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	<title>Bolívia - Portal NDC</title>
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	<title>Bolívia - Portal NDC</title>
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		<title>Apoiadores de Evo invadem quartel na Bolívia e mantêm militares como reféns</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 19:07:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Evo Morales]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao menos dez militares aparecem em vídeo, cercados por camponeses com estacas de madeira Apoiadores de Evo Morales invadiram o quartel militar do Regimento “Cacique Juan Maraza”, no município de Villa Tunari, na região de Cochabamba, na Bolívia, armados com bastões de madeira, e fizeram militares como reféns. Em um vídeo que circula em redes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-180742465" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ao menos dez militares aparecem em vídeo, cercados por camponeses com estacas de madeira<br /><br />Apoiadores de Evo Morales invadiram o quartel militar do Regimento “Cacique Juan Maraza”, no município de Villa Tunari, na região de Cochabamba, na Bolívia, armados com bastões de madeira, e fizeram militares como reféns.<br /><br />Em um vídeo que circula em redes sociais, pelos menos 10 militares aparecem cercados por camponeses que carregam bastões pontiagudos feitos de madeira. Segundo a agência estatal de notícias da Bolívia, trabalhadores de saúde também estão entre os aprisionados.<br /><br />“Cortaram nossa água, nossa luz e nos tomaram como reféns”, narra um deles.<br /><br />O militar que fala no vídeo pede o fim da intervenção aos bloqueios de apoiadores de Morales e clama que seu superior considere o pedido.<br /><br />“A vida de todos os meus instrutores e dos meus soldados está em perigo (…) por favor, meu general, solicito que considere. Estamos pais, filhos, irmãos, famílias inteiras aqui”, expressa.<br /><br />A presidência boliviana confirmou à CNN que os militares ainda não foram libertos. Segundo a agência estatal de notícias, um segundo quartel, também em Cochabamba, foi cercado por simpatizantes de Evo.<br /><br />A invasão do quartel acontece, segundo a agência estatal do país, como resposta às operações do governo de Luis Arce para dissolver os bloqueios de estrada que vêm sendo realizados há cerca de 20 dias por apoiadores de Morales.<br /><br />Nesta sexta-feira (1), o ministro da Defesa da Bolívia, Edmundo Novillo, afirmou que “a paciência e a tolerância têm limites” e que o governo se viu na obrigação de “tomar ações institucionais garantindo a livre circulação”.<br /><br />Tratores e forças de segurança foram enviados para dissolver os bloqueios e houve confrontos entre manifestantes e policiais.<br /><br />Os protestos acontecem contra a possível prisão do ex-presidente, investigado por supostas relações sexuais com uma menor de idade.<br /><br />Morales diz estar sendo perseguido por Arce, ex-aliado, com quem tem um confronto aberto. O líder indígena chegou a ser intimado a prestar depoimento, mas não compareceu.<br /><br />No último fim de semana, Morales publicou um vídeo em que aparece sofrendo um ataque a tiros e seu carro atingido por disparos. Ele afirma que o governo Arce tentou assassiná-lo.<br /><br />As autoridades bolivianas, no entanto, afirmam que Morales passou por um bloqueio policial e disparou contra agentes.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: CNN</p>
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		<title>Brasil e Bolívia assinam acordo para ampliar produção de fertilizantes e impulsionar a agricultura</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-e-bolivia-assinam-acordo-para-ampliar-producao-de-fertilizantes-e-impulsionar-a-agricultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 00:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizante]]></category>
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					<description><![CDATA[Os governos do Brasil e da Bolívia assinaram, nesta terça-feira (30), um memorando de entendimento para, conjuntamente, ampliarem a produção de fertilizantes. O acordo prevê a realização de estudos para a construção de fábricas de fertilizantes nitrogenados; para o mapeamento geológico e pesquisa mineral, além de medidas para ampliar e facilitar o comércio dos insumos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4050017701" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Os governos do Brasil e da Bolívia assinaram, nesta terça-feira (30), um memorando de entendimento para, conjuntamente, ampliarem a produção de fertilizantes. O acordo prevê a realização de estudos para a construção de fábricas de fertilizantes nitrogenados; para o mapeamento geológico e pesquisa mineral, além de medidas para ampliar e facilitar o comércio dos insumos.</p>
