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	<title>Boletim - Portal NDC</title>
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	<lastBuildDate>Mon, 10 Mar 2025 16:47:03 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Boletim - Portal NDC</title>
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		<title>Mercado financeiro projeta inflação de 5,68% em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-568-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 16:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
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		<category><![CDATA[Focus]]></category>
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		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim Focus manteve projeção de crescimento do PIB em 2,01% O mercado financeiro aumentou a projeção da inflação para este ano. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 5,68%, ante 5,65% na semana passada. A pesquisa Focus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3031540420" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Boletim Focus manteve projeção de crescimento do PIB em 2,01%</p>
<p>O mercado financeiro aumentou a projeção da inflação para este ano. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 5,68%, ante 5,65% na semana passada.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1633868&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1633868&amp;o=node" /></p>
<p>A pesquisa Focus é realizada com economistas do mercado financeiro e é divulgada semanalmente pelo BC. Para 2026, o Focus projeta um índice inflacionário de 4,4%, o mesmo da semana passada. Para 2027, o mercado financeiro prevê IPCA em 4% e para 2028, 3,75%.</p>
<p>No ano passado, o IPCA, que leva em conta a variação do custo de vida de famílias com rendimento de até 40 salários mínimos, fechou o ano passado em 4,83%, acima do teto da meta, que era de 4,5%.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>O boletim manteve a projeção de crescimento de 2,01% do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma dos bens e serviços produzidos no país, para este ano. Para 2026, os agentes do mercado financeiro projetam um crescimento de 1,7% , a mesma da semana anterior.</p>
<p>Já para 2027, a projeção é de que o PIB fique em 2%, a mesma para 2028.</p>
<h2>Taxa de juros</h2>
<p>Em relação à taxa básica de juros, a Selic, o Focus manteve a projeção da semana passada (15%) para 2025. A mesma das últimas nove semanas. </p>
<p>Para 2026, a projeção do mercado financeiro é de que a Selic fique em 12,5%, também a mesma projetada na semana passada. Para 2027 e 2028, as projeções são de que a taxa fique em 10,5% e 10%, respectivamente.</p>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">definida em 13,25%</a> ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</p>
<p>No final de janeiro, o colegiado aumentou a Selic em 1 ponto percentual, com a justificativa de que a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o centro da meta. </p>
<p>O Copom destacou que os preços dos alimentos aumentaram de forma significativa, em função, dentre outros fatores, da estiagem observada ao longo do ano passado e da alta de preços de carnes, também afetada pelo ciclo do boi.</p>
<p>Com relação aos bens industrializados, o comitê apontou que o movimento recente de aumento do dólar pressiona preços e margens, sugerindo maior aumento em tais componentes nos próximos meses, o que tornou o cenário inflacionário mais adverso, demandando uma política econômica contracionista.</p>
<p>Ainda de acordo com o Copom, o cenário mais adverso para a convergência da inflação para o centro da meta (3%, com intervalo de tolerância de 1,5% a 4,5%) pode demandar um novo aumento de 1 ponto percentual na Selic na próxima reunião do comitê nos dias 18 e 19 de março.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p>Em relação ao câmbio, a previsão de cotação do dólar ficou em R$ 5,99 para 2025. Nesta segunda-feira a cotação da moeda está em R$ 5,78. No fim de 2026, a previsão é de que a moeda norte-americana fique em R$ 6. Para 2027, o câmbio também deve ficar, segundo o Focus, em R$ 5,90, a mesma para 2028.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro projeta inflação de 5,51% este ano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-projeta-inflacao-de-551-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 17:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[Focus]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa está acima do teto da meta de inflação, definida pelo CMN A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, passou de 5,5% para 5,51% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (3), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3595413364" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa está acima do teto da meta de inflação, definida pelo CMN</p>
