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	<title>Brasileiras - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Brasileiras - Portal NDC</title>
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		<title>&#8216;Aos poucos, foi se distanciando&#8217;: entenda caso de jovens brasileiras que teriam sido aliciadas nos EUA por ex-modelo que age como guru espiritual</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/aos-poucos-foi-se-distanciando-entenda-caso-de-jovens-brasileiras-que-teriam-sido-aliciadas-nos-eua-por-ex-modelo-que-age-como-guru-espiritual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 11:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aliciadas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Hipnose, lavagem cerebral, drogas, ameaça? As famílias de Letícia Maia Alvarenga, de 21 anos, natural de Minas Gerais, e de Desirré Freitas, de 26, com origem em São Paulo, garotas que ainda muito novas foram buscar oportunidades no exterior, se perguntam, aflitas, o que estaria acontecendo com as jovens. Elas não se conheciam, mas o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-351499292" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Hipnose, lavagem cerebral, drogas, ameaça? As famílias de Letícia Maia Alvarenga, de 21 anos, natural de Minas Gerais, e de Desirré Freitas, de 26, com origem em São Paulo, garotas que ainda muito novas foram buscar oportunidades no exterior, se perguntam, aflitas, o que estaria acontecendo com as jovens. Elas não se conheciam, mas o destino as uniu quando desapareceram, este ano, nos Estados Unidos e mudaram abruptamente de comportamento, de acordo com os parentes, após terem se envolvido com a ex-modelo brasileira, empresária e coach Katiuscia Torres, conhecida como Kat Torres, que atua como uma espécie de guru espiritual em solo americano e promete, através de rituais com chás alucinógenos e até hipnose, objetivos como sucesso financeiro e até um marido. Entenda quem são essas meninas e o que se sabe sobre elas nos últimos meses.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="4">
<div class="content-intertitle">
<h2>Letícia Alvarenga</h2>
</div>
<p>Letícia é filha do bancário Cleider Castro Alvarenga, de 53 anos, e da professora e confeiteira Elenize Aparecida Maia Alvarenga, de 50. Ela morava com os pais e os irmãos Vinícius e Laiza na cidade de Perdões (MG), antes de resolver tentar a sorte nos Estados Unidos através de um programa de <em>Au Pair</em>, que consiste em ser recebido por uma família anfitriã e prestar serviços na casa dela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 2019, decidiu, aos 18 anos, morar com uma família e trabalhar como babá em solo americano. &#8220;Sua intenção era estudar e futuramente montar uma loja de doces&#8221;, contam os pais em documento obtido pela reportagem. Pouco tempo depois, em meados de setembro de 2021, a coisa começou a mudar de figura.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;No início quando se instalou nos Estados Unidos ligava com frequência e relatava que estava gostando desta nova etapa de sua vida.Tempos depois, descobrimos que ela fazia consultas com uma mulher que se diz coach, chamada Kat Torres, que segundo ela é escritora, hipnoterapeuta, empresária e bruxa, possui um site de consultas on-line, onde promete realizar cura de doenças, ajudar meninas a ficarem ricas e conseguirem se casarem com homens americanos bem-sucedidos e milionários. Um site de milagres&#8221;, relatam os pais. &#8220;Descobrimos então que todo dinheiro que a Letícia ganhava com seu trabalho era gasto em consultas com a Kat Torres em seu site milagroso. Aos poucos, aquela Leticia carinhosa foi se distanciando da família e dos amigos, influenciada pela Kat Torres&#8221;</p>
<p><div class="fb-video" data-allowfullscreen="true" data-href="https://www.facebook.com/katealuz/videos/390831175953982/?t=19" style="background-color: #fff; display: inline-block;"></div></p>
<p>Kat teria, então, passado a se apropriar o dinheiro que os pais enviavam à filha, segundo eles, e começado a fazer postagens ao lado de Letícia, chegando a citá-la como sua assistente. Em alguns vídeos, ela aparece fora de si, enquanto a ex-modelo e o marido dão risadas. Outra postagem mostra um ritual bizarro de iniciação de &#8220;Deusa Alienígena&#8221;, onde a garota aparece com uma banheira ao fundo coberta por lâminas e bebendo o que parece ser o chá de Ayahuasca usado pela ex-modelo nos rituais.