unidos estão em clara guerra comercial com a China para tentar conter o desenvolvimento chinês. Por isso, a China tenta construir um espaço para sua atuação econômica, e isto é uma das coisas que interessa ao Brasil e interessa virtualmente a todos os demais participantes do Brics”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>O especialista em política internacional destacou que o principal campo de embate entre China e EUA é nos setores de tecnologia de ponta, como chips, foguetes, biotecnologia, medicamentos e química avançada.</p>
<blockquote>
<p>“É nesse campo que vai se definir quando e quem vai ser o novo ator hegemônico no mundo, se vai continuar sendo EUA, se a China vai passar ou se vai chegar em um equilíbrio”, comentou.</p>
</blockquote>
<p>Formado até então por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o Brics recebeu cinco novos membros neste ano: Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Egito. Além disso, existe a expectativa de novos parceiros serem anunciados.</p>
<h2>Imperialismo</h2>
<p>A coordenadora do grupo de pesquisa sobre Brics da PUC do Rio de Janeiro, a professora Maria Elena Rodríguez, explicou que é de interesse das potências ocidentais manter o controle sobre as principais tecnologias de ponta.</p>
<blockquote>
<p>“Isso ocorre por causa do interesse econômico. Se eu controlo uma tecnologia que ninguém mais tem, todos vão depender de mim, não só economicamente, mas também em termos de necessidades. É uma forma de manter os outros países na dependência. É o que a gente chama de imperialismo e de hegemonia e, quando se trata de tecnologia, há um pouco de colonialismo”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>A especialista em relações internacionais acredita o Brics deve desenvolver um papel para fortalecer a cooperação tecnológica entre os estados-membros.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Maria Elena Rodríguez/Arquivo Pessoal" src="https://imagens.ebc.com.br/59DWalGdGv2Sbmb56-o0mUVCHjM=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/10/18/mariaelena.jpg?itok=fF8o9Fz9" alt="Brasília (DF) 18/10/2024 - A coordenadora do grupo de pesquisa sobre Brics da PUC do Rio de Janeiro, a professora de relações internacionais, Maria Elena Rodríguez
Foto: Maria Elena Rodríguez/Arquivo Pessoal" width="365" height="226" /><p class="wp-caption-text">A coordenadora do grupo de pesquisa sobre Brics da PUC do Rio de Janeiro, a professora de relações internacionais, Maria Elena Rodríguez Foto &#8211; Maria Elena Rodríguez/Arquivo Pessoal</p></div>
</div>
</div>
<p>“Seguramente os bancos ocidentais, como o Banco Mundial, não têm tanto interesse que os países desenvolvam efetivamente muita tecnologia, mas penso que esse é um papel do Banco dos Brics, que tem ajudada os países a alcançarem níveis de desenvolvimento importantes”, completou Maria Elena.</p>
<p>Para o professor José Augusto, o Brics deve estruturar sistemas de financiamento e de mercados que permitam aos países desenvolverem tecnologias de ponta.</p>
<p>“Pesquisa e desenvolvimento tecnológicos precisam de muito investimento, de uma economia forte e também de mercados para o que você produz e para insumos que o país consome. E existe um razoável alcance de integração econômica entre os Brics. Sem isso, a China não teria condições sozinha de chegar na vanguarda tecnológica. Então, o Brics é fundamental”, concluiu.</p>
<p>Estima-se que o Brics concentre cerca de 36% do Produto Interno Bruto (PIB) global, superando o G7, grupo das maiores economias do planeta com Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha, que concentra cerca de 30% do PIB mundial. Além disso, o Brics concentra cerca de 42% da população mundial.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p>Na avaliação dos especialistas, o Brasil deve buscar seu espaço no bloco sem, com isso, perder espaço no grupo geopolítico liderado pelos EUA. O professor da USP José Augusto ressaltou que o Brasil deve aproveitar sua relação com a China para avançar em termos tecnológicos. Para o especialista, o país tem tecnologia de ponta em áreas de pesquisa agropecuária, tecnologia aeronáutica, de petróleo e gás, além de construção civil e de hidrelétricas.</p>
<blockquote>
<p>“O Brasil não é um vazio tecnológico, temos potencial, mas perdemos muito tempo sem investir adequadamente em desenvolvimento de ciência e tecnologia. Importante mencionar que nosso desenvolvimento tecnológico sempre foi impulsionado pelo Estado por meio de Petrobras, Embrapa e Embraer que, apesar de privada, recebe investimento público”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>Para a professora da PUC Rio, Maria Elena Rodríguez, o Brasil vem tentando construir uma agenda voltada à tecnologia por meio do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/entenda-o-programa-nova-industria-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">projeto de neo-industrialização</a> do governo federal. </p>
<p>“O Brasil está propondo que a China seja um aliado contundente, por exemplo, em tecnologias verdes que vão ajudar o Brasil nesse processo de reindustrialização. Acho que o país está se colocando bastante forte em seus processos de cooperação e fortalecimento dos países do Sul Global”, acrescentou.</p>