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, passou de 5,5% para 5,51% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (3), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Há quatro semanas a projeção era de que a inflação fechasse o ano em 4,99%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1628857&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1628857&amp;o=node" /></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação também subiu de 4,22% para 4,28%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,9% e 3,74%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país), a projeção do mercado financeiro é de 2,06% este ano, a mesma da semana passada. Há quatro semanas, a previsão era de que o crescimento da economia fechasse o ano em 2,02%.</p>
<p>Para 2026, o boletim mostra uma projeção de crescimento do PIB de 1,72%. Já para 2027 e 2028, a projeção de expansão da economia é de 1,96% e de 2%, respectivamente.</p>
<h2>Juros</h2>
<p>Em relação à taxa básica de juros, a Selic, o Focus manteve a projeção da semana passada, de 15% para este ano, projeção que se mantém há quatro semanas.</p>
<p>Para 2026, a projeção do mercado financeiro é que a Selic fique em 12,5%. Para 2027, a projeção é de uma taxa de juros de 10,38% e de 10%, em 2028.</p>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a Selic, elevada para 13,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom), na semana passada.</p>
<p>Essa foi a quarta alta seguida da Selic, que está no maior nível desde setembro de 2023, quando também estava em 13,25% ao ano. O colegiado aumentou a Selic em 1 ponto percentual, com a justificativa de incertezas em torno da inflação e da economia global, da alta recente do dólar e dos gastos públicos.</p>
<p>A medida foi criticada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, durante coletiva para apresentar o resultado da geração de empregos no Brasil, que fechou o ano de 2024 com saldo positivo de 1.693.673 empregos formais.</p>
<p>Os juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Além disso, taxas maiores dificultam o crescimento econômico.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p>Em relação ao câmbio, a previsão de cotação é de R$ 6 para este ano, a mesma projeção para 2026. Para 2027, o câmbio também deve cair, segundo o Focus, para R$ 5,93, subindo novamente para R$ 6, em 2028.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Copom deve elevar Selic em 1 ponto na reunião desta quarta-feira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/copom-deve-elevar-selic-em-1-ponto-na-reuniao-desta-quarta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 14:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Focus]]></category>
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		<category><![CDATA[Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Elevação havia sido anunciada na reunião de dezembro Pressionado pela alta do dólar e do preço dos alimentos, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (29) em quanto elevará a taxa básica de juros, a Selic. A reunião é a primeira sob o novo comando do presidente do BC, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2636351720" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Elevação havia sido anunciada na reunião de dezembro</p>
<p>Pressionado pela alta do dólar e do preço dos alimentos, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (29) em quanto elevará a taxa básica de juros, a Selic. A reunião é a primeira sob o novo comando do presidente do BC, Gabriel Galípolo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1628205&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1628205&amp;o=node" /></p>
<p>Essa será a quarta elevação consecutiva da Selic. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve subir 1 ponto percentual  nesta reunião, de 12,25% para 13,25% ao ano.</p>
<p>No comunicado da última reunião, em dezembro, o Copom informou que elevaria os juros básicos em 1 ponto percentual nas reuniões de janeiro e de março. Segundo o comitê, o agravamento das incertezas externas e os ruídos provocados pelo pacote fiscal do governo no fim do ano passado justificam o aumento dos juros básicos no início de 2025.</p>
<p>Nesta quarta-feira (29), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e uma de 1 ponto percentual.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>Na ata da reunião mais recente, o Copom alertou para o prolongamento do ciclo de alta da Taxa Selic . O órgão informou que o cenário econômico exige uma política monetária contracionista e confirmou a intenção de duas elevações de 1 ponto. O Banco Central citou a alta recente do dólar e da inflação para uma “política ainda mais contracionista”.</p>