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Através destes vídeos começamos a ter indícios de que a Leticia estava sob uso de bebida alcoólica e algo mais que não sabemos ao certo o que era, pois ela se portava de maneira diferente&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A família perdeu contato com ela em abril deste ano, depois de um rápido retorno ao Brasil, quando ela tratou os parentes de forma indiferente e sumiu sem deixar pistas. Eles descobriram que ela havia voltado aos EUA e tinha ido morar com Kat no Texas. Eles fizeram um boletim de ocorrência em setembro e acionaram, também, o consulado brasileiro em Houston.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Eles começaram, então, a receber mensagens de Letícia, onde a garota – ou alguém que se fazia passar por ela – dizia para que parassem de procurá-los. A situação ficou ainda pior quando Kat publicou um vídeo, onde a menina dizia ter sido abusada sexualmente pelo pai, o que ele e os demais parentes negam veementemente.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="15">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Desirré Freitas</span></p>
<p>Desirré viveu durante alguns anos no Canadá, onde estudou jornalismo. Havia decidido se mudar para a Alemanha com o ex-marido, quando, pouco tempo depois, teria sido convencida por Kat Torres a largá-lo e a se mudar para da Europa para os EUA, o que acabou fazendo. Uma das amigas que ela fez em solo canadense antes de mudar o comportamento abruptamente e desaparecer foi Patrícia Bertoldo. Ela, e outros conhecidos da jovem, criaram a página Searching Desirre (<em>procurando por Desirré, em português</em>) no Instagram, onde pedem pistas de seu paradeiro e informações que ajudem a incriminar o suposto esquema de Katiuscia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Após a criação do Searching Desirré, um perfil dela foi reativado na rede social, e ela – ou alguém se passando por ela – começou a pedir para que a página fosse tirada do ar, porque ela estava bem.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nesta segunda-feira (17), Luan Freitas, que se identificou como primo da jovem, fez um apelo afirmando que a família estava desesperada porque ela não era vista desde o dia 19 de setembro:</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Pedimos às autoridades e a qualquer pessoa que possa nos ajudar com informações relevantes da Desirrê. Sobre os vídeos dela, não é a Desirrê que conhecíamos. Quem conhece ela sabe que não estava falando por livre e espontânea vontade. Ela é uma pessoa extrovertida e muito carismática que não precisaria usar daquela linguagem agressiva&#8221;, diz ele. No mesmo post, ele divulga os contatos do Departamento de Polícia de Austin, nos EUA.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao GLOBO, ele disse que falará nesta quarta-feira com um investigador.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="84" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">– Eu fiz uma chamada para Houston no telefone do consulado brasileiro no Texas e deixei uma gravação. Hoje, recebi um contato de um investigador chamado Marcelo Bini, que é brasileiro e funcionário do nosso consulado. Ele é do departamento de Tráfico Humano. Ele perguntou se eu queria prestar depoimento para reforçar as buscas, que estava vindo ao Brasil coincidentemente para dar um treinamento para a polícia em Belo Horizonte – acrescentou. – Alguém estava forçando ela a falar aquelas coisas naqueles vídeos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="23">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Vídeos com narrativa confusa e falas desconexas</span></p>
<p>Nesta terça-feira (18), os parentes das duas jovens viveram novos momentos de aflição. Isso porque, num perfil reativado que pertencia a Letícia, foram publicados dois vídeos onde elas aparecem, não se sabe se coagidas ou drogadas, e dizem ter sido sequestradas por uma famosa modelo e atriz brasileira, que nega qualquer envolvimento com o caso. Nas postagens, dizem estar em um cativeiro nos EUA e fazem ataques até a um apresentador de TV, da Record, que cobre o caso.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="25">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Investigação</span></p>
<p>O caso já chegou ao Ministério das Relações Exteriores, que informou, por nota, que acompanha a situação por meio do Consulado-Geral do Brasil em Houston. O órgão acrescentou que está em &#8220;contato estreito com as autoridades policiais norte-americanas responsáveis pela investigação&#8221;.</p>