<p>Segundo o memorando, divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, a cooperação estratégica pode viabilizar a realização de estudos sobre a viabilidade e o potencial econômico de projetos em Três Lagoas (MS) e Cuiabá (MT), no Brasil; e em Porto Quijarro (Santa Cruz), Uyuni (Potosí), Copaisa (Oruro) e Santivañez (Cochabamba), na Bolívia.</p>
<p>A implementação do memorando será conduzida por um grupo de trabalho conjunto, composto por representantes das áreas técnicas, que terá a responsabilidade de elaborar um plano estratégico de cooperação, em conformidade com as leis brasileiras e bolivianas.</p>
<p>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a Bolívia tem grandes reservas de gás natural &#8211; matéria-prima fundamental para a produção dos nitrogenados, além de minerais usados em outros tipos de nutrientes. Contudo, carece de capacitação e de recursos para desenvolver suas cadeias.</p>
<p>“Carência que o memorando tenta reduzir ao prever ações de cooperação técnica, plano de desenvolvimento industrial e programa de atração de investimento, entre outras medidas”, informou a pasta, em nota.</p>
<p>O memorando foi assinado no âmbito da visita da chanceler boliviana, Celinda Sosa Luna, que veio pela segunda vez ao Brasil desde novembro de 2023, acompanhada pelos ministros de Hidrocarbonetos, Franklin Molina, e de Desenvolvimento Rural e Terras, Remmy Gonzáles, a fim de tratar de temas de interesse bilaterais.</p>
<p>O Brasil é o maior parceiro comercial da Bolívia. Em 2022, a corrente de comércio bilateral totalizou US$ 3,3 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 1,8 bilhão e importações de US$ 1,85 bilhão. A Bolívia é o principal fornecedor de gás natural ao mercado brasileiro e, nessa condição, exerce papel essencial para a segurança energética do Brasil.</p>
<p>Durante o encontro, no Palácio do Itamaraty, os representantes dos dois países também assinaram um acordo que estabelece que as partes reconhecem, reciprocamente, a validade das carteiras de habilitação emitidas no Brasil e na Bolívia. A medida visa a permitir que os motoristas habilitados possam conduzir veículos no território vizinho e agilizar o trânsito rodoviário. Para quem não estabelecer residência legal, a autorização para dirigir portando o documento de seu país de origem terá validade de 180 dias contados a partir da data de entrada no território vizinho.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Brasileira é morta a facadas na Bolívia; marido foi preso</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasileira-e-morta-a-facadas-na-bolivia-marido-foi-preso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 May 2023 14:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileira é morta]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma brasileira de 32 anos foi morta a facadas na Bolívia, na madrugada de sábado (6), segundo as autoridades locais. O marido dela é o principal suspeito do crime e foi preso, de acordo com o Ministério Público boliviano. O crime aconteceu na cidade de Cobija, que fica na fronteira com o Brasil. A mulher, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3026717492" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma brasileira de 32 anos foi morta a facadas na Bolívia, na madrugada de sábado (6), segundo as autoridades locais. O marido dela é o principal suspeito do crime e foi preso, de acordo com o Ministério Público boliviano.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O crime aconteceu na cidade de Cobija, que fica na fronteira com o Brasil. A mulher, identificada como Janaína Menezes da Costa, tinha família em <a class="" href="https://g1.globo.com/ac/acre/cidade/brasileia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Brasiléia (AC)</a>, a 230 km de Rio Branco. Brasiléia e Cobija são cidades vizinhas, ligadas por uma ponte.</p>
</div>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Ministério Público boliviano disse que o marido de Janaína, que tem 38 anos, procurou a polícia para confessar o crime. As autoridades acreditam que a vítima tenha sido morta após uma discussão.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O suspeito responderá por feminicídio, de acordo com as autoridades locais.</p>
</div>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Prefeitura de Brasiléia divulgou uma nota lamentando a morte de Janaína. O comunicado informa que a vítima deixa três filhos.</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Cr6RGe6uOOY/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/Cr6RGe6uOOY/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; 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transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg)"></div></div><div style="margin-left: auto;"> <div style=" width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div></div></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div></div></a></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></p>
