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	<title>brasil - Portal NDC</title>
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	<title>brasil - Portal NDC</title>
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		<title>Governo negocia importação de antídoto do metanol em meio ao aumento de casos de intoxicação</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 14:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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					<description><![CDATA[Fomepizol bloqueia a formação de substâncias tóxicas que causam danos graves aos sistemas nervoso e hepático O governo brasileiro está em uma corrida para adquirir fomepizol, um medicamento essencial no tratamento de intoxicações por metanol. O esforço é uma resposta ao aumento de casos de envenenamento, relacionados ao consumo de...]]></description>
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<p>Fomepizol bloqueia a formação de substâncias tóxicas que causam danos graves aos sistemas nervoso e hepático<br /><br />O governo brasileiro está em uma corrida para adquirir fomepizol, um medicamento essencial no tratamento de intoxicações por metanol. O esforço é uma resposta ao aumento de casos de envenenamento, relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. O principal obstáculo é a ausência de registro do fármaco na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que torna importação um processo urgente e complexo.<br /><br />O metanol é um álcool de uso industrial que, quando consumido, se transforma em substâncias tóxicas que causam danos graves aos sistemas nervoso e hepático. O fomepizol age como um antídoto, bloqueando a formação desses compostos prejudiciais. Embora o Brasil tenha acesso ao etanol farmacêutico, que também retarda os efeitos do veneno, ele é considerado menos seguro e eficaz que o fomepizol.<br /><br />Para garantir o acesso rápido ao medicamento, a Anvisa publicou um edital de chamamento internacional, buscando fabricantes e distribuidores com estoque disponível. O Ministério da Saúde também procurou diretamente produtoras estrangeiras, incluindo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para uma possível doação. Agências reguladoras de dez países, como Estados Unidos, União Europeia, Canadá e Argentina, foram contatadas para acelerar os trâmites de importação.<br /><br />Em paralelo, o governo está investindo na identificação de bebidas adulteradas. Três laboratórios foram mobilizados para analisar amostras suspeitas e as fiscalizações de campo estão em andamento em diversos estados, em parceria com as vigilâncias sanitárias locais. Segundo o Ministério da Saúde, 59 casos de possível intoxicação por metanol foram notificados até o momento, com 11 já confirmados. Uma morte foi registrada e outras sete estão sob investigação.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Tarifa dos EUA dificulta retomar equilíbrio entre déficit em conta corrente e IDP</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tarifa-dos-eua-dificulta-retomar-equilibrio-entre-deficit-em-conta-corrente-e-idp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 13:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[Tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumento no déficit em conta corrente, segundo especialistas, está relacionado ao fato de a economia brasileira estar superaquecida, crescendo acima do potencial O volume de investimentos recebidos pelo Brasil nos últimos 12 meses está abaixo do nível necessário para cobrir o déficit em conta corrente e essa tendência deve continuar até o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aumento no déficit em conta corrente, segundo especialistas, está relacionado ao fato de a economia brasileira estar superaquecida, crescendo acima do potencial</p>
<p>O volume de investimentos recebidos pelo <a href="http://jovempan.com.br/tag/brasil"><strong>Brasil</strong></a> nos últimos 12 meses está abaixo do nível necessário para cobrir o déficit em conta corrente e essa tendência deve continuar até o fim do ano, podendo se estender, dada a incerteza trazida pelas tarifas de importação anunciadas pelos <a href="http://jovempan.com.br/tag/estados-unidos"><strong>Estados Unidos</strong></a> e os impactos disso sobre o fluxo de capital direcionado ao país. Os dados mais recentes sobre as contas externas, referentes a junho, mostram que o déficit em conta corrente acumulado em 12 meses atingiu US$ 73,135 bilhões, o equivalente a 3,42% do Produto Interno Bruto (<a href="http://jovempan.com.br/tag/pib"><strong>PIB</strong></a>). No mesmo intervalo, o Investimento Direto no País (IDP) somou US$ 70,476 bilhões (3,14% do PIB).</p>
<p>O aumento no déficit em conta corrente, segundo especialistas, está relacionado ao fato de a economia brasileira estar superaquecida, crescendo acima do potencial. Segundo o economista-chefe da G5 Partners, Luis Otávio Leal, a proporção do déficit em relação ao PIB é, inclusive, “a prova do pudim” para perceber se a economia está expandindo em ritmo demasiadamente acelerado. “Um saldo deficitário próximo de 4% do PIB no acumulado em 12 meses não é um saldo de uma economia crescendo próxima de seu potencial. Quando ela está próxima do potencial, vemos um crescimento de cerca de 2% do PIB”, detalha.</p>
<p>Quando a economia está aquecida, é comum que as importações ganhem tração na balança comercial de bens pela demanda doméstica, diz o analista econômico Lucas Farina, da Genial Investimentos. Além disso, as balanças de rendas e de serviços também contribuíram para a piora do déficit nas transações correntes, de acordo com a economista Luíza Pinese, da XP Investimentos. “O déficit de serviços continua batendo recordes, refletindo a compra de novos serviços de streaming e também de outros serviços digitais”, observa.</p>
