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	<title>Brasil x China - Portal NDC</title>
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		<title>Brasil hesita em aderir à Nova Rota da Seda da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 16:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa de investimentos foi avaliado por comitiva brasileira na China O Brasil hesita em aderir à Nova Rota da Seda da China, a agenda de investimentos de bilionários chineses. O nome oficial do programa é “Iniciativa do Cinturão e Rota” e hoje está presente em mais de 150 países. Na semana passada, uma comitiva do [&#8230;]]]></description>
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<p>Programa de investimentos foi avaliado por comitiva brasileira na China</p>
<p>O Brasil hesita em aderir à Nova Rota da Seda da China, a agenda de investimentos de bilionários chineses. O nome oficial do programa é “Iniciativa do Cinturão e Rota” e hoje está presente em mais de 150 países.</p>
<p>Na semana passada, uma comitiva do governo brasileiro liderada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, desembarcou na China para tratar do assunto.</p>
<p>A avaliação predominante do grupo foi de que é possível manter a intensa parceria econômica sem necessariamente aderir ao programa.  </p>
<p>No lugar, os dois países elaboram um documento conjunto que falará em ampliação da sinergia entre os dois países em diversos projetos que envolvem infraestrutura, finanças, energia, tecnologia e industrialização.</p>
<p>Uma minuta neste sentido já circula entre as duas chancelarias e deve ser oficializada na visita do presidente da China, Xi Jinping, em novembro ao Brasil, que virá para uma reunião da Cúpula do G20 no Rio de Janeiro. </p>
<h2>Comitiva brasileira</h2>
<p>A avaliação majoritária do governo brasileiro é de que o Brasil já tem o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) como prioritário para a agenda de investimentos no país e que a ideia é continuar a oferecer os projetos do programa aos chineses.</p>
<p>A leitura é de que podem existir projetos que façam sentido para os dois países, mas também podem ter projetos que não.</p>
<p>O receio é de que ao assinar a Nova Rota da Seda o Brasil se submeta mais aos interesses chineses do que aos brasileiros e que nesse sentido acabe dando um cheque em branco para o país escolher onde quer investir.</p>
<p>A ideia do Brasil é definir a carteira de projetos mutuamente.</p>
<p>No governo brasileiro, houve uma divisão sobre a adesão formal ao acordo com os chineses.</p>
<h2>Apoio do Banco dos Brics</h2>
<p>A presidente do Banco dos Brics, Dilma Rousseff, é a maior entusiasta da ideia, mas ela enfrenta resistências no governo, em especial do Itamaraty e do Ministério da Fazenda.</p>
<p>A diplomacia brasileira avalia que a adesão pode ser lida como a escolha do Brasil por um lado no crescente embate entre os Estados Unidos e a China.</p>
<p>Diplomatas brasileiros relataram à CNN não verem necessidade de uma adesão ao acordo para atrair investimentos chineses ao Brasil, uma vez que a China já é a maior parceira comercial brasileira e já tem uma ampla cartela de investimentos no país.</p>
<p>Já a equipe econômica entende que qualquer acerto demandaria uma melhoria no valor agregado das trocas comerciais entre os dois países.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
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