<p>Foto: Prefeitura de Brasiléia/Divulgação</p>
<p>*g1</p>
</div>
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		<title>Homem sobrevive por um mês na Floresta Amazônica comendo insetos e bebendo urina</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-sobrevive-por-um-mes-na-floresta-amazonica-comendo-insetos-e-bebendo-urina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 12:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
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					<description><![CDATA[LA PAZ, BOLÍVIA &#8211; Um homem de 30 anos contou nesta terça-feira (28) que sobreviveu por um mês sozinho na Floresta Amazônica boliviana alimentando-se de insetos, bebendo água da chuva e consumindo a própria urina. &#8220;Ajudou muito ter conhecimento de sobrevivência. Tive que consumir insetos, beber minha urina, comi minhocas, fui atacado por bichos&#8230;&#8221;, afirmou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-160739518" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>LA PAZ, BOLÍVIA &#8211; Um homem de 30 anos contou nesta terça-feira (28) que sobreviveu por um mês sozinho na Floresta Amazônica boliviana alimentando-se de insetos, bebendo água da chuva e consumindo a própria urina.<br /><br />&#8220;Ajudou muito ter conhecimento de sobrevivência. Tive que consumir insetos, beber minha urina, comi minhocas, fui atacado por bichos&#8230;&#8221;, afirmou Jhonatan Acosta ao canal de TV Unitel.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">No fim de janeiro, surgiu na imprensa local uma versão de que Acosta estava perdido na floresta desde o dia 25 daquele mês. Ele havia saído para caçar com quatro amigos, na província de Baures, mas se separou do grupo e não foi mais visto.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Parentes de Acosta procuraram a imprensa para pedir que as buscas não fossem interrompidas, e o boliviano foi encontrado no último dia 25.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Acosta contou que choveu quase metade do tempo em que estava perdido, e que conseguiu usar suas botas de borracha para armazenar o líquido. Por vezes, teve que recorrer à própria urina.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">&#8220;Eu pedia a Deus chuva. Se não tivesse chovido por cerca de 15 dias, não teria sobrevivido, porque água é primordial&#8221;, afirmou o boliviano.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Acosta contou que caminhou desorientado por cerca de 40 km à procura de sinais de civilização, mas que acabava retornando aos mesmos lugares. Disse que foi mordido à noite por vários tipos de animais, e que sua preocupação agora é verificar seu estado de saúde e &#8220;passar por uma fase de desintoxicação&#8221;.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em 2021, o piloto Antonio Sena sobreviveu por 38 dias na Floresta Amazônica do Brasil. Dois irmãos, de 7 e 9 anos, foram resgatados em março passado, após vagarem por 25 dias alimentando-se de frutas silvestres, também no lado brasileiro da floresta.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Um dos casos mais lembrados na Bolívia foi o do empresário israelense Yossi Ghinsberg, que permaneceu por três semanas perdido na floresta do país em 1981. Seu caso inspirou o filme &#8220;Na Selva&#8221;, interpretado pelo ator britânico Daniel Radcliffe.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estudante brasileira de medicina é encontrada morta na Bolívia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/estudante-brasileira-de-medicina-e-encontrada-morta-na-bolivia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 11:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[estudante brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Sousa Bustamante]]></category>
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					<description><![CDATA[A estudante brasileira Mariana Sousa Bustamante, 21, foi encontrada morta na Bolívia, no apartamento em que morava, no 6º andar de um prédio. De acordo com o Uol, o corpo foi encontrado na madrugada da segunda-feira (7) no pátio do condomínio. A família da jovem pede que a investigação apure um possível homicídio, alegando que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3003835403" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A estudante brasileira Mariana Sousa Bustamante, 21, foi encontrada morta na Bolívia, no apartamento em que morava, no 6º andar de um prédio. De acordo com o Uol, o corpo foi encontrado na madrugada da segunda-feira (7) no pátio do condomínio.</p>
<p>A família da jovem pede que a investigação apure um possível homicídio, alegando que a estudante apresentava escoriações no rosto e nos braços, segundo a EPTV. Ainda como informou o Uol, Mariana estava terminando o terceiro ano do curso de medicina na faculdade Unifranz, em Cochabamba.</p>
