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	<title>brasileiros - Portal NDC</title>
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	<title>brasileiros - Portal NDC</title>
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		<title>Lula busca apoio da autoridade Palestina para evacuação de brasileiros na Faixa de Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Oct 2023 00:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por telefone, neste sábado (14), com o presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, em busca de apoio para a saída dos brasileiros da Faixa de Gaza. Uma das alternativas é a criação de um corredor humanitário, próximo à fronteira com o Egito, para saída de civis. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1208437411" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por telefone, neste sábado (14), com o presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, em busca de apoio para a saída dos brasileiros da Faixa de Gaza. Uma das alternativas é a criação de um corredor humanitário, próximo à fronteira com o Egito, para saída de civis.</p>
<p>De acordo com comunicado divulgado pelo Palácio do Planalto, Lula disse que os inocentes em Gaza não podem pagar o preço da insanidade daqueles que querem a guerra. Ambos reafirmaram a importância da busca por uma solução política e pela paz para a região.</p>
<p>O presidente brasileiro lembrou ainda o reconhecimento brasileiro do Estado palestino, e ressaltou a disposição do Brasil em ajudar na busca da paz.</p>
<p>Segundo as últimas informações do Itamaraty, cerca de 30 brasileiros que estão na Faixa de Gaza e desejam ser repatriados já estão próximos da fronteira com o Egito. A informação foi confirmada pela brasileira Shahed al-Banna, que está no grupo.</p>
<p>Os brasileiros conseguiram embarcar no ônibus fretado pelo governo brasileiro na manhã deste sábado e foram em um primeiro momento à cidade de Khan Yunis, distante cerca de 10 quilômetros de Rafah.</p>
<h3>Conversa com Israel</h3>
<p>Na quinta-feira (12), Lula conversou, também por telefone, com o presidente de Israel, Isaac Herzog. O petista disse ter feito apelo por corredor humanitário que permita aos civis deixar Gaza rumo ao Egito.</p>
<p>“Não é possível que os inocentes sejam vítimas da insanidade daqueles que querem a guerra. Transmiti meu apelo por um corredor humanitário para que as pessoas que queiram sair da Faixa de Gaza pelo Egito tenham segurança”, escreveu na ocasião. “Solicitei ao presidente todas as iniciativas possíveis para que não falte água, luz e remédios em hospitais”.</p>
<p>Lula escreveu ainda ter reafirmado no telefonema “condenação brasileira aos ataques terroristas” do Hamas em 7 de outubro. Afirmou ter agradecido ao presidente israelense pelo apoio na operação de retirada de brasileiros da região do confronto.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<title>Brasileiros usam a Califórnia como nova rota para entrar ilegalmente nos Estados Unidos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasileiros-usam-a-california-como-nova-rota-para-entrar-ilegalmente-nos-estados-unidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 02:18:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Califórnia]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasileiros estão tentando entrar ilegalmente nos Estados Unidos por um caminho diferente: pelo estado da Califórnia, que faz fronteira com o México. A correspondente Raquel Krähenbühl foi até lá, e você vai ver também o que acontece com imigrantes ilegais que estados republicanos estão “exportando” para cidades democratas. Gravados por um venezuelano que não quis [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-442255825" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Brasileiros estão tentando entrar ilegalmente nos Estados Unidos por um caminho diferente: pelo estado da Califórnia, que faz fronteira com o México. A correspondente Raquel Krähenbühl foi até lá, e você vai ver também o que acontece com imigrantes ilegais que estados republicanos estão “exportando” para cidades democratas.<br /><br />Gravados por um venezuelano que não quis ser identificado, vídeos mostram sul-americanos que saíram do Equador para tentar chegar aos Estados Unidos, e a presença de brasileiros em grupos como esse é cada vez mais frequente.<br /><br />Entre outubro de 2020 e setembro de 2021, cerca de 57 mil brasileiros foram detidos quando atravessaram a fronteira dos EUA, um recorde que está perto de ser superado neste ano.</p>