<p>Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 subiu de 4,96% há quatro semanas para 5,5%. Isso representa inflação acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h2>Meta contínua</h2>
<p>Pelo novo sistema de meta contínua em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2025, a inflação desde fevereiro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,5%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Marçal faz exame de corpo delito e registra boletim de ocorrência contra Datena</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/marcal-faz-exame-de-corpo-delito-e-registra-boletim-de-ocorrencia-contra-datena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 18:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[corpo delito]]></category>
		<category><![CDATA[Datena]]></category>
		<category><![CDATA[Marçal]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tv Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Candidato à prefeitura de São Paulo pelo PRTB levou cadeirada do apresentador no debate da TV Cultura; comunicador diz que não se arrepende O candidato à prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) falou com jornalistas no início da tarde desta segunda-feira, 16, após deixar o Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo. Ele se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3314091512" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Candidato à prefeitura de São Paulo pelo PRTB levou cadeirada do apresentador no debate da TV Cultura; comunicador diz que não se arrepende<br /><br />O candidato à prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) falou com jornalistas no início da tarde desta segunda-feira, 16, após deixar o Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo. Ele se dirigiu ao local após receber alta do Hospital Sírio-Libanês na manhã desta segunda. Na noite de domingo, 15, o ex-coach foi agredido por José Luiz Datena (PSDB) com uma cadeira durante o debate da TV Cultura entre os candidatos ao cargo de prefeito da capital paulista nas eleições 2024. <br /><br />De acordo com Marçal, ele foi ao IML realizar um exame de corpo delito para registrar um boletim de ocorrência contra Datena por lesão corporal e injúria. A campanha do candidato informou que a agenda dele para esta segunda-feira está mantida, incluindo uma caminhada, às 15h, na rua Santa Ifigênia, no centro de São Paulo.<br /><br />Mais cedo, o Hospital Sírio-Libanês divulgou o boletim médico de Pablo Marçal. De acordo com o comunicado, o candidato do PRTB foi internado no local &#8220;após traumatismo na região do tórax à direita e em punho direito, sem maiores complicações associadas&#8221;.<br /><br />Ainda segundo o boletim, o ex-coach foi avaliado pelas equipes de clínica médica e de ortopedia e está de alta hospitalar. Pablo Marçal alegou ter ido ao hospital por estar sentindo &#8220;dificuldade de respirar fundo&#8221;. após a cadeirada.<br /><br />Nesta segunda-feira, 16, Datena manteve o mesmo discurso que adotou em entrevista aos jornalistas ainda no Teatro B32 após dar uma cadeirada em Pablo Marçal e afirmou que não se arrepende. Além disso, o apresentador afirmou que o ex-coach &#8220;precisava também ser contido com atos&#8221;.<br /><br />&#8220;Não defendo o uso da violência para resolver um conflito. Essa é a regra e sempre a respeitei nos meus 67 anos de vida. Até o dia de ontem. Porque torna-se difícil obedecê-la quando os limites de civilidade são rompidos e corrompidos por um oponente. Infelizmente, foi o que aconteceu na noite deste domingo durante debate promovido pela TV Cultura. (&#8230;) Pablo Marçal demonstrou, em todas as situações a que teve oportunidade, sua falta de caráter. Demonstrou, ainda, que é uma ameaça à cidade de São Paulo. Será detido no voto&#8221;, afirmou em comunicado oficial.<br /><br />Datena admitiu o erro, mas voltou a dizer que &#8220;forma alguma se arrependo&#8221;. &#8220;Preferia, sinceramente, que o episódio não tivesse ocorrido. Mas, fossem as mesmas as circunstâncias, não deixaria de repetir o gesto, resposta extrema a um histórico de agressões perpetradas a mim e a muitos outros por meu adversário. Espero, com minha atitude, ter mostrado, de uma vez por todas, o risco que a candidatura de Pablo Marçal representa para a integridade das pessoas, para a nossa democracia e para a sobrevivência de milhões de cidadãos que dependem da atuação da prefeitura de São Paulo para ter uma vida menos indigna.&#8221;<br /><br /><strong>Entenda o caso de agressão</strong></p>