<p>A brasileira dividia o apartamento com outros dois colegas, também brasileiros. Em depoimento, a dupla afirmou que deixou a jovem sozinha em casa para ir a uma festa, na noite de domingo (6). Quando voltaram, por volta de 3h da manhã, encontraram a porta da sacada aberta e viram a estudante já caída no pátio.</p>
<p>Os familiares informaram que os os dois estudantes que moravam com a vítima chegaram a ser levados para a delegacia, prestaram depoimento e foram liberados após a polícia ter acesso a câmeras do prédio e conferir o álibi da festa.</p>
<p>Segundo o Uol, a mãe da brasileira, Juliane Benevenuto, afirma que fez uma videochamada com a filha um dia antes de sua morte e que ela parecia feliz e animada após fazer inscrição para trabalhar na Cruz Vermelha da Bolívia.</p>
<p>A família da brasileira realizou uma vaquinha pra conseguir pagar o translado do corpo da estudante, que chegou na manhã da sexta-feira (11) na cidade Hortolândia, em São Paulo, onde foi sepultada. A mãe de Mariana também usou as redes sociais para falar sobre a morte de Mariana, agradecendo pelas mensagens enviadas à família.</p>
<p>“Quero agradecer pelas orações, palavras de conforto, carinho e o cuidado que muitos de vocês estão tendo conosco familiares. (…) A Mariana era uma moça alegre que contagiava a todos que tinham o prazer de conhecê-la e principalmente conviver com ela. Ela era carinhosa, engraçada, determinada, estudiosa, amorosa e acima de qualquer coisa corajosa. Hoje nos deixa muita saudade e lembranças boas porque essa era a minha filha, ILUMINADA, agora ela é um anjo que está no céu e cuidará de todos nós de lá”, escreveu a mulher na homenagem.</p>
<p>Por meio de nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que “está em contato com familiares da nacional falecida e instruiu o Consulado-Geral do Brasil em Cochabamba a prestar a assistência cabível à família, em conformidade com os tratados internacionais vigentes e com a legislação local”.</p>
<p>A pasta completou que não pode passar detalhes da situação dos estudantes que moravam com Mariana e que seriam alvo de investigação pelas autoridades bolivianas.</p>
<p>*Am Post</p>
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		<title>Com preço dos combustíveis congelados há décadas, Bolívia festeja &#8216;menor inflação do mundo&#8217;</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/com-preco-dos-combustiveis-congelados-ha-decadas-bolivia-festeja-menor-inflacao-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2022 12:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
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					<description><![CDATA[“O quê? A gasolina na Bolívia não sobe de preço nem com a guerra entre a Ucrânia e a Rússia? Que loucura! Porque no Equador ela disparou 30%; na Argentina, 18%; no Chile, 40%; no Brasil, 49%; no Paraguai, 59%; no Peru, 64%. Isso sem falar do Uruguai: 84% de aumento!” Era esse o conteúdo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3066346996" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>“O quê? A gasolina na Bolívia não sobe de preço nem com a guerra entre a Ucrânia e a Rússia? Que loucura! Porque no Equador ela disparou 30%; na Argentina, 18%; no Chile, 40%; no Brasil, 49%; no Paraguai, 59%; no Peru, 64%. Isso sem falar do Uruguai: 84% de aumento!”<br /><br />Era esse o conteúdo de um anúncio do Ministério da Economia da Bolívia lançado em meados de julho. Sua publicação coincidiu com uma série de notícias na imprensa internacional sobre a baixa inflação registrada no país andino durante o primeiro semestre deste ano. A Bolívia ficou famosa por anunciar uma inflação de 1,2% nos seis meses iniciais de 2022, a menor da região. Em setembro, o mesmo índice acumulado chegou a 1,76%.</p>
<p>&#8220;Bolívia, o país com a menor inflação do mundo&#8221;, dizia outro anúncio lançado em meados do ano.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como se sabe, a relação entre o congelamento do preço dos combustíveis no país andino e a baixa inflação é direta. O principal catalisador inflacionário do mundo é o incremento do preço da energia, que aumentou fortemente após a eclosão da guerra na Ucrânia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na Bolívia, os preços dos combustíveis não sobem desde o final do século passado, quando foram congelados durante o governo de Hugo Banzer (1997-2000), uma das primeiras e mais importantes incoerências no modelo neoliberal vigente na época. Banzer começou a subsidiar a gasolina e o diesel, os combustíveis mais consumidos do país, porque estava preocupado com o mal-estar social que já dava as caras durante seu governo e explodiria em 2000 com a chamada “guerra da água”.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="73" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A mobilização, que parou a cidade de Cochabamba por mais de uma semana, bloqueou uma medida neoliberal tão impopular quanto a livre flutuação do preço dos combustíveis: a indexação das tarifas da água potável. A “guerra da água” foi o antecedente direto das manifestações contra o status quo e a queda em 2003 de Gonzalo Sánchez de Lozada, o “patriarca” do neoliberalismo boliviano, que hoje tem 92 anos e vive exilado em Washington.