<p>O resultado negativo na conta corrente de um país mostra que ele está gastando mais moeda estrangeira para comprar produtos e serviços de fora do que arrecada ao vender para outros países. Para cobrir essa diferença, é necessário financiamento do exterior, que pode vir por meio do IDP – o investimento de empresas ou investidores de outros países. No caso do Brasil, o IDP era mais do que suficiente para cobrir o déficit em conta corrente há anos. Essa tendência, porém, mudou em 2025, diante da incerteza sobre o cenário econômico global motivada principalmente por receios com as tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos.</p>
<p>O país, aponta Farina, é o principal responsável pela entrada de investimentos estrangeiros no Brasil, respondendo por aproximadamente um quarto do total de entrada líquida de recursos por aqui. “Caso tenhamos um prolongamento dessas rusgas comerciais entre Brasil e EUA, poderemos ver uma continuidade na redução do IDP, o que já observamos mês após mês”, afirma.</p>
<p><b>Riscos para a economia</b></p>
<p>A deterioração no saldo do IDP, deixando de sustentar os déficits na conta corrente, requer mudança em duas variáveis: o arrefecimento da atividade ou a desvalorização do câmbio. “Se virmos o IDP afundar ainda mais, haverá uma pressão constante altista sobre a taxa de câmbio, o que tem impactos ruins para a inflação, devido ao <i>pass-through</i>“, diz Farina, da Genial. Por ora, ele projeta o câmbio a R$ 5,67 e PIB crescendo 2,4% em 2025.</p>
<p>Com o possível repasse do câmbio no preço do atacado para o varejo, a inflação de alimentos poderá aumentar à frente. “Essa piora das contas externas pode gerar efeitos desagradáveis, retardando, por exemplo, o ciclo de cortes da Selic, que está hoje em 15%”, avalia.</p>
<p>A Genial estima que o déficit nas transações correntes em 2025 atinja US$ 68 bilhões (3,08% do PIB), enquanto a entrada de investimento estrangeiro deve somar US$ 66 bilhões (2,98% do PIB). Esse cenário, afirma Farina, não considera uma escalada de retaliações entre Estados Unidos e Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Secretário dos EUA diz que entrada em vigor de tarifas não será adiada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 17:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxação aos produtos brasileiros deve começar em 1º de agosto O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que as tarifas aos produtos brasileiros previstas para iniciarem em 1º de agosto não serão adiadas. Os produtos importados do Brasil pelos EUA serão taxados em 50%. A afirmação foi...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Taxação aos produtos brasileiros deve começar em 1º de agosto<br /><br />O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que as tarifas aos produtos brasileiros previstas para iniciarem em 1º de agosto não serão adiadas. Os produtos importados do Brasil pelos EUA serão taxados em 50%.<br /><br />A afirmação foi feita neste domingo (27) durante entrevista do secretário ao programa Fox News Sunday. <br /><br />&#8220;Com certeza não haverá mais prorrogações, não haverá mais [período de] carência. As tarifas estão programadas para o dia 1º de agosto. Colocaremos a Alfândega para começar a coletar o dinheiro&#8221;, disse. <br /><br />Lutnick afirmou que o presidente Donald Trump estará aberto a &#8220;negociar e conversar com as grandes economias&#8221;. Ele, no entanto, ponderou que tais conversas podem esbarrar em dificuldades. <br /><br />&#8220;Obviamente, após 1º de agosto, as pessoas ainda poderão falar com o presidente Trump. Ele está sempre disposto a ouvir. Até lá, acho que o presidente vai falar com muitas pessoas. Se elas podem fazê-lo feliz é outra questão&#8221;, acrescentou. <br /><br />Entenda<br />No dia 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que anuncia a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país norte-americano a partir do dia 1º de agosto.<br /><br />No documento, Trump diz ter adotado a medida sob a justificativa de que o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, estaria sofrendo perseguição política.<br /><br />Os Estados Unidos também iniciaram uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas, o Pix.<br /><br />O governo de Trump também revogou os vistos do ministro Alexandre de Moraes, seus familiares e “aliados na Corte”.<br /><br />Na última sexta-feira (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que está aberto a negociar com Trump e disse que o presidente dos Estados Unidos foi induzido a acreditar “em uma mentira”. O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é ministro da Indústria, Comércio e Serviço, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, lideram as iniciativas para uma solução diplomática com o país norte-americano. O governo também criou um comitê para discutir as taxações com o setor produtivo brasileiro.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Brasil é escolhido como sede dos Pans de Ginástica Artística e Rítmica</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-e-escolhido-como-sede-dos-pans-de-ginastica-artistica-e-ritmica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 17:59:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ginástica artística]]></category>
		<category><![CDATA[pan-americano]]></category>
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					<description><![CDATA[As competições serão disputadas em 2026 O Brasil será a sede da próxima edição dos Campeonatos Pan-Americanos Adulto e Juvenil de Ginástica Artística e de Ginástica Rítmica, que serão disputados em 2026. A decisão foi tomada durante assembleia geral ordinária da União Pan-Americana de Ginástica (UPAG), que chegou ao final...]]></description>