<p>No quarto bloco, por volta das 23h, após pergunta do influenciador sobre quando Datena iria &#8220;parar com essa palhaçada&#8221;, ao fazer referência à sua possível desistência da política, o apresentador saiu de seu púlpito e partiu em direção a Marçal com a cadeira. <br /><br />Após a interrupção da transmissão, o mediador Leão Serva declarou:  &#8220;Vivemos agora, nesse intervalo forçado, um dos eventos mais absurdos da história da televisão brasileira&#8221;. Conforme o mediador, a decisão da emissora foi expulsar o candidato do debate por cometer, sucessivamente, três falhas graves.<br /><br />Marçal também se retirou, sob justificativa de que estava se sentindo mal. Consultados, os candidatos presentes optaram por continuar no debate. <br /><br />Anteriormente, o influenciador relembrou a acusação de assédio contra o tucano e afirmou que Datena pagou pelo silêncio da suposta vítima. O apresentador, por sua vez, chamou o Marçal de &#8220;ladrãozinho de banco&#8221;.<br /><br />Os ataques se iniciaram com a recusa de Datena de fazer uma pergunta ao Marçal. A partir deste momento, a hostilidade entre ambos se intensificou.<br /><br />Nesta segunda-feira, 16, Datena manteve o mesmo discurso que adotou em entrevista aos jornalistas ainda no Teatro B32 após dar uma cadeirada em Pablo Marçal e afirmou que não se arrepende. Além disso, o apresentador afirmou que o ex-coach &#8220;precisava também ser contido com atos&#8221;.<br /><br />&#8220;Não defendo o uso da violência para resolver um conflito. Essa é a regra e sempre a respeitei nos meus 67 anos de vida. Até o dia de ontem. Porque torna-se difícil obedecê-la quando os limites de civilidade são rompidos e corrompidos por um oponente. Infelizmente, foi o que aconteceu na noite deste domingo durante debate promovido pela TV Cultura. (&#8230;) Pablo Marçal demonstrou, em todas as situações a que teve oportunidade, sua falta de caráter. Demonstrou, ainda, que é uma ameaça à cidade de São Paulo. Será detido no voto&#8221;, afirmou em comunicado oficial.<br /><br />Datena admitiu o erro, mas voltou a dizer que &#8220;forma alguma se arrependo&#8221;. &#8220;Preferia, sinceramente, que o episódio não tivesse ocorrido. Mas, fossem as mesmas as circunstâncias, não deixaria de repetir o gesto, resposta extrema a um histórico de agressões perpetradas a mim e a muitos outros por meu adversário. Espero, com minha atitude, ter mostrado, de uma vez por todas, o risco que a candidatura de Pablo Marçal representa para a integridade das pessoas, para a nossa democracia e para a sobrevivência de milhões de cidadãos que dependem da atuação da prefeitura de São Paulo para ter uma vida menos indigna.&#8221;<br /><br />Entenda o caso de agressão<br />No quarto bloco, por volta das 23h, após pergunta do influenciador sobre quando Datena iria &#8220;parar com essa palhaçada&#8221;, ao fazer referência à sua possível desistência da política, o apresentador saiu de seu púlpito e partiu em direção a Marçal com a cadeira. <br /><br />Após a interrupção da transmissão, o mediador Leão Serva declarou:  &#8220;Vivemos agora, nesse intervalo forçado, um dos eventos mais absurdos da história da televisão brasileira&#8221;. Conforme o mediador, a decisão da emissora foi expulsar o candidato do debate por cometer, sucessivamente, três falhas graves.<br /><br />Marçal também se retirou, sob justificativa de que estava se sentindo mal. Consultados, os candidatos presentes optaram por continuar no debate. <br /><br />Anteriormente, o influenciador relembrou a acusação de assédio contra o tucano e afirmou que Datena pagou pelo silêncio da suposta vítima. O apresentador, por sua vez, chamou o Marçal de &#8220;ladrãozinho de banco&#8221;.<br /><br />Os ataques se iniciaram com a recusa de Datena de fazer uma pergunta ao Marçal. A partir deste momento, a hostilidade entre ambos se intensificou.<br /><br /><br /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Terra</p>
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		<title>Mercado eleva para 2,68% projeção de expansão da economia em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 18:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
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					<description><![CDATA[Dólar deve fechar o ano em R$ 5,35 A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,46% para 2,68%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (9), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos. A revisão de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-421623912" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Dólar deve fechar o ano em R$ 5,35</p>