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Assim se criaram as condições para o triunfo democrático de Evo Morales em 2006. Com ele, os camponeses e trabalhadores chegaram ao poder organizados na frente única da esquerda boliviana, o Movimento ao Socialismo (MAS).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="84" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Paradoxalmente, em 2010, Morales quis suspender o subsídio à gasolina e ao diesel, alegando que a medida estava endividando o Estado. Por mais que a Bolívia seja um país produtor de hidrocarbonetos, seu ponto forte são os mais leves, principalmente o gás natural e o gás liquefeito de petróleo. O país tem muito pouco petróleo leve e nada de petróleo pesado, que é a matéria-prima do diesel. O abastecimento nacional, portanto, requer a importação dessas substâncias a um preço que aumentou com o tempo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="13" data-block-id="13">
<p>Morales estava no auge de seu poder e de sua popularidade, mas não pôde impor o chamado “gasolinaço” devido à reação das bases de seu próprio movimento. Precisou recuar e, para isso, usou a máxima que só serviu naquele momento e nunca mais: de “governar obedecendo”. Quem ele deveria obedecer era o povo. Povo que, no geral, dava ordens bem mais ambíguas com interpretações diversas, mas não neste caso.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="88" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No que diz respeito ao preço da energia, a voz do povo foi claríssima: zero aumento. Hoje mesmo, só os ultraliberais bolivianos creem que podem acabar com o subsídio aos combustíveis — que neste ano devem custar aos cofres públicos cerca de US$ 1,5 bilhão (R$ 7,8 bilhões) — sem graves consequências sociais. Até a centro-direita respalda em público este gasto, ainda que cultive em segredo a esperança de que sua magnitude termine enterrando o modelo econômico que vem enfrentando sem êxito eleitoral nas duas últimas décadas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle">
<h2>Controle de preços</h2>
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<p>Um dos aspectos fundamentais deste modelo é o controle ferrenho da inflação. A macroeconomia de Luis Arce, primeiro como ministro da Economia de Morales e atualmente como presidente, tem tal objetivo em seu cerne. Nisso, está plenamente de acordo com os economistas ortodoxos. A obsessão anti-inflacionária vem da história da esquerda boliviana, que precisou pagar com 20 anos de isolamento e marginalização sua participação no governo hiperinflacionário dos anos 1980, encabeçado por Hernán Siles Zuazo.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se o objetivo de uma baixa inflação é compartilhado pelos dois tipos de pensamento econômico preponderantes no país — o estatista e o neoliberal — as diferenças sobre como alcançá-la são enormes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="98" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A “Arcenomics” conseguiu derrubar o mito neoliberal de que os controles de preços nunca funcionam. Com cotas para exportar alguns produtos e subsídios, o país conseguiu navegar pela inflação mundial de 2007, assim como pela alta atual dos cereais e da carne. A seu favor está a capacidade de produção alimentar da Bolívia, que é cerca de 70% autossuficiente. E, claro, a pequena dimensão da economia, que pode se estabilizar a um custo relativamente baixo: por exemplo, o gasto com o subsídio aos combustíveis é imponente, mas não vai levar por si só o Tesouro à ruína.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="24">
<div class="content-intertitle">
<h2>Tipo de câmbio fixo</h2>
</div>
<p>Outro elemento-chave do modelo (e da baixa inflação) é a eliminação da desvalorização do boliviano, a moeda local, com a implementação de um tipo de câmbio fixo desde 2011. Sem desvalorização, os comerciantes não precisam aumentar os preços para se protegerem do risco cambiário. O boliviano se mantém forte, o que é bom para a pujança da demanda interna e para as expectativas da população. Neste período, pela primeira vez em muito tempo, talvez desde sempre, as famílias não temem fazer poupanças na moeda nacional.</p>