<p>A equipe do <a href="http://g1.globo.com/fantastico/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Fantástico</a> foi até San Diego, no sul da Califórnia, que, apesar do patrulhamento e dos muros, virou uma nova rota. <span class="highlight highlighted">O agente da fronteira mostrou alguns locais por onde imigrantes tentam cruzar ilegalmente e, também, falou dos perigos</span>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="35" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“As organizações criminosas vão tentar explorar qualquer ponto. Não vão ter consideração pela sua vida. Elas empurram esses migrantes por essas cercas de 6, 9 metros, então é tudo perigoso”, diz o agente Angel Moreno.</blockquote>
<p>A reportagem do Fantástico conversou com alguns migrantes indianos para saber o que aconteceu, qual é a condição em que eles estão e como atravessaram até o local onde foram detidos. <span class="highlight highlighted">E perguntou às autoridades com que frequência detêm brasileiros</span>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span class="highlight highlighted">“Todo dia”, afirmou Jack Warrington, agente do Serviço de Alfândegas e Proteção das Fronteiras.</span></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="53" data-block-id="13">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Todas as semanas, em média, 250 brasileiros são detidos tentando cruzar de Tijuana, no México, a San Diego. De outubro do ano passado até julho, foram quase 9 mil. No mês passado, houve uma das maiores apreensões: <a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2022/07/28/governo-americano-prende-183-brasileiros-que-tentaram-cruzar-ilegalmente-a-fronteira.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">em apenas dois dias, 183 brasileiros, incluindo 17 crianças, foram detidos</a> na fronteira com a Califórnia.</blockquote>
</div>
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<div id="banner_materia__4024c237-01f0-455d-b028-dfd64855d9a6" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__4024c237-01f0-455d-b028-dfd64855d9a6 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-id="banner_materia__4024c237-01f0-455d-b028-dfd64855d9a6" data-req="true" data-google-query-id="CN3X4Yqw2fkCFTi7lQIde9kDGg" data-cid="138317287958" data-lid="5425021885">
<div id="google_ads_iframe_/95377733/tvg_G1/Fantastico_4__container__"><span class="highlight highlighted">Governadores dos estados republicanos do Texas e Arizona estão colocando os imigrantes em ônibus e despachando para cidades governadas por democratas</span>, como Washington e Nova York.</div>
</div>
</div>
<div> </div>
<p>*Fantástico</p>
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		<item>
		<title>&#8216;Me olham com estranheza&#8217;: brasileiros contam como é ter um chip implantado na mão</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/me-olham-com-estranheza-brasileiros-contam-como-e-ter-um-chip-implantado-na-mao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2022 15:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[chip implantado]]></category>
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					<description><![CDATA[Passar pela catraca do trabalho, compartilhar o contato no WhatsApp, bloquear o notebook&#8230; Essas são coisas que algumas pessoas no mundo, inclusive milhares de brasileiros, conseguem fazer sem ter que teclar ou aproximar um aparelho: isso porque eles têm chips implantados no corpo. Com o dispositivo, que tem o tamanho de um grão de arroz [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3928875502" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Passar pela catraca do trabalho, compartilhar o contato no WhatsApp, bloquear o notebook&#8230; Essas são coisas que algumas pessoas no mundo, inclusive milhares de brasileiros, conseguem fazer sem ter que teclar ou aproximar um aparelho: isso porque eles têm chips implantados no corpo.<br /><br />Com o dispositivo, que tem o tamanho de um grão de arroz e é imperceptível para quem olha para a pessoa, é possível armazenar pequenos arquivos que serão lidos por outros aparelhos, como celulares, sensores de catraca, etc.<br /><br />Esse tipo de solução existe há alguns anos, mas ainda gera surpresa em várias pessoas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="8">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Normalmente, olham estranho pra você porque não é um negócio muito trivial&#8221;, diz o especialista em segurança cibernética Thiago Bordini, que tem um chip em cada mão desde 2018.</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="9"> </div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="10">