<p>*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasileiras denunciam discriminação no sistema de saúde de Portugal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasileiras-denunciam-discriminacao-no-sistema-de-saude-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 12:26:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[denunciam discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A morte de uma mulher indiana grávida durante transferência de hospitais em Lisboa motivou o pedido de demissão da ministra da Saúde, Marta Temido. Saúde: Faltam médicos em Portugal e centenas de brasileiros esperam reconhecimento do diplomaDigital: Brasileiros poderão tirar cidadania portuguesa pela internet Assustadas, brasileiras têm se mobilizado nas redes sociais para evitar que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2787903499" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A morte de uma mulher indiana grávida durante transferência de hospitais em Lisboa motivou o pedido de demissão da ministra da Saúde, Marta Temido.<br /><br />Saúde: Faltam médicos em Portugal e centenas de brasileiros esperam reconhecimento do diploma<br />Digital: Brasileiros poderão tirar cidadania portuguesa pela internet<br /><br />Assustadas, brasileiras têm se mobilizado nas redes sociais para evitar que a tragédia se repita e exigir tratamento igual no atendimento médico do Sistema Nacional de Saúde (SNS), que completa 43 anos hoje.<br /><br />A indiana, que não teve seu nome revelado, tinha 31 anos, estava de férias em Portugal com o companheiro e não falava português ou inglês.<br /><br />A brasileira Maria Eduarda, de 20 anos, fala português, mas, segundo ela, não é o que pensa a médica que a atendeu. Entre idas e vindas no Hospital de Cascais, nas quais lidou com a falta de vagas, a bolsa estourou, mas o líquido era marrom, como descreveu à “CNN”. Nesse momento, uma médica foi xenófoba, de acordo com Maria:</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Eu falei “olha, eu tive um corrimento marrom”. Ela disse: “Desculpa, mas aqui falamos português. Isso não é marrom. É castanho”. Perguntou a minha nacionalidade. (…) A pessoa está num momento difícil e vem dizer para eu falar português? Por quê? Para que vir procurar a minha nacionalidade? O que é que isso ia mudar?</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ela denuncia negligência e xenofobia no Hospital de Cascais. Foi seis vezes à emergência em 15 dias sem ser internada. Helena, sua filha, nasceu sem sinais vitais após cesariana de emergência e precisou ser reanimada. Luta pela vida numa UTI.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="12" data-block-id="9">
<p>A produtora Isabel Maria Vieira faz parte de um grupo onde relatos se multiplicam. E relata o que tem sido publicado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Ando assustada com relatos no meu grupo. Negligência, descaso, forma de tratar com superioridade, falta de médicos… E não só no sistema público, no particular também. Li um relato absurdo sobre negligência de uma ginecologista. A paciente poderia ter morrido, mas foi salva por outro médico — disse Vieira.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As experiências nos hospitais com a sua mãe também têm assustado Vieira:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Minha mãe está idosa e tenho medo dela adoecer e ser maltratada. Mais de uma vez chegamos às 17h30h e fomos atendidas às três da manhã. Ela estava passando mal, com dores, e sem medicação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="12" data-block-id="15">
<p>Ao comentar os problemas numa rede social, Vieira, que tem cidadania portuguesa, teve como resposta o seguinte comentário de um homem: “Paga um seguro e vai ao particular ou então volta para o teu país”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Brasileiras e africanas dos países de língua portuguesa fundaram a Saúde Das Mães Negras (Saname) em 2020, mas o grupo foi formalizado agora como associação. O objetivo é fazer propostas e cobrar soluções do governo e do novo ministro da Saúde, Manuel Pizarro.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com base em dados da Direção Geral da Saúde, informam que a taxa de mortalidade materna avança rapidamente entre as mulheres imigrantes, vistas, segundo o grupo, com preconceito. Após uma pesquisa com negras e afrodescendentes, a Saname descobriu casos de racismo no parto.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="83" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Tendo em conta o desenvolvimento da medicina em pleno século XXI, acreditamos que algumas das mortes poderiam ser evitáveis. Lamentamos também o estado atual dos serviços de obstetrícia, as mulheres estão ansiosas e com muito medo dos nossos serviços no Sistema Nacional de Saúde. Queremos saber como estão a lidar com o fato de 1/4 das mortes maternas serem mulheres dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e do Nepal e Índia. O que tencionam fazer para prevenir e diminuir estas mortes?”.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Patrícia de Melo Moreira/AFP</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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