<p>As expectativas são tão solidamente otimistas que derrubaram outro baluarte neoclássico: déficits fiscais e comerciais como os que o país vem tendo desde 2015 deveriam ter debilitado a moeda nacional e empurrado o povo para o dólar. Em outras palavras, deveria ter culminado em uma crise financeira, o que não ocorreu até agora. O país, na realidade, foi ficando mais caro em dólares.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No que diz respeito a isso, o governo se beneficia da alta neste ano dos preços das matérias-primas vendidas pela Bolívia, fenômeno que até dezembro deve se traduzir em um superávit comercial de, talvez, US$ 1,3 bilhão (R$ 6,8 bilhões).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O risco existe, no entanto. O câmbio fixo exige que o governo tenha dólares suficientes para entregá-los a importadores, viajantes e para pagar sua dívida. Caso contrário, o público deixaria de considerar o boliviano como “forte” e, assim, uma crise financeira seria produzida.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foram as reservas cambiais que precisaram suportar o peso do modelo anti-inflacionário de Arce. Na era do superciclo das commodities (2004-2014), as reservas chegaram a representar 50% do PIB, alimentadas por uma indústria de gás poderosa. De 2015 a este ano, contudo, os lucros advindos do produto vinham caindo e a produção também perdeu força.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="32">
<p>As reservas, em consequência, caíram de US$ 15 bilhões (R$ 77,9 bilhões) para os atuais US$ 4,1 bilhões (R$ 21,3 bilhões) — US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões) líquido e o resto em ouro. A quantia daria conta de cobrir seis meses de importações se o ouro for monetizado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="107" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O superávit comercial e o superávit da conta de capitais esperados para este ano deveriam se traduzir em um aumento das reservas, mas isso não ocorre porque as fontes desses superávits são geralmente privadas, e não estatais, como ocorria no período anterior. Os donos das divisas não as depositam em bancos por motivos variados: algumas figuras de setores agroindustriais as deixam no exterior, supostamente por razões logísticas. Os mineradores de cooperativas que produzem e revendem ouro (neste segundo caso, após comprá-lo do contrabando no Peru), preferem se manter na informalidade. Quem recebe dólares de parentes no exterior não faz câmbio nos bancos, onde pagariam mais alto.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Simultaneamente, boa parte dos dólares que entram no país sai rapidamente porque são usados por contrabandistas que trazem produtos de países vizinhos, em particular da Argentina, cuja elevada desvalorização incentiva o comércio informal na Bolívia. (Decerto, o contrabando de produtos baratos argentinos explica em parte a baixa inflação boliviana.)</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="37">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">A chave: as reservas</span></p>
<p>Para fortalecer as reservas, o governo lança mão de um plano de endividamento em dólares que tira proveito do fato de a dívida externa boliviana ser apenas 31% do Produto Interno Bruto (PIB), o que dá a La Paz uma margem importante para buscar novos créditos no exterior. Também já está em curso outro plano de “substituição de importações”, cujos resultados são discutíveis.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="92" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O que a oposição exige do governo é a redução do déficit fiscal. Arce tem agido neste sentido, o que leva quadros de seu próprio partido a criticá-lo pela “falta de obras”. Em geral, no entanto, o modelo segue baseando-se em um amplo gasto e investimentos públicos, o que torna necessário aumentar a cada ano as arrecadações tributárias e o crédito que o Banco Central concede ao Estado. Esse é um terceiro conceito neoclássico posto em xeque: apesar do aumento do crédito interno e da oferta monetária, a inflação não subiu.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="90" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os economistas quebram a cabeça buscando um porquê. A resposta mais verossímil está, mais uma vez, as expectativas da população — o povo crê que a estabilidade dos últimos 30 anos se manterá no futuro. Também passa pela existência de poucos monopólios na Bolívia (os poucos que existem, como o da cerveja, são desafiados pelo contrabando). Com poucas expectativa de alta dos preços e uma competição estimulada pelo Estado ou pelo contrabando, o resultado é que Milton Friedman fracassa na Bolívia: cresce a quantidade de dinheiro, mas não os preços.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="41">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como muitas vezes ocorre na América Latina, o assunto se reduz às divisas. Tudo depende de o governo ter a capacidade de acumular dólares suficientes para manter de pé a arquitetura que descrevemos. Os economistas do governo e da oposição seguem o indicador de reservas internacionais como se fosse seus próprios investimentos na bolsa.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se o governo de Arce conseguir evitar, de todas as formas, a desvalorização até o fim de sua gestão, em 2025, ninguém poderá tirar sua medalha de ter conseguido fazer com que os bolivianos atravessassem com maior comodidade que seus pares sul-americanos a dura etapa econômica criada pela guerra.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Ronaldo Schemidt/AFP</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