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</div>
<p class="content-media__description ">Como funciona o chip implantado na mão — Foto: Arte/g1</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele conta que o chip gera comentários de quem o vê pela primeira vez aproximando a mão de uma catraca, e não um crachá, por exemplo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Tem algumas pessoas que têm curiosidade e pedem pra ver. Porque, se você passa o dedo em cima, você o sente. As pessoas querem saber o que é sentir, é bem curioso&#8221;, afirma.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="13">
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</div>
<p class="content-media__description ">Lina Lopes realizou performance artística em que sensores identificam chips para emitir sons — Foto: Arquivo pessoal</p>
</div>
</div>
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<div id="google_ads_iframe_/95377733/tvg_G1/Inovacao_4__container__">A reação também é percebida pela artista digital Lina Lopes, que implantou um chip em cada mão para realizar uma performance <strong>(saiba mais abaixo)</strong>. Ela relata que, em 2017, quando apresentou sua obra, houve vários comentários sobre a presença do chip, sendo alguns deles negativos.</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="19" data-block-id="16">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Recebi várias mensagens no meu Facebook comentando sobre questões religiosas, sobre o apocalipse, sobre o número da besta&#8221;, lembra.</blockquote>
<p>Ela conta que o chip também gera interesse em sua filha de oito anos. &#8220;A gente estava de mãos dadas na rua, aí ela ficou apertando o meu chip e falou: &#8216;Às vezes, é tão estranho apertar seu chip, mamãe&#8217;. Eu falei: &#8216;Você tem uma mamãe ciborgue, é isso'&#8221;.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="18">
<div class="mc-column content-media__container">
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</div>
<p class="content-media__description ">Um raio-x mostrando chip da Walletmor, que pode ser usado para realizar pagamentos — Foto: WALLETMOR</p>
</div>
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<h2 id="google_ads_iframe_/95377733/tvg_G1/Inovacao_5__container__">Como o implante é feito?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="20">
<p><span class="highlight highlighted">O chip pode ser implantado no corpo em poucos minutos</span> e o processo geralmente acontece em estúdios de aplicação de piercing, conta Antônio Henrique Dianin, fundador da Project Company, que vende os dispositivos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas o dermatologista Daniel Cassiano, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, discorda. &#8220;Acho que no mínimo um profissional da saúde deve ser o responsável pela esterilização e antissepsia dos materiais&#8221;, afirma.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Dianin diz que, desde 2014, a empresa vendeu milhares de unidades do chip, mas não sabe informar um número exato. E que até hoje não registrou nenhum problema de rejeição nos organismos dos clientes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Bordini afirma que a incisão do chip usa uma seringa um pouco mais grossa do que a usada para tirar sangue. No pós-implante, ele usou curativo, antisséptico e pomada cicatrizante por cerca de uma semana.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele conta que, nesse período, é possível sentir o chip com o dedo e movimentá-lo internamente pois o corpo ainda não &#8220;travou&#8221; o dispositivo. &#8220;Passados 10 ou 15 dias, o organismo começa a absorver e, depois, essa movimentação praticamente inexiste&#8221;, conta.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="26">
<div class="mc-column content-media__container">