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<p><em>As competições serão disputadas em 2026</em></p>
<p>O Brasil será a sede da próxima edição dos Campeonatos Pan-Americanos Adulto e Juvenil de Ginástica Artística e de Ginástica Rítmica, que serão disputados em 2026. A decisão foi tomada durante assembleia geral ordinária da União Pan-Americana de Ginástica (UPAG), que chegou ao final na última segunda-feira (16).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1647452&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1647452&amp;o=node" /></p>
<p>“Faz parte do planejamento estratégico da Confederação o objetivo de manter o Brasil como potência nas competições e como promotor de grandes eventos. Queremos que nosso esporte conquiste um espaço cada vez maior no coração das brasileiras e dos brasileiros. Para tanto, nada melhor do que trazer para cá competições importantes, de forma a criar condições para que nosso público se habitue a ver os grandes talentos do nosso continente e do planeta”, declarou o presidente da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Henrique Motta.</p>
<p>Os Campeonatos Pan-Americanos Adulto e Juvenil de Ginástica Artística e de Ginástica Rítmica são mais um grande evento da modalidade que será sediado no Brasil, pois em agosto de 2025 a cidade do Rio de Janeiro receberá o Mundial.</p>
<p>E a Cidade Maravilhosa já começou a entrar no clima da competição, pois, no último final de semana, foi realizado o Campeonato Brasileiro da modalidade, que serviu como evento teste para o Mundial.</p>
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<p>Um dos destaques do Brasileiro, que foi realizado na Arena Carioca 1, na Barra da Tijuca, foi a finalista olímpica Bárbara Domingos, que garantiu o título do individual geral ao somar o total de 113.450 pontos. A prata ficou com Geovanna Santos da Silva (105.350 pontos), enquanto Ana Luísa Neiva completou o pódio (104.200 pontos).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ilha no Brasil é o único lugar do mundo onde a lata da Coca-Cola é azul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2025 21:24:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parintins]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola é azul]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma vez ao ano, a tradicional lata vermelha ganha outra cor [&#8230;] Pelo menos uma vez ao ano, o inconfundível rótulo vermelho da Coca-Cola ganha outra cor. E, exclusivamente, em terras brasileiras. Durante o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, as latinhas da marca ganham uma edição limitada em azul....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma vez ao ano, a tradicional lata vermelha ganha outra cor [&#8230;]</p>
<p>Pelo menos uma vez ao ano, o inconfundível rótulo vermelho da Coca-Cola ganha outra cor. E, exclusivamente, em terras brasileiras.</p>
<p>Durante o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, as latinhas da marca ganham uma edição limitada em azul. Isso por conta da acirrada disputa entre dois grupos folclóricos, o Boi Caprichoso (azul) e o Boi Garantido (vermelho).</p>
<p>O festival ocorre principalmente no Bumbódromo e em palcos alternativos, onde acontecem apresentações de quadrilhas, grupos de dança e as disputas dos três bois mirins (Estrelinha, Tupy e Mineirinho), além das dos bois Caprichoso e Garantido.</p>
<p>Reconhecido pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como Patrimônio Cultural do Brasil, o evento acontece em Parintins, entre os dias 27 e 29 de junho.</p>
<p>Além da Coca-Cola<br />Criado há 60 anos, o Festival Folclórico de Parintins de 2025 terá mais uma mudança que marca a força do evento em toda a cidade que, dividida entre azul e vermelho, acaba forçando os patrocinadores a alterarem seus rótulos para agradar os torcedores.</p>
<p>No último dia 5 de maio, aconteceu o lançamento das latas personalizadas da Brahma, desenhadas pelo artista parintinense Ronan Marinho. Neste ano, a marca repetirá a entrega do caminhão de cerveja para o boi campeão, percorrendo o trajeto do bumbódromo até o curral do boi vencedor.</p>
<p>&#8220;As latas de Brahma se tornam mais do que uma homenagem. É nossa forma de brindar com o público essa festa que transforma Parintins em pura magia&#8221;, afirmou o diretor de Brahma, Felipe Cerchiari, em nota divulgada no site oficial do evento.</p>
<figure id="attachment_53915" aria-describedby="caption-attachment-53915" style="width: 435px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-53915" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/05/553260504-brahma.webp" alt="" width="435" height="500" /><figcaption id="caption-attachment-53915" class="wp-caption-text">Reprodução<br />Foto: Viagem em Pauta</figcaption></figure>
<p><strong>Como chegar</strong></p>
<p>O porto de Parintins, a 370 km de Manaus (AM), aproximadamente, é a porta de entrada para o município, onde centenas de embarcações atracam, durante o festival.</p>
<p>Mas para evitar as viagens fluviais que podem durar até 18 horas, a partir da capital amazonense, a alternativa é o Aeroporto Municipal Júlio Belém, que conta com liberação para receber aeronaves de grande porte no aeródromo.</p>
<p>Assim como informou a organização do evento, via dados da direção do terminal aéreo, em 2024, mais de 20 mil passageiros e mais de mil aeronaves chegaram na cidade durante a festa.</p>
<figure id="attachment_53914" aria-describedby="caption-attachment-53914" style="width: 666px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-53914" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/05/1451649056-festival-parintins.webp" alt="" width="666" height="500" /><figcaption id="caption-attachment-53914" class="wp-caption-text">Festival de Parintins/Reprodução<br />Foto: Viagem em Pauta</figcaption></figure>