<div class="noticias-relacionadas rel-position rowflex"> </div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>Fonte: Agência Brasil</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Papa Francisco recebe Dilma Rousseff no Vaticano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/papa-francisco-recebe-dilma-rousseff-no-vaticano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2024 15:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Banco dos Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[PAPA FRANCISCO]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-presidente é atual chefe do Novo Banco de Desenvolvimento, o chamado Banco dos Brics O Papa Francisco recebeu neste sábado (27), no Vaticano, a ex-presidente Dilma Rousseff, que hoje comanda o Novo Banco de Desenvolvimento, o chamado Banco dos Brics, grupo que reúne países emergentes. O pontífice afirmou que era um prazer rever Dilma, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3506960792" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ex-presidente é atual chefe do Novo Banco de Desenvolvimento, o chamado Banco dos Brics<br /><br />O Papa Francisco recebeu neste sábado (27), no Vaticano, a ex-presidente Dilma Rousseff, que hoje comanda o Novo Banco de Desenvolvimento, o chamado Banco dos Brics, grupo que reúne países emergentes. O pontífice afirmou que era um prazer rever Dilma, que pareceu visivelmente emocionada no encontro.<br /><br />Os dois líderes trocaram presentes durante a reunião. Segundo a imprensa oficial do Vaticano, Dilma presenteou Francisco com o livro ‘Theodoro Sampaio. Nos sertões e na cidade”, ‘ “obra de Ademir Pereira dos Santos sobre o engenheiro civil, geógrafo, cartógrafo, historiador, etnógrafo, arquiteto e urbanista nascido em 1855, filho de uma escrava na zona rural de Santo Amaro da Purificação (BA).”<br /><br />O chefe da Igreja Católica deu alguns documentos como a “encíclica ‘Laudato si’ e a exortação apostólica ‘Laudate Deum’, e uma escultura em bronze com as escritas “amar” e “ajudar”, ainda de acordo com a imprensa oficial do Vaticano. Francisco explicou o significado da peça dizendo que só é permitido olhar alguém de cima para baixo para “ajudá-la a se levantar”.<br /><br />Ao final da reunião, Francisco pediu que Dilma rezasse por ele, dizendo também que ele faria o mesmo por ela.<br /><br />Indicada por Lula, a ex-presidente brasileira tem mandato para comandar o chamado Banco dos Brics até 2025. O grupo reúne países emergentes como Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, mas recentemente ganhou mais membros, como a Arábia Saudita, Argentina, Egito, Emirados Árabes, Etiópia e Irã.<br /><br /><br /><br /></p>
<p><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">39536</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Lula se pronuncia na Cúpula a respeito da Guerra entre a Rússia e Ucrânia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-se-pronuncia-na-cupula-a-respeito-da-guerra-entre-a-russia-e-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 13:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[interferências]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[solução de conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[Realizado na África do Sul, o encontro de chefes de Estado do bloco de cinco países, que também inclui China, Índia e Rússia, contou com a participação do presidente russo, Vladimir Putin, por videoconferência. Em seu discurso, Lula disse que o Brasil tem uma posição histórica de defesa da soberania e integridade territorial das nações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1423106439" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Realizado na África do Sul, o encontro de chefes de Estado do bloco de cinco países, que também inclui China, Índia e Rússia, contou com a participação do presidente russo, Vladimir Putin, por videoconferência.</p>
<p>Em seu discurso, Lula disse que o Brasil tem uma posição histórica de defesa da soberania e integridade territorial das nações e considerou positivo o fato de que há um número crescente de países engajado na tentativa de atingir um acordo para encerrar a guerra que se arrasta há um ano e meio.</p>
<p>“Não subestimamos as dificuldades para alcançar a paz, tampouco podemos ficar indiferentes às mortes e à destruição que aumentam a cada dia. O Brasil não contempla fórmulas unilaterais para paz. Estamos prontos para nos juntar a um esforço que possa, efetivamente, contribuir para um pronto cessar-fogo e uma paz justa e duradoura”, afirmou Lula.</p>
<h3>Guerra na Ucrânia</h3>
<p>Ele acrescentou que a guerra na Ucrânia mostra as limitações do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e que os Brics têm um papel relevante na solução do conflito.</p>
<p>“A busca pela paz é um coletivo e um imperativo para o desenvolvimento justo e sustentável. Os Brics devem atuar como uma força pelo entendimento e pela cooperação. Nossa disposição está expressa na contribuição da China, da África do Sul e do meu próprio país para os esforços de solução do conflito na Ucrânia”, enfatizou.</p>
<p>Lula criticou ainda os gastos militares globais, que superam, segundo ele, US$ 2 trilhões em apenas um ano, enquanto existem 735 milhões de pessoas passando fome no mundo.</p>
<p>Falando logo em seguida ao presidente brasileiro, Putin afirmou que o conflito na Ucrânia foi provocado por um “neocolonialismo” de países ocidentais e a tentativa dessas nações em manter sua hegemonia.</p>
<p>Segundo ele, a Ucrânia passou por um golpe de Estado em 2014, referindo-se à Revolução de Maidan, que culminou na retirada do presidente Viktor Yanukovych, e as pessoas que não concordaram com o novo regime foram perseguidas, referindo-se à população etnicamente russa daquele país.</p>
<p>“Uma guerra de atrito foi lançada contra eles e isso durou oito anos. A Rússia decidiu apoiar as pessoas que lutam por sua cultura, tradições, língua e seu futuro. Nossas ações na Ucrânia são guiadas por apenas um motivo: acabar com a guerra que foi lançada pelo Ocidente contra as pessoas em Donbass”.</p>
<p>Putin também agradeceu aos “colegas do Brics” que estão buscando soluções para “acabar com essa situação”, por meios justos e pacíficos.</p>
<p>Brics é o nome dado a um grupo de países que tem como objetivo a cooperação econômica e o desenvolvimento em conjunto. Esse grupo é formado por cinco nações: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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