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<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/Qbenja0IGgLYAAY72xS_wjYDuJg=/0x109:988x1244/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/A/b/7S5nufSaCrnh1u7FYOpA/thiago-bordini.jpeg" sizes="(max-width: 1536px) 648px, 100vw" srcset="https://s2.glbimg.com/uVCGfTguOoKbA4XLcxSsvic8wbM=/0x109:988x1244/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/A/b/7S5nufSaCrnh1u7FYOpA/thiago-bordini.jpeg 1000w, https://s2.glbimg.com/Qbenja0IGgLYAAY72xS_wjYDuJg=/0x109:988x1244/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/A/b/7S5nufSaCrnh1u7FYOpA/thiago-bordini.jpeg 984w, https://s2.glbimg.com/DQfgGf5IIVOcxB4mVeqHONB1siY=/0x109:988x1244/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/A/b/7S5nufSaCrnh1u7FYOpA/thiago-bordini.jpeg 640w, https://s2.glbimg.com/Cux5NmnWNxNTK6_vZb3WzQiBd8Y=/0x109:988x1244/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/A/b/7S5nufSaCrnh1u7FYOpA/thiago-bordini.jpeg 600w" alt="Thiago Bordini, especialista em segurança cibernética, tem um chip em cada mão desde 2017 — Foto: Arquivo pessoal" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Thiago Bordini, especialista em segurança cibernética, tem um chip em cada mão desde 2017 — Foto: Arquivo pessoal</p>
</div>
</div>
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<div id="banner_materia__a1bb02af-b2ea-41d1-93d5-9c03693b7ae2" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__a1bb02af-b2ea-41d1-93d5-9c03693b7ae2 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-id="banner_materia__a1bb02af-b2ea-41d1-93d5-9c03693b7ae2" data-req="true" data-google-query-id="CJ719ayKxPkCFS62lQIdbP8Hgg" data-cid="138400483164" data-lid="6058704927">
<div id="google_ads_iframe_/95377733/tvg_G1/Inovacao_6__container__">Segundo Cassiano, o chip pode causar uma reação negativa se o organismo entender que está sendo invadido e agir para &#8220;prender&#8221; o dispositivo no local. Nesses casos, é possível haver uma inflamação e <span class="highlight highlighted">a região do implante pode ficar endurecida</span>. Caso isso aconteça, é importante retirar o dispositivo o quanto antes.</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="36" data-block-id="29">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A gente chama isso de granuloma de corpo estranho. Não é comum porque o material é inerte&#8221;, diz. &#8220;Mas pode ser que aconteça em algumas pessoas de desenvolver o granuloma. Isso é uma predisposição da pessoa&#8221;.</blockquote>
<h2>É perigoso?</h2>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="30">
<p>O risco de que os chips entrem em contato com terminações nervosas e veias é pequeno na região onde eles costumam ser colocados, cerca de 4 mm abaixo da pele entre os dedos polegar e indicador, segundo o médico Daniel Cassiano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele explica que os dispositivos <span class="highlight highlighted">não costumam gerar reações negativas do organismo, mas, em alguns casos, elas podem existir</span>. A situação é parecida com casos de brincos e piercings que causam irritação na pele, explica.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um material inerte é o que não sofre alterações ao entrar em contato com água. É o caso do vidro, que reveste o chip da Project Company.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o dermatologista, também <span class="highlight highlighted">existe um risco de infecção no momento do implante</span>. &#8220;Quando você abre uma porta de entrada na pele, também pode fazer uma porta de entrada para bactéria e dar infecção&#8221;, explica.</p>
</div>
<h2 class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="35">O que fazer com um biochip?</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="36">
<p>Bordini conta que usou o dispositivo <span class="highlight highlighted">tanto para substituir o crachá da empresa e o cartão de entrada em seu condomínio quanto para proteger seu notebook</span>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="25" data-block-id="38">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Quando eu me afastava do notebook, que perdia o contato com meu biochip, ele automaticamente bloqueava o computador. Era uma trava que eu tinha&#8221;, explica.</blockquote>
<p>Lina conta que chegou a usar o <span class="highlight highlighted">chip para salvar links que abriam o seu contato no WhatsApp e uma página com seus dados de saúde</span>. Mas, no caso dela, a principal finalidade foi uma performance artística com um instrumento musical.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ela desenvolveu um aparelho que reunia vários sensores, que detectavam o chip quando a mão passava por perto e, então, tocavam uma série de acordes e disparavam projeções visuais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="41">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Eu não utilizei meu chip pra uma abordagem mais pragmática ou no dia a dia&#8221;, conta a artista. &#8220;A minha abordagem é por um viés criativo, ou seja, eu não estou ali pra tentar resolver problemas do dia a dia&#8221;.</blockquote>