<p>Por vias aéreas, a viagem dura cerca de 1h, entre Manaus e Parintins (com voos de menos de 1 hora).</p>
<p>Pensando também na agremiação do Boi Garantido, num movimento contrário ao da Coca-Cola, até a companhia aérea Azul adotou mudanças para atuar na ilha.</p>
<p>Desde o último dia 15 de maio, e até o final de junho, a empresa adota uma nova cor e muda até a letra e o ritmo da canção de sua nova campanha. Entre 25 de junho e 1° de julho, a Azul programou 196 voos extras chegando e partindo da Ilha da Magia, como o destino é conhecido.</p>
<figure id="attachment_53913" aria-describedby="caption-attachment-53913" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-53913" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/05/259880400-azulfoto-alex-pazuellosecom-am.webp" alt="" width="750" height="500" /><figcaption id="caption-attachment-53913" class="wp-caption-text">Foto: Alex Pazuello/Secom-AM / Viagem em Pauta</figcaption></figure>
<p><br /><strong>Quanto custa</strong></p>
<p>O Bumbódromo está dividido em quatro setores: cadeiras (1 e 2) e arquibancada (central e especial), e os ingressos estão esgotados nas torcidas de ambos bois.</p>
<p>O passaporte para todas as três noites do festival custava de R$ 2.880 (Cadeira Tipo 2) a R$ 4.800 (Arquibancada Central). Já os ingressos avulsos saíam a partir de R$ 1.100 (por noite).</p>
<p>Saiba mais: <a href="http://festivaldeparintins.com.br/">http://festivaldeparintins.com.br/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Terra</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>China, UE e Argentina suspendem compras de carne de frango do Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/china-ue-e-argentina-suspendem-compras-de-carne-de-frango-do-brasil/</link>
		
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		<pubDate>Sat, 17 May 2025 02:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[frango do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Foco de gripe aviária foi detectado no Rio Grande do Sul A China, a União Europeia (UE) e a Argentina suspenderam, nesta sexta-feira (16), as importações da carne de frango brasileira, inicialmente por 60 dias. A medida foi tomada após o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmar a detecção de um...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Foco de gripe aviária foi detectado no Rio Grande do Sul</p>
<p><strong>A China, a União Europeia (UE) e a Argentina suspenderam, nesta sexta-feira (16), as importações da carne de frango brasileira, inicialmente por 60 dias. A medida foi tomada</strong> <strong>após o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmar a detecção de um caso de vírus da influenza aviária</strong> de alta patogenicidade (IAAP) em matrizeiro de aves comerciais localizado no município de Montenegro (RS).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1642986&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1642986&amp;o=node" /></p>
<p>Apesar do foco regionalizado, <strong>as restrições da China e do bloco europeu abrangem todo o território nacional,</strong> por conta das exigências nos acordos comerciais de ambos com o Brasil.</p>
<p><strong>A China é o maior comprador da carne de frango brasileira</strong>, com embarques de 562,2 mil toneladas em 2024, cerca de 10,8% do total. Já a União Europeia é o sétimo principal destino das exportações nacionais, com mais de 231,8 mil toneladas comercializadas no ano passado, que representou 4,49% do total. Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).</p>
<p>No caso da Argentina, cujo volume de importação de carne de frango do Brasil não está entre os maiores, o Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) do país vizinho decidiu suspender preventivamente as importações de produtos e subprodutos brasileiros de origem avícola que dependem da comprovação de que o país está livre da gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP).</p>
<p><strong>Além disso, o governo argentino afirmou que está tomando medidas de biossegurança e vigilância sanitária de estabelecimentos avícolas para reduzir o risco de ingresso. </strong>O foco da gripe aviária ocorreu a cerca de 620 quilômetros (km) da fronteira entre os dois países.  </p>
<p>Em nota, o Mapa disse que vai seguir o que está previsto nos acordos comerciais vigentes. &#8220;Reafirmando o compromisso de transparência e de responsabilidade com a qualidade e sanidade dos produtos exportados pelo Brasil, as restrições de exportação seguirão fielmente os acordos sanitários realizados com nossos parceiros comerciais&#8221;, informou.</p>
<h2>Restrição regionalizada</h2>
<p><strong>A pasta destacou que tem trabalhado para que as negociações de acordos sanitários internacionais com os países parceiros reconheçam o princípio de regionalização, preconizado pela Organização Mundial de Saúde Animal </strong>(OMSA), restringindo a exportação aos 10 quilômetros de raio do foco. No entanto, a própria pasta pondera que os países costumam adotar diferentes critérios de regionalização, que podem variar entre restrições locais ou regionais.</p>
<p><strong>Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Filipinas, por exemplo, já aprovaram a regionalização para IAAP, o que deve evitar um impacto muito generalizado nas exportações. </strong>Depois da China, esses cinco países são os maiores compradores da carne de frango brasileira, respondendo, juntos, por 35,4% do total exportado em 2024, segundo ABPA.</p>
