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	<title>boate - Portal NDC</title>
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		<title>Boate é fechada após mulheres relatarem estupro coletivo no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 16:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[boate]]></category>
		<category><![CDATA[denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Corpo de Bombeiros, a situação da boate está irregular. Polícia realizou perícia na casa de shows, que fica na Lapa (RJ) A boate Portal Club, onde duas mulheres afirmam que foram estupradas, foi interditada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio de Janeiro (Seop), na noite dessa quinta-feira (4/4). O Corpo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4043082606" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo o Corpo de Bombeiros, a situação da boate está irregular. Polícia realizou perícia na casa de shows, que fica na Lapa (RJ)<br /><br />A boate Portal Club, onde duas mulheres afirmam que foram estupradas, foi interditada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio de Janeiro (Seop), na noite dessa quinta-feira (4/4).<br /><br />O Corpo de Bombeiros já havia informado que o local estava com a situação irregular, já que não tinha o Certificado de Vistoria Anual (CVA), que garante a segurança contra incêndio e pânico.<br /><br />“A medida administrativa foi tomada preventivamente para preservar a segurança e a ordem pública. O local permanecerá fechado até o encerramento das investigações pela polícia”, informou a Seop.<br /><br />Na quarta-feira (3/4), a Delegacia da Mulher do Centro do Rio fez uma perícia na boate. Os proprietários entregaram as imagens das câmeras de segurança do local, e os investigadores afirmam que já têm pistas de um dos suspeitos.</p>
<h4>Denúncia de estupro</h4>
<p>Duas mulheres denunciaram que foram estupradas na boate. A primeira é uma universitária estrangeira de 25 anos. Segundo ela, o estupro coletivo foi no último domingo (31/3), no quarto escuro do estabelecimento, também conhecido como dark-room, que fica praticamente sem luz.</p>
<p>A mulher, que já deixou o país, divulgou uma carta. “Estou de volta em casa e só quero descansar e esquecer. Não sei se haverá justiça ou não. Espero que a minha história ajude outras mulheres que passaram pela mesma coisa a serem encorajadas a falar, que saibam que não estão sozinhas.”</p>
<p>No texto, a universitária também esclarece que foi levada por um rapaz que conheceu na festa para o quarto escuro. Conforme afirma, a estrangeira achava que estava indo para uma outra pista de dança. Nesse espaço, ela conta que acabou violentada por outros homens. E chegou a falar, inclusive, que perdeu a consciência durante o abuso.</p>
<h4>Violência sexual em boate</h4>
<p>Com a repercussão do caso, outra mulher afirmou ter sido violentada na boate, em novembro do ano passado.</p>
<p>“Eu fui assistir a um grupo de pagode, que eu conhecia. E, neste dia, tinha um open-bar, e eu bebi normalmente. Quando eu fui ao banheiro, não me senti bem, tonta, e não me lembro mais do que aconteceu. Desse não lembrar o que aconteceu, eu acordei no quarto preto, com um homem na minha frente, um homem do meu lado sem calça”, conta a mulher ao RJ1, da TV Globo.</p>
<p>“Quando eu fui urinar, saíram algumas coisas pelas minhas partes, um líquido pelas minhas partes. Só que, assim que eu saí, veio uma funcionária e perguntou: ‘Você sabe onde você estava?”. Não, não sei. “Você estava num ‘dark room’. Mas eu nunca entraria no ‘dark room&#8217;”, revela.</p>
<h4>Punição</h4>
<p>Em nota, a boate Portal Club disse que repudia veementemente o crime e que nunca irá apoiar qualquer tipo de intolerância, opressão ou violência contra as mulheres.</p>
<p>A casa de shows ainda afirmou que está comprometida com a investigação e que deseja que os responsáveis sejam “devidamente punidos”.</p>
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<p>Fonte: Metrópoles </p>
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		<title>Indígena da etnia Tikuna é morta a tiro em boate de Tabatinga</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/indigena-da-etnia-tikuna-e-morta-a-tiro-em-boate-de-tabatinga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 03:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[boate]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Tikuna]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma indígena da etnia Tikuna, de 23 anos, foi morta após ser baleada em uma boate em Tabatinga, no interior do Amazonas, no último domingo (4). De acordo com a polícia, um homem foi preso suspeito de ter atirado contra a vítima e o crime foi registrado em imagens de câmera de segurança. A imagem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-603941471" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Uma indígena da etnia Tikuna, de 23 anos, foi morta após ser baleada em uma boate em Tabatinga, no interior do Amazonas, no último domingo (4). De acordo com a polícia, um homem foi preso suspeito de ter atirado contra a vítima e o crime foi registrado em imagens de câmera de segurança.</p>
<p>A imagem de uma câmera de segurança mostra o suspeito saindo da boate. Em seguida ele sobe em uma moto e saca uma arma disparando em direção as pessoas que estavam dentro do estabelecimento.</p>
<p>Um dos tiros acertou a indígena. Ela chegou a ser socorrida para a unidade hospitalar da cidade, mas não sobreviveu ao ferimento.</p>
<p>De acordo com testemunhas, ela morava em uma comunidade no Município de Benjamin Constant e tinha ido a Tabatinga para realizar o sonho de cursar uma faculdade.</p>
<p>De acordo com a policia o autor dos disparos estava no sistema prisional semiaberto e respondia pelo crime de roubo.</p>
<p>Durante revista na casa dele, os policiais militares encontraram uma arma de fogo.</p>
<p>O corpo da estudante indígena foi reconhecido pelos familiares e levado para ser sepultado.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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