<h2>O que (ainda) não dá pra fazer?</h2>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="42">
<p>Ainda que os chips possam ser usados em vários casos, há uma finalidade que não está disponível aos usuários no Brasil: o pagamento em máquinas de cartão de crédito.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="44">Dianin, da Project Company, explica que, <span class="highlight highlighted">tecnicamente, é possível usar o implante como um dispositivo por aproximação</span> com NFC [sigla em inglês para Comunicação por Campo de Proximidade], mas isso ainda não foi liberado pelas operadoras de cartão.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="41" data-block-id="46">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Os bancos utilizam o padrão NFC. Se você encostar o chip na maquininha, ele consegue ler como se fosse como se fosse um cartão, mas, como ele não é registrado em nenhum banco, não é aceito como sendo um cartão&#8221;, afirma.</blockquote>
<p>Procurada pelo <a href="https://g1.globo.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1</a>, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) disse que os chips poderiam ser usados em pagamentos, como acontece com cartões, smartphones, pulseiras, smartwatches, entre outros.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="48">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;No entanto, antes de estar disponível ao mercado, o produto e seu fabricante precisam passar por homologações em relação ao hardware e também por uma série de testes no que diz respeito às aplicações embarcadas no chip, para, então, serem aprovadas pelas bandeiras&#8221;, disse a entidade em nota.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="49">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) disse ao <a href="https://g1.globo.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1</a> que &#8220;dispositivos ou microdispositivos que usam a tecnologia NFC são passíveis de homologação&#8221;. A Project Company, por exemplo, não tem homologação da Anatel por entender que esse tipo de produto não precisa da certificação.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="50">Em outros países, o pagamento com o chip já é possível. A empresa anglo-polonesa Walletmor <a href="https://g1.globo.com/inovacao/noticia/2022/04/11/os-microchips-que-permitem-pagamento-com-a-mao.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">começou a vender esse tipo de dispositivo em 2021</a> e afirma que foi a primeira a colocá-lo a disposição dos clientes.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="52">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a empresa, o implante pode ser usado como qualquer cartão por aproximação. &#8220;Ele pode ser usado onde quer que pagamentos sem contato sejam aceitos&#8221;, disse Wojtek Paprota, fundador da Walletmor, à BBC.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="53">
<h2 class="content-text__container">E a segurança das informações?</h2>
<p><span class="highlight highlighted">Os chips se comunicam com outros dispositivos por radiofrequências</span>. Segundo Dianin, da Project Company, essa conexão costuma acontecer por duas faixas: 125 KHz e 13,56 MHz.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="55">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ele explica que <span class="highlight highlighted">a primeira não tem criptografia e, por isso, pode ser clonada com mais facilidade</span>. Ela costuma ser chamada de RFID (Identificação por Radiofrequência), ainda que todos os chips usados em implantes usarem essa tecnologia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="56">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A segunda faixa é usada em dispositivos com o padrão NFC, suportado por smartphones, relógios inteligente e terminais de pagamento, por exemplo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="57">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas <span class="highlight highlighted">nem todos os chips que usam a frequência de 13,56 MHz são NFC e, consequentemente, mais seguros</span>. Isso porque, além da faixa, eles precisam seguir uma série de especificações para serem compatíveis com o padrão.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="58">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para Lina, os comentários negativos que são feitos sobre o implante de chips são fruto de um receio sobre o que poderia ser feito com os dispositivos. &#8220;Eu acho que essas pessoas estão com medo de várias questões&#8221;, analisa.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="59">A artista entende que as pessoas não têm medo do chip em si, mas de atos mal-intencionados que poderiam ser feitos a partir dele. &#8220;O que as pessoas têm medo é do ser humano, do pior que o ser humano pode oferecer&#8221;, avalia.</div>