<p>Maior exportador de carne de frango do mundo, o Brasil vendeu 5,2 milhões de toneladas do produto, em diferentes formatos, para 151 países, auferindo receitas de US$ 9,9 bilhões. <strong>Mais de 35,3% de toda a carne de frango produzida no Brasil é destinada ao mercado externo. Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul concentram 78% dessas exportações.</strong></p>
<p>No ano passado, um foco da doença de Newcastle (DNC), que atinge aves silvestres e comerciais, também foi identificado no Rio Grande do Sul e, após as medidas sanitárias adotadas, o próprio Ministério da Agricultura e Pecuária comunicou à Organização Mundial de Saúde Animal sobre o fim da doença, cerca de 10 dias depois.</p>
<h2>Sem risco</h2>
<p><strong>Mais cedo, o Mapa já havia enfatizado que a doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves nem de ovos.</strong></p>
<p>&#8220;A população brasileira e mundial pode se manter tranquila em relação à segurança dos produtos inspecionados, não havendo qualquer restrição ao seu consumo. O risco de infecções em humanos pelo vírus da gripe aviária é baixo e, em sua maioria, ocorre entre tratadores ou profissionais com contato intenso com aves infectadas (vivas ou mortas)&#8221;, garantiu a pasta.</p>
<p><em>Fonte: Agencia Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Brasil sobe cinco posições no ranking do IDH e está na 84ª colocação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-sobe-cinco-posicoes-no-ranking-do-idh-e-esta-na-84a-colocacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 14:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[84ª colocação]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[IDH]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice vai de 0,780 em 2022 para 0,786 em 2023 O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud ou UNDP, na sigla em inglês) divulgou, nesta terça-feira (6), a edição deste ano do relatório de Desenvolvimento Humano. O documento atualiza o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 193 países, com...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Índice vai de 0,780 em 2022 para 0,786 em 2023</p>
<p><strong>O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud ou UNDP, na sigla em inglês) divulgou, nesta terça-feira (6), a edição deste ano do relatório de Desenvolvimento Humano</strong>. O documento atualiza o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 193 países, com base em informações de 2023, sobre indicadores de expectativa de vida, escolaridade e Produto Interno Bruto (PIB) <em>per capita</em> &#8211; por<em>  </em>indivíduo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1641555&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1641555&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O Brasil aparece na 84ª colocação com um IDH de 0,786 (em uma escala de 0,000 a 1,000), um índice considerado de desenvolvimento alto</strong>. Em relação a 2022, o IDH do país cresceu 0,77% porque o índice era de 0,780 (ajustado este ano).</p>
<p>Em 2022, o Brasil estava na 89ª posição, o que significa que o país subiu cinco colocações. No IDH de 2022 ajustado este ano, no entanto, o país estava na 86ª posição e, portanto, subiu duas colocações no ranking (ultrapassando a Moldávia e empatando com Palau).</p>
<p>O relatório também mostra a evolução do país nos períodos de 2010 a 2023 (um aumento médio anual de 0,38%) e de 1990 a 2023 (um crescimento médio de 0,62%).</p>
<p><strong>Segundo o Pnud, os países são divididos em quatro grupos, de acordo com o IDH. Aqueles com pontuação a partir de 0,800 são considerados de alto desenvolvimento humano. Setenta e 74 países estão nessa situação. O Chile é o país na melhor posição entre as nações da América Latina e Caribe (45ª posição, com 0,878 ponto).</strong></p>
<p><strong>Outros nove latino-americanos e caribenhos estão neste grupo (Argentina, Uruguai, Antígua e Barbuda; São Cristóvão e Névis; Panamá; Costa Rica; Bahamas; Barbados; e Trinidad e Tobago). Na média, o IDH da região subiu 0,778 em 2022 para 0,783 em 2023 (alta de 0,64%).</strong></p>
<h2>Pontuação</h2>
<p>Além do Brasil, outros 49 países são considerados de desenvolvimento alto (com pontuação de 0,700 a 0,799). As nações de desenvolvimento médio (de 0,550 a 0,699) somam 43, enquanto aqueles com desenvolvimento baixo (abaixo de 0,550) são 26.</p>
<p>A Islândia ultrapassou a Suíça e a Noruega e agora é o país com maior IDH do mundo (0,972). As seis primeiras colocações, aliás, são de países europeus (Dinamarca, Alemanha e Suécia, além dos três mencionados).</p>
<p>Já o Sudão do Sul, nação mais jovem do mundo, criada em 2011, tem o pior indicador (0,388). As nove últimas posições são ocupadas por países africanos. O Iêmen, palco de uma guerra civil que dura anos no Oriente Médio, tem o décimo menor IDH.</p>
<blockquote>
<p>O IDH médio mundial chegou a 0,756 em 2023, um aumento de 0,53% em relação ao ano passado (0,752). Segundo o coordenador do relatório, Pedro Conceição, esse é o maior patamar de desenvolvimento humano desde o início do levantamento.</p>
</blockquote>
<p>“Mas há dois aspectos preocupantes nessa conquista. Primeiro é o fato de que estamos progredindo de forma mais lenta. Na verdade, é o progresso mais lento na história, se não considerarmos o período de declínio do IDH [devido à pandemia de covid-19]. Se continuássemos a ter o progresso que tínhamos antes de 2020, estaríamos vivendo em um índice de desenvolvimento muito alto em 2030. Mas a tendência agora é que [o progresso] achatou um pouco e esta marca de viver num Índice de Desenvolvimento Humano muito elevado foi adiada por décadas”, disse Pedro Conceição.</p>