<div class="post-item-wrap">
<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,46% para 2,68%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (9), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1611190&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1611190&amp;o=node" /></p>
<p>A revisão de 0,22 ponto percentual para cima ocorre após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) do segundo trimestre do ano, que surpreendeu e subiu 1,4% em comparação ao primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.</p>
<p>Para 2025, a expectativa para o PIB passou de 1,85% para 1,9. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro também projeta expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</p>
<p>Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,35 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>Nesta edição do Focus, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – em 2024 passou de 4,26% para 4,3%. Para 2025, a projeção da inflação ficou em 3,92%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro de tolerância, que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua, assim, o CMN não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Em julho, puxado principalmente pelos preços da gasolina, passagens de avião e energia elétrica, a inflação do país foi 0,38%, após ter registrado 0,21% em junho. De acordo com o IBGE, em 12 meses, o IPCA acumula 4,5%, no limite superior da meta de inflação.</p>
<p>A inflação de agosto será divulgada amanhã (10) pelo IBGE.</p>
<h2>Taxa de juros</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Diante de um ambiente externo adverso e do aumento das incertezas econômicas, na última reunião, no fim de julho, o BC decidiu pela manutenção da Selic, pela segunda vez seguida, após um ciclo de sete reduções que foi de agosto de 2023 a maio de 2024.</p>
<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta nos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete reuniões seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.</p>
<p>Antes do início do ciclo de alta, em março de 2021, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. O índice ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021. A próxima reunião do Copom está marcada para 17 e 18 de setembro deste ano.</p>
<p>Para o mercado financeiro, a Selic deve subir novamente e encerrar 2024 em 11,25% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 10,25% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Chuvas no RS deixam 154 mortos e mais de 618 mil pessoas fora de casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 15:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Nove em cada dez municípios gaúchos foram afetados por enchentes O número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul subiu para 154 em consequência dos temporais que atingiram o estado desde o fim de abril, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil nesta sexta-feira (17). Neste momento, 98 pessoas continuam desaparecidas e há 806 feridos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-268061395" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Nove em cada dez municípios gaúchos foram afetados por enchentes<br /><br />O número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul subiu para 154 em consequência dos temporais que atingiram o estado desde o fim de abril, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil nesta sexta-feira (17). Neste momento, 98 pessoas continuam desaparecidas e há 806 feridos.<br /><br />O número de pessoas fora das próprias residências devido às cheias dos rios já ultrapassou 618,3 mil, sendo 540.192 desalojados, que são aqueles que tiveram de sair de seus lares e estão acolhidos em casas de familiares, amigos ou conhecidos. O restante, de acordo com o monitoramento atualizado diariamente pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul (78.165 pessoas), vive temporariamente em um dos mais de 875 abrigos cadastrados no estado.<br /><br />O número de atingidos também aumentou para 2.281.830 de pessoas, ou 20,95% dos 10,88 milhões de habitantes do estado.<br /><br />Até o momento, 82.666 pessoas foram resgatadas por helicópteros, agentes de segurança e barcos oficiais ou de voluntários. O boletim da Defesa Civil contabiliza ainda o resgate de 12.108 animais silvestres e domésticos, que foram salvos.<br /><br />As chuvas afetaram nove em cada dez municípios gaúchos. De acordo com o último boletim, 92,75% (461) dos 497 municípios do Rio Grande do Sul tiveram suas rotinas impactadas pelos eventos climáticos.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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