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	<title>Botos - Portal NDC</title>
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	<title>Botos - Portal NDC</title>
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		<title>Pesquisadores estudam aparecimento de 500 botos nas praias do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2023 13:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Botos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) vão investigar o aparecimento de cerca de 500 golfinhos da espécie boto-cinza (Sotalia guianensis), entre adultos, juvenis e filhotes, na Baía de Guanabara e em praias da cidade do Rio de Janeiro. Eles foram vistos na quarta-feira (4) e a imagem encantou cariocas e turistas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-472865633" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) vão investigar o aparecimento de cerca de 500 golfinhos da espécie boto-cinza (Sotalia guianensis), entre adultos, juvenis e filhotes, na Baía de Guanabara e em praias da cidade do Rio de Janeiro. Eles foram vistos na quarta-feira (4) e a imagem encantou cariocas e turistas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1502440&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1502440&amp;o=node" /></p>
<p>Essa é a primeira vez que um grupo tão grande é encontrado nas praias do Rio nos últimos 30 anos. O objetivo da investigação é saber a origem desses animais e se algum deles se integrou à população da Baía de Guanabara.</p>
<p>De acordo com José Lailson Brito, oceanógrafo e um dos coordenadores do Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores da Uerj (Maqua), os animais provavelmente são da Baía de Ilha Grande e fizeram o deslocamento até a cidade do Rio de Janeiro em busca de alimentos.</p>
<p>“Nós acreditamos que sejam botos de Baía de Ilha Grande, porque somente na Baía de Ilha Grande os boto-cinza fazem grupos extremamente grandes como esses que nós vimos por aqui. A outra coisa que chamou a atenção é que o grupo tinha a presença de muitos filhotes, de jovens e filhotes, que também é bem característico desses grandes grupos da Baía de Ilha Grande”, explicou o oceanógrafo.</p>
<p>José Lailson disse que a pesquisa vai ser feita a partir de catálogos de fotos de botos do estado do Rio de Janeiro. As fotografias vão ser comparadas com as imagens registradas na quarta-feira. “A partir daí, a gente espera começar a explicar quem são esses animais que vieram pra cá e reunir mais informações para saber o que realmente eles estavam fazendo por aqui”.</p>
<p>O diretor do Instituto Mar Urbano, biólogo marinho Ricardo Gomes, explica que com a melhoria das condições da água [na Baía de Guanabara] o fenômeno pode passar a ser visto mais vezes. “Tudo indica que com o tratamento, o saneamento sendo feito, o tratamento do esgoto sendo feito pela Águas do Rio, tudo indica que a condição ambiental aqui das nossas praias vai melhorar, e eu espero que um avistamento desses seja uma coisa mais corriqueira no futuro”.</p>
<p>Outra característica considerada interessante da passagem dos golfinhos foi o aparecimento de fêmeas, que podem ajudar a repovoar a área da Baía de Guanabara, com população atual menor que 30. Na década de 80, o local já chegou a ter cerca de 400 golfinhos.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<title>Pesquisadores fotografam interação inédita entre botos e sucuri em rio na Bolívia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pesquisadores-fotografam-interacao-inedita-entre-botos-e-sucuri-em-rio-na-bolivia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 12:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Botos]]></category>
		<category><![CDATA[interação inédita]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[Sucuri]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagine a seguinte cena: alguns botos, que em geral se alimentam de pequenos peixes, com uma sucuri-de-Beni (Eunectes beniensi) em seus bicos. Essa cena ocorreu em agosto de 2021 no rio Tijamuchin, na Bolívia, que é próximo ao Estado de Rondônia. Esse fenômeno virou tema de uma pesquisa publicada recentemente na revista científica internacional &#8216;Ecology&#8217;, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1288167661" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Imagine a seguinte cena: alguns botos, que em geral se alimentam de pequenos peixes, com uma sucuri-de-Beni (Eunectes beniensi) em seus bicos. Essa cena ocorreu em agosto de 2021 no rio Tijamuchin, na Bolívia, que é próximo ao Estado de Rondônia.<br /><br />Esse fenômeno virou tema de uma pesquisa publicada recentemente na revista científica internacional &#8216;Ecology&#8217;, que relatou a interação inédita entre os golfinhos-de-rio-bolivianos com uma sucuri. O estudo ainda ganhou mais popularidade após os pesquisadores comentarem o caso no jornal norte-americano The New York Times.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4710" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_medium_Captura-de-tela-2022-05-06-094228.png" alt="" width="640" height="350" /></p>
<h5>Foto: Alejandro dos Rios/Divulgação</h5>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Biólogo e mestrando em biologia animal na Universidade Federal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o brasileiro Omar Machado Entiauspe Neto foi um dos autores do artigo, ajudando com o seu conhecimento sobre as cobras.</p>
<p>Os pesquisadores bolivianos Steffen Reichle e Alejandro dos Rios, de Santa Cruz de la Sierra, estavam no rio Tijamuchin, na região de Beni, próximo a Rondônia, quando registram o momento, em agosto de 2021.</p>