<p>Para ele, o segundo aspecto é que países com IDH baixo estão ficando para trás. “[Isso aconteceu] pelo quarto ano consecutivo. E isso representa uma ruptura com uma tendência que já vinha ocorrendo há décadas, na qual víamos uma convergência no Índice de Desenvolvimento Humano entre os países”.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a média dos países de IDH muito alto é de 0,914 ponto, enquanto aqueles com IDH baixo têm uma média de 0,515.</p>
<h2>Outros dados</h2>
<p><strong>O relatório da ONU também apresenta um ajuste do IDH levando em consideração o aspecto da desigualdade social. Nesse caso, o IDH do Brasil é ajustado para 0,594, o que faz com o país fique apenas na 105ª posição global e caindo para categoria de IDH médio.</strong> No caso da primeira colocada, Islândia, por exemplo, o IDH tem pouco ajuste, ficando em 0,923. O IDH mundial ajustado fica em 0,590.</p>
<p>No caso da comparação entre gêneros, o IDH das mulheres (0,785) é um pouco melhor do que o dos homens (0,783) no país. As mulheres brasileiras têm indicadores melhores de expectativa de vida e de escolaridade, mas perdem no PIB <em>per capita</em>.</p>
<p>Já em relação ao IDH ajustado pela pegada de carbono de cada país, o Brasil apresenta IDH de 0,702, mas se posiciona melhor no ranking mundial, na 77ª posição.</p>
<h2>Inteligência artificial</h2>
<p><strong>O tema deste ano do relatório é a inteligência artificial.</strong> O administrador do Pnud, Achim Steiner, afirmou que é importante não ser governado por uma tecnologia, mas sim usá-la para o progresso do desenvolvimento humano.</p>
<p>“Nossa capacidade de explorar no sentido positivo essa nova fronteira, mas também de nos proteger, exige, por definição, cooperação internacional, inclusive por parte de países mais ricos, ajudando os países mais pobres a, antes de tudo, se tornarem parte dessa economia de desenvolvimento emergente do futuro”, explicou Steiner.</p>
<p>Para ele, é importante garantir que a Inteligência Artificial ​​“seja realmente algo que nos dará, como seres humanos, a oportunidade de aumentar nossa engenhosidade, nossa diversidade, nossa imaginação, nosso empreendedorismo e, acima de tudo, uma confiança de que, no século XXI, podemos nos desenvolver e prosperar juntos, ao mesmo tempo em que enfrentamos os riscos para o nosso futuro juntos” finalizou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Brasil tem 1,7 milhão de indígenas; Amazonas sozinho soma mais de 490 mil, aponta Censo 2022</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-tem-17-milhao-de-indigenas-amazonas-sozinho-soma-mais-de-490-mil-aponta-censo-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 11:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados divulgados pelo Censo 2022 apontam que o Brasil conta atualmente com 1.693.535 pessoas indígenas, o equivalente a 0,83% da população total. O levantamento revela um dado significativo: dois estados concentram quase metade dessa população, Amazonas e Bahia. O Amazonas lidera com ampla margem, abrigando 490.854 indígenas, o que representa 28,9%...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados divulgados pelo Censo 2022 apontam que o Brasil conta atualmente com 1.693.535 pessoas indígenas, o equivalente a 0,83% da população total.</p>
<p>O levantamento revela um dado significativo: dois estados concentram quase metade dessa população, Amazonas e Bahia.</p>
<p>O Amazonas lidera com ampla margem, abrigando 490.854 indígenas, o que representa 28,9% do total nacional.</p>
<p>Em seguida aparece a Bahia, com 229.103 indígenas, equivalentes a 13,5% da população indígena brasileira. Juntos, os dois estados somam mais de 42% do total de pessoas que se identificam como indígenas no Brasil.</p>
<p>A atualização desses dados corrige distorções históricas: no Censo de 2010, a população indígena registrada era de apenas 896 mil pessoas.</p>
<p>O número quase dobrou em 2022, não por crescimento populacional expressivo, mas principalmente por mudanças no método de coleta do IBGE e maior autorreconhecimento da identidade indígena.</p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Presença indígena em quase todo o território nacional</strong></h3>
<p>Segundo o levantamento, 4.832 dos 5.568 municípios brasileiros (ou 86,8%) têm ao menos um morador indígena.</p>
<p>Isso revela uma presença muito mais capilarizada do que se costuma imaginar, derrubando o mito de que a população indígena está restrita a regiões de floresta ou aldeias remotas.</p>
<p>Em muitos desses municípios, a presença indígena se dá em áreas urbanas, bairros periféricos ou territórios não regularizados.</p>
<p>O dado mais alarmante do relatório é que 63% da população indígena brasileira vive fora das terras oficialmente demarcadas pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).</p>
<p>Esse cenário acende um alerta para políticas públicas: grande parte da população indígena está à margem da proteção fundiária legal, o que impacta diretamente o acesso a direitos básicos como educação bilíngue, saúde específica e preservação cultural.</p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Destaques por estados</strong></h3>
<p>Além de Amazonas e Bahia, outros estados também se destacam em números absolutos:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mato Grosso do Sul</strong>: 116.346 indígenas</li>
<li><strong>Roraima</strong>: 80.974</li>
<li><strong>Pará</strong>: 58.231</li>
<li><strong>Ceará</strong>: 55.297</li>
<li><strong>Pernambuco</strong>: 56.333</li>
<li><strong>Maranhão</strong>: 57.214</li>
</ul>
<p>A diversidade também está presente em estados de menor proporção indígena, como São Paulo (35.500), Rio de Janeiro (36.699) e até no Distrito Federal (11.334), indicando que a identidade indígena resiste mesmo em grandes centros urbanos.</p>
<h3 class="wp-block-heading"><strong>Direito à identidade e políticas de reconhecimento</strong></h3>