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		<title>Casal de brasileiros cai de paraquedas no mar após corda se romper em tempestade</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/casal-de-brasileiros-cai-de-paraquedas-no-mar-apos-corda-se-romper-em-tempestade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2022 23:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[cai de paraquedas]]></category>
		<category><![CDATA[Casal]]></category>
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					<description><![CDATA[O empresário José Lucas Moulaes Figueiredo, de 29 anos, e a médica Amanda Cavalcante Lozer, de 25, viveram momentos de medo durante uma viagem para a Colômbia. Na última quinta-feira (28), o casal, que é do Espírito Santo e atualmente mora em Campinas, São Paulo, fazia um passeio de paraquedas, rebocado por uma lancha, quando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2721952634" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p><iframe loading="lazy" title="Casal de brasileiros cai de paraquedas no mar após corda se romper em tempestade" src="https://player.vimeo.com/video/735225196?dnt=1&amp;app_id=122963" width="480" height="496" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe></p>
<p>O empresário José Lucas Moulaes Figueiredo, de 29 anos, e a médica Amanda Cavalcante Lozer, de 25, viveram momentos de medo durante uma viagem para a Colômbia. Na última quinta-feira (28), o casal, que é do Espírito Santo e atualmente mora em Campinas, São Paulo, fazia um passeio de paraquedas, rebocado por uma lancha, quando uma tempestade se aproximou e a corda do equipamento se rompeu, fazendo com que eles caíssem no mar.</p>
<p>Todo acidente foi gravado por José Lucas (veja acima), que registrou tudo. O empresário e a médica estavam na Colômbia de férias e o passeio de paraquedas no arquipélago de San Andrés fazia parte da programação.</p>
<p>Nas imagens do vídeo é possível ver a tempestade se aproximando, enquanto o casal já está no alto. José Lucas contou que, quanto mais o tempo se fechava, mais o casal balançava no ar e o barco também não estava estável. Os momentos seguintes foram de desespero e agonia, ele relata:<br /><br />&#8220;Vimos que o próprio guia que acompanha o piloto jogou uma âncora e parece que ela não estava aguentando. Nosso medo era de nos soltarmos. Enquanto estava balançando, pelo menos a gente estava grudado no barco. A gente não sabe se a corda rompeu ou se eles soltaram a gente de propósito para não virar o barco&#8221;.</p>
<p>Quando a corda se rompeu e os dois estavam soltos no ar, José Lucas puxou uma corda de segurança, que fecha o equipamento e o impede de voar. </p>
<p>Durante a queda, o empresário conta que ele e a esposa foram levados em direção à cidade, onde havia uma contenção de pedras. Contudo, eles conseguiram parar o equipamento antes.</p>
<p>Ao caírem na água, um homem, que chegou em uma moto aquática os ajudou. Mas, segundo ele, a empresa responsável pelo passeio não prestou ajuda e não restituiu o valor pago. &#8220;Deram só uma água&#8221;, disse.</p>
<p>O casal teve algumas escoriações e também ficou com dor no pescoço. Eles voltam para o Brasil neste domingo (31) e passarão por exames mais aprofundados.</p>
<div>
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<div id="google_ads_iframe_/21715141650,118656577/desktop_intext_2__container__">&#8220;Estamos bem. Graças a Deus foi apenas um susto. Ainda estamos com algumas dores no pescoço, mas acredito que vai passar ao longo da semana&#8221;, disse o empresário, que brincou: &#8220;vamos para a próxima, mas não tão radical assim.</div>
<div><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5797" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_medium_imagem_2022-07-31_154540980.png" alt="" width="640" height="619" /></div>
<div>Foto: Reprodução</div>
<div>Fonte: TodoDia</div>
<div> </div>
</div>
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