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		<title>Pesquisadores fotografam interação inédita entre botos e sucuri em rio na Bolívia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pesquisadores-fotografam-interacao-inedita-entre-botos-e-sucuri-em-rio-na-bolivia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 12:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Botos]]></category>
		<category><![CDATA[interação inédita]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagine a seguinte cena: alguns botos, que em geral se alimentam de pequenos peixes, com uma sucuri-de-Beni (Eunectes beniensi) em seus bicos. Essa cena ocorreu em agosto de 2021 no rio Tijamuchin, na Bolívia, que é próximo ao Estado de Rondônia. Esse fenômeno virou tema de uma pesquisa publicada recentemente na revista científica internacional &#8216;Ecology&#8217;, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2662060326" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Imagine a seguinte cena: alguns botos, que em geral se alimentam de pequenos peixes, com uma sucuri-de-Beni (Eunectes beniensi) em seus bicos. Essa cena ocorreu em agosto de 2021 no rio Tijamuchin, na Bolívia, que é próximo ao Estado de Rondônia.<br /><br />Esse fenômeno virou tema de uma pesquisa publicada recentemente na revista científica internacional &#8216;Ecology&#8217;, que relatou a interação inédita entre os golfinhos-de-rio-bolivianos com uma sucuri. O estudo ainda ganhou mais popularidade após os pesquisadores comentarem o caso no jornal norte-americano The New York Times.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4710" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_medium_Captura-de-tela-2022-05-06-094228.png" alt="" width="640" height="350" /></p>
<h5>Foto: Alejandro dos Rios/Divulgação</h5>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Biólogo e mestrando em biologia animal na Universidade Federal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o brasileiro Omar Machado Entiauspe Neto foi um dos autores do artigo, ajudando com o seu conhecimento sobre as cobras.</p>
<p>Os pesquisadores bolivianos Steffen Reichle e Alejandro dos Rios, de Santa Cruz de la Sierra, estavam no rio Tijamuchin, na região de Beni, próximo a Rondônia, quando registram o momento, em agosto de 2021.</p>
<p>A pesquisa de campo foi organizada por Steffen Reichle, que trabalha no <em data-redactor-tag="em" data-verified="redactor">Museo de Historia Natural Noel Kempff, </em>e a cobra só foi notada por meio dos registros fotográficos bem depois dos registros.</p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Por que isso ocorreu?</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4711" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_medium_Captura-de-tela-2022-05-06-141805.png" alt="" width="640" height="414" /></p>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Apesar de consideradas interações difíceis de se encontrar, esses fenômenos possuem similaridades com comportamentos de outros cetáceos marinhos (golfinhos). Para os pesquisadores, a interação pode ter uma função social, como um método de aprendizagem para ensinar aos filhotes como capturar uma presa.</p>
<p>É provável, também, segundo os autores do artigo, que a cobra já estivesse morta no momento em que os botos estavam &#8220;brincando&#8221; com o animal. As cobras não  fazem parte da dieta alimentar dos botos, pois seus bicos são pequenos e sua alimentação consiste em crustáceos e pequenos peixes. </p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Inusitado</h4>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Na entrevista o jornal norte-americano, Reichle explicou que os golfinhos-de-rio-bolivianos &#8220;geralmente nadam abaixo da superfície, e os avistamentos geralmente capturam apenas uma barbatana ou uma cauda&#8221;. No entanto, alguns dos animais que estavam nadando juntos mantiveram as cabeças acima da água por um tempo maior que o comumente registrado. Por ser um animal semiaquático, a cobra pode ter morrido durante a &#8220;brincadeira&#8221; dos botos, mas não foi possível confirmar.</p>
<p>Outra possibilidade da interação é que a atividade &#8220;poderia ter sido sexualmente estimulante para eles&#8221;, de acordo com Diana Reiss, cientista de mamíferos marinhos e psicóloga cognitiva do Hunter College, em Nova York, na entrevista ao The New York Times. Isso porque um dos registros mostra os machos excitados sexualmente.</p>
<p>Foto: Alejandro dos Rios/Divulgação</p>
<p>Fonte: Portal Amazônia</p>
</div>
</div>
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