<p>Desde a Constituição de 1988, o Brasil reconhece os povos indígenas como detentores de direitos originários sobre seus territórios.</p>
<p>No entanto, os dados do Censo 2022 expõem o abismo entre a legislação e a prática cotidiana.</p>
<p>A ausência de políticas públicas específicas para indígenas que vivem fora das terras demarcadas dificulta o acesso à saúde indígena diferenciada, à educação com respeito à cultura e ao fortalecimento das línguas originárias.</p>
<p>O relatório também reforça a urgência de atualizar os cadastros da Funai, concluir processos de demarcação e ampliar a presença do Estado em territórios indígenas urbanos e rurais.</p>
<p><em>Fonte: RealTime1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula e Boric querem ampliar relações comerciais entre Brasil e Chile</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-e-boric-querem-ampliar-relacoes-comerciais-entre-brasil-e-chile/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 13:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Boric]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Intercâmbio comercial entre os dois países soma US$ 11,7 bilhões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (22) que os empresários do Brasil e do Chile devem aprofundar as relações comerciais para alavancar o crescimento da economia dos dois países. No evento de encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Chile, em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Intercâmbio comercial entre os dois países soma US$ 11,7 bilhões</p>
<p>O presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (22) que os empresários do Brasil e do Chile devem aprofundar as relações comerciais</strong> para alavancar o crescimento da economia dos dois países.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1639874&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1639874&amp;o=node" /></p>
<p>No evento de encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Chile, em Brasília, <strong>ele incentivou os empresários brasileiros a importarem mais produtos do Chile</strong>, para equilibrar a balança comercial. </p>
<blockquote>
<p>“É preciso que os empresários chilenos e brasileiros saibam que um bom negócio é aquele que todos ganham. E como maior economia da América Latina, o Brasil tem que entender que ele é obrigado a flexibilizar para que as coisas possam acontecer. Não é fazer favor, é ser justo”, disse, ao lado do presidente chileno, Gabriel Boric.</p>
</blockquote>
<p>Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o <strong>Brasil é o maior parceiro comercial do Chile na América do Sul</strong>, com predominância para bens industriais. Já o <strong>Chile é o sétimo maior parceiro comercial do Brasil </strong>e representa 2,1% da corrente de comércio brasileira. </p>
<p>Em 2024, o<strong> intercâmbio comercial entre os dois países somou US$ 11,7 bilhões, sendo US$ 6,7 bilhões em exportações brasileiras para o Chile e US$ 5 bilhões em importaçõe</strong>s. </p>
<p>Lula também destacou que os <strong>países da América Latina não devem ficar só esperando ajuda dos países mais ricos</strong>, como Estados Unidos e União Europeia. </p>
<p>“Ninguém vai fazer a gente ficar rico, eles é que vão ficar ricos. O que nós precisamos é nós queremos ficar ricos a partir da nossa capacidade, do nosso investimento”.</p>
<p><strong>Boric destacou a estabilidade socioeconômica do Chile</strong>, que torna o país um ótimo destino para investimentos. </p>
<blockquote>
<p>“O Chile é um parceiro confiável, um país estável, seguro que respeita as regras do jogo e com quem é possível fazer negócios de benefício mútuo”.  </p>
</blockquote>
<p>O presidente chileno também garantiu que o<strong> país não apoia nenhuma guerra comercial</strong>. </p>
<p>“Acreditamos que o comércio é para irmanar os povos, para gerar riqueza e repartir da melhor maneira. Quando se opta pelo protecionismo, os prejudicados não são as elites políticas, são as pessoas, as famílias, os pequenos produtores”. </p>
<p>Mais cedo, Boric esteve no Palácio do Planalto para visita de Estado. A visita do chileno busca promover a diversificação das relações entre Brasil e Chile, com uma maior integração logística e comercial. </p>
<h2>Fórum </h2>
<p>O Fórum Empresarial Brasil-Chile é organizado pela CNI e a Sociedad de Fomento Fabril do Chile. São esperados 250 participantes, entre empresários, representantes de entidades setoriais e autoridades dos dois países. </p>
<p>O objetivo do evento é fortalecer os laços comerciais, impulsionar investimentos e promover a inovação, discutindo ambiente de negócios e prioridades do setor privado. </p>
<p>A programação do fórum inclui painéis de discussão sobre integração de cadeias produtivas e cooperação em áreas estratégicas como energia, turismo e finanças sustentáveis.</p>
<div class="noticias-relacionadas rel-position rowflex"> </div>
<div> </div>
<div><em>Fonte: Agência Brasil</em></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasil terá segunda maior safra de cana, segundo estimativa da Conab</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-tera-segunda-maior-safra-de-cana-segundo-estimativa-da-conab/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 17:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
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					<description><![CDATA[Colheita será de 676,9 milhões de toneladas O Brasil registrou a segunda maior produção de cana-de-açúcar, durante o ciclo 2024-2025, com um total estimado de 676,96 milhões de toneladas do produto. O resultado é 5,1% menor do que a safra recorde, registrada no ciclo anterior, colhido entre 2023 e 2024....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Colheita será de 676,9 milhões de toneladas</p>