<p>A pesquisa de campo foi organizada por Steffen Reichle, que trabalha no <em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">Museo de Historia Natural Noel Kempff, </em>e a cobra só foi notada por meio dos registros fotográficos bem depois dos registros.</p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Por que isso ocorreu?</h4>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4711" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_medium_Captura-de-tela-2022-05-06-141805.png" alt="" width="640" height="414" /></p>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Apesar de consideradas interações difíceis de se encontrar, esses fenômenos possuem similaridades com comportamentos de outros cetáceos marinhos (golfinhos). Para os pesquisadores, a interação pode ter uma função social, como um método de aprendizagem para ensinar aos filhotes como capturar uma presa.</p>
<p>É provável, também, segundo os autores do artigo, que a cobra já estivesse morta no momento em que os botos estavam &#8220;brincando&#8221; com o animal. As cobras não  fazem parte da dieta alimentar dos botos, pois seus bicos são pequenos e sua alimentação consiste em crustáceos e pequenos peixes. </p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Inusitado</h4>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Na entrevista o jornal norte-americano, Reichle explicou que os golfinhos-de-rio-bolivianos &#8220;geralmente nadam abaixo da superfície, e os avistamentos geralmente capturam apenas uma barbatana ou uma cauda&#8221;. No entanto, alguns dos animais que estavam nadando juntos mantiveram as cabeças acima da água por um tempo maior que o comumente registrado. Por ser um animal semiaquático, a cobra pode ter morrido durante a &#8220;brincadeira&#8221; dos botos, mas não foi possível confirmar.</p>
<p>Outra possibilidade da interação é que a atividade &#8220;poderia ter sido sexualmente estimulante para eles&#8221;, de acordo com Diana Reiss, cientista de mamíferos marinhos e psicóloga cognitiva do Hunter College, em Nova York, na entrevista ao The New York Times. Isso porque um dos registros mostra os machos excitados sexualmente.</p>
<p>Foto: Alejandro dos Rios/Divulgação</p>
<p>Fonte: Portal Amazônia</p>
</div>
</div>
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		<title>Foto registra interação de botos com anaconda na Bolívia: &#8216;brincadeira&#8217;, diz pesquisador da UFRGS</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/foto-registra-interacao-de-botos-com-anaconda-na-bolivia-brincadeira-diz-pesquisador-da-ufrgs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 11:41:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anaconda]]></category>
		<category><![CDATA[Botos]]></category>
		<category><![CDATA[UFRGS]]></category>
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					<description><![CDATA[O pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Omar Machado Entiauspe Neto, de 24 anos, e dois colegas registraram a interação de dois botos com uma anaconda em um rio da Bolívia. As imagens são de um estudo publicado pela revista científica &#8220;Ecology&#8221;, dos Estados Unidos. O biólogo é mestrando em Biologia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1813923770" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Omar Machado Entiauspe Neto, de 24 anos, e dois colegas registraram a interação de dois botos com uma anaconda em um rio da Bolívia. As imagens são de um estudo publicado pela revista científica &#8220;Ecology&#8221;, dos Estados Unidos.<br /><br />O biólogo é mestrando em Biologia Animal na UFRGS e trabalhou com os cientistas Steffen Reichle e Alejandro dos Rios, de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.<br /><br />Reichle e Rios estavam no rio Tijamuchin, na região de Beni, próximo a Rondônia, em agosto de 2021, quando foi feito o registro. As interações entre os botos e as cobras sucuris são consideradas difíceis de se observar.<br /><br />&#8220;Eles foram perceber essa interação entre os botos e a sucuri bem depois, quando eles estavam vendo as fotos&#8221;, diz Omar.<br />Na análise, os pesquisadores afirmam que, possivelmente, a cobra já estava morta quando foi fotografada e que não serviria de alimento para os golfinhos.<br /><br />&#8220;A gente sabe que os botos se alimentam de peixes e crustáceos, que são animais bem pequenos. Apesar de eles serem animais grandes, de até dois metros, o diâmetro da boca deles não permite que comam animais muito grandes&#8221;, explica.<br /><br />Os botos, acreditam os cientistas, estavam brincando com o animal, como um item lúdico, possivelmente de ensino. O estudo aponta que futuras observações, análises da dieta dos golfinhos e armadilhas fotográficas podem ajudar a compreender o comportamento registrado no rio.<br /><br />&#8220;Talvez tenha um papel social essa brincadeira dos golfinhos, talvez para ensinar aos filhotes o que seria uma serpente ou até um método de aprendizagem mesmo&#8221;, comenta Omar.<br />Como Reichle trabalha na área de conservação, Omar contribuiu com o seu conhecimento sobre as serpentes no artigo. O resultado do estudo foi noticiado pelo jornal americano The New York Times nesta semana.<br /><br />O jovem fez pesquisas na Bolívia, analisando serpentes conservadas em coleções no país vizinho. Atualmente em Pelotas, no Sul do estado, ele prossegue o estudo de seu mestrado.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1005" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/05/dsc9505.jpg" alt="" width="1008" height="654" /></p>
<p>Por Gustavo Chagas, g1 RS</p>
<p>Foto: Alejandro dos Rios/Divulgação</p>
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