<p><strong>O Brasil registrou a segunda maior produção de cana-de-açúcar, durante o ciclo 2024-2025, com um total estimado de 676,96 milhões de toneladas do produto. O resultado é 5,1% menor do que a safra recorde, registrada no ciclo anterior, colhido entre 2023 e 2024</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1639274&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1639274&amp;o=node" /></p>
<p>De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a queda foi “reflexo dos baixos índices de chuvas, aliados às altas temperaturas registradas na Região Centro-Sul, que representa 91% da produção total do país”, aliado à queimada observada nos canaviais. O fogo, segundo a companhia, consumiu vários talhões de cana em plena produção.</p>
<blockquote>
<p>“Essas condições adversas registradas ao longo da temporada influenciaram negativamente na produtividade média, ficando em 77.223 quilos por hectares”, registrou a Conab ao anunciar, nesta quinta-feira (17), os resultados do 4º Levantamento sobre a cultura divulgado pela Companhia.</p>
</blockquote>
<h2>Sudeste e Centro-Oeste</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<figure style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Sindsep-DF/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/a9Nj7qi6USKxvary4JKn8hGrntM=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/03/28/conab-3-800x445.jpg?itok=14HIGRnH" alt="Brasília (DF), 28/03/2025 - Prédio da Companhia Nacional de Abastecimento - Conab.. Foto: Sindsep-DF/Divulgação" width="754" height="450" /><figcaption class="wp-caption-text">Conab divulgou nesta quinta-feira estimativa da safra de cana. Foto-arquivo: Sindsep-DF/Divulgação</figcaption></figure>
</div>
</div>
<p><strong>Principal região produtora de cana, o Sudeste colheu 439,6 milhões de toneladas, resultado 6,3% inferior ao obtido na safra anterior. Em termos de área, houve um aumento de 7,5% na mesma base de comparação, chegando a um total de 5,48 milhões de hectares</strong></p>
<blockquote>
<p>“Esse aumento, no entanto, não foi suficiente para recuperar as perdas registradas pela queda da produtividade de 12,8%, estimada em 80.181 quilos por hectare”, justificou a Conab.</p>
</blockquote>
<p>No Centro-Oeste, a colheita não apresentou grandes variações em relação ao resultado da safra recorde, obtida no ciclo anterior. Foram colhidas 145,3 milhões de toneladas (alta de 0,2%), nesta relevante região produtora.</p>
<p><strong>“Assim como no Sudeste, a área cresceu 4%, chegando a 1,85 milhão de hectares, enquanto a produtividade foi 3,7% menor, projetada em 78.540 quilos por hectare”, informou a Conab.</strong></p>
<h2>Nordeste, Sul e Norte</h2>
<p>A colheita do ciclo 2024/2025 está ainda sendo finalizada na Região Nordeste. <strong>Se confirmada a estimativa da companhia, a produção por lá ficará em 54,4 milhões de toneladas, o que representa queda de 3,7% em relação à safra anterior.</strong></p>
<p>De acordo com a Conab, este resultado sofreu influência da restrição hídrica na região, o que reduziu as produtividades médias das lavouras. A área colhida aumentou 1,6%, chegando a 897,5 mil hectares.</p>
<p><strong>A Região Sul apresentou queda tanto em termos de área como produtividade. Estimada em 33,6 milhões de toneladas, a produção ficará 13,2% inferior ao ciclo passado.</strong></p>
<blockquote>
<p>Já na Região Norte, o panorama é o oposto, com aumentos de área e produtividade, de 1,4% e 1,1% respectivamente. Segundo a Conab, a colheita está estimada em 4 milhões de toneladas na região.</p>
</blockquote>
<h2>Subprodutos</h2>
<p>A redução do volume de cana colhido resultou também em queda na produção de açúcar. <strong>O levantamento indica que a queda ficou em 3,4%, o que corresponde a um total estimado de 44,1 milhões de toneladas.</strong></p>
<p>“Apesar da redução em relação à última safra, a temporada que se encerra apresenta a segunda maior produção do adoçante na série histórica da Conab. Esse bom resultado é reflexo do mercado favorável ao produto, que fez com que boa parte da matéria-prima fosse destinada para a fabricação de açúcar”, explicou.</p>
<h2>Etanol</h2>
<p><strong>No caso do etanol, houve crescimento de 4,4% na produção total, de 37,2 bilhões de litros. A alta foi obtida mesmo com a queda (de 1,1%) da produção a partir do esmagamento da cana, em consequência da piora das condições climáticas. O total produzido ficou em 29,35 bilhões de litros.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O bom resultado se deve ao incremento do etanol fabricado a partir do milho. Nesta safra, cerca de 7,84 bilhões de litros têm como origem o cereal, um aumento de 32,4% frente ao ciclo 2024/23”, informa a companhia.</p>
</blockquote>
<h2>Exportações</h2>
<p><strong>De acordo com a Conab, as exportações se mantiveram elevadas, mantendo o Brasil como principal fornecedor mundial do produto.</strong></p>
<p>“No fechamento da safra 2024/25, os volumes de açúcar ficaram estáveis em relação à safra anterior, no patamar de 35,1 milhões de toneladas. Porém, a receita foi de US$ 16,7 bilhões, queda de 8,2% em relação à receita da última safra, fruto do cenário de preços menores”, diz a Conab.</p>
<p><strong>Já a exportação de etanol fechou o ciclo com um total de 1,75 bilhão de litros embarcados. Uma queda de 31% na comparação com o ciclo 2023/24.</strong></p>
<p>A Conab explica que o etanol de milho tem ganhado mais relevância, com aumento tanto de produção em novas unidades como de eficiência das plantas já existentes.</p>
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<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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